Reclamações públicas
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Ma prestação de serviços
Venho por este meio solicitar a vossa intervenção relativamente à minha experiência com a instituição de pagamento Nickel, devido a uma sucessiva má prestação de serviços, falta de profissionalismo e obstrução sistemática à resolução dos meus problemas enquanto cliente. Exposição dos Factos: Dificuldade de Contacto e Desonestidade: Sempre que contacto a linha de apoio ao cliente, sou alvo de um "jogo de empurra". Os operadores não se identificam corretamente e demonstram uma pressa evidente em terminar a chamada, sem qualquer intenção de resolver a questão apresentada. Exigências Burocráticas Excessivas: Para qualquer diligência, são solicitados inúmeros documentos para provar a titularidade da conta. No entanto, mesmo após o envio em conformidade de toda a documentação exigida, a Nickel alega novas desculpas ou solicita documentos adicionais, criando um ciclo infinito de burocracia sem fim à vista. Conduta e Postura dos Colaboradores: Os funcionários têm sido grosseiros, impacientes e demonstram uma total falta de formação no atendimento ao público. É percetível o desinteresse em prestar auxílio, priorizando o encerramento da chamada em detrimento da ajuda ao cliente. Prejuízo ao Consumidor: Esta postura impede-me de gerir a minha conta e os meus fundos de forma digna e eficiente, causando transtornos pessoais e financeiros.
Ma prestação de serviços
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a instituição bancária [nivkel] devido à sucessiva má prática no atendimento ao cliente e a problemas operacionais graves que têm condicionado o acesso aos meus fundos. Os motivos da minha queixa baseiam-se nos seguintes pontos: Bloqueios Injustificados: A minha conta tem sido bloqueada de forma recorrente, sem qualquer aviso prévio ou fundamentação válida, impedindo-me de movimentar o meu próprio dinheiro e causando transtornos na gestão da minha vida financeira. Atendimento Deficiente e Hostil: Ao contactar a linha de apoio ao cliente, deparo-me frequentemente com assistentes ríspidos e mal-educados. Em vez de focarem a chamada na resolução do problema, os comerciais adotam uma postura defensiva e pouco colaborativa Obstrução de Resolução (Má-fé no horário de fecho): Num episódio recente, contactei o apoio a escassos minutos do encerramento. Fui mantido em linha com táticas de demora propositadas (manobras de "enrolar") até que o horário de expediente terminasse. Assim que o relógio bateu a hora de fecho, informaram-me que o serviço já não estava disponível, recusando-se a transferir a chamada para a área técnica que poderia resolver o meu bloqueio. Esta é uma prática recorrente e demonstra uma total falta de respeito pelo consumidor.
Transferência MBWay PENDENTE
Bom dia. Ontem, às 17:34, fiz uma transferência por MBWay no banco REVOLUT e até agora a operação consta como PENDENTE, sendo que o dinheiro já saiu da minha conta. Estou em contato desde ontem com banco que me orientou a aguardar 7 dias para uma operação que é INSTANTÂNEA. Em contato com MBWay, eles me orientaram a cancelar a operação, já que deveria ter sido feita de forma automática. Entretanto, o banco REVOLUT não me permite mais cancelar. Estou passando por constrangimento com estabelecimento que está aguardado o pagamento pelo serviço. Não sei mais como resolver esse problema. Já faz 19 horas e não tive nenhuma solução. Um absurdo o que estou passando, me sinto como se estivesse enganando o estabelecimento, que não tem culpa e está sendo prejudicado !!!
Sem acesso a conta
Exmos. Senhores, Sou titular do contrato de crédito Nº (introduzir número de contrato) e foi-me cobrada uma comissão indevida por reembolso antecipado nos termos do Artigo 19.º do Decreto-Lei n.º 133/2009. Sendo que já reclamei junto dos vossos serviços e a situação permanece inalterada, solicito a vossa resposta com a maior brevidade. Cumprimentos.
