Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
B. F.
03/04/2026

Mandaram a encomenda errada

Encomendei uma máquina de soldar que me disseram que seria a laser e enviaram-me a máquina de soldar a vareta. Ainda falei com eles por telefone onde me confirmaram que seria a laser, ou seja, enganaram-me duas vezes. Colocam no site uma coisa e depois enviam outra.

Resolvida
J. S.
03/04/2026

Regularização indevida de saldo

Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente a uma situação ocorrida na FNAC, associada à minha conta/cartão FNAC. No dia 31/03/2026, adquiri uma câmara, tendo sido posteriormente atribuído um saldo correspondente a 5% do valor da compra. Ao verificar que o valor atribuído era de aproximadamente 7€, considerei prudente esclarecer a situação antes de o utilizar, pelo que me desloquei à FNAC de Gaia. Fui informada por uma responsável/gerente de que o valor estava correto e que correspondia ao acumulado da compra efetuada. Importa referir que não me encontrava sozinha nesse momento, tendo uma pessoa comigo que pode comprovar a informação que me foi transmitida. Com base nessa confirmação, prestada por um elemento da vossa equipa, utilizei o saldo na compra de um cartão de memória, confiando plenamente na informação que me foi dada. No entanto, no dia seguinte, verifiquei que a FNAC procedeu unilateralmente à retirada de 5,80€ do meu cartão, deixando o saldo em negativo, alegando posteriormente que teria havido um erro na atribuição do valor. Não posso aceitar esta situação, uma vez que agi sempre de boa-fé, confirmei previamente a validade do saldo junto da vossa loja e utilizei o valor apenas após essa validação. Não tive qualquer responsabilidade no erro cometido, pelo que considero incorreto que me seja imputado qualquer prejuízo resultante de um erro interno da FNAC. Adicionalmente, verifico a existência de vários movimentos e débitos na minha conta que não me foram devidamente explicados, o que reforça a necessidade de um esclarecimento claro e transparente por parte da vossa entidade. Solicito, assim, a regularização imediata da situação, com a anulação do valor indevidamente retirado e a reposição do meu saldo, bem como um esclarecimento detalhado sobre os movimentos efetuados. Caso a situação não seja resolvida de forma célere e justa, não hesitarei em recorrer às entidades competentes de defesa do consumidor. Aguardo a vossa resposta com a maior brevidade. João Pedro Silva

Encerrada
I. T.
02/04/2026

Reembolso não efetuado

Exmos. Senhores, Não recomendo nada qualquer serviço ou contacto com esta empresa Smooth Saturday LDA, infelizmente não pude escolher no momento da compra online com a Ginova, que tinha esta transportadora como parceira. A compra foi feita no dia 12/11/2025, nunca recebi a encomenda e só consegui cancelar a mesma, após inúmeras tentativas de contacto telefónico e por email, no dia 30/12/2025, em que confirmam no email que a encomenda (nunca entregue) foi cancelada e que efetuariam o reembolso do valor pago. Começo por dizer que lamentavelmente desde o dia 26/01/2026 (última resposta de parte desta empresa e mais uma vez com respostas automáticas e sem qualquer tipo de resolução), que não tenho qualquer notificação referente ao reembolso de 161,03€ e friso que esta lamentável situação se arrasta há 3 meses praticamente. Cumprimentos.

