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Regulamento Interno do Parque Orbitur Sitava Milfontes
Exmos Senhores Sou frequentador permanente do parque da Orbitur Sitava Milfontes. Tenho um contracto anual de permanência num alvéolo situado nesse parque onde instalei uma Mobile Home. Nesse contracto, assinado entre as partes, consta, para além de outros, a obrigação de cumprir o Regulamento Interno do Parque, como é natural e que este está para consulta pública na recepção. Acontece porém que, quando nos dirigimos à mesma, informam-nos que não podem fornecer uma cópia do Regulamento (oito folhas), que se quisermos podemos consulta-lo lá e, dizem-nos que têm ordens expressas "superiores" para não deixar ninguém fotografar! Terão alguma coisa a esconder? Como posso ter acesso ao RI, que creio ser um direito meu como parte interessada no contracto? Em que repartição estatal deve este contrato constar para que possa recorrer à mesma. Cordiais cumprimentos
Experiência de acessibilidade horrível
No dia 27/06 fui com a minha mãe ao Rock in Rio ver o concerto do Rod Stewart. A minha mãe sofre de obesidade, tem 69 anos e tem 120kg. Ela não é considerada inválida nem tem atestado de incapacidade. E eu não tenho carro. Sendo um evento inclusivo, isto não devia ser impedimento e à 1a vista. Passo a citar os factos: 19:30 - Chegamos de Uber e tivemos de andar tudo a pé desde a paragem do Uber. Mesmo o acesso através do Shuttle da carris fica longe da entrada e para pessoas que tem mobilidade reduzida, não existe outra alternativa senão andar a pé até à entrada ou ir de carro. 20:30 - Conseguimos chegar á entrada do Rock in Rio e apanhamos um boogie que nos levou à central de acessibilidade. Aqui foi nos dito por uma assistente, que tínhamos de fazer a inscrição na recepção e de receber pulseiras para ter acesso à zona de acessibilidade. Quando chegamos à recepção, uma senhora estava a atender outra pessoa, quando nos viu ignorou-nos inicialmente e após alguns minutos com um sorriso de esgar e cínico, disse que não tinham cadeiras de rodas e que tínhamos de ir para a fila para deixar o nome e o contacto. Assim fiz. Fui atendida por outra senhora que me informou igualmente que não havia cadeira, que não podia fazer nada. Deixei os meus contatos. Esta senhora também não era NADA simpática. Parecia que nos estavam a fazer um favor. Após deixar os contatos, a 1a senhora continuou a ignorar-nos, não dando as pulseiras, nem explicando como poderíamos ir para o palco mundo. Depois apareceu outra senhora que nos viu ali e procedeu à nossa inscrição e deu-nos as pulseiras. A minha mãe recebeu uma pulseira de necessidades especiais e eu de acompanhante. A senhora que nos atendeu explicou por onde tínhamos de ir e reforçou que se nas plataformas de acessibilidade, tivessem acompanhantes, estes teriam de sair e dar lugar à minha mãe. E para tal, deveríamos falar com os assistentes que se encontravam nas plataformas. 21:30 - Começamos a andar a pé para a zona de acessibilidade. Paramos em vários lugares para minha mãe poder descansar. Quando chegamos às plataformas de acessibilidade do palco Mundo (Eram 2, uma para cadeira de rodas e outra para outras necessidades) os assistentes não nos deixaram entrar, alegando que a plataforma estava cheia e com a capacidade máxima. Eu disse-lhes que me tinham informado na recepção que os acompanhantes tinham de ceder o lugar, e estes tinham de lhes dizer para saírem, pois a minha mãe e outras pessoas que estavam à espera, tinham PRIORIDADE. A resposta que obtive foi ALUCINANTE: "Desculpe, nós podemos convidar os acompanhantes a cederem o lugar, mas não os podemos obrigar. Assim têm de esperar". 