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Muita incompetencia
É de lamentar que a Ikea continue a tratar muitas pessoas como lixo, porque como a diretora Barbara e sua comitiva não são competentes com o que fazem e não têm qualquer característica de ter uma parte emocional e tratar os colaboradores bem, tem vindo a cometer desrespeito e mesmo abuso de poder, vão fiscalizar as contas da Ikea e vejam quem contrata o marido a quem pagou a peso de ouro, como se chama a isto? Ou contrata para SO os maridos das chefias que gosta? Uma diretora prepotente e louca. Muitos dos equipas leader foram escolhidos por amizades e que depois tem os seus conjugues, mulheres, maridos, namorados, etc. como Bruno D; Sandra B; Rui E; … é pura coincidência, subidas manipuladas e onde a maior parte deles não tem o perfil e estão a violar o código conduta.
candidatura ao Fundo Ambiental não aprovada por negligência da gestão do condomínio
Exmos. Senhores, Fui informada a 19 de maio deste ano que a candidatura ao Fundo Ambiental do PRR, feita pela Patrihouse - empresa de gestão de condomínio do prédio onde habito - não tinha sido aprovada por não ter havido pronúncia à audiência prévia convocada para 13 de fevereiro deste ano. Contactada pela empresa de gestão de condomínio que a substituiu , a responsável pela Patrihouse terá dito que o processo estava, na altura, a cargo de uma colaboradora que, atualmente já não se encontra a trabalhar na empresa e que não têm acesso ao respetivo email. Desta forma, terá esta empresa lesado o nosso condomínio em milhares de euros. Como podemos proceder de maneira a que esta negligência tão grosseira não aconteça a mais ninguém? E o que podemos fazer em relação à Patrihouse? Cumprimentos, Clara Cardoso administradora interna do condomínio
Vale
Exmos. Senhores, Fiz uma compra na loja de Setúbal no valor de 79,95 euros mas fui para devolver e foi me dito que não faziam devolução de dinheiro e que entregavam o vale com o valor do calçado para descontar em loja com a validade até 14/06/2025. Entretanto fui à loja para ver se já tinham algum calçado que me interesse e deparo me com a loja tanto de Setúbal como de Almada encerradas! Gostaria de aaber como fica a situação, quero o meu dinheiro de volta! Cumprimentos.
Venda casada e responsabilidade solidária no seguro de equipamento c/ domestic and general
dquiri um telemóvel Samsung Galaxy S24 Plus na loja Worten Vasco Da Gama e, no ato da compra, também me foi vendido um seguro associado ao equipamento, através da seguradora Domestic and General. A apólice foi contratada diretamente com intervenção da Worten, que ofereceu e facilitou a adesão, apresentando o seguro como uma solução prática e segura em caso de sinistro. Fui vítima de assalto recentemente e acionei o seguro conforme as orientações. Contudo, a seguradora quer impor a substituição do meu equipamento por um aparelho recondicionado (usado). Inclusive recusei o recebimento do mesmo, expedido pela Worten já que nao tive acesso a informação por escrito sobre o que se tratava. Vale ressaltar que, na mesma apolice, há a cláusula seguinte (alínea iii) que garante o reembolso ou substituição por aparelho novo quando o modelo original está descontinuado. Este é o meu caso. Mais grave ainda, se eventualmente a seguradora aplicasse corretamente a alínea iii e me oferecesse o reembolso do valor do equipamento, a apólice me obriga a adquirir um novo telemóvel exclusivamente na Worten – possivelmente através de um cupão de compra. Esta limitação configura venda casada, prática proibida pela Lei de Defesa do Consumidor em Portugal, por restringir a minha liberdade de escolha e me vincular à mesma empresa que intermediou e lucrou com a venda do seguro. A Worten, como vendedora do seguro, cuja logomarca se faz presente na apólice, tem responsabilidade solidária e não pode se isentar do dever legal sobre esta conduta abusiva. O consumidor confia na empresa no momento da compra e é depois prejudicado por cláusulas e procedimentos que, em juizo, seriam facilmente anulados. Além disso, os canais de atendimento da seguradora e da Worten são inoperantes, obrigando-me a múltiplos contactos telefónicos sem respostas efetivas ou protocolos válidos. Reclamações formais foram ignoradas, com indicações para procurar o provedor da seguradora, que por sua vez não responde nunca. E o problema se extende por meses. É só ver o numero de reclamantes de ambas empresas, que parecem mesmo agir contra a boa fé. Reitero que cumpri a minha parte no acordo e exijo que ambas cumpram as suas, respeitando os meus direitos, entregando o aparelho novo conforme alínea iii ou efetuando o reembolso integral via transferência bancária, conforme previsto na apólice AD3 0151897. Este processo já me causou transtornos emocionais e financeiros, pois o equipamento Samsung Galaxy S24 Plus (IMEI 359339512681833) tinha apenas 5 meses de uso quando foi roubado. A substituição por aparelho usado não é razoável nem aceitável. Solicito que a Worten assuma a responsabilidade pela relação contratual firmada no seu estabelecimento e intervenha para que o seguro seja cumprido corretamente, garantindo o cumprimento da apolice.
