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Reparações mal feitas e incumprimento de obrigações
Exmos. Senhores , Venho por este meio apresentar uma reclamação formal ao serviço prestado na reparação do meu telemóvel Samsung Galaxy A34 5G adquirido em Novembro de 2023. No dia 12 de Dezembro de 2025, o equipamento foi enviado para o seguro pois deixou de conseguir detectar o cartão sim. No dia 3 de Janeiro de 2026 fui buscar o equipamento a Worten o problema do cartão sim ficou resolvido mas o áudio que saia da coluna do telemóvel ficou "abafado e estranho" para além disso quando se liga a lanterna a luz da mesma sai pelas laterais traseiras do telemóvel. Assim que me apercebi do mesmo contactei o seguro pela linha de apoio e informei sobre o sucedido pois foram danos causados pela reparação mal feita do equipamento, foi me pedido que voltasse a deixar o equipamento para recolha para ser avaliado pela equipa técnica. No dia 6 de Janeiro de 2026 deixei novamente na Worten o equipamento para recolha para ser avaliado pela equipa técnica da (Domestic & General), fui buscar o equipamento a Worten dia 4 de Fevereiro de 2026 e assim que foi possível testa-lo verifiquei que o equipamento vinha exatamente igual a como deixei na Worten. Voltei a ligar para reclamar sobre a reparação da coluna e da luz da lanterna, danos causados por eles na primeira reparação, durante a chamada enviaram me para o e-mail o relatório técnico onde o serviço técnico verifica a anomalia que eu descrevi acima, a ação de reparação foi ajuste do módulo de áudio, atualização de software e reposição de valores de origem, e nem sequer mencionam a questão ou algo feito para reparar a saída exterior da luz da lanterna . A solução que me deram foi voltar a deixar o equipamento na Worten para uma nova recolha e avaliação sendo que ele já foi recolhido exatamente pelo mesmo motivo , não foi arranjado devidamente e mesmo estando obvio o problema no equipamento eles insistem que o equipamento está em condições. Vou voltar a mandar o equipamento para a reparação mas caso a Domestic & General não faça a reparação do equipamento em condições peço que me enviem um telemóvel novo com características e valor semelhantes a minha escolha ou reembolso no valor que paguei pelo equipamento que foi 329.99€ Com os melhores cumprimentos, Ana Martins
Levantamento bancário confirmado não creditado (150 € – Betclic)
Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar a intervenção da DECO PROTeste relativamente a um litígio com a entidade Betclic, da qual sou cliente há vários anos. No dia 25/01/2026 solicitei um levantamento bancário no valor de 150 €, por transferência bancária, o qual surge como “confirmado” na plataforma da Betclic. No entanto, até à presente data, o referido montante nunca foi creditado na minha conta bancária. Importa salientar que, após essa data, outros levantamentos efetuados junto da Betclic foram corretamente depositados na minha conta, sendo este o único pagamento que nunca foi recebido. Desde o pedido de levantamento, contactei a Betclic diversas vezes por chat e email. Em várias ocasiões foi-me solicitado que aguardasse prazos de 48 horas para verificação do pagamento, prazos esses que não foram respeitados. Posteriormente, foi-me pedido que aguardasse até 5 dias úteis, o que fiz de forma pacífica e colaborante. Apesar disso, o montante nunca foi creditado. Contactei também repetidas vezes o meu banco (CGD), o qual confirmou que não existe qualquer registo da entrada, tentativa de entrada ou transferência pendente no valor de 150 €. O banco indicou expressamente que não consegue ajudar, uma vez que o pagamento nunca entrou no circuito bancário, apontando a responsabilidade para a entidade emissora do pagamento. A Betclic enviou-me um documento designado “Payment Order”, que não constitui um comprovativo oficial de execução bancária, mas apenas uma ordem de pagamento interna, não tendo sido fornecido qualquer comprovativo Swift/MT103 que prove a execução efetiva da transferência. Esta situação causou-me desgaste psicológico significativo, perda de tempo em múltiplos contactos e um sentimento claro de desrespeito enquanto consumidor e cliente de longa data. Solicito, assim, o apoio da DECO PROTeste na mediação deste conflito, com vista à regularização imediata do montante de 150 € e à reposição dos meus direitos enquanto consumidor.
