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Entregadores mentem
Por algum motivo, a entrega não pôde ser feita no dia. Infelizmente, o estafeta culpou o cliente – provavelmente mentindo ao dizer que tentou entregar, mas não estava ninguém em casa – para se esquivar à responsabilidade. Isto pode ser um problema se, no dia seguinte, o cliente não estiver mesmo em casa, pois normalmente existe um limite de tentativas de entrega. Bem, posso estar enganado, talvez estivesse na casa de banho e a minha mulher tenha ido para a varanda. Ou o botão da campainha tenha encravado. Mas este padrão de entrega acontece com frequência, por isso acho que não foi isso.
Atraso na entrega
Exmos. Senhores, Em 28 de agosto adquiri uma garminband, da marca GARMIN, pelo valor de 199,99euros no site da worten. O pagamento foi efetuado no momento. Conforme fatura-recibo, na altura foi acordado com o vendedor que a entrega seria efetuada até ao dia 01 de setembro de 2026. Contudo a encomenda com o número 1106651183, até à presente data, o mesmo ainda não foi entregue. Já efetuei vários contactos junto da worten de Portalegre e obtive a resposta de que o bem está para entrega, Inicialmente seria a 30 de setembro e hoje fui informado que será a 06 de outubro de 2026. Assim sendo, exijo, no prazo máximo de 8 dias, procedam à entrega do referido (BEM ADQUIRIDO), sob pena de resolução do contrato, e sem prejuízo do direito de indemnização por eventuais danos causados. Cumprimentos.
Problema com encomenda, entrega e montagem
Exmos. Senhores, Venho solicitar o vosso apoio e intervenção relativamente a um problema com uma encomenda de cozinha efetuada junto da Leroy Merlin, que se arrasta há vários meses e que, até à presente data, continua sem resolução. Aquando de uma entrega parcial da encomenda, realizada por uma transportadora contratada pela Leroy Merlin, o transportador recusou-se a colocar os volumes no interior da habitação. Perante a minha preocupação relativamente à possibilidade de chuva, foi-me expressamente garantido pelo transportador que o material se encontrava devidamente acondicionado e que poderia permanecer no exterior sem risco de danos. Confiei nessa informação, até porque não possuía capacidade física para transportar sozinha volumes de grandes dimensões. Entretanto, devido a sucessivos atrasos na montagem, que não foram da minha responsabilidade, o material permaneceu no exterior durante mais tempo do que o inicialmente previsto. Quando os montadores finalmente se deslocaram ao local, verificaram que várias peças se encontravam danificadas pela exposição à chuva e humidade, impossibilitando a sua montagem. Posteriormente, a Leroy Merlin informou-me de que não assumiria a responsabilidade pelos danos e de que teria de suportar os custos das peças danificadas. Discordo totalmente desta posição, uma vez que os danos estão diretamente relacionados com as condições em que a entrega foi efetuada, com as informações prestadas pela transportadora contratada pela própria Leroy Merlin e com os atrasos ocorridos na montagem. A situação tem-me causado prejuízos e transtornos significativos. Encontro-me há vários meses sem uma cozinha funcional, sendo obrigada a recorrer frequentemente a refeições fora de casa e serviços de entrega, suportando despesas adicionais. Apresentei uma reclamação formal ROR00000000045717654 à Leroy Merlin, tendo recebido como resposta apenas que a situação estava a ser acompanhada pela equipa de loja e que seriam tomadas medidas para a sua resolução. Contudo, até ao momento, não me foi apresentada qualquer solução concreta, nem foi assumida a responsabilidade pelos danos. Fiz novamente nova reclamação no livro eletrônico. Considero que, enquanto cliente, não posso ser responsabilizada por danos resultantes das condições de entrega e dos atrasos na montagem, especialmente quando segui as indicações dadas pelo próprio transportador. Solicito, assim, o apoio da DECO PROteste na análise desta situação e na defesa dos meus direitos enquanto consumidora, nomeadamente no sentido de a Leroy Merlin assumir a substituição, sem qualquer custo para mim, das peças danificadas e proceder à conclusão urgente da montagem da cozinha. Pretendo igualmente saber se, perante as circunstâncias descritas, a posição assumida pela Leroy Merlin relativamente à imputação dos custos das peças danificadas é legítima e quais os meios que tenho à minha disposição para exigir a resolução da situação e, eventualmente, o ressarcimento dos prejuízos adicionais que tenho vindo a suportar. Tenho disponíveis a documentação da encomenda, comunicações trocadas com a Leroy Merlin, reclamações apresentadas e respetivas respostas, bem como outros comprovativos relacionados com o processo, caso sejam necessários para a análise. Agradeço desde já a vossa ajuda e orientação para conseguir finalmente resolver uma situação que se prolonga há vários meses e que considero estar a causar-me prejuízos que não me podem ser imputados. Com os melhores cumprimentos,
Encomenda errada
No âmbito da Encomenda #13997, adquiri um boné destinado a integrar o uniforme escolar do Colégio João de Deus. A razão de ser de um uniforme escolar é a estrita padronização e identidade visual das peças que o compõem. Contudo, o boné fornecido apresenta uma cor acinzentada, totalmente desalinhada e incompatível com a cor do bibe do fardamento. Sendo o produto inadequado para a sua função contratada, solicitei a devolução e o respetivo reembolso. A gerência da loja recusou liminarmente a restituição do valor pago, pretendendo impor a aceitação de um vale de compras. Perante a falta de conformidade de um bem, o consumidor tem direito à restituição do valor no mesmo meio de pagamento original, sendo a imposição de um vale uma prática ilegal. Adicionalmente, a loja adota um critério arbitrário, tendo já efetuado devoluções em dinheiro a outros clientes em situações idênticas. Por prudência, o artigo permaneceu nas instalações da loja. Face à inflexibilidade da gerência e ao atendimento prestado, a situação foi já formalizada no Livro de Reclamações (com conhecimento à ASAE) e seguiu para o Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo de Lisboa (CACCL). Exijo a resolução do contrato e a devolução integral do valor pago pelo boné exclusivamente por transferência bancária (IBAN).
