Reclamações públicas

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Avaria técnica verificada no Peugeot 5008, bem como ao atendimento e reparação

Vimos, pelo presente meio, e na qualidade de gerentes da empresa proprietária (à data dos factos) do veículo Peugeot 5008, 1.5 BlueHDi GT Line, matrícula 43-VF-99, adquirido no estado de novo e com cerca de 257.000 km, formalizar reclamação relativa à avaria técnica verificada na referida viatura, bem como ao atendimento e reparação efetuados pela Oficina Caetano Motors – Peugeot (Barreiro). Para melhor enquadramento da presente reclamação, importa expor a seguinte factualidade relevante: • No dia 13 de abril, sem qualquer aviso luminoso ou sonoro prévio, ao tentar ligar o veículo, o mesmo não respondeu. Após duas tentativas sem sucesso, foi acionado o reboque através da Companhia Seguradora; • A viatura deu entrada na Oficina Caetano Motors – Peugeot (Barreiro) no dia 17 de abril, tendo apenas sido possível confirmar a sua receção no dia seguinte, por iniciativa própria, dado que não existiu qualquer contacto por parte da oficina. Desde então, e durante várias semanas, verificou-se uma manifesta falta de comunicação, ausência de resposta a contactos telefónicos e contradições nas informações prestadas, tendo sido necessário proceder a deslocações presenciais à Oficina para obtenção de esclarecimentos; • Num primeiro momento, foi-nos comunicado verbalmente pela rececionista a existência de uma possível avaria grave, com um custo estimado entre € 4.000,00 e € 8.000,00, sem que fosse apresentada qualquer avaliação técnica concreta. Foi igualmente referido que poderia ser aplicado um desconto de 10%, sujeito a validação do responsável da Oficina; • No que respeita às opções de pagamento, foi-nos transmitida, de forma breve e insuficiente, a possibilidade de utilização de um cartão de crédito até € 5.000,00, sem juros, sem qualquer explicação adicional; • Atendendo ao valor elevado apontado para a reparação, solicitámos a realização de uma análise técnica detalhada, para a qual nos foi exigido o pagamento de € 480,00, valor que foi prontamente liquidado. Contudo, não foi prestada qualquer informação posterior, sendo novamente necessária uma deslocação presencial à Oficina; • Face à essencialidade da viatura para o quotidiano da Sociedade, foi solicitada, desde o início, uma viatura de substituição, pedido que foi recusado. Foi sugerido o aluguer de viatura a preço reduzido, mediante contacto posterior, o que nunca ocorreu, obrigando-nos a recorrer a uma empresa externa, com custos superiores a € 500,00; • As conclusões da análise técnica apenas foram comunicadas verbalmente em 07 de maio, identificando um problema nas árvores de cames, implicando a substituição total do motor, com orçamento de € 7.614,12; • Em 13 de maio, após solicitação expressa, foi remetido o relatório técnico escrito, onde se refere que a avaria teve origem na quebra da corrente de distribuição entre as árvores de cames, concluindo-se pela substituição integral do motor por uma unidade recondicionada (0 km); • Inicialmente foi-nos indicado que a reparação seria célere (cerca de dois dias), informação posteriormente corrigida pela Gerente da Oficina; • Atento o tempo estimado para a reparação e a necessidade comprovada de viatura, foi disponibilizado um veículo de substituição, com indicação expressa de que seria sem custos, informação que veio a revelar-se incorreta; • Não fomos informados do início da reparação, tendo apenas recebido uma mensagem a informar que a viatura estava pronta para levantamento; • No momento do levantamento, foi recusada a utilização do cartão de crédito anteriormente mencionado, alegando-se que deveria ter sido tratado antecipadamente com outra responsável, informação nunca antes transmitida. Para tratamento de dados necessários à contratação do cartão de crédito, só nos foi possível levantar a viatura dois dias depois; • Contrariamente ao acordado, foi-nos exigido pagamento pela viatura de cortesia. Acresce que, após levantamento da viatura em 02 de junho de 2025, a mesma voltou a avariar em 04 de junho, enquanto circulava na Ponte Vasco da Gama, com aviso de temperatura máxima do motor, emissão de vapor e imobilização imediata, tendo sido novamente acionado o reboque. Diagnosticou-se a rotura da caixa de água, alegadamente não abrangida pela garantia por se tratar de “sistema periférico”, tendo sido pago o valor de € 159,13. Cerca de duas semanas depois, a viatura voltou a apresentar idêntico problema, novamente na Ponte Vasco da Gama, tendo sido encaminhada para a Stellantis Alfragide, onde foi diagnosticada a necessidade de substituição do (novo) motor, bem como confirmada nova rotura da caixa de água, entretanto substituída duas semanas antes. Tal factualidade evidencia, de forma inequívoca, a existência de defeito grave de conceção e/ou fabrico, amplamente reconhecido nos motores 1.5 BlueHDi, bem como a inidoneidade das reparações efetuadas, não sendo tais ocorrências, em caso algum, imputáveis ao utilizador. Acresce que esta viatura já havia sido afetada, em 2022, por avaria no sistema AdBlue, igualmente reconhecida como problema estrutural da Marca, com custos superiores a € 2.500,00, integralmente suportados pela Cliente. Em consequência direta das avarias descritas, foram suportadas as seguintes quantias: • € 7.823,55 – Relatório técnico de diagnóstico e Reparações mecânicas; • € 159,13 – Substituição da primeira caixa de água; • € 732,21 – Viaturas de substituição. Totalizando prejuízos patrimoniais significativos, acrescidos de prejuízos operacionais decorrentes da privação reiterada do uso da viatura, absolutamente essencial à atividade da Sociedade. É do conhecimento público que tanto as avarias no sistema AdBlue como na corrente de distribuição constituem problemas graves, recorrentes e amplamente documentados nestes veículos, tendo dado origem a inúmeras reclamações e processos a nível nacional e internacional. Atendendo ao exposto, e considerando que as avarias descritas são imputáveis à Marca (facto confirmado pela necessidade de substituição e 2 motores e 2 caixas de água no período inferior a um mês), não podendo ser responsabilizado o Cliente, solicitamos a restituição integral dos valores despendidos (€ 9.194,89), bem como a devida ponderação dos prejuízos decorrentes da privação do uso da viatura.

