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Denúncia do contrato sem explicação
no atinente à apólice multiriscos habitação #0010029899 houve um pedido de intervenção por sinistro e cuja peritagem foi realizada em Fevereiro de 2026. Em 4 meses não houve resposta. nota: em Maio, depois de todo o relato aqui apresentado a Generali recusa-se a assumir responsabilidades. O Cliente pediu nova intervenção em 29 de Abril. Pouco depois (início de Junho), sem apresentar justificação, a seguradora escusou-se à renovação do seguro por eMail, sem que houvesse quaisquer respostas i) à necessidade apresentada em Fevereiro ou ii) a de Abril de 2026. Em Maio de 2026 a companhia envia uma missiva antes de que tenha havido qualquer notícia do actuariado, ou do resultado da peritagem de Fevereiro ou do que tenha sido tratado no que respeita a Abril de 2026. A resolução do contrato (com data: 02 de Julho) sem assunção de quaisquer explicações ou de comunicação quanto ao que tenha havido de peritagem (problema de Fevereiro) ou no que diga respeito à necessidade apresentada em Abril (ainda: porque em nenhum dos casos houve problemas relacionados com as intempéries) apresenta uma ENORME DESFAÇATEZ para entidade que se arroga de ser "premiada pela DECO" como a MELHOR companhia de seguros. Não o é! Não merece esse epíteto, não é cordata e falta-lhe ética social
Responsabilidade Acidente Viação
Exmos. Srs. No passado dia 16-04-2026 a minha viatura esteve envolvida num acidente de viação numa rotunda. A outra viatura era alugada e conduzida por uma condutora estrangeira. Após envio da DAAA à Ok Teleseguros, respondem que seguradora do veículo terceiro não é aderente à convenção CIDS, e como tal eu teria que reclamar diretamente à outra companhia. Assim fiz e a resposta que tive foi que a responsabilidade era inteiramente da minha viatura, coisa que não concordei. Ao enviar a resposta da outra seguradora (FIATC) foi-me dito que nada podiam fazer a não ser ativar a proteção jurídica do meu seguro. Assim fiz e os mesmos disseram-me que estávamos em condições de reclamar 50/50 de responsabilidade (coisa que não concordo). Passadas várias semanas a resposta que recebo da minha companhia é que a FIATC estava irredutível e não aceitavam os 50/50, motivo pelo qual eu teria que ativar o choque e colisão do meu seguro, pagando 500€ de franquia. A minha reclamação não se prende com valores. Prende-se com responsabilidades. Se o código da estrada é igual para todos como posso aceitar que a minha companhia de seguros não me defenda quando a lei diz ". Deve ceder a passagem a quem já circula na rotunda, ocupar a via mais à direita se for sair na 1ª saída, e usar a via mais à esquerda para as restantes, sinalizando sempre as manobras". Como poderão ver na DAAA que vos envio a minha viatura ia na faixa mais à esquerda porque iria sair na 2ªsaida, sendo que a outra condutora se encontrava na faixa da direita para fazer uma inversão de marcha porque se tinha enganado e queria voltar para trás, ou seja, ia sair na ultima saída. Fez esta inversão sem sinalizar e sem verificar se o poderia fazer em segurança, embatendo na lateral da minha viatura. O embate deu-se na zona da roda do lado direito. Aquilo que o artigo em que a outra companhia se baseia é "Artigo 14.º-A Rotundas 1 - Nas rotundas, o condutor deve adotar o seguinte comportamento: a) Entrar na rotunda após ceder a passagem aos veículos que nela circulam, qualquer que seja a via por onde o façam; b) Se pretender sair da rotunda na primeira via de saída, deve ocupar a via da direita; c) Se pretender sair da rotunda por qualquer das outras vias de saída, só deve ocupar a via de trânsito mais à direita após passar a via de saída imediatamente anterior àquela por onde pretende sair, aproximando-se progressivamente desta e mudando de via depois de tomadas as devidas precauções; d) Sem prejuízo do disposto nas alíneas anteriores, os condutores devem utilizar a via de trânsito mais conveniente ao seu destino." por isso recuso ter 100% da responsabilidade e ate 50% dado que a outra condutora estava em infração, não sinalizou, nem verificou se podia circular em segurança. Entretanto atribuem os 50% à minha viatura porque também não deixei passar a outra condutora. Se essa fosse a realidade o embate teria sido frontal e não lateral. Pago o seguro sempre a horas e sou cliente desta companhia há vários anos e não posso aceitar não ser defendida, enquanto a outra condutora fica sem responsabilidades neste acidente. Senão para que serve um gabinete jurídico se a única alternativa que me dão é via judicial ou pagar por minha conta? Para que serve o código da estrada se os infratores que provocam acidentes saem sem culpabilidade? Que mensagem estamos a passar a estes condutores?? Quem cumpre as leis e as regras é que está mal? Não posso aceitar isso e dai a minha reclamação.
