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Extensão de Garantia WORTEN
Apresentei em Fevereiro, uma reclamação á WORTEN, relativamente a uma avaria na minha TV OLED 4K SMTV 55'' LG OLED55B7V.Comprei uma televisão LG com extensão de garantia. Passados cerca de 3 anos ao aparecer um risco na horizontal da TV, liguei para o departamento de assistência técnica a pedir uma intervenção. Quando os técnicos vieram a minha casa, informei que fazia mensalmente o restauro dos pixels, que não jogava com consolas naquela TV, a TV não está presa a nenhuma parede e que tenho feito todos os procedimentos de manutenção que indicam no manual. Passados uns dias recebo uma chamada de outros técnicos que iam fazer um orçamento, pois a minha televisão não estava ao abrigo da garantia WORTEN.Não recebi nenhum relatório a explicar o sucedido, não recebo uma chamada a informar qual a anomalia, simplesmente recebo uma chamada que vão fazer um orçamento, pois a avaria não está ao abrigo da extensão de garantia WORTEN. Sinto que fui claramente enganado pela WORTEN em várias compras que fiz, ao me convencerem a pagar um valor adicional para uma extensão de garantia que é um embuste.Após ter trocado vários emails com a assistência da WORTEN, informaram que a minha televisão tem BURN-IN e que não está abrangido pela garantia do fabricante.Responderam o seguinte: ...É nossa intenção apresentar a cada Cliente a solução mais adequada e procuramos sempre oferecer um serviço de excelência. No seguimento da sua exposição, que mereceu a nossa melhor atenção, esclarecemos que a reparação do artigo TV LG OLED55B7V (OLED - 55'' - 140 cm - 4K Ultra HD - Smart TV) não foi possível de efetuar em extensão de garantia, por a mesma não cobrir situações de burn in. Nesse sentido, e após análise, lamentamos, mas não poderemos ir de encontro à sua pretensão...Telefonicamente e não por escrito, certamente estratégia interna para não se comprometerem, dizem que não reparam ao abrigo do n.º 4 (exclusões) item 12 do contrato de extensão de garantia, onde diz: Danos estéticos ou físicos causados por quedas ou manuseamento incorreto do produto.Reclamei para a LG que considerava inadmissível uma TV tão cara, ter uma durabilidade de apenas 3 anos, e após analise dos seus técnicos responderam-me o seguinte: ...após uma análise profunda à sua reclamação, informamos que foi verificado pelo nosso centro técnico, que existia uma linha horizontal no painel da sua TV . Pelo que caso o equipamento ainda estivesse dentro do período de garantia de 2 anos, o mesmo seria reparado sem custos, uma vez que é uma anomalia que está ao abrigo das condições de garantia da LG, e ao qual o Sr. Luís Pinto não tem qualquer responsabilidade na anomalia em causa.Posto isto, sugerimos que contacte novamente a entidade responsável pela extensão de garantia, solicitando assim, a reparação do seu equipamento sem custos...Concluindo, a WORTEN não tem qualquer argumento para não me reparar a TV ao abrigo da garantia, os técnicos da LG dizem que não tenho qualquer responsabilidade na anomalia. O comportamento da WORTEN é vergonhoso e não é digno de uma grande empresa. A forma como estão a tratar este processo, demonstra a sua postura de arrogância perante os seus clientes. O que pretendo é que cumpram o contrato de extensão de garantia. Melhores cumprimentos
Encomenda na alfandega
Venho por este meio comunicar a vossa excelência que gostaria de efetuar uma reclamação à alfandega de Lisboa.Passo a expor a situação: enviei no dia 17/05 uma carta, com um postal e um babygrow, que comprei em Inglaterra e enviei em correio registado para oferecer a uma amiga que descobriu que está grávida. Pois, a carta chegou a Portugal dia 24/05, e desde então não saiu de Lisboa. No mesmo dia, enviei outra carta, com um postal e um porta-chaves, que já foi entregue em Portugal.Visto que é uma carta pessoal, não foi uma compra efetuado online por nenhuma das partes envolvidas, gostaria de saber porquê que o envelope está retido. Contactei os CTT a 27/05 e apenas me disseram que tinha de aguardar 15 dias até o envelope ser analisado. E caso ficasse retido teria de pagar para desalfandegar o envelope.Pois bem, visto ser uma encomenda a título pessoal, gostaria de reclamar sobre a forma como a alfandega escolhe as encomendas a ficarem retidas e sem apresentarem justificação. Atenciosamante,Andreia Ribeiro