Serviço mal prestado. Enganando e enrolando o cliente
Fiz uma reclamação postei em privado , mas agora vou colocar pra todos ler , faz dias, semanas que estou tentando encerrar meu contrato com a empresa , 1 que a TV nunca funcionou quando fui a loja questionei o atendente ele nem se importou em dizer que iria mandar um técnico, a Internet depois da 18 horas ninguém assiste mais nada. Meu trabalho agora e viajando para vários países onde la fora a nós nao funciona tao bem , e quando funciona os custos adicionais sao exorbitantes . Ja acionei o técnico ah um tempo atrás para poderem resolver sobre a Internet nunca apareceram. Mas agora me ligam todo santo dia perturbando e ligaram ate pra minha esposa pois nao pude atender pra tentar fazer com que desistissimos do cancelamento. Enfim eu pago por um produto que a qualidade è péssima. Vendem o cliente paga , mas se funciona ou nao ai ja nao e problema de vcs ne ? Pra vir aqui ver a Internet que nao funciona nao vieram. Mas agora me pertubam todo santo dia pra nao cancelar . O cartão da TV nunca funcionou. E pra mim tendo em vista agora sobre o meu trabalho nao tem condições de continuar o contrato. Sendo assim peço a resolução dele sem cobrança de multa . Lembrando que vou a loja escrever no livro amarelo . Nao vou desistir dos meus direitos , e nem aceitar pagar uma multa sendo que a qualidade do servico sempre foi péssima. Se prestasse pelo menos eu pagava sem questionar . Eu vou ate o fim com isso . Simplesmente responderam que iriam entrar em contato para acharem uma solução. Achar solução ? A solução ja tem . Parem de querer tirar dinheiro de gente honesta trabalhador . Eu nunca deixei de pagar uma fatura. Entao façam o favor !!!
Não foi atribuída subvenção
Apresento reclamação formal contra o IHRU devido a falhas graves no acompanhamento e decisão da minha candidatura ao apoio/subvenção. Submeti a candidatura em maio; o valor preliminar foi calculado em agosto; em setembro, anexei o contrato de arrendamento; e em outubro foram atribuídos valores à candidatura, sem qualquer indicação de irregularidades. Durante este período, desloquei-me presencialmente aos serviços, onde fui informado de que a candidatura estava correta e sem pendências. No entanto, em 22/01, recebi um indeferimento, alegando divergência entre o valor do contrato e o valor indicado na candidatura. Esta decisão é injustificada, pois: - O contrato esteve disponível para análise desde setembro. - A gestora responsável nunca solicitou esclarecimentos, apesar do dever legal de o fazer perante qualquer dúvida. - Fui informado presencialmente de que tudo estava regular. - Estive meses a aguardar o apoio, confiando na atuação diligente da Administração. A situação é agravada pelo facto de me encontrar de baixa médica, com redução significativa do meu rendimento mensal. O apoio solicitado é essencial para garantir a minha estabilidade habitacional e financeira. A ausência de comunicação e o indeferimento inesperado colocam-me numa situação de vulnerabilidade que poderia ter sido evitada com uma atuação administrativa mínima. A decisão viola princípios fundamentais do Código do Procedimento Administrativo, nomeadamente: - Boa-fé (art. 10.º), ao frustrar expectativas legítimas criadas pela própria Administração. - Colaboração com os particulares (art. 13.º), ao não solicitar esclarecimentos sobre a alegada divergência. - Justiça e imparcialidade (art. 6.º), ao imputar ao utente uma falha que poderia ter sido sanada. - Boa administração (art. 5.º), pela falta de diligência, celeridade e comunicação. Solicito: 1. A reavaliação urgente da candidatura. 2. A correção do indeferimento, considerando a omissão de pedido de esclarecimentos. 3. A explicação formal para a falha de comunicação. 4. A consideração da minha situação de baixa médica e redução de rendimentos, que exige especial atenção e celeridade.