23:00 - Estivemos desde as 21:30 até as 23h à espera de poder entrar na plataforma. O concerto do Rod Stewart começou ás 22:40 e a 1a parte do concerto a minha mãe viu o que pode encostada a um caixote do lixo, pois já não consegui estar em pé sem ter dor nos joelhos. Eu fiquei na fila para marcar-lhe o lugar e ter a certeza que ela ia ter uma cadeira e quando chegou a nossa vez, eu já não sabia onde ela estava e quase nos perdíamos uma da outra, mas depois encontrei-a e ela finalmente sentou-se. Enquanto esperamos vi outras pessoas com necessidades a serem tratadas da mesma forma e a serem "instruídas" que tinham de aguardar. Nunca em momento algum os assistentes tentaram falar ou abordar os acompanhantes para darem lugar às pessoas que realmente necessitavam. As pessoas que foram tratadas da mesma forma: Uma senhora que tinha o pé engessado Uma senhora que tinha um dos pés com uma tala Uma menina, provavelmente com trissomia ou outra necessidade, que estava com os pais que a tinham por perto com uma coleira de plástico para ela não se perder deles Um senhor que apresentava uma atrofia muscular num dos braços Um rapaz que tinha dificuldade na fala e possivelmente um atraso cognitivo A todos foi respondido: "Desculpe, nós podemos convidar os acompanhantes a cederem o lugar, mas não os podemos obrigar. Assim têm de esperar". As pessoas ripostavam chateadas, claro, e os assistentes ignoravam completamente. Olhavam para outro lado e não faziam absolutamente nada! Era como falar com paredes ou pessoas que estão noutro mundo. Senti abuso de poder e zero empatia. Provavelmente como não são pagos, fazem o trabalho da forma mais miserável possível e não contribuem que as pessoas que já estão numa situação de vulnerabilidade, tenham uma experiência positiva. 23:30: A minha mãe sentou-se e viu o concerto e no meio do mesmo, uma cadeira na 2a fila mesmo à frente do palco, ficou livre. Um dos assistentes perguntou-lhe se ela queria ir e que a vista era melhor. Assim foi, ela foi para o lugar vago e a cadeira que ela estava a ocupar ficou vaga. Eu perguntei se podia levar a cadeira para ao pé dela e sentar-me com ela. Havia espaço. Foi me dito um não redondo. E tive de estar de joelhos no chão sentada ao lado dela, não podendo estar em pé porque tirava a visibilidade às pessoas que estavam atrás. O cúmulo da situação foi quando um dos assistentes veio ter comigo e me disse que eu estava a causar-lhe problemas com outras pessoas que queriam entrar na plataforma e havia uma cadeira livre e eu estava ali. Perguntei-lhe novamente: posso pôr a cadeira aqui? E ele disse não e foi-se embora. A mim já pode abordar para dizer que me tinha de sentar noutro sitio?? Em vez de dar a cadeira a alguém que precise! E quando entrei na plataforma nunca me sentei. Tive sempre perto da minha mãe em pé, quando ela entrou na plataforma e ficou mais para trás. Portanto, que raio de abordagem é esta?? Porque é que falam com uns e outro não? CHAMA-SE DISCRIMINAÇÃO. Eu ofereci o bilhete à minha mãe e comprei um para ir com ela, para vivermos a experiência de ver o Rod Stewart juntas. Eu não ia sair de ao pé dela se havia espaço!!!! 00:30: Após o concerto, tivemos de andar a pé desde a plataforma até à saída. Mais uns 40m. E conseguimos apanhar o autocarro, mas mais uma vez a minha teve de andar e parar muitas vezes. Daria 0 estrelas a esta experiência, se existisse essa possibilidade. Foi a 1a vez que fui ao Rock in Rio. Não irei mais. Foi uma experiência muito decepcionante e infernal até um certo ponto. Atendimento e acompanhamento da parte dos assistentes da acessibilidade muito mau, para não dizer horrível e sem humanidade ou verdadeira preocupação pelas pessoas com necessidades especiais. A cidade do Rock não é inclusiva, como tão bem vendem. Eu senti-me tratada como lixo juntamente com a minha mãe. Chego à conclusão de que o ROCK IN RIO só existe para facturar, facturar e faturar. Apresentam uma imagem muito glamorosa de tudo, incluído da organização da acessibilidade, mas depois não deixa de ser um FIASCO e um autêntico desastre.
