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CERTIDÃO Registo Predial
Boa tarde, Fiz um pedido e paguei, uma Certidão permanente de Registo Predial. Fui reencaminhado para a JURISWEB INTERACTIVA S.L. Era suposto receber essa certidão por email, mas não aconteceu. Liguei para o numero 300 600 259 mas não está atribuido. O que a DECO Pro teste pode fazer? Com os meus agradecimentos antecipados Respeitosamente Miguel ABRANTES 969657982
Notificação de término de serviços com subscrição paga até 2027
Recebi hoje (2026-05-30) às 11h02 um email com o assunto "[Ticket: 902607] IMPORTANT: Notice of Service Discontinuation and Account Closure" indicando, como claro em assunto, o término de serviço de alojamento por parte da empresa THE.Hosting (antiga PQHosting) em que, "What this means for you": - "New Orders & Renewals: All active forms of registration, ordering, and renewals have been disabled. No new services can be purchased." - "Data & Accounts: If you have any active data, configurations, or account details stored within our systems, we urgently advise you to retrieve and back up your information immediately." - "Final Termination: Once the wind-down process is completed, all accounts and data will be permanently deleted from our systems." Fui à área administrativa procurar o ticket para confirmar a veracidade e, de facto, existe. Tentei responder relambro-lhes que tenho um serviço pago até 2027-02-11 (11fev2027), como iriam proceder em relação a isso, mas apareceu um erro a indicar que o serviço de apoio está indisponível. Tentei entrar em contacto pelo Telegram (@thehosting_sale e @pqhosting), sem resposta. Preciso saber que próximos passos terei de tomar para reaver o valor pago de um serviço que deixará de existir brevemente. Obrigado. Contactos da empresa: - https://the.hosting/pt/contacts - Suporte técnico: support@the.hosting - Reclamações: abuse@the.hosting - Questões de rede: noc@the.hosting - Pedidos da polícia: police@the.hosting
Viatura imobilizada por falta de solução para substituição de airbags defeituosos.
Exmos. Senhores. Após ver a minha viatura reprovada na IPO anual por falta de atendimento a recall MK7 (substituição de airbags TAKATA), recebo folha vermelha e a informação que a viatura não pode circular de forma alguma, só em reboque. Dirijo-me à Citroën local (SACEL) onde me indicam que no mínimo são 2 meses de espera quando tenho 30 dias para resolver e fazer a reinspeção, assim fico obrigado a nova inspeção sendo que um são 9€ e a outra 38€. Estou privado de usar a viatura. Em contacto com a Stellantis dizem que a unica coisa que podem fazer é dar contacto de outros concessionários para eu tentar agendar. Para isso tenho o Google honestamente. A única coisa que quero e está previsto na lei é que recolham a viatura em reboque livre de custos para mim, viatura de cortesia e se não resolvem em menos de 30 dias que assumam o valor da nova inspecção. A acção de recall para esta viatura está activa desde 2024, mas eu só sou proprietário desde Março de 2026.
Defeito de fabrico
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente à situação ocorrida com a minha viatura Peugeot 5008 V2 (P87), com VIN VF3MCYHZJJL030476 , no âmbito da campanha técnica de segurança identificada como MXL – Corrente da árvore de cames. Recebi a vossa comunicação datada de 25.02.2026, na qual é reconhecido um potencial defeito no motor 1.5 BlueHDi, suscetível de provocar desgaste prematuro da corrente da árvore de cames, podendo originar ruído anormal ou até a sua rutura. Acontece que o problema já surgiu, tendo ficado com o carro imobilizado e ficando a meu encargo uma reparação no valor de 1887.50€ sem que eu tivesse alguma responsabilidade na mesma avaria! A avaria corresponde exatamente ao problema previamente identificado e reconhecido pela própria marca; Trata-se de um defeito de fabrico assumido pela marca, com potencial de causar danos graves no motor. Face ao exposto, solicito que a Stellantis assuma integralmente os custos da reparação da viatura, incluindo todas as peças e mão de obra necessárias, uma vez que o problema decorre diretamente de uma falha técnica já reconhecida. E salvaguarda ao abrigo do regime jurídico aplicável á responsabilidade de produtos defeituosos nomeadamente nos termos do decreto -lei n383/89 de 06/11 relativo á responsabilidade civil do produtor bem como o decreto -lei 84/2021, de 18de outubro que regula os direitos do consumidor na compra e venda de bens. Aguardo uma resolução célere e favorável desta situação. Fico a aguardar o vosso contacto com a maior brevidade possível. Com os melhores cumprimentos, Dora Fernandes
