Reclamações públicas
1. Envie a reclamação para a empresa
Siga o nosso passo a passo para fazer a sua queixa chegar à empresa.
2. Veja a resposta
Receberá uma notificação por e-mail quando a empresa responder à sua queixa. Para ler a resposta completa, basta ir à página "As Minhas Reclamações", disponível na sua área pessoal do site.
3. Não ficou satisfeito com a resposta? Ou a empresa não respondeu?
Entre em contacto connosco
Recusa de troca ou devolução do dinheiro
No dia 29/08/2026, comprei um projetor solar LED na loja Bricomarché de Estarreja (Fatura nº FS 25EB03126/34509). O artigo manifestou um defeito imediato de fabrico. No dia 30/08/2026, acionei o Direito de Rejeição junto da loja, solicitando a substituição imediata do bem. A gerência da loja recusou a pretensão, alegando que o produto teria de ser enviado para reparação no fornecedor durante 15 dias, violando o Decreto-Lei n.º 84/2021. Os funcionários recusaram identificar-se e demonstraram total falta de profissionalismo e urbanidade. Submeti a reclamação eletrónica ROR00000000045710929, à qual a empresa respondeu formalmente a 04/09/2026 limitando-se a dizer que encaminhou o processo para a entidade competente, sem apresentar qualquer solução. Agradeço o cumprimento da legislação vigente e peço a o reembolso do valor pago uma vez que recusaram a troca do artigo.
Devolução não íntegra
A encomenda online no website da Worten de um Ar Condicionado foi feita dia 22 Maio 2026. Ar condicionado acabou por ficar a €225,01 e instalação a €274,99. O produto foi entregue e instalado dia 9 Junho 2026, mas nunca esteve funcional e no dia seguinte à instalação foi feito o pedido de reparação ou recolha. Um mês depois, dia 6 de Julho 2026 foi feita a Verificação de Instalação (pela mesma equipa que fez a instalação) e o relatório desta visita só foi entregue à Worten dia 29 Julho, após inúmeras chamadas da minha parte tanto à Worten como à empresa de instalação, Naipe D'Ideias. Tentaram marcar uma segunda consulta de instalação/reparação com a MESMA EMPRESA outra vez, ao que esta recusou pois o relatório da verificação de instalação disse que o produto precisava mesmo de ser substituído. A Worten Resolve disse-me que como foi feita compra online, o produto não pode ser substituído, mas sim só recuperado pela Worten e reembolsado. Política que provavelmente contradiz as normas regulares de garantia, pois o ar condicionado agora custa mais de €150 do que quando comprei em Maio. Dia 1 de Setembro 2026, após mais de três meses após a compra do produto danificado, uma empresa diferente - TermDi - veio recolher o ar condicionado em minha casa. Esta empresa deixou as calhas na parede, tubos e cabos expostos dentro do quarto e fora do prédio, e buracos na parede provenientes da instalação prévia. Passados uns dias, a Worten devolve-me o valor de €225,01 e dizem-me que não faz parte da política deles devolve o preço da instalação (€274,99). Conclusão final: Fiquei a perder €274,99 e fiquei sem o produto e serviço que paguei.
Recusa de garantia
Exmos. Senhores, Em (25/12/2025) adquiri um/uma (playstation5) por (449.99). A referência da encomenda é (COLOCAR REFERÊNCIA). Sucede que este apresenta defeito: (no comando da consola). Comuniquei-vos de imediato o problema, em (13/09/2025), para que atuassem em conformidade, mas recebi como resposta que o produto não tem garantia, o que desrespeita a legislação aplicável. Exijo a substituição do produto defeituoso. Em alternativa, devolvam-me o dinheiro que paguei ou procedam à reparação do artigo em causa. Caso não me resolvam a situação nos próximos (15) dias, considerarei o contrato como incumprido da vossa parte. Exijo que me resolvam esta situação o mais rapidamente possível, ou tomarei as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.
