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Incompetencia subscrição seguro telemóvel
Exmos. Senhores, No dia 23 de Dezembro 2025 comprei um telemóvel Samsung para a empresa da qual sou sócio gerente, na loja de Loures da Rádio Popular, e na altura disseram que não podiam realizar o seguro visto o equipamento ser vendido em pack com um tablet, teria de ligar para a Domestic&Gen, para o fazer. No entanto, após ligar para a linha de apoio da Domestic&Gen disseram que não podiam fazer nada e para ligar para a linha de apoio da Rádio Popular. Após ligar para a linha de apoio da Rádio Popular disseram-me para dirigir à loja onde comprei o equipamento. Hoje, dia 5 de Janeiro de 2026 ao dirigir-me à loja da Rádio Popular, fizeram-me o seguro, mas verifiquei ao receber a apólice por email que o nome do segurado em vez de ser a empresa, vem no nome do sócio gerente da empresa, o que em questões contabilísticos, o segurado e tomador é a empresa e não o sócio-gerente. O funcionário que me atendeu, após falar com o responsável da loja, Sr. José Araújo da loja de Loures, disse-me para ligar para a linha de apoio da Domestic&Gen que com facilidade fariam as alterações necessárias. Também a data de início da apólice menciona que só inicia a 02 de Fevereiro 2026, apesar de ter subscrito a apólice hoje (05/01/2026), o que me deixa o equipamento sem qualquer proteção durante praticamente 1 mês. Liguei para a linha de apoio da Domestic&Gen que para meu espanto e indignação informaram-me que não podem alterar nenhuma das situações, o que devo fazer é voltar à loja (pela 3ªvez) e falar novamente com eles... sinto uma falta de profissionalismo de ambas as partes, pois queria apenas comprar um telemóvel e ter um seguro para o proteger de alguma eventualidade, e no entanto ando para trás e para a frente a tratar de erros provocados pela seguradora ou pela loja, que em vez de tratarem entre eles um problema apresentado pelo cliente, é o cliente que anda com todo este trabalho a tentar resolver a incompetência destas pessoas, com deslocações, telefonemas, emails e muito tempo perdido. Anexo a apólice em questão para que possam averiguar esta situação e resolvam com a maior brevidade esta questão. Agradeço desde já a vossa melhor atenção, Luis Sousa KZero-Imóveis, Lda NIPC: 515809420 Tel: 926946693
Voucher E-Lar
Boa tarde, Concorri ao Voucher E-Lar a uma placa de indução à qual tive direito ao Voucher no Grupo II para uma placa de indução. No dia 17 de Novembro de 2025, vieram instalar a placa de indução através do voucher E-lar, só que ao ser instalada o forno que eu tenho não funciona porque a placa a gaz e o forno funcionavam os dois em conjunto, não funcionam isoladamente, ao qual não tinha conhecimento, assim desta forma não tenho forno devido à troca de placa. Na 2° fase concorri para um forno porque fiquei sem forno devido a placa, o qual me foi atribuído um Voucher, fui comprar o forno à Worten e fui informada que não poderia adquirir o mesmo. Assim sinto-me lesada porque fiquei sem forno. Deste modo agradeço que resolvam a situação, pois se a mesma não for resolvida agradeço que venham colocar o equipamento antigo que estava instalado na minha casa. Envio fotos em anexo para verificarem que o forno só funciona com a placa antiga. Processo nº WO-34412542 Fatura nº KTR 00/003918 Agradeço uma resposta da vossa. Atentamente
Recusa de pagamento
Venho por este meio apresentar reclamação contra a seguradora Generali, na sequência de um sinistro participado e devidamente instruído, relativamente ao meu telemóvel e relógio, ambos abrangidos pelo respetivo seguro. Apesar de ter apresentado todas as faturas comprovativas, demonstrando que se tratam de objetos novos, a seguradora recusa-se a proceder ao pagamento ou substituição dos bens, insistindo apenas numa solução de reparação. Importa salientar que a reparação proposta não assegura a integridade, o valor nem a fiabilidade dos equipamentos, tratando-se de bens recentes, adquiridos novos, e cujo valor comercial e funcional fica claramente afetado após uma reparação. Esta posição da seguradora causa-me um prejuízo direto e injustificado, contrariando as legítimas expectativas enquanto consumidor e segurado. Considero que a atitude da Generali não respeita os princípios da boa-fé contratual nem a adequada proteção do consumidor, motivo pelo qual solicito a intervenção da DECO no sentido de analisar esta situação e apoiar-me na defesa dos meus direitos, de forma a obter uma solução justa e conforme à lei. Encontro-me disponível para facultar toda a documentação necessária, nomeadamente apólice, participação do sinistro, faturas de compra e comunicações trocadas com a seguradora.
