Reclamações públicas

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A. B.
30/05/2017

Devolução de produto não usado

Descrição da situação:Fiz uma encomenda online na data 23-03-2017 e foi feita a entrega em loja no dia 29 do mesmo mês.No dia em que fui receber os artigos (calçado), experimentei na loja e não gostei do produto. Quando tentei devolver os sapatos que comprei para mim, tentaram dissuadir-me de devolver os dois pares de sapatos, sugerindo que levasse pelo menos um dos pares para experimentar novamente em casa, dizendo que eu podia fazer a devolução mais tarde.Para além de me sentir pressionada a levar um dos pares de sapatos, ainda me senti pressionada a comprar um outro par de sapatos na loja. Estes sapatos até eram o número acima do meu, mas insistiram que levasse e trocasse mais tarde noutra loja pelo número certo.Quando cheguei a casa voltei a experimentar ambos os pares de sapatos: os que não gostava, continuei a não gostar e os que estavam grandes, continuaram a estar grandes. Considero que esta venda foi agressiva e lamento não ter tido a assertividade necessária para contrariar a pressão dos comerciais na loja.Dado que estava a mudar de casa, arrumei os sapatos para que as caixas não se sujassem e devido às arrumações, os sapatos ficaram esquecidos até ao dia 21 de Maio, data em que fui à loja tentar devolver ambos os pares de sapatos.Quanto aos sapatos comprados em loja física, ainda estou à espera de decisão do responsável pela decisão, embora os comerciais tenham reconhecido que os sapatos estavam ambos em estado perfeito e estavam a ser vendidos nesta colecção. Quanto aos sapatos comprados na loja online, apresentei o pedido de devolução por telefone. Recebi, dias mais tarde, uma resposta por email a dizer que não aceitam a devolução e uma mensagem na caixa de voz do correio do telefone a dizer que não aceitam porque a minha encomenda foi feita em 2016 (o que não é verdade) e não podem aceitar os sapatos de volta.Motivo de queixas:- Venda agressiva em loja- Incumprimento da lei portuguesa de devolução dos artigos dentro do prazo de 2 anosConsequências da situação:- Despesas em sapatos que não vou usar, porque não queria e ainda assim fui pressionada a comprarPara tentar resolver o problema:- Entrei em contacto com os responsáveis pelas compras, tanto em loja física como na loja online. E a devolução foi negada.

Encerrada
A. C.
27/05/2017

Avaria Ferro Rowenta

Adquiri um ferro com caldeira da Rowenta a 24/12/2017 na Radio Popular de Mafra e a 17/03/2017 levei-o a loja pois este não estava a funcionar bem pois saía água pela base do ferro onde só deveria de sair vapor, após um mês fui levantar o ferro e a avaria mantinha-se, fui novamente a Radio popular a 29-04-2017 e exige que me resolvem-se o problema de uma vez por todas. Como não estava contente com a situação também envio email para a Rowenta a alertar da situação, os quais me responderam que iriam preceder a troca da base do ferro. A 24/05/2017 fui levantar o ferro e quando cheguei a casa fui passar a ferro e mais uma vez o problema mantêm-se, aliás agora até está bem pior pois sai ainda mais água onde só deveria sair vapor.

Encerrada

Problema com ferro Caldeira Rowenta

Adquiri um ferro da Rownta na Radio Popular de Mafra a 24/12/2017 e 17/03/2017 levei o ferro para a Rádio Popular pois não estava bom, além de fazer um barulho estranho saia água pela base do ferro onde supostamente é para sair só vapor. Ao fim de um mês na casa fui levantar o ferro a 17/04/2017 e qual não é o meu espanto quando chego a casa e vou passar a ferro e verifico que o ferro se encontra na mesma, desloco-me novamente a loja a 29/04/2017 e digo que a avaria mantém-se e exigo a solução definitiva do problema.Como não estava satisfeita com a situação envie um email para a Rowenta a dizer o que se passava pois é a marca que está aqui em causa e responderam-me a dizer que o ferra já estava a ser reparado e que iam preceder a troca da base do ferro.No dia 24/05/2017 fui levantar o ferro e hoje quando fui para passar a ferro verifico que mais uma vez o problema mantém-se e desta vez ainda está pior poisn esta a sair ainda mais água onde só devia sair vapor.