Encerrada

Cancelamento unilateral de encomenda já confirmada e paga

No dia 29/03/2026 efetuei uma encomenda no website da Rádio Popular referente ao artigo CONSOLA PS5 PRO 2TB (ref. 1331619), com o nº de encomenda EE 0C/378935. No momento da compra o artigo encontrava-se indicado no site como “Disponível (entrega estimada em 30 dias úteis)”. Cronologia dos acontecimentos: 29/03/2026 – 17:20 
Recebi o email de confirmação da encomenda, onde constava que o artigo estava disponível e que seria expedido após confirmação do pagamento. 30/03/2026 – 08:35
 Recebi novo email da Rádio Popular com o assunto “Pagamento recebido – aguardar entrega do fornecedor”, informando que a encomenda possui artigos sujeitos a encomenda a fornecedor e que assim que o artigo desse entrada em armazém seria contactado para agendamento da entrega. Ou seja, foi confirmada a aceitação da encomenda e do pagamento, indicando apenas que o artigo seria obtido junto do fornecedor. Posteriormente recebi uma comunicação da empresa a informar que o artigo se encontrava esgotado e que a encomenda seria cancelada, alegando inexistência de reposição de stock num futuro próximo. Não concordo com o cancelamento unilateral da encomenda. No momento da compra o produto estava anunciado como disponível, a encomenda foi confirmada pela empresa e o pagamento foi aceite e confirmado. Além disso, a própria empresa informou posteriormente que o artigo seria encomendado ao fornecedor, não tendo sido indicado qualquer impedimento definitivo à entrega. Importa também salientar que não tenho qualquer urgência na entrega e estou disponível para aguardar a reposição de stock, mesmo que tal implique um prazo superior ao inicialmente indicado. No dia 31/03/2026 respondi à comunicação da empresa solicitando que a encomenda fosse mantida ativa e informando que estava disponível para aguardar reposição do produto. Até à presente data não obtive qualquer resposta. Acresce que o valor pago continua na posse da empresa e não houve qualquer contacto adicional para resolução da situação. Considero que esta situação constitui uma prática comercial inaceitável, uma vez que a empresa aceitou a encomenda e o pagamento e posteriormente pretende cancelar unilateralmente a compra, ignorando ainda o contacto do cliente que solicitou a manutenção da encomenda. Solicito assim a intervenção para que a encomenda seja mantida ativa, aguardando reposição de stock do produto. Caso tal não seja possível, deverá ser apresentada uma solução equivalente ou superior sem custos adicionais para o consumidor. Caso a empresa mantenha a intenção de cancelar unilateralmente a encomenda, considero que tal poderá configurar incumprimento das obrigações contratuais assumidas no momento da compra.

Encerrada
M. L.
02/04/2026

Resposta de Reclamação ROR00000000045552987/33558361

Exmos senhores: Venho por este meio denunciar o incumprimento do prazo legal de reparação e a má fé na resposta da Samsung (Ref. ROR00000000045552987). Entreguei um Smartwatch para reparação a 24/02. No dia 06/03, em loja, na presença do funcionário confirmei que o equipamento continuava com problemas, neste caso que o problema anteriormente reportado persistia, pelo que o artigo não foi levantado. O prazo legal de 30 dias (Art. 18.º do DL 84/2021) terminou a 26/03. Após o prazo expirar, no dia 27/03, a Samsung enviou uma resposta padrão alegando “Anomalia nao verificada.” e ignorando o atraso legal. Refuto esta alegação, pois o defeito foi aceite e confirmado em loja a 06/03. Exijo a resolução do contrato e o reembolso total do valor, conforme o Art. 15.º do referido Decreto-Lei, uma vez que a confiança no equipamento e no serviço técnico prestado foi quebrada. No dia de hoje (02/04/2026), fui contactado telefonicamente pela Samsung, ao que a mesma alega não ter ultrapassado o prazo legal de reparação e que o equipamento não se verifica qualquer defeito de fabrico. Recusando-se a dar cumprimento ao por mim exigido, de livre resolução do contrato. Junto anexo Reclamação em livro físico, guias de reparação, complemento à queixa apresentada através de livro de reclamações on-line, resposta à reclamação e prova de compra.

