Reclamações públicas

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N. C.
21/09/2020

Garantia Renault Captur 04-QR-53

Exmos. Senhores,Eu, Nuno Filipe Gonçalves da Conceição, NIF 215943856, residente em Leiria, sou proprietário de uma viatura Renault, modelo Captur 0.9 TCe Exclusive, com n.º de quadro VF12RA11A54403429 e matrícula 04-QR-53, que é objecto da reclamação que passo a descrever.No passado dia 11/09/2020, desloquei-me para a minha viatura e ela não pegou. Accionei a assistência em viagem prevista no meu contrato de seguro automóvel. Pedi ao serviço de reboque que enviasse a viatura para a Lizauto, concessionária Renault em Leiria, onde a viatura fez todas as manutenções desde que sou proprietário. No dia 14/09/2020, ao chegar à Lizauto, o motorista da empresa de reboques alertou-me para o facto de a Lizauto já não ser concessionária da marca e que a viatura deveria ser reencaminhada para a MCoutinho, nova concessionária. Fiquei surpreendido por nada me ter sido dito pela marca, mas mesmo assim, solicitei que a mesma fosse reencaminhada para lá. Desloquei-me, então, às suas instalações, para disponibilizar contactos pessoais e cadastrar-me como cliente. Não tendo viatura para me deslocar para o meu local de trabalho em Pombal, tratei de arranjar viatura de substituição junto da minha seguradora. Fui estando em contacto permanente com a MCoutinho para saber o ponto da situação em relação à minha viatura e a resposta foi invariavelmente “Está a ser analisado e ainda não temos nada de conclusivo para lhe dizer”. Sendo uma situação abrangida pela garantia da marca, iria accioná-la caso fosse necessário.Na passada sexta-feira, dia 18/09/2020, fui contactado pela MCoutinho, informando que a correia de distribuição da viatura tinha cedido porque o tensor da bomba de óleo avariou, danificando o motor e que o custo de reparação não seria compensatório, comparativamente com a substituição do motor. E acrescentaram que a marca não iria assumir qualquer custo com a reparação, pois no seu entender, não se verificavam as condições de garantia previamente definidas.É aqui que surge toda a minha indignação. Como puderam afirmar que não são verificáveis as condições de garantia, se todas as manutenções foram efectuadas dentro da rede de concessionários da marca? Como puderam excluir-se de responsabilidades sobre componentes de um motor que não duraram o tempo que seria previsto?O argumento apresentado pela Renault cinge-se ao facto de que numa das primeiras manutenções programadas, a viatura ter ido à oficina com cerca de 5000 Km a mais do que aqueles que são indicados no manual e que por esse motivo, o motor foi-se degradando e acabou por se danificar. Convém, então, responder-lhes, baseando-me apenas em factos:1) A viatura fez todas as manutenções programadas e não programadas na rede de concessionários da marca, incluindo substituição de bateria, pneus, escovas limpa para-brisas. 