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Denúncia contra AEGEAN por violação do Regulamento Europeu 261/2004
Denúncia contra AEGEAN por violação do Regulamento Europeu 261/2004 Exmºs Srs: No âmbito do Regulamento Europeu 261/2004: - Dia 23/12/2025 submeti formulário no site da companhia aerea AEGEAN, com todos os comprovativos; - Dia 24/12/2025 recebi e-mail automático AEGEAN e confirmei pedido anterior; - Dia 7/01/2026 recebi e-mail AEGEAN a recusar ilegalmente o cumprimento do dever de compensação, violando o Regulamento Europeu 261/2004. Junto todos os comprovativos. Peço e espero justiça! Muito obrigada! Com os melhores cumprimentos, Daniela Arinto Complaint against AEGEAN for violation of European Regulation 261/2004 Dear Sirs/Madams: Within the scope of European Regulation 261/2004: - On December 23, 2025, I submitted a form on the AEGEAN airline website, with all supporting documents. - On December 24, 2025, I received an automated email from AEGEAN confirming my previous request. - On January 7, 2026, I received an email from AEGEAN illegally refusing to fulfill the obligation to compensate, violating European Regulation 261/2004. I have attached all supporting documents. I request and expect justice! Thank you very much! Sincerely, Daniela Arinto
Fraude e venda abusiva
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar reclamação contra a empresa Interpass Portugal, com a qual celebrei um contrato em 2025, sob o número de contrato 176848 mediante o pagamento de uma joia de adesão e o compromisso de mensalidades subsequentes sob garantias citas abaixo. Na altura, o contrato foi-me apresentado como “vitalício”, garantindo acesso contínuo aos serviços da Interpass. Eu, Ramon Enrique Alejandro de Armas, titular do contrato “Premium” n.º 176848 (e cotitular, Anastasiya Bondarenko) celebrado em 12-03-2025, venho, nos termos dos artigos 432.º, 433.º, 801.º e 808.º do Código Civil, bem como da legislação de defesa do consumidor (DL n.º 24/2014 e DL n.º 446/85), comunicar a resolução imediata do referido contrato, por incumprimento contratual da Interpass. No ato da celebração foi-me garantido, presencialmente e em gravação (telefónica), que, através dos seus serviços e parceiros, beneficiaria de preços mais baixos e que em todas restantes plataformas concorrentes (e.g., Trip.com, Revolut, etc.) o que não se verificou até ao momento, depois de várias tentativas de usufruir o serviço que já foi pago até ao momento no valor de 259€. O contrato foi celebrado sob a condição essencial e a promessa de que teria acesso aos “preços mais baixos do mercado” em todos os serviços de viagens, o que demonstrou ser sistematicamente falso. Para não mencionar o facto de que fomos "atraídos" para esta empresa com imensa insistência à semelhança de outras queixas lidas neste site por chamadas telefónicas sobre um voucher que podíamos usufruir de forma gratuita e não vinculativa numa estadia 2 ou 4 noites dependendo do destino. Sendo que mesmo depois do contrato nunca nos foi dado como disponível como prometido. Este facto configura um “Incumprimento Definitivo” da obrigação principal do serviço - a garantia de poupança – o que me confere o direito à resolução, nos termos do Artigo 801.º do Código Civil. Mais informamos que a referida promessa de “preços garantidos” constitui uma Ação Enganosa que viciou a nossa vontade de contratar, violando o Artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 57/2008. (Lei das práticas comerciais desleais). Posteriormente, fui pressionado a aderir, depois de sucessivas chamadas telefónicas, por exemplo, a mudança de fornecedor de energia que manteria os valores que tinha na EDP (serviço contratado no momento), o que não se verificou: ao aderir à Galp Energia através da Interpass (gravado numa chamada telefónica), a fatura passou a ser cerca de 15 € superior, obrigando-me a novo processo de mudança e a perda de várias horas do meu tempo pessoal, sem qualquer resolução da parte Interpass ignorando a situação prometida apesar das reclamações apresentadas à gestora via chamada telefónica "gravada" segundo a Interpass. Mais informo que nunca usufruí de qualquer serviço do contrato até à presente data, tendo apenas sido alvo de sucessivas chamadas de telemarketing para serviços adicionais que recusei e para as quais já solicitei, sem sucesso, a cessação de contactos, o que constitui prática comercial agressiva e contrária aos deveres para com o consumidor. Face ao exposto, considero verificado um incumprimento definitivo das obrigações assumidas pela empresa. Dado a situação não se encontrar resolvida, enviei uma carta registada com aviso de recepção que deixo a fotografia em anexo nesta queixa, para aviso formal de bloqueio do débito direto para quaisquer débitos da parte da empresa. Após