Cobrança ilegal
Boa tarde. Uso regularmente os serviços da UBER para viagens. Faço o pagamento por MBWAY, escolho a opção e o preço indicado, pago e faço a viagem. Ontem contratei UBER X com o preço de 4,94€, o preço médio habitual,quando cheguei ao destino tinha um email para pagar 2,85€, da mesma viagem, num total de 7,79€. Não paguei e não consegui contatar a UBER. Hoje não consegui usar o serviço, ao pedir uma viagem, sem antes pagar os 2,85€. Entretanto uma vizinha disse que pediu uma viagem por 3,50€ e no fim pagou quase 10€. Se eu contrato um serviço acho que o preço contratado não pode ser alterado, e sem justificação. Considero esta situação ilegal e peço a intervenção da DECO. Cumprimentos, Rui Carneiro 911165263
Anulação de contrato
Exmos. Senhores, Contratei dois serviços à empresa Securitas Direct (atualmente Verisure) em Novembro de 2018, registados sob os contratos n.º 599138 e 599174. Ambos os contratos pressupunham um período de fidelização de 36 meses, terminado em Novembro de 2021. Nunca fui informado, notificado ou consultado relativamente a qualquer renovação dos referidos contratos. No dia 23 de Março de 2026, decidi proceder ao cancelamento de ambos os contratos, tendo enviado duas cartas registadas para esse efeito, rececionadas a 24 de Março de 2026. Na sequência desse pedido, fui contactado telefonicamente por um operador da empresa numa tentativa de impedir o cancelamento. Mantive, de forma clara e inequívoca, a minha intenção de cessar os contratos, facto que ficou registado na gravação da chamada. Perante essa posição, fui informado de que os contratos teriam sido automaticamente renovados e que o respetivo cancelamento implicaria o pagamento de uma indemnização. Tal argumento baseia-se numa cláusula contratual que considero abusiva e desproporcionada, uma vez que nunca houve qualquer informação clara, destacada e transparente relativamente à renovação automática dos contratos, nem quanto às suas consequências jurídicas e financeiras. Nos termos do Decreto-Lei n.º 446/85, de 25 de outubro (Regime das Cláusulas Contratuais Gerais), as cláusulas contratuais gerais devem ser comunicadas de forma clara, adequada e com o devido destaque ao consumidor. Nos termos dos artigos 5.º e 6.º do referido diploma, recai sobre o predisponente o dever de comunicação e informação integral das cláusulas contratuais. Acresce que, nos termos do artigo 8.º do mesmo diploma, consideram-se excluídas dos contratos singulares as cláusulas que não tenham sido devidamente comunicadas ou explicadas ao consumidor. Mais ainda, ao abrigo do artigo 15.º do Decreto-Lei n.º 446/85, são proibidas cláusulas contrárias à boa-fé, sendo igualmente consideradas abusivas cláusulas que imponham renovações automáticas desproporcionadas ou que limitem excessivamente os direitos do consumidor. Nos termos da Lei n.º 24/96, de 31 de julho (Lei de Defesa do Consumidor), assiste ao consumidor o direito à proteção dos seus interesses económicos, à informação clara e à boa-fé nas relações contratuais. Informei expressamente o operador de que mantinha a minha vontade de terminar os serviços, mesmo perante a ameaça de ativação da referida cláusula indemnizatória. Posteriormente, recebi resposta por correio registado, datada de 27 de Março de 2026, acusando receção do pedido de resolução dos contratos, mas exigindo o pagamento de € 440,16 relativamente ao contrato nº 599138 e € 398,36 relativamente ao contrato nº 599174, a título compensatório. Foi igualmente imposto um prazo de apenas 5 dias para pagamento desses valores, sem qualquer explicação sobre: - a base de cálculo utilizada; - a origem jurídica desse prazo; - ou a fundamentação concreta da dívida reclamada. Resulta claro que tais valores assentam exclusivamente na referida cláusula de renovação automática, cuja validade contesto. Apesar do meu pedido de cancelamento ter ocorrido em março, mantive os pagamentos por débito direto ativos até ao mês seguinte, tendo liquidado integralmente o valor referente ao mês de abril de 2026. Considero, por isso, integralmente saldada qualquer obrigação relativa aos serviços prestados. Recordo ainda que, durante o mês de abril, todos os equipamentos já se encontravam desativados, facto comprovável pelos