Reclamações públicas
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Garantia recusada
Exmos. Senhores, Em 4 de maio de 2024, adquiri dois bancos Onis (referência PT2_0009-BL-2) através da encomenda NCNQJDSPV, pelo valor total de 84,56 €. No entanto, venho informar que um dos bancos apresenta um defeito visível, nomeadamente fendas na zona do assento, que comprometem a sua utilização. Este problema foi prontamente comunicado à vossa empresa em 10 de novembro de 2025, mas a resposta que recebi indicou que a garantia não se aplicaria, alegando que o defeito seria relacionado com o uso do produto. Esta alegação é claramente indevida, uma vez que os bancos foram sempre utilizados de forma adequada, exclusivamente para o fim a que se destinam, ou seja, para sentar. Gostaria de salientar que a vossa resposta vai contra a legislação aplicável, que garante a proteção do consumidor em situações como esta. Assim sendo, exijo a substituição imediata do produto defeituoso. Caso tal não seja possível, solicito, alternativamente, a devolução integral do montante pago ou a reparação do artigo em questão. Na ausência de uma solução satisfatória por parte da vossa empresa nos próximos 7 dias úteis, considerarei o contrato como incumprido e tomarei as medidas necessárias para fazer valer os meus direitos. Aguardo a resolução urgente desta situação. Cumprimentos
Recusa de ativação de garantia
No dia 30 de janeiro, adquirimos uma televisão da vossa marca (ver fatura em anexo). No início do mês de julho, após cerca de seis meses de utilização, contactámos a Worten – loja onde foi efetuada a compra – no sentido de obter apoio relativamente a uma situação anómala: de um dia para o outro, a televisão começou a apresentar falhas na imagem (ver imagem em anexo). Importa sublinhar que não houve qualquer dano, queda ou acidente da nossa parte. As falhas na imagem tornaram-se rapidamente mais evidentes e, o que mais nos preocupou, foi o facto de a televisão começar a emanar um cheiro a queimado. Na fotografia em anexo, onde poderá parecer existir uma “batida” na tela, trata-se, na verdade, do ponto de onde provém o cheiro a queimado. Ao toque, a superfície apresenta uma temperatura anormalmente elevada. Após esta constatação, a televisão deixou de ser utilizada por motivos de segurança. A nossa queixa prende-se com o pouco apoio recebido ao longo deste processo, e sobretudo com o facto de que, apesar de o equipamento se encontrar dentro do período de garantia, foi-nos negada a possibilidade de a acionar. O primeiro contacto ocorreu por volta do dia 7 de julho e o processo tem-se arrastado desde então. Entre finais de agosto e o presente momento, tivemos pouca disponibilidade para insistir junto da marca e loja, mas, ainda assim, abrimos vários pedidos de assistência na nossa conta Worten, todos eles encerrados e sem resolução, mesmo após termos explicado repetidamente que não se tratou de um dano acidental, mas sim de um defeito de fabrico ou avaria técnica. Se necessário, posso procurar saber com maior detalhe as datas exatas dos contactos telefónicos com a Worten e com a HiSense. O meu namorado terá feito o primeiro pedido de assistência no site da Worten, no início de Julho. Os restantes pedidos foram nos dias 23/Julho, 29/Julho, 5/Agosto e 8/Agosto. Em anexo segue a correspondência com o vosso colaborador Hélder. Esta insistência deve-se ao facto de considerarmos inaceitável que um equipamento apresente uma avaria desta gravidade ao fim de apenas seis meses e que a marca se desresponsabilize totalmente, deixando os seus clientes sem resposta ou com justificações genéricas de que o dano não é imputável à marca. Solicitamos, assim, que esta queixa seja formalmente registada no Livro de Reclamações, e garantiremos também que seja apresentada nas devidas plataformas oficiais.