Encerrada
J. A.
29/01/2026

ENCOMENDA NÃO RECEBIDA E NÃO REEMBOLSADA - 888064520 / 477678

Exmos. Senhores, Encomendei no dia 26/11/2025, o telemóvel (xiaomi Redmi A5 dual sim 3GB RAM 64GB verde) no valor de 55,12, no qual foi aceite o pedido, mas depois de muitas cobranças que fiz por e-mail devido a demora na entrega, recebi uma resposta no dia 02/01/26 de que o item 477678 estava fora de stock e que deveria ser cancelado. A referência inicial da encomenda era 888064520 e agora passou para 477678 sem explicarem o porquê. Fiz o cancelamento e no dia 05/01/2026 foi aceite com a referência 477678. No dia 07/01/26 recebi o aceite de cancelamento com referência 888064520 e orientação sobre a forma de reembolso. No dia 12/01/26 recebi e-mail a informar que o reembolso estava em processo. No dia 19/01/26 outro e-mail a informar que a referência 477678 estava com pedido de estorno pendente. No dia 22/01/26 outro e-mail a informar que o reembolso correspondente ao meu pedido 477678 não pôde ser processado diretamente no método de pagamento original, devido a uma limitação técnica na plataforma de pagamentos utilizada. No mesmo dia 22/01/26 dei 2 opções de troca de produto para que eles me informassem se tinham em estoque para eu completar o valor e me enviarem no caso de confirmarem ter em estoque. A partir desta data não recebi mais resposta a Allzone com retorno da minha proposta. Durante todo o processo tentei entrar em contacto com o serviço ao cliente por telemóvel, sem sucesso. Agora não consigo, via email, nem telemóvel. Hoje, dia 29/01/26 o site dá como encerrado. E neste momento nem telemóvel nem reembolso e sem qualquer tipo de apoio. De qual forma os senhores podem ajudar, pois pelo que tenho visto este é um problema geral. Obrigado pela atenção.