Reclamação por Produto Entregue Diferente do Anunciado – Pedido de Intervenção
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a empresa WORTEN, na sequência de uma compra efetuada através do seu website oficial. No dia 05-06-2025, adquiri uma televisão anunciada como sendo de 77 polegadas, com todas as características técnicas e modelo correspondente a esse tamanho, pelo valor de 650€ (+99€ para 3 anos de garantia extra). A compra foi concluída com sucesso, tendo recebido confirmação da encomenda e agendamento da entrega. Contudo, no momento da entrega, fui surpreendido com a receção de um equipamento completamente diferente: uma televisão de 43 polegadas, sem qualquer correspondência com o produto anunciado e adquirido. Após contacto telefónico com o apoio ao cliente da empresa (chamada com duração de aproximadamente 30 minutos), foi-me indicado que se tratou de um erro e que a única solução seria a recolha do produto e devolução do valor pago. Rejeitei essa solução, pois o que pretendo é o cumprimento do contrato de compra e entrega do produto anunciado, conforme descrito no website no momento da compra (do qual possuo capturas de ecrã com descrição, características e modelo). A empresa alega que a referência interna do produto corresponde a outro modelo, mas tal informação não é visível nem relevante para o consumidor, que se baseia na descrição pública e nas características apresentadas no site. Esta situação levanta sérias dúvidas quanto à boa-fé da empresa, podendo configurar publicidade enganosa e uma prática comercial desleal, especialmente considerando a frequência com que campanhas promocionais são utilizadas para atrair consumidores. Solicito a vossa intervenção para que a empresa cumpra com a entrega do produto anunciado e contratado, ou, em alternativa, que sejam tomadas as medidas legais adequadas para proteger os meus direitos enquanto consumidor. Junto em anexo: - Capturas de ecrã do anúncio original; - Confirmação da encomenda; - Fotografia do produto entregue; - Registo da comunicação com a empresa. - Exemplo de mais uma promoção enviada por email para atrair os clientes ao site e provavelmente cancelarem - haja confiança! Com os melhores cumprimentos, César Lemos Ribeiro [NIF, 219705755] [Email: lemosribeiro@gmail.com] [Contacto telefónico: 919146274]
Domestic & General Group - Não cumprimento da apólice, violação dos direitos do consumidor
Adquiri um Samsung Galaxy S24Plus (IMEI 359339512681833), com apólice de seguro AD3 0151897 contratada no ato da compra na Worten, que ofereceu o seguro da Domestic&General. A apólice tem inclusive o logo “Worten Resolve”, demonstrando o envolvimento direto da empresa. Após o roubo do equipamento, a seguradora quer impor um aparelho recondicionado, com base apenas na alínea ii da apólice, ignorando completamente a alínea iii que prevê reembolso em caso de descontinuação do modelo original. O meu equipamento tinha apenas 5 meses de uso e a substituição por um usado é inaceitável. Além disso, caso fosse aceite o reembolso previsto na alínea iii, o contrato ainda obriga que a compra do novo aparelho seja feita exclusivamente na Worten, o que limita injustamente a minha liberdade de escolha viola o meu direito de consumidora e alem disso, configura venda casada, prática proibida por lei! Há diversos relatos de consumidores sobre o mesmo modus operandi da D&G: falta de resposta por email OU email inoperante, call center ineficaz e remessa do problema para uma suposta PROVEDORA externa que também não resolve nada. No meu caso, as reclamações receberam respostas genéricas, indicando que deveria procurar meus direitos por aí — mas o provedor tanto da Worten quanto da Domestic & General não responde, deixando o problema sem solução. Trata-se de prática reiterada e abusiva, que desrespeita os artigos 8.º e 9.º da Lei de Defesa do Consumidor. Gostava de resolver esta situação com rapidez e razoabilidade. Fui assaltada às vésperas do meu aniversário, com prejuízo emocional e pessoal. Preciso de um telemóvel novo urgentemente. Exijo o cumprimento da alínea iii da apólice ou o reembolso integral via transferência bancária. A Worten, como intermediária e beneficiária da venda tem responsabilidade solidaria. Cumpri integralmente a minha parte no acordo, aguardando agora que a seguradora e a Worten cumpram com as suas obrigações contratuais de forma célere e justa.
