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Pagamentos de Controlo de Aparelho Fixo
Venho, por este meio comunicar que não estou de acordo com o ponto nº 8 do consentimento informado de ortondontia, onde refere que teremos uma mensalidade no dia 01 de cada mês, isso independentemente das vezes que comparecer no consultório. Entretanto poderá haver meses em que não seja necessário comparecer no consultório, mas mesmo assim o pagamento da mensalidade matem-se. Eu compreendo que existem pessoas que no inicio vão muitas vezes ao consultório, mas no meu caso, vou apenas de 2/3 em 2/3 meses porque me encontro fora de Portugal. Exemplo: Fiz consulta em Agosto de 2019 e vou estar fora de Setembro e regresso apenas em Janeiro... Então terei de pagar 200 €, correspondentes a 5 meses por um serviço que não usufrui? Isto é permitido por lei? Eu sei que assinei o consentimento, mas quando o assinei compreendi que pagaria quando fosse a Portugal usufruiu do serviço. Ora se não usufruo do serviço tenho de o pagar? Não me faz sentido nenhum. Aguardo.
Abuso de confiança
Venho, por este meio, informar-vos de que a empresa prestadora de seguros de saúde, Medicare, fez uma tentativa de logro à minha pessoa enquanto consumidora.Há cerca de um ano atrás, a seguradora Medicare, contactou-me no sentido de me vender um seguro de saúde pelo valor de EUR 29.90. Uma vez que o meu seguro de saúde antigo iria terminar, pensei em aderir ao que me tentava vender a Medicare, por ter um valor mais baixo que o anterior. Neste sentido, ao falar com a operadora ao telemóvel, dei-lhe os meus dados bancários e contactos, mas sem fechar imediatamente o acordo, uma vez que iria ainda averiguar se a minha situação, na altura, me permitia, efectivamente, aderir a tal serviço. Dei os meus dados porque, na altura, pensei que em princípio iria de facto ficar com o mesmo serviço e seria apenas uma questão de confirmar. Recordo-me de, em chamada, ter até havido menção ao meu não-vínculo imediato.Foi-me enviado um contrato para casa, que acabei por não assinar, pensando que, assim, o serviço não seria activado, por ter chegado à conclusão que não iria aderir ao seguro.Descubro, entretanto, que me tiraram dinheiro via débito directo, sem o meu consentimento formal (sem assinatura de contrato e também não houve nenhuma chamada a pedir a minha confirmação). Telefonei à Medicare duas vezes, não só para me queixar mas para pedir o cancelamento do serviço que desconhecia estar activo. A operadora disse-me que não era obrigatório assinar o contrato e que as chamadas telefónicas prevalecem enquanto garantia de vínculo entre o cliente e a empresa. Perguntei então porque enviavam um documento para ser assinado. Não me soube responder. Reencaminhou-me, das duas vezes, a chamada para o departamento responsável pelos cancelamentos e activações de conta e, das duas vezes, foi-me negado falar com um membro do departamento, por estarem muito ocupados. Deixei, em chamada gravada, a garantia de que iria voltar a ligar e faria queixa caso não me cancelassem a conta antes do final do dia. Dirigi-me ao banco para cancelar o débito directo para a Medicare e foi-me reposto o último valor, mas não o total retirado desde a activação do serviço. Não sei quanto dinheiro me foi retirado, mas é garantido que não tenho dinheiro suficiente para alimentar uma empresa de cujo serviço eu não beneficio. Não sei se me vão repor a totalidade de dinheiro retirado em débito directo mas preciso do montante e tenho direito ao mesmo.Deixo esta queixa por duas razões: 1) ainda que seja legal assumir uma chamada telefónica como vínculo oficial entre um cliente e uma empresa, tal não mo foi dito ao telefone, 2) sendo legal tal procedimento, não parece haver então necessidade de ser enviado um contrato para assinar para casa. Lembro que a empresa careceu de explicação para tal fenómeno. Espero que algo seja feito no sentido de arranjar uma explicação para procedimentos enganadores por parte da Medicare, para não falar, em abusos claros de confiança e espero que a empresa me devolva o dinheiro. Obrigada desde já.Cordialmente,Catarina Tello de Castro