Pedido de reembolso
Assunto: Reclamação – Pedido de reembolso por reparação de defeito reconhecido pela marca e ausência de resposta Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente à ausência de resposta por parte da Citroën após vários contactos efetuados, bem como solicitar a resolução de uma situação relacionada com um defeito reconhecido pela própria marca. Sou proprietária de um veículo Citroën C4 Cactus 1.5 HDi, adquirido em 2018. No decorrer da utilização do veículo, verificámos a existência de uma fuga de óleo no motor (“óleo a babar”). Perante esta situação, deslocámo-nos a uma oficina oficial Citroën, onde fomos informados de que existia um problema relacionado com a árvore de cames/corrente, tendo sido recomendada a substituição desse componente, uma vez que poderia vir a causar problemas no veículo. Perante a indicação da própria oficina oficial, procedemos à reparação e suportámos integralmente o custo do trabalho, tendo sido emitida a respetiva fatura, cujo valor total foi de 2.160,21 €. Contudo, importa esclarecer que esse valor incluía outras intervenções de manutenção realizadas na mesma visita (nomeadamente trabalhos sem relação direta com o defeito agora reconhecido), pelo que o pedido de reembolso diz respeito apenas aos componentes e trabalhos relacionados com a árvore de cames/corrente. Da análise da fatura, os valores diretamente relacionados com esta intervenção incluem, entre outros: - intervenção/substituição relacionada com a árvore de cames; - kit de árvore de cames; - junta da árvore de cames; e componentes diretamente associados, num valor estimado de aproximadamente 1.000 €. Posteriormente, recebi uma comunicação da Citroën informando que este problema corresponde a um defeito reconhecido pela marca, indicando a substituição gratuita deste componente e uma extensão de garantia associada. Esta comunicação veio confirmar que o problema não se tratava de uma simples manutenção ou desgaste normal, mas sim de uma situação reconhecida pela própria marca. Após receber esta informação, contactei a Citroën através de vários endereços de email disponibilizados pela marca, solicitando o reembolso do valor suportado, enviando a respetiva fatura e a comunicação recebida. Já passaram cerca de dois meses desde os primeiros contactos e, até à presente data, não obtive qualquer resposta ou solução. Considero injusto que o consumidor seja prejudicado por ter suportado antecipadamente um custo relativo a um defeito que a própria marca veio posteriormente reconhecer. Solicito assim: - uma resposta formal ao meu pedido; - a análise da documentação enviada; - o reembolso do valor correspondente à reparação relacionada com o defeito reconhecido pela Citroën (corrente/árvore de cames e componentes diretamente associados). Junto em anexo: - fatura da reparação realizada; - comunicação enviada pela Citroën onde é reconhecido o problema; Aguardo resolução da situação com a maior brevidade possível. Com os melhores cumprimentos, Raquel Telf: 927699724
Reclamação por venda incompleta, ausência de reembolso e falta de adesão a livro de reclamações
Assunto: Reclamação por incumprimento contratual, venda incompleta, ausência de reembolso e falta de adesão ao Livro de Reclamações Eletrónico Identificação do Operador Económico: Nome Comercial: Loja Saúde (www.lojasaude.com) Denominação Social: Sá Esteves, Unipessoal Lda NIF: 517670755 Sede: Rua dos Chãos, 162/166, 4710-230 BragaT Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a empresa acima identificada, motivada por uma grave falha na prestação do serviço, fornecimento incompleto de bens e recusa de reembolso, acumulada com uma infração legal explícita no que concerne aos direitos do consumidor. - Do Incumprimento de Prazos e Encomenda Incompleta: No dia 29 de maio de 2026, efetuei uma compra no sítio online "Loja Saúde", tendo efetuado o respetivo pagamento. O operador anunciava e garantia um prazo de entrega de 5 dias úteis. Contudo, a encomenda apenas me foi entregue no dia 17 de junho de 2026. Para além do atraso, a encomenda foi entregue incompleta, contendo apenas uma parte dos artigos pagos, tendo um dos produtos ficado em falta. Também nunca me foi enviada uma fatura da compra. - Da Ausência de Resposta e Recusa de Reembolso: Face ao sucedido, contactei formalmente a empresa por via eletrónica solicitando o reembolso imediato do valor correspondente ao artigo nunca entregue. À data de hoje, a empresa cessou completamente qualquer comunicação, deixando de responder aos e-mails enviados. - Da Infração Legal (Livro de Reclamações): Ao tentar exercer o meu direito de reclamação na plataforma pública do Livro de Reclamações Eletrónico, constatei que a entidade "Sá Esteves, Unipessoal Lda" (NIF 517670755) não se encontra registada no sistema, violando o disposto no Decreto-Lei n.º 74/2017, ainda que a mesma o anuncie no seu sítio online. Face ao exposto, já solicitei a intervenção da ASAE e Infarmed para a fiscalização da referida ausência de registo obrigatório na plataforma digital. Solicito aqui a mediação para que me seja restituído o valor cobrado pelo artigo não entregue. Melhores cumprimentos, Catarina Serra