Qualidade
Bruno Caldeira Carvalho, filho da segurada Cecilia da Silva Caldeira. NIF Bruno Carvalho 220227837 NIF CEcilia Caldeira 117447757 Bom dia Venho por este meio mostrar a minha insatisfação com o serviço Alianz. 1º No dia do acidente chamei o reboque 45 minutos antes do que Senhor que me colidiu na estrada ( segurado pela LOGO) e o reboque dele veio 30 minutos antes do meu, por coincidencia, a empresa de reboque era da mesma empresa que o meu reboque, e mais giro foi que o reboque do outro senhor voltou ao sitio do acidente ainda antes do meu reboque , e depois ainda ajudou pois eram da mesma empresa. 2º estou á 9 dias para me fazerem a peritagem e darem -me o carro de substituição. 3º recebo o email a dizer que a peritagem está feita e para contatar, telefono, e a Senhora Natalia Mongiov ( duvido que este ultimo nome seja verdadeiro) ás 12h34, nao me fornece informaçao sobre o que se passa. AInda hoje, 9 dias depois, nao sei nada e nao tenho carro de substituição. cumprimentos Bruno Carvalho
Burla
Boa tarde, No dia 24 de Dezembro efetuei uma compra de 79,90€ e até à data não recebi nenhum produto. Após pesquisa, verifico que há casos idênticos cujo pagamento foi efetuado a ppro payment ser. sa Exigo rápida devolução do valor pago dado ser uma burla recorrente. Lamento só ter verificado isso após pagamento.
ABUSO DO CONSUMIDOR, ESTAFA MENSUAL, FALTA DE CUMPRIMENTO DE ACORDOS DE RESOLUÇÃO
Tenho aberto o seguinte caso com vocês 13856301 mas não me deixa o atualizar, nem por mail nem na plataforma, e continuo a espera da vossa resposta ou ajuda. O único que responderam a vossa reclamação foi que espere, mais uma vez. No tempo, tive de abrir também uma reclamação para o CIAB. Adjunto os mails recebidos para poder obter ajuda. A empresa continua a ofertar ficar como estávamos, sem aportar ainda o número do tracking do telefone que disseram me ter enviado. Esto mostra a mala fé e prática da empresa. Levam desde o dia 6 de novembro a rejeitar enviar um número de tracking. Se não fosse uma situação fraudulenta, entendo que não haveria problema, dado que eles dizem que o enviaram ( a pesar de ser já mais que evidente que é mentira). Ainda que o tivessem enviado, lembro que não é a minha culpa que a empresa que eles contratam percam o envio, e eu tenho o direito de me enviarem um Xiaomi Redmi Note 14 Pro (8+256gb) novo, como acordado para a resolução do sinistro á quase dois meses de pesadelo provocados pela Domestic & General. Com todo o tempo transcurrido e negativas por parte dela empresa por um acordo já feito comigo para a resolução, por chamada e por escrito, acho que estam mesmo a abusar de mim como consumidora. Adjunto provas.
Reembolso não creditado - informações contraditórias
Venho por este meio apresentar reclamação contra a LOGO Companhia de Seguros, S.A., por incumprimento do dever de reembolso após cancelamento de contrato de seguro automóvel (apólice 7011007518- Renato Páscoa) bem como por prestação reiterada de informações contraditórias e inexatas ao tomador do seguro. No dia 25 de novembro, após devolução do veículo ao stand, solicitámos o cancelamento do contrato de seguro automóvel e o reembolso do valor correspondente ao período não decorrido, tendo remetido comprovativo de IBAN para o efeito. O cancelamento foi confirmado pela seguradora, contudo o reembolso não foi efetuado até à presente data, apesar dos sucessivos contatos e garantias prestadas. Síntese: 9 de dez: fui informada de que a transferência teria sido efetuada no dia 5; 18 de dez: fui informada, pela primeira vez, de um alegado envio de cheque por correio, para uma morada desatualizada, sem qualquer autorização ou aviso prévio, apesar de ter sido fornecido IBAN. Após reclamação, foi-me garantido reembolso em 3 dias úteis, o que não se verificou; 24 de dez: fui informada de que o valor entraria até 26, alegadamente por transferência efetuada no dia 22; Hoje indicaram-me que a transferência teria sido efetuada a 26 de dezembro. Até à presente data, o valor não foi creditado na minha conta. A seguradora não forneceu qualquer comprovativo bancário da alegada transferência, apesar de ter solicitado por diversas vezes. A conduta da seguradora configura, salvo melhor entendimento, violação dos deveres previstos no Regime Jurídico do Contrato de Seguro, nomeadamente: dever de boa-fé e lealdade contratual; dever de informação clara, verdadeira e não contraditória; e obrigação de proceder ao reembolso atempado após cessação do contrato. A utilização de cheque, aliada à inexistência de prova de transferência e às sucessivas informações contraditórias, consubstancia prática suscetível de censura regulatória. Até ao momento não recebi o montante na conta e a seguradora não envia o comprovativo da respetiva transferência. Saliento ainda a má educação por parte do atendimento.
