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Demora excessiva na análise de pedido de reagrupamento familiar de menor
Venho por este meio apresentar reclamação contra a AIMA – Agência para a Integração, Migrações e Asilo, devido à demora excessiva e à ausência total de comunicação relativamente a um pedido de reagrupamento familiar. O pedido de reagrupamento familiar do meu filho menor, com 14 anos de idade, foi submetido online no dia 11 de julho de 2025, através do portal da AIMA, com toda a documentação exigida em formato digital. Até à presente data, não recebi qualquer e-mail, notificação ou pedido de esclarecimento, nem existe informação sobre o estado do processo, apesar de se tratar de um menor de idade, situação que deve beneficiar de especial prioridade, nos termos da lei. Acresce que o outro progenitor do menor é falecido, facto devidamente comprovado por certidão de óbito junta ao processo, o que elimina qualquer questão relacionada com autorização parental. A ausência total de resposta por um período tão prolongado causa grave prejuízo à estabilidade familiar e emocional do menor, bem como insegurança jurídica ao requerente. Solicito, assim, a apreciação urgente do processo, ou pelo menos informação clara sobre o seu estado e os passos seguintes. Com os melhores cumprimentos.
desresponsabilização de avaria equipamento por falha de eneria
Exmos Senhores, No dia 17-01-2026 houve uma falha de energia na minha zona qual me queimou um equipamento (TV). Liguei para a minha operadora de eletricidade onde a mesma me disse que teria de ligar para a E-redes e explicar o sucedido. Liguei para a E-redes onde fui atendida pela Sra Tânia Almeida e a mesma me disse que teria de preencher um formulário de prejuízos. expliquei a situação que tenho uma filha pequena atualmente com 3 anos e que era impensável estar 15 dias sem TV. A sra disse-me que se realmente eu visse que não era viável para mim a espera para eu mandar arranjar o equipamento ou comprar um novo mas que teria de ser as mesmas características, marca, modelo, etc) e para guardar a fatura que a E-redes me reembolsaria da despesa (visto a TV estar a trabalhar e após aquele pico de eletricidade deixou de dar imagem ou som) assim fiz, desloquei-me a loja da worten e comprei uma TV da mesma marca, mesmo tamanho etc e fiquei a espera da resposta da E-redes. Qual não é o meu espanto quando ontem dia 28-01 tenho um email da E-redes onde os mesmos dizem, passo a citar: " confirmam uma interrupção que afetou o meu local de consumo mas que os equipamentos devem de estar preparados para estas interrupções e como tal não se responsabilizam pelos danos" Agora eu venho perguntar a quem e que se deve realmente reclamar uma situação destas até porque a TV estava a funcionar e após este pico de eletricidade queimou. A e-redes não se responsabiliza e eu e que tenho de ficar com o prejuízo devido a um corte de eletricidade??
Malas danificadas
Boa tarde. Vim hoje do voo Lisboa - Luanda e tive as minhas duas malas de porão e a de mão completamente danificadas. Sendo que a porta do avião a funcionária exigiu que eu despachasse. Quem vai reativar as malas que estragaram?
