Reclamações públicas
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Atendimento recusado e livro de reclamações recusado
Ontem dia 05 de Junho dirigi-me às instalações da Conservatória das Caldas da Rainha para fazer a ativação da assinatura digital do meu cartão e cidadão, pois a mesma é necessária para assinar alguns documentos (que tenho de submeter no portal da Câmara de Oeiras) referentes a uma obra que a empresa onde sou Diretor Geral está a realizar. Cheguei às instalações pelas 08:15 pois queria tentar ser atendido o mais cedo possível e como sou morador em Caldas da Rainha, sei que as filas na Conservatória das Caldas já costumam ser grandes quando se chega perto do horário de abertura (09:00). Com o aproximar do horário de abertura começaram a chegar às instalações as funcionárias da conservatória, bem como a segurança e o agente da PSP que estava destacado a fazer serviço no dia de ontem, mas qual não foi o meu espanto (e das outras pessoas que aguardavam na fila e que às 09:00 já eram mais de 10 pessoas) quando uma das funcionárias se dirigiu a mim e aos restantes utentes a informar que se iria realizar uma reunião de trabalhadores e que devido a esse motivo não iriam efetuar o atendimento normal e que só realizariam atos de urgência (apesar de não explicarem quais as regras para ser considerado ou não urgente). Realço que até esse momento não existia nenhuma comunicação nem pulicada nem afixada em lado nenhum, mas que depois da reclamação verbal de vários utentes (eu incluído), veio então uma funcionária pelas 09:12 (hora em que tirei uma fotografia) afixar 3 folhas A4 no vidro exterior da conservatória onde comunicava algumas informações (que até eram contraditórias entre si), como "Atendimento encerrado devido à realização da reunião de trabalhadores" ou outra com "Atendimento condicionado devido à realização da reunião de trabalhadores". Como considerei que não tinha existido qualquer aviso prévio nem consegui verificar nenhuma indicação de condicionamento na página oficial de Serviços Condicionados do IRN (https://irn.justica.gov.pt/Contactos/Servicos-condicionados), solicitei então o livro de reclamações para apresentar uma reclamação formal pelo sucedido, pela forma como estava a ser tratado verbalmente pelas funcionárias desta repartição de um serviço publico (sempre como arrogância e nem sequer ouvindo a argumentação que no meu entender tornava a minha situação bastante urgente de ser tratada) e pelo transtorno que me estava a ser causado. Foi nesta altura que a funcionária se recusou a ir buscar o livro de reclamações para que eu pudesse expor a minha insatisfação, alegando que o serviço estava encerrado. Eu voltei a insistir com o Sr. Agente da PSP das Caldas da Rainha que estava no local para que instruísse a funcionária da conservatória em como não podia recusar o meu pedido para efetuar a reclamação no livro de reclamações, ao que para meu espanto, o Sr. Agente acabou por não fazer nada deixando que a funcionária da Conservatória mantivesse a sua decisão de me recusar o meu direito de apresentar a reclamação no momento. Tendo em conta que já eram 09:15 e eu estava a ficar atrasado para o meu trabalho, não tive tempo disponível para chamar a PSP ou GNR para tentar que tomassem conta da ocorrência e tentar que instruíssem a funcionária a retirar a recusa de me entregar o livro de reclamações.
