Reclamações públicas
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Reclamação contra a NOS – Publicidade enganosa, desigualdade de tratamento e falta de resposta
Exmos. Senhores, Venho solicitar a intervenção da DECO relativamente a um conflito continuado com a NOS. Já apresentei três reclamações no Livro de Reclamações Online: ROR00000000045363009 ROR00000000045360152 ROR00000000045356841 As respostas da NOS foram incompletas, padronizadas e não abordam os factos apresentados. A situação mantém-se sem solução. 1. Publicidade enganosa na comercialização do serviço O serviço foi-me vendido explicitamente como fibra óptica (FTTH). Contudo, a instalação realizada foi em HFC (fibra até ao prédio + cabo coaxial até casa), o que não corresponde ao serviço contratado. A ANACOM, em múltiplas deliberações, considera que anunciar HFC como “fibra” constitui prática enganosa, por não apresentar as características técnicas do FTTH, nomeadamente: -latência inferior, -ausência de partilha de largura de banda, -upload simétrico ou elevado, -estabilidade superior. A NOS insiste em equiparar HFC a FTTH, contrariando a realidade técnica e induzindo o consumidor em erro. 2. Impacto real na qualidade do serviço A ligação HFC tem provocado problemas constantes: -upload reduzido, prejudicando envio de ficheiros e videoconferências; -latência e jitter elevados, afectando teletrabalho, gaming e formações online; -congestionamento em períodos de maior utilização; -reinícios automáticos do router durante a madrugada, deixando-me sem serviço durante vários minutos. Estes sintomas são típicos de HFC e não de FTTH, reforçando que o serviço entregue não corresponde ao contratado. 3. Tratamento desigual entre clientes No mesmo prédio/morada, vários vizinhos já foram migrados para FTTH fibra directa, com: -renegociação contratual, -melhoria de velocidades, -actualização de equipamentos, -apesar de se encontrarem fidelizados. No meu caso, a NOS afirma que essa migração é “impossível”, o que é falso. Isto constitui tratamento desigual entre clientes em condições idênticas, violando princípios de transparência e igualdade. 4. Falta de resposta adequada nas reclamações já apresentadas Nas três reclamações referidas: - a NOS limitou-se a enviar textos genéricos sobre HFC; - não respondeu às questões técnicas e factuais que apresentei; -não explicou a disparidade de tratamento entre clientes; - não apresentou nenhuma proposta de solução. As respostas não cumprem o dever de fundamentação nem demonstram análise real do caso. 5. O que pretendo Solicito a ajuda da DECO para que a NOS: -Proceda à migração para FTTH fibra directa, disponível no meu prédio; -Actualize os equipamentos, como fez com outros clientes; -Renegocie o contrato em condições iguais às aplicadas aos restantes moradores; -Apresente uma resposta fundamentada, concreta e personalizada. 6. Motivo do pedido de apoio Estou perante: -publicidade enganosa na fase de venda, -prestação de serviço com qualidade inferior ao contratado, -desigualdade de tratamento face a outros consumidores, -ausência de resposta adequada às reclamações oficiais. Face à impossibilidade de resolver diretamente com a NOS, recorro à DECO para mediação e orientação. Com os melhores cumprimentos, Marco Ferreira Telefone: 919268058
Pago caro pelo serviço que não funciona
Tenho serviços da Meo de telefone móvel, internet móvel e wi-fi e tv. O sistema de wi-fi nunca funciona integralmente desde que foi instalado e boa últimos 2 meses as reclamações são com grande frequência. Não funciona direito e eu continuo pagando por um serviço perfeito. Foi solicitado visita de um técnico que por várias vezes nos informou que o número de usuários da cidade para a cobertura que a empresa fornece é inconsistente. A internet não cobre o número de usuários. Já tentei cancelar, mas ainda tem a petulância de me cobrarem multa uma vez que não fornecem um serviço de qualidade. Quero resolução. Apenas peço o que é meu por direito.