Avaria técnica verificada no Peugeot 5008, bem como ao atendimento e reparação
Vimos, pelo presente meio, e na qualidade de gerentes da empresa proprietária (à data dos factos) do veículo Peugeot 5008, 1.5 BlueHDi GT Line, matrícula 43-VF-99, adquirido no estado de novo e com cerca de 257.000 km, formalizar reclamação relativa à avaria técnica verificada na referida viatura, bem como ao atendimento e reparação efetuados pela Oficina Caetano Motors – Peugeot (Barreiro). Para melhor enquadramento da presente reclamação, importa expor a seguinte factualidade relevante: • No dia 13 de abril, sem qualquer aviso luminoso ou sonoro prévio, ao tentar ligar o veículo, o mesmo não respondeu. Após duas tentativas sem sucesso, foi acionado o reboque através da Companhia Seguradora; • A viatura deu entrada na Oficina Caetano Motors – Peugeot (Barreiro) no dia 17 de abril, tendo apenas sido possível confirmar a sua receção no dia seguinte, por iniciativa própria, dado que não existiu qualquer contacto por parte da oficina. Desde então, e durante várias semanas, verificou-se uma manifesta falta de comunicação, ausência de resposta a contactos telefónicos e contradições nas informações prestadas, tendo sido necessário proceder a deslocações presenciais à Oficina para obtenção de esclarecimentos; • Num primeiro momento, foi-nos comunicado verbalmente pela rececionista a existência de uma possível avaria grave, com um custo estimado entre € 4.000,00 e € 8.000,00, sem que fosse apresentada qualquer avaliação técnica concreta. Foi igualmente referido que poderia ser aplicado um desconto de 10%, sujeito a validação do responsável da Oficina; • No que respeita às opções de pagamento, foi-nos transmitida, de forma breve e insuficiente, a possibilidade de utilização de um cartão de crédito até € 5.000,00, sem juros, sem qualquer explicação adicional; • Atendendo ao valor elevado apontado para a reparação, solicitámos a realização de uma análise técnica detalhada, para a qual nos foi exigido o pagamento de € 480,00, valor que foi prontamente liquidado. Contudo, não foi prestada qualquer informação posterior, sendo novamente necessária uma deslocação presencial à Oficina; • Face à essencialidade da viatura para o quotidiano da Sociedade, foi solicitada, desde o início, uma viatura de substituição, pedido que foi recusado. Foi sugerido o aluguer de viatura a preço reduzido, mediante contacto posterior, o que nunca ocorreu, obrigando-nos a recorrer a uma empresa externa, com custos superiores a € 500,00; • As conclusões da análise técnica apenas foram comunicadas verbalmente em 07 de maio, identificando um problema nas árvores de cames, implicando a substituição total do motor, com orçamento de € 7.614,12; • Em 13 de maio, após solicitação expressa, foi remetido o relatório técnico escrito, onde se refere que a avaria teve origem na quebra da corrente de distribuição entre as árvores de cames, concluindo-se pela substituição integral do motor por uma unidade recondicionada (0 km); • Inicialmente foi-nos indicado que a reparação seria célere (cerca de dois dias), informação posteriormente corrigida pela Gerente da Oficina; • Atento o tempo estimado para a reparação e a necessidade comprovada de viatura, foi disponibilizado um veículo de substituição, com indicação expressa de que seria sem custos, informação que veio a revelar-se incorreta; • Não fomos informados do início da reparação, tendo apenas recebido uma mensagem a informar que a viatura estava pronta para levantamento; • No momento do levantamento, foi recusada a utilização do cartão de crédito anteriormente mencionado, alegando-se que deveria ter sido tratado antecipadamente com outra responsável, informação nunca antes transmitida. Para tratamento de dados necessários à contratação do cartão de crédito, só nos foi possível levantar a viatura dois dias depois; • Contrariamente ao acordado, foi-nos exigido pagamento pela viatura de cortesia. Acresce que, após levantamento da viatura em 02 de junho de 2025, a mesma voltou a avariar em 04 de junho, enquanto circulava na Ponte Vasco da Gama, com aviso de temperatura máxima do motor, emissão de vapor e imobilização imediata, tendo sido novamente acionado o reboque. Diagnosticou-se a rotura da caixa de água, alegadamente não abrangida pela garantia por se tratar de “sistema periférico”, tendo sido pago o valor de € 159,13. Cerca de duas semanas depois, a viatura voltou a apresentar idêntico problema, novamente na Ponte Vasco da Gama, tendo sido encaminhada para a Stellantis Alfragide, onde foi diagnosticada a necessidade de substituição do (novo) motor, bem como confirmada nova rotura da caixa de água, entretanto substituída duas semanas antes. Tal factualidade evidencia, de forma inequívoca, a existência de defeito grave de conceção e/ou fabrico, amplamente reconhecido nos motores 1.5 BlueHDi, bem como a inidoneidade das reparações efetuadas, não sendo tais ocorrências, em caso algum, imputáveis ao utilizador. Acresce que esta viatura já havia sido afetada, em 2022, por avaria no sistema AdBlue, igualmente reconhecida como problema estrutural da Marca, com custos superiores a € 2.500,00, integralmente suportados pela Cliente. Em consequência direta das avarias descritas, foram suportadas as seguintes quantias: • € 7.823,55 – Relatório técnico de diagnóstico e Reparações mecânicas; • € 159,13 – Substituição da primeira caixa de água; • € 732,21 – Viaturas de substituição. Totalizando prejuízos patrimoniais significativos, acrescidos de prejuízos operacionais decorrentes da privação reiterada do uso da viatura, absolutamente essencial à atividade da Sociedade. É do conhecimento público que tanto as avarias no sistema AdBlue como na corrente de distribuição constituem problemas graves, recorrentes e amplamente documentados nestes veículos, tendo dado origem a inúmeras reclamações e processos a nível nacional e internacional. Atendendo ao exposto, e considerando que as avarias descritas são imputáveis à Marca (facto confirmado pela necessidade de substituição e 2 motores e 2 caixas de água no período inferior a um mês), não podendo ser responsabilizado o Cliente, solicitamos a restituição integral dos valores despendidos (€ 9.194,89), bem como a devida ponderação dos prejuízos decorrentes da privação do uso da viatura.