Reclamação – Incumprimento de Serviço Premium, Falta de Limpeza (Norauto Alfragide)
Exmo.(s) Senhor(es), Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativa ao serviço de climatização contratado para a minha viatura (Renault Mégane II), realizado entre os dias 4 e 5 de junho de 2026 na oficina Norauto de Alfragide. Contratei o Pacote Premium (Carga de Gás + Filtro de Habitáculo + Higienização do Circuito) pelo valor de 89,99 €, esperando um serviço completo e profissional. Contudo, o que me foi entregue foi um serviço expresso executado de forma negligente e incompleta. A cronologia dos factos demonstra uma total falta de brio profissional e incumprimento do serviço contratado: Dia 03/06: Efetuei a marcação do serviço através do site da Norauto. Dia 04/06: Ás 09 da manhã recebi uma chamada por parte da Norauto, a avisar que não tinham em stock o filtro do Habitáculo para o meu carro, mas que fariam o serviço na mesma e colocariam o filtro no dia 05/06, sendo que, a Carga de Gás e Higienização do Circuito, seria efectuada no dia 04/06. Desloquei-me à oficina para efetuar o serviço, no entanto, no sistema informático e no relatório que me entregaram, a operação foi falsamente assinalada como "Concluída" nesse mesmo dia. Ficou acordado que regressaria no dia seguinte para concluir o que faltava. Perguntei ao colaborador se era normal o serviço de carga de Gás + Higienização ter demorado apenas 30 minutos, pois disseram-me que levaria cerca de 01H30M, mas o colaborado disse, “despacham-se mais depressa.” Admirei-me terem feito tudo em apenas 30 minutos e entrei em contacto telefónico com a Norauto de Alfragide no qual, foi-me indicado que o processo de higienização Premium levaria cerca de 15 a 20 minutos, uma vez que requeria o uso de uma máquina própria de purificação contínua dentro do veículo, ao qual percebi que fizeram apenas a Carga de Gás. Dia 05/06: A Execução do Serviço: Ao deixar o carro na oficina, o mecânico não demorou mais de 5 minutos com a viatura. Não utilizou nenhuma máquina de higienização. Limitou-se a aceder ao bocal do filtro na zona dos pés do passageiro, a retirar o filtro antigo e a fazer uma aplicação manual rápida de um spray. Ausência de Registos: Prova do desleixo e da pressa em despachar o serviço é que, ao devolverem-me a chave, perguntei se era necessário entrar na receção para assinar ou receber algum documento, ao qual me responderam que não, pois, o serviço já tinha sido dado como "concluído" no sistema no dia anterior, nem se deram ao trabalho de registar a folha de obra ou os horários reais de entrada e saída da viatura na sexta-feira. Falta de Limpeza e Resíduos no Habitáculo: O mecânico retirou o filtro velho com tamanha pressa, este se rasgou, deixando inclusivamente a peça velha podre e danificada abandonada no chão do parque de estacionamento da oficina. Ao ligar a sofagem (no nível 3), uma lufada de pó preto e pequenas partículas secas do filtro antigo foi projetada diretamente contra o meu rosto e olhos. Além disso, o tapete do passageiro (que tinha sido lavado e aspirado por mim antes de dar entrada na oficina) ficou sujo, com terra e resíduos secos que caíram durante a substituição, conforme demonstram as fotos que anexo. Paguei uma diferença substancial especificamente pelo tratamento de Higienização Premium de máquina. O que recebi foi uma borrifadela manual de segundos, sujidade deixada no habitáculo e um serviço que ignorou por conceito os padrões técnicos faturados para despachar o trabalho à sexta-feira à tarde. Mecanicamente, a viatura levou o gás e o filtro pelos quais pagou. No entanto, o serviço de higienização contratado não foi realizado nos moldes publicitados e faturados. Face ao exposto, exijo: O reembolso do valor cobrado pela higienização do circuito, uma vez que o serviço Premium de máquina não foi efetuado; Uma auditoria interna aos procedimentos de registo desta oficina, que dá serviços como concluídos em sistema antes de estarem efetivamente feitos. Anexo o comprovativo do serviço contratado e as fotografias do filtro abandonado no parque e dos resíduos deixados no tapete. Com os meus cumprimentos, Diogo Medeiros
Produtos Errados pela 4 vez
Exmos. Senhores No dia 31 de maio fiz uma encomenda ao continente pela aplicação da GLOVO, tenho tido sempre atenção ao fazer a encomenda de colocar a opção de “reembolso” quando o produto não está disponível ao invés de fazerem a substituição do mesmo. Para o meu espanto, mandaram 3 itens de substituição ( onde um deles fora 4 pacotes de 500g de arroz para Risotto, onde o encomendado foi a arroz Thai Yasmin ). Entrei em contacto de imediato com a Glovo para expor a situação onde me dizem que o meu caso está a ser analisado e serei contactada em breve. Ja estamos a dia 5 e continuo sem qualquer resolução do meu problema. Isto já é a terceira vez que me acontece na aplicação e eles não têm acesso ao livro de reclamações online.
