Reclamações públicas

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Demora de resolução de sinitro

Venho por este meio solicitar uma atualização relativamente ao Sinistro n.º 0029066485. No passado dia 04/05/2026 fui informada de que o veículo foi considerado perda total. Desde então, tenho procurado obter informações sobre a evolução do processo, tendo contactado os vossos serviços, pelo menos, em 14/05/2026 e novamente em 08/06/2026. Em todas as ocasiões fui informada de que o processo se encontrava dependente da gestão, sem que me tivesse sido facultada qualquer previsão de resolução ou esclarecimento adicional sobre o seu estado. Tendo já decorrido cerca de um mês e meio desde a comunicação da perda total, enviei email a 19/06, permanecendo sem resposta. Agradeço que me informem, com a maior brevidade possível, em que fase se encontra atualmente o processo, quais os próximos passos previstos e qual a estimativa de prazo para a sua conclusão. Compreendo que possam existir procedimentos internos a cumprir, mas considero importante receber uma atualização concreta sobre o andamento do processo, uma vez que a ausência de informação tem gerado uma incerteza prolongada relativamente à sua resolução. Agradeço antecipadamente a vossa atenção e aguardo o vosso contacto.

Em curso
S. S.
25/06/2026

Sinistro n 26MR052479

Boa tarde ,venho fazer uma reclamação da empresa Ok tele seguros, onde foi denunciado um sinistro nº26MR052479 no dia 25/02/2026 ,cujo foi visto por um perito, á 4 meses, sendo eu a pessoa lesada Sandra Santos, contribuinte 198892780 moradora na rua Alves Redol n9 3H ,Miratejo. Onde a fracção em questão degrada-se de dia para dia, instalando mesmo uma praga de bichos da humidade causando me alergia, além da degradação dos moveis rodapé e parquet, além do meu insistente contato com a empresa e e também do cliente com a mesma. Não á qualquer ação da mesma ou informação de quando será iniciada a obra. Sabendo que o cliente esta em processo de venda da fração. Para uma empresa de tal envergadura, é inadmissível o tempo de resposta e atenção dada ao sinistro. Não tem competência para tal. Obrigada pela vossa atenção. Espero que possam pressionar a empresa para fazer valer o esforço do cliente na sua confiança. Sandra Santos

Encerrada
M. D.
23/06/2026

Conta bloqueada com fundos retidos (Transferência Banco Montepio) - URGENTE: Vulnerabilidade Familia

Olá, a minha conta foi bloqueada para verificação de segurança no dia 15 (segunda-feira), logo após eu ter realizado uma transferência de 800 Euros a partir da minha conta do Banco Montepio. ​Venho expor uma situação de extrema urgência: este valor de 800€ é o único dinheiro que recebo por mês para o sustento da minha casa. Tenho a minha esposa e dois filhos menores a meu cargo. Como o dinheiro está travado há mais de uma semana e o suporte do chat não resolve o caso, a minha família já está a passar necessidades básicas em casa.

Encerrada
M. S.
18/06/2026

DENÚNCIA: Privação Ilegal de Saldo Alimentar, Atendimento Evasivo e Abuso de Direito Contratual