ENCOMENDA NÃO RECEBIDA E NÃO REEMBOLSADA - 888064520 / 477678
Exmos. Senhores, Encomendei no dia 26/11/2025, o telemóvel (xiaomi Redmi A5 dual sim 3GB RAM 64GB verde) no valor de 55,12, no qual foi aceite o pedido, mas depois de muitas cobranças que fiz por e-mail devido a demora na entrega, recebi uma resposta no dia 02/01/26 de que o item 477678 estava fora de stock e que deveria ser cancelado. A referência inicial da encomenda era 888064520 e agora passou para 477678 sem explicarem o porquê. Fiz o cancelamento e no dia 05/01/2026 foi aceite com a referência 477678. No dia 07/01/26 recebi o aceite de cancelamento com referência 888064520 e orientação sobre a forma de reembolso. No dia 12/01/26 recebi e-mail a informar que o reembolso estava em processo. No dia 19/01/26 outro e-mail a informar que a referência 477678 estava com pedido de estorno pendente. No dia 22/01/26 outro e-mail a informar que o reembolso correspondente ao meu pedido 477678 não pôde ser processado diretamente no método de pagamento original, devido a uma limitação técnica na plataforma de pagamentos utilizada. No mesmo dia 22/01/26 dei 2 opções de troca de produto para que eles me informassem se tinham em estoque para eu completar o valor e me enviarem no caso de confirmarem ter em estoque. A partir desta data não recebi mais resposta a Allzone com retorno da minha proposta. Durante todo o processo tentei entrar em contacto com o serviço ao cliente por telemóvel, sem sucesso. Agora não consigo, via email, nem telemóvel. Hoje, dia 29/01/26 o site dá como encerrado. E neste momento nem telemóvel nem reembolso e sem qualquer tipo de apoio. De qual forma os senhores podem ajudar, pois pelo que tenho visto este é um problema geral. Obrigado pela atenção.
Não me devolvem o meu dinheiro
Dia 08/12/2025 obtive um CarPlay para oferecer como prenda de Natal no site da Carlega. Após o pagamento recebi um email que dizia que a mesma me seria entregue a 18/12/2025. Entretanto os dias foram passando e tive que comprar uma outra prenda para substituir o CarPlay que nunca mais chegava. Na mesma altura enviei um email para a Carlega para informar que queria fazer a desistência do mesmo. Quando recebi a encomenda em casa a 05/01/2026, voltei a contacto los a pedir informações de como poderia proceder à devolução pelo que enrolaram me durante 3 dias a tentar dissuadir me e ficar com uma coisa da qual eu não queria mais. Depois desse tempo deram me então as informações necessárias para lhes enviar a encomenda e fazer a devolução. Dia 12/01/2026 fui até aos correios para fazer p envio para a morada que me indicaram, saio me 10 euros do bolso para pagar o envio. Nesse mesmo dia mandei mais um email a dizer lhes que já tinha feito o envio, ao qual me responderam que logo que recebem e analisassem se tudo estaria em condições procederiam ao reembolso do dinheiro. Importante ressaltar que entreguei a caixa e o produto em condições. A Carlega recebeu a encomenda dia 14/01/2026 e desde daí até hoje (29/01/2026) que não há reembolso, farto me de mandar email quase todos os dias e não me respondem, apenas me responderam uma vez a perguntar qual seria o número do pedido, ao qual respondi imediatamente mas não obtenho respostas sobre o reembolso dos 65€ que são meus por direito.
