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Atraso injustificado na ligação ao gás natural após pagamento
Paguei o valor total de 1.051,86€ no dia 21/09/2025 à Medigás para a ligação ao gás natural no imóvel em Rua Ataíde Oliveira 136, 8000-219 Faro. Enviei o comprovativo de pagamento quatro vezes e realizei três contactos formais por e-mail, entre 21/09 e 09/11, sem qualquer resposta, confirmação ou previsão de execução. Esta situação constitui: - Incumprimento contratual (art. 9.º da Lei 24/96) - Violação do dever de informação (art. 8.º da Lei 24/96) - Falha na prestação de serviço público essencial. Peço mediação e intervenção urgente. Adicionalmente, desloquei-me pessoalmente ao escritório da Medigás em Faro para solicitar esclarecimentos, porém os colaboradores não apresentaram qualquer informação, explicação ou assistência relativamente à execução do serviço já pago. Esta falta de resposta e ausência de cumprimento configuram uma violação grave da Lei 24/96 (Lei de Defesa do Consumidor), do dever de prestação de serviços públicos essenciais e das normas regulatórias do setor energético. A ligação ao gás natural é indispensável para o funcionamento legal do meu estabelecimento comercial, e o atraso injustificado por parte da Medigás está a causar prejuízos económicos reais e a impedir a abertura e operação normal da atividade. Caso a situação não seja resolvida em prazo legal, avançarei com pedido de indemnização por danos e requerimento formal de fiscalização e sanções junto das entidades reguladoras competentes. Solicito resposta formal e um plano de execução com prazo definido, com carácter urgente. Em anexo, apresento os comprovativos relevantes para suporte da presente reclamação, nomeadamente: - Comprovativo da transferência bancária referente ao pagamento integral do serviço; - Cópia do orçamento e condições contratuais fornecidas pela Medigás; - Registo das comunicações por e-mail realizadas entre 21/09 e a presente data, demonstrando as tentativas formais de contacto sem qualquer resposta. Todos estes documentos comprovam o cumprimento das minhas obrigações e a ausência de resposta e execução por parte da Medigás.
Corte indevido de eletricidade e contrato de gás não autorizado
Ex.mos senhores, No dia 7 de novembro de 2025, o fornecimento de eletricidade na minha habitação foi cortado indevidamente pela Galp Energia, sem aviso prévio. Após contacto com a E-Redes, foi confirmado que o corte resultou de um erro da própria comercializadora, o que foi posteriormente reconhecido pela Galp. Para tentar resolver a situação rapidamente, aceitei celebrar um novo contrato de eletricidade, na esperança de que o fornecimento fosse restabelecido imediatamente. No entanto, foi também criado, sem o meu consentimento, um contrato de gás natural, algo que nunca solicitei nem autorizei, configurando uma prática abusiva e ilegal, em violação dos meus direitos enquanto consumidor. Desde o corte, já se passaram mais de 32 horas e o fornecimento continua interrompido, o que gerou prejuízos materiais e financeiros: • Perda total de alimentos refrigerados e risco de avaria do frigorífico; • Necessidade de despesas adicionais com alimentação e higiene fora de casa, tornando a habitação inabitável; • Falta ao trabalho para tratar da situação; • Desgaste psicológico e físico; • Risco para a saúde caso seja necessário utilizar equipamentos médicos elétricos. Durante este período, contactei diversas vezes o apoio da Galp e à noite contactei a E-Redes, sendo informado de que não existia qualquer pedido de reposição emitido pela Galp, demonstrando falta total de urgência e negligência grave por parte da empresa.
Cobrança não justificada
No passado dia 6 de Novembro, um técnico da E-redes ia efetuar um serviço no meu quadro elétrico, ao qual iria no período das 10h30-13h. Chegou às 10h35, tocou à campainha e passados 2 minutos foi embora, quando a minha namorada estava a abrir a porta do prédio. Justificou que ninguém estava em casa e vai ser cobrado uma taxa de 20 euros pela deslocação. Uma colaboradora da e-redes, ao lhe colocar a situação, diz que temos que abrir a porta assim que tocar à campainha, ao qual lhe justifiquei, que dois minutos é uma tolerância inadmissível, como que se gostassem de cobrar o dinheiro e dar a ausência só porque sim.