Pedido de intervenção – Falha intermitente e grave do sistema de travagem de Kia Niro – 22-ZB-48
Exmos. Senhores, Venho solicitar a intervenção e apoio da DECO PROteste relativamente a uma situação que considero particularmente grave, relacionada com a segurança da minha viatura Kia Niro, matrícula 22-ZB-48, e que se mantém sem resolução há aproximadamente quatro anos, apesar das diversas intervenções e reclamações efetuadas junto da rede oficial Kia. 1. Descrição da avaria A viatura apresenta uma falha intermitente no sistema de travagem, acompanhada por um ruído metálico anormal durante a travagem. O problema mais grave, contudo, não é o ruído. Em determinadas ocasiões, ao pressionar o pedal do travão, a viatura deixa efetivamente de travar durante alguns segundos, voltando posteriormente a responder normalmente ao comando de travagem. A ocorrência é imprevisível e não acontece diariamente, verificando-se aproximadamente cinco vezes por mês. Considero esta situação particularmente grave, uma vez que não estamos perante uma simples anomalia acústica ou uma redução ligeira do conforto de utilização, mas perante uma situação em que o veículo pode não responder adequadamente ao comando de travagem efetuado pelo condutor. A natureza intermitente da avaria torna também difícil a sua reprodução durante uma deslocação de teste de curta duração, pelo que o facto de a anomalia não ocorrer durante determinado ensaio não permite, por si só, excluir a existência da falha. 2. Histórico das intervenções A situação tem sido comunicada repetidamente ao longo dos últimos anos, tendo a viatura sido sujeita a várias intervenções: Auto Avenida – Setúbal – 2022 A anomalia foi comunicada, tendo sido efetuada uma intervenção nas pastilhas de travão, nomeadamente o seu lixamento, por alegadamente se encontrarem vidradas. A intervenção não resolveu o problema. Diacar – Sines A existência do ruído foi igualmente comunicada e, segundo os técnicos, o mesmo foi identificado. Foram substituídas as pastilhas dos travões dianteiros, mas a situação voltou a verificar-se. MS Car – Portimão A anomalia foi posteriormente comunicada em diversas ocasiões durante as intervenções de manutenção da viatura. A viatura chegou inclusivamente a permanecer nas instalações da MS Car durante aproximadamente uma semana, por duas vezes, tendo sido posteriormente comunicado que não tinha sido possível reproduzir ou detetar a anomalia. Tenho, contudo, registos do sistema SmartTag que permitem verificar que, durante esses períodos, a viatura permaneceu maioritariamente parada e apenas circulou num dos dias de cada semana. Considero que, perante uma avaria que ocorre de forma imprevisível e apenas ocasionalmente, uma utilização tão limitada da viatura durante o período em que esteve nas instalações não permite concluir que a avaria não existe. 3. Persistência do problema Apesar das várias comunicações e intervenções realizadas, a anomalia continua a ocorrer. O que considero especialmente preocupante é o facto de, após vários anos, não ter sido apresentada uma explicação técnica conclusiva para a ocorrência de uma falha que, segundo a minha experiência, afeta diretamente a capacidade de travagem da viatura. Não considero suficiente que a viatura seja sucessivamente submetida a verificações de rotina e posteriormente me seja comunicado que a anomalia não foi reproduzida. A questão exige, no meu entendimento, uma investigação técnica mais aprofundada, tendo em consideração precisamente o caráter intermitente da avaria e o seu potencial impacto na segurança. 