Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
M. S.
11/05/2026
REPSOL ESTAÇÕES SERVIÇO

Gasóleo contaminado com água

Enchi o depósito de gasóleo, na estação da Repsol, da Rua Júlio Diniz, 320 4050-318, no Porto: 44,7 litros; Bomba 4; no dia 13/04/2026, às 16.34. A seguir, iniciei viagem para Lisboa. Às 17:43, uma hora e um quarto depois, a viatura para subitamente e apareceu no tablier o sinal STOP. Estava na A17 (Vagos) ao Km 95. Accionei o ACP, do qual sou sócio e que confirma o sucedido, enviando reboque e táxi para transporte para Lisboa. A viatura é levada, do depósito de outras viaturas, de Mira, onde foi recolhida, para a oficina em 20.04.2026 ( SETE DIAS DEPOIS!!). Na oficina , a 22.04.2026, dois dias depois, é feito o diagnóstico de contaminação do gasóleo com água e feito o orçamento (6.095,75 Euros), já pagos. Fiquei sem viatura de substituição, apesar do seguro, durante 9 dias, pois me era exigido o diagnóstico e provável tempo de reparação, o que apenas sucedeu 10 dias depois do sucedido. Desloquei-me à oficina para ver o gasóleo retirado do depósito, praticamente cheio, e foi-me mostrado, onde pude verificar água residual, tendo obtido foto com o meu telemóvel. Desejo: 1. Que seja feita uma inspeção à gasolina desta estação (presença de água) 2. Saber se houve outras queixas semelhantes, no período que antecede aquele dia e após, até quatro dias (11-17.04.2026) 3. Obter uma compensação da REPSOL P.S. 1. Sempre me abasteci nos últimos dois anos na REPSOL, conforme posso comprovar pelas facturas associadas ao cartão LIDL. Nunca nada sucedeu 2. A viatura tinha sido aprovada em IPO obrigatório, recentemente. Tinha feito as revisões há menos de 6 meses. Sem qualquer problema mecânico na viagem , três dias antes, de Lisboa para o Porto, onde ficou parada até ao referido abastecimento. 3. Existem grandes obras do metro do Porto a menos de 50 metros da estação, o que poderá ter contribuído para eventuais infiltrações, por micro-ranhuras, nos depósitos subterrâneos.

Em curso

ruído excessivo

Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente ao ruído excessivo proveniente de um restaurante localizado nas proximidades da minha residência. Com frequência, são realizados eventos e festas de aniversário com música em volume muito elevado, prolongando-se por vezes até cerca das 02h00 da madrugada, sobretudo às sextas-feiras. Durante o verão, esta situação ocorre praticamente todas as sextas-feiras e fins de semana. Em algumas ocasiões são também utilizados fogos de artifício. Esta situação afeta diretamente o meu descanso, tendo em conta que trabalho aos sábados de manhã,e segundas feiras, impedindo-me de desempenhar o meu trabalho nas devidas condições e com a segurança necessária. Solicito, assim, a verificação desta situação e a adoção das medidas necessárias para garantir o cumprimento das normas legais relativas ao ruído. Com os melhores cumprimentos,

Em curso
C. C.
11/05/2026

Renault Megane AG-11-ZM anómalia desde primeiro dia de compra

A reclamante adquiriu, em 29.09.2023, à entidade reclamada, uma viatura Renault Mégane (matrícula AG-11-ZM), pelo valor de € 25.440,00. A viatura foi entregue em 17.10.2023 e, no próprio dia, aquando da primeira utilização, apresentou anomalia no sistema (“mandar verificar anti-poluição”), tendo tal situação sido de imediato comunicada ao vendedor. Na sequência dessa comunicação, a viatura foi recolhida às oficinas da entidade reclamada, tendo sido efectuada intervenção (“regeneração”), sem resolução definitiva do problema. Desde então, a viatura tem evidenciado anomalias graves e persistentes, tendo sido submetida a múltiplas intervenções técnicas (pelo menos 12), sem que tenha sido alcançada uma solução definitiva. As sucessivas intervenções implicaram períodos prolongados de imobilização da viatura, sem que tenha sido disponibilizada viatura de substituição. Em março de 2026, foi apresentado orçamento no montante de € 8.508,96, cuja imputação à aqui reclamante se rejeita, por se tratar de defeito existente desde a entrega do veículo. A situação configura falta de conformidade do bem, nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021. A reclamante já exerceu o direito à resolução do contrato junto da entidade reclamada, encontrando-se a aguardar resposta. Solicita-se a apreciação da presente reclamação e a adopção das medidas que se mostrem adequadas face aos factos expostos.