Entrega encomenda
Venho este meio solicitar a empresa a expedição encomenda que foi pedida dia 14/09/2026 e o qual ainda não me foi enviada solicito pois já passou prazo de expedição de 48/72 horas como dizia site espero receber encomenda brevemente obrigada
Motor integralmente pago e nao entregue - sucessivas promessas de entrega
Comprei à Monsieur Moteurs Unipessoal Lda., de Vila Nova de Gaia, um motor Renault 1.9 DCI, referência F9Q 760, relativo à Pro Forma FP 2026/379. O valor acordado foi integralmente pago. Em 27 de agosto de 2026, a empresa informou que o motor chegaria nesse dia ou no seguinte. Não chegou. Após novos contactos sem resolução, enviei em 8 de setembro uma interpelação escrita, solicitando a entrega ou a devolução integral do pagamento até 11 de setembro. Em 10 de setembro, responderam que a entrega seria feita na semana seguinte. Em 16 de setembro, disseram que o motor estava em trânsito. À data desta publicação, 18 de setembro, continuo sem receber o motor e sem comprovativo de expedição ou número de seguimento. A empresa sabe que necessito da carrinha para trabalhar. Este atraso prolonga a imobilização da viatura e prejudica a minha atividade profissional. Considero inaceitável continuar sem uma solução concreta depois de várias promessas de entrega. Solicito a entrega efetiva do motor ou, não sendo assegurada, a devolução integral do valor pago. Reclamo também a reparação dos prejuízos comprováveis causados pelo atraso. Tenho os documentos da compra, os comprovativos de pagamento e as comunicações com a empresa. Atualizarei esta reclamação quando houver uma resolução. Apresentei também reclamação no Portal da Queixa, com o número 162814026. Em 18/09/2026, a empresa confirmou a sua receção e informou que iria analisar a situação. Até ao momento, essa resposta não apresentou comprovativo de expedição, data concreta de entrega ou solução para os prejuízos relatados.
Encomenda não recebida
Exmos. Senhores, Em 10/09/2026 adquiri um/Pack de 4 Tinteiros HP 934XL/935XL - Compatível - Goeik, pelo valor de 6,50€ + porte. O pagamento foi efetuado no momento pelo Worten Marketplace. Conforme fatura-recibo, na altura foi acordado com o vendedor que a entrega seria efetuada até ao dia 24h. Contudo, até à presente data, o mesmo ainda não foi entregue. Já efetuei vários contactos junto dos vossos serviços e obtive a resposta de que o bem foi entregue. Assim sendo, dado que o prazo de entrega já foi ultrapassado há bastante tempo, solicito a rescisão do contrato celebrado, informando que não me pode ser aplicada qualquer penalização. Cumprimentos.
Encomenda não recebida
Exmos. Senhores, Em 10/09/2026 adquiri um Pack de 4 Tinteiros HP 934XL/935XL - Compatível, da marca Goeik, pelo valor de 6,50 € + envio. O pagamento foi efetuado no momento. Conforme fatura-recibo, na altura foi acordado com o vendedor que a entrega seria efetuada até ao dia 24h. Contudo, até à presente data, o mesmo ainda não foi entregue e consta no sistema deles que foi entregue. Já efetuei vários contactos junto dos vossos serviços (17/09/2026 - worten marketplace e vários telefonemas) e obtive a resposta de que, segundo o sistema deles, o bem foi entregue. Assim sendo, dado que o prazo de entrega já foi ultrapassado há bastante tempo, solicito a rescisão do contrato celebrado, informando que não me pode ser aplicada qualquer penalização. Cumprimentos.
Item não recebido
No dia 07/09/2026 realizei uma compra e não recebi dois itens. A caixa veio lacrada como de costume sem rasuras. No instante que percebi a falta entrei em contacto, pediram-me foto da caixa e dos itens que recebi e enviei, depois disso não disseram-me mais nada, já encaminhei dois emails e não me respondem. Quero uma resposta.
Parte da encomenda não recebida
Venho por este meio solicitar o vosso apoio para interceder junto da empresa Janelas de Sintra Unipessoal, Lda. (JSU), a quem, em boa-fé, adjudiquei a substituição de 5 janelas antigas da minha casa em Oeiras, por janelas modernas em PVC, no sentido de proceder à entrega e instalação do material em falta, ou, em alternativa, proceder à recepção do material instalado e devolver o valor pago em excesso. No verão de 2025 contactei a referida empresa e recebi uma proposta datada de 15.09.2025, no valor total de 5.731,42 €, IVA incluído, que junto em anexo. Fiz a adjudicação no final de setembro de 2025 e, em 19.09.2025, efetuei por transferência bancária o primeiro pagamento, no valor de 2.865,70 €, correspondente a 50% do total, em conformidade com a fatura emitida pelo fornecedor, também em anexo. Embora a proposta indicasse um prazo de entrega de “cerca de 4 semanas”, a situação foi-se sucessivamente atrasando, tendo sido invocadas diversas razões, como mau tempo, atrasos do fornecedor do vidro, entre outras. Na altura, não insisti muito, até porque efetivamente o tempo não permitia a instalação, e também não havia grande urgência da minha parte. Finalmente, em janeiro de 2026, fui informado de que as janelas estavam prontas para instalação. Por conveniência minha, pedi apenas que o início dos trabalhos fosse adiado cerca de uma semana em relação à data proposta, mas a empresa acabou por só se disponibilizar, novamente, para a montagem das janelas em meados de março. Nos termos da proposta, foi-me ainda exigido o pagamento de 40% do valor total da obra antes da entrega do material — condição que, por lapso, não contestei antes da adjudicação. Em 6 de março, efetuei a transferência bancária no montante de 2.292,57 € e, no dia 12, foi entregue o material que supostamente correspondia às 5 janelas, tendo igualmente tido início os trabalhos de instalação, o que durou cerca de 1 semana. Até à data, a JSU não me enviou a fatura relativa a este pagamento. Na altura, não conferi se estava todo o material das 5 janelas, o que não era fácil, nem me passou pela cabeça que faltasse uma janela sem que tal me fosse comunicado. Só depois de instaladas as outras 4 janelas é que verifiquei que não existia mais nenhuma para instalar. Faltava a janela da cozinha. Pedi esclarecimentos, tendo-me sido respondido que ainda era necessário tirar umas medidas. Quando perguntei quando seria feita a entrega, disseram-me que apenas o patrão poderia responder. Em meados de abril, na última vez em que falei com o Sr. Pedro Pinto, este, com bastante dificuldade, referiu apenas que seria “cerca de um mês”. Entretanto, foram feitos os acabamentos das 4 janelas instaladas, trabalho normalmente executado por pedreiros, tendo inclusivamente ocorrido alguns episódios menos agradáveis. Ainda assim, até hoje, 11 meses após a adjudicação e cinco meses e meio após a minha primeira insistência, não consegui obter qualquer informação concreta sobre a entrega e instalação da janela da cozinha em falta. O Sr. Pedro Pinto, gerente e única voz autorizada da JSU, não atende o telefone, não devolve chamadas e não responde a mensagens nem a e-mails. Mais recentemente, um filho meu conseguiu falar com ele telefonicamente, mas a resposta foi, de forma agressiva e repetitiva: “eu estou de férias, não tenho agora que falar desses assuntos”. Ainda assim, em resposta ao meu filho, escreveu posteriormente, a 30 de julho, “amanhã já tenho notícia para si”, sem que, até ao momento, tenha dado qualquer seguimento, atendido chamadas ou prestado qualquer outra informação. Gostaria ainda de esclarecer que esta empresa forneceu, há poucos anos, janelas a vizinhos e amigos meus, que confirmaram que a experiência, em termos de equipamento, foi boa, que as janelas eram de qualidade e que não apresentaram problemas. Contudo, nesses casos, não foi a própria empresa a vender diretamente as janelas aos clientes, mas sim através de um empreiteiro a quem adjudicaram uma remodelação da casa. Tive entretanto oportunidade de contactar esse empreiteiro, que me informou ter deixado de trabalhar com a JSU pelas mesmas razões: incumprimentos, prazos e falta de compromisso. Assim, agradeço qualquer apoio que me possam prestar no sentido de resolver esta situação com a maior brevidade.
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