falta de cumprimento na devolução da caução
venho por este meio apresentar uma reclamação contra a agência de aluguer "Quartoequartos" quanto à falta de cumprimento na devolução da minha caução, quantia esta de 450€ (euros). Aluguei um quarto à agência "Quartoequartos" por um período de quatro meses, conforme contrato de arrendamento celebrado no dia 1 de outubro de 2025. No final deste período, a 31 de janeiro de 2026, libertei o quarto e cumpri com todas as minhas obrigações: (Limpar o quarto, lavar os lençóis e reparar eventuais danos). Contudo, até à data e apesar de diversos pedidos feitos via telefone e email, a agência ainda não me devolveu os 450€ que me são devidos e que constituem a caução paga na assinatura do contrato de arrendamento. Este não cumprimento constitui uma violação dos meus direitos enquanto antigo inquilino e uma infração à legislação em vigor relativa à devolução de depósitos de renda. Assim sendo, venho por este meio, solicitar a resolução desta situação em que a agência veja-se no dever de cumprir com a legistação em vigor e consequentemente em devolver-me o valor em dívida.
Retirada de dinheiro indevidamente
Boa tarde, Venho por este meio denunciar a Betano por uma situação que aconteceu comigo. Passo a explicar: Sou cliente da Betano.pt onde tenho uma conta de jogador. Acontece que o método que tenho para depósito é através de Mbway e certo dia efetuei um depósito no valor de 5€ , ora como tenho a conta associada á minha conta bancária o dinheiro foi retirado automaticamente da minha conta bancária mas nunca entrou na minha conta de apostas. Expus a situação á Betano e disseram-me que estava a ser analisada a situação. Acontece que isto foi há mais de um mês e após nova tentativa da minha parte de perceber a situação, os mesmos dizem que continua em análise e sinto sinceramente que já estão a brincar comigo. Como posso resolver a situação? Obrigado. Cumprimentos, Tiago Pereira
Incumprimento de execução de serviços de caixilharia
Boa tarde, Venho apresentar uma reclamação devido ao incumprimento contratual por parte da empresa HENRIQUE SOUSA COSTA, LDA., site: hco.pt. No dia 20 de janeiro de 2026, contratei o fornecimento e instalação de caixilharia em alumínio, tendo pago metade do valor acordado logo à partida. Passados quatro meses desde o pagamento, os serviços ainda não foram realizados e nunca me foi comunicada uma data concreta para a sua execução. A empresa falhou todos os prazos que tinha indicado e agora já nem atende as minhas chamadas nem responde às minhas mensagens, deixando-me completamente sem resposta ou apoio. Como tentei resolver a situação, enviei uma carta registada a exigir uma data definitiva para a conclusão dos trabalhos, dando à empresa dez dias úteis para finalizá-los. Se não cumprirem até ao fim do prazo, quero que me devolvam o sinal pago em dobro, de acordo com a lei. Solicito também que as entidades fiscalizadoras tomem conhecimento do caso, pois todo este processo está a lesar gravemente os meus direitos enquanto consumidor. Agradeço atenção e aguardo uma solução imediata para este problema.
Encomenda incompleta
Exmos Senhores Pretendendo ficar com uma máquina de café, para substituir outra antiga quando esta avariasse, comprei uma Mini Qool em Maio de 2025 que guardei conforme foi entregue para futura utilização. No início do mês, após avaria da máquina antiga, quando pretendi começar a utilizar a Mini Qool ao abrir a embalagem verifiquei que faltava o depósito da água, ,entretanto após contacto com o apoio ao cliente fui informado que teria de pagar outro depósito -9.90 utensílio mais transporte - ou seja sou penalizado por uma falha dos serviços da Delta.