Sofá com tecido defeituoso
Bom dia Exmos. Srs., Venho por este meio apresentar uma reclamação de uns sofás que comprei em Julho e que recebi no dia 31 de Agosto de 2020, comprei na loja Ok Sofás na Abrunheira/Sintra.Fomos de proposito aquela loja devido ao site deles, onde falam de um tecido especial que resiste as investidas dos animais, como temos 2 gatos fomos saber informações.Foi nos explicado que o tecido Rustika era um tecido especial que o gato mesmo arranhando não estragaria o sofá, para termos este tecido especial pagamos mais à volta de 400€ e ficamos descansados até porque foi por prevenção pois até hoje e temos os nossos gatos já com 7 e 8 anos não temos nada estragado em casa.O sofá foi nos dito que tinha uma garantia de 10 anos o que mais uma vez nos deixou descansados, pois o sofa foi bastante caro e por isso pensavamos que iramos ter um sofá em condiçoes durante bastantes anos, até porque tivemos um sofá durante 15 anos, foi para substituir esse que compramos este, esse sofá durou 15 anos com animais gatos e cães e não era nenhum tecido especial, era um sofá de qualidade mas com um tecido normal.Tenho em casa mais 2 sofás de uma grande superficie, sem grande qualidade já com uns 10 anos e um deles é mesmo o sitio preferido da nossa gata, e não apresenta nenhum rasgo ou arranhadela, está em perfeitas condições, os meus gatos não arranham os sofás, não tem esse habito, mas mesmo que o fizessem o tecido deveria ter aguentado pois foi para isso que investimos mais 400 euros num sofá para alguma eventualidade, pois poderiamos resolver ter mais um animal e ter um feitio diferente dos que temos que são bastante calmos. Assim recebemos o sofá no dia 31/08/2020 e fiz a reclamação dos pequenos rasgos(2) no dia 01/10/2020 ( o sofá foi usado não chegou a 2 meses) e apenas ontem consegui que me dessem uma resposta, a qual foi que após analizarem o tecido verificaram que foi mau uso da nossa parte e portanto podem reparar mas teriamos de pagar.Ora isto é uma burla é que só pode, estou muito revoltada com esta situação aquele rasgo só pode ser por algum defeito do tecido ou má qualidade do mesmo.Pedi o meu sofá de volta pois não vou dar mais dinheiro aquelas pessoas, mas quero ser indemizada ou que me reparem o sofá sem custos da minha parte, pois só o facto de estar sem o sofá já é um custo para mim pois faz muita falta.Neste momento o sofá começa a ter outros problemas, as costuras estão a abrir e o forro a sair. Neste momento um sofá com pouco uso começa a ter aspecto de velho, até de estarmos sentados começa a ficar com a forma do nosso corpo.Toda esta situação tem contornos de burla.Obrigada
encomenda de artigo com defeito
Boa tarde,Fiz uma encomenda online à empresa hazel dia 19/04, a encomenda chegou dia 11/05 e verifiquei que tinha defeito, contactei a empresa e informei que pretendia a devolução e reembolso do dinheiro. Disseram-me que a devolução de dinheiro não era possivel e que a mesma seria feita em voucher ou então que me enviariam um novo artigo, ao que contrapus porque o artigo encomendado seria para um casamento no fim semana seguinte e não pretendia novo artigo mas sim a devolução do dinheiro e informei que ia devolver o artigo.Dia 14/05 enviei o artigo para a loja, em correio registado com aviso de recepção, tendo pago 4.60€, factura que enviei para a Hazel a solicitar o reembolso. Dia 24/05 recebo um email a informar que iam avançar com o reembolso.Dia 25/05 recebo um email a informar que tinha sido reembolsada em 5€, sendo que na minha área de cliente verifico que tenho um credito que 5€ referentes aos portes de envio do vestido. O vestido foi comprado por 129€ e o valor dos portes pagos 5€.Gostaria de obter a vossa ajuda por forma a solucionar esta questão o mais breve possivel.Obrigada!