Reembolso de viagem não pago pela Fidelidade
Boa noite, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativa à recusa de reembolso por parte da Fidelidade – Sinistros, no âmbito de um seguro de viagem por mim e pelo meu companheiro. Tínhamos uma viagem para as Filipinas agendada para o dia 6 de fevereiro, adquirida através de uma agência de viagens com acordo com a Fidelidade. Contudo, fomos obrigados a cancelar a viagem, uma vez que o meu companheiro, Guilherme, foi internado com pneumonia antes da data de partida, ficando clinicamente impedido de viajar. Adicionalmente, sendo eu a única pessoa que coabita com o mesmo, tive necessidade de prestar assistência durante o período de doença, o que igualmente me impossibilitou de realizar a viagem. Assim, e de acordo com as condições do seguro (que junto em anexo), ambos temos direito ao respetivo reembolso. Importa esclarecer que a viagem foi paga por um amigo nosso que era um dos passageiros da viagem, José, que efetuou o pagamento junto da agência de viagens (atuando esta apenas como intermediária, sendo a responsabilidade do reembolso da seguradora). A fatura foi emitida em nome da empresa do José, enquanto o recibo foi emitido em nome individual. Foram entregues todos os documentos solicitados pela Fidelidade, nomeadamente: Comprovativo de internamento hospitalar; Bilhetes de viagem; Recibo de pagamento; Fatura; Comprovativo de IBAN do pagador. Ainda assim, a Fidelidade recusa proceder ao reembolso, alegando que existe uma incongruência entre o nome constante no recibo (José) e na fatura (empresa do José), exigindo a alteração da fatura para nome individual — o que não é uma solução viável. Salienta-se que: Tal exigência não consta de nenhuma cláusula das condições contratuais do seguro; O pagamento foi aceite pela própria entidade nos moldes apresentados; Foi inclusivamente proposta solução alternativa (comprovação de vínculo entre o José e a empresa), a qual foi indeferida sem fundamentação adequada. Do ponto de vista jurídico, cumpre referir que, nos termos do artigo 102.º, n.º 1 do Regime Jurídico do Contrato de Seguro (Decreto-Lei n.º 72/2008, de 16 de abril), “o segurador deve pagar a prestação devida ao segurado ou ao beneficiário, conforme os casos”. Acresce que, tratando-se de um seguro de danos, é aplicável o princípio indemnizatório consagrado no artigo 128.º do mesmo diploma, segundo o qual a prestação do segurador está limitada ao dano efetivamente sofrido, até ao montante do capital seguro. Nestes termos, sendo eu e o meu companheiro os titulares do interesse seguro e os efetivos lesados, assiste-nos o direito ao reembolso, independentemente da entidade em nome da qual foi emitida a fatura, desde que se encontre comprovada a ocorrência do dano — o que foi amplamente demonstrado. Apesar das inúmeras tentativas de resolução através de contactos telefónicos e trocas de e-mails com a colaboradora Telma Caetano, que foi quem esteve com o nosso processo, a atuação da mesma tem-se revelado pouco colaborante e manifestamente insuficiente na análise do processo. As respostas prestadas têm sido sistematicamente padronizadas, sem qualquer esforço de apreciação concreta do caso nem apresentação de fundamentação legal ou contratual minimamente adequada. Face ao exposto, solicitamos a reapreciação urgente do processo e o cumprimento das obrigações contratuais por parte da Fidelidade. Agradeço, desde já, a vossa atenção e aguardo uma resposta célere. Com os melhores cumprimentos, Beatriz Barros
ReclamaFalta de resolução, prejuízos e pedido de reembolso
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar mais uma reclamação relativamente ao serviço prestado pela vossa entidade, que considero profundamente insatisfatório e lesivo. Desde o dia 28 de janeiro que me encontro sem telemóvel, sendo que foi nessa mesma data que o equipamento deu entrada pela primeira vez na vossa seguradora, ao abrigo da apólice n.º AD40104724. Até à presente data, a situação mantém-se sem qualquer resolução. Acresce que, apesar de não ter tido qualquer possibilidade de usufruir do equipamento desde então, foram-me cobradas as mensalidades correspondentes aos meses de fevereiro e março, o que considero totalmente inadmissível e injustificado. Ao longo deste período, efetuei inúmeras reclamações e contactos com os vossos assistentes, sem que me tenha sido apresentada qualquer solução concreta, nem um acompanhamento minimamente adequado. Destaco ainda a falta de disponibilidade e empatia demonstrada no atendimento ao cliente. Esta situação está a causar prejuízos diretos no meu negócio, obrigando-me a recorrer constantemente a outros equipamentos, com consequente perda de dados e falhas na comunicação profissional. Face ao exposto, venho por este meio exigir: O reembolso integral das mensalidades cobradas indevidamente durante o período em que estive sem acesso ao equipamento; A atribuição de um voucher no valor do equipamento em questão, como forma de compensação pela ausência prolongada de resolução e pelos transtornos causados. Solicito uma resolução urgente e definitiva desta situação, bem como uma resposta no mais curto prazo possível.