Substituir peças dentro da garantia por peças usadas
A bateria do meu Tesla model X deixou de funcionar. A mensagem era “ impossível conduzir”. O carro é de 2019 e tem menos de 100 000 km portanto a bateria está dentro da garantia. Primeira surpresa: a substituição coberta pela garantia contempla apenas a substituição por uma bateria usada. Julgo que é a única marca que substitui peças avariadas por outras avariadas e recicladas. Segunda surpresa: a previsão de 8 dias para a reparação já vai em mais de dois meses e temo que quando chegar a 19 de dezembro - a última previsão- adiem por outro tanto. Isto é a Tesal prefere reter um carro por tempo indeterminado a colocar uma bateria nova coisa que poderia fazer de imediato. Terceira surpresa: comprei o model X porque preciso de um carro de 7 lugares. O carro de substituição é um Model Y de 5 lugares. Para a Tesla fico bem servido !
Avaria na garantia sem carro de substituição
Exmos. Srs. É com bastante desagrado que mais uma vez os serviços pós venda da Hyundai Portugal ficam a desejar. Pela segunda vez o comando de abertura dos vidros avariou e para juntar à situação a bomba de água terá de ser substituída porque identifiquei um ruído estranho no carro. A viatura é de 2022, ainda se encontra na garantia. A Hyundai vai reparar no âmbito da garantia. Até aqui tudo certo. O problema é que para substituição da bomba de água informaram que são 3 dias. Como só tenho uma viatura não tenho outro meio de movimentação para o local de trabalho. Na oficina Santogal Hyundai informaram que não tenho direito a veículo de substituição. Sem ter qualquer culpa na avaria fico prejudicado e sem solução para ir trabalhar. Por um erro total da marca terei custos adicionais durante estes 3 dias. Mais uma vez descontente com a Hyundai Portugal.
Produto para reparação perdido
Comprei uma airfrier em novembro de 2024 e no início deste ano começou a dar alguns problemas a aquecer até que em Agosto deixou mesmo de funcionar. No site da cecotec portuguesa tentei várias vezes declarar uma incidência (04019532), sem efeito nenhum. Finalmente, no site espanhol consegui com que desse. Vinham recolher a encomenda a casa, mas não avisavam que aí vinham. Telefonei-lhes e enviei vários emails para então recolherem noutra casa onde havia sempre gente. Diziam que estava confirmado e vinham sempre ter à casa errada na mesma. Quando eu lhes pedia para falarem com a transportadora, diziam que era impossivel. Numa dessas tentativas de recolha, combinei com o próprio empregado da transportadora e resolvemos a questão já a finais de outubro. Agora, quando lhes telefono a perguntar onde está o produto, dizem que não têm ainda nenhuma previsão de arranjo, no entanto, se entrar na minha conta na cecotec, diz que está arranjada e entregue... Quando lhes digo isto eles dizem que vão falar com o supervisor (algo que nunca me deixaram a mim fazer, dizendo até que não há) e que até ao final do dia de 21/11 me dão uma resposta por mail. A resposta foi que me dariam uma resposta detalhada no dia 24/11. Hoje, dia 24, telefonei e não sabem de nada. Neste momento já só quero o meu dinheiro de volta e pronto. Quando tentei fazer reclamação no livro de reclamações, não se consegue encontrar a empresa. Isto é legal?
Fuga as responsabilidades/anulação de negócio
Assunto: Reclamação e pedido de anulação do negócio – Processos n.º 13016557, 12672504, 13405784, 13777500 Exma. Srs. Em seguimento dos processos acima referidos, venho por este meio apresentar reclamação formal relativa à compra da viatura adquirida na Santogal, solicitando a anulação do negócio e a devolução integral do valor pago, antes de avançar para os meios legais competentes. A viatura foi-me entregue com a bateria completamente partida (suporte danificado), apesar da garantia do Sr. Ricardo Norinho de que tinha sido “totalmente revisionada” — facto que se revelou manifestamente falso. Desde o primeiro dia, a viatura apresentou problemas de utilização, tornando-a imprópria para o uso e demonstrando que foi vendida deficiente e em condições inaceitáveis. A viatura foi então enviada para a JOP para reparação, sem que tivesse recebido qualquer pedido de desculpas ou compensação, ficando privado do uso da mota logo após a compra. Posteriormente, constatei que o problema não