I. Introdução e Identificação do Litígio Venho, por este meio, requerer a mediação e intervenção da DECO PROteste na qualidade de titular da conta de depósitos à ordem n.º 45785010256 junto do Banco ActivoBank, SA. A presente exposição visa denunciar uma conduta abusiva, desproporcional e violadora das mais elementares regras que regem a atividade bancária e os direitos dos consumidores em Portugal, traduzida na privação total de acesso aos meus fundos legítimos (no valor de 15.542,16€) e num curto-circuito de informações oficiais prestadas pela instituição bancária. II. Cronologia dos Factos e Enquadramento Técnico O Bloqueio Inicial (09/06/2026, 08:45): Sem qualquer aviso prévio, interpelação ou notificação fundamentada, os meus acessos digitais à aplicação informática e ao portal de homebanking do ActivoBank foram integralmente suspensos, acompanhados do bloqueio total de todos os cartões bancários associados. O sistema informático emitiu uma mensagem genérica de "análise de compliance". A Origem dos Fundos: Cumpre realçar, com especial relevância técnica, que a esmagadora maioria do saldo retido (15.542,16€) é proveniente de um crédito pessoal formalmente analisado, aprovado e concedido pela própria instituição visada. Consequentemente, a origem, rastreabilidade e licitude do montante em apreço já haviam sido previamente validadas pelo próprio departamento de risco do ActivoBank antes da sua concessão. O Erro Sistémico Originário: O gatilho que originou o bloqueio automático derivou de uma falha puramente técnica da aplicação do banco. Ao programar, pela primeira vez, um pagamento agendado, o sistema tentou indevidamente liquidar a operação utilizando a vertente de cartão de crédito. Uma vez que o limite disponível no cartão era inferior ao valor em causa, o sistema informático de proteção gerou um alerta em cadeia. Ao detetar a anomalia, anulei de imediato o agendamento para sanar o erro, o que resultou na suspensão cega e automatizada da conta. III. Das Flagrantes Divergências de Informações (O Conflito Institucional) Após diligências exaustivas e a submissão de queixas no Livro de Reclamações Eletrónico (Ref. ROR00000000045620217), a situação atingiu um patamar de manifesto arbítrio e contradição institucional: A Posição Escrita (15/06/2026, 11:07): Recebi uma resposta formal por correio eletrónico emitida pela Direção de Qualidade e Reclamações do ActivoBank (subscrita por Filipa Mota e Artur Telo), sob a Ref. FM-ID MCCA 000120260149140. Nessa comunicação, o banco afirma expressamente que “não se verifica, com referência à conta de depósitos à ordem (...), qualquer bloqueio” e que “a movimentação da conta (...) poderá ser efetuada através da Linha de Atendimento ao Cliente ou, de forma presencial, num Ponto Activo”. A Contradição Telefónica: Munido da referida instrução escrita, contactei a Linha de Apoio do banco no mesmo dia. Fui atendido pelo operador João Cardoso que, após me reter em linha durante 22 minutos de espera infrutífera, recusou liminarmente efetuar qualquer movimentação financeira ou pagamento, alegando de forma vaga que o assunto "estava em análise" noutro departamento e que nada podia fazer. A Contradição Presencial: Desloquei-me consecutivas vezes ao Ponto Activo físico de Leiria, onde exibi a declaração escrita do próprio banco. Os funcionários presendiais demonstraram total incapacidade resolutiva, recusando cumprir a instrução contida no e-mail oficial e remetendo a situação para o mesmo impasse administrativo. IV. Fundamentação Jurídica das Violações A atuação do ActivoBank configura um ilícito contratual e uma violação em massa de preceitos imperativos da legislação portuguesa: Abuso de Direito e Violação da Boa-Fé (Artigos 334.º e 762.º, n.º 2 do Código Civil): O banco atua em manifesto venire contra factum proprium. Emite um documento oficial garantindo que a conta está desimpedida para movimentação humana, mas instrui as suas linhas de atendimento e balcões a negarem o serviço. Os deveres de cooperação e lealdade contratual foram integralmente postergados. Violação do Direito de Propriedade (Artigo 62.º da Constituição da República Portuguesa): A retenção arbitrária e prolongada de fundos privados de natureza estritamente alimentar e pessoal, na ausência de qualquer mandado judicial emitido pelas autoridades competentes (Ministério Público ou Juiz de Instrução Criminal), constitui uma expropriação de facto, vedada por lei. Infração à Lei de Defesa do Consumidor (Lei n.º 24/96, de 31 de Julho): Foram violados o Direito à Qualidade dos Serviços (Artigo 4.º) e o Direito à Informação Clara e Verdadeira (Artigo 8.º). O consumidor encontra-se numa situação de total assimetria informativa e indefesa, sendo induzido em erro por comunicações contraditórias do fornecedor de serviços. Desproporcionalidade Face à Lei n.º 83/2017 (Branqueamento de Capitais): Embora os bancos tenham deveres de diligência, as medidas cautelares automáticas não podem transmudar-se num confisco administrativo perpétuo. A ausência de uma análise humana célere num prazo razoável, após o cliente se ter disponibilizado para entregar todo o dossier probatório (AT, SS, CRC e Banco de Portugal), desvirtua o espírito da lei e penaliza o cidadão cumpridor. V. Dos Danos Causados e Pedido de Intervenção Em virtude da inoperacionalidade forçada, estou a sofrer graves prejuízos patrimoniais e morais. As minhas despesas correntes, débitos diretos e cobranças associadas ao quotidiano estão a chegar a pagamento e a ser devolvidas por falta de acesso ao saldo. Esta situação atenta contra o meu bom nome, destrói o meu índice de solvabilidade e causa um estado de ansiedade e desgaste psicológico severo. Atendendo a que já esgotei as vias diretas e institucionais sem qualquer resolução prática, solicito à DECO PROteste: A interpelação urgente do Banco ActivoBank, SA, para que este esclareça imediatamente a divergência de informações prestada pelos seus serviços; A imediata reativação dos acessos digitais (App e Site) e cartões, ou, subsidiariamente, a emissão de ordens de transferência imediatas via Linha de Apoio para a liquidação dos compromissos urgentes demonstrados, cumprindo o teor do e-mail emitido pelo próprio departamento de qualidade. Anexo a este processo o PDF da comunicação contraditória do banco, o histórico probatório das chamadas efetuadas e as notificações de cobrança em atraso, disponibilizando-me para facultar o dossier de idoneidade pessoal assim que exigido por um analista humano responsável. Com os meus melhores cumprimentos, Maykon Silva