4. Intervenção que solicito Já solicitei à Kia Portugal uma intervenção direta da marca, preferencialmente através de um técnico especializado/engenharia de campo, para proceder a uma investigação aprofundada da situação. Pretendo que seja analisado, designadamente: o sistema hidráulico de travagem; o sistema de travagem regenerativa; a interação entre a travagem regenerativa e hidráulica; os componentes eletro-hidráulicos associados à travagem; ABS/ESC e respetivos sensores; unidades eletrónicas de controlo; histórico de erros e eventos registados pela viatura; alimentação elétrica dos sistemas envolvidos; eventuais falhas durante a transição entre travagem regenerativa e travagem hidráulica; a origem do ruído metálico; a existência de recalls, campanhas técnicas, boletins de serviço ou outras intervenções técnicas aplicáveis ao veículo. Solicitei ainda à Kia que verifique o VIN da viatura relativamente a campanhas ou recalls, incluindo eventuais intervenções técnicas existentes noutros mercados. 5. Razão do pedido à DECO PROteste A minha intenção não é obter qualquer compensação indevida nem criar um conflito com a marca. O meu objetivo é simplesmente que seja identificada e eliminada definitivamente uma falha que considero potencialmente perigosa. Escolhi a Kia precisamente pela reputação que tinha relativamente à qualidade e segurança dos seus veículos e, apesar de já ter oportunidade de vender a viatura, não o fiz porque não considero correto transmitir a outra pessoa um veículo relativamente ao qual tenho conhecimento de uma possível falha de travagem que não foi solucionada. Pretendo, portanto, uma solução técnica definitiva e devidamente fundamentada. Neste contexto, solicito à DECO PROteste que me informe sobre os meus direitos e que, se possível, interceda junto da Kia Portugal, no sentido de ser realizada uma investigação técnica adequada e independente das verificações anteriormente efetuadas pela rede de concessionários. Solicito ainda orientação relativamente às entidades a que devo recorrer caso a Kia Portugal continue sem identificar ou solucionar a origem da falha, nomeadamente no que respeita à participação da situação às entidades competentes em matéria de segurança dos veículos e eventual necessidade de medidas corretivas ou recall. Disponho de documentação relativa às anteriores intervenções, comunicações efetuadas à Kia/concessionários e registos SmartTag que poderei facultar para comprovar os períodos em que a viatura permaneceu nas instalações da oficina. Agradeço, assim, a análise da situação e a indicação das diligências que a DECO PROteste considera adequadas para que este problema seja definitivamente esclarecido e resolvido. Com os melhores cumprimentos, Ana Guerreiro
Devolução valor pago
Exmo(s) Sr(s), Adquiri um produto pela Worten Marketplace (encomenda n. 82181453) a 26/02/2026, com entrega do mesmo a 04/03/2026. A 13/06/2026 iniciou-se o pesadelo. Tive que acionar a garantia por defeito do produto. Apenas recebi o equipamento reparado a 15/07/2026, mais de 30 dias, conforme anuncia a lei. A 18/07/2026 volto a ter que acionar a garantia pelo mesmo defeito, no qual só a 10/08/2026 o recebo, bastante mal embalado. Hoje, a 13/09/2026, volta a acontecer o mesmo defeito e vou para mais uma história interminável. A Worten nunca auxilia no processo, descartando-se de todas e quaisquer responsabilidades. Desde Junho, tive a passadeira uns míseros 30 dias, todo o resto do tempo esteve avariada. Já solicitei o reembolso enumeras vezes e ninguém faz nada. Neste momento esta situação é insustentável, pois encontro-me sem o artigo que comprei, sem o dinheiro investido e sem usufruir daquilo que paguei. Necessito de uma resolução urgente sobre o assunto. Obrigado.