Pagamento de um valor muito alto
Venho por este meio reclamar publicamente , porque apesar de terem reduzido o valor a cobrar ainda assim acho muito injusto da parte da sixt . Em primeiro lugar, gostaria de salientar que fui mal informada no balcão aquando do aluguer do veículo. Em nenhum momento me foi explicado por qualquer colaborador da Sixt que o carro não estaria coberto por seguro. Pelo contrário, foi-me transmitido que tinha proteção. Jamais alugaria um veículo sem seguro, ainda mais numa deslocação longa e acompanhada. Relativamente ao acidente, importa esclarecer que não tive qualquer culpa. No momento do sucedido, seguia viagem em direção a Marco de Canaveses, acompanhada pela minha mãe, de 85 anos, para visitar a campa do meu pai. De forma inesperada, fui abalroada por um camião em excesso de velocidade, que apenas tocou no carro, levantando a capa do espelho, sem partir o espelho ou causar danos estruturais no veículo. Apesar disso, foi-me imputado o custo de quase 750 € por um espelho novo, valor que considero completamente desproporcional e irrealista, sobretudo tendo em conta que se tratou apenas da capa do espelho. Uma peça desta natureza não justifica um valor tão elevado, ainda mais num contexto em que o veículo praticamente não sofreu danos. Recebi no dia 17 de dezembro, uma chamada da GNR do Porto, informando que não foi possível identificar a matrícula do camião através das imagens recolhidas. (So a empresa Ascendi é que poderia informar a maatricula atraves das portagens , porque o camião passou antes de mim ) Importa referir que o acidente ocorreu há mais de dois meses, o que torna esta situação ainda mais difícil e angustiante. A Sixt é uma empresa reconhecida no mercado e, por isso mesmo, acredito que também pode e deve agir com justiça e bom senso em situações como esta. Nos vossos próprios cartões e publicidade promovem valores como “um pequeno gesto, um novo sorriso” — é com base nesses valores que vos escrevo. Mas mesmo assim a Sixt com tanto poder e conhecimento poderia ter pedido acesso a empresa ascendi e ter a matricula do camião que me embateu . Resido na Região Autónoma e tenho uma filha a estudar no continente, o que já representa um esforço financeiro significativo. Receber uma cobrança desta dimensão na altura do Natal é extremamente pesado e desanimador. Custa-me acreditar que uma empresa da vossa dimensão seja tão inflexível e insensível perante esta situação. Reforcei que estava disponível para encontrar uma solução justa, nomeadamente pagar o valor que seria aplicável caso tivesse sido corretamente informada e tivesse um seguro adequado que cobrisse este incidente — que, relembro, não causou danos reais ao veículo. Apenas saltou a capa de plástico do espelho . Mas ainda assim fizeram me a cobrança de 322.26 € valor elevado e reforço sem culpa nenhuma que tive no acidente , no qual ninguem me ajudou nem a sixt nem a gnr nem a PSP . Peço-vos, sinceramente, que reavaliem todo o processo, que considerem o contexto humano, a falha de informação no momento do aluguer e a desproporção do valor cobrado. Acredito que seja possível encontrar uma solução equilibrada e justa para ambas as partes. So escrevo esta reclamação porque achei da parte da Sixt , que a informação dada tambem na entrega da viatura pela receção no aeroporto do porto , que haveria uns fundos que cobriam estas situaçoes e mesmo assim nada fizeram par me ajudar .
Serviço não prestado e sem resposta.
1- O vosso site, NotaryOnline.PT, publicita serviços de autenticação (e serviços relacionados a imigração), o site está configurado para receber pagamentos, mas não prestam os serviços, como prometido. 2- Receberam um pagamento de 89 euros por um serviço de autenticação, mas nunca disponibilizaram o link prometido para agendar o serviço. 3- Vocês recusaram-se a responder a todos os meus e-mails e mensagens. Vocês afirmam estar localizados em Braga, mas não disponibilizam um número de telefone. O seu site e o recibo por e-mail convidam-nos a enviar mensagens através do Facebook, mas essas mensagens são rejeitadas automaticamente. 4- Prometem um serviço rápido, mas apenas cumprem o prometido. Vocês prometem o reembolso, mas não respondem a nenhuma mensagem que enviei a solicitar o reembolso. 5- Não parecem ter um link para o IRN, mesmo "prestando serviços de autenticação". 6- As avaliações do vosso "serviço" sugerem um padrão de comportamento: recebem o pagamento, mas não prestam os serviços. Estas ações têm um nome. Um notário deveria saber o que é isto, especialmente como se auto-intitulam quando utilizam um website para atrair "clientes". Exijo o meu pagamento de volta, no valor de 89 euros, de imediato. Já reportei esta transação financeira questionável ao meu banco e irei comunicá-la às autoridades. Um notário deveria saber porque é que este comportamento não é apenas um problema menor. O vosso website deve ser encerrado de imediato, para que não continuem a aceitar clientes que não pretendam servir conforme anunciado, enquanto se apresentam como notários em Portugal.