Reclamação por burla em transferência bancária
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente a uma situação de fraude que envolveu a minha conta bancária na instituição moey!, do Crédito Agrícola. No dia 23 maio, fui vítima de uma burla, na qual fui induzida a realizar transferências bancárias através da app moey! para contas de terceiros, no valor total de 730€ (580€ + 150€). Assim que percebi que se tratava de uma fraude, apresentei de imediato participação criminal às autoridades policiais, tendo entregue o auto de ocorrência à moey! no processo de reclamação que seguiu. Apesar de ter cumprido todos os procedimentos recomendados – incluindo contacto imediato com o banco e participação à polícia – o banco informou-me que não garante a devolução dos valores, alegando que as transferências foram feitas com autenticação e que o reembolso depende do consentimento dos titulares das contas que receberam os valores. Entendo que a fraude foi concretizada com a minha autorização enganada, mas também considero que: • O banco não aplicou mecanismos de controlo eficazes para detetar e travar transações para contas possivelmente suspeitas; • Há falta de proteção ao consumidor perante esquemas de burla cada vez mais sofisticados; • E que o banco tem a responsabilidade de colaborar ativamente na recuperação dos montantes, para além de “encaminhar pedidos” aos bancos de destino. Solicito, por isso, a intervenção da DECO para analisar o caso e, se possível, interceder junto da moey! para: • Obter uma resposta mais concreta sobre o processo de recuperação dos fundos; • Apurar se houve falhas na supervisão ou deteção da conta fraudulenta; • E avaliar a possibilidade de compensação ou resolução justa para este prejuízo. Agradeço desde já toda a atenção e disponibilidade para apoiar os consumidores em situações como esta. Com os melhores cumprimentos, Ana Vicente Cumprimentos.
Pedido Anulado de forma indevida
Exmos. Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação referente a uma compra online efetuada no dia 7 de junho de 2025 no site do El Corte Inglés, do artigo "Aspirador Vertical Dyson 446989-01 Gen5", no valor de 189€, sob o número de pedido 2515804001063. Após a confirmação da compra, recebi posteriormente um e-mail do serviço de apoio ao cliente do El Corte Inglés informando que o pedido havia sido anulado devido a um alegado erro de programação que afetou o preço do artigo. Alegaram que o valor apresentado não era conforme com as características do produto e a vontade da empresa, e que, por esse motivo, o pedido foi cancelado com base no Decreto-Lei n.º 24/2014, de 14 de fevereiro, tendo sido iniciado o reembolso. No entanto, considero esta situação abusiva e lesiva dos meus direitos enquanto consumidor, visto que: * O preço foi exibido publicamente no site da empresa; * A compra foi confirmada e processada com um número de * pedido atribuído; * O erro alegado não é da minha responsabilidade, mas sim da entidade vendedora; * A legislação em vigor protege o consumidor, nomeadamente no que respeita à boa-fé e às condições publicitadas no momento da compra. Solicito, por isso, a vossa análise do caso e apoio na resolução deste conflito, dado que entendo ter direito a adquirir o produto pelo preço confirmado aquando da compra. Cumprimentos.
Encomenda não rececionada
Exmos. Senhores, bom dia tenho uma encomenda com o numero DD199941645PT desde dia 3 no centro operacional de Evora para ser entregue ao destinatario no Vimieiro, e inademissivel não dar andamento a encomenda, gostaria de saber quando e que a mesma vai ser entregue. Sergio Damásio Cumprimentos.
Serviço de Limpeza de computador e instalação do Office365
Deixei o meu computador para reparação de sotware porque 1) estava muito lento, 2) porque não abria a porta do disco, 3) porque o Office 365 não estava bem carregado, 4) porque o Teams me dava erro, 5) e para carregar o antivírus Tinha uma folha com todos os erros, que entreguei ao funcionário que me atendeu e que os transcreveu para a folha de serviço da empresa. Aguardei cerca de 2 dias para que me dessem o orçamento e quando o fizeram aceitei-o tendo pago 119,99€. Quando o fui receber confirmaram-me que estava mais rápido, constatei que tinham carregado o antivírus, mas detetei que não tinham reparado no problema da porta do disco, que afinal não tinha sido transcrito para a folha de serviço, mas era um problema de hardware que foi logo facilmente resolvido e questionei como é que acedia ao Excel e ao Word uma vez que os links já não estavam no ambiente de trabalho. Convenci-me que tinham carregado o Office, paguei e fui para casa. Naturalmente fiquei bastante aborrecido, zangado até, quando me apercebi que não tinham carregado o Office 365. Tive que voltar à FNAC, uns quilómetros bem à frente, e logicamente não estava encantado, bem pelo contrário. Fui atendido com a arrogância de quem não tem que atender um cliente revoltado, do tipo "ou se acalma ou eu não o atendo". Achei que face ao meu estado de espírito aquela intervenção era exagerada e que para me acalmar esse tipo de abordagem não ajudaria nada, bem pelo contrário. A arrogância de quem não sabe acalmar um cliente só pode estar no ADN da empresa, porque também atendi ao público e sei bem que essa seria a pior abordagem. Após alguma troca de argumentos funcionário "lá fez o favor de me carregar o Office" porque obviamente se eu o tivesse conseguido fazer não teria feito mais uns tantos quilómetros para resolver o problema. É lamentável que tal aconteça, mas reconheço que pode acontecer, o que não pode acontecer é o tom de afronta com que fui recebido, mas como disse isso só pode ser falta de formação da empresa! O assunto principal está resolvido. Mas há outros tantos pequenos pormenores que poderiam ser evitados e que me obrigaram a perder ainda muito tempo em frente do computador. A empresa não tem que me responder, só tem que anotar esta reclamação a menos que entenda que os seus funcionários agem corretamente sempre enfrentam um cliente revoltado. Cumprimentos.
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