Garantia Recusada
Venho apresentar uma reclamação, em virtude das sucessivas deslocações à Worten pelo incumprimento das obrigações legais de garantia face à reparação de um bem defeituoso.Adquiri um aspirador,que desde o início da sua utilização,apresentou uma desconformidade na autonomia da bateria,com uma duração drasticamente inferior à contratualmente publicitada e garantida pelo fabricante(40min).Perante o defeito,recorri por 3vezes consecutivas aos serviços de assistência técnica da Worten Resolve Loures,gerando os sucessivos processos de reparação WO-35386943, WO-36475454 e,por fim,o processo de reincidência WO-36601385. Nas 2as primeiras intervenções,o equipamento foi devolvido alegando que estaria reparado e em conformidade,mas o defeito persistiu na integra. Na 3a deslocação à loja(processo WO-36601385),solicitei a presença do Chefe/Responsável,que procedeu a um teste empírico e presencial do aspirador na loja. O resultado do teste validou integralmente a minha queixa,ficando formalmente exarado em relatório de loja,no campo descrição do problema:”Re-encidencia do processo:WO-35386943 e WO-36475454. Ficou tecnicamente provado que, mesmo no modo ECO, o aspirador dispõe de apenas 15min de autonomia,em vez dos 40min regulamentares do protocolo técnico do produto. Na sua sequência, o responsável da loja contactou diretamente a delegada comercial da marca BOSCH que,verbalmente,confirmou que o protocolo de leitura e os testes efetuados pela loja estavam corretos e que o equipamento apresentava uma óbvia desconformidade. Em total contradição com a prova produzida em loja,a marca emitiu à posteriori uma resposta formal,recusando a desconformidade e invocando de forma errática as instruções do manual.O fabricante alega que o comportamento é normal baseando-se numa suposta pág. 89(cujo texto está em espanhol e versa sobre assunto totalmente alheio),quando na verdade a informação sobre o produto se encontra na pág.88(espanhol) e na pág. 96(em português).Mesmo analisando a documentação correta em língua portuguesa, confirma-se que a autonomia real do aparelho está muito aquém do legalmente estabelecido e publicitado. A recusa de reembolso ou de substituição do bem por parte da Worten e da Bosch viola gravemente o regime jurídico dos direitos dos consumidores em vigor em Portugal:Decreto-Lei n.º84/2021,de 10 de Dezembro(Regime de Garantia dos Bens de Consumo): -Artigo 15.º:Em caso de desconformidade do bem, o consumidor tem direito à reposição da conformidade através de reparação ou substituição,à redução proporcional do preço,ou à resolução do contrato (reembolso total). -Artigo 18.º(Reparação e Substituição do Bem):A reparação deve ser efetuada gratuitamente,num prazo máximo de 30dias,e sem graves inconvenientes para o consumidor.A reincidência sistemática do defeito após 2 tentativas falhadas,confere ao consumidor o direito imediato de exigir a substituição ou resolução do contrato (reembolso),visto que a reparação se provou ineficaz. O facto do próprio relatório oficial da Worten(WO-36601385) documentar e certificar que o aparelho falhou nos testes de autonomia após sucessivas reparações, constitui prova irrefutável de desconformidade do bem(Artigo 4.ºdo citado diploma).A insistência em manter-me vinculado a um produto defeituoso, utilizando argumentos documentais falsos ou errados(páginas trocadas e manuais noutra língua),configura uma conduta abusiva e de má-fé. Face a isto,atendendo a que o direito à reparação se esgotou pela incapacidade técnica de repor o bem em conformidade após 3processos formais,exijo,ao abrigo do artigo 15.º, n.º 1, alínea c) do Decreto-Lei n.º 84/2021:A resolução imediata do contrato de compra e venda com o consequente reembolso integral do valor pago pelo equipamento.
