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Oscilação perigosa de voltagem
Em agosto passado fiz a seguinte reclamação, via Portal da queixa, à E-Redes por “oscilação perigosa de voltagem” que documentei com várias fotos dos medidores de voltagem que instalei em tomadas aqui em casa: "Em março deste ano comprei um carro elétrico que carrega maioritariamente am casa. Em abril, coloquei painéis solares. Para otimizar os painéis, coloquei tomadas inteligentes em todas as máquinas para medir o consumo e cruzar os dados com a produção solar. Verifiquei, como comprovo com os registos medidos pelas várias tomadas, que a voltagem da energia que me chega a casa varia entre 160 e 260 volts. Nos 20 anos que vivo nesta casa sempre tive muitas avarias de máquinas, mas nunca consegui relacionar com nenhum fator externo." Em resposta, a E-Redes informou, vagamente, que a zona onde resido seria intervencionada em 2026. Não é aceitável aguardar mais tempo. Por segurança, as máquinas param quando não recebem voltagem suficiente para funcionar, então temos constantemente os ciclos de roupa e loiça interrompidos. Desde que comprei o carro elétrico, este perdeu cerca de 70 km no alcance em cheio. Frequentemente o carro deixa de carregar durante a noite, impedindo-me de fazer um dia normal de trabalho no dia seguinte. A máquina de secar avariou. A E-redes tem de intervencionar a minha zona JÁ. Reservo o direito de recorrer a todos os meios ao meu alcance para obter uma compensação pelos prejuízos sofridos ou que entretanto venha a sofrer Cumprimentos. Luísa Brandão
Assistência Técnica
Exmos Senhores, Há cerca de 2 meses a minha instalação solar instalada pela Galp Solar deixou de fornecer energia para a minha habitação por motivo o inversor se ter avariado e segundo a Galp por corte de energia elétrica. Desde essa altuar que estou à espera que a Galp me envie a data em que esta reparação ja efetuada mas sem sucesso. Já telefonei várias vezes para o apoio ao cliente (hoje incluído), á enviei email e a resposta que tenho da parte da Galp é de que oportunamente será efetuado o orçamento e enviado para mim. Faço notar de que eu solicitei à Galp que me enviasse por escrito de que o inversor se tinha avariado por motivo do corte de energia elétrica para eu poder reclamar junto da E-redes. Penso que esta não é a forma de tratar um cliente a não ser que haja algo que a Galp não queira partilhar, mas para uma Empresa que está constantemente a telefonar para propor a aquisição de painéis solares se este é o serviço pós-venda que depois oferecem tenho a dizer que deixa muito a desejar. Agradecia que me ilucidassem o que posso fazer ou Deco possa fazer para resolver este assunto. Obrigado, cumprimentos
Atraso injustificado na ligação ao gás natural após pagamento
Paguei o valor total de 1.051,86€ no dia 21/09/2025 à Medigás para a ligação ao gás natural no imóvel em Rua Ataíde Oliveira 136, 8000-219 Faro. Enviei o comprovativo de pagamento quatro vezes e realizei três contactos formais por e-mail, entre 21/09 e 09/11, sem qualquer resposta, confirmação ou previsão de execução. Esta situação constitui: - Incumprimento contratual (art. 9.º da Lei 24/96) - Violação do dever de informação (art. 8.º da Lei 24/96) - Falha na prestação de serviço público essencial. Peço mediação e intervenção urgente. Adicionalmente, desloquei-me pessoalmente ao escritório da Medigás em Faro para solicitar esclarecimentos, porém os colaboradores não apresentaram qualquer informação, explicação ou assistência relativamente à execução do serviço já pago. Esta falta de resposta e ausência de cumprimento configuram uma violação grave da Lei 24/96 (Lei de Defesa do Consumidor), do dever de prestação de serviços públicos essenciais e das normas regulatórias do setor energético. A ligação ao gás natural é indispensável para o funcionamento legal do meu estabelecimento comercial, e o atraso injustificado por parte da Medigás está a causar prejuízos económicos reais e a impedir a abertura e operação normal da atividade. Caso a situação não seja resolvida em prazo legal, avançarei com pedido de indemnização por danos e requerimento formal de fiscalização e sanções junto das entidades reguladoras competentes. Solicito resposta formal e um plano de execução com prazo definido, com carácter urgente. Em anexo, apresento os comprovativos relevantes para suporte da presente reclamação, nomeadamente: - Comprovativo da transferência bancária referente ao pagamento integral do serviço; - Cópia do orçamento e condições contratuais fornecidas pela Medigás; - Registo das comunicações por e-mail realizadas entre 21/09 e a presente data, demonstrando as tentativas formais de contacto sem qualquer resposta. Todos estes documentos comprovam o cumprimento das minhas obrigações e a ausência de resposta e execução por parte da Medigás.
