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SNS24
EXMOS SRS VENHO POR ESTE MEIO MOSTRAR A MINHA INDIGNAÇÃO COM SNS24 NA PASSADA SEGUNDA FEIRA PRECISEI LIGAR PARA A SNS24 PORQUE PRECISAVA DE IR HÁ URGENCIA COM O MEU MARIDO QUE ELE DEU UMA QUEDA NAS ESCADAS DE CASA E ESTAVA A QUEIXAR-SE DA COLUNA ESTIVE CERCA DE 1 HORA AO TELEFONE PARA O SNS24 E NUNCA FUI ATENDIDA NÃO PERCEBO PORQUE É QUE TEMOS QUE LIGAR OBRIGATÓRIAMENTE PARA O SNS24 ANTES DE NOS DIRIGIRMOS ÁS UNGENCIAS SE NÃO NOS ATENDEM OS TELEFONES É O SERVIÇO NACIONAL DE SAUDE QUE TEMOS O NOSSO PRIMEIRO MINISTRO DIZ QUE ESTÁ TUDO BEM MAS NÃO É O QUE VEMOS COM O SNS24 É UMA VERGONHA
Péssimo apoio ao cliente
Exmos Senhores, Através de experiência própria e de outras a mim relatadas, é inegável a arrogância e antipatia do staff da Escola Armando Vítor. Desde falar como se o instruendo fosse burro, até gritar dentro da sala de aula, parece haver poucas exceções dentro de toda a equipa. Como se isto não fosse suficiente, estive um mês sem ter qualquer aula prática marcada, e quando liguei a saber o que se passava é que decidiram informar-me que é obrigatório o instruendo enviar a sua disponibilidade de 15 em 15 dias por email. A Escola dá as informações aos bocados. Dá a impressão que espera até o cliente cometer um "erro" para, então, voltar a agir arrogantemente. Escusado será dizer que o apoio ao cliente nesta escola não existe. Sugiro, assim, que passem todas as informações aos instruendos desde o início. Em relação à atitude de superioridade, tanto pode ser das personalidades que ali se juntam, como do falso sentido de segurança que a sua estimada alta qualificação entre escolas de condução lhes dá. Quis reclamar diretamente pela escola mas não mo foi permitido. Por isso mesmo venho fazer esta reclamação oficial, visto que entendo que a opinião geral registada sobre a escola já não me parece atual.
Mau atendimento
Exmos senhores. Após deixar o mesmo relato no livro de reclamações, venho por este meio deixar o meu testemunho e solicitar reembolso de duas consultas de urgência. No dia 17.07.2025 dirigi-me a este unidade de saúde com queixa do olho direito vermelho, com comichão e sensação de corpo estranho. Fui atendida por um médico muito simpático por sinal, o serviço foi relativamente rápido. O médico em questão fez a análise visual do olho indicando ser uma pequena conjuntivite. Queixei me também de dor moderada na garganta. O médico fez a avaliação visual também e passou-me um spray nasal para desobstruir e umas gotas de colirio. No dia 19.07 dirigi-me novamente à urgência uma vez que os sintomas pioraram bastante ( garganta com placas brancas, febre, dor muito intensa e com o olho esquerdo da mesma forma do direito). Mais uma vez fui atendida pelo mesmo médico do dia 17.07, mais uma vez muito simpático e rápido. Mais uma vez não houve qualquer analise/exame sem ser visual. Passou me antibiótico e 2 comprimidos bastante fortes para as dores. Hoje dia 21.07, mais uma vez dirigi-me à mesma urgência, atendida por outro médico que como excelente profissional me fez todos os despistes possíveis, encaminhou para consulta de oftalmologia no mesmo serviço e percebeu de imediato o que tinha e passou a medicação corretamente. Desta forma venho solicitar o reembolso das primeiras duas consultas uma vez que não foram feitas as diligências necessárias para chegar a um diagnóstico correto, o que teria evitado o escalar de doença grave em que neste momento me encontro. Sem mais de momento. Joana Sousa.