Falta de resposta/,apoio
Exmos. Senhores, Eu, Liliana Sofia Ribeiro Ferreira, venho por este meio apresentar reclamação formal contra a Seguradora Generali, na qualidade de lesada num acidente de viação ocorrido no dia 7 de novembro de 2025. Na referida data, fui atropelada por uma moto enquanto atravessava uma passadeira, tendo sido acionada a GNR e os Bombeiros Voluntários de Penafiel, que procederam ao meu transporte para o hospital. O sinistro foi participado e a seguradora iniciou os tratamentos e enviou o averiguafor. A participação ao seguro foi feita pela Gnr e por mim no dia 11de novembro. Contudo, desde essa data até ao momento atual, encontro-me sem qualquer apoio efetivo, sem acompanhamento do processo e sem qualquer resposta por parte da seguradora, apesar das inúmeras tentativas de contacto que tenho realizado.via telefone e email. Tenho enviado diversos e-mails à Generali, para solicitar detalhes técnicos do processo, apoio médico ,esclarecimentos e orientação, não tendo obtido qualquer resposta a nenhum deles. Da mesma forma, tenho efetuado contactos telefónicos, nos quais me é dito que me irão devolver a chamada, o que nunca acontece. Encontro-me atualmente numa situação extremamente grave e desesperante. Já não tenho condições financeiras para continuar a deslocar-me a consultas, tenho um novo atestado médico que comprova que me encontro impossibilitada de trabalhar, e não disponho de qualquer apoio da seguradora que me permita garantir o mínimo de subsistência. A falta de resposta e de atuação da Generali colocou-me numa situação de total desamparo, não tendo neste momento meios para pagar a minha habitação, nem sequer para assegurar alimentação, tenho neste momento apoio da segurança social para poder receber alimentos, apoio ao pagamento das minhas contas . apesar de ser vítima de um acidente com danos corporais, devidamente participado. Considero esta atuação — ou ausência dela — uma violação grave dos deveres legais de informação, acompanhamento, diligência e boa-fé, especialmente num processo que envolve lesões físicas e incapacidade laboral. Venho, assim, solicitar a intervenção dessa Autoridade no sentido de: Obter uma resposta formal e imediata da seguradora; Garantir o acompanhamento adequado do processo de sinistro; Assegurar o cumprimento das obrigações legais da seguradora para com a lesada. Encontro-me numa situação limite e sem qualquer alternativa, motivo pelo qual recorro a essa entidade. Com os melhores cumprimentos, Liliana Sofia Ribeiro Ferreira,
Devolução de reembolso
Exmos. Senhores, Venho por meio desta apresentar reclamação formal em relação à atuação da empresa AllZone , no âmbito do pedido nº 488523 , por considerar que sua conduta configura má-fé comercial, prática abusiva e fortes indícios de fraude , violando os deveres legais aplicáveis ao comércio eletrônico e à proteção do consumidor. 1. Exposição objetiva dos fatos Efetuei uma compra no site AllZone, a qual cancelei de imediato por suspeitas fundadas de fraude. Posteriormente, confirmei que existem inúmeros relatos públicos, documentados e reiterados, de consumidores que descrevem práticas comerciais defeituosas, enganosas e maliciosas por parte da empresa. Desde 29 de dezembro, fui informado de que o reembolso se encontrava “em processamento”. Até ao dia 12 de janeiro, o valor não foi devolvido. Nessa data, fui informado pela AllZone de que não é possível proceder ao reembolso pelo mesmo meio de pagamento, sendo-me exigido que contacte o meu banco para iniciar um processo de estorno junto do banco da vossa empresa. 2. Caráter abusivo e ilegal da posição assumida A posição agora comunicada é juridicamente inadmissível e revela um padrão organizado de evasão de responsabilidade, pelos seguintes motivos: a) O dever de reembolso é exclusivo do comerciante O reembolso deve ser efetuado pelo mesmo meio de pagamento utilizado, salvo acordo expresso em contrário — o que não existe neste caso. Transferir para o consumidor a obrigação de acionar mecanismos bancários não é legal, nem aceitável. b) Alegada “limitação técnica” não exonera responsabilidade Problemas internos com plataformas de pagamento, portais técnicos ou instituições financeiras não podem, em caso algum, prejudicar o consumidor. Tal argumento é irrelevante do ponto de vista jurídico e não suspende o dever de restituição do valor pago. c) Conduta dilatória e padrão de atuação O email enviado pela AllZone demonstra um modus operandi estruturado, no qual: O reembolso é prometido, O prazo é sucessivamente ultrapassado, Surgem obstáculos artificiais, O consumidor é encaminhado para terceiros (bancos), O valor é “creditado” numa carteira virtual interna, tentativa clara de reter o dinheiro e incentivar novas compras, o que não substitui nem suspende o direito ao reembolso monetário. Este comportamento é típico de práticas fraudulentas ou gravemente abusivas, destinadas a reter indevidamente fundos pelo maior tempo possível. 