Encerrada

problema com placa de indução

Na sequência de uma avaria na placa de vitrocerâmica, a minha inquilina, a D. Zuleide Oliveira, adquiriu no dia 16 de Abril de 2017, na loja de Sintra uma placa de indução da marca Beko. a instalação foi feita um ou dois dias depois, mas a placa nunca funcionou devidamente. Não é possível ligar o forno e a placa ao mesmo tempo e como não suporta o funcionamento das 4 bases em simultâneo muitas vezes uma das bases desliga-se ao fim de poucos minutos de utilização. A D. Zuleide pediu então assistência à RP. O técnico foi lá a casa e disse-lhe que o problema se devia à falta de uma grelha de ventilação que devia existir entre o forno e a placa. Contactei então o empreiteiro que, em 2010, montou a cozinha e instalou os electrodomésticos de origem. Para averiguar se efectivamente era esse o problema, ele desmontou o forno que ficou fora do móvel durante vários dias. Durante esse período a placa de indução continuou a funcionar mal, deixando claro que o problema era da placa em si ou eventualmente de uma instalação incorrecta. A D. Zuleide voltou a contactar a RP que desta vez enviou o técnico da Beko. Segundo o relatório da Beko, a placa não tem nenhuma anomalia, a origem do mau funcionamento está na instalação e portanto era a RP que devia resolver o problema, e não eles. O técnico da RP voltou lá a casa e ao verificar de novo a ausência da grelha de ventilação afirmou que não faria qualquer reparação enquanto esta não estivesse instalada. Perante tal ultimato e não obstante ter-lhe sido explicado que o problema não era falta de ventilação visto que já tínhamos experimentado retirar o forno durante vários dias, mandei colocar a tal grelha que, como já era de esperar, não resolveu nada. Neste momento o próximo passo seria voltar a pedir a assistência técnica à RP mas como estamos a falar de um assunto que já tem meio ano e já causou muito transtorno tanto a mim como à minha inquilina, decidi fazer uma queixa formal e requerer a substituição da placa.Para suportar tudo o que foi aqui descrito, anexo cópia da factura de compra, cópia do relatório da Beko e um pequeno vídeo que demonstra claramente o mau funcionamento da placa. Nomeadamente vê-se que se houver 3 bases ligadas na potência máxima, uma delas não aquece e portanto não permite cozinhar os alimentos.Agradeço desde já a atenção dispensada e fico a aguardar uma resposta com a maior brevidade possível.Cumprimentos,Ana Rita Rego

Encerrada
A. D.
16/05/2017

Falta de resposta à reclamação e ao problema

Após adjudicação e pagamento das janelas de minha casa, a empresa falhou várias vezes na data prevista para a sua colocação. Pacientemente, nós esperámos e mudámos as rotinas e compromissos familiares para conseguir o trabalho feito (e pago). Quando finalmente vieram colocar as janelas, não deram tempo de verificar se estava tudo bem. Efectivamente não estava.Reclamámos por telefone e pessoalmente na empresa, mas a resposta que tivemos foi que lá iam mandar alguém para ver. Mais uma vez não foram na data acordada, ams lá acabaram por ir num sábado de manhã. O senhor, simpático, viu, concordou que havia (há) um problema e disse que ia reportar à empresa para ser resolvido. Pois bem, passou mais de um mês e temos de ser nós a permanentemente andar atrás da empresa para resolverem o que fizeram mal e, passadas várias semanas sem resposta, a resposta que recebemos, por mail é que a culpa é da fábrica que fez as janelas. Pois bem. acontece que nós não encomendámos este trabalho (nem o pagámos) a nenhuma fábrica, que nem conhecemos nem queremos saber quem é e, mesmo que seja o caso, não temos culpa nenhuma dessa incompetência. Encomendámos e pagámos á empresa janela ao Quadrado e é esta empresa que nos têm de dar uma resposta e resolver o assunto.

Resolvida
A. C.
16/05/2017

Presença de vidros em embalagem de comida

Ontem, dia 15 de Maio, os meus pais consumiram pela primeira vez o produto sementes germinadas e secas, marca Cem PorCento (pertencente à Ignoramus), comprado na loja Continente de São Cosme, em Gondomar. Qual não é o espanto deles quando verificam que, entre as sementes, estavam vários pedaços de vidro. Quando se aperceberam, já tinham ingerido alguns pedaços. Como era a primeira vez que experimentavam este produto em específico e estavam a comê-lo misturado com outros alimentos estranharam a dureza do alimento mas só à terceira vez a minha mãe retirou um pedaço da boca e verificou que se tratava de vidro. Nessa altura, repito, o dois já tinham ingerido vários pedaços. De imediato verificaram o conteúdo da embalagem e confirmaram que esta tinha vários pedaços de vidro. De tamanhos variados. As imagens em anexo comprovam-no. O lote do produto é L31533 e a data de validade 12/07/2018. É urgente que este produto seja retirado de circulação. Já contactei a marca nesse sentido mas não me deram essa garantia, apenas disseram que iriam averiguar o assunto e contactar-me de novo.Os meus pais estiveram várias horas, até de madrugada, no hospital de Santo António, no Porto (junto comprovativo em anexo também). Continuam sob vigilância. Como saberão, a ingestão de vidro é muito perigosa para a saúde podendo inclusivamente ser fatal. Já pedimos ao Continente onde o produto foi comprado para que retirasse da loja o lote em questão. Pedíamos também a vossa intervenção. ObrigadaMelhores cumprimentos,