Demora avaliação de sinistro n.º 586505
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, registar a minha profunda insatisfação face à excessiva demora na resolução do sinistro n.º 586505, registado pela vossa empresa em 18/02/2026. O processo está a ser acompanhado pelo meu marido, José Ferreira, titular da apólice de seguro. Este foi informado de que a peritagem seria assumida pelo gabinete da empresa UON Consulting, a qual enviou um SMS ao meu marido no dia 20/02/2026 com um link para o fornecimento de dados sobre o sinistro, bem como fotografias e documentação para avaliação. O formulário foi devidamente preenchido no próprio dia. No entanto, aguardamos há cerca de um mês por qualquer comunicação por parte de ambas as empresas. Apesar de termos conseguido contacto telefónico com a Victória Seguros, fomos instruídos a contactar a UON; contudo, após longos períodos de espera na linha de atendimento desta última, a chamada acaba sempre por cair, impossibilitando qualquer contacto com o responsável pelo processo de peritagem. Considerando que o tempo de espera pelas devidas análises é já abusivo, manifesto a minha insatisfação e exijo a devida urgência no tratamento deste processo, bem como uma previsão concreta para a sua conclusão. Ficamos a aguardar uma resposta célere. Com os melhores cumprimentos, Fernanda Storfe
Reclamação – Serviço de Assistência em Viagem
**Reclamação – Serviço de Assistência em Viagem** Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente ao serviço de assistência em viagem prestado pela seguradora Tranquilidade no dia **13/03/2026**, que considero totalmente inaceitável. No referido dia, pelas **07:30 da manhã**, solicitei assistência através do **WhatsApp da seguradora** para o **reboque da minha viatura BMW Série 3, matrícula AG-82-CD**, desde **Lagoa** até às instalações da **BMW Caetano em Faro**, onde tinha **marcação previamente agendada para as 09:30** para entrega da viatura para reparação. Apesar da urgência e da marcação previamente existente, **o reboque apenas chegou cerca das 10:00**, já depois da hora da marcação, o que por si só demonstra falta de organização e eficiência do serviço de assistência. Contudo, a situação agravou-se ainda mais quando **a viatura não foi transportada para o destino solicitado (BMW Faro)**, tendo sido **levada para um parque de reboques em Portimão sem o meu conhecimento ou autorização**. Durante todo este processo **não fui contactado pela assistência da seguradora para qualquer explicação ou esclarecimento**. Apenas após **aproximadamente 10 chamadas telefónicas da minha parte** consegui obter alguma informação sobre o paradeiro da viatura. Para minha surpresa, fui posteriormente informado que a viatura **apenas seria entregue em Faro no dia 16/03/2026**, decisão tomada **unilateralmente pela assistência da seguradora**, sem qualquer justificação plausível e sem considerar os prejuízos causados ao cliente. Esta situação provocou **graves transtornos**, uma vez que **perdi a marcação na BMW em Faro**, a qual **demorei cerca de um mês a conseguir agendar**, causando atraso na reparação da viatura e prejuízos pessoais. Considero que este caso demonstra **uma falha grave na prestação do serviço de assistência, falta de comunicação com o cliente e desrespeito pelas instruções dadas no momento do pedido de assistência**. Assim, solicito: * Uma **explicação formal e detalhada sobre o ocorrido**; * A **justificação para o atraso do reboque** e para a **alteração do destino da viatura sem autorização**; * O **apuramento de responsabilidades internas** pelo sucedido; * A **devida compensação pelos transtornos e prejuízos causados**. Caso esta situação não seja devidamente esclarecida e resolvida, reservo-me o direito de **apresentar a situação junto das entidades reguladoras competentes**. Aguardo resposta dentro do prazo legal. Com os melhores cumprimentos.