APOIO PÓS VENDA - HYUNDAI KAUAI
Na sexta feira (26 de junho de 2026), recebi um telefonema da oficina apenas as 17:11 (cerca de 20 minutos antes de encerrarem). Informaram-me que não ainda não tinha sido feita a avaliação do carro e que só a segunda feira esse trabalho estaria feito: - fim de semana sem carro e, a última da hora, tive de alugar uma viatura - parece-me estranho não terem feito a avaliação, uma vez que esta marcação foi feita pela própria oficina, um mês antes, para substituição da peça (o tal tubo/filtro). Hoje, 2a feira (29 de junho de 2026), às 10:12, ligaram de novo a confirmar que a peça teria de ser mesmo substituída. Valor: mais de 700 euros acrescentando mais cerca de 200 euros de mão de obra. Mais cerca de 1000 euros para um carro que desde há ano e meio, só tem dado problemas. Problemas que continuam sem explicação. Mas… “não tem de pagar a avaliação” e "o arranjo pode demorar 1 ou 2 dias, não lhe posso confirmar". Com isto, as despesas já foram: - março de 2025, cerca de 4000 euros arranjo no motor - janeiro de 2026, revisão, mais 400 euros - fevereiro de 2026, cerca de 90 euros, avaliação por causa da luz do motor (esta intervenção que terá de ser feita agora) - junho de 2006, substituição da tal peça. Mais 1000 euros Total: 5490 euros num ano e meio, num carro novo, sem acidentes, com apenas 8 anos, comprado novo e com todas as revisões feitas na marca. Acrescento ainda as despesas que tenho tido com taxis e alugueres de carros (uma vez que, mais uma vez, não tenho carro de substituição). E a falta de respostas aos últimos emails que vos tenho enviado. Estou desgastado. Não sei se se conseguem colocar no meu lugar. O que fariam? Há coisas bem mais graves no mundo e esta é uma situação sem relevância, comparando com a atual crise que atravessamos. Mas é algo que me tem tirado horas de sono, muito dinheiro da carteira. Dinheiro que não disponho e que, provavelmente, já daria para a entrada duma viatura nova. Já tive muitos carros, de diversas marcas (incluindo Hyundai) mas este foi o único que, ao fim de 6 anos e meio, começou a ter problemas de motor. Seguramente, uma das piores apostas que fiz na vida.
entativa de burla / Contacto fraudulento e ilógico
Exmos. Senhores, Venho apresentar reclamação grave contra a Alcancecardinal Unipessoal Lda (CrediPoupança), NIF 515400254, registada no Banco de Portugal com o n.º 0004804, por práticas suspeitas e pouco profissionais. No dia 29 de junho de 2026, recebi uma chamada do número 916 799 122, a qual não atendi por não conhecer o numero! Em seguida uma mensagem em nome de “Marta Ferreira”, alegando que tinha sido recebido um pedido de crédito no meu nome e se ainda teria interesse no mesmo. Obviamente sabendo que não diz qualquer tipo de pedido, informei esta pessoa "Marta Ferreira" do mesmo, e pedi imediatamente todos os dados em relação ao suposto pedido (Pois poderia estar a ser vitima de algum tipo de burla) A pessoa em questão respondeu "Pode ser engano no numero" e até aqui tudo bem, até que me dizem "se atendesse poderíamos confirmar se é a pessoa para quem pretendemos ligar", enquanto insistem em ligar para o meu contacto mesmo depois de eu informar esta pessoa que não fiz qualquer tipo de pedido de credito, aqui vi que algo não batia certo nesta conversa e assumi logo que isto era uma tentativa de burla! Factos que demonstram a irregularidade: A mensagem inicial dirigia-se a “Exmo(a) Senhor(a)”, o que demonstra que nem sequer sabiam se estavam a falar com um homem ou uma mulher, ou muito menos sabiam quem eu era, apenas tinham o meu contato telefônico. Quando confrontei a situação e exigi prova concreta do suposto pedido (data e hora), que foi completamente ignorado pela suposta "Marta Ferreira" apenas responderam “Pode ser engano no número”. Mas mesmo após admitirem a possibilidade de engano, continuaram a ligar e a insistir para que atendesse a chamada para “confirmar se era a pessoa para quem pretendiam ligar”, o que faz ZERO