Burla estorquir clientes
Olá boa tarde,eu queria apresentar uma queixa contra a Norauto Portugal! Por estar a burlar clientes, e com a prática de tentar estorquir, o cliente com uma campanha falsa de promoção, efectuei duas compras na Norauto Portugal no dia 17/01/2026 em saldos umas colunas JBL stage 3 (627), que custavam 57.99 e com os saldos ficou, a 22 euros e um subwoofer de Alpine 1244BR, que custava 109 euros e em promoção ficou a 32.70 quando fiz o pagamento a Norauto. Aguardei e mandei um e-mail quando a entrega não foi entregue no dia, que o site me deu. Depois foi contactado por um profissional da Norauto de Torres Novas me informando que as colunas e o Subwoofer estavam com atraso e só na primeira semana de fevereiro estavam na loja. Depois uns dias recebi um email de um senhor que se representava como Filipe gerente da Norauto de Torres Novas, a pedir para solicitar o reembolso, mas eu nunca pedi o reembolso, tanto que no email eu sugeri que aceitava troca por outras iguais que tinham JBL que eram mais baratas do que as tinha comprado e um subwoofer do mesmo valor, esse tal representante da Norauto me deu outra informação falsa para ir ao Norauto Torres Novas que isso se resolvia. Foi lá no dia seguinte além de não cumprirem com com o acordo, ainda me tentaram descontar o que eu tinha pago e me estorquirem o restante do valor dos produtos que eu não comprei, que só ia aceitar para facilitar. Como não aceitei, pedi para falar com um supervisor, nem livro de reclamações tem na loja, todos os meus direitos como consumidor foram cessados e foi obrigadamente a ter que aceitar o reembolso onde eles nem me deram um comprovativo porque eu falei que ia apresentar queixa contra eles
Impossibilidade de matrícula
Venho por este meio apresentar reclamação contra a entidade formadora acima identificada, devido à recusa da minha inscrição numa formação para a qual me candidatei, com base em fundamentos incorretos, contraditórios e não divulgados previamente. Candidatei-me à referida formação após anos à espera de uma oportunidade nesta área, cumprindo todos os requisitos publicitados, nomeadamente: Ser maior de 18 anos Formação destinada a público em geral Em momento algum foi mencionado, na divulgação do curso, qualquer critério de exclusão relacionado com a zona geográfica de residência. Apesar disso, após o envio de toda a documentação solicitada, recebi um email a informar que a minha candidatura foi recusada por dois motivos: Alegada invalidade do meu título de residência Este fundamento é incorreto. O meu título de residência encontra-se devidamente renovado, estando legalmente válido, conforme a legislação portuguesa em vigor, que reconhece o comprovativo de renovação como válido até à emissão do novo documento. Esta documentação foi enviada à entidade formadora. Alegação de que a minha morada não se enquadra nas regiões abrangidas pelo projeto Este critério nunca foi divulgado previamente como requisito de acesso à formação. A introdução de uma condição de exclusão apenas após a candidatura configura falta de transparência e viola o princípio da igualdade de acesso à formação. Saliento que esta situação causou-me grande impacto emocional e prejuízo pessoal, uma vez que aguardei por vários anos por esta oportunidade de formação, organizei a minha vida em função da mesma e vi a minha inscrição ser recusada com base em critérios não anunciados e juridicamente questionáveis. Desta forma, solicito: A reavaliação imediata da minha candidatura, com base nos requisitos efetivamente publicitados ou, em alternativa, A apresentação de uma justificação legal e documental clara que sustente a exclusão aplicada Considero que esta situação merece a devida análise pelas entidades competentes, de forma a garantir práticas justas, transparentes e em conformidade com a lei. Termos em que, Aguardo resposta. Thais de Oliveira Soares
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