Incumprimento dos Serviços Contratados
Cancelamento de contrato de prestação de serviços com GO BRAVO PORTUGAL UNIPESSOAL, LDA, contrato-UPT0011986 Exmo.(a) Responsável, Eu F.P.(dados pessoais no contrato acima citado), venho por este meio comunicar a minha decisão de rescindir, com efeito imediato, o contrato de prestação de serviços celebrado com a Bravo. Esta decisão fundamenta-se no incumprimento reiterado das obrigações contratuais por parte da vossa entidade, consubstanciado nos seguintes pontos: Ausência de diligências: Após 10 meses de vigência do contrato, a Bravo não iniciou qualquer negociação efetiva com as entidades credoras, prazo este que ultrapassa qualquer expectativa razoável de atuação para a resolução da situação. Gestão direta pelo contratante: Dada a inércia da Bravo, fui forçado(a) a assumir a gestão direta dos processos, tendo eu próprio(a) negociado com sucesso a resolução com as respetivas entidades. Danos decorrentes do incumprimento: A falta de atuação célere e conforme o acordado resultou em prejuízos significativos, incluindo o facto de duas das minhas credoras terem avançado com ações jurídicas contra mim, situação que a Bravo se comprometeu a prevenir ou gerir através do contrato assinado. Desproporcionalidade financeira: Durante os últimos 10 meses, efetuei pagamentos mensais de 206,82€, totalizando 2.068€. Contudo, apenas 300€ desse valor foram efetivamente aplicados no pagamento de uma mensalidade de um dos meus credores, após a minha direta intervenção nas negociações. Face ao exposto, e considerando o montante total já entregue sem a devida contrapartida nos serviços contratados, escuso-me a qualquer obrigação de pagamento adicional, presente ou futura, relativa a este contrato. Solicito a confirmação formal do cancelamento do serviço, a cessação imediata de quaisquer débitos e a confirmação de que não existem valores em dívida da minha parte. Fico a aguardar a vossa resposta célere. Atentamente, Filipa Daniela Pires Carreira
Processo inconcluído
Exmos. Senhores, Pedro Jorge Agostinho, associado da DECO com o nº0235000-66. Passo a expor o meu assunto: No dia 4 de Fevereiro de 2026 submeti via eletrónica à Fidelidade, além de documentos pessoais e fotografias do local do sinistro (a minha residência), que sofreu alguns danos na madrugada do dia 28 de Janeiro com a passagem da tempestade kristin, também faturas e recibos a comprovar as despesas de reparação. Todas as faturas e recibos enviados estão dentro das coberturas da minha apólice de seguros (seguro multirrisco habitação). Após cerca de 3 semanas de análise de todo o processo, e sem a visita de perito por vontade da seguradora, foi indemnizado, mas ficou em falta um pagamento. Passo a descrever o enviado: Fatura de compra de telhas 100€ - pago Fatura de compra de cimento 10,47€ - pago Orçamento de reparação do telhado 640€ - pago Orçamento de reparação de portão 650€ - NÃO PAGO Eu foi indemnizado no valor de 750,47€, estando em falta o orçamento do portão (650€). Desde então, e estão a decorrer praticamente 4 meses, que tenho sido incansável e insistente em contactos e pedidos de esclarecimento através do site na página pessoal, por telefone, e cheguei ao ponto de me deslocar pessoalmente á agência de Leiria. Em todos os contactos a informação é praticamente a mesma e admitem que sim, que tenho direito de ser indemnizado, mas "não" sabem a razão do pagamento em falta! "Vamos reforçar os seus pedidos; Vamos anexar máxima urgência; Vamos enviar aos gestores, etc..." Pedi, num desses telefonemas, para falar com um gestor, e após uns bons minutos a ouvir uma música (espera), já de si angustiante, volta a colaboradora e pede desculpa mas estão todos ocupados! Pois, respondi eu! Estou desesperado com esta situação surreal, pois só peço que voltem à análise do meu sinistro, me paguem o que é devido e o concluam. Não me atrevo a contactar mais, já me parece má vontade. Apelo á vossa ajuda nesse sentido por favor, para receber o que é meu por direito. Todos os meses pago a mensalidade, e em 25 anos nunca abri nenhum pedido de sinistro! Apenas por mim este assunto nunca mais terá conclusão. Por favor intervenham! O numero da minha apólice é MR 65038096, o numero do processo é 26MR020277. Estou á disposição para qualquer esclarecimento extra. Os meus cumprimentos, Pedro Jorge Agostinho Sócio DECO nº0235000-66 email: pj.agostinho73@gmail.com