sentido! Logo de imediato achei este comportamento suspeito como já referi, e apos uma troca de mensagens um pouco mais agressivas perguntaram “mas não é a Ana Santos?”, revelando ainda maior confusão sobre a identidade da pessoa contactada. Este comportamento é totalmente ilógico e suspeito! Não sabem o género nem o nome da pessoa, admitem possível engano, mas mesmo assim insistem para que atenda uma chamada para “confirmar” a identidade, mesmo depois de eu ter afirmado repetidamente que nunca fiz qualquer pedido de crédito. Perante a minha resistência, o tom das respostas tornou-se provocatório (“E falar Português?”) disse-me a pessoa do outro lado repetidamente. O que me pareceu logo um tom absurdo para alguém que se diz de vir por parte de uma instituição financeira séria. Preocupado com a possibilidade de alguém estar a usar os meus dados pessoais para tentativas de credito, consultei de imediato o Mapa de Responsabilidades de Crédito do Banco de Portugal, que confirma que o meu NIF não consta da base de dados e não existe qualquer pedido ou crédito em meu nome. Nota adicional: Apos uma rápida pesquisa online descobri que esta empresa já acumula várias reclamações públicas por alegações falsas de pedidos de crédito e contatos abusivos, inclusive pessoas que foram burladas em que lhes era dito para fazerem transferências monetárias para que créditos fossem aprovados (consultar portal da queixa para confirmar o que digo aqui). Eu sou da zona centro do pais! Esta suposta empresa é sedeada em Rio Tinto, sitio que desconheço completamente, nunca la estive, tal como esta suposta empresa que nunca ouvi sequer falar! Exijo que a empresa: Confirme por escrito e imediatamente que não existe qualquer registo ou pedido em meu nome; Explique como obteve o meu contato e a razão desta sucessão de erros e contradições graves (incluindo a confusão com “Ana Santos”); Tome medidas contra o responsável por este contacto inadequado; Garanta que não voltarei a ser contactado por qualquer meio. Reservando o direito de tomar todas as medidas legais necessárias, incluindo participação às autoridades competentes (PSP e Banco de Portugal). Aguardo resposta urgente. Com os melhores cumprimentos, Jorge Teixeira Data: 29 de junho de 2026
Avaria de equipamento em garantia, falha grave na assistência técnica e recusa de suporte
Exmos. Senhores, Venho por este meio formalizar uma reclamação contra a Cecotec devido à total inoperância do vosso serviço de assistência técnica, mau atendimento ao cliente e aos graves prejuízos financeiros que esta situação me está a causar. Em dezembro de 2025, adquiri uma máquina de lavar loiça da vossa marca que, após poucos meses e com um máximo de 10 utilizações, começou a apresentar um forte cheiro a queimado. O equipamento acabou por fazer disparar o quadro elétrico repetidamente, ficando totalmente inutilizado. A minha tentativa de acionar a garantia revelou falhas logo no início. Abri um pedido de assistência no site da Cecotec, mas ao ligar no dia seguinte para confirmar o estado, fui informado de que o ticket não existia devido a anomalias na vossa plataforma. Fui então forçado a abrir um novo ticket por telefone no dia 12 de junho de 2026. Dias depois, um técnico deslocou-se à minha morada, identificou um defeito numa resistência e informou que a mesma teria de ser substituída, sem esclarecer se a intervenção seria na peça ou a troca integral do equipamento. Desde essa visita técnica, não recebi qualquer contacto, ponto de situação ou previsão para a resolução do problema. Esta máquina está instalada num Alojamento Local (AL), e a ausência do equipamento está a obrigar-me a cancelar reservas por não conseguir garantir as condições anunciadas. Esta situação está a gerar prejuízos financeiros altíssimos. No dia de hoje, efetuei um novo contacto telefónico para explicar a urgência e tentar perceber até quando terei de continuar a cancelar reservas. Solicitei a troca integral do produto (uma vez que está praticamente novo) ou a devolução do valor, tendo ambos os pedidos sido categoricamente recusados pelo operador. Foi-me apenas dito que "teria de aguardar". Ao argumentar sobre a urgência e ao pedir para falar com um supervisor para obter um esclarecimento válido, o operador simplesmente desligou-me a chamada na cara. Repudio totalmente esta forma de atuar. Considero o serviço de apoio ao cliente péssimo, com falta de condições básicas de atendimento e operadores rudes e mal formados. Exijo saber o ponto de situação exato para a resolução desta avaria e aguardo um esclarecimento formal sobre quem se responsabilizará pelos graves prejuízos financeiros que a inação e a falta de comunicação da Cecotec me estão a causar. Com os melhores cumprimentos, Nuno Fidalgo