próprios relatórios enviados pela empresa. Foi, assim, com enorme surpresa que recebi: - faturas referentes ao mês de maio; - múltiplas mensagens; - emails; - sucessivos contactos telefónicos exigindo o pagamento de um serviço já cancelado desde Março. Sempre que contactado, esclareci que o serviço havia sido cancelado e que não reconhecia qualquer dívida relativa ao mês de maio. Essa informação tem sido sistematicamente ignorada. Acresce que os contactos efetuados pela empresa assumem contornos de assédio, quer pela insistência, quer pelos métodos utilizados, tendo inclusivamente sido contactados familiares meus completamente alheios à presente situação. Questiono, por isso, a legitimidade da utilização dos dados pessoais desses familiares, bem como a conformidade dessa atuação com o Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (RGPD), uma vez que não foi prestado qualquer consentimento para tais contactos. Assim, venho solicitar: - o reconhecimento imediato do cancelamento dos contratos; - a anulação de qualquer valor ou dívida posterior ao pedido de cancelamento efetuado em Março de 2026; - a anulação dos montantes reclamados a título indemnizatório, por assentarem numa cláusula de renovação automática que considero abusiva; - a cessação imediata de contactos de cobrança relativos a valores contestados; - e a proibição de qualquer contacto futuro dirigido aos meus familiares. Solicito ainda a vossa análise jurídica da presente situação e o vosso apoio na defesa dos meus direitos enquanto consumidor. Com os melhores cumprimentos, Gonçalo Piroto Pereira Duarte
Multa Indevida - Parquímetro Pago
Hoje pelas 11:20 estacionei o meu veículo na Avenida D. Afonso Henriques, Matosinhos, com parquímetro ativo até ao 12:00, pago via WhatsApp e MBWay através do QRCode apresentado no parquímetro. Por volta das 11:40 estendi a duração até 12:20, uma vez que estava numa consulta dentária que se encontrava atrasada. Cheguei ao meu carro por volta do 12:05, e tinha uma multa de estacionamento indevido, passada às 11:59. Por sorte, à ida para o carro passei pelo fiscal que se encontrava na Avenida a passar multas e expus a situação. O colega, com um badge que não consegui identificar o nome, após ver que efetivamente eu tinha pago e que confirmou no sistema que ainda tinha duração até 12:20, ficou-me com o papel da multa e disse-me que ficaria sem efeito, uma vez que foi erro do sistema na hora em que ele passou no meu carro e aparecia que não tinha pago o parquímetro. Isto é completamente ridículo, não disponham de serviços que não fiáveis e úteis. Enviei email, aguardo resposta e o cancelamento efetivo da multa.
Pior loja de roupa em 2° mão!
Pior site de roupa em segunda mão que já utilizei. Os tamanhos apresentados no site não correspondem minimamente à realidade. Comprei várias peças anunciadas como tamanhos grandes e, quando chegaram, percebi que muitas equivalem apenas a um 38/40 em Portugal. A descrição dos artigos é enganadora e causa uma enorme frustração a quem compra com confiança nas informações fornecidas. Os feedback no site são meramente especulativos. O pior vem depois: para devolver artigos que não correspondem ao anunciado, os custos de devolução são absurdos, quase ao nível do valor da própria encomenda, algo que não está devidamente claro no momento da compra. Acaba por parecer uma forma de impedir devoluções. Fiquei extremamente desiludida com a falta de transparência, a dificuldade em resolver o problema e a fraca experiência de apoio ao cliente. Não voltarei a comprar na Micolet nem recomendarei a loja a ninguém. PS, dei por mim a procurar pela fatura no email. Não tenho nenhuma.
Faturaçao errada
No dia 14 de maio de 2026, carreguei o meu Hyundai Inster, matrícula CH-48-AL, no posto de abastecimento de combustível Colibri da autoestrada A2 em Aljustrel, utilizando a minha aplicação Via Verde. A minha empresa é a Sxxx Rxxx Lda, NIF 513 xxx xxx. A minha bateria estava com 45% de carga e carreguei até aos 90%. Isto corresponde a 18,9 kWh. Foi-me cobrado em 117,45 €! Isso é simplesmente impossível. O detalhe da fatura diz: OPC energia 9,05 € (deveria ser 18,9 kWh x 0,1480 € = 2,80 €). O OPC tempo foi de 79,87 €! Trata-se de um erro eletrónico e exijo um reembolso imediato. Falei recentemente com o colega N.S. na linha de apoio da Via Verde, que confirmou que o valor elevado não fazia sentido, mas até agora foi-me cobrado 117,45 € e não recebi qualquer reembolso.