Encerrada
A. C.
14/05/2017

Desativação de airbag passageiro

Tenho um opel astra de 2009 comercial que não permite a desativação do airbag do passageiro, com o nascimento da minha filha, não posso circular no carro com ela se o airbag não for desligado. A resposta da Opel foi que lamentam mas não podem fazer nada...

Encerrada
M. J.
10/05/2017

Prazo de entrega

Após ter efectuado a encomenda, em 28-04-2017, procedi de imediato ao respectivo pagamento, via pay pal. Fui informado pelos v/serviços que todo o material encomendado estava disponível em armazém, nessa data.Houve uma duplicação de pagamento da mesma encomenda, o que gerou constrangimentos na finalização da mesma (conforme informação prestada por vocês). Até fui compreensivo nesse ponto, ficando aguardar informação do envio.Em 05-05-2017, às 10h44, recebi um e-mail a informar que a encomenda foi embalada e estava pronta para ser enviada.Conforme informação que se encontra no v/site: https://www.auto-doc.pt/services/entrega , a entrega ao cliente seria entre 1-2 dias úteis, a qual teria que ser feita entre o dia 8 ou 9 de Maio 2017.Consultada a plataforma da UPS, qual o não é o meu espanto que está prevista a entrega só no dia 12-05-2017 até ao final do dia.Pelo supra exposto e uma vez que a pessoa com quem falei online (Sr.ª Elena Coimbra), limitou-se a colocar informações que não constam no site onde fiz a compra, designadamente Depois de receber o pagamento da encomenda, ela esta processada mais ou menos 24-48 horas, e pois enviadaA entrega demora 6 dias uteis maximo-se voce paga pelo Cartao credito ou PAY PAL,se voce paga pelo transferencia bancaria a sua encomenda vai demorar por volta de 8-10 dias uteis,por que o nosso armazem esta na Allemanha., mais dizendo que a informação no site 1-2 dias úteis é o prazo para chegar ao armazém situado na almanhã., arece-me um bocadinho descabido que essa informação seja verdadeira, já que o site é dirigido ao cliente e não para os prazos de armazém ou de logística, que o cliente não sabe nem tem que saber.

Encerrada

Troca de artigo

Em 23/12/2016 dirigi me à loja da Douglas no Style Outlet em Vila do Conde para comprar um frasco de perfume recarregável da marca Thierry Mugler Angel para oferecer à minha esposa no natal e como já sabemos nesta época do ano é uma enorme confusão nas lojas e pedi ajuda a uma funcionária para me orientar qual seria o frasco pretendido, dada a vasta oferta. A mesma me indicou o perfume e paguei na caixa e pedi para embrulhar. Na noite de natal ofereci à minha esposa que muito contente abriu a embalagem quando se deparou com uma recarga em vez do frasco de perfume recarregável e verificamos que na própria embalagem do produto não tem uma única informação em português como suponho que deva ser obrigatório. Com o talão da compra dirigi me à loja no dia 26/12/2016 fazer a exposição e o que me foi dito, foi que uma vez que a embalagem tinha sido aberta não aceitavam a reclamação, como me senti enganado, solicitei o livro de reclamações, só que até hoje não obtive resposta nenhuma.Ora pergunto eu, como deveria de adivinhar que a loja contratou estagiários que não percebem nada do artigo, a minha esposa confiando que o produto estava certo e não trocado, como é óbvio abriu a embalagem (não o frasco) e só depois de aberto é que pôde verificar o erro e mais uma vez refiro que não trazia nenhuma informação em português.

