Reclamações públicas

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O. K.
22/12/2025

Reclamação por não recebimento do depósito na locadora de veículos

Alugámos um carro na Magic Islands entre 21 e 24 de novembro de 2025, mas ainda não recebemos o nosso depósito de volta. Já ligámos várias vezes e enviámos muitos e-mails, mas recebemos sempre a mesma resposta, que o depósito será devolvido em breve. Esperamos receber o depósito de volta em breve.

Encerrada
S. G.
22/12/2025

Prazo ultrapassado para devolução

Exmos., No dia 02/12/2025 ao final da noite efetuei uma encomenda online no site da Darty, de uma máquina de secar roupa, e, indevidamente, devido tanto a um erro no site deles como por falta de atenção da minha parte, a encomenda foi duplicada e foi retirado da minha conta o valor de duas máquinas. Dada a hora, a linha de apoio ao cliente já não se encontrava disponível, pelo que enviei de imediato uma mensagem através do site a solicitar o cancelamento da encomenda duplicada e no dia seguinte, 03/12/2025, liguei para a linha de apoio igualmente a solicitar o cancelamento. Confirmaram telefonicamente o cancelamento. Hoje, 22/12/2025, continuo sem receber a devolução do valor monetário da encomenda cancelada. Já voltei a contactar mais duas vezes a linha de apoio, pediram desculpa e disseram que o processo estava pendente na tesouraria. A resposta por escrito (à mensagem enviada pelo site) foi demorada e inútil. Só recebi efetivamente uma máquina, como esperado, mas à data de hoje ainda nem sequer recebi uma confirmação oficial do cancelamento! Aliás, até ao dia da entrega tudo indicava que eu iria receber duas máquinas, tive que voltar a ligar à linha de apoio, que informaram que só iria receber uma, que as mensagens de entrega eram geradas automaticamente, mas só no próprio dia quando só entregaram uma máquina é que pude ter a certeza do cancelamento da encomenda duplicada! Na última chamada desculparam-se com a enormidade de cancelamentos que têm por processar devido à Black Friday. Não é desculpa! Tivessem reforçado antecipadamente os recursos humanos! O único ponto positivo que tenho a destacar é a entrega, a máquina chegou dentro do tempo esperado, em boas condições, está a funcionar devidamente e os Srs. foram impecáveis a transportar a máquina! A enorme desorganização, a gigante falta de resposta, a muito deficiente área de cliente no site, o muito insuficiente apoio ao cliente é como posso caracterizar a Darty online. Não estamos a falar da devolução de 5 tostões, estamos a falar de uma quantia que para o meu agregado familiar é alta, e nesta época ainda pior!

Encerrada
F. M.
22/12/2025

Encomenda não recebida

No passado dia 11 de Dezembro realizei a compra on-line de uma maquina de secar roupa da marca Samsung DV90DG52A0AEEP pelo valor de 499,90€ no website da kontrolsat. Passados 4 dias, no dia 15 de Dezembro, contactei telefonicamente a empresa kontrolsat no sentido de perceber qual era o ponto de situação da encomenda ao qual me foi respondido que o produto já tinha sido expedido e que se encontrava à responsabilidade da empresa de logística. No passado dia 19 de Dezembro, para meu espanto, recebo um e-mail a referir que o equipamento por mim adquirido adquirido há mais de uma semana tinha esgotado, tendo a mesma empresa apresentado uma proposta pouco honesta e pouco justa que aceitar a troca da maquina por mim escolhida por uma outra de qualidade e valor inferiores.~ Dia 22 faço novo telefonema para a empresa e recebo a desculpa "esfarrapada" de que houve um elevado número de encomendas durante o fim de semana tendo eu realizado a encomenda na quinta-feira anterior. Após tudo isso, volta ao vosso site e simulei uma nova encomenda do mesmo equipamento, sendo-me permitido realizar a encomenda até ao fim sem qualquer tipo de aviso de ausência de stock mas num valor 144,50€ superior ao valor pago pelo mesmo produto no passado dia 11. Isto leva-me a acreditar em MÁ FÉ por parte da empresa vendedora conhecida pelo nome de kontrolsat.

Encerrada
C. A.
22/12/2025
Hotel Travel Park Lisboa

Discriminação

Eu, Cláudia Marisa Fiel Apolinário, venho por este meio apresentar reclamação formal contra o Hotel Lisbon Travel Park relativamente a factos ocorridos entre 5 e 10 de dezembro, decorrentes da reserva n.º VelTeios6897Trav, efetuada a 17 de novembro às 12:03h da manhã, através do website oficial do hotel e confirmada também por via telefónica à mesma hora, referente a um quarto de mobilidade reduzida, devidamente adaptado a cadeira de rodas e com casa de banho acessível com duche. A reserva foi realizada expressamente em função da grave condição de saúde da minha filha, que possui 64% de incapacidade, encontra-se em fase pós-operatória de uma cirurgia à anca, não consegue andar nem sentar autonomamente e depende totalmente de mim para todas as atividades, necessitando de condições específicas e adequadas de alojamento para garantir a sua segurança, higiene, mobilidade e integridade física. Após efetuar o pagamento de um depósito de 85€ no ato da reserva, desloquei-me ao hotel no dia 1 de dezembro, segunda-feira, por volta das 20h, para confirmar presencialmente todos os detalhes da reserva e proceder à alteração da primeira noite de 4 para dia 5 de dezembro, tendo sido informada de que tudo estava correto e assegurado, bem como de que seria efetuada a devolução do valor correspondente à noite de 4 de dezembro, o que até à presente data, não aconteceu. No entanto, no dia 5 de dezembro, sexta-feira, por volta das 20h, aquando da nossa chegada para check-in, a minha filha tinha acabado de ter alta hospitalar, encontrava-se fragilizada e em condição clínica extremamente delicada, fui informada de forma surpreendente e completamente inaceitável que o quarto que me estava destinado, o de mobilidade reduzida, não estava disponível, apesar de ter sido reservado com um mês de antecedência e requerido por razões médicas e confirmado reiteradamente pelo próprio hotel. Face à minha perplexidade, necessidade e preocupação imediata, o funcionário, o Sr. Kaique, limitou-se a apresentar um pedido de desculpa e a virar-me as costas, deixando-nos totalmente desamparadas e sugerindo implicitamente que procurássemos soluções noutro lugar com uma atitude profundamente desrespeitosa perante uma pessoa com mobilidade condicionada e dependente, cujas necessidades eram não apenas legítimas, mas clinicamente indiscutíveis. Esta conduta, para além de constituir uma violação objetiva das obrigações contratuais do hotel, representa uma falta de humanidade, de sensibilidade e de respeito para com uma pessoa em vulnerabilidade extrema, configurando um tratamento claramente discriminatório baseado na condição de incapacidade da minha filha. Após exigir esclarecimentos e a tentativa de contacto com o diretor, Sr. Luis Cabrita, que se recusou a aparecer e comunicar que iria chamar as autoridades policiais competentes, o hotel atribuiu um quarto provisório, completamente inadequado e inseguro para o estado de saúde da minha filha. Esta falha colocou em risco a sua saúde e bem-estar, agravando o quadro clínico que exigia precisamente condições que o hotel tinha garantido anteriormente. Só no dia seguinte é que foi disponibilizado o quarto adaptado inicialmente reservado, confirmando que a falha não se deveu a impossibilidade estrutural, mas sim a má gestão, negligência e falta de responsabilidade. No dia 9 de dezembro, após vários dias sem qualquer comunicação ou pedido de desculpa institucional, consegui finalmente reunir-me com a direção do hotel, o Sr. Luis Cabrita, cuja postura foi surpreendentemente arrogante, prepotente e isenta de qualquer empatia ou reconhecimento dos factos, assumindo uma postura desrespeitosa relativamente à incapacidade da minha filha e ao sofrimento causado. Em vez de procurar solução, esclarecimento ou reparação, demonstrou uma postura depreciativa que reforça a perceção de discriminação instaurada em todo este processo. Os factos relatados não configuram unicamente um incumprimento grave das obrigações contratuais, mas principalmente um desrespeito absoluto pela igualdade, pelo direito das pessoas com mobilidade reduzida e uma violação dos deveres legais aplicáveis aos estabelecimentos hoteleiros, nomeadamente no que se refere à acessibilidade, segurança, respeito pela dignidade humana e atendimento não discriminatório. A conduta observada não só provocou um profundo desgaste físico e emocional a mim e à minha filha num momento já de grande fragilidade, como demonstrou uma total ausência de preparo, responsabilidade e sensibilidade na prestação de um serviço essencial para pessoas com mobilidade reduzida. Face ao exposto, solicito às entidades competentes a apreciação rigorosa destes factos, a responsabilização do estabelecimento pelas falhas e práticas discriminatórias verificadas e a implementação das medidas necessárias para que situações de igual gravidade não voltem a ocorrer com outro cliente, especialmente com pessoas em situação de incapacidade ou vulnerabilidade.

Encerrada
T. G.
22/12/2025

Falta da informação necessária à utente

Em 08-2025, tive na Clínica Santa Madalena, Coimbra, uma consulta de ortodontia, explicando à médica que a férula do maxilar inferior tinha partido e, por isso, os dentes inferiores estavam desalinhados, facto que foi confirmado pela médica. Nessa consulta, foram-me apresentados dois orçamentos: um para a substituição da férula e um que incluía um estudo ortodôntico, um tratamento com alinhadores Spark (1ª fase) e a colocação de um novo aparelho de contenção inferior no fim do tratamento (a parcela do estudo representava 424€). Na interação com a médica, durante a consulta, a minha queixa foi sempre concretamente o maxilar inferior e a nossa conversa incidiu sempre apenas sobre a correção dos referidos dentes. Na consulta seguinte (09-2025), tendo já comunicado a minha opção pela correção dos dentes do maxilar inferior (com aparelho invisível) em detrimento de apenas substituir a férula, avançámos com o estudo para "criar o molde” dos dentes. Questionei se eu poderia consultar o esboço do tratamento antes de os alinhadores serem enviados para a Clínica e me serem entregues. Foi-me referido que sim. Dirigi-me à Clínica em 11-2025, conforme agendado nessa interação e, sem ter visto previamente qualquer esboço do tratamento que iria ser feito, a médica explicou o que iríamos fazer naquele dia: colar uns quadrados no exterior de alguns dentes (para que o aparelho os pudesse alinhar) e que isso iria ser efetuado tanto no maxilar superior como no inferior, seguindo-se a colocação de um aparelho superior e outro inferior. Referi de imediato à médica que não tínhamos conversado isso: nunca tínhamos abordado a questão de ter de colar uns autocolantes e nunca tínhamos falado sobre a colocação de aparelho no maxilar superior. Só nesse momento a médica explicou que a intervenção teria de ser efetuada em ambos os maxilares, pois a alteração dos dentes do maxilar inferior seria acompanhada de uma alteração concomitante dos dentes do maxilar superior. Relembrei que não me tinha sido nunca dada esta informação e que não estava disposta a colocar os attachments nem a usar o aparelho no maxilar superior. Caso me tivessem sido fornecidas todas as informações necessárias e com as quais me deparei nesta referida consulta, já depois de ter efetuado o pagamento do estudo ortodôntico (424€), eu não teria avançado com o estudo ortodôntico, nem com o respetivo pagamento, porque me teria recusado desde logo a usar o aparelho superior e a colar os attachments, tal como fiz nesta consulta. Não me foram fornecidas as informações necessárias e fundamentais relativas ao tratamento em relação ao qual paguei o estudo, não tendo por isso existido o meu consentimento informado para o procedimento. Solicitei por isso, e exiji diretamente à Clínica, a devolução do referido valor, que paguei como adiantamento para este tratamento. A resposta da Clínica foi negativa, alegando que eu poderei agora fazer na Clínica um tratamento diferente, apenas contemplando o alinhamento do maxilar inferior. Em relação a esta sugestão, adianto desde já que não tenho condições para aceitá-la, em consequência da minha falta de confiança na Clínica, passando a explicar porquê: na própria consulta de 11-2025 (que descrevi acima e em que me foi finalmente explicado que teria de usar aparelho nos dois maxilares), perante a minha renúncia em usar o aparelho superior, ter-me-á sido então sugerido que usasse apenas aquele aparelho inferior até uma determinada fase (previsivelmente até metade dos aparelhos que estavam previstos). Pela própria explicação que me tinha sido dada nessa consulta, eu própria percebi que não era uma sugestão aceitável a nível médico, uma vez que aquele aparelho inferior tinha sido concebido para ser usado em simultâneo com o aparelho superior. Em suma, reitero que não me foram explicados previamente os detalhes do tratamento proposto, não tendo sido assegurado deste modo o meu consentimento informado relativamente ao mesmo, aceitando ainda assim o pagamento da minha parte. Dou nota ainda que, devido ao mau atendimento nesta Clínica e, passados mais cerca de 4 meses, os dentes inferiores estão ainda mais desalinhados do que estavam na primeira consulta de agosto, sendo a Clínica Santa Madalena responsável por este agravamento de situação, causada pela demora e má gestão de todo este processo. Aguardo neste momento resposta da Clínica em relação à reclamação que efetuei no Livro de Reclamações.