Burla / Fraude - Centro de Responsabilidades do Banco de Portugal
Venho por este meio efectuar uma queixa relativamente a um crédito concedido pela Cofidis em meu nome, que foi pago directamente à Empresa VORWERK para aquisição de uma máquina de cozinha popularmente conhecida como Bimby.Este crédito está comunicado no centro de responsabilidades do Banco de Portugal e em fase de cobrança por uma empresa de titularização de créditos denominada como Hefesto.Foi ao contactar essa mesma empresa que fiquei com conhecimento de tal crédito e passei a ter acesso à documentação usada para o pedido do tal crédito. Ao analisar a mesma, fiquei pasmado com a facilidade com que alguém pode fazer um crédito em nome de outra pessoa, sem qualquer prova documental como cópia de CC ou BI, comprovativo de morada, comprovativo de NIB ou qualquer outro documento que prove que fui eu o beneficiário do crédito. Como se não bastasse essa falta de documentação, tanto o contrato de crédito COFIDIS, como o Contrato de venda da VORWERK têm informação incorreta ou falsa. Elementos como: a profissão, a entidade patronal e sua sede, o vencimento, a morada, as informações de contacto, as informações bancárias (NIB, banco e balcão) e claro a assinatura, todos são falsos ou incorretos. Eu na altura tinha 20 anos, vivia sozinho em casa do meu pai e nunca tive ou quis ter qualquer máquina de cozinha, nem nunca tive tal necessidade.Percebi depois que estes contratos foram falsificados pelo agente da Vorwerk que era na altura meu vizinho e que de alguma maneira usurpou os dados necessários para poder fabricar estes contratos. Prova é a utilização por parte do tal agente/vizinho da sua morada na altura que só é diferente da minha no número do prédio e andar (eu morava no nº8 - 2ºesq., ele morava no nº7 - 2ºdto.) e do seu contacto telefónico na altura (para poder controlar e evitar que eu ficasse a saber do crédito). Mais! Qualquer pessoa consegue ver que a mesma letra utilizada no preenchimento dos contratos é a mesma usada nas assinaturas. Contratos ilegais desprovidos de qualquer comprovativo que possa identificar-me como beneficiário do crédito, demonstrando a permissividade tanto da COFIDIS como da VORWERK para facilitação de créditos sem qualquer cruzamento de informação que comprovasse a identidade do beneficiário do crédito.É uma vergonha enorme uma pessoa ter o nome manchado no Banco de Portugal devido tanto ao abuso e burla do agente, como da permissividade e falta de controlo da COFIDIS e da VORWERK. Só fiquei a saber que tinha o nome na lista do Banco de Portugal porque necessitei de pedir um crédito.Por todos estes motivos exijo que a COFIDIS anule a dívida em meu nome o quanto antes, sob pena de se interpor um processo no tribunal competente por vários tipos de danos já sofridos e danos que estou agora a sofrer, não só pelo registo no Banco de Portugal como da impossibilidade de qualquer financeira me ceder um crédito.Vou desde já efectuar uma queixa nas autoridades competentes em relação ao agente que cometeu a burla e utilizou o meu nome e dados e vou com aconselhamento legal, tomar as devidas medidas em relação à empresa VORWERK pela facilitação de um crédito fraudulento sem prova do titular e possivelmente à própria COFIDIS caso não tenha uma resposta em relação a este assunto.Envio em anexo a documentação que foi usada para efetuar o crédito em meu nome.Aguardando a vossa resposta, estou disponível para qualquer esclarecimento que considerem oportuno.Atentamente,Bruno Miguel Cabral Pinheiro* Este e-mail vai ser encaminhado para:VORWERK, COFIDIS, HEFESTO, BANCO DE PORTUGAL, Portal da queixa, DECO, e todas as entidades legais/competentes que me forem aconselhadas.(Texto copiado Ipsis Verbis dos e-mail's já enviados para outras entidades)
Devolução do valor da compra