Devolução do dinheiro
RECLAMAÇÃO CONTRA GO BRAVO PORTUGAL / PT BRAVO DEBTECH Celebrei contrato com a Go Bravo Portugal/PT Bravo Debtech em fevereiro de 2026 para prestação de serviços de intermediação de crédito e renegociação de dívidas. Durante a vigência do contrato efetuei pagamentos no valor total de €406,30. Posteriormente solicitei o cancelamento do contrato. A empresa informou que não existia qualquer valor a devolver, alegando a existência de comissões contratuais e de uma penalização relacionada com o cancelamento antecipado. Ao analisar a documentação recebida, verifiquei que o relatório de movimentos indica: * Total pago: €406,30; * Total de liquidações: €0,00; * Saldo disponível: €0,00. Solicitei à empresa: * A indicação da cláusula contratual que fundamenta a alegada multa por cancelamento; * A indicação da cláusula ou documento contratual que prevê o início das negociações apenas a partir do 8.º mês; * O envio do documento denominado “Settlement Plan”, referido pela própria empresa; * A memória de cálculo detalhada que justificasse a retenção integral dos valores pagos. Apesar dos pedidos efetuados, não obtive resposta nem foram fornecidos os esclarecimentos solicitados. Venho, assim, requerer a intervenção dessa entidade para apreciar: 1. A legalidade e transparência das cobranças efetuadas; 2. A conformidade das cláusulas invocadas pela empresa com a documentação contratual disponibilizada; 3. A fundamentação da retenção integral dos valores pagos; 4. A falta de resposta aos pedidos de esclarecimento apresentados pelo consumidor. Anexo à presente reclamação cópia do contrato. Com os melhores cumprimentos, Adónis Apolo Newton Barbosa Mendes Cardoso NIF: 268984425
cobranças indevidas
No dia 9 de Junho utilizei o serviço da Uber para me transportar da Alameda Fernão Lopes para a Av. dos Combatentes e daqui para o Ikea em Alfragide. O valor destas viagens foi de 8,94 € e 8,04 € respetivamente para a 1ª e 2ª. viagens. Ao analisar o extrato da minha conta bancária verifiquei que no dia 9 /6 me foram cobradas as quantias de 0,50 € 3, 39 € 0,50 € 4,99€ e 4,40 € que não reconheço como devidas. No dia 11 de Junho não utilizei qualquer serviço de transporte da Uber que no entanto cobrou-me 3,54 € 1,00 € 3,00 € 3,00 € e 8,04 € . Reconheço esta última verba de 8,04 € como sendo devida pelo transporte do dia 9/6 da Av. dos Combatentes para o Ikea bem como a verba de 1 ,00 € de gratificação ao motorista que me transportou de Miraflores para a Av. dos Combatentes não reconhecendo como devidas as restantes verbas. Relativamente às quantias de 3,00 € penso que respeitam a dois cancelamentos que não foram da minha responsabilidade conforme consta da minha reclamação para a Uber que já me reembolsou a quantia de 3,00€ indevidamente cobrada. Assim resta apenas reembolsar a outra quantia de 3,00€ que foi cobrada. De assinalar que a Uber não cobrou a quantia de 8,94 € respeitante ao transporte da Alameda Fernão Lopes para a Av. dos Combatentes. Consequentemente as quantia a cobrar pela Uber em relação aos referidos transportes do dia 9 de Junho são : - 8,94 € pelo transporte da Alameda Fernão Lopes para a Av. dos Combatentes + 1,00 € de gratificação ao motorista -8,04 € pelo transporte da Av. dos Combatentes para o IKea . Apesar da minha reclamação a Uber não regularizou esta situação fazendo o devido reembolso da quantia que paguei em excesso .
Encerramento de processo de sinistro
Serviço muito insatisfatório e comunicação pouco clara por parte da mediadora. Fiquei mais de 30 dias à espera de uma resposta relativamente a um sinistro. Só após uma visita presencial à agência de Vila Nova de Gaia é que, de forma repentina, recebi informação no espaço de uma hora. O processo de sinistro foi dado como encerrado e fui informado, pelo mediador, de que não iria receber qualquer valor da seguradora, isto antes sequer da seguradora emitir o seu parecer ou de dar o processo como concluído dentro dos 60 dias de prazo legal, aplicável a sinistros envolvendo furto de viaturas uma vez que o furto da minha viatura foi à cerca de 1 mês,esta informação foi-me dada pela própria seguradora, através de chamada telefónica, sendo que ainda mantém o processo em aberto e não conseguiu esclarecer-me quanto à resposta da mediadora. Considero esta situação muito estranha e bastante desagradável. Não recomendo.
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