Tempos de Espera
Venho por este meio expor a situação inconcebível que se vive no serviço de urgências do Hospital Professor Doutor Fernando Fonseca, EPE.Domingo, dia 29 de setembro de 2019, à noite, dei entrada com fortes dores lombares, as quais não conseguia estar em nenhuma posição em que não me doesse.Para meu espanto inicial fui presenteado com uma pulseira verde. Após 3h de espera onde me contorcia com dores por não ter nenhuma posição e em que nenhum auxilio foi prestado dirigi-me ao balcão de informações para questionar se ainda demorava muito, uma vez que tinha muitas dores e ja havia passado uma hora a mais do que o admitido na Triagem de Manchester.Espanto o meu quando me respondem que ainda teria que esperar pelo menos mais 4h, porque a minha pulseira era verde e não era doente urgente.Questionei qual a validade dos ecrãs de informação ao minuto uma vez que estes mesmo ecrãs apresentavam a informação de que o tempo de espera se situava em 2h e 8minutos. Responderam-me que a informação desses ecrãs não é valida, uma vez que essa mesma informação é apenas administrativa para ser enviada para os ministérios.É inadmissível os tempos de espera que se fazem verificar nas urgências deste hospital. E pior é o facto de se ludibriarem e converterem números para que parece que todo o serviço decorre na normalidade quando na realidade é o caos completo.É necessário tomar medidas urgentes para que estes casos não se verifiquem mais e que as devidas consequenciais sejam aplicadas, quer no caso da fraca supervisão do ministério, que no caso da péssima gestão da administração do Hospital Professor Doutor Fernando Fonseca, EPE.
Bullying
Existe um código deontológico que não coaduna com o que é exigido e pedido, ter em atenção da vossa parte.O coordenador: Filipe desde da minha chamada de atenção: que se faz sentir algo ressabiado, isto é, no que aponta á sua (falta de organização) apresenta tiques de superioridade, sobre uma esfera de ação, completamente, fora do meu controle.Administrativa:Lúcia Rogério Barbosa: Sobre as minhas tentativas de comunicação vão quase sempre contra um espírito de negação, mesquinho ou meio caprichoso, demonstra sinais evidentes, nos atos de sabotagem a que se revela estar preparada só p/ quem lhe tolera.Com maior relevância: A massagista Carla salvado, e a funcionária Daniela Benedito, a tal que disse num tom pejorativo, o Sr Tito está com dor de cotovelo?!!! Pensei eu para mim, ou não será que o problema não está nos egos inflamados que andam por aí... No lado que me toca, aturar realmente gente com esse tipo de dor tem sido sinónimo de um desfiar de palavras hipócritas num lugar onde tbm já entrou em cena um outro funcionário ou mesmo o improvável funcionário Tiago Miguel: Cujo os nomes de quem tenho sido alvo de chacota, de atos propositados, com o objetivo de humilhar a que tenho vindo a sentir nos episódios ocorridos, como atos de assédio moral, do qual tenho apenas procurado me dar á capacidade de ficar em silêncio perante o que não faz sentido e alimentando a extrema paciência de filtrar essa ignorância como absorver tamanha estupidez.(Uma piadinha aqui, outra ali e um sorriso amarelo em resposta de uma clara conduta abusiva.) Entre preconceitos indiretos e brincadeirinhas sem limites, é nesse tipo de conduta abusiva que tem colocado profundamente em causa o meu bem estar para além do que tem sugado cada vez mais a minha energia.Moral da Historia: Curiosamente após as revelações com o cúmplice massagista André Pereira, recebi uma abordagem algo sedutora através de mensagem privada, por parte da massagista Ana Sofia, do qual neste momento parece estar a ser alterado no que deforma e deturpa sobre sua perspetiva e tem vindo a minar o ambiente, sem distinguir a especulação da realidade.Uma nota digna de registo:Não foi por acaso que por fim deixasse ela a falar sozinha!Deveras descontextual ... ainda que na proximidade possível a que me fui dando, tivesse feito desabafos inofensivos e talvez por ai, tivesse dado munições aos mais críticos.Afinal de contas percebi que de cobaia ia para bobo da corte ...e talvez por um sentimento maior de constrangimento, tenha pecado quando para além de eliminar algumas das pessoas em cima referidas do Facebook, tenha decidido procurar tomar uma posição, sobre aqueles que estão assumir um papel Coadjuvante:.