Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
A. C.
01/01/0001

COMPRA DE SMARTPHONE A PRESTAÇÕES

Sendo eu cliente da NOS, resolvi, há 3 semanas, comprar um smartphone (Huawei P9) a prestações numa das suas lojas.Para tal, desloquei-me à loja NOS do Saldanha para comprar o referido smarphone a prestações. Fui prontamente informado que não o podia fazer porque o meu pacote de assinante era o Z Total e não o 4 ou o 5 (condição para poder realizar uma compra a prestações nas lojas NOS), ainda que estivesse a pagar mais do que o pacote 4, por exemplo. Como queria mesmo comprar o smartphone, desloquei-me no domingo seguinte à loja do Oeirasparque para mudar o pacote e poder, assim, fazer a compra. Expliquei o que pretendia e disseram-me que podia levar nesse mesmo dia o smartphone porque tinham 3 em stock. Quando a mudança do Z total para o 4 ficou formalizada disseram-me que afinal só podia fazer a compra a partir do momento da activação do pacote 4 (ou seja, no dia em que um técnico da NOS fosse a minha mudar a box). Aceitei o pedido de desculpas pela confusão causada e esperei até que a minha box fosse mudada. Na quinta a seguir a visita do técnico, regressei à loja do Saldanha onde fui informado que já não tinham mais Huaweis em stock mas que, certamente, iria encontra numa loja grande como a do Colombo. No Sábado seguinte, fui de propósito ao Colombo comprar o telemóvel mas sou apanhado de surpresa com a informação de que não poderia comprar porque não tinha o pacote 4 há mais de 6 meses. Reclamei, dizendo que isso não fazia sentido e que colegas dele das outras lojas nunca me tinham informado de tal coisa. No entanto, avisou-me que haveria uma pequena hipótese de comprar o smartphone se aderisse a mais um cartão de telemóvel. Recusei porque já tinha dois cartões NOS e não estava interessado em pagar mais 7 euros mensais por algo que não iria utilizar.Revoltado com a situação, regressei a casa. Fui ao site da NOS confirmar os termos e condições de compra de smartphones a prestações e li a seguinte condição: “A compra de smartphones a prestações está disponível para clientes com serviço de TV da NOS há mais de 6 meses que adiram a um pacote NOS 4 e NOS 5.”. Ou seja, eles apenas exigem que uma pessoa tenha o serviço de TV NOS há mais de 6 meses. Relativamente aos pacotes 4 ou 5, não fazem referência a ao período de compra. (para ser como eles dizem, o texto deveria ser, por exemplo: ... disponível para clientes com serviço de TV e pacote NOS 4 ou NOS 5 há mais de 6 meses).Não conformado, deixei mensagem no Facebook da marca, tendo sido posteriormente contactado telefonicamente. Voltaram a frisar que eu não poderia comprar o smartphone a prestações e nem tentaram perceber que o texto relativo às condições estava mal escrito, levando a que pessoas, como eu, adiram a um novo pacote, baseando-se em informações erradas/falsas que têm no seu site. Além disso, das várias vezes em que fui às lojs NOS, NENHUM colaborador me informou que eu nunca poderia comprar o dito smartphone antes de 6 meses, após a mudança do pacote de serviços NOS.Sinto-me enganado, especialmente porque poderia ter aproveitado as promoções de crédito sem juros oferecidas por várias lojas de telecomunicações e não o fiz por querer comprar na NOS.

