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Prazo de transferência de automóvel
Olá, vem por meio deste comunicado exigir uma resposta ao problema gerado pelo não cumprimento do prazo estipulado de transferência de automóvel que a credibom anuncia.Contrato assinado com o stand em 07/10/2023 para o crédito de automóvel.Ate a presente data A CREDIBOM não deu nenhuma informação ou fez ligação a cerca do DUA ( documento único automóvel) em meu nome, porém hoje já estamos em 15/11/2023 e ainda não recebi o documento e nenhuma ligação somente um SMS informando que ja vai debitar a 1 parcela, já liguei algumas vezes na central e na última ligação me disseram que apenas tenho que esperar e que não tem uma data para a solução!
Encerramento da conta bancaria
Para abrir uma conta no Activobank pode ser online para encerrar temos de nos dirigir a uma loja fisica que fica a 270 km de Faro, portanto terei de fazer perto 600km para encerrar uma conta que me foi permitido abrir online. Abri a conta no Activobank porque estava bem referenciada pela DECO proteste, mas digo já que foi a pior experiência com uma entidade financeira que tive, muito mau em quase todos os aspectos.
Cartão em falta
Venho desta forma reclamar pela falta de emissão de um cartão, do qual já recebi o código, mas que o espero há mais de um mês. Hoje e após reclamação por telefone, enviaram-me um email solicitando mais 9 dias de espera. É inadmissível.
Débito directo
Exmos. Srs.Verifico que foi criada ontem, dia 13-11-2023, uma autorização de débito na minha conta bancária da CGD, por parte dos CTT.Não criei ou autorizei este débito directo.Não tenho em meu nome qualquer dívida ou obrigação de pagamento que justifique este débito.Presumia que uma conta bancária fosse inviolável e de exclusivo acesso do seu titular.O caso pode ter como origem um erro do sistema dos CTT e ou da CGD, ou, ainda mais grave, por eventualmente intromissão alheia numa conta bancária.Já contactei a CGD e os CTT sem resposta que resolva a questão.Agradeço esclarecimento e imediata resolução.Os meus cumprimentos.José FarinhaDados do débito:Data criação :13-11-202Entidade credora: PT61ZZZ111450 - CTT - AGUA/GASNº autorização débito: 96269754722
Valor debitado por serviço revogado
Exm(a) Sr(a), venho por este meio solicitar o seguinte: No dia 26 de setembro entrei em contacto via email, a efetuar o pedido de Cancelamento do Cartão de Crédito Unibanco (sendo este pedido efetuado de igual forma por carta com aviso de receção). Este pedido foi confirmado dia 27 de setembro via email.No dia 10 de outubro, recebi por email o pedido de pagamento da devolução do valor creditado na minha conta bancária, que foi feito nesse mesmo dia. Acontece que a dia 08 de novembro, entro no banco e vejo que debitaram 250€, valor esse que já tinha sido pago a 10 de outubro. Ou seja, debitaram um valor indevido, deixando -me a conta a saldo negativo! De salientar que este débito não foi autorizado, uma vez que com a revogação do serviço, anulei a autorização do débito direto!Após 2 chamadas telefónicas e outras inúmeras tentativas, fui informada que iriam proceder à devolução o mais rápido possível, recebendo de seguida uma mensagem a dizer que “ocorreu um problema técnico no débito direto” e que iriam proceder à devolução do valor. Até hoje (14 de novembro) ainda não recebi nada!
Suposta divida
Exmos. Senhores,Consultei a minha folha de responsabilidades junto do Banco de Portugal e constatei que V. Exas. comunicaram um suposto incumprimento da m/ parte no montante de 62.792,31€.Faço notar que tal asserção não corresponde à verdade por duas ordens de razões:• Em primeiro lugar, porque nunca contratei qualquer crédito com V. Exas.• Em segundo lugar, e mesmo que tivesse contratado, é por V. indicado que o putativo crédito entrou em incumprimento em 16.08.2000 sem que até à data tenha sido desencadeado qualquer procedimento jurisdicional.Desta forma é absolutamente claro que qualquer suposto direito de crédito que pudesse assistir a V. Exas. já se encontraria prescrito, atento o decurso temporal, sendo a prescrição aqui alegada para todos os efeitos de direito.Aqui chegados, sou a exigir a remoção do meu nome da V. comunicação periódica ao Banco de Portugal, sob pena de participação à CMVM e ao Banco de Portugal.