Danos causados durante assistência em viagem e recusa de responsabilidade pela seguradora
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação relativamente à atuação da Zurich Insurance Europe AG – Sucursal em Portugal no âmbito de um pedido de assistência em viagem associado ao meu veículo Audi A3 (matrícula 00-HA-81). No dia 13 de novembro de 2025 solicitei assistência em viagem devido ao veículo estar com a bateria descarregada (canhão manual não funciona). Durante a intervenção do prestador de assistência enviado pela seguradora foram realizadas manobras técnicas no veículo sem autorização prévia, incluindo tentativa de abertura da porta e posteriormente um carregamento elétrico ("boost") efetuado por baixo da viatura de forma irresponsavel. Os tecnicos não quiseram utilizar os "dollies" (por dar mais trabalho visto estar a chover nesse dia) e quiseram desbloquear o carro com metodos não apropriados. Após diversas tentativas de arranque realizadas pelo técnico, surgiu um cheiro intenso a cablagem queimada e o veículo deixou de funcionar corretamente, apresentando sinais claros de dano elétrico grave. A viatura foi posteriormente transportada para oficina, onde foi confirmado que existia um problema elétrico grave que impedia o funcionamento do veículo. Foi igualmente realizada peritagem técnica na qual foi identificado nexo causal entre a intervenção realizada durante a assistência em viagem e os danos elétricos verificados na viatura. Apesar destes elementos técnicos, a seguradora tem recusado assumir a responsabilidade e repor os danos causados, mantendo o processo sem resolução adequada e com sucessivos atrasos, obrigando-me a suportar os prejuízos decorrentes da imobilização da viatura. Considero que a atuação do prestador de assistência contratado pela seguradora configura uma prestação defeituosa do serviço e gera responsabilidade civil pelos danos provocados, nos termos do artigo 483.º e do artigo 798.º do Código Civil, sendo ainda aplicável o disposto no artigo 500.º relativamente à responsabilidade da entidade pelos atos dos seus representantes ou prestadores de serviços. Face ao exposto, solicito a intervenção da DECO Proteste no sentido de promover a resolução do conflito e a reposição integral dos danos causados. Mais informações e elementos comprovativos encontram-se disponíveis nos documentos anexos, incluindo comunicações trocadas com a seguradora, relatório de peritagem e documentação técnica da oficina (Reclamação contra ZURICH assistencia em viagem - Responsabilidade Civil.pdf) Os melhores cumprimentos, Francisco Ramalhosa
Falta de transparência
Venho por este meio solicitar a vossa intervenção no conflito que mantenho com a seguradora Domestic & General, relativo ao sinistro n.º [Inserir número do sinistro], referente a um seguro que mantenho há 3 anos consecutivos. Descrição dos Factos: 1. Abertura e Custos: No dia 23/02/2026, procedi à abertura do sinistro. Poucos dias depois, fui instado a pagar uma franquia de 150€, valor que liquidei de imediato. Posteriormente, foi-me exigido o pagamento antecipado de 179,90€ correspondentes às 10 prestações remanescentes da anuidade, condição que também aceitei para garantir a resolução do processo. 2. Falta de Informação: Questionei a seguradora, por e-mail, qual seria a resolução definitiva do sinistro (qual seria o equipamento de substituição, para eu escolher se seguia com o sinistro). A resposta foi omissa, tal como considero serem as condições contratuais neste ponto, deixando-me sem qualquer previsão clara. 3. Equipamento de Substituição Defeituoso: No dia 06/03, recebi um telemóvel de modelo idêntico ao meu. Contudo, o equipamento não funciona adequadamente, apresentando falhas que impedem a sua utilização normal. 4. A Impasse Atual: Contactada a seguradora, exigem agora que eu devolva este novo equipamento para uma "reparação", sem especificarem o que será feito ou quanto tempo ficarei privado do bem, após já ter investido cerca de 330€ em pagamentos diretos para este sinistro. 5. Contradição Inaceitável: Hoje, dia 12/03/2026, após ter solicitado a reparação do equipamento defeituoso que me enviaram, recebi um e-mail da Domestic & General (referente à apólice AP30100028) afirmando que não poderiam prosseguir com a assistência por "irregularidade de pagamentos de cotas". Esta afirmação é falsa e demonstra uma profunda desorganização, uma vez que, por exigência da própria seguradora, liquidei integralmente as prestações anuais no início deste processo. Os Meus Argumentos: • Falta de Transparência: Como cliente fiel desde 17/12/2023, considero inaceitável a omissão de informação sobre o estado e destino do meu processo. • Incumprimento de Qualidade: O envio de um equipamento de substituição que não funciona é uma falha grave na prestação do serviço contratado. • Ónus Desproporcional: Não posso aceitar entrar num ciclo infinito de envios e reparações de um equipamento que já deveria ter chegado em perfeitas condições, especialmente após ter liquidado a anuidade completa por exigência da marca. • Má Fé e Erro Administrativo: É inadmissível que a seguradora bloqueie a assistência técnica alegando falta de pagamento quando eu, por imposição da mesma, antecipei o pagamento de todo o ano. Isto configura uma tentativa de esquiva às suas responsabilidades contratuais. Pretensão: Solicito que a Domestic & General proceda à substituição imediata por um equipamento novo e funcional ou, em alternativa, o reembolso dos valores pagos (franquia e prestações antecipadas), uma vez que o serviço de assistência não foi prestado de forma eficaz. Agradeço antecipadamente a vossa atenção e aguardo instruções sobre os próximos passos.
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