Pedido de Contentores de Reciclagem Recusado
Exmos. Senhores, Na qualidade de titular do contrato com a SIMAR, venho por este meio comunicar que os vossos serviços procederam à resposta a um pedido que efetuei relativamente à disponibilização de contentores de reciclagem para a minha moradia, situada em Santa Iria de Azóia. Recebi uma resposta negativa ao referido pedido, tendo sido informado de que a SIMAR já não disponibiliza contentores para este efeito. Após uma conversa telefónica posterior com uma funcionária — que foi bastante prestável — foi-me indicado que estas foram as novas orientações recebidas e que a SIMAR passa agora a disponibilizar apenas sacos do lixo para reciclagem. Face a esta informação, e com alguma perplexidade, ficam as seguintes dúvidas: Será higiénico ter sacos do lixo na via pública, contendo diferentes tipos de resíduos recicláveis provenientes de várias habitações? No caso de os sacos se rasgarem, provocando a dispersão dos resíduos pela rua, quem será responsável pela sua recolha? Após ter sugerido que poderia adquirir os contentores por minha própria iniciativa, foi-me transmitido que a SIMAR não procederia à recolha dos mesmos por não serem fornecidos pela entidade, podendo até ocorrer o seu desaparecimento. Que sentido faz esta limitação? Numa altura em que os níveis de reciclagem em Portugal estão a diminuir, que lógica terá esta posição por parte da SIMAR? Considero-a incompreensível, sobretudo quando me disponibilizo a adquirir os contentores, em última instância. A situação representa, a meu ver, um grave retrocesso num hábito já consolidado e que deveria ser incentivado e não condicionado. Com os melhores cumprimentos,
Entrega incorreta
Venho por este meio manifestar a minha profunda insatisfação relativamente ao tratamento da minha encomenda. Há uma semana que estou a contactar a DPD através de telefonemas e emails sobre uma entrega feita numa morada completamente errada, a quilómetros do destino solicitado. O serviço contratado incluía entrega na morada, tendo o comprador pago uma taxa adicional para esse efeito. No entanto, a encomenda foi deixada num supermercado distante, e ainda foi registada uma assinatura falsa de uma suposta “Joana”, pessoa que não corresponde à destinatária. Desde então, recebo sempre a mesma resposta: que será enviado um estafeta para recolher a encomenda — algo que não aconteceu até hoje, relembrando que estou a contactar a empresa desde quinta feira passada dia 27 outubro e até agora nada foi feito por estes. Dizem me a mesma coisa desde semana passada parece que estão a gozar com as pessoas. Esta situação é urgente. A encomenda tem de chegar obrigatoriamente amanhã à loja. Caso contrário, serei eu a sofrer prejuízo direto, pois a cliente já não aceita devoluções. Peço ajuda e uma resolução imediata, com recolha urgente no local errado e entrega na morada correta ainda dentro do prazo. Agradeço confirmação escrita das ações tomadas.
Não devolução do dinheiro
Efetuei uma encomenda na 360imprimir no valor de 286,99€, correspondente a 300 calendários A5. Antes de submeter o ficheiro para impressão, procurei, durante várias semanas, um contacto direto que me permitisse esclarecer dúvidas técnicas sobre o documento, nomeadamente medidas de corte, entre outras. A empresa apenas disponibiliza atendimento automatizado e não fornece contacto telefónico ou outro meio eficaz de suporte, impossibilitando a obtenção de ajuda. Sem alternativa, procedi à submissão do ficheiro, pagando a taxa 1€99 obrigatória de revisão do projeto. Mais tarde recebi um email a indicar que o ficheiro não estava correto, mas sem qualquer explicação clara sobre o erro ou instruções para resolver o problema. Voltei a procurar assistência, mas uma vez mais só encontrei respostas automáticas, sem acesso a um técnico ou a informação concreta. Quando tentei corrigir o ficheiro, deparei-me com a indicação de que teria de pagar novamente a totalidade da encomenda, sem possibilidade de reaproveitamento do valor já pago, apesar de a situação ter resultado da ausência de suporte técnico adequado por parte da empresa. Se me obrigam a pagar uma taxa de revisão e se não tiveram qualquer custo por a encomenda não seguiu em frente, deveriam aceitar o cancelamento da encomenda e a devolução do dinheiro. É inaceitável que uma empresa que opera exclusivamente online e realiza transações deste valor não disponibilize um canal eficaz de apoio ao cliente. Solicito a devolução do valor pago ou a produção da encomenda sem custos adicionais, bem como uma revisão urgente das práticas de atendimento ao cliente.
Serviço de TV sem funcionar
Exmos. Senhores, após contato telefónico a 22/11/2025, expondo a dificuldade em obter sinal de Tv, nas TV não ligadas a box. Após visita do técnico, os testes realizados a 27/11, mantenho o problema inicialmente apresentado e piorou a prestação do sinal de TV ligada a box. Dos testes realizados, foram aferido pelo técnico da Vodafone, que os valores analisados e medidos no PO exterior à moradia (propriedade da NOS), encontravam valores de fibra, substancialmente inferiores, ao que eu tenho contratualizado e daí resultar a minha "falta e sinal". Esta é já uma repetição do problema, em Agosto25 estive sem TV e net, durante mais de uma semana, ainda estava a trabalhar, em formações online, consultas online que me foi impedido de realizar e foi prejudicial profissionalmente. Exijo o restabelecimento do serviço imediatamente, bem como o ressarcimento do do qual não me encontro a usufruir desde 22/11/2025.