Resolvida
F. C.
02/04/2026

assedio

Ao longo do tempo, têm-se verificado situações recorrentes e preocupantes dentro da IKEA, que não podem continuar a ser ignoradas nem desvalorizadas. Apesar de a empresa afirmar publicamente que respeita a liberdade sindical, na prática existem fortes indícios de bloqueio à atividade sindical. Não há contacto efetivo entre o sindicato e a empresa, o acesso às instalações é impedido e não existe qualquer canal de comunicação funcional. Esta realidade levanta sérias dúvidas quanto ao cumprimento da legislação laboral aplicável. Para além disso, são relatadas atitudes por parte de direções e chefias que desvalorizam ou criticam abertamente os sindicatos e os trabalhadores sindicalizados. Colaboradores identificados como sindicalizados acabam por ser alvo de exclusão, isolamento e comentários depreciativos, o que pode configurar práticas de discriminação e perseguição. Existem também múltiplos relatos de assédio moral, abuso de poder e maus-tratos no local de trabalho, tanto entre chefias e subordinados como entre níveis hierárquicos semelhantes. Segundo estas denúncias, as situações tendem a ser desvalorizadas internamente, com proteção dos níveis superiores da estrutura, em detrimento dos trabalhadores afetados. Particularmente grave é a alegação de práticas de vigilância indevida, envolvendo responsáveis de segurança e de gestão de risco, com o objetivo de monitorizar colaboradores e procurar elementos que possam ser utilizados contra eles. A confirmar-se, este tipo de atuação poderá constituir uma violação séria da lei, nomeadamente em matéria de privacidade e proteção de dados. É ainda descrito um ambiente organizacional marcado por liderança autoritária, onde decisões são impostas sem transparência nem respeito pelos princípios básicos de dignidade no trabalho. Este tipo de cultura pode contribuir para um clima de pressão psicológica e degradação das condições laborais. Há também referências a saídas de colaboradores em diferentes departamentos, alegadamente acompanhadas de acordos de confidencialidade que impedem a divulgação dos motivos reais dessas saídas, o que levanta questões sobre a transparência dos processos internos. Um dos casos mais preocupantes mencionados é o de uma colaboradora da loja de Alfragide, identificada como Maria. Segundo o relato, esta trabalhadora terá sido alvo de um processo continuado de assédio grave, incluindo humilhação, difamação e pressão psicológica. É alegado que foi colocada numa posição de fragilidade e posteriormente pressionada a aceitar uma redução da sua categoria profissional através de um acordo considerado injusto. O envolvimento de vários níveis hierárquicos, bem como a insistência contínua para a assinatura desse acordo, reforça a perceção de um processo coercivo e profundamente lesivo da dignidade da trabalhadora. As pessoas envolvidas neste grave processo como Ivo coutinho; sergio Botelho; Barbara Graf; Lélia Pontes e o S.O. Da Ikea continuam sem serem responsabilizados. No seu conjunto, estes relatos apontam para um padrão consistente de práticas que, a confirmarem-se, representam situações de assédio moral, abuso de poder, perseguição e possíveis ilegalidades. A gravidade destas alegações exige atenção, investigação independente e, caso se comprovem, a devida responsabilização

Encerrada

Serviço pos-venda Radio Popular/ Parâmetro Sonante

Caros senhores, A semana fiz já uma queixa sobre o tempo de instalação de uma máquina de lavar encastrada. Finalmente hoje, dia 1 de Abril e depois de a maquina ter sido entregue dia 21 de Março, o técnico da empresa Parâmetro Sonante Lda, contratada pela Rádio Popular, telefonou a dizer que vinha fazer a montagem. Infelizmente as horas dele para o trabalho não coincidiam com as que me foram dadas. Eu estava fora de casa e no meio da conversa desagradável, a ponto de ameaçar se eu não estivesse em casa nas horas que ele tinha, abandonaria o trabalho “vou para Lisboa”, (eu vivo em Alcochete) pura e simplesmente desligou a chamada e não atendeu mais as minhas tentativas de comunicar com ele. Recorri ao serviço pós-venda por telefone que disseram que comunicavam a’ loja. Ao fim de 1 hora sem ouvir nada, alterei a minha tarde e dirigi-me ao apoio Pos-venda da loja Rádio Popular no Montijo. A recomendação foi “se ele não for hoje, amanhã venha cá que vemos o que fazemos”. Sério??? Só’ a’ minha insistência telefonaram para o técnico, que finalmente veio instalar a máquina. Apresento queixa contra o técnico da Parâmetro Sonante que veio fazer a instalação.Não se desliga o telefone a ninguém e muito menos a um cliente, e também ao péssimo serviço Pós-venda da Rádio Popular. Quem ler a queixa, considere-se avisado. Obrigada.

Encerrada
M. R.
01/04/2026

Instalação defeituosa

Exmos Senhores No dia 13 de janeiro adquiri na Worten um exaustor LG HCEZ3626S (90 cm) contratando também a sua instalação que ficou agendada para 23/01. No dia 17/01 recebi um email da Worten informando que a data foi alterada pela empresa instaladora (Servitis Lisboa 1) para 4/02. O referido email referia que deveria indicar: se aceitava e tinha autorizado; se aceitava mas não tinha autorizado; se não autorizava nem aceitava. Ao tentar optar por “não autorizei nem aceito” o link deu erro. Em simultâneo, recebi um SMS do n.º 35190499524 informando que a instalação iria ser efetuada no dia 4/02 e onde era solicitado “ok para confirmar”. Não respondi e liguei para a linha de apoio da Worten às 11:26, relatando o que se tinha passado e solicitando que providenciassem no sentido de conseguirem uma data mais próxima daquela que havia sido agendada aquando da compra, uma vez que estava sem exaustor. Como não me foi dada qualquer solução, no dia 19/01 desloquei-me à Worten expondo a situação, se não seria possível outra empresa efetuar o trabalho, sendo a resposta “iriam reportar e posteriormente seria informada”, o que não aconteceu. Dia 27/01 voltei à Worten para mais esclarecimentos. Foi-me dito que o exaustor só poderia ser disponibilizado à Servitis no final do mês, não tinham em stock, daí a alteração da data. Aceitei a data proposta. No dia 3/2 recebi um SMS da Worten confirmado a instalação para o dia seguinte. No dia 4/02 deslocou-se um “técnico” sozinho, sem escadote. Fez 4 furos na parede desnecessários e teve dificuldade em colocar o tubo de exaustão, principalmente na parte onde encaixa no corpo do exaustor. Perguntei-lhe sobre a peça de carvão ativado, disse-me que já estava uma montada, na base do tubo de exaustão e que a sobrante seria para substituição. Não me fez sentido ter de desmontar as torres para substituir a peça e a resposta foi: dura muito tempo e também não é necessário. Ligou o exaustor fez o teste de exaustão com um papel, fotografou e fez um relatório, que assinei, e saiu. No dia 5/02, dia muito ventoso, comecei a ouvir um som estranho, que indiciava algo a bater, proveniente do exaustor o que me levou a crer que a peça de carvão ativado tinha ficado solta, atendendo à dificuldade na montagem do tubo pelo “técnico”. Às 9:56, liguei para a linha de apoio da Worten, relatando o sucedido. A partir daí tem sido um sem fim de telefonemas (7) e idas à loja da Worten Colombo (não sei precisar o número), solicitando que viessem verificar o que se estava a passar. Gravei um vídeo, que o reproduzi na loja e foi visto por uma representante da LG. No dia 13/03, pelas 16:18, recebi uma chamada da Homeserve Serviços Para Energia Portugal propondo-me a data de 17/03 para a visita de um técnico, que aceitei. Apresentaram-se 2 funcionários com um escadote e, ao retirarem as torres do exaustor, verificaram que a base do tubo que deveria estar acoplada ao corpo do aparelho, estava solta e completamente danificada. O tubo, com o vento ou quando o exaustor está ligado, recolhe e bate na parede (apenas está preso na parte que o liga ao exterior), daí o barulho. Quanto ao carvão ativado, não estava nada montado e a peça que possuía como sendo a de substituição, foi colocada no devido lugar, acessível quando a grelha é retirada. Acrescentaram ainda que a instalação realizada em 4/02 foi feita por alguém que não sabia o que estava a fazer. Disseram-me que poderia usar o exaustor e ficaram de voltar com um tubo novo. A partir desse dia, começaram a aparecer no fogão umas pequenas partículas provenientes do exaustor o que compromete a confeção das refeições. No dia 23/03 dirigi-me novamente à Worten e encaminharam-me para a Worten Resolve. Expus a situação de aparecerem no fogão de partículas que suponho serem parte do tubo e exigi a substituição total do aparelho ou, no mínimo, que o tubo a colocar fosse da LG. Informaram-me que o sistema não estava a permitir acionar uma determinada opção mas que iriam reportar superiormente. Dia 31/03 voltei à loja, voltaram a encaminhar-me para o espaço da Worten Resolve, pedi para falar com um responsável de loja, disseram-me que o responsável não falava com clientes e acrescentaram que a equipa que no dia 17/03 se deslocou a minha casa não produziu qualquer relatório e não pertencia à Servitis Lisboa 1 mas a uma outra Servitis pelo que teria de ser envida uma nova equipa para verificar o que se está a passar. Puseram ainda em dúvida de que o tubo de exaustão viesse juntamente com o exaustor. Escrevi no Livro de Reclamações mas continuo com o problema por resolver. Comprei um exaustor no dia 13/01 que no dia 1/04 ainda não esta a funcionar. Assim, face ao incumprimento do prazo legal e ao abrigo do Decreto-Lei nº. 84/21, pretendo a substituição imediata por um novo equipamento, com instalação correta. Com os melhores cumprimentos Filomena Martins

Encerrada
M. C.
01/04/2026

PC Danificado

Exmos. Senhores Venho por este meio apresentar uma reclamação contra a loja WORTEN. No período de novembro a Dezembro comprei dois computadores na WORTEN, mas ambos apresentaram problemas para reiniciar. Simplesmente não é possível apagar os dados pessoais do computador. Eu reiniciei e os meus dados pessoais não foram apagados, até o técnico da loja também não conseguiu de o fazer, pelo que fui obrigada a mandar i computador a reparação com todos os meus dados pessoais e o outro ofertei com os meus dados pessoais todos não dando para alterar para os dados do novo utilizador. O computador que mandei para a reparação da própria loja,explodiu em minhas mãos enquanto assistia uma série e sem razão aparente ( representou um risco a minha vida e a do meu filho). Pelo susto, soltei-o, caiu ao chão e fez uma mossa . Mas claramente eles sabem que o real problema não é da mossa. O computador está dentro da garantia, mas eles dizem que não cobre o dano e a reparação custa muito mais que o valor da compra. Eu faço muitas compras a Worten, mas é a primeira vez que me deparo com um problema do gênero. Atenciosamente, Mariana Chitula

Encerrada
D. F.
01/04/2026

PREJUÍZO COM A DEVOLUÇÂO

Exmos Srs. venho vos reportar a minha indignação face ao que me está a acontecer após eu ter comprado ONLINE, com a taxa acrescida de "Encomenda Segura"conforme consta na fatura, um conjunto de dois faróis em vidro para uma viatura clássica à empresa AUTODOC. Sucede que paguei por entidade e referência à AUTODOC cada farol no valor de 71.18€ cada um ou seja os dois custaram 142.36 com IVA e ao final de alguns dias chegaram até mim e em bom estado, no entanto, quando me preparava para montar na viatura verifiquei que não são iguais na tipo de fichas elétricas ao original que vinha na viatura e reclamei ao fornecedor, sendo que, o fornecedor aceitou a reclamação. O fornecedor emitiu uma etiqueta para colocar na caixa de devolução, preferencialmente a caixa original, e por conseguinte eu teria que colocar num ponto Pack Looker ISA PICK-UP POINT. Eu tive o cuidado de colocar nas caixas originais e repliquei a etiqueta e colei uma em cada caixa e entreguei no ponto PikUP mais próximo de mim, que foi o ponto Avenida das Oliveiras nº45 4520-626 Sao Joao de Ver. Visto isto, o fornecedor informa-me que só recebeu uma caixa e que assim sendo me iria devolver apenas o valor de um farol. Apesar de eu ter informado que enviei os dois faróis um em cada caixa conforme recebi, cada um na sua caixa original o fornecedor insistiu que só recebeu um farol, ou seja, uma caixa e que isso se deveu ao erro da colocação da etiqueta em duas caixas quando deveria ter sido só numa caixa e então devolveu apenas 71.18€. O fornecedor responde-me que lamenta o sucedido mas que não pode fazer mais nada para me ajudar e que eu terei de reclamar no ponto onde entreguei a encomenda e junto do transportador também para ver se descubro onde parou a outra caixa. Eu já fui ao ponto onde depositei as duas caixas e a dona do estabelecimento responde que ambas as caixas foram levantadas pela INPOST e recomendou-me ligar com a transportadora, eu liguei com a transportadora e eles dizem-me que o sistema informático lhes dá a informação de que a encomenda já chegou até ao fornecedor e para eu contactar o fornecedor e pedir esclarecimento da situação, o que eu disse que já o fiz, e dizem que a culpa é minha que eu é que fiz o erro de colocar a mesma etiqueta em duas caixas diferentes. Conclusão, eu posso me ter equivocado com a etiqueta uma vez que as instruções do fornecedor diziam para colocar as peças na caixa de origem e eu respeitei essa informação e não atendi ao facto de que a etiqueta teria de ser colocada numa só caixa, contudo isso não invalida o meu direito á devolução coberta por um seguro que paguei extra de “Encomenda Segura” muito menos ficar sem o dinheiro e sem a peça que segundo a loja o ponto onde entreguei foi vevantado pela INPOST e como não chegou à AUTODOC terá de estar na posse da INPOST. Quer o transportador a InPOST quer o fornecedor a AUTODOC não se contactam entre si no sentido de me resolverem o meu problema e ao invés disso empurram um para o outro a responsabilidade. FIQUEI SEM O DINHEIRO 71.18€ e sem a PEÇA para poder devolver.

Resolvida

Precisa de ajuda?

Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação

Contacte-nos

Os nossos juristas estão disponíveis nos dias úteis, das 9h às 18h.