tinha sido devidamente resolvido: a aplicação deixou de funcionar e a bateria ficou encravada, impedindo a sua extração. A pedido da Santogal, a mota foi novamente enviada para a JOP, tendo sido comunicada a conclusão da reparação. No entanto, após alguns minutos de utilização, a bateria voltou a ficar presa, impossibilitando o carregamento em casa, e a aplicação continuou sem funcionar — aplicação essa vital para a monitorização e segurança da viatura, cuja ausência compromete o normal funcionamento e utilização da mesma. Contactei de imediato a Santogal, informando que o problema persistia. Para minha surpresa, recebi um e-mail do Sr. Ricardo Norinho (do qual possuo prova), afirmando: “Já ajudamos no que podíamos, escusa de trazer a mota para cá que tenho ordens superiores para não a receber.” Fiquei estupefato com a postura da Santogal, pois apesar da situação não se ter alterado e do reparo não ter surtido efeito, a assistência e o tratamento prestado foram insuficientes e desrespeitosos. A mota, devido à impossibilidade de circular, foi enviada por reboque às instalações da Santogal no Porto. Pouco depois, fui contactado pelo seguro, que me informou — também com prova escrita — que a Santogal tinha dado ordens expressas ao reboque para retirar a mota das instalações, alegando que “não queriam saber mais do assunto” e que “já tinham ajudado muito”. Perante esta recusa categórica da Santogal em receber a viatura, instruí o reboque para a deixar na SEAT JOP do Porto, onde a mota permanece desde maio de 2025, situação esta resultante única e exclusivamente da recusa e inércia da Santogal. Cumpre sublinhar que a viatura, à data, estava coberta pela garantia da marca e também pela garantia Santogal, a qual foi simplesmente ignorada, apesar de a viatura se encontrar ainda dentro do período de garantia da Santogal. Existem provas claras de que a viatura foi vendida com defeito, com problemas de utilização desde o primeiro dia, pelo que a Santogal tem responsabilidade direta e incontroversa neste processo. Apresentei queixa por escrito nas instalações, sendo ainda tratado de forma desrespeitosa por elementos da equipa comercial. Chegaram a referir que “até ajudaram quando o suporte estava partido aquando da venda”, ao que respondi: “Então a mota foi revista de alto a baixo e não viram que o suporte estava partido ao meio?” Ao que o Sr. Ricardo respondeu que isso só aconteceu porque eu “pedi muito”. Retorqui: “Então vendem uma mota com a bateria toda partida e não haviam de reparar? Ainda por cima afirmaram que a viatura tinha sido revista.” A resposta seguinte foi absolutamente inacreditável: “Olhe que ninguém queria reparar isso... fui eu que o ajudei.” Fiquei completamente incrédulo ao ouvir esta resposta, reveladora de uma total falta de profissionalismo e de respeito pelo cliente. Para ativar a garantia de fábrica, tal como sugerido pela Sra. Carmo Gama, em resposta a uma das queixas/processos supra referidos, a SEAT JOP solicitou as faturas das revisões anteriores e posteriores à venda. Entreguei prontamente as faturas que possuía, mas as restantes nunca foram enviadas pela Santogal, apesar das sucessivas promessas, impedindo assim a utilização da garantia de fábrica da viatura. Na última queixa online apresentada, a Sra. Carmo Gama informou-me que iria entrar em contacto comigo para proceder à entrega das faturas e provas de revisão, o que nunca aconteceu — configurando mais uma falha por parte da Santogal. A JOP manifestou mesmo suspeitas quanto à veracidade das revisões alegadamente realizadas, uma vez que, tratando-se de um veículo elétrico, essas revisões deveriam constar no sistema interno da viatura, o que não se verifica. As únicas revisões registadas são as que eu próprio realizei. Por esse motivo, e devido à inércia — propositada ou não — da Santogal, perdi o prazo para ativação da garantia de fábrica, ficando a viatura sem cobertura e sem reparação desde maio. Mais recentemente, a JOP informou-me de que irá começar a cobrar estadia pela viatura, consequência direta da falta de envio das faturas por parte da Santogal. Além disso, fui informado de que a garantia de fábrica não poderá ser ativada devido ao decurso do prazo, ultrapassado precisamente por causa desse atraso. Em suma, perdi a garantia de fábrica devido à inércia da Santogal, o que considero uma grave violação dos meus direitos enquanto consumidor. Recordo que adquiri esta mota com grande esforço pessoal e tenho vindo a pagar 100 € mensais desde a compra, sem praticamente usufruir da viatura. Deste modo, a anulação do contrato e a devolução do valor pago são a única solução possível, uma vez que a viatura se encontra sem garantia de fábrica e sem condições de utilização desde a sua compra. Relembro que a viatura foi adquirida no dia 05/04/2024 e, portanto, ainda se encontra dentro do período de garantia da Santogal, pelo que a responsabilidade sobre a situação é integralmente da Santogal. Solicito, por isso, uma resolução célere deste processo, antes de proceder à divulgação pública da situação (revistas da especialidade, plataformas da DECO e restantes meios legais), bem como à ação judicial necessária à defesa dos meus direitos. A Santogal da sempre a mesma resposta, "através dos meios internos vamos resolver diretamente com o cliente", A resposta é sempre a mesma, contudo é mentira, eles não entram em contacto, muito menos resolvem, estão a fugir as responsabilidades. Eu pretendo a anulação do negócio. Pago todos os meses 100 euros a uma linha de crédito e nem a viatura tenho comigo. Sou gozado por e comerciais e responsáveis cada vez que vou a Santogal. Sem outro assunto de momento, Com os melhores cumprimentos, Vasco Machado Número de identificação fiscal (NIF): 244829420
Demora excessiva de 11 dias sem diagnóstico – Veículo em garantia de fábrica (falha sistema SOS) – C
Exmos. Senhores, Venho apresentar reclamação contra a Renault Portugal, S.A. e contra a concessionária Caetano Fórmula – Barreiro (Palhais) pelo seguinte: Veículo: Renault Captur, ano 2022, matrícula AU-52-DC Adquirido semi-novo em concessionária oficial da marca Garantia de fábrica válida até 29-12-2025 Cronologia dos factos: • 08-11-2025 – avaria no sistema de chamada de emergência SOS + veículo não arrancava → 1.º reboque via Renault Assistance • 11-11-2025 – avaria repetiu-se → 2.º reboque • 13-11-2025 – entrada do veículo na oficina Caetano Fórmula Barreiro • 24-11-2025 (hoje) – completam-se 11 dias corridos / 9 dias úteis e o veículo ainda não foi sequer colocado em diagnóstico A oficina ligou-me apenas depois de eu insistir e informaram que “eu já tinha sido informado à minha esposa (quem chamou o reboque) que havia carros à sua frente quando o reboque trouxe o carro”. Nunca foi indicado qualquer prazo estimado. Durante todo este período: • Nunca houve contacto proactivo por parte da oficina • Nunca foi proposta viatura de substituição • Não existe qualquer data prevista de início dos trabalhos Esta situação configura claro incumprimento dos prazos razoáveis de reparação, do dever de informação (art. 12.º do DL n.º 84/2021) e das obrigações de garantia da Renault (diagnóstico prioritário em falhas de segurança crítica). Solicito a vossa intervenção urgente para: 1. Diagnóstico e reparação iniciados nas próximas 24 horas 2. Disponibilização imediata de viatura de substituição gratuita até entrega do meu carro 3. Comunicação escrita (SMS ou e-mail) com data concreta de conclusão da reparação 4. Eventual compensação pelos prejuízos causados pela imobilização prolongada (ex: custos de transporte alternativo) Com os melhores cumprimentos, Ted Sobrinho
Garantia não aceite
No dia 221/02/2023 adquiri uma consola ps5 na Auchan de Alfragide. Nunca tive problema com ela até há relativamente pouco tempo. Assim que a ligava dava um aviso de aquecimento e desligava sozinha. Uma vez que tem 3 anos de garantia, fui ao sitio onde a comprei, onde deixei para reparação cerca de 2 semanas. Ao fim desse tempo, ligaram a informar que a Sony só dá 2 anos de garantia, e que para repararem a minha, teria que pagar quase 300€, e seria entregue uma recondicionada. Se ao fazerem a venda de um artigo eletrónico informam que a garantia é de 3 anos, como estipulado pelo decreto-lei n.º 84/2021, em vigor desde 1 de janeiro de 2022, como podem estar a negar a minha garantia? De notar que a consola nem saiu do estabelecimento, apenas contactaram a Sony via email, portanto nem sequer sabem qual o problema, apenas que tenho que pagar algo. Como cliente Sony e cliente Auchan, sinto-me defraudada e lesada por ambas as empresas.