Encerrada
A. C.
29/01/2026

Não me devolvem o meu dinheiro

Dia 08/12/2025 obtive um CarPlay para oferecer como prenda de Natal no site da Carlega. Após o pagamento recebi um email que dizia que a mesma me seria entregue a 18/12/2025. Entretanto os dias foram passando e tive que comprar uma outra prenda para substituir o CarPlay que nunca mais chegava. Na mesma altura enviei um email para a Carlega para informar que queria fazer a desistência do mesmo. Quando recebi a encomenda em casa a 05/01/2026, voltei a contacto los a pedir informações de como poderia proceder à devolução pelo que enrolaram me durante 3 dias a tentar dissuadir me e ficar com uma coisa da qual eu não queria mais. Depois desse tempo deram me então as informações necessárias para lhes enviar a encomenda e fazer a devolução. Dia 12/01/2026 fui até aos correios para fazer p envio para a morada que me indicaram, saio me 10 euros do bolso para pagar o envio. Nesse mesmo dia mandei mais um email a dizer lhes que já tinha feito o envio, ao qual me responderam que logo que recebem e analisassem se tudo estaria em condições procederiam ao reembolso do dinheiro. Importante ressaltar que entreguei a caixa e o produto em condições. A Carlega recebeu a encomenda dia 14/01/2026 e desde daí até hoje (29/01/2026) que não há reembolso, farto me de mandar email quase todos os dias e não me respondem, apenas me responderam uma vez a perguntar qual seria o número do pedido, ao qual respondi imediatamente mas não obtenho respostas sobre o reembolso dos 65€ que são meus por direito.

Resolvida

Pagamento de um valor muito alto

Venho por este meio reclamar publicamente , porque apesar de terem reduzido o valor a cobrar ainda assim acho muito injusto da parte da sixt . Em primeiro lugar, gostaria de salientar que fui mal informada no balcão aquando do aluguer do veículo. Em nenhum momento me foi explicado por qualquer colaborador da Sixt que o carro não estaria coberto por seguro. Pelo contrário, foi-me transmitido que tinha proteção. Jamais alugaria um veículo sem seguro, ainda mais numa deslocação longa e acompanhada. Relativamente ao acidente, importa esclarecer que não tive qualquer culpa. No momento do sucedido, seguia viagem em direção a Marco de Canaveses, acompanhada pela minha mãe, de 85 anos, para visitar a campa do meu pai. De forma inesperada, fui abalroada por um camião em excesso de velocidade, que apenas tocou no carro, levantando a capa do espelho, sem partir o espelho ou causar danos estruturais no veículo. Apesar disso, foi-me imputado o custo de quase 750 € por um espelho novo, valor que considero completamente desproporcional e irrealista, sobretudo tendo em conta que se tratou apenas da capa do espelho. Uma peça desta natureza não justifica um valor tão elevado, ainda mais num contexto em que o veículo praticamente não sofreu danos. Recebi no dia 17 de dezembro, uma chamada da GNR do Porto, informando que não foi possível identificar a matrícula do camião através das imagens recolhidas. (So a empresa Ascendi é que poderia informar a maatricula atraves das portagens , porque o camião passou antes de mim ) Importa referir que o acidente ocorreu há mais de dois meses, o que torna esta situação ainda mais difícil e angustiante. A Sixt é uma empresa reconhecida no mercado e, por isso mesmo, acredito que também pode e deve agir com justiça e bom senso em situações como esta. Nos vossos próprios cartões e publicidade promovem valores como “um pequeno gesto, um novo sorriso” — é com base nesses valores que vos escrevo. Mas mesmo assim a Sixt com tanto poder e conhecimento poderia ter pedido acesso a empresa ascendi e ter a matricula do camião que me embateu . Resido na Região Autónoma e tenho uma filha a estudar no continente, o que já representa um esforço financeiro significativo. Receber uma cobrança desta dimensão na altura do Natal é extremamente pesado e desanimador. Custa-me acreditar que uma empresa da vossa dimensão seja tão inflexível e insensível perante esta situação. Reforcei que estava disponível para encontrar uma solução justa, nomeadamente pagar o valor que seria aplicável caso tivesse sido corretamente informada e tivesse um seguro adequado que cobrisse este incidente — que, relembro, não causou danos reais ao veículo. Apenas saltou a capa de plástico do espelho . Mas ainda assim fizeram me a cobrança de 322.26 € valor elevado e reforço sem culpa nenhuma que tive no acidente , no qual ninguem me ajudou nem a sixt nem a gnr nem a PSP . Peço-vos, sinceramente, que reavaliem todo o processo, que considerem o contexto humano, a falha de informação no momento do aluguer e a desproporção do valor cobrado. Acredito que seja possível encontrar uma solução equilibrada e justa para ambas as partes. So escrevo esta reclamação porque achei da parte da Sixt , que a informação dada tambem na entrega da viatura pela receção no aeroporto do porto , que haveria uns fundos que cobriam estas situaçoes e mesmo assim nada fizeram par me ajudar .