Socio DECO 0691715-08 data 14/4/1999Vou transcrever a reclamação que fiz á Empresa Espaço Casa em Alfragide:No dia 21 de Maio efectuei a compra de duas cadeiras de Praia . No acto do pagamento fiz a seguinte pergunta , se o material tinha garantia e qual o prazo de algum problema efectuar a respectiva devolução. A resposta sim que tinha garantia e que podia devolver no prazo de 15 dias caso o material estivesse em condições. Ao chegar a casa verifiquei que as cadeiras eram um pouco pesadas, então resolvi deslocar-me ontem dia 24 de Maio ao Espaço Casa com o intuito de devolver as cadeiras pois as que tinham de outros modelos não me satisfaziam. Assim a funcionária que me atendeu avisou-me que não havia o direito de devolver o valor de € 85.90, mas sim trocar por outras coisa ou então ficar em vale para futuras compras. Disse de imediato que não estava de acordo e que não podiam dispor do valor e obrigarem-me a comprar coisa que não preciso. Assim a Gerente foi chamada e disse que no balcão estavam as condições das Compras, portanto tinha obrigação de saber. Ora aqui começa a situação desagradável primeiro porque o que está escrito em letra pequena não é fácil de ler e devia ser a primeira linha a alertar para o efeito em segundo lugar a folha em vez de ser bem visivel é um formato pequeno pouco mais que um A5. Terceiro a vendedora quando disse que tinha 15 dias para trocar tinha a obrigação de dar a informação completa e não o fez. Assim exijo que me seja feita de imediato a devolução deste valor, porque além desta reclamação e como sócio da DECO vou dar a conhecer a situação para que no futuro não os Clientes saibam a imposição desta Empresa em relação ás compras efectuadas. Neste momento em Portugal deve ser a única que usa este método menos claro e pouco confiante para quem compra. Aguardo resposta urgenta s.f.f. - Obrigado
resposta insatisfatória
Boa tarde, agradeço a vossa resposta, visto deste modo, a Candy provar que como marca é mercantilista, não se interessando pelo cliente.De facto, analisei as páginas em questão, e tal como refere não é recomendado, se fosse proibido nunca secaria.Não sendo recomendado, o cliente pode secar e assegura o risco de os ténis serem danificados durante a secagem.O que aconteceu não vem escrito no manual, o qual foi lido antes de começar a operação de secagem dos ténis.Realmente a porta não tem um fecho de segurança por isso a porta abriu-se e o deposito caiu no chão e partiu-se.A porta de uma máquina ser considerado um acessório não faz sentido. Numa máquina de secar roupa ou lavar, a porta é um acessório?Sem uma porta a máquina simplesmente não funciona.Não querem fazer a compensação do valor do mesmo, era de esperar devido a ausência de resposta, agora passado este tempo nem assumirem que o manual não é claro e que a porta não tem uma tranca de segurança simplesmente acho absurdo.Como posso aceitar a questão como resolvida se responderam como se eu fosse uma pessoa com alguma incapacidade, preciso que me respondam de forma a provarem, sem margem para duvidas que eu errei, ou então não conseguem visto não ter errado, a não ser por ter optado por esta marca.ObrigadoCumprimentos
Recusa da garantia a bens de consumo
Ex.mos Sr.sVenho por este meio apresentar a devida reclamação relativa à recusa de prestação da garantia de um automóvel adquirido no concecionário Carfoz, Lda. Após a notificação, através de carta registada com aviso de receção (expedida a 22 de março 2021 e por este recebida a 23 de março de 2021), de desconformidade do bem adquirido no referido estabelecimento (automóvel LAND ROVER FREELANDER TD4) a 9 de dezembro 2020 (cumprindo, assim, o prazo estabelecido no n.º 2 do artigo 5.º-A do Decreto-Lei n.º67/2003, 8 de abril), no valor de 4010€, à qual responderam, através de carta registada com aviso de receção de 30 de março de 2021, recusando a operacionalidade da garantia do referido bem, venho apresentar a devida reclamação. Após notificar a desconformidade de um baque seguido de intenso fumo branco do escape, com faúlhas/faiscas a serem expelidas do tupo de escape, óleo no interior da panela do escape, temperatura a marcar sempre 0 ou - raramente 1/4 do valor disponível no indicador da temperatura do motor, som trémulo no lado frontal esquerdo do carro, quando virando o volante em andamento, ligeira tensão e prisão das rodas quando virando o volante a 100% para qualquer dos lados, buzina em mau funcionamento, jantes em desconformidade com o modelo - colocando em causa a segurança do mecanismo dos travões -, comprovado por laudo mecânico incluso na referida carta (laudo, aliás, solicitado pelo gerente do estabelecimento, no primeiro contacto telefónico estabelecido com este após a avaria - tendo de utilizar o transporte de reboque do seguro automóvel para a oficina - para que aceitasse qualquer consideração relativamente ao bem para que seja arranjado - aí recusando, sem saber ainda o problema - que se fosse problemas de turbo não o cobririam), este concessionário recusou, na sua resposta por carta, o meu direito de solicitação de reparação por mim feita na notificação de desconformidade, argumentando que o vendedor não é responsável pelos defeitos que surjam posteriormente à entrega do veículo, nem por aqueles que, a essa data, o comprador tenha conhecimento ou não possa razoavelmente ignorar, dizendo, ainda, que quanto ao turbo, porque se tratava de uma peça nova, por norma o seu fornecedor aceita sempre a sua substituição sem custos (...) solicitando que a viatura se deslocasse às instalações da sede da Carfoz para a substituição do turbo. A garantia seria quase nula. Sucede que, aquando do procedimento contratual, um empregado da Carfoz realizou-me uma tentativa de burla, pela própria Carfoz posteriormente assumida (face à minha comprovação documental dessa mesma tentativa, não sendo eu o único lesado), a qual não me inspirou confiança para a realização da substituição da peça, principalmente porque a própria Carfoz apenas alteraria o turbo, deixando-me com problemas de transmissão, termostato, bomba de água e jantes no referido veículo, sem conseguir realizar uma deslocação de regresso à minha morada fiscal (em Lisboa) por não reunir o referido veículo condições de segurança. O veículo foi adquirido no mês de dezembro, mês de matrícula, onde a inspeção foi realizada pelo concessionário (vindo sem qualquer anotação). Uma vez que estas alterações por mim não poderiam ser realizadas (basta referir as jantes, comprovadas pela sua não alteração posterior à compra, pelo contraste pelas fotografias disponibilizadas no anúncio e na fotografia por mim colhida no momento da colocação da viatura na oficina para obter o relatório do mecânico especializado - e, refira-se, especializado neste especifico modelo de viatura, Land Rover Freelander). Por mais que o referido stand alegue que eu deveria ter conhecimento ou que tinha conhecimento das falhas apontadas, a viatura saiu a andar perfeitamente bem do concessionário. Não sendo eu mecânico, o padrão de exigência para o conhecimento de falhas devem ser tidas na ótica do consumidor, não de um mecânico. Como tal, a recusa de reparar as referidas desconformidades não se sustenta por si só (aliás, baseada em jurisprudência de tribunais de primeira instância, igualmente em problemas relativos a turbocompressores mas, ao mesmo tempo, passível de ser aplicada a transmissões, a bombas de água, a travões, a jantes, etc., em especial porque as jantes são do mesmo veículo, mas de um modelo anterior, portanto, sendo jantes da mesma marca e do mesmo modelo, no consumidor não alertavam para uma desconformidade, algo que é exigido ser conhecido a quem comercialize em especial e específico automóveis: a falha de conhecimento está no concessionário, não