Reclamação contra a seguradora Generali Tranquilidade — Falta de transparência na peritagem
Exmos Senhores da DECO PROteste Venho apresentar uma reclamação formal contra a seguradora Generali Tranquilidade referente ao sinistro nº 0026941778, relativo a uma avaria no sistema de ar condicionado da minha habitação Explico de forma clara a situação Perante a avaria do equipamento contratei um perito externo independente, pago por mim Esse perito elaborou um relatório técnico detalhado concluindo de forma inequívoca que a seguradora tem responsabilidade e deve assumir os custos da reparação Após eu apresentar esta conclusão a seguradora enviou o seu próprio perito O perito da seguradora acabou por contrariar o relatório independente e a seguradora recusou o sinistro Para compreender a base da recusa pedi o relatório de peritagem interno da seguradora Foi aqui que a situação se tornou ainda mais preocupante A seguradora informou-me por email e através da linha de apoio que não me pode fornecer o relatório, alegando que se trata de um “documento interno” ao qual o cliente não tem acesso Esta posição é grave e inadmissível • O relatório contém dados pessoais e informação técnica diretamente relacionada com o meu equipamento e com o processo de sinistro, logo está abrangido pelo direito de acesso previsto no artigo 15.º do RGPD • A seguradora não apresentou qualquer base legal para a recusa • A falta de transparência impede-me de verificar a fundamentação da recusa e abre espaço à suspeita de que o relatório interno não sustenta devidamente a decisão tomada • Esta prática coloca o consumidor em clara desvantagem e demonstra comportamento incompatível com os princípios de boa fé e transparência exigidos no setor segurador Solicito assim a intervenção da DECO PROteste para • assegurar que a seguradora cumpra o meu direito legal de acesso ao relatório • avaliar a legalidade desta recusa • apoiar-me nos próximos passos a tomar incluindo ações legais se necessário • esclarecer se este tipo de conduta integra má prática comercial ou violação dos direitos do consumidor Informo ainda que caso a situação não seja rapidamente resolvida apresentarei queixa à ASF e à CNPD e pondero retirar todas as apólices que possuo nesta seguradora dado o comportamento opaco demonstrado ao longo do processo Agradeço desde já o vosso apoio e aguardo contacto
Falta de pagamento de baixa de assistencia a familia
Venho por este meio apresentaçar a minha reclamaçao e desagrado pois estive de baixa de assistencia a familia de 03/12 a 08/12 passada pela propria medica de familia e essa mesma baixa está em analise ainda sem motivo aparente coisa que nunca aconteceu antes e ainda nao me foi paga, que ja devia ter sido paga a 16/12. Ja tentei entrar em contacto e enviar emails a segurança social e nao ha meio de me resolverem a situaçao.
Recusa de acionar o seguro contra furto
No dia 28 de novembro de 2025 comprei um IPhone 17 Pro Max Azul na Worten do Colombo, e adquiri um seguro que me informaram e asseguraram que é contra roubos e furtos. Este fim-de-semana furtaram-me em Espanha, e fiquei sem o telefone que tinha comprado há 3 semanas. Contactei a seguradora - Domestic & General - ao qual me responderam que não foi aceite porque não consideram isto nem roubo nem furto porque não envolveu uma arma. Acho lamentável como é que se contrata um seguro, e a justificação que dão é esta? E ainda foram mal educados ao telefone, sabendo que o objetivo é tentar arranjar uma solução. Em termos jurídicos não é legal o que estão a fazer. Não se querem responsabilizar.
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