Encerrada
M. L.
29/01/2026
NotaryOnline.pt

Serviço não prestado e sem resposta.

1- O vosso site, NotaryOnline.PT, publicita serviços de autenticação (e serviços relacionados a imigração), o site está configurado para receber pagamentos, mas não prestam os serviços, como prometido. 2- Receberam um pagamento de 89 euros por um serviço de autenticação, mas nunca disponibilizaram o link prometido para agendar o serviço. 3- Vocês recusaram-se a responder a todos os meus e-mails e mensagens. Vocês afirmam estar localizados em Braga, mas não disponibilizam um número de telefone. O seu site e o recibo por e-mail convidam-nos a enviar mensagens através do Facebook, mas essas mensagens são rejeitadas automaticamente. 4- Prometem um serviço rápido, mas apenas cumprem o prometido. Vocês prometem o reembolso, mas não respondem a nenhuma mensagem que enviei a solicitar o reembolso. 5- Não parecem ter um link para o IRN, mesmo "prestando serviços de autenticação". 6- As avaliações do vosso "serviço" sugerem um padrão de comportamento: recebem o pagamento, mas não prestam os serviços. Estas ações têm um nome. Um notário deveria saber o que é isto, especialmente como se auto-intitulam quando utilizam um website para atrair "clientes". Exijo o meu pagamento de volta, no valor de 89 euros, de imediato. Já reportei esta transação financeira questionável ao meu banco e irei comunicá-la às autoridades. Um notário deveria saber porque é que este comportamento não é apenas um problema menor. O vosso website deve ser encerrado de imediato, para que não continuem a aceitar clientes que não pretendam servir conforme anunciado, enquanto se apresentam como notários em Portugal.