Em curso
R. M.
11/05/2026

encomenda falhada

Exmos Srs, Venho por este meio denunciar a prática abusiva e negligente da empresa VASP Expresso. Reporto a situação - que não é a primeira vez -, em que a referida empresa negligenciou e mentiu na distribuição de uma encomenda. Em 08 de maio recebi uma sms que procederiam à entrega nesse mesmo dia, sem janela horária indicada. Aguardei todo o dia, com o adiantado da hora e sem nenhuma entrega, contactei a VASP, que me disse para aguardar que estava em distribuição até às 18:00, horário final para entregas. Para meu espanto e continuando sempre a aguardar, na morada a que se destinava, a VASP envia uma notificação às 19:23 em como o destinatário estava ausente às 19:15. O que não é verdade. Não só extravazaram a janela horária, como mentiram. Uma empresa que já fez isto mais do que uma vez, num desrespeito total pelas pessoas.

Em curso
J. P.
11/05/2026

Infringindo a LEI

Assunto: Divergência grave entre tempo estimado e tempo real de viagem. Olá, equipe de suporte. Gostaria de solicitar a revisão imediata do valor pago pela viagem realizada em [Data]. Ao aceitar a oferta, a previsão era de 20 € para 40 minutos de percurso. No entanto, devido a condições excepcionais de trânsito, a viagem levou 2 horas para ser concluída. Houve um acréscimo de 1 hora e 20 minutos em relação ao previsto, mas o ajuste na tarifa foi de apenas 5 €. • Tempo previsto: 40 min • Tempo real: 120 min (2 horas) • Valor adicional pago: 5 € Este valor é desproporcional e não cobre sequer os custos operacionais do veículo parado por tanto tempo, resultando em um ganho por hora muito abaixo do padrão da plataforma e do mercado. O cálculo de "Tempo e Distância" não refletiu a realidade do esforço empregado nesta viagem. Solicito o reajuste justo da tarifa considerando o tempo excedente real de 80 minutos. Fico no aguardo de uma solução célere. Atenciosamente, Jhonatan

Em curso
S. D.
11/05/2026

Encomenda não recebida

Reclamação Urgente – Serviço de Morada Virtual CTT – Tentativa de Devolução Indevida do Objeto LA002129288CY Aos CTT – Correios de Portugal, Escrevo esta reclamação através da plataforma da DECO para expor uma situação inadmissível relativa à gestão da encomenda com o número de objeto LA002129288CY, que se encontra atualmente no Centro Operacional de Perafita. Sou utilizador do serviço de Morada Virtual, utilizando o vosso centro em Perafita para posterior encaminhamento para o meu Cacifo Lock na Figueira da Foz. A encomenda em questão, proveniente do Chipre, chegou a Portugal e deveria ter sido entregue hoje no referido centro. O que aconteceu é incompreensível: o estado passou para "Não Entregue" e, após contacto telefónico com o vosso apoio ao cliente, foi-me dito que nada podem fazer e que a encomenda será devolvida ao Chipre. Exponho a minha total indignação pelos seguintes pontos: Falta de Flexibilidade: A encomenda LA002129288CY já está em Portugal, nas vossas instalações. Recusarem-se a alterar a morada ou a permitir um reagendamento é uma falha grave de serviço ao cliente. Prejuízo Financeiro: A devolução ao Chipre implica que eu tenha de pagar novamente 15 € de portes para que o objeto volte a Portugal. É um custo que me estão a imputar por uma falha vossa na entrega em Perafita. Absurdo Logístico: Qual é o sentido de reenviar um objeto para o estrangeiro quando o cliente está disponível para retificar a morada ou receber o objeto noutro ponto, estando este já em solo nacional? É vergonhoso que a única solução apresentada seja o retorno à origem. Exijo, por isso, o seguinte: A interrupção imediata do processo de devolução ao Chipre do objeto LA002129288CY. O reagendamento da entrega, seja para a Morada Virtual em Perafita ou diretamente para o meu Cacifo na Figueira da Foz, uma vez que o objeto já se encontra na vossa posse. Não aceito que a solução seja "devolver para o Chipre e o cliente que pague outra vez". Caso a encomenda seja efetivamente devolvida, utilizarei esta queixa formal como prova para exigir o reembolso de todos os custos adicionais que venha a ter. Aguardo uma resolução imediata. Com os melhores cumprimentos, Sérgio Duarte Nº de Objeto: LA002129288CY Tlf: 961552711

Em curso
M. P.
11/05/2026
Yourhost

Lojamento nao conforme

Bom dia, Venho por este meio comunicar que o estúdio que reservei para 15 noites não corresponde à descrição do anúncio nem ao recibo de reserva. Climatização: O anúncio mencionava ar condicionado, mas o equipamento fornecido não estava funcional e não possuía sistema de exaustão, impossibilitando o aquecimento do estúdio. Tecnicamente: De acordo com as leis da termodinâmica, um ar condicionado sem exaustão externa não pode arrefecer (ou aquecer) uma divisão; limita-se a consumir energia e a processar o ar dentro do mesmo espaço. Juridicamente: O equipamento fornecido não estava operacional. O imóvel foi alugado com um serviço específico que não foi prestado. Eletrodomésticos: A máquina de lavar roupa e a máquina de secar não se encontravam no apartamento, contrariamente ao anunciado. Juridicamente: Esta situação configura publicidade enganosa. Note-se que a plataforma Booking já reconheceu o litígio, tendo procedido ao reembolso da sua comissão. "Dado que não me foi possível ficar no apartamento até à data e, apesar de vários pedidos da Booking e de mim próprio, o montante pago ainda não foi reembolsado."

Em curso
P. G.
11/05/2026
Livenation

Prática comercial potencialmente enganosa na venda de bilhetes

Prática comercial potencialmente enganosa na venda de bilhetes para o concerto da Karol G no Estádio da Luz, no dia 18/06/2027. Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar reclamação formal contra a Live Nation relativamente às condições de comercialização dos bilhetes para o concerto acima identificado. No período de pré-venda, os bilhetes foram disponibilizados com preços significativamente superiores aos posteriormente praticados na venda geral aberta ao público. Tal circunstância contraria a expectativa legítima criada junto dos consumidores de que a pré-venda constitui uma vantagem comercial, nomeadamente em termos de acesso preferencial e estabilidade de preço. A atuação em causa poderá configurar uma prática comercial desleal e potencialmente enganosa, nos termos do Decreto-Lei n.º 57/2008, de 26 de março, que transpõe para a ordem jurídica portuguesa a Diretiva relativa às práticas comerciais desleais, em particular no que respeita à indução do consumidor em erro quanto às condições económicas da aquisição. Acresce que o princípio da boa-fé contratual e o dever de transparência nas relações de consumo, previstos na Lei de Defesa do Consumidor (Lei n.º 24/96), impõem às entidades comerciais um especial dever de lealdade e clareza na apresentação das condições de venda, sobretudo em contextos de elevada procura e pressão comercial. Importa salientar que muitos consumidores adquiriram os bilhetes em pré-venda precisamente por receio de indisponibilidade futura e com a convicção de que estariam a beneficiar de condições comerciais equivalentes ou mais favoráveis do que as da venda geral. A posterior disponibilização dos mesmos bilhetes a preços inferiores configura uma situação suscetível de lesar os direitos e interesses económicos dos consumidores. Nestes termos, solicito: esclarecimento formal sobre os critérios de fixação dinâmica de preços aplicados durante a pré-venda e venda geral; identificação das razões que justificaram a diferença de preços para categorias equivalentes de bilhetes; restituição da diferença de valor paga; Mais informo que, na ausência de resposta satisfatória, reservo-me o direito de apresentar queixa junto das entidades competentes, designadamente a ASAE e demais organismos de defesa do consumidor.

Em curso

Carro novo com defeito

Comprei um peugeot 3008 hibrido novo em Outubro de 2024,passado duas semanas já estava na oficina a reclamar que os cintos de trás estava sempre a apitar sem ninguém sentado,fizeram uma marcação para passados dois meses ir ver o que se passava,disseram que não podiam fazer nada porque era preciso um software ao qual ainda não tinham e que eu tinha que ir lá passado algum tempo a ver se já tinham,entretanto outros problemas foram aparecendo apenas com alguns meses de uso,tais quais,as câmaras não apreciam no visor,visor esse que por vezes também ficava todo preto sem se ver nada,o carro abria e fechava sem tocar na chave mas depois só abria e fechava com a chave,o botão para aumentar ou baixar o volume do rádio por vezes funcionava mal,os espelhos retrovisores baixam ao fazer marcha atrás mas chegou a uma altura que deixou de funcionar,como também aconteceu de um lado do carro que deixou de funcionar tudo,a janela do passageiro da frente não fechava,o retrovisor não fechava e o carro em si desse nado não fechava,por vezes o carro perdia força e tinha que parar o carro,desligar,esperar um pouco e voltar a ligar,fui várias vezes à oficina fazer várias reclamações,inclusive pedi para me darem uma nova viatura visto esta ter vários defeitos e recusaram,arrajavam o carro e no dia seguinte voltava ao mesmo,foram muitas as reclamações,idas à oficina,dores de cabeça,dias perdidos,dias perdidos de trabalho porque eu dependia do carro para trabalhar visto trabalhar em tvde,acabei por ter que vender o carro passado um ano e meio visto estar a perder dinheiro em arranjos,tempo parado quando ia para a oficina,por ter vários defeitos e não fazerem nada para os resolver,uma desilusão completa ao resolverem os problemas que lhes foram imbutidos,da minha parte nunca mais comprarei um peugeot na auto crescente funchal

Em curso
E. R.
09/05/2026
Egiassist, Lda

Trabalho mal executado

Exmº Senhores Venho por esta forma apresentar reclamação quanto à execução do serviço prestado pela firma Egiassist, com o seguinte fundamento: Tenho contrato de assistência técnica ao sistema de aquecimento solar desde há 14 anos, sempre com a mesma firma. No âmbito da revisão anual feita na última semana de março, o técnico disse que seria necessário substituir os dois balões de expansão. No dia 30 de março procedeu à substituição dos ditos balões, logo nessa altura alertei o técnico que um dos balões me parecia bastante mais pequeno, ao que o técnico respondeu que sim, efetivamente era mais pequeno, porém perfeitamente suficiente para o depósito de 300 litros. Ora, no dia seguinte, a água das torneiras estava com espuma (parecia leite). No dia 1 de Abril o problema persistiu e agravou-se, porém como foi quinta-feira Santa, já não nos foi possível contactar a empresa. Consultada a IA conclui que o cheiro que emanava era "glicol". Não obstante termos percebido a gravidade da situação só na segunda feita após a Páscoa conseguimos contactar a empresa. O diagnóstico foi o seguinte; A serpentina rebentou rebentou e obrigava à substituição do depósito, e o facto de tudo ter acontecido logo após a intervenção técnica seria mera coincidência. Porém, agora após a reparação do sistema por outro técnico ficou claro a minha suspeita de que foi a colocação de um balão de 12 litros que causou o incidente. A Egiassit colocou um balão de 18 litros e outro de 12 litros, após a reposição do sistema, os balões que foram colocados têm 18 litros e 25 litros. Portanto ficou claríssimo que foi isso que provocou a avaria. Conclusão estivemos 2 dias a consumir água contaminada com glicol, e mais 22 dias sem poder abrir a torneira de água quente, e 3.178 euros de prejuízo. Tenho prova documental bem como fotografias e filme que podem atestar a veracidade do que afirmo. Peço à firma que, no mínimo, assuma o custo do arranjo, já que o transtorno e o risco para a saúde em que colocou a minha família não é mensurável.

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