Resolvida
A. C.
25/04/2017

Problema com troca de produto

No passado dia 10/02/2017 (sexta-feira) desloquei-me ao centro comercial “NASSICA”, para realizar a compra de um perfume. Entrei na Loja, nº 45, da empresa P&C - Perfumes & Companhia, S.A., mais conhecida por “Perfumes & Companhia” e o meu marido experimentou vários perfumes. Sendo que vaporizou, no dorso da mão, um deles, de nome “Horizon Davidoff “. Porém, no final da noite, o meu marido, optou por outro, de nome “Wanted – Azzaro”, em sistema “cofret”, onde compreende um Shampoo e um frasco de perfume 50 ml (ver factura anexa) e comprou. Chegado a casa, o marido disse que o arome do perfume que tinha colocada na mão tinha era melhor do que comprou. Assim, decidiu efetuar a troca do perfume. No dia seguinte, de manhã, voltamos à Loja e o meu marido pediu para trocar o perfume. A funcionária que o atendeu disse-lhe que não havia problema em trocar, todavia teria de pedir autorização à responsável da Loja (Dª Andreia Luís). Nesse momento, a funcionária pegou no “cofret” e dirigiu-se para um espaço não acessível e nem visível aos clientes (penso que será um armazém). Passado cerca de 5 minutos, voltou e disse-lhe que a responsável não permitia a troca porque o perfume tinha sido experimentado. O marido ficou devera surpreendido com essa afirmação, porque nem sequer tirou o “cofret” da saca de onde veio, quando chegou a casa. Indignado, respondeu que não podia ser, porque nem sequer tinha aberto a embalagem e que a trouxe conforme a comprou. A funcionária disse-lhe que o “cofret” nem sequer trazia a película plástica que, geralmente, envolve os produtos. Ao qual o marido respondeu que o “cofret”, quando o comprou não tinha essa película e nem os outros “cofret” da marca, que estavam em exposição apresentavam, essa película. A funcionária voltou a dirigir-se ao suposto “armazém”, para questionar novamente a responsável se era possível efetuar a troca, atendendo à insistência do meu marido. Voltou, da mesma feita, mas desta vez acompanhada com a responsável. Insistiu que não podia trocar porque o frasco de perfume tinha sido experimentado. Chateado, com esta situação, o meu marido perguntou quais eram os métodos que se apoiavam para tal decisão. A responsável respondeu que eram 3 métodos:1) Violação da película plástica que geralmente envolve os perfumes ou “cofret”2) Através de uma barra de ar que existe no frasco que permite verificar se foi ou não utilizado3) O cheiro mais intenso de perfume no pulverizador.Ora, indignado com os métodos poucos ortodoxos apresentados, pedi para verificá-los um a um. Para o primeiro, o meu marido deslocou-se ao expositor onde encontravam-se mais “cofret” iguais e foi comprovado que todos os outros não apresentavam qualquer película plástica, ou de outra natureza, para proteger o uso, do referido perfume. Para o segundo, a responsável analisou a “barra” no frasco, que pretendíamos trocar, e o de uma nova embalagem, que estava exposto, e não chegou a qualquer conclusão. Ou seja nada, que pudesse corroborar a eficiência do segundo método. Por último, foi feito o teste o cheiro no frasco. A funcionária disse que tinha um cheiro mais intenso, no frasco que compramos do que o que estava em exposição. O marido efetuou o teste e não encontrou qualquer diferença. Entretanto, a responsável chamou outra colega (que por coincidência é representante do perfume que comprei!?!) da loja e que fez o mesmo teste, e apoiava a responsável (É claro que se tivesse um amigo ao meu lado e lhe pedisse para realizar o mesmo teste, de certo iria testemunhar ao meu favor). Aborrecido com toda esta situação, e após colocarem em causa a nossa idoneidade e o bom nome, o meu marido apresentou os seus argumentos sobre os métodos utilizados, nomeadamente:1) o facto de os “cofret” não terem qualquer resguardar para este efeito, que seja através de uma película ou outra material!2) o facto de levarem o “cofret” para o “armazém” e realizarem lá os testes sem a supervisão do meu marido. Nada me garante, que as funcionárias não terão experimentado o frasco de perfume lá dentro e chegaram à presença do meu marido a dizer que estava experimentado!3) Qual a qualificação ou autoridade é que tem as funcionárias, dessa loja, para tal certificação da violação ou uso do produto!4) Aquando da compra do “cofret”, ninguém nos informou como se realizavam as trocas e quais os procedimentos ou métodos utilizados para comprovar que o perfume estava dentro dos parâmetros de aceitação de retoma, pelo vendedor!Não restou outra alternativa ao meu marido senão pedir o livro de reclamação. Donde reproduziu-se a reclamação que segue em anexo. Como o espaço, no livro de reclamação, é diminuto, achei, por bem, fazer esta narrativa para expor de forma clara e concisa o sucedido.

Encerrada

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