Artigo com defeito
Exmos. Senhores, No dia 24/06/2026 adquiri uns chinelos Birkenstock EVA na vossa loja Macadi, em Torres Vedras. No dia 03/07/2026 solicitei assistência devido à quebra de uma das fivelas. O artigo teve uma utilização muito reduzida, pelo que considero que o defeito não resulta de desgaste normal nem de utilização indevida. No dia 31/08/2026 desloquei-me à loja para obter informações sobre o processo e fui informada de que não existe qualquer solução para a situação apresentada, uma vez que a marca não assumiu a responsabilidade pelo defeito. Contactei a marca e esta mesma respondeu-me que como tinha adquirido numa loja que não a loja da marca tinha de ser esta a resolver. Esta situação causa-me estranheza, tendo em conta que os chinelos tinham sido adquiridos há poucos dias quando o defeito surgiu e praticamente não tiveram uso. Acresce que fiquei privada da utilização do artigo durante grande parte do verão enquanto aguardava uma resposta ao pedido de assistência. Desta forma, solicito a reapreciação do caso e uma solução adequada para o problema apresentado, bem como o envio, por escrito, da fundamentação da decisão de recusa por parte da marca ou da loja. Aguardo a vossa resposta com a maior brevidade possível. Com os melhores cumprimentos, Luísa Pires
Garantia Recusada
Adquiri um aspirador,que desde o início da sua utilização,apresentou uma desconformidade na autonomia da bateria,c/uma duração inferior à publicitada e garantida pela Bosch(40min).Estando na garantia,recorri por3vezes ao serviço de assistência técnica da Worten Resolve Loures,gerando os processos de reparação WO-35386943,WO-36475454 e WO-36601385.Nas duas primeiras intervenções,o equipamento foi devolvido alegando que estaria reparado e em conformidade,mas o defeito persistiu.Na3ªdeslocação à loja(WO-36601385),pedi a presença do Responsável,que procedeu a um teste empírico e presencial do aspirador,que validou a minha queixa,ficando formalmente exarado em relatório de loja,no campo descrição do problema:Reincidência do processo:WO-35386943 e WO-36475454(constitui prova da desconformidade(art.º4º).Ficou tecnicamente provado que,mesmo no modo ECO,o aspirador dispõe de apenas15min de autonomia,em vez dos 40min regulamentares do protocolo técnico.O responsável contactou a delegada comercial da BOSCH que,verbalmente,confirmou que o protocolo de leitura e testes efetuados pela loja estavam corretos e que o equipamento apresentava uma óbvia desconformidade.Em contradição,a BOSCH emitiu à posteriori uma resposta,recusando a desconformidade e invocando de forma errática as instruções do manual e o comportamento como sendo normal baseando-se na pág.89(texto em espanhol e assunto diferente),qdo na verdade a informação está na pág.88(ES) e na pág.96(PT).Mesmo analisando a pág.correta em PT,confirma-se que a autonomia real do aparelho está muito aquém do estabelecido e publicitado.A recusa de reembolso por parte da Worten/Bosch viola os meus direitos(Decreto-Lei n.º84/2021,de10de Dez):Art.º15º(Direitos do Consumidor) e Art.º18º(Reparação e Subst. do Bem).Atendendo a que o direito à reparação se esgotou pela incapacidade técnica de repor o bem em conformidade após 3processos formais,exijo,ao abrigo do art.º15ºdo decreto referido,a resolução com o reembolso integral do valor pago.
Cama FUTURLAM mal montada — substituição em garantia
Cama articulada FUTURLAM — Processo n.º 1499472 Sumário Adquiri, em outubro de 2025, uma cama articulada FUTURLAM na Conforama, com entrega e montagem incluídas. Menos de um ano depois, foram detetados problemas no comando e a falta de parafusos na estrutura. A assistência técnica da Pikolin informou que o comando não podia ser substituído separadamente e que seria necessário substituir o motor, por um valor aproximado de 200 €. Contudo, uma loja especializada confirmou que o comando era destacável e a sua substituição, pelo valor de 85 €, resolveu integralmente o problema elétrico. Quando informei a Pikolin de que apenas faltava resolver a questão dos parafusos, fui surpreendida com a informação de que a cama apresentava roscas danificadas e deformações nos pontos de fixação, não podendo ser reparada e tendo de ser substituída integralmente. Estas anomalias