3. Irrelevância jurídica da “aceitação prévia” de estorno A alegação de que o consumidor deve iniciar um estorno bancário, com a promessa de aceitação posterior, não ilide a infração já cometida, nem substitui o dever legal de: Proceder ao reembolso direto, De forma célere, Sem impor ónus adicionais ao consumidor. O fato de a empresa disponibilizar instruções detalhadas para estorno não legitima a recusa em reembolsar , mas reforça a percepção de que essa prática é recorrente e sistematizada . 4. Violação de princípios fundamentais A atuação da AllZone viola, entre outros: O princípio da boa-fé contratual O dever de reembolso célere e eficaz As normas de proteção do consumidor As regras do comércio eletrônico e pagamentos remotos 5. Exigência formal Diante do exposto, exijo : Reembolso imediato e integral do montante pago, pelo mesmo meio de pagamento utilizado na compra Confirmação escrita do reembolso, com comprovativo financeiro Cessação imediata de práticas dilatórias e abusivas 6. Próximos passos Na ausência de regularização imediata, informo que irei: Avançar com chargeback junto do meu banco Submeter reclamação às entidades de defesa do consumidor Comunicar o caso às autoridades competentes Tornar pública a conduta da empresa em plataformas de avaliação e proteção do consumidor Esta reclamação visa defender meus direitos como consumidor e evitar que práticas idênticas continuem a lesar terceiros . Aguardo resolução urgente. Com os melhores cumprimentos, Edvalson Aguiar
Não querem reembolsar
Elias Ferreyra, argentino, residente em Portugal com título de residência N° F940278F7, apresenta uma reclamação ao Tribunal de Defesa do Consumidor de Portugal contra a empresa CASEOVER pela compra não entregue de 3 consolas de videojogos. A História No dia 1 de dezembro de 2025, decidi fazer uma compra especial para presentear meus familiares na Argentina pelo Natal. Comprou 3 consolas de videojogos através do site da empresa CASEOVER ( https://caseovershop.com/ ). A compra foi feita de forma virtual e o pagamento foi realizado com sucesso, recebendo uma confirmação por WhatsApp e também por e-mail. No entanto, após a confirmação do pagamento, nunca mais recebi notícias sobre o estado do meu pedido. Não havia código de seguimento, nem informação sobre o envio. Tentei contactar a empresa através de WhatsApp, mas não recebi resposta. Foi apenas no dia 10 de janeiro que a empresa se contactou comigo, dizendo que o pedido havia sido devolvido às suas instalações porque eu não estava presente no meu domicílio. A empresa exige que eu pague o custo de envio de 4€ para receber o pedido, o que considero inaceitável. Quando solicitei a devolução do dinheiro, a empresa justificou-se dizendo que eu não havia indicado o meu e-mail no site na hora de fazer o checkout, o que é falso, pois eles próprios me enviaram a confirmação do pagamento para o mesmo e-mail que agora dizem que eu não forneci. O Problema A empresa agiu de má-fé ao não cumprir com o pedido e não fornecer informação sobre o envio. Eu havia feito a compra com antecedência, pensando nos meus familiares e no presente de Natal que queria dar-lhes. A falta de comunicação e a falta de responsabilidade da empresa causaram-me grande transtorno e decepção. Reclamação - Solicito a devolução do dinheiro pago pela compra das 3 consolas de videojogos. - Considero que a empresa agiu de má-fé ao não cumprir com o pedido e não fornecer informação sobre o envio. - A empresa tinha o meu contacto e não fez nenhum esforço para comunicar comigo para resolver o problema. Documentação Anexa_ -Não recebi fatura - Comprovativo de pagamento - Mensagens de WhatsApp com a empresa - E-mail de confirmação do pagamento Agradeço a sua atenção a este assunto e espero uma resolução favorável à minha reclamação. Atentamente, Elias Ferreyra
Sem serviço TV/Net à 5dias
Desde o dia 26/01 à noite que me encontro sem TV/Net, estou doente e tive que ficar em teletrabalho e não consigo fazer partilha de net do telemóvel para o pc, porque pelo que me informaram há mais 10 pessoas na mesma situação que eu e faz com que a partilha seja muito lenta. É inadmissível tantos dias sem solucionar o problema, o certo é que a fatura de quase 90€ que é o que eu pago já chegou!!! Vou pagar por um serviço que não estou a usufruir, mal acabe a fidelização do contrato nunca mais me vou vincular à Vodafone, é só nome, péssimo serviço!