Encerrada
I. S.
17/06/2026

Esquema para cobranças indevidas

A revolut ofereceu um período experimental premium. Não foi enviado qualquer tipo de pré-aviso de fim do período experimental, como os próprios assumem. Posteriormente cobraram 8,99€ de mensalidade num dia de madrugada + 9,99€ para me permitirem cancelar! Indecente

Resolvida
J. M.
16/06/2026

CGD SEM INFORMAÇÃO AO CLIENTE

Assunto: Contestação da resposta referente ao processo n.º 20261028460 Exmos. Senhores, Acuso a receção da vossa comunicação relativa ao processo n.º 20261028460, referente ao reporte efetuado à Central de Responsabilidades de Crédito (CRC). Não posso, contudo, concordar com a conclusão apresentada, na medida em que considero não ter sido devidamente informado da iminência do reporte à CRC. Na vossa resposta referem que o extrato de abril foi disponibilizado na CaixaDirecta em 02/04/2026 e que nesse documento constava informação sobre o incumprimento e sobre a eventual comunicação à CRC. Todavia, a mera disponibilização de um extrato numa área reservada não demonstra, por si só, que o cliente tenha sido efetivamente informado de uma situação com consequências tão relevantes para o seu histórico de crédito. Até à data, não me foi apresentada qualquer prova de que tenha sido efetuada uma comunicação individualizada e eficaz, designadamente através de carta, correio eletrónico, SMS ou outro meio idóneo, alertando expressamente para a existência do incumprimento e para a iminência do reporte à CRC. Assim, solicito que me seja facultada a seguinte informação: 1. Qual o meio concreto utilizado para me informar da existência do incumprimento e da iminência do reporte à CRC; 2. Cópia ou evidência documental dessa comunicação; 3. Indicação da cláusula contratual ou disposição regulamentar que permita considerar suficiente, para efeitos do cumprimento do dever de informação, a simples disponibilização do extrato na área reservada da CaixaDirecta; 4. Prova de que tal informação foi efetivamente colocada ao meu conhecimento antes da realização do reporte efetuado em 08/04/2026. Considero que, tratando-se de uma comunicação suscetível de afetar significativamente o meu registo de crédito junto do Banco de Portugal, o dever de informação deve ser cumprido de forma clara, adequada e demonstrável. Agradeço a reapreciação da situação e aguardo resposta aos esclarecimentos solicitados. Com os melhores cumprimentos,