nunca me tinham sido comunicadas, apesar de alegadamente já terem sido observadas na visita técnica realizada em maio. A cama foi entregue e montada pelos serviços contratados através da Conforama, pelo que qualquer deficiência de montagem não me pode ser imputada. Desde 7 de setembro de 2026, continuo sem obter qualquer resposta concreta da Pikolin ou da Conforama. Por se tratar de um produto ainda abrangido pela garantia e de uma situação que pode colocar em causa a segurança da utilizadora, solicito a intervenção da DECO para obter a substituição urgente da cama, sem encargos. Exposição detalhada dos factos Adquiri, em outubro de 2025, na Conforama, uma cama articulada FUTURLAM, com entrega e montagem incluídas. Em maio de 2026, verifiquei que o fio do comando se encontrava trincado e fazia mau contacto. Foi também nessa altura que reparei que faltavam parafusos na estrutura articulada dos pés. Já anteriormente tinha encontrado um parafuso no aspirador, mas, nesse momento, ainda não tinha identificado que pertencia à cama. Contactei a Pikolin, que abriu o processo de assistência ao domicílio n.º 1499472. Durante a visita técnica realizada em maio, não foi efetuada qualquer reparação ou intervenção. Os técnicos informaram-me de que o comando estava integrado no motor, não podendo ser substituído separadamente, e que seria necessária a substituição do motor completo. Nessa ocasião, não me foi indicado qualquer valor. Relativamente aos parafusos em falta, fui informada de que estes seriam posteriormente colocados ao abrigo da garantia. Após a visita, fui contactada telefonicamente e informada de que a substituição do motor teria um custo aproximado de 200 €. Perante esse valor, respondi que não pretendia avançar naquele momento e voltei a questionar a colocação dos parafusos. Foi-me novamente confirmado que uma equipa se deslocaria à minha residência para colocar os parafusos em falta, conforme tinha sido assumido durante a visita técnica. Essa deslocação nunca aconteceu. Não conformada com a informação de que o comando estava integrado no motor e não podia ser substituído separadamente, procurei uma solução numa loja especializada em artigos de geriatria. Após analisar a situação, a loja informou-me de que a ficha do comando era destacável do motor. Retirei o comando da cama, encomendei um modelo novo e compatível, pelo valor de 85 €, e procedi à sua ligação. A cama voltou imediatamente a funcionar, ficando integralmente resolvido o problema elétrico. Ficou, assim, demonstrado que a substituição integral do motor, inicialmente apresentada pela assistência técnica como a única solução possível, não era necessária e que a informação prestada pelos técnicos relativamente à impossibilidade de substituir apenas o comando estava incorreta. Informei então a Pikolin de que a cama já estava novamente a funcionar, faltando apenas resolver a questão dos parafusos, cuja colocação tinha sido assumida pelos seus serviços técnicos como uma intervenção abrangida pela garantia. Foi somente nessa altura que a Pikolin me informou, por email, de que não seria possível colocar novos parafusos porque, alegadamente, as roscas se encontravam danificadas, as zonas de aperto apresentavam deformações e existiam problemas nos pontos de fixação. Segundo a própria Pikolin, estas anomalias impediam a reparação da cama e a única solução possível seria a sua substituição integral. Considero particularmente grave que estas anomalias estruturais, alegadamente identificadas pelos técnicos durante a deslocação realizada em maio, nunca me tenham sido comunicadas nessa ocasião. Durante a visita, não fui informada de que a estrutura se encontrava danificada, não me foi dito que as roscas ou as zonas de aperto apresentavam deformações e também não fui alertada para qualquer risco decorrente da utilização da cama nessas condições. Pelo contrário, a única questão estrutural abordada foi a falta de parafusos, tendo-me sido garantido que estes seriam posteriormente colocados ao abrigo da garantia. Também não me foi disponibilizado qualquer relatório técnico da visita, apesar de o ter solicitado, nem foi tomada qualquer iniciativa para reparar ou substituir a cama. Se os técnicos verificaram