Impossibilidade de pagamento e corte indevido de fornecimento de água
Venho, por este meio, apresentar reclamação relativamente a uma situação ocorrida com o meu contrato de fornecimento de água. No dia 29 de setembro de 2025, tentei proceder ao pagamento da fatura em atraso referente a esse mês, mas o vosso sistema de pagamento por multibanco não aceitou a operação. Posteriormente, recebi por e-mail novas faturas, incluindo a referente ao mês de outubro, no entanto, fui surpreendido com o corte de fornecimento de água, sem ter sido notificado por email. Ao contactar a Simar, foi-me referido que havia sido enviada uma carta via CTT. Ressalvo que resido em Elvas e apenas me desloco à morada associada ao contrato uma vez por mês ao fim-de-semana, o que agrava a situação, pois agora terei de deslocar-me de propósito até SIMAR de Odivelas, num dia de semana, de ELVAS, apenas para restabelecer o serviço de água — uma situação que poderia ter sido evitada caso o pagamento pelo multibanco tivesse sido aceite e que poderia ser agora liquidada sem ter que me deslocar a um dia útil, já que a Simar está encerrada ao fim-de-semana. Se enviam as faturas por email, porque razão enviam o aviso de corte por correio?!?! Face ao exposto, solicito: Que seja revisto o bloqueio de pagamento por multibanco e me deixem liquidar de outra forma sem ter que me deslocar; Que seja restabelecido o fornecimento de água com urgência.
Serviço não Prestado
Exmos. Senhores, Na qualidade de representante do titular do contrato a que corresponde o serviço nº (Código do contrato 160806818498) comunico que os vossos serviços não foram prestados por várias vezes consecutivas, e perante essa situação, uma vez que as visitas técnicas não foram prestadas conforme indica o contrato resolvemos cancelar o mesmo, pois , não faz sentido pagar um serviço que não foi prestado. Fico a espera de uma resolução. Cumprimentos.
Corte de eletricidade indevido por lei
No dia 28/10/2025 , recebi uma mensagem da E-Redes a informar que viriam à minha residência entre as 15h e as 18h do dia 30/10/2025. Tentei contactar a E-REDES nesse mesmo dia e no dia seguinte, até dei a contagem e sem sucesso, através do número oficial disponibilizado. Ontem, dia 30/10/2025, compareceram no local enquanto eu estava a trabalhar e, como não estava ninguém em casa para abrir a porta, cortaram-me o fornecimento de energia elétrica. Este corte foi realizado sem o cumprimento da antecedência mínima de 5 dias úteis prevista na lei (Decreto-Lei n.º 97/2018, artigo 91.º e seguintes) e sem qualquer justificação válida (como emergência, falta de pagamento ou risco de segurança). Recebi apenas uma mensagem 2 dias antes, o que não cumpre o aviso legal obrigatório. Como consequência, fiquei sem eletricidade em casa e tenho alimentos perecíveis a estragar-se no frigorífico e congelador, o que me está a causar prejuízos materiais e transtornos significativos rotineiros. Contactei novamente a E-Redes hoje, e informaram-me que a reposição da energia só será feita quando a equipa voltar ao local, o que considero totalmente inaceitável. Estou sem luz, com bens alimentares a estragar-se e sem qualquer previsão concreta de resolução. Sublinho que: Não fui previamente notificada com o prazo legal mínimo; Não foi apresentada qualquer causa de força maior; O corte foi efetuado sem presença do titular e sem autorização; A E-Redes está a recusar repor a energia de imediato, mesmo após contacto. Solicito, portanto: 1. Restabelecimento imediato do fornecimento elétrico; 2. Verificação e apuramento da irregularidade cometida pela E-Redes; 3. Compensação pelos danos materiais sofridos (alimentos estragados e eventuais danos em eletrodomésticos); 4. Garantia de que esta situação não se repetirá.