Em curso
A. P.
22/12/2025

Bloqueio recorrente do serviço Via Verde apesar de pagamentos e saldo disponível

Exmos. Senhores, Venho por este meio expor uma situação recorrente relacionada com o serviço Via Verde, que considero configuradora de mau serviço prestado. Apesar de pagar regularmente o serviço e garantir saldo disponível, tenho enfrentado sucessivos problemas de cobrança que resultam no bloqueio do identificador Via Verde. Estas situações surgem registadas como pagamentos “não efetuados” ou “a aguardar confirmação”, sem qualquer aviso prévio por e-mail ou SMS, impedindo a utilização do serviço tanto em autoestradas como em parques de estacionamento, mesmo estando o serviço pago. A minha conta bancária principal é a Revolut. No entanto, uma vez que a Via Verde apenas aceita contas com IBAN PT50 ou cartões da rede Multibanco, sou obrigado a manter uma conta bancária alternativa exclusivamente para este serviço. Apesar de o Revolut já disponibilizar IBAN português e cartões compatíveis com a rede Multibanco, foi-me informado que essa solução ainda não é compatível com a Via Verde. Após contacto com o apoio ao cliente, foi-me explicado que as confirmações de pagamento dependem da resposta do banco e apenas ocorrem em dias úteis, que apenas é possível efetuar novo pedido de cobrança a cada 3 dias e que, até essa confirmação, o sistema pode registar o pagamento como não efetuado, mesmo existindo saldo suficiente. Este funcionamento é pouco transparente e penalizador para o consumidor, obrigando à manutenção permanente de saldo numa conta secundária, sem previsibilidade nem controlo por parte do cliente. Foi-me ainda indicado que as cobranças ocorrem nos dias 7, 14, 21 e no último dia do mês, informação que não se encontra claramente documentada no site. Acresce que o formulário de pré-avisos de débito disponível na área de cliente não funciona. Considero inadmissível pagar por um serviço que se revela instável e imprevisível, causando bloqueios frequentes e constrangimentos nas deslocações diárias. Pretendo que esta situação seja analisada e resolvida de forma definitiva.

Encerrada
A. R.
22/12/2025

Atraso intencional no registo de propriedade para efeitos de IUC

Caros senhores, No passado dia 27 de setembro vendi a minha viatura a esta empresa. Aparentemente tudo eficiente, ótimo tratamento, uma boa experiência no geral. No passado dia 17 de dezembro contactei a empresa informando que o pagamento do IUC ainda se encontrava à minha responsabilidade no portal das finanças, pedido a cronologia do processo para entender o que teria acontecido. Recebi a seguinte informação por e-mail "o pedido de registo automóvel que foi submetido no dia 19/11/2025, após recepcionarmos a carta de extinção de reserva no dia 10/11/2025. A Conservatória deu conclusão ao processo no dia 26/11/2025, data em que a alteração de propriedade ficou efetiva.". No seguimento deste e-mail explico que a responsabilidade pelo pagamento do IUC seria então do novo proprietário e não minha, uma vez que a matricula do automóvel é de 10 de dezembro, ao que recebo como resposta o printscreen de um portal "https://impostosobreveiculos.info/iuc/" - do qual desconheço a origem informando que "O pagamento deve ser feito entre o primeiro dia do mês anterior ao mês da matrícula até ao final do mês da matrícula portuguesa do carro" e que portanto eu permaneceria responsável pelo pagamento do imposto - tendo eles confirmado que a transferência de propriedade ocorrera a 26 de novembro. Lamentavelmente estes senhores desconhecem completamente a lei, nomeadamente o art 4º/2 do Codigo do Imposto Único de Circulação do qual consta que o responsável pelo pagamento do imposto é o proprietário na data do aniversário do veiculo, no caso 10 de dezembro, data em que - com documento do IRN - facilmente se comprova que já não sou proprietária.