efetivamente, em maio, que existiam anomalias estruturais que impediam a reparação e comprometiam a segurança da cama, considero incompreensível e irresponsável que não me tenham informado imediatamente e que tenham permitido que o equipamento continuasse a ser utilizado. Acresce que a cama foi adquirida na Conforama com entrega e montagem incluídas. Não fui eu quem procedeu à sua montagem. Por conseguinte, se a estrutura apresenta roscas danificadas, deformações ou deficiências nos pontos de fixação resultantes de uma montagem incorreta, essa responsabilidade não me pode ser imputada, mas sim aos serviços que efetuaram a entrega e montagem do equipamento. Quando comuniquei os problemas, em maio de 2026, ainda não tinha decorrido sequer um ano desde a aquisição da cama, realizada em outubro de 2025. O bem encontrava-se, portanto, plenamente abrangido pela garantia legal. Importa ainda salientar que todas as comunicações dirigidas à Pikolin foram igualmente enviadas com conhecimento da Conforama, entidade onde adquiri a cama e com quem celebrei o contrato de compra, entrega e montagem. Apesar de a Conforama ter aberto sucessivos tickets internos na sequência dos meus contactos, nunca me contactou diretamente, nunca acompanhou efetivamente o processo e nunca apresentou qualquer solução, limitando-se a remeter a situação para a Pikolin. No dia 7 de setembro de 2026, voltei a reclamar por escrito junto da Pikolin, novamente com conhecimento da Conforama, exigindo uma solução concreta e urgente. Até à presente data, nenhuma das empresas respondeu, indicou uma data para a substituição da cama ou assumiu formalmente a responsabilidade pela resolução do problema. Considero especialmente grave a ausência de intervenção da Conforama, enquanto entidade vendedora e responsável pela entrega e montagem do bem, sobretudo perante uma situação que envolve possíveis deficiências de montagem, anomalias estruturais e riscos para a segurança da utilizadora. Solução pretendida Face ao exposto, solicito a intervenção da DECO para obter: A substituição urgente e integral da cama articulada, sem qualquer encargo para mim; A recolha da cama atual e a entrega e montagem correta de uma cama nova; O reembolso dos 85 € pagos pelo novo comando, despesa suportada na sequência da informação técnica incorreta de que o comando estava integrado no motor e não podia ser substituído separadamente; A entrega do relatório técnico correspondente à visita realizada em maio; Uma declaração escrita que identifique todas as anomalias detetadas e esclareça as responsabilidades pela montagem; Uma resposta formal da Conforama e da Pikolin; Um pedido formal de desculpas pela assistência deficiente, pelas informações incorreta
Garantia de relógio GUESS
Bom dia gostaria de mostrar a minha insatisfação com o relógio que vos envio em fotografia, comprei este relógio não tem um ano e tem uma utilização máxima de 2 meses, quando comprei este relógio no final da primeira semana ele perdeu 3 pedras, fui à loja onde o comprei e eles complicaram-se a consertá-lo, consegui consertá-lo depois de 1 mês, e como sou emigrante voltei ao meu país e o relógio pouco depois foi perdendo mais pedras e mais pedras até eu estar no país. Nesse estado. Estou bastante indignado com o relógio, ou melhor, com a loja que me vendeu e a marca, porque penso que para um relógio como este permanecer neste estado é normal porque não há marcas de uso que ele tenha. Gostaria de saber se me pode ajudar ou como devo proceder nesse caso, como expliquei e o relógio começou a perder cristais na primeira semana de uso, e fui à loja ANJO e ele fez uma complicação para consertá-lo e que a garantia só cobria a máquina do relógio e não os cristais, e fiquei um pouco incrédulo com tal garantia porque se eu comprar um produto a garantia devia cobrir o todo e não uma parte, estou extremamente zangado não com a GUESS . E agora depois de o enviar para a GUESS eles pede-me 158€ pelo conserto do relógio pois dizem que as pedras encontram se neste estado por defeitos externos... como assim ?????!!!!!!! Por isso vim aqui pedir a sua ajuda para resolver da melhor maneira possível Cumprimentos
Precisa de ajuda?
Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação
