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Encomenda não recebida e não sei do seu paradeiro
No dia 1 de julho MRW tentou entrega, mas eu não estava casa. Recebi mensagem para agendar entrega e por isso fi-lo, logo de imediato, 1h apos a tentativa de entrega. A partir desse momento não existiram mais comunicações, a data agendada passou e nada de entrega. Não sei onde está a minha encomenda. Tento ligar ninguém atende. Desde dia 3 (dia acordado de entrega) que logo todos os dias e nunca, mas nunca ninguém atendeu. Aos 5 min de espera a chamada vai abaixo. Email? Não respondem. Mensagem pelo site? Da sempre erro. O tracking está sem actualizaçoes desde dia 1. Onde está a minha encomenda?
Garantia
Enviei o meu aparelho para garantia, pois o mesmo apresentava uma falha no carregamento e em algumas vezes a tela piscava. No retorno da garantia foi me dito que não existia problema algum com o aparelho, que era somente uma atualização de software. No mesmo dia manuseando o mesmo voltou a apresentar o defeito, novamente acionei a garantia informando que o problema persistia. Tenho fotos e vídeos a comprovar o problema apos retorno da garantia. Pela segunda vez, recebo o aparelho da garantia, que dizem ter vindo da garantia do fabricante, com o mesmo relatório, atualização de software. Novamente no mesmo dia manuseando o mesmo, voltou a apresentar o defeito informado. Fotos e vídeos comprovando o defeito. Indignado com o assunto em questão, entrei em contacto telefónico com a empresa, onde fiquei cerca de trinta minutos a espera por ser atendido, quando enfim falado com um Técnico e explicado a situação, novamente foi enviado pela terceira vez a garantia. Ontem dia 08/07/2025, recebo um e-mail a dizer que o aparelho se encontra em perfeito estado e sem problemas algum e que, "o problema relatado", era uma questão de configuração. Novamente indignado, respondi o e-mail, informando que isto era inaceitável, pois eu já tinha feito teste no aparelho, tanto no carregador como nas configurações, antes mesmo de acionar a garantia e que o mesmo tinha problemas na bateria ou carregamento. Solicitei que entrassem em contacto comigo antes de enviarem de volta o aparelho, para melhores esclarecimentos, mas me parece que não querem resolver o problema, pois no dia de hoje 09/07/2025, fui notificado que o item foi postado para minha morada. Muito provavelmente irei receber o aparelho com o mesmo problema desde o inicio. Me encontro indignado e despontado com o serviço de garantia, sou cliente e nunca tinha problemas. É uma empresa de renome, mas prestando este tipo de atendimento, estão a perder um cliente.
Encomenda não recebida
Olá, Efetuei o pedido 653703 na Leroy Merlin de Matosinhos no dia 29/03/2025 com previsão de entrega no dia 22/04. Essa entrega nunca foi efetuada e nunca obtive nenhuma resposta do motivo. Ja liguei para a loja e a mesma me respondeu no dia 14/05 atraves do email informando "Estimado cliente, no seguimento da sua exposição , solicitamos a máxima urgência no envio da mesma por CTT. Receberá sms logo que possível com a data de envio da mesma ." Porém nunca recebi nenhum codigo de envio e a loja ja parou de responder meus emails solicitando a data. Liguei novamente na quinta feira dia 02/07 solicitando novamente informações da minha entrega onde a atendende avisou que a loja possuia estoque e que iria entrar em contacto com a loja e que em 2 dias uteis alguem iria me contactar via email ou telefone. Porem obviamente ninguem me contactou e ja se passaram 5 dias uteis. Gostaria de saber quando irei receber a minha encomenda pois ja se passaram mais de 3 meses e ate agora não obtive nenhuma resposta.