2) O manual de garantia da viatura não refere qualquer tolerância aceitável, por excesso ou por defeito, do n.º de dias ou de quilómetros, em relação aos referidos para as manutenções programadas. É impossível determinar se a viatura perdeu as suas condições de garantia, a não ser recorrendo a critérios subjectivos, abrindo espaço a ambiguidades. De referir que em todas as manutenções efectuadas na Lizauto, nos certificados de controlo assinados pelos seus profissionais, são indicadas as manutenções programadas seguintes, utilizando “+/-”, como por exemplo na última efectuada em Junho deste ano, em que é indicada “Próxima Rev. +/- 120.000 Km’s”.3) A viatura efectuou as manutenções programadas obedecendo à disponibilidade de agenda da Lizauto. Também não seria exequível ou lógico cumprir em rigor com os quilómetros indicados para as manutenções programadas. No limite, uma viatura que chegasse aos 30.000 Kms, teria de ficar imediatamente imobilizada e solicitar um reboque para que não excedesse o que o manual indica. Aqui aplica-se o princípio da razoabilidade e do bom senso.4) Se por alguma razão a Renault sentisse que as condições de garantia foram violadas devido ao motivo agora apontado, seria ético e transparente fazer essa exposição à data do ocorrido e não quando fosse eventualmente despoletado um processo de reparação ao abrigo da mesma, faltasse 1 ano, 1 mês ou 1 dia para o seu término. Eu, como cliente, poderia refutar esse argumento em tempo devido e, caso fosse eventualmente dada razão à marca, poderia igualmente optar por efectuar as manutenções noutro local, certamente menos dispendiosas. A aceitação das posteriores manutenções programadas por parte da marca constituem, por si só, a aceitação da não inviolabilidade das condições de garantia ou abuso de confiança em posição contratual.5) Em todos os relatórios das manutenções programadas nunca foi referido qualquer problema ou avaria no motor ou na distribuição. Obviamente, tenho de confiar no que é descrito e transmitido pelos profissionais da marca que, certamente, realizaram o seu trabalho com competência e sem negligenciar etapas ou procedimentos.6) A minha ex-companheira foi proprietária de um Renault Mégane 1.9 dCI, de matrícula 98-25-ZS, que a Lizauto recebeu para reparação há cerca de 2 anos, tendo sugerido “perda total”, pois os custos de reparação seriam extremamente elevados. Também ela teve problemas com o motor da viatura que fez todas as manutenções na Lizauto. Na altura, ela acabou por adquirir à Lizauto uma viatura de uma outra marca, beneficiando de uma valorização do Mégane de € 1.000,00. Não pondo em causa razões e objectivos comerciais, não deixa de ser curioso ter fotografado essa mesma viatura no dia 11/09/2020, em plenas condições de circulação.Por tudo isto, apelo à V/ consciência, para que reconsiderem a V/ posição sobre este assunto, sob pena de, contra a minha vontade, ter de recorrer a vias alternativas para resolução do conflito.

Resolvida
M. P.
21/09/2020

Problema com óculos progressivos

NIF:191319821Nome:Marcos PombinhoExmos. Senhores, venho por este meio mostrar o meu total descontentamento com a empresa Wells- Cascais.No dia 3 de julho de 2020 desloquei-me à loja optica Wells do Cascaishopping a fim de adquirir uns óculos progressivos, expliquei que já usava uns monofocais, mas que não satisfaziam as minhas necessidades, pois no meu dia a dia tenho que andar a tirar e a colocar os óculos, conforme seja o caso.Expliquei então que pretendia fazer uns progressivos pois assim seria mais pratico para o meu dia a dia.Fiz consulta, paguei o valor de 205,00€ e passados 8 dias mandaram sms a dizer que podia levantar os óculos.(1ªvez)Desloquei-me á loja experimentei os oculos, mas os mesmos não estavam em condições de usar, pois a visão intermédia não permitia que a minha vista visse.Os oculos foram para o fornecedor para verificação/alteração.(2ª vez)Passados 10 dias contactaram-me novamente para ir levantar os oculos, e novamente não estavam em condições, sugeriram que fizesse nova consulta desta vez com novo optometrista.(3ª vez) Desloquei-me para fazer nova consulta e o resultado da 2ª consulta não coincidiu com o da 1ª.(4ª vez) Mandaram fazer novas lentes, acontece que nem com a nova receita as lentes ficaram bem, voltaram para o fornecedor, tendo o funcionário que me atendeu dito Sr. Marcos não se preocupe pois eles vão ter de resolver este problema, acreditei que sim, que estavam com boa vontade.(5ª vez) Contactaram novamente para levantar os óculos, mas mais uma vez não estavam em condições.(6ª vez) Resolvi pagar uma consulta de oftamologia e fui visto na CUF Cascais, o médico disse-me que as duas receitas anteriores da Wells não estariam correctas,prescreveu nova receita, entreguei a mesma na Well´s , mais uma vez os óculos não vieram em condições, disseram que não podiam enviar os oculos de novo para o fornecedor e deram me duas opções:1- Faziam 2 pares de óculos, uns para longe outro para o perto, ou eu mudava o tipo de lente escolhida para uma gama superior e mais cara pagando a diferença, não aceitei porque repito o motivo de me ter deslocado à Wells era para ficar apenas com um par de oculos e expliquei mais uma vez que oculos para o longe já tinha um par.2- Sugeriram então que faziam uns oculos de trabalho desconheço o nome tecnico, mas que permitiam ver ao perto, e até 4 metros, mas ao longe para conduzir por exemplo, já não davam, voltei a dizer que não era isso que necessitava e recusei, pedi então que me devolvessem o dinheiro pois já tinha passado tempo suficiente (desde 3 Julho até 19 Setembro) e eles não conseguiram resolver a situação.Foi-me dito que não devolviam o dinheiro e que podia fazer reclamação.Lembro que neste processo todo pediram me sempre para levar os óculos para experimentar e para me ir habituando aos mesmos, algo que nunca resultou, pois através da visão intermédia era impossivel ver.Pretendo que me devolvam os 205.00€ pois nunca conseguiram fazer os óculos capazes de os puder usar.Com os melhores cumprimentosMarcos Paulo Melo Pombinho

Encerrada
M. A.
21/09/2020

Reclamação da compra de um artigo com defeito

Bom dia,Irei transcrever a reclamação que escrevi no livro de reclamações da loja Furla no Centro Comercial das Amoreiras.- No dia 29 de Novembro de 2019, realizei a compra de uma compra modelo Mughetto na loja Furla das Amoreiras. Passados cerca de um mês/dois, voltei a dirigir-me à loja das Amoreiras devido ao facto de as presilhas da mala estarem manchadas e com defeito.Na loja realizaram a troca da mala pelo mesmo modelo.Em Julho voltei a dirigir-me à loja das Amoreiras devido ao mesmo problema. A situação foi reportada para a fábrica e em Setembro fui contactada de que não tinha sido aceite a minha reclamação.Estou bastante insatisfeita com a qualidade e serviço prestado pela marca e não voltarei a comprar qualquer artigo.O artigo ainda não tem um ano desde a compra e da parte da Furla não querem trocar e assumir que a mala possa ter um defeito, visto ser a segunda mala e o problema é o mesmo.É um artigo de luxo, caro e investi em algo que durasse anos e não meses.Gostaria de reporta-vos esta situação para efectivamente haver uma troca da mala por outro artigo ou a devolução di dinheiro que investi.Penso que este será o email geral da marca:cs.onlinestore@furla.com

Encerrada
J. C.
21/09/2020

Intimissimi - Lingerie com defeito

Exmos. Senhores,Sou cliente da Intimissimi à alguns anos, tendo comprado adquirido bastantes produtos da marca e como tal confio na qualidade dos produtos e do atendimento ao consumidor. No entanto, ofereceram-me uma lingerie no dia 6/03/2019 e este rasgou no tule com apenas uma utilização (tanto no soutien como nas cuecas). Dado que sou cliente da loja não questionei a qualidade do produto e portanto não guardei o talão de compra. Resido fora de Portugal e como tal não consegui deslocar-me a uma loja mais cedo mas fui no dia 26/05/2019. Na loja do Braga Parque disseram-me que já tinham recebido algumas reclamações do mesmo produto e que este estava efetivamente defeituoso, no entanto disseram-me que para fazer a devolução do dinheiro tinha de me deslocar a loja onde foi comprado. Desloquei-me então a loja de Braga da Rua do Souto onde expliquei a situação, disseram-me que nunca tinham recebido queixa do produto e que não eram obrigados a dar-me a segunda via do talão. Mas acabaram por me dar (eu tinha o extrato do multibanco). Como a compra tinha sido efectuada com cartão de crédito disseram-me que só era possível creditar o dinheiro no cartão se eu soubesse as horas, os minutos e os segundos exatos da compra. Acontece que eu tinha as horas e os minutos mas não tinha os segundos... Resultado a senhora da loja disse que não podia fazer nada e que não me podia devolver o dinheiro de um produto que estava com defeito! Então eu fiz uma reclamação no livro amarelo, reclamação essa que nunca mais foi resolvida, e até hoje nunca obtive uma reposta!