Corte indevido de eletricidade e contrato de gás não autorizado
Ex.mos senhores, No dia 7 de novembro de 2025, o fornecimento de eletricidade na minha habitação foi cortado indevidamente pela Galp Energia, sem aviso prévio. Após contacto com a E-Redes, foi confirmado que o corte resultou de um erro da própria comercializadora, o que foi posteriormente reconhecido pela Galp. Para tentar resolver a situação rapidamente, aceitei celebrar um novo contrato de eletricidade, na esperança de que o fornecimento fosse restabelecido imediatamente. No entanto, foi também criado, sem o meu consentimento, um contrato de gás natural, algo que nunca solicitei nem autorizei, configurando uma prática abusiva e ilegal, em violação dos meus direitos enquanto consumidor. Desde o corte, já se passaram mais de 32 horas e o fornecimento continua interrompido, o que gerou prejuízos materiais e financeiros: • Perda total de alimentos refrigerados e risco de avaria do frigorífico; • Necessidade de despesas adicionais com alimentação e higiene fora de casa, tornando a habitação inabitável; • Falta ao trabalho para tratar da situação; • Desgaste psicológico e físico; • Risco para a saúde caso seja necessário utilizar equipamentos médicos elétricos. Durante este período, contactei diversas vezes o apoio da Galp e à noite contactei a E-Redes, sendo informado de que não existia qualquer pedido de reposição emitido pela Galp, demonstrando falta total de urgência e negligência grave por parte da empresa.
Cobrança não justificada
No passado dia 6 de Novembro, um técnico da E-redes ia efetuar um serviço no meu quadro elétrico, ao qual iria no período das 10h30-13h. Chegou às 10h35, tocou à campainha e passados 2 minutos foi embora, quando a minha namorada estava a abrir a porta do prédio. Justificou que ninguém estava em casa e vai ser cobrado uma taxa de 20 euros pela deslocação. Uma colaboradora da e-redes, ao lhe colocar a situação, diz que temos que abrir a porta assim que tocar à campainha, ao qual lhe justifiquei, que dois minutos é uma tolerância inadmissível, como que se gostassem de cobrar o dinheiro e dar a ausência só porque sim.
Impossibilidade de pagamento e corte indevido de fornecimento de água
Venho, por este meio, apresentar reclamação relativamente a uma situação ocorrida com o meu contrato de fornecimento de água. No dia 29 de setembro de 2025, tentei proceder ao pagamento da fatura em atraso referente a esse mês, mas o vosso sistema de pagamento por multibanco não aceitou a operação. Posteriormente, recebi por e-mail novas faturas, incluindo a referente ao mês de outubro, no entanto, fui surpreendido com o corte de fornecimento de água, sem ter sido notificado por email. Ao contactar a Simar, foi-me referido que havia sido enviada uma carta via CTT. Ressalvo que resido em Elvas e apenas me desloco à morada associada ao contrato uma vez por mês ao fim-de-semana, o que agrava a situação, pois agora terei de deslocar-me de propósito até SIMAR de Odivelas, num dia de semana, de ELVAS, apenas para restabelecer o serviço de água — uma situação que poderia ter sido evitada caso o pagamento pelo multibanco tivesse sido aceite e que poderia ser agora liquidada sem ter que me deslocar a um dia útil, já que a Simar está encerrada ao fim-de-semana. Se enviam as faturas por email, porque razão enviam o aviso de corte por correio?!?! Face ao exposto, solicito: Que seja revisto o bloqueio de pagamento por multibanco e me deixem liquidar de outra forma sem ter que me deslocar; Que seja restabelecido o fornecimento de água com urgência.