Reclamação serviço de limpeza
Reclamação – Serviço de Limpeza Pós-Obra No passado mês de abril contratei à empresa Houseshine um serviço de limpeza profunda pós-obra para a minha habitação, no valor total de 470€, correspondente a dois dias de limpeza. A limpeza foi realizada nos dias 29 e 30 de abril. Contudo, desde o primeiro dia foram identificadas várias falhas evidentes na execução do serviço, situação que comuniquei ainda durante a realização da limpeza, alertando para a necessidade de especial atenção no segundo dia. Importa referir que, no primeiro dia, determinadas divisões da habitação se encontravam temporariamente inacessíveis, pelo que a limpeza integral apenas poderia ser efetivamente concluída no segundo dia. Após a conclusão do serviço, continuei a verificar múltiplas falhas manifestamente incompatíveis com o conceito de “limpeza profunda pós-obra” contratado e com o valor cobrado. Entre outros exemplos, permaneceram resíduos de obra, pó acumulado, rodapés e molduras por limpar, varanda em estado insatisfatório e diversas zonas sem o detalhe, profundidade e rigor expectáveis neste tipo de serviço. Apesar de apenas ter contactado formalmente a empresa após o fim de semana seguinte, tal não significa que o serviço estivesse em conformidade nos dias anteriores. Apenas me foi possível deslocar à habitação ao final da noite do último dia da limpeza, tendo posteriormente contactado a empresa em horário útil. Possuo registos fotográficos captados imediatamente após a realização da limpeza, anteriores às condições meteorológicas posteriormente utilizadas pela empresa como justificação para o estado da habitação. Na sequência da minha reclamação relativamente à qualidade global da limpeza realizada, foi-me proposta pela empresa uma nova intervenção com o objetivo de resolver a situação. Perante o contexto das conversas mantidas e da insatisfação manifestada relativamente ao resultado final do serviço, a expectativa criada foi legitimamente a de que seria efetuada uma atuação efetiva e abrangente destinada a corrigir globalmente os problemas identificados. No entanto, aquando da deslocação posterior da equipa, foi-me transmitido no local que a intervenção se destinava apenas a “retificar” determinados pontos anteriormente mencionados. Na prática, a atuação incidiu apenas sobre exemplos pontuais previamente referidos, apesar de a minha reclamação sempre ter incidido sobre a qualidade global da limpeza realizada e não apenas sobre situações isoladas. Acresce ainda que essa intervenção ocorreu semanas após a realização da limpeza inicial, altura em que a utilidade principal de uma limpeza profunda pós-obra já se encontrava inevitavelmente comprometida. A habitação nunca chegou, em momento algum, a ser entregue com o nível de limpeza profunda que foi contratado e pago. Considero particularmente grave que a empresa apresente a deslocação posterior como uma “oferta”, como horas adicionais disponibilizadas sem custo ou como um gesto excecional de boa-fé, quando, do meu ponto de vista enquanto cliente, essa intervenção não representou qualquer benefício adicional, mas apenas uma tentativa tardia de executar aquilo que já deveria ter sido corretamente realizado no serviço inicialmente contratado. Uma retificação de falhas previamente comunicadas relativamente a uma limpeza profunda pós-obra mal executada não deve ser apresentada como um favor prestado ao cliente, mas sim como o mínimo expectável perante um serviço que ficou manifestamente aquém do contratado. Na prática, a empresa procurou enquadrar como “oferta” aquilo que, para mim, correspondeu apenas a uma tentativa parcial e insuficiente de concluir/corrigir um serviço que nunca chegou a ser entregue com o nível de rigor, profundidade e detalhe prometido. No final de todo este processo, considero que fui eu quem ficou efetivamente prejudicada enquanto consumidora. Contratei e paguei um serviço de limpeza profunda pós-obra precisamente para poder usufruir da habitação totalmente limpa após as obras, algo que nunca aconteceu. A limpeza inicial ficou, do meu ponto de vista, claramente aquém do nível de detalhe prometido e expectável para este tipo de serviço, e a posterior “retificação”, além de insuficiente, ocorreu apenas semanas depois, quando a principal utilidade do serviço já se encontrava comprometida. Em consequência, nunca tive a habitação entregue num estado de limpeza profunda completo e satisfatório, apesar de esse ter sido precisamente o serviço contratado. Acresce ainda que a forma como toda a situação foi posteriormente conduzida — incluindo a interpretação extremamente restritiva da intervenção adicional, a postura adotada em determinados contactos e a pressão exercida na fase final da negociação mediante ameaça de recurso a meios judiciais — contribuiu para uma experiência enquanto cliente extremamente negativa, desgastante e profundamente dececionante. Apesar de continuar profundamente insatisfeita com o serviço prestado e com toda a gestão da reclamação, optei por proceder ao pagamento do valor solicitado exclusivamente para evitar maior desgaste associado à situação, sem que tal represente qualquer concordância relativamente à qualidade do serviço efetivamente prestado. Considero que a qualidade do serviço entregue ficou manifestamente aquém do que é legitimamente expectável numa limpeza profunda pós-obra deste valor e que toda a situação foi gerida de forma profundamente insatisfatória do ponto de vista do consumidor. Solicito, assim, que a presente reclamação fique formalmente registada.
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