“Uma maçã podre estraga todas as outras”, neste caso, analogia, baseia-se num ciclo dessa mesma pessoa, quando faz com que outros, bons passem a se comportar de forma errada.Enfim... Que pensem melhor da próxima vez ...E se tivesse que dizer mais?!!! Então diria, mas desta vez em prol de outros pacientes, que tenho assistido a alguns casos de pessoas com incapacidade física, em cadeira de rodas ou mm em andarilhos, que ao sair da referida clínica, não conseguem avançar com segurança, por sinal em alguns dos casos ate sou eu, que vou imediatamente socorre-los.Mas o problema mais grave é mesmo o efeito dos atos praticados por não-massagistas ou pseudo-fisioterapeutas, que nas suas constantes trocas de funções, andam sempre a perguntar como é que o anterior colega faz o tratamento, dito isto, ainda fico com a sensação que á aqueles colegas que opinam chegadas e debatem em segredo ou á descarada sobre saídas. Omitem realidades e brincam às mentiras na consagração das suas verdades.Estou disponível para resolver a situação da melhor forma possível .. e é na qualidade de paciente que pretendo dar sequencia ás 11 sessões em falta, mas neste caso, noutra clínica, sendo que estou a ser vítima de assédio moral e como devem imaginar não quero prosseguir nesse jogo do ridículo para o ridículo continuar a parecer eu. Aguardo por uma resposta o mais breve possível. Obrigado.
Medicare não faz o que promete
Venho, por este meio, comunicar a V. Exas. que o seguro da Medicare não faz o que promete. A razão que me levou a fazer o seguro foi querer fazer um tratamento ortodôntico com Invisalign, o que expliquei aos colaboradores da empresa, que me asseguraram que teria descontos na ordem dos 50%, afirmação que questionei várias vezes, pois queria ter confirmação se seriam os 50% ou se na ordem significaria mais tarde 25 ou 10 ou 5 por cento. Neste momento, tenho um orçamento sobre o qual não existirá qualquer vantagem da parte da Medicare e quando contactei a empresa para pedir que me enviassem as gravações das chamadas efectuadas, de forma a ter confirmação do que me foi oferecido, foi-me dito que teria de me dirigir a Lisboa (moro no Algarve) para ouvir as gravações. Gostaria de deixar a minha queixa, pois por mais que seja sabido que os seguros arranjam formas de enganar o seu cliente, isto não é correcto.Obrigada
Problemas com saúde pública.
CÂMARA MUNICIPAL DE MATOSINHOSEXMOS SENHORESVenho por este meio denunciar a causa de degradante paisagem q os condóminos da Rua da Estação Sita em S.Mamede de Infesta são obrigados a admirar todos os dias e anos.Além da poeira q entra em nossas casas, são motivo de alergias respiratórias e erupções no corpo.Estando em situação de saúde precária apelamos ao Exmo Sr Delegado de Saúde a solução.Constatamos q S.Mamede de Infesta nessecita de melhor limpeza de ruas, de actuar na poluição sonora das motos em excesso de velocidade e escapes livres na ponte até às circunvalação.Por isso viver em SMamede de Infesta está muito diferente do q seria uma cidade de paz e harmonia com outro ambiente.Respeitosos cumprimentos.Alfredo da Costa Correia da Silva
Cancelamento do contrato