Encerrada
F. P.
13/06/2026

Revogação não aceite

Exmos senhores, digníssima Deco, Em 25/10/2025, foi-me proposto via telefone, um seguro de internamento hospitalar, não de uma forma pacífica, mas de forma agressiva e insistente, pela forma utilizada, a subscrição imediata e depois poderia rescindir a qualquer momento. Sempre pedi para contatarem mais tarde, após consulta familiar, mas não, não poderia ser assim, senão perderia oportunidade. Acedi, já com o propósito de mais tarde rescindir, só que os canais a que acedi não deram resposta favorável á rescisão. Comuniquei por escrito a 23/11/2025 ao Paribas/ Cardiff, os quais a 28/11/2025, remeteram responsabilidades para o mediador; em data que não consigo precisar, final de 2025, usando um email ao qual já não tenho acesso, e após verificar mais um pagamento de mensalidade, reclamação por escrito para o Cetelem, mas não "ouviram"; em 30/04/2026, mais uma reclamação através dos canais digitais do provedor Cetelem, e novamente nenhuma resposta; finalmente, a 06/05/2026, vem resposta do provedor Cetelem, dizendo que verificaram gravação e não encontraram nada do que eu dizia, mas anularam o contrato (431765262800801); após uma insistência minha a 09/06/2026, o provedor declara que não há nada a devolver. Reafirmo, esta abordagem é, quanto a mim, ilegal, assumo minha responsabilidade por ter permitido ir mais longe, mas estas práticas são abusivas. Agradeço a vossa análise e a possibilidade de haver ou não outro desfecho. Muito obrigado Fernando Antonio da Silva Pinho

Encerrada

Participação de sinistro sem resolução

Abri uma participação de um sinistro de fuga/infiltração de água a 19/03/2026. Primeiro, apenas tive assistência ao lar com a realização da peritagem a 20/04/2026 (portanto, 1 mês após o início do processo). Segundo, estamos hoje a 11/06/2026 e eu continuo sem continuidade do processo : não tenho relatório do perito, ligo praticamente todas as semanas para perceber como está o mesmo e só me conseguem dizer que vão deixar um pedido para que tratem com a maior brevidade possível. Acho inadmissível. Tenho neste momento a infiltração no teto da minha cozinha cada vez maior, com a tinta a sair, inclusive.