Encerrada
P. R.
20/09/2020

Peugeot 208 e - Sucessivos problemas

Vem por este meio expor a seguinte situação:No dia 15 de maio de 2020 adquiri na Caetano Motors, S.A. de Almada o seguinte veículo: Peugeot 208 NOVO 208 ACTIVE ELÉTRICO 100 KW 5P .No dia da entrega o veículo apresentava uma borracha do vidro do lado do condutor danificada. No dia 5 de junho o carro foi para a oficina oficial da Peugeot para a substituição da referida borracha, entretanto o rádio começou apresentar problemas, nomeadamente a reiniciar sucessivas vezes cada vez que se ligava o veículo, levando a esta visita à oficina ser também para a reparação deste problema. Ao sair da oficina (ainda no parque de estacionamento, o erro voltou a ocorrer).No dia 16 de julho de 2020 o veículo parou na fila da Ponte 25 de Abril, contatei com a assistência, a qual por sua vez depois de alguma insistência passou a chamada a um mecânico, porque não sabiam interpretar o que se estava a passar com o veículo nem dar instruções precisas de como proceder. O mecânico informou-me que a situação se devia ao calor e que devia aguardar, após questionar se me devia dirigir à oficina da Peugeot para verificarem a situação a resposta foi negativa. No dia 21 de agosto de 2020 o veículo voltou à oficina após ter recebido uma carta registada para procederem à verificação da fixação dos frisos das cavas das rodas. Tendo sido efetuada a substituição dos elementos supracitados.No dia 15 de setembro de 2020, o veículo tinha ficado a carregar durante a noite e quando o foi desligar da tomada o transformador transmitia que o veículo estava carregado (luz verde acesa) enquanto que no conector de carga dizia que se encontrava em carregamento (luz verde a piscar), após clicar no comando da chave para o efeito retirei o cabo com segurança. Verifiquei que o painel de controlo do veículo não iniciava (não apresentava qualquer iluminação) e tentei ligar o veículo, o qual não ligou. Durante a tarde voltei a tentar ligar o veículo tendo aparecido a seguinte mensagem: «Defeito de carga da bateria: Pare o veículo». Contatei a assistência, apresentei o problema, enviaram um mecânico ao local e este disse-me para dirigir à oficina da Peugeot.No dia seguinte, 16 de setembro de 2020, dirigi-me à oficina da Peugeot Almada. Já que o veículo já ligava apesar de apresentar várias mensagens, entre as quais: “Defeito radar seguimento: funções controlo distância desativadas” e “inicio de modo económico de bateria”. Quando cheguei ao local apresentei o problema e fui informada que o técnico específico para os carros elétricos não estava disponível (estava de férias), e que não me conseguiam resolver a situação pelo menos até à semana seguinte. No decorrer da exposição deram-me a entender que não queriam aceitar que o veículo ficasse na oficina até a situação estar resolvida, só após contacto telefónico com o suposto chefe da oficina é que aceitaram. É de salientar que referiram que o carro não era para “estar JÁ a apresentar problemas”, como se um veículo novo fosse suposto apresentar algum… para além disto quando referi que pretendia apresentar reclamação a rececionista informou que esta deveria ser direcionada à Peugeot Portugal!No dia 16 de setembro consultei a aplicação que conecta ao meu veículo e verifiquei que o mesmo não se encontrava no estado em que o deixei na oficina. Quando este foi entregue apresentava 170 km de autonomia e cerca de 80% de carga da bateria (a qual já não se encontrava em conformidade com a real autonomia do veículo a 80%), no dia 16 de setembro às 15h46 este apresentava 0 km de autonomia e 77% de carga em carregamento interrompido, como é possível verificar na imagem em anexo. Isto quer dizer que alguém sem ser o técnico para veículos elétricos (que estava de férias até à próxima segunda-feira) decidiu experimentar por o veículo a carregar mesmo depois de ter sido reportado o erro de carga de bateria por parte do proprietário, o que pode ter provocado um agravamento de danos.Como se pode verificar, têm ocorrido situações com o veículo todos os meses desde a sua compra o que não é admissível. As deslocações à oficina e o veículo ficar imobilizado por vários dias está a causar transtorno, tanto na minha deslocação diária como a interferir com atividade profissional já que o veículo é usado diariamente. Uma vez que não é facultado veículo de substituição por parte da empresa que me o vendeu. Não só causa transtorno em termos de tempo, como também monetários já que procede a um agravamento do custo da minha deslocação diária. Dito isto é importante referir que a situação de pandemia em que nos encontramos agrava toda esta situação, pois não só afeta as deslocações como implica o uso de transportes públicos para as mesmas (já que não me forneceram carro de substituição) pondo em risco a saúde do cliente. Toda esta exposição leva-me a interrogar, será que o produto/veiculo tem algum defeito? Será que estão a vender veículos que não estão aptos para estar no mercado? Se sim isto resulta em fraude por parte da empresa que os comercializa, na medida que o consumidor é lesado (as expectativas sobre o veículo não correspondem à realidade)! De referir ainda que o valor de compra de um veículo elétrico elevado!Junto anexo toda a documentação que comprova o descrito anteriormente, tal como as chamadas com a assistência podem confirmar já que no início da chamada informa que esta será gravada.Solicito a resolução urgente deste problema causado pelas sucessivas falhas da Peugeot e as sucessivas deslocações à oficina, que se arrasta desde a compra do veículo, com todos os inconvenientes daí resultantes. Esta situação por parte da Peugeot é em tudo inadmissível, intolerável e inconcebível, pois o consumidor/proprietário está a ser lesado.Considero ainda que a Caetano Motors, S.A. não se pode desvincular dum produto que vendeu.Seixal, 20 de setembro de 2020