Resolvida
P. B.
29/01/2026

Burla estorquir clientes

Olá boa tarde,eu queria apresentar uma queixa contra a Norauto Portugal! Por estar a burlar clientes, e com a prática de tentar estorquir, o cliente com uma campanha falsa de promoção, efectuei duas compras na Norauto Portugal no dia 17/01/2026 em saldos umas colunas JBL stage 3 (627), que custavam 57.99 e com os saldos ficou, a 22 euros e um subwoofer de Alpine 1244BR, que custava 109 euros e em promoção ficou a 32.70 quando fiz o pagamento a Norauto. Aguardei e mandei um e-mail quando a entrega não foi entregue no dia, que o site me deu. Depois foi contactado por um profissional da Norauto de Torres Novas me informando que as colunas e o Subwoofer estavam com atraso e só na primeira semana de fevereiro estavam na loja. Depois uns dias recebi um email de um senhor que se representava como Filipe gerente da Norauto de Torres Novas, a pedir para solicitar o reembolso, mas eu nunca pedi o reembolso, tanto que no email eu sugeri que aceitava troca por outras iguais que tinham JBL que eram mais baratas do que as tinha comprado e um subwoofer do mesmo valor, esse tal representante da Norauto me deu outra informação falsa para ir ao Norauto Torres Novas que isso se resolvia. Foi lá no dia seguinte além de não cumprirem com com o acordo, ainda me tentaram descontar o que eu tinha pago e me estorquirem o restante do valor dos produtos que eu não comprei, que só ia aceitar para facilitar. Como não aceitei, pedi para falar com um supervisor, nem livro de reclamações tem na loja, todos os meus direitos como consumidor foram cessados e foi obrigadamente a ter que aceitar o reembolso onde eles nem me deram um comprovativo porque eu falei que ia apresentar queixa contra eles

Resolvida

Impossibilidade de matrícula

Venho por este meio apresentar reclamação contra a entidade formadora acima identificada, devido à recusa da minha inscrição numa formação para a qual me candidatei, com base em fundamentos incorretos, contraditórios e não divulgados previamente. Candidatei-me à referida formação após anos à espera de uma oportunidade nesta área, cumprindo todos os requisitos publicitados, nomeadamente: Ser maior de 18 anos Formação destinada a público em geral Em momento algum foi mencionado, na divulgação do curso, qualquer critério de exclusão relacionado com a zona geográfica de residência. Apesar disso, após o envio de toda a documentação solicitada, recebi um email a informar que a minha candidatura foi recusada por dois motivos: Alegada invalidade do meu título de residência Este fundamento é incorreto. O meu título de residência encontra-se devidamente renovado, estando legalmente válido, conforme a legislação portuguesa em vigor, que reconhece o comprovativo de renovação como válido até à emissão do novo documento. Esta documentação foi enviada à entidade formadora. Alegação de que a minha morada não se enquadra nas regiões abrangidas pelo projeto Este critério nunca foi divulgado previamente como requisito de acesso à formação. A introdução de uma condição de exclusão apenas após a candidatura configura falta de transparência e viola o princípio da igualdade de acesso à formação. Saliento que esta situação causou-me grande impacto emocional e prejuízo pessoal, uma vez que aguardei por vários anos por esta oportunidade de formação, organizei a minha vida em função da mesma e vi a minha inscrição ser recusada com base em critérios não anunciados e juridicamente questionáveis. Desta forma, solicito: A reavaliação imediata da minha candidatura, com base nos requisitos efetivamente publicitados ou, em alternativa, A apresentação de uma justificação legal e documental clara que sustente a exclusão aplicada Considero que esta situação merece a devida análise pelas entidades competentes, de forma a garantir práticas justas, transparentes e em conformidade com a lei. Termos em que, Aguardo resposta. Thais de Oliveira Soares