Encerrada
A. M.
01/01/0001

Reembolso da Taxa YQ

Após os atentados de 10 de Outubro do corrente ano, decidi cancelar uma deslocação à Turquia para a qual detinha uma passagem aérea não reembolsável da TAP Portugal. O cancelamento foi feito via contact center da TAP no dia 11 de Outubro. No mesmo dia recebi confirmação do cancelamento e encaminhamento do meu pedido de reembolso para o respetivo departamento. A 19 de Novembro recebi no meu cartão de crédito um reembolso no valor de 52.15 EUR que correspondem à devolução das taxas PT, YP e TR. Não foi devolvida a taxa XP, que se sabe ser não reembolsável por se tratar de uma taxa de serviço de emissão do bilhete. No entanto, também não foi devolvida a taxa YQ (taxa de combustível) no valor de 108 EUR. Ora, em local nenhum durante o processo de reserva do bilhete nem no próprio bilhete diz que esta taxa não é reembolsável. Fui sempre corretamente informado que a tarifa e apenas a tarifa (no valor de 244 EUR) era não reembolsável. Depreende-se que o valor das taxas não utilizadas, com exceção da taxa de emissão do bilhete, sejam devolvidas. Faz sentido que se o cliente não utilizou os aeroportos nem viajou não pague por um serviço não utilizado. Da mesma forma, não faz sentido que seja cobrada uma taxa de combustível ao cliente que não viajou e atempadamente avisou a companhia aérea de que não iria viajar dando a oportunidade à companhia de ocupar este lugar com outro cliente que pagou com certeza a respetiva taxa de combustível. Desta forma sinto-me lesado e penso que o cliente deverá ser sempre esclarecido de todas as regras da sua tarifa e taxas no momento da compra. Especialmente se existirem regras camufladas como é o caso da não devolução da taxa de combustível.

Encerrada
C. B.
01/01/0001

Danos na bagagem

Envio abaixo os emails trocados entre mim e a TAP até ao momento, contendo toda a informação necessária. Informo também que esta exposiçao já foi colocada à ANAC.Email enviado à TAP a 7 Ago 2015:Exmo. SrsNo dia 01/08/2015 fiz a viagem Petrolina - Salvador da Bahia - Lisboa. (Voo TP22).Na chegada a Lisboa, verifiquei que a minha mala estava danificada. Fiz areclamação no aeroporto, no gabinete dos perdidos e achados.A mala encontra-se danificada nos seguintes locais:1 - Falta de uma das peças de encaixe da pega principal.2 - Pega solta de um dos lados por falta da peça referida no ponto 1.3 - Furo no corpo rígido da mala, com diâmetro muito superior ao normal, devido àpega ter sido arrancada à força. Como poderão ver pelas fotografias que envio, odiâmetro do furo é muito superior ao do parafuso , o que inviabiliza uma reparaçãosimples. (que seria só colocar uma nova peça e parafuso).Nota: este dano não é na pega. É no corpo rígido da mala.Do exposto solicito que me indiquem como proceder para ser ressarcido dos danosprovocados na minha bagagem.Resposta da TAP a 9 Out 15:Exmo. Senhor Carlos Barbosa, Fazemos referência aos comentários que nos enviou, por ocasião dos alegados danos registados na sua mala, por ocasião da sua viagem no voo TP 2 entre Salvador e Lisboa no dia 01 de Agosto, a cujo conteúdo dedicamos a nossa melhor atenção. Lamentamos a perceção negativa com que ficou do serviço prestado pela TAP Portugal, no entanto, gostaríamos de informar que, o transporte de passageiros e bagagem acompanhada está sujeito a regras e limitações de responsabilidade estabelecidas pelas Condições Gerais de Transporte (Passageiros e Bagagem) em vigor na TAP Portugal, as quais remetem para o Regulamento (CE) nº 889/2002, e por força dele para a Convenção de Montreal de 1999, encontrando-se disponíveis para consulta nos nossos escritórios e no site www.flytap.com. Gostaríamos ainda de informar que, a bagagem de porão sofre um desgaste natural e inevitável durante a sua manipulação e circulação pelos tapetes aeroportuários, pelo que o dano apresentado (conforme estabelecido no artº 17, ponto 2 da Convenção de Montreal) não poderá ser imputado ao incorreto manuseamento por parte da Companhia Aérea. No caso em apreço e de acordo com a análise efetuada pelos funcionários do Lost & Found do Aeroporto do Porto e das fotografias que nos enviou, cabe-nos informar que o dano que a mala apresenta não inviabiliza a sua utilização, pelo que a TAP Portugal não poderá assumir a responsabilidade pelo sucedido. Agradecendo a sua compreensão para o assunto exposto, aproveitamos a oportunidade para apresentar os nossos melhores cumprimentos.Minha resposta a 10 Out 15:Exmos. Srs.Obrigado pela vossa resposta, à qual compreendo que dedicaram a vossa melhor atenção. Cabe-me apenas referir que a situação ocorreu no aeroporto de Lisboa, e não no do Porto, como mencionam no vosso texto. Com referência ao vosso argumento para não assumir responsabilidade pelos danos provocados na mala durante a viagem:cabe-nos informar que o dano que a mala apresenta não inviabiliza a sua utilização, pelo que a TAP Portugal não poderá assumir a responsabilidade pelo sucedido Como já exposto anteriormente, para além dos danos descritos no corpo rígido da mala, a mesma ficou sem a pega principal. Este facto inviabiliza a utilização da mala em condições de segurança, nomeadamente quando a mala circula nas telas dos aeroportos e fica com a única pega que tem agora voltada para dentro do circuito do tapete. Nesta situação, sou obrigado a debruçar-me totalmente por cima da tela para conseguir alcançar a única pega que a mala tem agora, colocando em risco a minha segurança. Recuso-me a arriscar a minha segurança, pelo que a utilização da mala é inviabilizada pelos danos provocados pela TAP. De salientar ainda que, para além de mim, há outras pessoas que por vezes utilizam esta mala, como os meus pais (idosos) ou a minha esposa, que têm menor capacidade física que eu, o que potencia a probabilidade de acidente nesta situação. Com referência ao vosso comentário:Gostaríamos ainda de informar que, a bagagem de porão sofre um desgaste natural e inevitável durante a sua manipulação e circulação pelos tapetes aeroportuários, pelo que o dano apresentado (conforme estabelecido no artº 17, ponto 2 da Convenção de Montreal) não poderá ser imputado ao incorreto manuseamento por parte da Companhia Aérea. Conforme esclarecido na descrição que fiz nos dados no lost and found do aeroporto de Lisboa, a mala apresenta danos, que não são de todo decorrentes da normal utilização ou desgaste natural e inevitável durante a sua manipulação e circulação pelos tapetes aeroportuários. A mala apresenta dois buracos no corpo rígido, com diâmetro muito superior ao dos parafusos que suportavam a pega, o que mostra que a mesma foi arrancada à força. Do exposto gostaria de solicitar que me informem como posso ser ressarcido dos danos causados pela TAP.

Encerrada
A. C.
01/01/0001

Queixa viatura Volkswagen Scirocco 1.4 Problema Motor

Adquiri em Março de 2010 uma viatura nova, VW Scirocco 1.4 TSI 160cv Sport DSG de matricula 46-JB-86, no stand de vendas Caetano Drive de Gaia. Actualmente a viatura encontra-se com 68.617 kms de estado absolutamente irrepreensível. Uma viatura de passeio, com uma média de 10.000 kms por ano, durante os quais foi feita sempre revisão oficial em oficinas da marca respeitando os respectivos prazos e normas VW. Pouco depois de ter adquirido a viatura, apercebi-me em vários fóruns da especialidade na Internet, que os motores 1.4 TSI 160cv em questão estavam a dar muitos problemas, concretamente Pistão partido, sem qualquer justificação aparente. Preocupado com enorme aumento de casos com este sintoma, dirigi-me à oficina do respectivo stand, no qual fui tranquilizado porque a situação estaria identificada e que seria chamado para uma acção de actualização de software da respectiva centralina. Em 2011 fui assim chamado pela oficina para actualização do respectivo software, o mesmo pode ser comprovado no livro de manutenções da marca. Novamente preocupado, questionei o stand sobre o tempo qual a viatura andou sem a actualização efectuada e os seus possíveis efeitos no futuro podendo causar problemas no motor, no qual recebi novamente a resposta que não haveria qualquer problema nesse sentido.Infelizmente e depois de algum tempo sempre com receio de me acontecer a mim, há cerca de 1 mês atrás, a viatura apresentou sintomas de trabalhar em 3 cilindros, acendendo a luz de motor, tendo sido imediatamente levada à oficina da VW Caetano Drive de Gaia. Realizado o diagnóstico, foi-me comunicado que existia um cilindro com pistão partido. O referido stand apresentou-me assim um orçamento de 3315€ para troca de motor, sendo que a marca oferece 70% do valor do motor novo, ficando a mão de obra a meu cargo a 100% mais os respectivos 30% do motor.Para mim é muito claro que estes motores foram vendidos com defeito e segundo o Dec-Lei 383/89 de 6.11, tenho direito a ser ressarcido por todos os custos desta reparação. O referido Stand/marca VW não reconhece que o motor tem defeito, apesar de já terem substituído centenas deles só em Portugal, e como tal apresentam o referido orçamento.Estes são alguns dos factos em que me baseio para afirmar que o motor tem defeito:- quando questionado qual a razão do Pistão ter partido, foi-me respondido que tal se poderia dever a várias razões como o excesso de gasolina injectada ou má configuração de software do motor, ou seja, tudo razões inimputáveis ao cliente.- o motor colocado na minha viatura será um motor reconstruído pela marca, de um cliente anterior com o mesmo problema, ou seja, a marca VW não reconhece qualquer defeito no motor, mas anda a colocar motores reconstruídos nos clientes com problemas. Sendo que, após a resolução da minha avaria, irão ficar com o meu motor para proceder à sua reconstrução e vendê-lo ao cliente seguinte na mesma situação.- como se explica o elevado número de motores 1.4 TSI 160cv todos com o mesmo sintoma de pistão partido, independentemente do modelo da marca, pois ocorreram casos semelhantes nos modelos Golf, EOS, Passat onde o único ponto comum é o motor. (facilmente se encontram diversos casos pesquisando na internet problemas motor 1.4tsi.- como se explica que apenas os motores vendidos entre 2008 (início da comercialização do mesmo) e 2011 têm dado problemas? Procedeu a VW alguma alteração no fabrico dos mesmos? Terá acção de chamada da actualização do software em 2011 corrigido a situação?- foi questionada a marca VW a razão porque uma simples avaria de um pistão partido necessita de troca de motor integral e não apenas a substituição do pistão partido, na qual foi respondido que poderiam trocar apenas o pistão partido, mas neste caso o motor não teria garantia em caso de novo problema. Ou seja, a única forma de a marca dar garantia no arranjo desta avaria é substituir todo o motor por um reparado, pois sabem que o motor conforme está terá novamente problemas no futuro nos outros pistões que não forem substituídos.- existem já alguns estudos realizados noutros países que comprovam a existência de defeito nestes motores. Não é uma situação isolada em Portugal.- a marca VW aplicou em outros Países a substituição integral do motor sem qualquer custo para seus clientes, reconhecendo assim o defeito no motor naqueles cliente em que ocorreu esta situação.- a própria cortesia da marca em oferecer 70% do valor do motor colocado, indicia que reconhecem que existem problemas com o motor ou de outra forma, teria a marca essa cortesia espontânea?- foi reconhecido ainda pela marca que o valor oferecido (70%) pelo novo motor a colocar, pode variar em função da antiguidade da viatura e kms percorridos, sendo que em alguns clientes foram oferecidos valores de 100% mesmo com viaturas fora do período de garantia. Ora se o motor tem defeito e segundo o decreto lei, os danos estão abrangidos até 10 anos após o produto ser comercializado, estando a minha viatura bem dentro desse limite, a discriminação de valores que a marca faz segundo antiguidade não fazem sentido.Recorrendo a um historial destes motores, relatórios técnicos da avaria dos mesmos, datas cronológicas facilmente se comprova que os motores foram vendidos com defeito. Como tal, e segundo decreto de lei acima, é a minha opinião que não deveria ser imputado qualquer custo à minha pessoa pela reparação desta avaria causada pelo defeito do motor.Informo ainda que autorizei a referida oficina para início da reparação devido apenas ao facto de necessitar da viatura por razões profissionais, visto que a mesma já se encontra parada desde 26 Setembro e por considerar que não posso continuar a ficar impedido de a utilizar até uma decisão final por parte da autoridade competente.

Encerrada

Valores indevidos junto Central de Responsabilidades de Crédito do Banco de Portugal

-29.06.2004 -celebrei com o então Interbanco, SA (actualmente Banco Santander Consumer Portugal, SA) um Contrato De Financiamento para Aquisição a Crédito (Nº 2004.021629.01) de uma viatura ligeira de mercadorias (ficheiro em anexo).-Dezembro de 2014 - liquidei integralmente o referido contrato (ficheiro em anexo).-Janeiro de 2016 – após consulta de Central de Responsabilidades de Crédito do Banco de Portugal (BSCP) apercebo-me da existência de valores vencidos comunicados pelo Banco Santander Consumer Portugal, SA.-07 Janeiro de 2016 – envio email ao Banco Santander Consumer Portugal SA solicitando esclarecimentos (ficheiro em anexo).-13 de Janeiro de 2016 – o BSCP informa-me que tais valores se referem ao contrato de seguro automóvel subscrito com a Império Bonança Companhia de Seguros SA (Apólice:AU15010500), tendo como objeto a “viatura locada” e que se mantinha em vigor. Os valores dizem respeito ao período após Dezembro de 2014.O referido contrato de seguro estava associado ao contrato de financiamento acima referido e que se encontra liquidado desde dezembro de 2014.A cláusula décima primeira do contrato é bastante clara: ” O cliente obriga-se a subscrever,…, até ao termo do contrato as apólices de seguro a que está obrigado por força da lei, comprometendo-se ao integral e pontual pagamento dos prémios”.Assim torna-se evidente que a minha obrigação de subscrição do referido seguro terminou em Dezembro de 2014. Acrescento que, durante este período- de dezembro 2014 até à data- nunca recebi qualquer documentação (carta verde, avisos de pagamento…) relativo a esse seguro. O próprio veículo foi vendido em Junho de 2015.13.01.2016 – envio novo email ao BSCP solicitando a anulação do registo dos valores junto do Banco de Portugal e o envio de declaração de inexistência de dívida. Lamentavelmente e até à data não só não obtive qualquer resposta por parte do BSCP como o valor registado no Banco de Portugal aumentou.

Encerrada
A. L.
01/01/0001

Seguro cancelado sem motivo aparente ou aviso prévio.

Tenho um seguro Petis com a Ocidental Seguros desde 2013, em 2014 tivemos um sinistro com o nosso segurado (cadela), onde foi detectado e revelado ser de pele atópica. Durante o último ano (Maio de 2014 até agora) tivemos a realizar a medicação proposta pelo veterinário, que conta de 1 comprimido diário (embalagens de 30) durante 6 meses, passando para 1 comprimido de dois em dois dias (estes com metade da dosagem) de forma a se conseguir fazer um desmame do antibiótico. Estas embalagens têm um custo de 28€/mês ou de 27€/mês e meio, mas que na verdade fizeram o seu efeito e fizeram um excelente trabalho, conseguindo tratar os hematomas anteriores. Para além deste sinistro não tivemos de usar o seguro, nem mesmo alcançámos o plafon da anuidade a que temos direito. Como tenho o pagamento do seguro feito por débito directo e não recebendo nenhuma carta por parte da seguradora, fiquei convencida de que o seguro estava activo, sendo de facto uma conclusão normal. Quando esta manhã me dirigi ao balcão do Millennium BCP do Lg. de Camões em Lisboa, o colaborador do mesmo comunicou-me que o seguro estava num estado de CANCELADO. Indignada expliquei a situação ao senhor e ele próprio ligou para a seguradora, que não soube explicar o porquê mas que o seguro não tinha sido renovado, aparentemente sem motivo relevante pois não fui comunicada. Visto este cancelamento ser feito sem aviso prévio ou sem qualquer motivo aparente que justifique a não renovação do contracto, neste momento sinto-me roubada por esta empresa que não cumpre com o que oferece na sua apólice, nem mesmo se pode associar à imagem que pretende passar para o exterior junto das redes sociais.

Encerrada
A. C.
01/01/0001

Atualização Software

Sou proprietária de um Seat Ibiza 1.2 Diesel, matricula 10-LA-58 de 2010, e venho por este meio expor/impor a resolução da avaria do meu Seat que passo a explicar:Como é do vosso conhecimento, a vossa empresa esta a enviar cartas aos proprietários de carros Seat para se dirigirem a um concessionário a fim de resolverem a situação de emissões de gases, como proprietária de um Seat, recebi a carta e dirigir a um concessionário onde foi feita a atualização do software, esta situação ocorreu no dia 12 de Dezembro de 2016, no concessionário de Vila franca de Xira com o Sr. Vitor Santos.No mesmo dia 15 de Dezembro, quando o fui levantar o carro, notei que o trabalhar do motor estava diferente mas no concessionário disseram-me que era normal.No dia 28 de Dezembro de 2016, quando me deslocava para o trabalho, acendeu a luz do motor no painel, dirigi-me a uma oficina onde foi feito um diagnóstico cujo erro foi precisamente “avaria do sensor de temperatura da reciclagem dos gases”, mais precisamente válvula EGR têm de ser substituída.Como é possível esta situação se fui convocada pela Seat precisamente para fazer uma atualização do software e resolver a emissão de gases? situação que própria empresa Seat assume e que vai resolver a situação sem qualquer encargo para o cliente? Mais uma vez, tive de faltar ao meu trabalho, para me dirigir ao concessionário da Seat de Vila Franca de Xira e solicitar junto do Sr. Vitor Santos uma explicação/resolução desta avaria, a qual me respondeu que a atualização que fizeram nada interfere na avaria apresentada, “avariou porque tinha de avariar”, e se quiser a situação resolvida terá de pagar para substituir a Válvula e pagar todas as despesas.Os valores apresentados em 800 euros.Saliento: “O meu Carro Seat nunca teve qualquer avaria até a data”.Se o carro vem mal programado de origem, responsabilidade da Seat, e a válvula EGR tem influência na emissão de gases, ao fazerem a reprogramação, a válvula avaria, de quem é a responsabilidade? Do Cliente? Ou da própria Seat? que põe um carro em circulação com um sistema que não esta conforme as regras exigidas e que esta a enganar os clientes ao vende-lo?Havendo vários relatos e reclamações no “portal da Queixa” e que é de conhecimento público, não terá a Seat de assumir responsabilidades?A Seat teria obrigação de informar os clientes pormenorizadamente da atualização a fazer e suas consequências, e não o fez, estando agora os clientes com os seus carros avariados, com orçamentos exorbitantes e sem resolução da própria Seat.

Encerrada
F. L.
01/01/0001

Apoio Técnico

Venho por este meio demonstrar a minha insatisfação com os serviços de apoio ao cliente no que concerne aos procedimentos dos serviços de reparações de telemóveis da Samsung.Fiz a aquisição de um telemóvel Samsung Galaxy S Duos que tem apresentado alguns problemas. Em 29/01/2015 dirigi-me a loja Phone House para solicitar a reparação do aparelho. Em 01/03/2015 Voltei a referida loja solicitando novamente a reparação do supracitado aparelho que se encontrava com as mesmas avarias. Em 06/04/2015, mais uma vez, retorno a loja referindo as mesmas avarias do aparelho. Em 18/05/2015, ao retornar a loja, ligo a linha de apoio ao cliente da Sansung, referindo todo o processo e o meu desagrado com esta situação, uma vez que, passado dez dias com o telefone, este continua a apresentar as mesmas avarias. Deste telefonema recebo a informação para por o telemóvel em modo de segurança e voltar a ligar para a linha de apoio passado 48h. Em 11/06 e 12/07, voltou ao centro técnico com as mesmas avarias. Ao longo deste tempo, o centro técnico não resolveu o problema do meu TLM.Atualmente querem que eu envie novamente o aparelho para arranjar, contudo, ficando as despesas ao meu cargo, uma vez que já não se encontra na garantia desde 07/06/2015, pelo que não concordo, bem como não acredito que resolvam o problema.Gostaria que a Samsung tivesse respeito para com os clientes e resolvessem esta situação de forma definitiva e sem custos, pois não resolveram o problema enquanto o TLM tinha garantia. Aguardo resposta.Cumprimentos.

Encerrada
M. G.
01/01/0001

Reclamação Soundbar

A reclamação apresentada à Samsung foi a seguinte:Venho por este meio apresentar reclamação do vosso serviço de assistência técnica da Samsung. O meu no de cliente é 2610526524.Comprei uma Soundbar Samsung modelo HW-F350/ZF, na Loja Radio Popular de Alfragide no dia 20/12/2013, sendo que a a garantia de 2 anos, só termina no dia 20/12/2015.No passado mês de Abril, desloquei-me à loja para enviar para reparação a minha soundbar, pois a mesma tinha deixado de dar som e só emitia estática e o botão de volume - também não estava a funcionar. Segundo a vossa nota de reparação FC46912, a soundbar foi reparada e foi substituído o 'Main pcb e o switch membrane'.Fui à loja levantar o aparelho e quando cheguei a casa liguei a soundbar com o cabo óptico digital e para espanto apenas funcionou correctamente durante 10 minutos. O som começou a ficar cortado até que deixou de funcionar por completo.Um semana depois desloquei-me novamente à loja, onde os funcionários testaram a soundbar na minha presença e constataram que a mesma continuava com o mesmo problema. Voltaram a enviar o aparelho para a vossa assistência técnica, e segundo a nota de reparação FC47038, o aparelho encontrava-se sem defeito e a funcionar dentro dos parâmetros normais.Confiei na vossa palavra e levei o aparelho para casa, voltei a ligá-lo e o mesmo apenas funcionou correctamente durante 2 dias, voltando a ficar sem som mais uma vez.Pela terceira vez, no final do de Maio voltei novamente à loja, e desta vez fui atendida pelo gerente, que fez questão de testar o aparelho na nossa presença com diferentes tipos de (USB, Cabo Optico), onde constatou que a soundbar não funcionava.O aparelho foi enviado novamente para para reparação e segundo a nota de reparação FC47315 mais uma vez e para grande espanto nosso a vossa informação foi o aparelho encontrava-se sem defeito e a funcionar dentro dos parâmetros normais.Como me encontrava de férias, apenas fui levantar o equipamento reparado no passado dia 21/06/2015. Quando o voltei a em casa, pensei que o problema teria ficado resolvido, pois a soundbar ficou a funcionar correctamente, mas desta vez apenas funcionou durante 3 dias. Fui buscar a soundbar num domingo e na quarta-feira seguinte já não dava som.Foi apresentada nova reclamação por email no dia 31/07/2015.Boa noite D. Maria José,Tal como falado no passado dia 29/07/2015, venho por este meio informar que deixei hoje dia 31/07/2015 pela 4ª vez, o meu equipamento, soundbar Samsung com o N/S: ZY3F126DAD00881E na loja onde o adquiri, Radio Popular de Alfragide.O mesmo foi testado em loja, tal como das outras 3 vezes e foi verificado que não funciona.Aproveito para reforçar o meu desagrado com esta situação e informar que não aceito novamente a resposta por parte da reparadora ECS em como o aparelho se encontra a funcionar dentro do parâmetros normais. Compreendo que depositem toda a confiança nos vossos reparadores oficiais, mas neste momento tenho uma certa dificuldade em confiar nesta reparadora.Junto em anexo as 3 guias de reparação emitidas pela ECS e a Nota de Reparação emitida hoje pela Radio Popular, junto ainda a factura da compra do equipamento.Esperando uma rápida resposta da vossa parte, uma vez que encontro privado do uso do meu equipamento, em pelas funções desde Abril de 2015, aproveito para questionar que irá assumir a extensão da garantia do aparelho durante estes meses que não pude usufruir do mesmo?Junto ainda todos os emails enviados até à data bem como as vossas respostas.Desde já informo que caso não seja detectada nenhuma anomalia por parte da vossa reparadora, exijo que devolvam o valor que paguei pelo equipamento ou então que o substituam por um novo, sem defeitos.Com os melhores cumprimentos, Marisa e Hugo GeraldesEntreguei o equipamento novamente na loja no dia 31/07/2015, com a indicação que era a 4ª vez que ia para reparação exactamente com o mesmo problema e que queria a devolução do valor pago ou um equipamento novo.Hoje dia 28/08/2015 após vários telefonemas para a Samsung e Rádio Popular, fiquei a saber que o equipamento está na loja para levantamento desde o dia 11/08/2015 e que não foram detectadas anomalias.A Samsung diz que não assume qualquer responsabilidade.Estou privada do uso do meu equipamento desde Abril, já fiz 8 deslocações é loja para entrega e levantamento do equipamento. E uma série de telefonemas, sem ter resultado.

Encerrada
P. M.
01/01/0001

CANCELAMENTO

Assunto: Falta de compensação pela Ryanair na reserva ZMG48G Lisboa - Bolonha - Lisboa (bilhete eletrónico em anexo) Exmos. Senhores, Enviei à RYANAIR uma reclamação com vista à compensação devida à anulação da RESERVA ZMG48G Nunca a RYANAIR respondeu à minha reclamação a não ser por respostas-tipo negativas. Passo a descrever as situações.: - Fui informado por telefone (!!) no manhã do dia da partida, 11 de Abril, que o voo 790 (voo de IDA na reserva ZMG48G) fora anulado. O operador explicou que a anulação do vôo era devido a greve que não era da responsabilidade da RYANAIR , pelo que não haveria direito a compensação. A alternativa colocada pela Ryanair era de voarmos no Sábado dia 13. Acontece que tinha compromissos em Itália, viatura reservada no aeroporto de Bolonha, bem como reserva de alojamentos em hotéis. Consequentemente fui obrigado a voar pela TAP na madrugada do dia 12 (bilhetes electrónicos em anexo). Sobre esta situação , solicito que a RYANAIR me envie, de acordo com as Directivas Europeias, documentação comprovativa da greve que referiu,. - No dia 16 de Abril, véspera do regresso, deparámo-nos com situação insólita: a nossa reserva tinha desaparecido!!!! - Supomos que a Ryanair tenha anulado a reserva na sua globalidade, sem nos DAR QUALQUER INFORMAÇÃO. Ou seja, devido ao cancelamento do voo 790, o operador da RYANAIR anulou não só o voo de ida, nº 790, mas, erradamente e por sua única responsabilidade, anulou igualmente o voo de regresso, nº 789 !! Nesse próprio dia vimo-nos forçados a procurar lugares para Lisboa por outra companhia. Tal foi moroso e custou muito caro (de novo TAP, cartões de embarque em anexo) A Ryanair colocou entretanto na wallet o valor pago pelas 4 passagens, valor esse que não foi ainda por nós utilizado, uma vez que esta situação carece necessariamente de outra abordagem que envolva compensação pelos elevados prejuízos materiais e imateriais causados. Recorde-se que, de acordo com a legislação europeia, os 2 segmentos de uma reserva deverão ser tratados como vôos independentes. Os meus inumeros e persistentes emails à Ryanair ao longo destes meses revelaram-se sistematicamente infrutíferos. A esperança de resolução do assunto directamente com a companhia caíu, daí o pedido para a colaboração da DECO no problema. Desde já muito agradeço Cumprimentos., Pedro Meneses (Sócio DECO 6889327-96)

Encerrada

Precisa de ajuda?

Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação

Contacte-nos

Os nossos juristas estão disponíveis nos dias úteis, das 9h às 18h.