Não negociou com as entidades, até ir para contencioso com risco de penhora.
Exmos. Senhores, Venho apresentar reclamação contra a Go Bravo – Intermediários de Crédito, por incumprimento contratual grave e falta de resposta a pedido formal de rescisão. Celebrei contrato com a referida empresa com base na promessa de uma prestação fixa e acompanhamento eficaz na negociação das minhas dívidas, o que não se verificou. Foram impostas alterações unilaterais às condições inicialmente acordadas e a falta de atuação atempada levou um dos créditos (Cofidis) a situação de contencioso, com risco de penhora. Entre abril e novembro efetuei pagamentos no montante total aproximado de 3.496 €, sempre com o meu próprio dinheiro, tendo sido realizados apenas pagamentos pontuais a credores, não existindo qualquer adiantamento por parte da Go Bravo. Em 6 de Janeiro do corrente ano, enviei email formal a solicitar a rescisão do contrato por justa causa, a suspensão de pagamentos e a restituição de valores pagos e não aplicados. Decorridos mais de 10 dias úteis, não obtive qualquer resposta. Acresce que nunca me foi disponibilizada cópia válida, completa e legível do contrato, apenas links expirados ou ficheiros em branco. Solicito o cancelamento definitivo do contrato, cessação de quaisquer cobranças e a restituição dos valores pagos e não devidamente aplicados. Tenho documentação que comprova.
Fornecimento de informações
Eu Bruno miguel gomes Teixeira venho por este meio informar que ja a mais de 3 meses que não acedia a app oney devido a problemas pessoais este mes liguei para o apoio ao cliente perguntado se tinha montantes em divida me foi respondido que não que tinha efetuado o pagamnto das mensalidades em atraso . Ontem la me lembrei de entrar na app e consultar o saldo para o saldo maximo que tenho para transferência é de 50 euros e tenho 19.00 positivos mas em saldo negativo tenho divida tenho 540 . Hoje acordo com uma sms da oney a dizer que tenho a conta bloqueada por risco de incumprimento apartir de dia 30 janeiro , então liguei para o apoio ao cliente e depois de mais de 6 chamadas sem ser atendido deixei o meu número para ser contactado e não fui ,por isso liguei agora ao fim da tarde depois de mais de 10 minutos de espera la fui atendido para minha supreso me fizeram tantas perguntas nome, morada ,número contribuinte, numero telemóvel, email , banco associado ao contrato, iban achei estranho e desliguei queriam os meus dados todos so para receber uma informação eu desliguei a chamada que não acho normal tantas questões eu gravo sempre as chamadas . Gostaria de saber o que se passa com o meu cartão leroy e reparei que tenho notificações de alterações para o cartão leroy + se eu nunca o fiz e como é possivel eu ter máximo saldo de 50 euros para transferências e estar negativo 545euros . Visto que nao vou fornecer os meus dados todos que dão para fazer um cartão ou crédito em meu nome por telemóvel.
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