Contador retirado e corte
Exmos. Senhores, Recebi a vossa fatura n.º (NÚMERO DE FATURA), com prazo limite de pagamento até ao dia (DATA). Por lapso, não efetuei o pagamento e procederam ao corte do serviço, sem qualquer aviso. Como certamente é do vosso conhecimento, a lei obriga-vos a comunicar a existência da dívida com 20 dias de antecedência em relação à data de suspensão do fornecimento do serviço, o que, no caso presente, não aconteceu. Obviamente, e como vos comuniquei, irei efetuar o pagamento da fatura em atraso, mas recuso-me a pagar a taxa de ligação e exijo que, no prazo máximo de 24 horas, o fornecimento de energia à minha habitação seja restabelecido, sem quaisquer custos. Além disso, desde já me reservo o direito de recorrer a todos os meios ao meu alcance para obter uma compensação pelos prejuízos sofridos. Cumprimentos.
Cartão Galp Electric
Exmos. Senhores, Venho solicitar a v/ ajuda para que a GALP Electric me envie um cartão para recarga de veículos elétricos. Há mais de um ano que tento obtê-lo, por me fazer extrema falta, e a resposta é sempre que devo solicitá-lo na aplicação Mundo GALP. Ora a aplicação responde-me invariavelmente que não é possível enviar os dados. Já recorri ao apoio ao cliente várias vezes, já reclamei por escrito e nada, o apoio ao cliente é completamente nulo. Em desespero de causa apelo à v/ intervenção. Muito obrigado. Eurico Ventura Pereira - sócio 7174033-10
contador electrico por substitui há duas semanas
Exmos. senhores, E-REDES, EDP distribuição No dia 24 /09/2025 com agendamento de um técnico desta empresa para efetuar ligação elétrica em virtude de mudar de casa, compareceu, verificou que o contador estava inutilizável, ferrugento dado a sua antiguidade, informou os superiores, não fez ligação, ficamos ás escuras. Anulou o contrato com a INDESA sem nos avisar. Sexta dia 26/09, feitura de novo contrato com a EDP, expondo a urgência da nossa situação. Centenas d contactos com a E REDES, que já estava ao corrente. Dia 02/10/2025, agendamento da E REDES, deslocação de técnico para fazer o necessário, ás 14.00h, aparece d mãos a abanar, não sabia de nada!!!!!! Nada fez, estamos sem eletricidade, tudo é elétrico, vivemos com velas, comemos sandes, pedimos aos vizinhos para nos carregar o telemóvel, novas centenas de contactos para o: 218100100/ 800506506. Nada sabem, única resposta; tem de aguardar!!!! Não é comportável viver nesta situação, a minha filha precisa de estudar, fazendo mestrado, temos as tarefas domesticas para realizar, TUDO, TUDO, cozinhar, lavar roupa, enfim, estamos desesperadas, comer no restaurante custa caro, tomar banho, etc, etc. Desde o dia 02/10, continuam a não ter data de resolução, alguém aguenta????? de 24/9/25, 13.30, até amanhã ainda não sabem??? Isto é um atentado, um ultraje, os vizinhos tem contador. Isto acontece, no CAMPO DE SANTA CLARA, 35, R/C 100-469 - Lisboa. Quem me paga as despesas, quem???!!!
Falta de água
"Exmos Senhores" Sou José Alberto Ramos e cá estou de nove a reclamar pelo serviço péssimo da APIN no fornecimento de água da rede. Já reclamei várias vezes por telefone, é a terceira reclamação que faço por escrito, e até agora não tenho qualquer tipo de resultado. Neste momento, tal como tem acontecido nos últimos tempos, estou sem água! Na realidade, nem sequer posso tomar banho de água fria… NÃO TENHO ÁGUA PELA QUAL PAGO TODOS OS MESES. Parece até que estamos num pais do 3.º mundo!!
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