Resolvida

Peugeot 208 e - Sucessivos problemas

À Caetano Motors, S.A. (Almada) e à Peugeot Portugal,Vem por este meio expor a seguinte situação:No dia 15 de maio de 2020 adquiri na Caetano Motors, S.A. de Almada o seguinte veículo: Peugeot 208 NOVO 208 ACTIVE ELÉTRICO 100 KW 5P .No dia da entrega o veículo apresentava uma borracha do vidro do lado do condutor danificada. No dia 5 de junho o carro foi para a oficina oficial da Peugeot para a substituição da referida borracha, entretanto o rádio começou apresentar problemas, nomeadamente a reiniciar sucessivas vezes cada vez que se ligava o veículo, levando a esta visita à oficina ser também para a reparação deste problema. Ao sair da oficina (ainda no parque de estacionamento, o erro voltou a ocorrer).No dia 16 de julho de 2020 o veículo parou na fila da Ponte 25 de Abril, contatei com a assistência, a qual por sua vez depois de alguma insistência passou a chamada a um mecânico, porque não sabiam interpretar o que se estava a passar com o veículo nem dar instruções precisas de como proceder. O mecânico informou-me que a situação se devia ao calor e que devia aguardar, após questionar se me devia dirigir à oficina da Peugeot para verificarem a situação a resposta foi negativa. No dia 21 de agosto de 2020 o veículo voltou à oficina após ter recebido uma carta registada para procederem à verificação da fixação dos frisos das cavas das rodas. Tendo sido efetuada a substituição dos elementos supracitados.No dia 15 de setembro de 2020, o veículo tinha ficado a carregar durante a noite e quando o foi desligar da tomada o transformador transmitia que o veículo estava carregado (luz verde acesa) enquanto que no conector de carga dizia que se encontrava em carregamento (luz verde a piscar), após clicar no comando da chave para o efeito retirei o cabo com segurança. Verifiquei que o painel de controlo do veículo não iniciava (não apresentava qualquer iluminação) e tentei ligar o veículo, o qual não ligou. Durante a tarde voltei a tentar ligar o veículo tendo aparecido a seguinte mensagem: «Defeito de carga da bateria: Pare o veículo». Contatei a assistência, apresentei o problema, enviaram um mecânico ao local e este disse-me para dirigir à oficina da Peugeot.No dia seguinte, 16 de setembro de 2020, dirigi-me à oficina da Peugeot Almada. Já que o veículo já ligava apesar de apresentar várias mensagens, entre as quais: “Defeito radar seguimento: funções controlo distância desativadas” e “inicio de modo económico de bateria”. Quando cheguei ao local apresentei o problema e fui informada que o técnico específico para os carros elétricos não estava disponível (estava de férias), e que não me conseguiam resolver a situação pelo menos até à semana seguinte. No decorrer da exposição deram-me a entender que não queriam aceitar que o veículo ficasse na oficina até a situação estar resolvida, só após contacto telefónico com o suposto chefe da oficina é que aceitaram. É de salientar que referiram que o carro não era para “estar JÁ a apresentar problemas”, como se um veículo novo fosse suposto apresentar algum… para além disto quando referi que pretendia apresentar reclamação a rececionista informou que esta deveria ser direcionada à Peugeot Portugal!No dia 16 de setembro consultei a aplicação que conecta ao meu veículo e verifiquei que o mesmo não se encontrava no estado em que o deixei na oficina. Quando este foi entregue apresentava 170 km de autonomia e cerca de 80% de carga da bateria (a qual já não se encontrava em conformidade com a real autonomia do veículo a 80%), no dia 16 de setembro às 15h46 este apresentava 0 km de autonomia e 77% de carga em carregamento interrompido, como é possível verificar na imagem em anexo. Isto quer dizer que alguém sem ser o técnico para veículos elétricos (que estava de férias até à próxima segunda-feira) decidiu experimentar por o veículo a carregar mesmo depois de ter sido reportado o erro de carga de bateria por parte do proprietário, o que pode ter provocado um agravamento de danos.Como se pode verificar, têm ocorrido situações com o veículo todos os meses desde a sua compra o que não é admissível. As deslocações à oficina e o veículo ficar imobilizado por vários dias está a causar transtorno, tanto na minha deslocação diária como a interferir com atividade profissional já que o veículo é usado diariamente. Uma vez que não é facultado veículo de substituição por parte da empresa que me o vendeu. Não só causa transtorno em termos de tempo, como também monetários já que procede a um agravamento do custo da minha deslocação diária. Dito isto é importante referir que a situação de pandemia em que nos encontramos agrava toda esta situação, pois não só afeta as deslocações como implica o uso de transportes públicos para as mesmas (já que não me forneceram carro de substituição) pondo em risco a saúde do cliente. Toda esta exposição leva-me a interrogar, será que o produto/veiculo tem algum defeito? Será que estão a vender veículos que não estão aptos para estar no mercado? Se sim isto resulta em fraude por parte da empresa que os comercializa, na medida que o consumidor é lesado (as expectativas sobre o veículo não correspondem à realidade)! De referir ainda que o valor de compra de um veículo elétrico elevado!Junto anexo toda a documentação que comprova o descrito anteriormente, tal como as chamadas com a assistência podem confirmar já que no início da chamada informa que esta será gravada.Solicito a resolução urgente deste problema causado pelas sucessivas falhas da Peugeot e as sucessivas deslocações à oficina, que se arrasta desde a compra do veículo, com todos os inconvenientes daí resultantes. Esta situação por parte da Peugeot é em tudo inadmissível, intolerável e inconcebível, pois o consumidor/proprietário está a ser lesado.Considero ainda que a Caetano Motors, S.A. não se pode desvincular dum produto que vendeu.Seixal, 20 de setembro de 2020

Encerrada
P. P.
20/09/2020

Problemas com os manuais escolares

Venho, por este meio, comunicar que efetuei a encomenda dos manuais escolares dia 06/08/2020 na Note do Mira Maia. Hoje, 20/09/2020, pelas 10:00, desloquei-me à referida loja para supostamente levantar uma encomenda parcial. Então é assim. Fiz a encomenda no início de agosto e só agora, a escola começa amanhã, é que me mandam uma mensagem para os levantar? E ainda para piorar, só levanto os livros de Ciências e o respetivo caderno de atividades, caderno de atividades de Inglês, livro de FQuímica, livro de Geografia, livro de História e o caderno de atividades de Português. Não podem dizer como desculpa, que as editoras não estavam preparadas para tal, pois se não o estavam para os livros, os cadernos de atividades estão pagos, e as editoras estavam preparadas. Então pergunto onde estão? Na gestão de reserva, consigo ver que a transportadora VASP Expresso, entregou na loja uma quantidade muito superior de manuais, do que a que recebi. Quem vai assumir a responsabilidade pelas faltas de material que os professores vão marcar? É muita incompetência. Poque nem partilhar os manuais os alunos podem devido à situação de pandemia que atravessamos. E como se consegue compensar os meus filhos devido à falta de manuais em relação ao sucesso e aproveitamento escolar. Terá sem dúvida alguma, repercussões na vida acadêmica dos meus filhos. Penso que alguém fez asneira, e deverá assumir os erros.Espero muito em breve, amanhã, receber em minha casa o resto dos manuais. É o mínimo que podem fazer.

Resolvida
E. P.
19/09/2020

recusa de Garantia pela Conforama

Entendemos efetuar a reclamação a que temos direito e que pretendemos demonstrar e levar até às últimas consequências uma vez que 1.300,00€ de sofá além de muito dinheiro obriga a um funcionamento do bem em conformidade para o qual foi desenhado e projectado.Como resultado dos defeitos do bem em referência e adquirido em finais de setembro de 2018, a 02/05/20 através do serviço de apoio online da Conforama apresentámos a primeira reclamação devidamente documentada e ilustrada gerando o pedido (637282520383). Por falta de resposta foram reproduzidas e reforçadas 5 outras reclamações nas datas 16/06, 18/06, 23/06, 24/06 e 30/06, todas elas sem qualquer tipo de resposta.Obviamente muito descontentes por ver o tempo passar, sem respostas e o estado do bem a deteriorar-se por verificada falta de atenção para com os clientes, conseguimos finalmente contato via telefone tendo ficado por agendar a intervenção da Conforama. A equipa de assistência entra em contacto connosco para efetuar vistoria a uma sexta-feita da parte de tarde com o objectivo de se deslocar no sábado a seguir de manhã, o que não foi possível devido à falta de agendamento atempada como seria esperado.Efetuada a vistoria duas semanas mais tarde, uma vez que tiveram uma semana mais sem agendar a intervenção, em 15/07/20 foi analisado pela equipa técnica da Conforama que produziu o relatório e que nos disse para não aceitarmos nada mais que a substituição integral de um novo bem desta vez bem montado e reforçado e que seríamos contactados pelos serviços da Conforama.Passadas várias semanas, a meados de Agosto deslocámo-nos à loja de Matosinhos, onde fizemos novas compras e aproveitamos para questionar pela solução que tanto desejamos e que temos todo o direito. Fomos informados que deveríamos esperar 30 dias úteis. Já não faltavam muitos tendo em consta a intervenção em 15/07, no entanto após emails de 01/09 e 08/09 aos quais uma vez mais não obtivemos resposta deslocamo-nos novamente à loja a 12/09, já completamente desgastados com a situação onde fomos informados por vós que ainda não tinham resposta do fornecedor, mas que apesar de tudo iria a Conforama assumir o prejuízo perante o cliente, e que dariam apenas uma semana mais de prazo ao fornecedor para conseguir resposta. Dado o curto prazo apresentado, face a todo o tempo decorrido do processo, aceitamos deixando claro que não iríamos aceitar a não substituição do bem, nem a substituição do bem por outro com igual estrutura que se verificou bastante débil.Decorridos apenas 1 dia útil respondem de imediato que não seria aceite a reclamação devido a mau uso por parte do cliente.Ora, após a falta de organização, falta de apoio ao cliente como seria desejável e falta de planeamento, aos quais se juntam a informação dos técnicos que efetuaram a vistoria e a informação da Conforama em loja de que estava assumido que o bem seria para recolher e proceder à sua substituição, verifica-se que a Conforama não age em conformidade com as informações e levantamentos que reproduz, a Conforama não efetua qualquer controlo de qualidade dos seus produtos, a Conforama limita-se a reproduzir as respostas dos seus fornecedores perante os seus clientes.Não iremos aceitar a resposta do fornecedor sendo que essa situação será para resolver entre a Conforama e o respectivo fornecedor. Entre nós, cliente, e vós, vendedor, sabemos que um sofá não se deve partir apenas com o uso de sentar e levantar que foi o uso dado e para o qual deveria estar preparado.Assim agradecemos a melhor atenção para a imediata solução desta reclamação.Com os melhores cumprimentos,Filipe e Rute

Encerrada
J. F.
18/09/2020

Troca de produto

Boa tarde. Vinha por este meio reclamar de um caso com a empresa Prozis. Na minha ultima compra online nesta empresa, em conjunto com a encomenda que fiz, gastei os pontos de que acumulei com diversas compras efetuadas na plataforma online numas sapatilhas. Acontece que pedi o numero que costumo usar (43), mas ao receber as sapatilhas reparei que estas não me serviam e no caso destas teriam ser o numero acima. Entrei em contacto com o servico de apoio ao cliente da empresa para pedir a troca pelo numero correto, mas esta troca foi-me negada por ter usado os pontos para encomendar o produto. Tratando-se deste tipo de produtos em questão achei que não faria qualquer sentido a troca ser recusada, até por é impossivel o artigo ser experimentado ou visto pessoalmente, apenas quando o recebemos em casa.Vinha então ver se me podem ajudar neste caso. Obrigado.Cumprimentos,João Fraga.

Encerrada

Alfandega - Extorsão

Foi adquirido um jogo de cartas chinês no valor de aproximadamente 11€, já contando com a taxa de conversão do dolar para o euroe da comissão por pagamento fora da união europeia feito pelo proprio banco. Por algum motivo que surpassa a minha inteligência, aencomenda foi retida na alfandega, o que não deveria ter acontecido dado que o valor pago foi bastante inferior aos 22€ tidos comolimite.Os CTT entram em contacto comigo para indicar do que se trata a encomenda, pelo que lhes são disponibilizados documentosemitidos pelo próprio site onde a compra foi feita (aliexpress), assim como comprovativo emitido pelo banco que mostram de formainquestional e objectiva que o preço do equipamento não chega sequer a 11€. O cliente recebe então a notificação que a encomendaterá sido desalfandegada e estará em transito.No momento da entrega o estafeta exige o pagamento de 22€, valor que excede o dobrodo valor do equipamento. Questionado quanto aos custos, simplesmente diz que não sabe responder, terão sido valores exigidospela alfandega, sem sequer saber decompor os valores do mesmo. O cliente rejeita-se categoricamente a ser extorquido por umaencomenda que não devia ter sido bloqueada para inicio de conversa e começa imediatamente a tentar entrar em contacto com osresponsaveis numa tentativa de perceber que mal entendido existiu.A autoridade tributaria e adueneira diz nada saber sobre o caso, opedido feito no portal das finanças não teve resposta, as tentativas de contacto feitas para com a delegação adueneira deencomendas postais também não, sendo que os numeros disponibilizados da internet não tem sequer quem os atenda.O cliente não énunca informado que a encomenda terá custos no acto de entrega, ou da justificação desses custos. Também nunca contestam asprovas dadas de que a encomenda custou quase 11€, no entanto tentam cobrar indevidamente valores adicionais. O cliente não sabetambém sobre prazos ou condiçoes adicionais porque nao foi informado.Referencia:RE122332912CN

Resolvida

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