Boa tarde,Venho por este meio, mais uma vez, solicitar que aceitem o cancelamento do meu plano de saude com a Medicare. Aceitei aderir ao Plano com a Medicare numa chamada telefónica, numa fase que queria fazer um seguro de saude. O vendedor disse-me que podia cancelar em qualquer altura e que tinha preços super competitivos. O que aconteceu foi que, as poucas vezes que fui ao Trofa Saude (onde têm parceria e onde eu sempre vou quando preciso de ir ao medico) ficava-me mais caro usar a Medicare porque o cartão de cliente do Trofa Saude não tem custos e dão 10 euros em cartão para usar nas consultas seguintes. Em outras situações tentei usar o cartão e também não era suficientemente vantajoso face a mensalidade e as vezes de uso. Entretanto, algumas prioridades pessoais mudaram na minha vida e precisava de curtar alguns gastos. Uma vez que mal usei o cartão seria um dos poucos cortes que poderia fazer nas despesas mensais. Falei com a Medicare e convenceram-me que o cancelamento era impossivel.. Entretanto li alguns testumunhas na internet que, com as mesmas condições, conseguiram cancelar o Plano. Venho pedir que revejam a situação e que compreendam que é mesmo importante que aceitem este cancelamento. Não estou satisfeita convosco desde o momento em que percebi que não compensava usar o cartão, em que percebi que estava fidelizada sem saber e por não ter a vossa compreensão nos pedidos já efetuados. (https://www.deco.proteste.pt/reclamar?int_source=decoproteste&int_medium=newsarticle&int_term=&int_content=medicare-fideliza&int_campaign=reclamar2019)Aguardo o vosso feedback com a maior brevidade possivel
Exigências de pagamento após desistência por mau serviço
Venho por este meio demonstrar o meu desagrado para com o espaço Be-Fit Setúbal que em nada fideliza os seus clientes mas que sabe exigir direitos sem olhar para os seus deveres. Inscrevi-me neste ginásio com o intuito de frequentar o seu espaço e serviços e foram constantes as vezes em que este, mesmo que por motivos alheios, esteve encerrado ou sem acesso à água que é do direito de todos os clientes. Mostrei o meu desagrado por e-mail para o Be-Fit Setúbal que nem seu deu ao trabalho de responder e, como estava a pagar por um serviço que não estava a corresponder às expectativas apresentei o cancelamento da minha inscrição e respectivo débito directo no dia 29 de Junho. A minha mensalidade era de 19,90€ e vêm-me exigir hoje 39,90€. Quando uma empresa não presta os serviços aos quais foram contratados tem o direito a exigir pagamentos mesmo depois de ter sido cancelada a inscrição por esses mesmos motivos?
Falta de profissionalismo, imoralidade e incompetência
Venho por este meio comunicar a V. Exas. que a empresa Palvidas não tem qualquer respeito pelas pessoas nem enquanto consumidores, nem enquanto humanos. O meu marido, teve um AVC hemorrágico que o deixou com uma incapacidade de 95%, sem mobilidade nenhuma e sujeito a medicação de 3 em 3. Assim sendo, o seu transporte é complicado e requer a intervenção de profissionais, como pensei erroneamente que a empresa Palvidas seria. O meu marido tem sido acompanhado pelo Centro de Medicina de Reabilitação de Alcoitão, para efeitos de fisiatria e controlo de medicação. Assim, tem de se deslocar de tempos em tempos para o centro de reabilitação. A pedido do Centro de Saúde da Buraca, o nosso centro de saúde, esta empresa é a que faz todos os transportes para as consultas do meu marido, incluindo as deslocações a Alcoitão.Ora, esta empresa fornece os pior serviço na sua indústria. Desde que começaram os transportes do meu marido, já se atrasaram de forma a que ele perdesse várias consultas e uma cirurgia, que, conhecendo o nosso sistema de saúde, são complicadíssimas de se marcar e a falta a uma consulta, implica uma longa espera para se marcar outra. Uma vez, numa clínica em Cascais, até o colocaram sentado numa cadeira normal de uma sala de espera (ele não se senta, sendo que está num estado vegetal e só se pode sentar em cadeiras de rodas com cintos de segurança para que não escorregue e caia), o que causou que ele tombasse no chão e foram-se embora. Quando contactei a empresa após este incidente, disseram-me que não é da responsabilidade deles que o meu marido tivesse caído. Em outra circunstância, enviaram uma ambulância com uma maca avariada, tendo o meu marido ficado à chuva, à espera que arranjassem forma de o colocar dentro da ambulância. Isto é completamente inaceitável por parte de um prestador de serviços de saúde deste tipo num país europeu.A mais recente atitude deplorável desta empresa ocorreu no dia 16 de Setembro de 2019. Um mês antes