SINISTRO NÃO PAGO
Exmos Senhores, Na data de 07/02 sofri uma inundação em minha cave devido as chuvas na região de Cascais. Após contatar meu seguro, recebi a visita do perito que prontamente enviou o relatorio de vistoria. Na data de 16/03 aprovei o valor sinistrado e enviei o de acordo assinado com meus dados bancarios - IBAN para deposito. Desde entao aguardo o crédito em conta sem sucesso. Tento contato por telefone, email e app, porém não recebo nenhuma posição de status.
Reclamação Formal contra Fidelidade – Processo 22MR060357
Reclamação Formal contra Fidelidade – Processo 22MR060357 Venho apresentar reclamação formal contra a seguradora Fidelidade relativamente à gestão do processo de sinistro n.º 22MR060357, decorrente dos danos causados pelas tempestades ocorridas entre janeiro e fevereiro de 2026. O sinistro refere-se à avaria e queima do sistema de ar-condicionado da minha habitação, causada por sobretensão/interrupções elétricas verificadas durante as tempestades. Toda a documentação técnica, relatórios e orçamentos foram devidamente enviados à seguradora. No entanto, após meses de demora e falta de acompanhamento, a Fidelidade procedeu ao pagamento parcial de apenas 2.233,92€, valor que não corresponde aos prejuízos reais apresentados e comprovados documentalmente. Os próprios documentos enviados à seguradora demonstram claramente que: * O orçamento dos equipamentos ascende a aproximadamente 2.747,72€; * Existe ainda um valor estimado de cerca de 1.000€ relativo à mão de obra de instalação; * Os custos totais necessários para reposição do sistema ultrapassam largamente o montante pago pela Fidelidade. Apesar disso, a seguradora decidiu encerrar/concluir o processo sem pagar a totalidade dos valores reclamados e sem apresentar qualquer explicação clara ou fundamentada para a exclusão da mão de obra e restantes custos técnicos. Questiono: Como pode a Fidelidade considerar um processo resolvido pagando apenas parte do equipamento e ignorando totalmente os custos obrigatórios de instalação e montagem? Quem suportará esses encargos necessários para repor o sistema em funcionamento? Além da questão financeira, a situação agravou-se pela completa falta de contacto e acompanhamento por parte da gestora do processo, Ana Matos. Desde terça-feira, dia 26 de maio, tentei inúmeras vezes obter esclarecimentos diretamente junto da Fidelidade: * Liguei mais de 10 vezes para a seguradora; * Solicitei repetidamente contacto da gestora; * Nunca me foi passada a chamada; * Nunca obtive retorno; * Enviei diversos e-mails sem qualquer resposta. Considero absolutamente inadmissível que um cliente fique impossibilitado de contactar a responsável pelo seu processo, especialmente numa situação em que existem valores claramente em falta e um processo encerrado indevidamente. A atuação da Fidelidade demonstra falta de transparência, ausência de apoio ao cliente e incumprimento do dever de acompanhamento e informação. Solicito: * Revisão imediata do processo; * Pagamento dos valores efetivamente em falta; * Esclarecimento formal sobre os critérios utilizados para exclusão da mão de obra; * Contacto urgente por parte da gestora responsável ou de outro responsável competente. Caso a situação não seja resolvida rapidamente, reservarei o direito de avançar com participação junto da ASF – Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões e demais entidades competentes. Obrigada
Falta de comparticipação
Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar esclarecimentos relativamente ao encerramento do processo associado à Apólice N.º 34/9091188, referente à participação de sinistro no âmbito da Tempestade KRISTIN. Verifiquei que apenas foi efetuada a restituição do valor correspondente à primeira participação. No entanto, foram submetidas posteriormente mais duas participações com informação adicional relevante, nomeadamente: Uma participação enviada no dia 9 de março de 2026, relativa a danos adicionais no condomínio; Uma segunda participação, datada de 26 de março de 2026, contendo a retificação dos orçamentos e a atualização dos estragos verificados. Em ambas as comunicações foram devidamente anexadas fotografias comprovativas dos danos, bem como os respetivos orçamentos. Face ao exposto, solicito: Esclarecimento sobre o motivo do encerramento do processo sem consideração das participações adicionais; A reabertura do processo, com análise completa de toda a documentação submetida; A revisão do valor indemnizatório, tendo em conta os elementos adicionais apresentados. Agradeço a vossa atenção para este assunto e aguardo uma resposta com a maior brevidade possível. Com os melhores cumprimentos,
Falha nas instruções da seguradora origina recusa de pagamento de cobertura
Boa noite. Tendo cobertura de pneus na minha apolice da Generali Tranquilidade, e após danificar um pneu ao cair num buraco, contactei telefonicamente a comunicar o sucedido e a solicitar instruções para avcionar a apolice. Na chamada expliquei que o dano era visivel (bolha na parede lateral do pneu) e que apenas ao estacionar na rua em que habito dei conta do mesmo. O carro nao estava impossibilitado de se deslocar a uma casa de pneus a 200 metros da minha habitação, e tudo isso foi contado por mim e estará gravado na chamada telefónica. Em seguida enviaram-me por email todas as instruções para accionar a apolice. Desloquei-me à casa de pneus no final da rua, e adquiri 2 pneus novos, tendo enviado fatura apenas de um. Ao questionar passados 10 dias, indicam que não vão pagar porque não chamei reboque. Se eu expliquei ao telefone (estará gravado!) que iria à casa de pneus ao fundo da rua e ninguém me falou em obrigação de chamar reboque, e se nas instruções por email não referem reboque, julgo estar a ser incorrectamente responsabilizado por não cumprir procedimentos aparentemente obrigatórios mas que por negligência da seguradora não me foram comunicados por nenhuma das 2 vias de contactos realizados. Sinceramente parece-me negligência pura ou propositado para fugirem à responsabilidade como é tão famoso entre seguradoras. Exigi a revisão do meu processo e a consulta da chamada telefónica e do email de modo a comprovarem que agi precisamente de acordo com as instruções fornecidas, e não posso ser responsabilizado por uma falha apenas e unicamente do lado da seguradora. Na recusa de me pagarem o pneu danificado sob a cobertura que tenho na minha apólice, darei por cancelado o seguro nesta companhia e farei reclamação formal ao Instituto Português de Seguros, IMT e Deco. Enviei hoje email a expor argumentos de defesa e toda a situação ao provedor do cliente, dado que não obtive qualquer resposta ou reação aos meus argumentos de defesa após informarem-me a recusa acima referenciada.
Cobrança indevida
Venho por este meio expressar a minha reclamação devido ao pedido de pagamento de 199€ por parte da indebt a favor da medicare. O qual foi cancelado o debito direto a mais de 10 anos e o qual nao tive qualquer usufruto no decorrer da apólice. Tal como em todos os seguros que tive bastava sempre fazer o cancelamento do debito direto o que predispõe o cancelamento da apólice por falta de pagamento. Constantemente me enviam mensagens a pedir o pagamento com entidade e referência com a ameaça de haver encargos. Quero que seja anulada qual cobrança relativa a medicare e que todos os meus dados sejam apagados.
A espera de validação
Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar um esclarecimento relativamente ao estado da candidatura n.º 1820. Após tanto tempo de espera, continuo sem compreender o motivo pelo qual o processo permanece parado, uma vez que todas as medidas e documentação solicitadas já foram entregues, estando apenas em falta a aprovação final. Considero esta demora excessiva e sem justificação aparente, sobretudo tendo em conta que aguardo há vários meses, praticamente desde o ano passado, por uma resposta concreta. Sinceramente, não considero normal esta situação nem a falta de avanço no processo. Agradeço, por isso, uma resposta urgente e esclarecedora sobre o motivo desta demora e uma previsão real para a conclusão da candidatura. Com os melhores cumprimentos Débora Silva
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