Encerrada
D. A.
29/01/2026

ANÁLISE BIOTA 200 REALIZADA E PAGA - RESULTADOS CONTINUAM EM FALTA

No dia 20-12-25 dirigi-me à Clinica do Plaza em Tavira para efetuar no laboratório Synlab com quem têm parceria, a análise BIOTA200 bem como outras análises solicitadas pelo meu médico. No balcão não sabiam o que era a Análise BIOTA200 e informaram-me que teria de ser a técnica da Synlab a prestar informações. A mesma veio ao balcão e também não estava informada sobre o que era necessário para realizar a análise, dizendo inclusivamente que era necessário um Kit. Disse a mesma técnica que uma vez que era Sábado não tinha como se informar. Por insistência minha e porque eu estava em jejum e realmente necessitava da análise para a consulta de Gastro no HPA no dia 06-01-26, a técnica acabou por ligar a alguém da Synlab. Após desligar o telefone, a técnica disse-me que podia fazer a análise e não era necessário kit. É inadmissivel que a técnica da Synlab não tenho conhecimento das análises que o laboratório faz. No dia 30-12-25, estranhei ainda não ter os resultados no email pelo que contactei o laboratório. De imediato recebi um email de resposta com os "supostos" resultados, e qual foi o meu espanto que tinha apenas os resultados das análises do colesterol etc e na última página na Rubrica "MEDICINA PERSONALIZADA" dizia BIOTA200, Teste de Microbiota e intolerância - AMOSTRA EM FALTA. Voltei a contactar por email o laboratório para saber o que se passava, questionando como era possível estar em falta uma amostra, que presumi ser amostra fecal, e que nunca foi mencionada pela técnica da Synlab e, pior ainda, passaram-se 10 dias e nada disseram sobre esta amostra em falta. No dia seguinte dirigi-me à clinica do Plaza onde expus toda esta situação. Foi então sugerido voltar para realizar as análises, sugestão que eu recusei visto não estar disposta a realizar a análise com a mesma técnica da Synlab. A colaboradora do balcão da clinica do Plaza ligou para a Synlab e ficou combinado ir às instalações do laboratório em Tavira na Rua 25 de Abril para realizar a análise. Foi-me dito ainda pela colaboradora do balcão da clinica do plaza que uma vez que já estávamos a meio da semana, 4af dia 31-12 e 5af era feriado dia 1 de Janeiro, eu deveria fazer a análise na 2a feira seguinte, dia 5 de de Janeiro de 2026. Nunca me foi dito em momento algum que a análise tinha de ser feita IMPERATIVAMENTE numa 2a feira. Acontece que na 2a feira, dia 05-01, foi-me impossível fazer a análise pois contactaram-me para ir à consulta de cardiologia em Faro nesse mesmo dia de manhã e na 3a feira também não foi possível pois tinha consulta de Gastro no HPA à 8h20 em Faro. Fui então à Synlab na 4a feira dessa semana, foi então (e a única vez) que me disseram que esta análise só pode ser feita à 2af pois as amostras seguem para Barcelona e a amostra não pode ter mais do que 24h. Portanto mais uma vez e não por algo que me possa ser imputável, não foi possível fazer a análise. Sendo que estava marcada a Colonoscopia para a 2af seguinte e que devido à preparação de limpeza do intestino a microbiota fica completamente alterada por vários meses, não restou outra alternativa se não cancelar a colonoscopia por forma a poder entregar a amostra fecal na 2af seguinte. E assim foi, no dia 12 de Janeiro, 2af, fui entregar a dita amostra. Qual foi o meu espanto quando há 2 dias, isto é, no dia 27 de janeiro, 15 dias após a entrega da amostra, ligou-me uma senhora da Synlab, Marília Faisca, directora técnica da Synlab de Lisboa, para informar que eu tinha de entregar novamente uma amostra fecal pois devido ao Natal e feriados em Barcelona algo aconteceu e não fizeram a análise!!! Portanto a senhora diretora pediu para eu entregar novamente uma amostra na próxima 2af dia 2 de Fevereiro. Tanto quanto sei e confirmei, a época Natalicia e feriados inerentes, etc... vão até dia 8 de Janeiro em Espanha. Eu entreguei a a amostra fecal no dia 12 de janeiro de 2026 (4 dias depois da época Natalicia em Espanha). Portanto isto nada teve a ver com o Natal e feriados em Barcelona. Deve-se sim à incompetência, falta de profissionalismo e seriedade por parte deste laboratório. Não irei entregar mais nenhuma amostra, a colonescopia que era para ter sido feita em 12 de Janeiro foi cancelada para que eu pudesse recolher e entregar a amostra fecal para o Biota 200 e agora a dita colonescopia está marcada precisamente para a próxima 2af, dia 2 de Fevereiro e mais uma vez após a preparação e limpeza do intestino para a realização do exame não faz qualquer sentido fazer análise ao microbiota pois este vai ficar alterado por muito tempo. Mais ainda informo que no dia 4 de Fevereiro vou realizar Ressonância Magnética ao abdomen e Ressonânica Magnética Pélvica para pesquisa de doença de crohn e endometriose profunda, exames que exigem também uma preparação e ingestão de liquídos especificos para a realização dos exames e que provocam alteração da microbiota. Portanto, literalmente a Synlab tem andado a brincar com a minha saúde, por causa deles adiei exames importantes que necessito de fazer com urgência por suspeita de doenças complicadas, tive de me deslocar várias vezes ao Laboratório por culpa e incompetência deles, paguei 325€ e continuo sem quaisquer resultados. Ao dia de hoje eu informei a Synlab que exijo que me enviem o resultado das intolerâncias A200 que está em poder deles há mais de 1 mês, fica sei efeito a análise à microbiota, paciência, e que me devolvam o montante que eu paguei no valor de 325€ pois é o mínimo que devem fazer por tudo o que me têm feito passar e pelos danos que me têm causado. Agradeço a vossa ajuda. Dulce Abraços