Pedido de apoio — alteração indevida de contrato e cobranças abusivas (Galp)
Prezados Senhores, Solicito o apoio da DECO na resolução de um conflito grave com a Galp, que me causou meses de transtornos, despesas, chatices e perca de tempo. Resumo detalhado dos factos: Em julho de 2024, ativei um contrato de eletricidade na Galp para uma moradia no Algarve. No final de janeiro de 2025, descobri que o contrato tinha sido transferido para outro titular e operador sem autorização minha. A Galp confirmou a alteração mas não me notificou antes nem depois da mudança. Nem a Galp nem a E-Redes me deram qualquer informação relevante, ocultando dados ao abrigo do GDPR. Durante semanas não sabia em nome de quem estava a eletricidade da minha casa. A 28 de fevereiro, a Galp admitiu que o erro era deles e comprometeu-se a assumir os consumos. Contudo, enviaram uma fatura de 1.414,65 €, corrigida depois para 289,63 €. Estes 289,63 € nunca foram pagos pela Galp, apesar de serem da sua responsabilidade e de terem assumido telefonicamente a responsabilidade de que iriam pagar para compensar pelo incomodo causado. Para piorar, enviaram esse valor para a INTRUM, que iniciou contactos agressivos e ameaçadores. Após meses sem solução, em agosto cancelei todos os 6 contratos de electricidade que tinha na Galp. Peço à DECO: – apoio na mediação com a Galp, – validação de que não existe dívida, – exigência de pagamento dos 289,63 €, – recomendação formal para mudança de procedimentos internos da Galp.
FALTA DE FILTRO DE REPOSIÇÃO PARA O PURIFICADOR TCL BREEVA A3WW
Venho por este meio apresentar uma reclamação relativa ao purificador de ar TCL Breeva A3W, adquirido em Portugal. Apesar do equipamento funcionar corretamente, deparei-me com um problema grave: não é possível encontrar filtros de reposição no mercado português, seja através de distribuidores oficiais, lojas online, assistência técnica autorizada ou mesmo pelo fabricante. Os filtros são essenciais para o funcionamento do aparelho e têm uma vida útil limitada. A falta de disponibilidade impede a utilização contínua do produto e coloca em causa o direito à durabilidade e à manutenção adequada dos bens, conforme previsto na legislação de defesa do consumidor. Sem o filtro, o equipamento não pode funcionar de forma adequada, o que configura falta de conformidade, conforme definido no Decreto-Lei n.º 84/2021. Ao abrigo deste diploma, nomeadamente dos artigos 5.º, 7.º, 11.º e 30.º, existe falta de conformidade evidente, uma vez que não há disponibilização de consumíveis essenciais (filtros), impossibilitando o uso do bem e violando o dever de garantir a durabilidade e acessibilidade das peças necessárias. Entrei diversas vezes em contacto com o suporte oficial da TCL através do WhatsApp desde 15 de setembro de 2025. Foi-me fornecido o e-mail do Sr. Brito para assistência (tclsupport@brilato.pt ), ao qual não obtive conclusão, mesmo após o envio do e-mail no dia 17 de novembro e novo contacto posterior (até hoje, sem resposta). Até ao momento, não recebi qualquer solução por parte da marca para o fornecimento dos filtros originais ou compatíveis aprovados. Considero esta situação inaceitável, já que o consumidor adquire o produto com a expectativa de poder utilizá-lo durante a sua vida útil normal.
Sem serviço
Estou sem serviço desde sexta-feira dia 28 11 2025. Impossível entrar em conta com o suporte técnico. A luz de LOS está vermelha.
Incompetência, Ganância e o inferno dos AIs
Passadas 2 horas a tentar contactar um operador da Vodafone - da qual já sou cliente de serviço fixo há um ano -, e de levar com o operador automático AI, e ter que decifrar o "menu" digital de clicks de botões e combinações de digítos para ter uma conversa que me resolvesse o meu problema, consegui falar com um agente da Vodafone. Precisava de Mudança de Morada + Upgrade do Contrato, mas claramente o operador que me atendeu só ouviu que precisava de Upgrade de Contrato, já tendo trabalhado daquele lado, entendo o foco e vontade de venda, e pensava que estava assegurado que o serviço ficaria na morada nova. Passado uma semana inteira de tentar contactar o apoio ao cliente (sem nunca ter conseguido contactar uma pessoa que me resolvesse o problema, e ter ficado pelos AIs outra vez), sou contactado pela "central" que me marca o serviço para um sábado mencionando que vão instalar tudo novo etc, sem nunca mencionar a morada. Hoje apareceu-me o técnico aqui (morada antiga) e não na nova morada, sendo que sempre me foi assegurado que ia haver mudança de morada. O técnico também não conseguiu ajudar pois só estava equipado para adicionar o serviço, ainda contactou com chefes, e eles próprios disseram-lhe para ele não fazer nada. E portanto, passei mais 2 horas a um sábado a tentar chegar a um operador da Vodafone, para me dizerem que o contrato tinha sido mal feito, e que portanto, as minhas necessidades como cliente, tinham sido postas de parte para beneficiar o Operador que me contactou e a Empresa da qual sou cliente há um ano. Trabalho remotamente, e este agendamento era necessário para esta data, visto que só trabalho dum computador fixo. Estando nesta situação, disseram-me que só me conseguiam contactar na terça, e portanto, a partir daí vou estar sem conseguir aceder ao meu trabalho, quero então perceber, quantos dias de trabalho meus é que a Vodafone tenciona compensar pela Incompetência de Serviços, Ganância em Upgrades por parte dos Operadores, Tempo Gasto a contactar AIs, e 0 Respostas Eficientes ao meu problema. Resto de boa semana que claramente não a vou ter.
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