Fraude Educacional
Exmos. Senhores, A presente reclamação é feita em nome coletivo dos alunos da Pós-Graduação em Gastronomia Criativa da Universidade Europeia de Lisboa, no seguimento de um conjunto de situações que configuram, no nosso entender, violação do contrato de prestação de serviços educativos e publicidade enganosa. O curso foi divulgado como uma especialização prática, criativa e de alto nível, com: • Mais de 80% da carga horária em regime prático; • Aulas regulares com chefs de renome; • Acesso à cozinha profissional “Academia Gourmet”. No entanto, ao longo do ano letivo, deparámo-nos com: • O cancelamento de pelo menos quatro chefs anunciados, sem qualquer substituição ou reposição de aulas; • O encerramento da cozinha “Academia Gourmet” a meio do ano, levando à realização das aulas práticas em locais distantes, obrigando a deslocações superiores a 100 km; • Uma carga horária quase exclusivamente teórica, com conteúdos desatualizados e pouco criativos, contrariando o conceito de gastronomia criativa; • Falta de qualquer aula prática com o foco prometido em criatividade, inovação e técnica; • Ausência de resposta da instituição, apesar dos diversos pedidos formais feitos pelo delegado da turma. Para além de tudo isto, o curso tem um custo mensal de 350€, o que representa um investimento elevado para um serviço que não corresponde, em quase nenhum aspeto, ao que foi inicialmente promovido. Solicitamos o apoio da DECO no sentido de: • Mediar esta situação junto da Universidade Europeia; • Avaliar se existe violação do regime legal da publicidade ou do contrato de prestação de serviços; • Determinar a eventual restituição parcial de valores pagos; • Prevenir que situações semelhantes afetem futuros alunos. Estamos disponíveis para fornecer todos os comprovativos necessários e contactos dos alunos envolvidos. Com os melhores cumprimentos, Guilherme Almeida Delegado da Turma – Pós-Graduação em Gastronomia Criativa Universidade Europeia de Lisboa
Incumprimento de prazos
Exmos. Senhores, Venho reclamar do seguinte: A minha filha, que está inscrita no IMT de Faro, está a tirar a Carta de Condução na Escola de Condução Portimonense e ocorreu o seguinte: A validade da sua licença de aprendizagem para a obtenção da Carta de Condução acabou a 28/04/2025, não tendo ela conseguido pedir a revalidação a tempo (apesar de ter tudo pago), sendo que lhe faltavam apenas 10 aulas e o respetivo exame de condução. Ela não conseguiu concluir o processo atempadamente pois a escola de condução onde se encontrava inscrita não lhe facilitou as aulas a tempo. As aulas eram marcadas sempre com semanas ou meses de distância e quando se aproximava a data as mesmas eram sistematicamente desmarcadas, não sendo sequer propostas datas alternativas. Ela concluíu a parte do código em outubro de 2024 e até abril de 2025 teria dado bastante tempo para fazer, não só as 10 aulas em falta, como o exame final. A comprovar, tenho as conversas trocadas com a escola de condução, via e-mail e via whatsapp. Desejo, com esta reclamação, que a Escola de Condução faculte a conclusão da Carta de Condução à minha filha, sem nenhuma penalização: marcando as 10 aulas de condução em falta para terminar a instrução e o respetivo exame final. Em alternativa, que lhe seja devolvido o montante total pago à escola para que ela possa reiniciar o processo noutra escola de condução, uma vez que que nem o exame de código em que já tinha conseguido obter aprovação continua válido. Tenho documentos a comprovar a situação descrita. Cumprimentos.
Sessão de Terapia Nociva e Perigosa
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a Casa de Saúde de Santa Catarina, localizada no Porto, devido a uma experiência profundamente negativa que considero lesiva para a saúde mental e emocional dos seus pacientes, bem como desrespeitosa em termos de ética profissional e relação qualidade/preço. No meu caso específico, paguei 100 euros por uma consulta com o Dr. Pedro Martins, na qual esperava encontrar apoio psicológico ou psiquiátrico profissional. No entanto, fui recebido com julgamentos subjetivos, pouca escuta ativa, ausência de empatia e nenhuma proposta de tratamento concreto. Não foi prescrita qualquer medicação, plano terapêutico ou encaminhamento, e após a consulta, todos os contactos posteriores foram ignorados. Adicionalmente, a postura da receção foi extremamente rude e impessoal, como também já relatado por várias outras pessoas nas avaliações públicas da instituição. Sublinhe-se ainda que o diretor clínico, Dr. João Palha, é frequentemente referenciado como negligente na gestão da clínica, sem responder a queixas, e permitindo que o ambiente da instituição se mantenha tóxico e hostil para utentes em situação vulnerável. Acredito que esta prática configura não apenas uma violação da deontologia médica e do código de conduta profissional, mas também um abuso financeiro a quem procura ajuda psicológica com urgência. Não estamos perante um serviço de saúde digno, mas sim um negócio desumanizado que lucra com o sofrimento alheio. Solicito que a DECO investigue este caso e, se possível, faça chegar esta e outras reclamações às entidades reguladoras competentes, como a Ordem dos Médicos e a Entidade Reguladora da Saúde, para que se evite que mais pessoas sejam sujeitas a este tipo de tratamento. Cumprimentos.