Pedido de substituição integral da bateria – Jaguar I-PACE – Avaria com características de vício ocu
Pedido de substituição integral da bateria – Jaguar I-PACE – Avaria com características de vício oculto Venho, por este meio, apresentar reclamação formal contra a Jaguar Land Rover Ibérica, na sequência de uma avaria grave detetada em 3 módulos da bateria de alta voltagem de meu veículo Jaguar I-PACE, ocorrida pela segunda vez após a substituição de um módulo no ano de 2024 (menos de um ano depois) e considerando que ainda se encontra dentro do termo da garantia contratual de 8 anos ou 160.000 km. A marca reconheceu a avaria no primeiro momento (ano de 2024) e fez a substituição desse módulo. Contudo, e dados os dados nacionais e internacionais, o meu carro, em menos de um ano, voltou a avariar 3 módulos. Desta vez, em setembro de 2025. Contactei a MC Coutinho em Coimbra para fazer a reparação do meu veículo, onde me disseram que teria de aguardar pelo menos 2 ou 3 meses, que existia uma lista de espera de cerca de 15 veículos. Situação que se manteve idêntica até "a passada sexta-feira", quando os voltei a contactar para perceber o andamento do processo. Desta vez, fui notificada de que o meu veículo não será reparado antes do final do ano, pelo que terei de aguardar até que a marca consiga assegurar as peças e a mão de obra (nitidamente insuficiente), dado o volume de avarias e reclamações idênticas a nível nacional. Devido à minha vida profissional, faço imensas viagens longas com o meu carro, que neste momento não carrega mais de 72%, o que duplicou o número de carregamentos que tenho de realizar diariamente, dado que o carro não tem bateria suficiente para fazer uma viagem de Coimbra a Porto em velocidade legal. Todos estes custos acrescidos que não são imputados a nenhuma ineficiência ou imprudência da minha parte, mas sim a um problema estrutural e funcional da bateria de origem, estão a ser integralmente suportados por mim, e agravam-se a cada mês que o carro continua sem reparação. Acrescentar que no dia em que fiz o diagnóstico da avaria na MC Coutinho em Coimbra, perante a minha indignação, disse-me que só poderia apresentar reclamação ao final da terceira avaria. Como que se fosse normal um carro deste valor, ter de aguardar pela terceira avaria para se poder efetivamente reparar convenientemente o carro, com todos os meses de espera por módulos de substituição, o agravamento de custos de carregamento nos meses em que estamos "a espera da reparacao, e o risco inerente de paralizacao do veiculo sem qualquer altrnativa da parte da marca (veiculo de substituicao ou outra forma que possibilite a deslocacao diaria para o trabalho). Por essa razão e dados os argumentos abaixo mencionados, apresento formalmente uma reclamação à Jaguar, frisando que tanto a primeira avaria como a segunda avaria estão dentro dos termos de garantia. A marca reconheceu a avaria do primeiro módulo e fez a reparação, contudo, solicito a substituição integral da bateria HV por uma unidade nova, sem encargos para o proprietário, com base nos seguintes fundamentos: ________________________________________ 1. Avaria com características de vício oculto A falha detetada corresponde inequivocamente a um vício oculto, nos termos do artigo 913.º do Código Civil, porque: • Resulta de defeito de fabrico, comum a diversos veículos com a mesma tecnologia; • Não podia ser detetada pelo consumidor; • Manifestou-se dentro da vida útil técnica normal do componente; • Compromete gravemente a funcionalidade, fiabilidade e valorização do veículo. Desde o surgimento da avaria, a bateria deixou de carregar além dos 72%, o que representa uma perda funcional grave e irreversível, incompatível com a expectativa legítima de durabilidade num veículo premium 100% elétrico.Com custos de carregamento que duplicaram no tempo de espera de reparação do veículo. ________________________________________ 2. Reconhecimento técnico da falha por parte da marca A Jaguar Land Rover tem conhecimento deste problema a nível internacional e nacional, como demonstram: • Casos documentados de falhas semelhantes entre os 120.000 e 180.000 km; Tanto na primeira como na segunda avaria aconteceu no meu