Cobrança indevida por danos no veículo
Título da Reclamação: Cobrança Indevida por Danos Preexistentes em Veículo de Aluguer - Contrato Nº 7018588388 Identificação do Fornecedor: Europcar Internacional - ALUGUER Dados do Contrato: Número da Reserva: 1188478355 Número do Contrato de Aluguer (RA/Contrato N°): 7018588388 Modelo do Veículo: MERCEDES BENZ MB A PHEV Matrícula do Veículo: BB-85-XG Data de Recolha: 03/07/2025 09:17 Data de Devolução: 05/07/2025 07:03 Descrição dos Factos: No dia 03/07/2025, realizei o levantamento do veículo MERCEDES BENZ MB A PHEV, matrícula BB-85-XG, na estação de Lisboa Airport. Na devolução do veículo, em 05/07/2025 , foi-me emitida uma fatura (Nº 100713599363) que inclui as cobranças de "Damage Admin Fee" (36.90 EUR) e "Damage Surcharge" (538.11 EUR), relativas a alegados danos no veículo. Contesto veementemente estas cobranças, pois os danos em questão já se encontravam presentes no veículo no momento da sua recolha, antes do início do período de aluguer. Possuo registo fotográfico datado e com carimbo de tempo (obtido através do meu dispositivo móvel, iPhone) que comprova irrefutavelmente a existência prévia dos danos mencionados na vossa "STATEMENT OF RETURN" (Declaração de Devolução) aquando do levantamento do veículo. É inaceitável que o consumidor seja responsabilizado por danos preexistentes ao contrato de aluguer. A Europcar, enquanto prestador de serviços, tem o dever de assegurar que o veículo é entregue em perfeitas condições ou, na sua impossência, de registar e validar com o cliente todas as imperfeições existentes antes do início da locação. Fundamentação Legal: A minha pretensão baseia-se nos seguintes diplomas legais aplicáveis em Portugal: Código Civil Português: Em particular, os princípios da boa-fé e da transparência contratual, que impõem que o consumidor não seja lesado por factos que não lhe são imputáveis. A empresa tem o dever de diligência na verificação do estado do bem antes e depois da entrega. Decreto-Lei n.º 133/2009, de 15 de setembro: Este diploma estabelece o regime jurídico do aluguer de veículos sem condutor e reforça a necessidade de clareza nas condições contratuais e na responsabilidade por danos. Lei n.º 24/96, de 31 de julho (Lei de Defesa do Consumidor): Que consagra o direito à proteção dos interesses económicos dos consumidores, à qualidade dos bens e serviços e à reparação de prejuízos. Pedido: Face ao exposto, solicito a anulação imediata das cobranças referentes ao "Damage Admin Fee" e "Damage Surcharge", totalizando 575.01 EUR, e o respetivo estorno dos valores para o método de pagamento utilizado. Requeiro uma análise célere e justa da presente reclamação, reiterando que me encontro na posse de provas que corroboram a minha versão dos factos. Na ausência de uma resolução satisfatória, reservo-me o direito de acionar os mecanismos de resolução alternativa de litígios de consumo e outras vias legais que me assistam. Anexos (a serem enviados juntamente com a reclamação): Cópia da Fatura Nº 100713599363 Cópia do "STATEMENT OF RETURN" (Declaração de Devolução) Fotografias do veículo com data e hora que comprovam os danos preexistentes.
Quarto e Quartos - Retenção de caução e cobranças abusivas, falta de colaboração e má-fé
Exmo(a). Sr(a). Venho, por meio deste, apresentar uma reclamação formal contra a empresa Quartos e Quartos, devido aos inúmeros problemas enfrentados durante o período em que estive no imóvel, bem como ao tratamento inadequado e à conduta injusta por parte da administração ao longo da relação contratual e após a rescisão do contrato de arrendamento. Rescindi o contrato com um mês de antecedência, conforme estipulado, e a empresa reteve o valor da caução (€375) sob a justificativa de que a rescisão antecipada autorizava tal retenção. No entanto, tomei conhecimento de que o quarto foi novamente arrendado no mesmo mês, o que demonstra que a empresa recebeu, simultaneamente, o valor da caução e a renda do novo hóspede, configurando uma duplicação de compensação financeira. Além disso, dois meses após a rescisão, fui surpreendida com uma cobrança adicional referente aos meses de abril e maio, no valor de €60. Informei à empresa que tal cobrança era indevida, uma vez que o valor já havia sido coberto pela caução retida, e ainda sobraria um montante significativo. Contudo, a resposta da empresa foi marcada por desrespeito e ofensividade, utilizando termos como "scammer" e demonstrando total falta de profissionalismo. Durante o período em que estive no imóvel, enfrentei diversos problemas de manutenção e habitabilidade que comprometeram gravemente as condições básicas de vivência. As duas casas de banho apresentaram falhas graves em menos de dois meses, causando transtornos significativos para os seis moradores da casa. A torneira da cozinha estava quebrada, assim como um candeeiro e uma cadeira no quarto número 02, que foram reportados à administração sem que qualquer reparo fosse realizado. O box do banheiro não correspondia às imagens apresentadas no momento da locação, sendo significativamente diferente do que foi anunciado e contratado, configurando uma violação das condições acordadas. Além disso, o disjuntor desligava sempre que a máquina de lavar e o fogão eram utilizados simultaneamente, causando interrupções frequentes e comprometendo o uso normal do imóvel. O apartamento também não possuía coleta de lixo adequada, o que comprometia a higiene e salubridade do ambiente. Havia moradores que ocupavam quartos internos sem janela e sem ventilação, que exalavam mau cheiro, prejudicando a qualidade do ar e o bem-estar dos demais residentes. A limpeza semanal do imóvel, conforme indicado no contrato, não era realizada, e o contrato assinado nunca foi enviado para mim, demonstrando falta de transparência e profissionalismo por parte da administração. Todas as tentativas de comunicação para resolver os problemas mencionados foram ignoradas ou tratadas de forma ríspida e inadequada, dificultando qualquer possibilidade de resolução amigável. A postura do senhorio foi marcada por falta de colaboração e má-fé, agravando ainda mais os transtornos enfrentados. Além disso, ao solicitar a realização de um pré-check-out, pedi para estar presente no quarto, pois havia objetos de valor no local. No entanto, meu pedido foi negado pela administração, que alegou que tal decisão era "para o meu bem". Essa atitude foi completamente inadequada e desrespeitosa, gerando ainda mais desconforto e insegurança. Foi constatado valores de multa abusivos e desproporcionais a todos os moradores da casa, o que gerou diversas reclamações sobre a empresa e os mesmos problemas enfrentados por outros residentes. A falta de respeito e o comportamento ríspido por parte da gerência foram constantes, evidenciando um descaso absoluto com as condições básicas de vivência e com os direitos dos moradores. Apesar de ter rescindido o contrato de forma adequada, tive a caução retida e, mesmo após dois meses, continuo sendo cobrada por valores que já deveriam ter sido cobertos pela caução.
Pedido de Apoio - Recusa de reembolso sem fundamental legal após RMA e emissão da nota de crédito
Venho por este meio solicitar um pedido de apoio da DECO para a resolução de uma situação com a loja PCDIGA, LDA, que recusa efetuar o reembolso de uma nota de crédito emitida no seguimento do processo de RMA nº 4100121345, com base numa exigência sem fundamento legal. Comprei um teclado em segunda mão, ainda abrangido pela garantia legal de 3 anos. A loja aceitou o processo de RMA sabendo de antemão que eu não era o comprador original (tal como está previsto na lei), confirmou a avaria, e emitiu uma nota de crédito. No entanto, recusou o reembolso do valor na nota de crédito, exigindo para o efeito a apresentação de uma declaração assinada pelo comprador original do produto em como autoriza a emissão do reembolso para o segundo adquirente. Apesar de não concordar por se tratar de uma atitude abusiva e levantar vários problemas relacionados com a privacidade da pessoa em questão que já nada tem a ver com o produto, ainda assim entrei em contacto com o comprador original há cerca de 1 mês para tentar resolver este problema rapidamente, mas não obtive resposta até hoje. Posso, inclusive, facultar provas em como esse contacto foi estabelecido. Tal exigência foi reforçada pela marca em todos os contactos estabelecidos por e-mail (consultar anexos) e chamada telefónica, mesmo após eu ter manifestado o meu desacordo com base na legislação em vigor. Nessa chamada que a marca efetuou após troca de e-mails, um dos seus colaboradores, inclusive, tentou resolver o problema disponibilizando dois produtos de valor superior, mas com características bastante diferentes face ao produto original em causa, pelo que me vi forçado a recusar, uma vez que ficaria prejudicado. Pedi ainda para colocarem por escrito as propostas efetuadas por chamada telefónica, bem como para mencionarem em que artigo e alínea(s) do Decreto-Lei nº 84/2021 consta a exigência de uma declaração assinada pelo comprador original. O colaborador da PCDIGA disse que iria enviar e-mail com as propostas efetuadas e o artigo do Decreto-Lei que comprova que a marca tem fundamento legal para solicitar essa tal declaração assinada. Contudo, 10 dias após a chamada, continuo sem receber nenhum e-mail ou notificação, como já calculava que fosse acontecer. Frisar ainda que me encontro desde o dia 02/06/2025 sem o produto (defeituoso), dia em que foi entregue na loja da PCDIGA em Braga, e sem o dinheiro, uma vez que a loja o tem cativo. Considero a apresentação de uma declaração assinada pelo comprador original uma exigência totalmente injustificada e abusiva, uma vez que: - Viola o Decreto-Lei nº 84/2021 que estipula que a garantia acompanha o bem, independentemente de quem tenha sido o comprador original. - A loja reconheceu a legitimidade da minha reclamação ao aceitar o RMA, sabendo de antemão que não era o comprador original, e ao emitir a nota de crédito. - A exigência de autorização do comprador original não tem qualquer base legal, sendo discriminatória por condicionar o reembolso a um documento de um terceiro alheio à relação comercial em causa, e até impraticável em muitos casos (ex: se o comprador entretanto tiver falecido). Solicito, por isso, o vosso apoio na mediação ou orientação para exigir o reembolso devido, conforme é o meu direito legal enquanto legítimo detentor do bem, cessando esta prática abusiva da loja em questão que quer limitar os meus direitos enquanto consumidor.
[Renovação de Título de Residência] - Não recebi o meu Título de Residência
Olá. Faço essa reclamação de modo a solicitar a AIMA o envio do meu Título de Residência. Realizei a renovação e recolha dos dados biométricos no dia 25 de Março de 2025, pela Estrutura de Missão para a Recuperação de Processos Pendentes na AIMA no Centro de Atendimento Especial do Porto. Desde então não recebi o meu cartão de Título de Residência. Isso é prejudicial para mim pois no meu trabalho eu preciso do cartão para realizar assinaturas de documentos importantes. Sem este cartão, corro o risco de não conseguir dar continuidade ao trabalho e me tornar mais um imigrante sem emprego, e essa não é a minha intenção. Peço apenas que a AIMA cumpra com o que prometeu e entregue o meu cartão de Título de Residência. EU PRECISO MUITO DISSO!
Encomenda não recebida
Sou cliente regular da PCDiga, já com diversas encomendas efetuadas, e até à data nunca tive qualquer motivo de queixa. Contudo, esta situação ultrapassa já o razoável e a empresa demonstrou uma falta de compromisso e desrespeito com o cliente. No dia 21/06/25 efetuei uma encomenda de um eletrodoméstico, com um valor extra associado para entrega do mesmo no meu local de residência. No dia 25/06/25 enviei um e-mail à PCDiga para saber quando seria espectável receber a encomenda, visto que não me tinha sido facultado qualquer data. Foi-me respondido que seria entregue no dia 27/06/25, inclusive, recebi uma mensagem da transportadora a indicar que a entrega seria efetuada nesse mesmo dia. No entanto, fui posteriormente contactado por telefone a informar que a entrega não seria possível e que seria reagendada para o dia 01/07/2025. O mesmo sucedeu nesse dia, sendo novamente informado de que não conseguiriam efetuar a entrega e que seria reagendada para o dia 03/07/2025. Repetiu-se o mesmo cenário, com nova remarcação para o dia 05/07/2025. Nessa data, já nem houve contacto telefónico, apenas me foi enviada uma mensagem a indicar novo agendamento para o dia 07/07/2025. No dia, 07/07/2025, fui novamente contactado a informar que a entrega não seria realizada, sendo proposto novo agendamento para o dia 09/07/2025. Contudo, nesse dia não estava disponível para recepção do equipamento, dado que me iria encontrar fora do meu local de residência. Tendo em conta o exposto e a sucessão de adiamentos injustificáveis, enviei e-mail com a minha indignação para a PCDiga, ao que me foi respondido que iriam proceder então à recolha do equipamento no meu local de residência!? Ou seja, iriam proceder à recolha de um eletrodoméstico, que eu me estava a queixar de ainda não ter recebido. É um desconforto enorme e falta de respeito pelo cliente, que até a data tinha bastante consideração por esta empresa, no entanto, é visível o desprezo com que a mesma trata os seus clientes, pois claramente algo passou a ser uma prioridade, exceto a satisfação do cliente, sendo que ao fim da compra efetuada parece deixar de haver razoabilidade no serviço prestado. É neste tipo de empresas que se percebe que o mais barato nem sempre é o melhor, pois a diferença de preço da concorrência já pressupõem a satisfação e resolução de um problema associado à compra. Tendo em conta os sucessivos adiamentos, é minha convicção que não receberei o eletrodoméstico esta semana, o que levanta sérias preocupações e me causa constrangimentos significativos, dado que neste momento já necessito com urgência do referido eletrodoméstico e a empresa em questão, PCDiga, não se dignificou em se quer ler o meu e-mail de descontentamento com o pedido de tentativa de resolução do continuo atraso da empresa de entregas.
Serviço ineficaz de desinfestação e recusa de cumprimento contratual
Venho por este meio apresentar a minha insatisfação relativamente ao serviço prestado pela empresa de desparasitação Dupla Ação, com sede em Braga. 1. No dia 18 de junho, contactei a empresa para realizar uma intervenção urgente num quarto com evidências claras de percevejos (ver imagens 1.1, 1.2 e 1.3). 2. Foi acordado um tratamento em duas fases: a primeira para eliminar os percevejos existentes, e uma segunda, 15 dias depois (1 de julho), para interromper o ciclo de vida do insecto, eliminando eventuais ovos e recém-nascidos. 3. A empresa realizou a primeira intervenção, sem qualquer contraindicação relativamente à parede de cortiça existente no quarto. 4. No dia 21 de junho, volto a contactar a empresa, pois o quarto continuava gravemente infestado. Partilhei imagens (2.1, 2.2 e 3.1 a 3.5) enviadas pela equipa de limpeza, comprovando que o tratamento não foi eficaz. A reação da empresa demonstrou já nessa altura uma tentativa de desresponsabilização. 5. Após retirar a cortiça, foi feita uma nova intervenção para reforçar a primeira, que não tinha surtido efeito. 6. Dias antes da data acordada para a visita de 1 de julho (que seria a segunda fase do serviço inicial ou terceira intervenção no total), contacto a empresa para marcar a hora (ver imagens 4.1 e 4.2). A empresa recusa realizar a visita, a não ser mediante novo pagamento. 7. No entanto, conforme provado nas conversas iniciais (imagens 1.1 a 1.3), esta segunda visita estava incluída no serviço contratado. 8. A empresa muda o discurso, nega responsabilidade pela persistência dos insectos e apresenta várias desculpas inconsistentes: Que o primeiro tratamento serviria apenas para "os fazer sair do esconderijo"; Que a infestação se deveu à falta de aspiração (sem provas); Que a minha ausência comprometeu o processo (sem justificação lógica). 9. Ressalto que paguei 220 euros + IVA com a expectativa de um serviço eficaz e completo. Se a aspiração fosse o único método eficaz, tal deveria ter sido claramente comunicado e incluído no serviço. 10. Apenas conseguimos erradicar a infestação com produtos comprados por mim junto de uma empresa especializada e a utilização manual de um maçarico por parte da minha colaboradora de limpeza. 11. Esta experiência revela grave falta de profissionalismo, ética e responsabilidade por parte da empresa Dupla Ação, colocando em risco a confiança dos clientes e o bem-estar dos hóspedes do meu alojamento. 12. É ainda de notar que esta foi a segunda tentativa de contratar este tipo de serviço sem sucesso, o que revela um problema estrutural e preocupante na forma como algumas empresas da área atuam em Portugal. Face ao exposto: Exijo a devolução integral do valor pago, dado que o serviço não foi prestado conforme o contratado nem produziu qualquer resultado eficaz. Solicito que a empresa seja repreendida e fiscalizada pelas entidades competentes, garantindo que cumprem as normas básicas do sector.
Reembolso não efetuado
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar uma reclamação formal relativa ao serviço de pós-venda da vossa empresa, bem como ao processo de cancelamento e reembolso de uma encomenda efetuada através da vossa loja online. Número de referência: 680135_004 No dia 5 de junho de 2025, procedi à encomenda de um forno e uma placa elétrica, com entrega prevista para o dia 9 de junho. Por motivos de saúde não me foi possível recepcionar os artigos na data inicialmente prevista, tendo solicitado o reagendamento da entrega. Contudo, após esse pedido, não me foi comunicada qualquer nova data de entrega. No dia 10 de junho, entrei em contacto telefónico com o vosso serviço de apoio ao cliente, tendo-me sido indicado que seria contactada com nova informação. Tal nunca veio a acontecer. Surpreendentemente, no dia 13 de junho, recebi uma mensagem a informar que a encomenda havia sido entregue, o que não corresponde à verdade, uma vez que nunca recebi os produtos. Nessa mesma data, entrei em contacto três vezes com os vossos serviços, tendo-me sido confirmado que se tratava de um erro e que a situação estava a ser analisada. No entanto, não foi prestada qualquer informação concreta relativamente a uma nova data de entrega. No dia 14 de junho, voltei a contactar os vossos serviços sem obter qualquer atualização. No dia 16 de junho, volvidos 11 dias sem forno nem placa elétrica, e diante dos prejuízos financeiros e logísticos significativos que essa situação acarretava – nomeadamente, o custo adicional de refeições fora de casa – desloquei-me à loja física do Leroy Merlin de Alfragide, onde adquiri presencialmente os mesmos produtos, por já não poder esperar por uma solução da vossa parte. No mesmo dia, tentei contactar o vosso apoio ao cliente para proceder ao cancelamento da encomenda online, porém, já se encontrava fora do horário de atendimento. No dia 17 de junho de manhã, fui contactada por um funcionário de uma transportadora, sem aviso prévio, a indicar que se encontrava a caminho para entregar os artigos. Como não tinha sido notificada previamente e já havia adquirido os bens por outro meio, não pude recepcionar a entrega. Após esse episódio, contactei de imediato os vossos serviços para formalizar o cancelamento da encomenda. Desde então, passaram-se mais de 21 dias após ter cancelado a encomenda e, até à presente data, não recebi qualquer reembolso. Em sucessivos contatos telefónicos, foi-me transmitido que o reembolso ainda não havia sido iniciado por falta da recepção dos produtos no armazém, produtos esses que nunca estiveram em minha posse. Na última chamada deram-me o numero do meu processo no Leroy Merlin: 1305463. Nos termos do disposto no artigo 12.º do Decreto-Lei n.º 24/2014, o consumidor tem direito ao reembolso dos montantes pagos no prazo máximo de 14 dias a contar da data da resolução do contrato e o incumprimento da obrigação de reembolso dentro do prazo previsto no n.º 1, obriga o fornecedor de bens ou prestador de serviços a devolver em dobro, no prazo de 15 dias úteis, os montantes pagos pelo consumidor, sem prejuízo do direito do consumidor a indemnização por danos patrimoniais e não patrimoniais. A responsabilidade pela logística de recolha e devolução dos bens cabe inteiramente à empresa vendedora ou à transportadora contratada, não podendo, em momento algum, ser imputada ao consumidor qualquer responsabilidade por atrasos resultantes de uma má coordenação entre os vossos serviços. Com base em tudo o que foi descrito, considero inaceitável o nível de desorganização e a falta de comunicação demonstrados ao longo de todo este processo. Sinto-me seriamente prejudicada enquanto cliente, tendo suportado custos acrescidos e incómodos significativos por uma falha que não me é de forma alguma imputável. Assim, solicito que o reembolso seja efetuado com a máxima urgência, agora no sobro do valor, pois já se passaram os 14 dias de reembolso, sem mais demoras injustificadas, e que me seja fornecida uma resposta clara e definitiva sobre o estado da devolução e do processo em curso. Aguardo uma resolução célere desta situação e estou disponível para prestar quaisquer esclarecimentos adicionais que considerem necessários. Sem outro assunto de momento, subscrevo-me com os melhores cumprimentos, Leonor Oliveira
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