Resolvida
M. P.
29/01/2026

Defeito no capacete

Exmos. Senhores, venho por este meio pedir a vossa ajuda. Eu e o meu marido compramos na Motocard no dia 11/10/2025, um capacete da marca Airoh. O capacete foi utilizado duas vez, a primeira vez que foi utilizado sentiu se uma pequena dormência na cabeça. Da segunda vez que foi utilizado, já foi uma viagem em autoestrada, no espaço de meia hora já era impossível estar com o capacete. O meu marido mandou um e-mail para a empresa, ao qual recebeu a resposta que não poderiam fazer nada, para ele se deslocar a loja. Assim no dia 16/11/2025 fomos á loja. Não trocaram o capacete mas disseram que o iam enviar para a fábrica, entreguei a caixa respectiva do capacete ao qual me disseram que não a queriam, para eu a trazer de volta. O que se segue é, mais de um mês para dizerem alguma coisa, o capacete veio riscado e na loja não quiseram saber. A folha que vinha com o capacete diz que não tem garantia, que o capacete não tem defeito. O problema é que a partir dos 80kh. Não se consegue andar com o capacete, mesmo tirando a pala que ele traz. Em conversa com um funcionário,ele assumiu que este modelo de capacete vinha com defeito, mas que ele não poderia fazer nada. Eu não quero um capacete para efeito decorativo, eu quero um val para comprar outro capacete ou então que me devolvam o dinheiro.

Encerrada
K. S.
29/01/2026
Ementa Insólita, Lda

Dinheiro retido e não devolvido na maquina de tabaco

No dia segunda-feira, 26/01 encontrei-me no estabelecimento explorado pela empresa Ementa Insólita, Lda, sito na Rua Mestre Guilherme Camarinha, n.º 221-A, Paranhos, Porto. Nesse dia, utilizei a máquina automática de venda de tabaco existente no interior do restaurante, tendo o valor de 10 € ficado retido na máquina, sem que o produto fosse dispensado. A situação foi imediatamente comunicada à funcionária Fátima, que confirmou presencialmente que o dinheiro tinha ficado preso no interior da máquina. Posteriormente, foi-me transmitido que apenas o gerente, Cláudio, ou o responsável pela máquina poderia resolver a situação. Apesar de ter solicitado a devolução imediata do valor, foi-me recusado o reembolso, tendo sido informado de que teria de aguardar pela presença do gestor da máquina, o que só ocorreria na quinta-feira seguinte. Perante a recusa, procedi ao registo da ocorrência no Livro de Reclamações físico do estabelecimento. Até à presente data dia 29/01, o valor de 10 € não foi devolvido, nem fui contactado para resolução do problema, apesar de já ter decorrido o prazo indicado pelo próprio estabelecimento. Considero esta situação inadmissível, uma vez que o estabelecimento é responsável pelos equipamentos existentes no seu espaço e não pode transferir para o consumidor a resolução de problemas internos com terceiros. Solicito a intervenção da DECO no sentido de obter: a devolução imediata dos 10 €, e o devido enquadramento legal da atuação do estabelecimento.

Resolvida

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