Resolvida

Processo sinistro auyomovel generali tranquilidadd

RECLAMAÇÃO FORMAL – PROCESSO DE SINISTRO AUTOMÓVEL Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente à gestão do meu processo de sinistro por parte da Generali Tranquilidade, situação que considero inaceitável devido à demora excessiva, falta de comunicação, ausência de resposta aos sucessivos pedidos de esclarecimento e aos prejuízos financeiros que fui obrigado a suportar. No dia 06/04/2026 fui vítima de um acidente de viação quando circulava numa Estrada Nacional, dentro da minha faixa de rodagem. Nessa altura, outro veículo entrou na via onde eu já circulava e embateu na lateral dianteira direita da minha viatura. Após o primeiro impacto, o condutor continuou a acelerar, provocando um segundo embate ao longo da lateral direita do meu veículo. Foi acionada a GNR para o local, tendo sido elaborado o respetivo auto de ocorrência. O outro condutor foi submetido ao teste de alcoolemia no local e, posteriormente, encaminhado para o posto da GNR para repetição do teste e registo formal da situação. Na sequência dos danos sofridos, a minha viatura ficou impossibilitada de circular, tendo sido rebocada para uma oficina, uma vez que uma das rodas ficou gravemente danificada e desalinhada. Efetuei a participação do sinistro junto da seguradora e apenas beneficiei de uma viatura de substituição durante cinco dias. Após esse período, e porque necessito diariamente de viatura para exercer a minha atividade profissional, incluindo disponibilidade para serviços em regime de 24 horas, fui obrigado a suportar integralmente os custos de aluguer de várias viaturas. Todas as faturas e comprovativos desses alugueres já foram enviados à seguradora. Desde a data do acidente realizei inúmeros contactos telefónicos e enviei diversos emails para a Generali Tranquilidade, solicitando informações sobre o estado do processo, esclarecimentos sobre a responsabilidade atribuída, ativação das coberturas previstas na minha apólice e apoio jurídico. Apesar das várias tentativas, raramente obtive respostas concretas. Num dos contactos efetuados para a linha de apoio, depois de expor novamente toda a situação e solicitar ajuda para resolver o problema, fui informado pela colaboradora que não existia mais ninguém com quem pudesse falar. Quando manifestei o meu descontentamento e reiterei que pretendia uma solução para o meu caso, a chamada foi terminada sem qualquer resolução ou acompanhamento. Sendo as chamadas gravadas, esta situação poderá facilmente ser verificada pela própria seguradora. Durante este período fui informado verbalmente de uma decisão de responsabilidade repartida em 50/50. Discordo totalmente dessa conclusão, não só pela dinâmica do acidente, mas também pelo facto de existir participação da GNR, testemunha identificada e registo de alcoolemia do outro condutor. Apesar dos meus repetidos pedidos, nunca me foi apresentada uma fundamentação clara, detalhada e formal que justificasse essa decisão. Importa ainda referir que ambos os veículos envolvidos no acidente são segurados pela própria Generali Tranquilidade. Por esse motivo, considero ainda mais incompreensível a demora excessiva na análise e resolução do processo, bem como a falta de informação prestada ao cliente ao longo de mais de dois meses. Posteriormente fui contactado pela oficina para autorizar uma reparação parcial da viatura, limitada apenas à parte frontal e à roda danificada. Recusei inicialmente essa intervenção por considerar que os danos provocados pelo acidente abrangiam também toda a lateral direita da viatura. Solicitei novamente esclarecimentos junto da seguradora e pedi a ativação das coberturas de danos próprios e proteção jurídica previstas na minha apólice, mas continuei sem obter qualquer resposta. Face à ausência de solução, à necessidade urgente de ter uma viatura disponível para trabalhar e à impossibilidade financeira de continuar a suportar alugueres, vi-me obrigado a aceitar a reparação parcial para poder voltar a circular. A viatura foi entregue no dia 05/06/2026, quase dois meses após o acidente, permanecendo ainda com danos visíveis na lateral direita resultantes do mesmo sinistro. Durante todo este período continuei igualmente a suportar o encargo mensal do contrato de leasing da viatura, no valor de 499€ por mês, apesar de não poder usufruir plenamente do veículo devido à sua imobilização. Entre os custos de aluguer de viaturas e os encargos do leasing, os prejuízos financeiros acumulados são extremamente significativos. Considero que a gestão deste processo foi marcada por atrasos excessivos, falta de comunicação, ausência de resposta aos pedidos de esclarecimento, falta de acompanhamento ao cliente e prejuízos financeiros relevantes que fui obrigado a suportar sem qualquer apoio ou solução por parte da seguradora. Solicito a reapreciação urgente do processo, o envio da fundamentação formal da decisão de responsabilidade atribuída, a análise dos prejuízos que suportei com alugueres de viaturas e demais despesas relacionadas com a imobilização do veículo, bem como uma resposta formal e definitiva sobre todas as questões que permanecem sem esclarecimento desde a data do acidente. Pedro Infante