este episódio fui contactada pela Interpass a ameaçar me se não regularizar o pagamento em como me "vão buscar todo dinheiro que falta até fim de contrato a bem ou a mal" e ameaçando que o meu pedido e as queixas não vão chegar a lado nenhum. Adicionalmente ameaçando que a queixa formal com qual "vai proceder na de seguida" e "o tribunal mencionado no contrato vai me buscar o dinheiro remanescente ao salário" cito pelas palavras do pessoal da Interpass utilizou. Quando alertado que a chamada ia ser gravada, desligaram a mesma. Durante o último dia do ano 31-12-25 ligaram de vários números no total de 30 vezes. Considero que tal prática é abusiva e contrária à lei portuguesa, nomeadamente ao disposto no Decreto-Lei n.º 24/2014 (Direito dos Consumidores) e no Regime das Cláusulas Contratuais Gerais (Decreto-Lei n.º 446/85), que proíbem cláusulas que criem obrigações de duração indefinida e condicionem injustificadamente a liberdade de rescisão do consumidor. Assim, solicito a imediata anulação do contrato e cessação de todas as cobranças futuras, bem como a avaliação da validade das cláusulas ditas “vitalícias” que me foram impostas. Adicionalmente, requeiro que este caso seja analisado pela DECO e, se necessário, encaminhado ao Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo competente, para defesa dos meus direitos enquanto consumidora. Sem outro assunto de momento, Subscrevo-me com os melhores cumprimentos, Anastasiya Bondarenko Número de contrato 176848 NIF:262232626 E-mail: nastiabondarenko@hotmail.com 06/01/2026 Porto Portugal
Reembolso nao efetuado
Fiz uma reserva de um voo de phuket para lisboa para o dia 23 de março para 4 pessoas no qual fiz um pagamento do seguro para em caso de algum problema poder obter o reembolso na totalidae visto que no seguro diz que o valor reembolsado é de 100%. passados alguns dias verificamos que nos enganamos na data e pedimos para alterar as datas mas foi pedido um valor ridiculo sendo ate superior ao que ja pagamos mas ate ai tudo bem porque nao compramos bilhete flexivel. Fui efetuar o pedido de cancelamento no qual nos dizem que apenas nos é reembolsado o valor das taxas e nao o valor total. pedem para entrar em contacto com a empresa xcover na qual nao respondem. Nos queriamos facilitar e alterar a data de voo para o dia 23 de fevereiro e pagar alguma diferenca se for o caso, mas em ultimo caso pretendo o cancelamento e o reembolso total do valor pago.
Cancelamento
Eu quero fazer um cancelamento de débito direto. Mas não estou conseguindo
Booking - Reclamação – reserva nº 6233216740 – burla
Exmos Senhores, realizei a reserva de número 6233216740, em Madrid, com check-in no dia 15/11/2025 no Piso 3 dormitorios junto al metro Nueva Numancia. Ao chegarmos ao local, constatamos que o apartamento era completamente inabitável, em condições totalmente diferentes das apresentadas nas fotos do Booking. O imóvel encontrava-se extremamente sujo e em estado de abandono. O teto possuía buracos e, por se tratar de um dia de chuva, chovia dentro do apartamento. A porta de entrada não possuía vidro e não trancava, comprometendo totalmente a segurança. O banheiro estava imundo, com falta de piso, e o batente da porta encontrava-se caindo. A máquina de lavar continha roupas íntimas de outras pessoas, evidenciando total falta de higiene. As paredes estavam sujas, a roupa de cama encontrava-se manchada e suja, e não havia cobertores disponíveis. Tratava-se de uma casa sem qualquer condição mínima de uso, impossível de ser utilizada sequer por uma noite. Ressalto que estávamos viajando em família, o que tornou a situação ainda mais grave. Fomos obrigados a procurar outro local para ficar durante os 5 dias previstos da viagem, o que gerou gastos adicionais não planejados. Imediatamente após entrar no apartamento, entrei em contato com o Booking, relatei toda a situação e solicitei o cancelamento da reserva com reembolso integral, pois era absolutamente impossível permanecer no local. O Booking informou que entrou em contato com o proprietário e, posteriormente, fui comunicado de que o reembolso seria efetuado. No entanto, já se passaram mais de 30 dias e o valor não foi devolvido. Hoje, entrei novamente em contato com o suporte do Booking por volta das 16h23, e fui informado de que eu não seria elegível ao reembolso, pois os proprietários recusaram-se a devolver o dinheiro. Reitero que esta justificativa é inaceitável. O apartamento configura fraude, não corresponde ao anunciado e continua listado e disponível para novas reservas na plataforma, colocando outros hóspedes em risco. Diante disso, entendo que o Booking é corresponsável e deve proceder com o reembolso imediato do valor pago, além de tomar as devidas providências em relação ao anúncio. Aguardo uma solução urgente para este caso.