Avaria Sistema AdBlue
Exmos. Srs.Venho, por este meio, apresentar reclamação relativamente a avaria no sistema AdBlue.Adquiri o meu veículo Peugeot 3008 GTLine em 08/10/2020, na sucursal Peugeot de Carnaxide.No dia 09/12/2020 desloquei-me à MSCAR Portimão com avaria no sistema de AdBlue de acordo com informação do concessionário, foi efetuada nessa data uma reprogramação do sistema, mascarando desta forma a deficiência técnica de ordem de problemas de fabrico. Ordem de reparação nº 216789 Nº de conta 147672 Modelo 3008.No passado dia 5/11/2023, voltei a ter o mesmo problema com o sistema AdBlue: mensagem de Antiarranque em 500km com luz de AdBlue e service acesas. Destaco que o veículo apresenta neste momento apenas 46421 Km.Perante tal informação foi efetuado atesto de 10 litros de Adblue continuando a luz acesa até ao presente momento.Em 10/11/2023 desloquei-me à MSCAR Portimão onde foi exposto o problema tendo sido agendada intervenção para dia 05/12/2023, com o aconselhamento de paragem do veiculo, com a possibilidade de poder deixar o veículo no concessionário para, caso exista possibilidade, ser intervencionado antes. Ordem de reparação nº 222050 Nº de conta 147672 Modelo 3008.Perante toda esta situação, fiz algumas pesquisas tendo verificado que esta é uma avaria recorrente em veículos Peugeot, como é de conhecimento geral, referido em páginas web da especialidade, comunicação social bem como por Associações de defesa do consumidor que recebem queixas constantes relatando o mesmo problema. Venho por este meio reclamar à Peugeot a resolução desta avaria que, na minha opinião, nada tem a ver com o manejo que dou ao carro mas sim com um problema do fabricante.Entendo que os meus direitos, enquanto consumidor, estão a ser violados, pois de forma incompreensível, terei de pagar reparação da viatura, quando têm surgido inúmeras avarias do género em viaturas similares, ficando claro que se trata de um problema relacionado com qualquer defeito no sistema ou peças, origem de tantos casos que estão a existir.Não estamos perante qualquer deficiência no uso, mas sim no tipo de material utilizado. Deficiência que não deve, de forma alguma, ser suportada pelo consumidor final.É certo que a marca/oficina MSCar Portimão, demonstrou toda a boa vontade na resolução do caso, mas estou privado do meu veículo sem saber até quando ou pelo menos até 05/12/2023.É meu entendimento que deveriam V. Exas. assumir a totalidade das despesas, no valor necessário à reparação e/ou substituição do sistema AdBlue. É o prestígio de uma marca que está em causa e a possibilidade séria de perderem milhares de clientes, caso não se responsabilizem por defeitos de origem.Reforço já ter ocorrido uma intervenção devido à mesma avaria em causa, ainda em período de garantia, sendo que na altura aparentemente o problema apenas foi mascarado e por isso ocorre novamente.Trata-se de um carro com 4 anos e apenas 46421 km, manutenções e intervenções realizadas na marca e cumprimento de todas as orientações de boa utilização recomendadas pela Peugeot.Esta reclamação seguirá para MSCar Portimão, Peugeot Portugal, Portal da queixa e Deco proteste.Desde já agradeço a atenção dispensada, ficando na expectativa de breves notícias e célere resolução.Sem outro assunto de momento, apresento os melhores cumprimentos
Sinistro
Exmos Srs.Venho por este meio solicitar o vosso auxílio para resolução da situação abaixo transcrita.No passado mês de outro o meu veículo foi danificado devido a uma tentativa de furto do mesmo. O parabrisas foi partido e descolado, no entanto não houve intrusão na viatura.A PSP tomou conta da ocorrência e informei a minha seguradora no sentido da minha viatura ser reparada por tentativa de furto.Para grande espanto meu declararam que não se trata de furto mas sim de ato de vandalismo, isto para que não paguem a totalidade da reparação e tenha que pagar do meu bolso a franquia de 400€.Ora que o perito apesar de me ter indicado que a situação seria resolvida muito rapidamente pois não poderia circular com a viatura, pois com o parabrisas partido e descolado a água entra dentro da viatura, nos dois relatórios que forneceu, indicou que a viatura pode circular.Por várias vezes contatei a seguradora e sempre que o faço as respostas são diferentes e incoerentes.A oficina que ficou de reparar a minha viatura chegou a contatar-me para lá ir deixar a viatura pois já tinham o parabrisas para colocar no meu veículo indicando que apesar de terem a informação de que era uma reparação ao abrigo de quebra isolada de vidros teria mesmo assim que pagar uma franquia.A última solução que a Logo me deu por telefone foi:- pedir um documento à CorAuto de não reparação do veículo, tendo está sido enviada para a seguradora como solicitado - contatar a Glassdrive para agendamento de colocação de parabrisas ao abrigo da quebra isolada de vidros e em conformidade com o contrato eles cobririam até o valor de 750€.Os procedimentos foram todos efetuados e hoje tinha marcação na Glassdrive do Alto do Parque Eduardo VII pelas 14h, no entanto da parte da manhã fui contado para ser informado que afinal a reparação não poderia ser realizada pois a companhia de seguros não autorizava a mesma.Após contato com a companhia, novamente outra informação foi dada, que ou aceitaria o que tinham determinado que seria Atos de Vandalismo e pagaria a franquia dos 400€, ou receberia a diferença do valor da reparação que seria paga pela companhia e iria procurar onde colocar o vidro.
Universo - plano light indevidamente cobrado
Venho comunicar a vossas excelências que Foi-me cobrado uma mensalidade de 4,90 euros por 4 meses seguintes relativo ao Plano Light do Universo (ao qual eu nunca subscrevi ) nem nunca autorizei . Acho vergonhoso ! Agradeço o cancelamento imediato do plano Universo Light e a devolução do valor de 19,60€ ( 4,90 € x 4 meses contados indevidamente) , pois como mencionei, não subscrevi nenhum plano Light.Aguardo feedback com o máximo de brevidade possível Dário Faria
Bonificação de Juros “Mais Habitação”
No dia 13/09/2023, solicitei à minha gestora, através da aplicação BPI INTOUCH, o apuramento da minha elegibilidade na sequência do pacote legislativo “Mais Habitação”, de acordo com Decreto-Lei nº 20-B/2023. Para o efeito, enviei, juntamente com este pedido, a Nota de Liquidação do IRS. Solicitei, posteriormente, a migração de todo o meu processo para o balcão de atendimento do BPI em Torres Novas, para, dessa forma, poder ser acompanhada e esclarecida presencialmente.Na data 15/09/2023, recebi dois documentos, nomeadamente um “Pedido de Acesso à Bonificação de Juros – Mais Habitação” e a “Declaração de quebra de rendimentos – Acesso à Bonificação de Juros – Mais Habitação”, que devolvi devidamente preenchidas e assinadas.Posteriormente, a 25/09/2023 solicitei, pela mesma via, o ponto de situação à gestora, a qual me informou que o meu pedido fora reencaminhado e que o banco comunicaria comigo via e-mail, acrescentando que, eventualmente, seria necessário apresentar comprovativo da situação de desempregada – a qual remeti, imediatamente, pela essa mesma via.À data de 12/10/2023, solicitei, novamente, um pedido de ponto de situação à minha gestora – a mesma voltou a informar que o processo fora reencaminhado para a área correspondente, que trata e articula estes processos ao abrigo do decreto lei, acrescentado que pediu um ponto de situação e que, caso eu quisesse colocar questões sobre este assunto, poderia contatar o número 217207171. No dia 25/10/2023, expus toda esta informação e pedi um esclarecimento, para o e-mail bpinet@mail.bancobpi.pt, recebendo a resposta de que este é um canal de carácter meramente informativo de produtos e serviços do Banco BPI, e por razões que se prendem com a salvaguarda do sigilo bancário não seria possível por esta via verificar a situação reportada e dessa forma agir em conformidade.A 08/11/2023, dirigi-me ao balcão de atendimento do BPI, sito em Torres Novas, a fim de pedir esclarecimentos e um ponto de situação, no qual me informaram de que não tinham acesso ao meu processo e que não me conseguiriam ajudar.Posto isto, contatei a linha de apoio 217207171, a qual me esclareceu que efetivamente receberam o meu pedido, mas que o mesmo estava expirado por falta de um documento (segundo a anotação que tinham) – documento esse que nunca me fora solicitado. Fui, também, informada de que este caso já é recorrente e de que o balcão deveria prestar toda a ajuda e esclarecimento, pois tem acesso a todo o meu processo.Contatei a linha Serviço BPI Direto, através do n.º 217207707, pedi novos esclarecimentos, expondo esta situação e, após mais de 20 minutos em linha de espera, desligaram a chamada. Voltei a entrar em contato e, para além dos 30 minutos que estive em linha de espera, lá me disseram que eram apenas uma linha de apoio e que também não conseguiam ter acesso ao meu processo nem ajudar nesse sentido, mas que iriam reforçar o pedido de migração do meu processo para o balcão de atendimento de Torres Novas.Posto isto, e passado todo este tempo, sinto-me completamente lesada e desacompanhada pelo banco em causa.Peço uma ajuda na rápida resolução desta minha situação, tendo em conta que estou desempregada e com poucas condições de continuar a pagar esta exorbitância pelo Crédito à Habitação.
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