Encerrada

Reclamação contra a Fidelidade seguro de habitação

Reclamação contra a Fidelidade – Participação de Sinistro n.º 26MR063666/001 Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação contra a seguradora Fidelidade relativamente à gestão e regularização do processo de sinistro n.º 26MR063666/001, por considerar que o mesmo não tem sido tratado com a diligência, transparência e celeridade exigíveis. No dia 15 de abril de 2026 detetei uma fuga de água na cozinha da minha habitação, tendo de imediato participado o sinistro à seguradora. Após a participação, foi necessário efetuar diversos contactos telefónicos ao longo de vários dias para que fosse agendada a deslocação de um perito. No dia da visita, o perito contactou-me telefonicamente a informar que se encontrava com muito trabalho e questionou se poderia deslocar-se nesse mesmo dia por estar de passagem para a Margem Sul, mas que não tinha maquina para pesquisa da fuga, tendo logo sido alertado que para vir sem condições, nem valia a pena a deslocação, uma vez que já estava à espera do mesmo, há uns 15 dias. Cerca de 30 minutos depois, compareceu na minha habitação munido de equipamento de deteção, tendo concluído que a fuga se encontrava na parede localizada entre os móveis superiores e inferiores da cozinha. Questionei igualmente o perito sobre a existência de empresas indicadas pela seguradora para a execução dos trabalhos de reparação, tendo sido informado de que teria de contratar uma empresa pelos meus próprios meios. Posteriormente, a seguradora transferiu a quantia de 2.000 euros, sem que me tivesse sido facultado qualquer relatório pericial, orçamento discriminado ou explicação detalhada sobre os critérios utilizados para o apuramento daquele valor. Quando o empreiteiro iniciou os trabalhos, verificou-se que a localização indicada pela peritagem não correspondia ao local efetivo da fuga. Para localizar a origem da rotura foi necessário abrir a parede até à parte superior da cozinha e destruir um dos móveis superiores, uma vez que existia uma tubagem de gás natural a atravessar o interior da sua estrutura. Após a abertura da parede, constatou-se ainda que a tubagem apresentava múltiplos sinais de degradação, ferrugem, corrosão e diversas marcas de desgaste, sendo tecnicamente recomendável a sua substituição para evitar novas fugas iminentes. Perante esta situação, contactei novamente a seguradora, tendo sido informado de que deveria solicitar ao empreiteiro a elaboração de um relatório técnico e orçamento, os quais foram remetidos juntamente com fotografias dos trabalhos realizados. Foi igualmente solicitado que a parede permanecesse aberta e que a tubagem removida fosse preservada para eventual inspeção de novo perito. Contudo, no dia 3 de junho de 2026 recebi comunicação da seguradora informando que os capitais da cobertura "Pesquisa de rotura em canalizações interiores (rede de água)" se encontravam esgotados, recusando assim quaisquer custos adicionais relacionados com a ampliação da zona de pesquisa. Após esta comunicação, solicitei esclarecimentos adicionais sobre a cobertura de danos decorrentes da rotura da canalização e sobre os prejuízos causados aos bens seguros, nomeadamente móveis da cozinha e demais danos associados à reparação. Até à presente data não obtive qualquer resposta. Considero particularmente grave que: A localização da fuga indicada pela peritagem se tenha revelado incorreta; Os trabalhos adicionais tenham resultado da necessidade efetiva de localizar a origem real da fuga; A seguradora não tenha promovido uma nova avaliação presencial após ter sido informada da divergência entre a localização inicialmente indicada e a situação efetivamente encontrada; Não tenham sido prestados esclarecimentos adequados relativamente às coberturas acionadas e respetivas exclusões; Os pedidos de esclarecimento efetuados por escrito permaneçam sem resposta; O agregado familiar esteja há mais de uma semana sem água quente, sem esquentador instalado e com a cozinha inutilizável; A situação se arraste desde 15 de abril de 2026, afetando significativamente as condições de habitabilidade da habitação. Importa ainda referir que o agregado familiar é composto por quatro pessoas, incluindo duas crianças menores, com 4 e 7 anos de idade, estando a situação a causar sérios constrangimentos à vida familiar diária. Com os melhores cumprimentos, Marta

Encerrada

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