Reclamação – Informação enganosa sobre seguro de aluguer
Reclamação – Informação enganosa sobre seguro de aluguer eclamação – CarJet Efetuei uma reserva de aluguer de viatura através do site da CarJet (referência CJT-194349089), tendo contratado e pago um seguro no valor de 39,10 €. No momento do levantamento do veículo, fui informada de que o seguro contratado não cobria quebra de vidros, danos em pneus nem reboque, coberturas que considero básicas e que não estavam devidamente claras nem destacadas no momento da reserva. Verifiquei que o seguro apenas assegura a redução da franquia, o que considero informação enganosa, por violar o dever de informação clara, verdadeira e completa ao consumidor, conforme a legislação de defesa do consumidor. Considero que fui induzida em erro e solicito o reembolso do valor pago pelo seguro, por não corresponder às expectativas legítimas criadas no ato da contratação.
Ingresso não utilizado e ausência de alternativa ao consumidor
No dia 26/12 eu possuía ingressos adquiridos previamente para visita, porém, por motivo de força maior, não consegui comparecer. Meu veículo apresentou um problema mecânico inesperado no próprio dia, impossibilitando meu deslocamento até o local. Devido à situação ocorrida e à confusão do momento, não consegui entrar em contato imediatamente. Assim que possível, entrei em contato com a empresa para solicitar o reagendamento ou alguma alternativa, informando que os ingressos não foram utilizados. No entanto, fui informado de que não seria possível qualquer tipo de reagendamento ou solução, sem que meu caso fosse analisado de forma excepcional, mesmo diante de um imprevisto comprovadamente alheio à minha vontade. Registro minha insatisfação com a postura adotada, pois considero que há, sim, maneiras razoáveis de resolução para situações como esta. Contudo, ficou evidente a falta de flexibilidade, sensibilidade e atenção ao consumidor, especialmente considerando a boa-fé demonstrada e o fato de o serviço não ter sido usufruído. Solicito que a situação seja reavaliada e que seja apresentada uma solução justa e proporcional ao consumidor.
Condiçoes levantar carro alteradas
Ontem fui a hora marcada levantar o carro alugado e da empresa me disseram que tenho que fazer seguro com eles no valor de 75€ por dia(aluguei carro por 8 dias) que foi um valor absurdo ou tinha que deixar um deposito perto de 6000€ (6mil.€ sim)que tambem foi um valor ridiculo.Quando recusei tentaram apresentar que os preços eram assim,mas eu sabia que estava a tentar ser enganada.Depois duma noite de viajem sem dormir e com criança pequena super cansada estava numa situaçao muito desagradavel. Logo quando fiu no local e vi o sitio e tipo de escritorio que esta empresa de aluguer apresentava fiquem com reseio.Empresa nao esta muito longe do aeroporto,mas esta num local pareçe abandonado e o escritorio e um contetor que ate assusta.A situaçao e mesmo lamentavel
Voo parapente anulado
No ano 2023 ofereceram-me um vaucher para um voo de parapente mas nunca usufrui do mesmo pois nunca apresentaram uma data viável. Para 2024 o vaucher foi renovado pelo Sr Eduardo, para 2025 a Sra Carla aconselhou-me de enviar um e-mail para a renovação. Depois de várias tentativas de contacto, no final de 2025 a Sra Carla informou-me de que o Sr. Eduardo faleceu e que a família não se entende acerca da herança , que tudo se encontra bloqueado e que não tem nenhuma solução para mim.
Reembolso bilhetes
Bom dia, Há mais de um mês que procuro assistência para conseguir o reembolso de dois bilhetes de um concerto que foi adiado. Infelizmente nem a Vibes & Beats e nem a BOL estão disponíveis ou dispostas a me ajudar e estou no prejuízo de 80€.
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