no consumidor).Após contactar o mecânico onde o automóvel se encontrava depositado, esperando transporte para que o concessionário realizasse a reparação, este colheu ainda a noção de que as molas da viatura estavam cortadas e soldadas (sem qualquer averbamento no livrete - portanto, ilegal), que o mecanismo de travagem das rodas dianteiras estavam raspados, face ao uso da jante inadequada, necessidade de reparação de apoios de motor, apoios de caixa e biela (totalmente partidos). Atente-se, ainda, que no que toca à transmissão, o carro encontrava-se ligado apenas às duas rodas frontais (sendo este um carro 4x4 a todo o tempo), e a compra só se realizou com a garantia (ou seja, fora do canal de revenda) porque a ligação das 4 rodas seria garantida. Como pode o consumidor esperar que a falha foi sua quando esta falha (ligação Viscoso) é devida a quilometragem (a cada 70000km deve-se a sua substituição), injustificada pela baixa quilometragem entre a compra e a avaria e sua deteção no laudo mecânico?A recusa é infundada. A existir a venda, parece-me que, claramente, a boa fé contratual foi violada (já que a boa fé pré-contratual já havia sido quebrada e que se tentou reconstruir uma vez que os 500€ de sinal dados ao empregado da empresa e por esta assumido como sinal apesar da tentativa de burla tinham sido dados).Solicitamos, por isso, redução do preço e compensação económica.
Defeito no produto entregue
Comprei na radio popular online um fogão princess limos-5w no dia 03-05-2021 acontece que vinha com defeito de fabrico no dia 05-05-2021 fiz a reclamação através de um formulário da radio popular para o efeito marcarão para dia 18-05-2021 a presença de 2 técnicos que depois de verificarem o que se passava escreverão no relatório que nececitava de reparação um fogão com defeito de fabrico. eu não aceitei e estava no meu direito pois existe 15 para devolução do mesmo visto a compra ser online(existe conversas telefónicas gravadas com a radio popular em que podia continuar a usar o mesmo visto que a resolução de qualquer problema com a radio popular é devagar devagarinho, já de má fé) dia 20-05-2021 recebi um e-mail para eu enviar fotos do fogão, enviei as fotos no mesmo dia. dia21-05-2021 veio a resposta que não faziam a troca visto o fogão apresentar marcas de uso. poi tinha que ter mas com autorização deles este tempo todo se passou porque eles para resolverem a questão demoraram estes dias todos se calhar depropositadamente. agora o que eu pretendo é a troca do fogão por um novo porque como disse este tinha defeito de fabrico como disseram os técnicos e não um arranjo num fogão novo ou em ultimo dos casos a devolução do dinheiro.os melhores cumprimentos, obrigado.
Negligência e falta de atenção ao cliente
Desde que adquiri a Bimby, antes do plano Cookidoo existir, fazia compras de livros de receita digitais, tendo, assim, direito vitalício sobre os mesmos ao aceder a plataforma Bimby. Em fevereiro deste ano, 2021, como de costume, acedi ao site para ter acesso a um dos livros. Para minha surpresa, não existe mais acesso para 11 livros digitais, dos 36 comprados. Venho tentando uma resposta por parte da empresa e o máximo que me conseguem orientar é para aceder a um aplicativo ( antigo, que não existe mais) e referem-me ao meu modelo de Bimby como sendo o TM31, sendo que o meu é o TM5. Além da negligência, um total descaso com o cliente.Tenho os meus direitos lesados e uma empresa displicente para resolver. Já tentei, via e-mail, comunicar-me por mais de 4 vezes e, além da demora na resposta, a empresa não trata do assunto como deve ser. Eu apenas quero o meu acesso de volta ou o meu dinheiro de volta.Parece tudo muito lindo quando alguém compra uma Bimby, mas é importante que saibam que nada é perfeito como vendem a imagem da mesma.
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