Encerrada

Reparação

Bom dia, Venho por este meio demonstrar o meu total descontentamento com a Toyotta, mais concretamente a que se situa em Rio Tinto e passo a citar o porque, sexta-feira passada deixei o meu carro para fazer a revisão e pedi para verificarem o estado das escovas porque só estava a funcionar numa só velocidade. Nesse dia não conseguiram identificar o problema apesar de terem desmontado o carro referido pelo funcionário Pedro que me entregou que sugeriu que o levasse lá noutra altura. Além de não resolverem esse problema , nem a revisão foi feita como acordado uma vez que dizem estar incluído a limpeza e não foi feita e não houve qualquer atenção em relação a isso. Nesse mesmo dia à noite verifico que não funcionam em velocidade nenhuma, ou seja mexeram e em vez de solucionar complicaram o problema. Segunda-feira ligo com o mesmo a explicar a situação a referir que estava parado, deixo lá o carro e recebo um orçamento que não acho adequado portanto peço para ir buscar o carro , liguei as 15h43. Peço a um familiar para ir buscar além de demorarem imenso a entregar (só as 17h15) não estava ninguém inicialmente para atender, ainda me cobram um valor absurdo por um diagnóstico que teoricamente já tinham visto sexta-feira e que foi um erro deles. Acho inaceitável , sou cliente Toyotta há 5 anos na Maia e nunca tal me aconteceu. Fiquei totalmente descontente com este serviço , não recomendo de forma nenhuma nem voltarei a usar os vossos serviços. Atentamente Ana magalhaes

Encerrada
M. T.
22/12/2025

Resolução do problema

Fiz uma encomenda no site perfumes e companhia mais de 2 horas, o dinheiro foi retirado, não vi nenhum registo de compra e não recebi nada no email. Já liguei para eles e não fui atendida, deixei uma queixa no portal deles já tem uma 1 e meia e não só disseram que está em tratamento até agora nada

Encerrada
N. B.
22/12/2025

Falta de fiabilidade dos equipamentos e atuação inadequada do serviço de assistência técnica

Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a Siemens (BSH Electrodomésticos), devido à manifesta falta de fiabilidade dos seus equipamentos e à atuação insatisfatória do respetivo serviço de assistência técnica. Entre agosto e outubro de 2022, adquiri e instalei todos os eletrodomésticos da minha cozinha da marca Siemens, nomeadamente: placa de indução, exaustor, frigorífico, congelador vertical, micro-ondas, forno, máquina de lavar loiça e máquina de lavar e secar roupa, confiando na reputação da marca como sendo de topo de gama. Desde então, tenho enfrentado problemas recorrentes e graves: • O micro-ondas já foi intervencionado três vezes pelo mesmo problema, que nunca ficou definitivamente resolvido. • A máquina de lavar e secar roupa apresenta um erro genérico (“erro inesperado – requer que a máquina seja reiniciada”), fazendo com que os programas não terminem e tornando o equipamento inutilizável. Após a deslocação de um técnico, foi desligada a resistência e a função de secagem ficou inoperacional, alegadamente para despiste. No entanto, após algumas lavagens, o mesmo erro voltou a ocorrer, deixando também a função de lavagem inoperacional. Apesar de não existir um diagnóstico claro para a avaria, o serviço de assistência técnica exige agora a substituição da resistência, alegando valores fora dos parâmetros, e informa que apenas no momento da intervenção serão avaliadas outras possíveis peças a substituir. Esta abordagem implica que o consumidor avance com uma reparação dispendiosa sem qualquer garantia de resolução do problema, transferindo o risco financeiro para o cliente. Considero esta situação inaceitável para uma marca que se posiciona como premium. O investimento realizado não teve correspondência na qualidade, fiabilidade nem no pós-venda prestado. Solicito a intervenção da DECO PROTeste para que a Siemens assuma a responsabilidade pelo sucedido e apresente uma solução definitiva, justa e proporcional, sem impor custos adicionais por tentativas de reparação sem diagnóstico conclusivo.

Encerrada

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