Negligência e abandono
Anexo reclamação redigida no Livro de Reclamações em 21 junho 2025 à ERPI Portugal Senior Gealth Care - Coimbra, conforme anexo
Atendimento
Exmos. Senhores, Precisava de fazer muitas análises dado ser diabético, hipertenso, só com um rim, insuficiência renal, obeso, etc., tive uma trombose uma gastroenterite aguda, e fui a uma urgência hospitalar, e foram-me prescritas as análises, bem como angio taques para perceber o meu estado. Marquei consulta para solicitar as análises, levei os exames para a médica verificar e passar as análises. Após ver os exames, disse ter vários fatores de risco, mas havia análises, (que tinham sido pedidas pelo meu cirurgião vascular ), que ela não concordava, e portanto não me passava qualquer análise. Fiquei revoltado e triste, pois desconto já fez 46 anos, e continuo a trabalhar, e perguntei o porquê dizendo estar assustado e precisar das análises, e a Drª, respondeu-me que se eu quisesse me marcava uma consulta de cirurgia vascular. Eu tinha tido a consulta da especialidade nesses dias, e eu perguntei se era assim que os doentes eram tratados, quando estavam doentes e precisavam. A resposta da Drª, foi, ponha-se na rua pois a consulta terminou. E foi o que aconteceu com a Drª Helena Manso, no dia 3 de Junho ás 14.10h. Agradeço resposta e tomada de posição devido ao abuso , prepotência e humilhação, por parte desta senhora. Bem hajam
Falta de colaboradores (enfermeiros e auxiliares de saúde nas Enfermarias de Internamento)
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente às condições de internamento verificadas no Hospital Trofa - Saúde, Gaia, no âmbito da parceria público-privada com o Hospital Santos Silva. A minha mãe encontra-se atualmente internada nessa unidade hospitalar, onde tem sido visível a sobrecarga a que os profissionais de saúde estão sujeitos. Verifica-se um número manifestamente insuficiente enfermeiros e auxiliares para dar resposta às necessidades básicas dos utentes internados. A título de exemplo, a minha mãe necessita de apoio para as refeições (almoço e jantar), o que implica um acompanhamento individualizado de cerca de 30 minutos por parte de um auxiliar ou enfermeiro. Durante este período, esse profissional não consegue prestar assistência a outros doentes — nomeadamente para alimentação, higiene ou mobilização. Este cenário repete-se diariamente e compromete o bem-estar geral dos utentes, gerando ansiedade e, por vezes, riscos para a sua saúde. Adicionalmente, durante o período noturno, estão atribuídos apenas dois profissionais para cuidar de mais de 20 utentes. Tal rácio é inaceitável e compromete gravemente a qualidade dos cuidados prestados, além de colocar uma pressão excessiva sobre os profissionais, que, apesar da dedicação, não conseguem estar em todo o lado ao mesmo tempo. Entendo que os profissionais em serviço estão a fazer o melhor possível nas condições disponíveis, pelo que esta reclamação se dirige à gestão da unidade e às entidades responsáveis pela alocação de recursos e supervisão desta parceria público-privada. Solicito, por isso, que esta situação seja analisada com a devida atenção e que sejam tomadas medidas para garantir condições dignas de internamento, com pessoal suficiente para assegurar os cuidados adequados a todos os doentes. Agradeço desde já a atenção e fico a aguardar resposta. Com os melhores cumprimentos
Renovação de contrato
Exmos. Venho por este meio, fazer uma reclamação, em relação ao cancelar o meu contrato com a Medicare uma vez que deixei claro, tanto eu como a minha esposa desde o mês de Agosto do ano de 2024 que não iria renovar o contrato. Este mês, liguei para confirmar e para meu espanto não havia nenhuma entrada de não renovação de contrato, quando fiz várias chamadas por outros motivos mas expressando claramente que para que ficasse registado que não iria renovar contrato. Por coincidência o ano passado a Medicare através dos seus colaboradores teve a mesma atitude de me "obrigar" pelo fato de terem passado 2 dias que foram fim de semana para os 30 dias antes do terminar do contrato. Pois bem, este ano fiz questão de apresentar o meu descontentamento e a não renovação do contrato desde agosto do ano passado. Um dos colaboradores da Medicare me informou no ultimo mês de contrato que nada ficou registado uma vez que desde agosto eu podia mudar de ideias e que o contrato tinha sido renovado de novo por mais um ano automaticamente. Não me parece uma atitude correta por parte da Medicare fazer os seu clientes passar por isto "obrigando" a renovar contrato quer queiram quer não. Sem mais agradeço a atenção despendida
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