Serviço não Prestado
Exmos. Senhores, Na qualidade de representante do titular do contrato a que corresponde o serviço nº (Código do contrato 160806818498) comunico que os vossos serviços não foram prestados por várias vezes consecutivas, e perante essa situação, uma vez que as visitas técnicas não foram prestadas conforme indica o contrato resolvemos cancelar o mesmo, pois , não faz sentido pagar um serviço que não foi prestado. Fico a espera de uma resolução. Cumprimentos.
Corte de eletricidade indevido por lei
No dia 28/10/2025 , recebi uma mensagem da E-Redes a informar que viriam à minha residência entre as 15h e as 18h do dia 30/10/2025. Tentei contactar a E-REDES nesse mesmo dia e no dia seguinte, até dei a contagem e sem sucesso, através do número oficial disponibilizado. Ontem, dia 30/10/2025, compareceram no local enquanto eu estava a trabalhar e, como não estava ninguém em casa para abrir a porta, cortaram-me o fornecimento de energia elétrica. Este corte foi realizado sem o cumprimento da antecedência mínima de 5 dias úteis prevista na lei (Decreto-Lei n.º 97/2018, artigo 91.º e seguintes) e sem qualquer justificação válida (como emergência, falta de pagamento ou risco de segurança). Recebi apenas uma mensagem 2 dias antes, o que não cumpre o aviso legal obrigatório. Como consequência, fiquei sem eletricidade em casa e tenho alimentos perecíveis a estragar-se no frigorífico e congelador, o que me está a causar prejuízos materiais e transtornos significativos rotineiros. Contactei novamente a E-Redes hoje, e informaram-me que a reposição da energia só será feita quando a equipa voltar ao local, o que considero totalmente inaceitável. Estou sem luz, com bens alimentares a estragar-se e sem qualquer previsão concreta de resolução. Sublinho que: Não fui previamente notificada com o prazo legal mínimo; Não foi apresentada qualquer causa de força maior; O corte foi efetuado sem presença do titular e sem autorização; A E-Redes está a recusar repor a energia de imediato, mesmo após contacto. Solicito, portanto: 1. Restabelecimento imediato do fornecimento elétrico; 2. Verificação e apuramento da irregularidade cometida pela E-Redes; 3. Compensação pelos danos materiais sofridos (alimentos estragados e eventuais danos em eletrodomésticos); 4. Garantia de que esta situação não se repetirá.
Contador retirado e corte
Exmos. Senhores, Recebi a vossa fatura n.º (NÚMERO DE FATURA), com prazo limite de pagamento até ao dia (DATA). Por lapso, não efetuei o pagamento e procederam ao corte do serviço, sem qualquer aviso. Como certamente é do vosso conhecimento, a lei obriga-vos a comunicar a existência da dívida com 20 dias de antecedência em relação à data de suspensão do fornecimento do serviço, o que, no caso presente, não aconteceu. Obviamente, e como vos comuniquei, irei efetuar o pagamento da fatura em atraso, mas recuso-me a pagar a taxa de ligação e exijo que, no prazo máximo de 24 horas, o fornecimento de energia à minha habitação seja restabelecido, sem quaisquer custos. Além disso, desde já me reservo o direito de recorrer a todos os meios ao meu alcance para obter uma compensação pelos prejuízos sofridos. Cumprimentos.
Cartão Galp Electric
Exmos. Senhores, Venho solicitar a v/ ajuda para que a GALP Electric me envie um cartão para recarga de veículos elétricos. Há mais de um ano que tento obtê-lo, por me fazer extrema falta, e a resposta é sempre que devo solicitá-lo na aplicação Mundo GALP. Ora a aplicação responde-me invariavelmente que não é possível enviar os dados. Já recorri ao apoio ao cliente várias vezes, já reclamei por escrito e nada, o apoio ao cliente é completamente nulo. Em desespero de causa apelo à v/ intervenção. Muito obrigado. Eurico Ventura Pereira - sócio 7174033-10
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