veiculo; • Campanhas de substituição integral de baterias HV fora da garantia, nomeadamente nos EUA, Reino Unido, França e Noruega; no meu caso, este ainda se encontra dentro dos termos de garantia. • Decisões de recompra ou comparticipação total baseadas no reconhecimento de defeito de fabrico. A marca tem, portanto, precedentes técnicos e comerciais que validam a natureza estrutural do defeito. ________________________________________ 3. Substituição localizada é tecnicamente insuficiente e insegura A reparação parcial (substituição de módulo) não é uma solução eficaz, pelas seguintes razões: • Os restantes módulos partilham o mesmo histórico de fabrico e desgaste; • A falha num módulo sinaliza risco de falhas progressivas noutros; • Reparações localizadas apenas adiam o problema e prejudicam a valorização futura. O que se comprova pelo historial do meu veículo em menos de 1 ano: avaria de 4 módulos diferentes. Adicionalmente, módulos instáveis no sistema de alta voltagem podem gerar risco real de segurança, incluindo perda súbita de potência ou, em casos extremos, sobreaquecimento ou incêndio — falhas que já foram documentadas noutros mercados. ________________________________________ 4. Fundamento legal A exigência de substituição integral da bateria HV baseia-se nos seguintes diplomas legais: • Art. 913.º e 914.º do Código Civil – Responsabilidade por vício oculto; • Art. 762.º do Código Civil – Boa-fé no cumprimento contratual; • DL n.º 84/2021, transpondo a Diretiva (UE) 2019/771 – Obrigação de garantir a conformidade e durabilidade dos bens durante a sua vida útil; • DL n.º 330/90 (Código da Publicidade) – Proibição de mensagens técnicas enganosas sobre desempenho e fiabilidade. Acresce que: • O veículo foi sempre mantido de acordo com as recomendações da marca; • A avaria ocorreu ainda dentro do prazo temporal da garantia (8 anos)e da quilometragem definida tanto na primeira avaria como neste segunda avaria; • Não existe qualquer indício de má utilização ou desgaste anormal. ________________________________________ 5. Pedido Com base no exposto, solicito que a Jaguar Land Rover proceda à substituição integral da bateria de alta voltagem por uma unidade nova, sem custos para o proprietário, e com garantia adequada, pelos seguintes motivos: • Defeito estrutural evidente e reconhecido; • Redução drástica da capacidade de carga (limite de 72%); • Ineficácia técnica da reparação parcial; • Existência de precedentes de substituição integral fora da garantia; • Proximidade objetiva ao limite contratual. Está em causa a perda de confiança num componente crítico, cuja falência compromete a segurança, autonomia e valor do veículo. ________________________________________ 6. Consequências previstas Caso não seja apresentada uma solução adequada e proporcional, reservam-se os seguintes direitos: • Apresentar queixa formal junto da DECO e outras entidades de defesa do consumidor; • Tornar o caso público em redes sociais, imprensa automóvel e fóruns especializados; • Reportar a situação à sede do fabricante no Reino Unido e às entidades reguladoras europeias; • Considerar ação judicial por responsabilidade civil, desvalorização do bem e vício oculto. ________________________________________ Conclusão Esta reclamação é legítima, bem fundamentada e sustentada em prova técnica e legal. A substituição integral da bateria HV é a única solução proporcional à gravidade da avaria e coerente com os antecedentes técnicos da marca. Aguardo resposta no prazo legal.
carro importado não tem assistência em viagem portuguesa
Bom dia. Adquiri um carro importado, com data de matrícula na Alemanha 2020-11-03 e data de matrícula em Portugal 2021-05-24, hoje tive um problema, entrei em contacto com a assistência em viagem da Hyundai e deram-me a indicação que a assistência em Portugal da Hyundai para carros importados, mesmo dentro da garantia não funciona. Tenho de ligar com a assistência em viagem do país de origem. Isto é absurdo, a garantia é europeia, faço todas as revisões no concessionário para manter a garantia mas, quando tenho um problema dizem que tenho de lidar com o país de origem da primeira matrícula. Absurdo.
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