desta data, foi efetuado e confirmado o pedido de transporte para este dia às 11 da manhã, sendo que a consulta em Alcoitão era às 12:30.Até ao dia do transporte, não houve qualquer contacto da empresa para confirmar o horário do transporte. No dia do transporte, às 8:30 da manhã, eu contactei a empresa, pela segunda vez, a confirmar o horário do transporte, ao que eles me respondem que estivesse pronta às 9 da manhã para o transporte.Ora, isto é inaceitável pelos seguintes motivos:1- O meu marido é muito grande e eu sozinha não consigo efetuar a higiene dele, pelo que recorro a uma empresa que vem todos os dias às 9 da manhã para o fazer. Sendo que as auxiliares só vêm às 9, o transporte no horário comunicado pela empresa não seria possível. Isto foi explicado à central telefónica da empresa, ao que me respondem que se não fosse a essa hora, não seria feito o transporte.2- para um paciente que depende de medicação de 3 em 3 horas e se alimenta pela sonda, estas deslocações várias horas antes de uma consulta (e várias horas após a consulta, sendo que a empresa apenas podia vir buscar-nos em Alcoitão às 17:00 após uma consulta que acabava às 13:00!!).3- Expliquei a minha situação à central telefónica, inclusive que tenho uma bebé que está na creche e que tenho de ir buscar antes das 17, uma vez que ela está doente, ao que me responde a senhora com uma frieza inimaginável a dizer que aguarde, pois não pode adivinhar quanto tempo a ambulância demora.Após isto e no meio de tanto desespero, tive que chamar uma empresa privada de transportes, ao qual tive de pagar 65 euros, que nunca me serão reembolsados.Agradeço que alguma cousa seja feita, porque esta empresa não tem qualificação para lidar com doentes.
médico erradamente anunciado na rede de prestadorese disponível no site
De acordo com a informação veiculada tanto no site MyAdvanceCare como no da empresa MGEN na lista de prestadores de serviços, pretendi marcar um exame para a minha mulher Ana Maria Pimenta Arcanjo com o Dr. José Manuel Costa Estevens na Clínica Lusíadas em Faro como sempre fizemos. Fui confrontado, na Clínica Lusíadas Albufeira com o facto de que o Dr. Estevens não tinha qualquer tipo de contrato com a Advance Care, apesar de constar na lista hoje - 10 de Setembro de 2019. Tentando via telefone resolver a situação com a MGEN fui atendido pela funcionária Sandra Silva que me informou que, de facto, o Dr. Estevens já não era prestador da AdvanceCare desde 2018. Esta foi a informação inicial. Perante a minha manifestação de desagrado uma vez que para mudar do meu antigo seguro de saúde para o actual da Mgen a conselho da DECO, dei-me ao trabalho de consultar e verificar os médicos disponíveis de acordo com o nosso interesse e necessidade.para efectuar a mudança. Perante a minha relutância a funcionária pediu-me para esperar e depois de algum tempo veio corrigir a informação inicial dizendo que aquilo que lhe era dado verificar é que o Dr. Estevens Atendia em Faro na Clínica Lusíadas nas instalações do Largo Francisco Sá Carneiro. Ora eu sou de Faro, conheço muito bem estas instalações e sei que o Dr. Estevens NUNCA atendeu ali. Nem sequer tem condições técnicas para o fazer uma vez que se tratam de consultórios normais de atendimento para variadas especialidades. Em contacto telefónico com a Lusíadas em Albufeira foi confirmado que os exames de colonoscopia e endoscopia alta eram realizados lá uma vez que a Lusíadas em Faro onde eram realizados, está fechada há muito por falta de condições de funcionamento e até que obras sejam feitas.Quero manifestar o meu desapontamento com a MGEN no sentido de que parece pouco fiável na informação disponibilizada no site, levando-me assim a tomar decisões erradas e com grande impacto económico na minha vida já que além dos €220 mensais do seguro, se quiser ir ao médico em quem confio e que julgava disponível na plataforma, tenho de desembolsar cerca de €650.A V/ opinião sobre o exposto será apreciada.AtentamenteDaniel Martins LealTM 918213328
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