Participação por falta de emissão de faturas
Exmos. Senhores, Venho apresentar participação relativamente a Rui Miguel Batista Balonas, titular da atividade comercial "Mobiladora Nisense", NIF 200812050, no âmbito da contratação do fornecimento e instalação de uma cozinha por medida, na Rua da Boavista, nº. 15 em Aldeia da Mata, onde efetuei os seguintes pagamentos: • 2.105,76 € em 13/03/2024 e 600,00 € em 03/01/2025. O valor total pago ascende a 2.705,76 €. Apesar dos pagamentos efetuados, nunca me foram emitidas as respetivas faturas, tendo solicitado a sua emissão por diversas vezes através de contactos escritos e verbais. O referido fornecedor chegou inclusivamente a solicitar os meus dados fiscais, afirmando que iria emitir as correspondentes faturas e eventuais notas de crédito para regularização da situação, o que nunca veio a acontecer. Até à presente data não recebi qualquer documento fiscal relativo aos montantes pagos. Possuo comprovativos dos pagamentos efetuados, bem como comunicações trocadas com o fornecedor e documentação comprovativa dos sucessivos pedidos de emissão das faturas. Solicitei igualmente, a apresentação de documentação comprovativa dos materiais que afirma ter adquirido para execução da encomenda; a apresentação de uma proposta de acerto de contas relativamente aos valores pagos. Reconheço que a instalação da cozinha foi condicionada pelos sucessivos atrasos da obra, decorrentes de períodos de abandono por parte do empreiteiro responsável, encontrando-se atualmente a obra novamente parada. Contudo, independentemente das dificuldades associadas à execução da obra, mantiveram-se por regularizar diversas questões da responsabilidade do Sr. Rui Balonas, designadamente a emissão das faturas relativas aos montantes recebidos, a apresentação de documentação comprovativa dos materiais alegadamente adquiridos para a encomenda e a definição de uma solução de regularização da situação. Ao longo deste processo ocorreram períodos prolongados sem resposta aos contactos efetuados por mim, quer por telefone quer por escrito, o que me obrigou a desenvolver diligências próprias para tentar restabelecer contacto, incluindo através de terceiros e de pesquisas em redes sociais. Não tive noticias deste fornecedor mais de 1 ano. As minhas tentativas de obtenção de esclarecimentos e de resolução amigável da situação não produziram resultados práticos, tendo inclusivamente sido sugerido pelo próprio que a questão fosse resolvida pela via judicial. Neste momento tenho uma perda de confiança no fornecedor e na manutenção da relação contratual com o mesmo. Por isso peço a vossa ajuda para tentar resolver este assunto da melhor forma possível. Com os meus melhores cumprimentos, Gabriela Pereira de Fria
Falsa tentativa de entrega - Destinatário falsamente dado como ausente
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativa à falha na entrega de uma encomenda a meu cargo, cujo número de registo se encontra na referência desta mesma reclamação. Confirmo que na primeira tentativa de entrega, efetivamente, não se encontrava ninguém na residência. No entanto, em relação à segunda tentativa de entrega (registada no dia 2 de junho de 2026 pelas 14h29), informo que se encontravam pessoas em casa durante todo o dia. O vosso colaborador não tocou à campainha nem tentou qualquer contacto, tendo o estado do envio sido injustificadamente atualizado para "Destinatário Ausente". Considero esta falha de serviço inaceitável, pois demonstra falta de rigor por parte do serviço de distribuição. Solicito uma averiguação desta ocorrência junto do centro de distribuição responsável e a rápida regularização da entrega da minha encomenda.
Falta de bom senso e recusa de solução simples ao cliente
Há cerca de uma semana efetuei uma compra neste estabelecimento e solicitei apenas que os toppings que eu estava a pagar fossem colocados no copo da minha esposa. Não pedi mais quantidade, não pedi ingredientes extra nem qualquer benefício adicional. Apenas queria uma distribuição diferente dos ingredientes pagos. O pedido foi recusado. Hoje a minha esposa voltou ao estabelecimento com a nossa filha. A nossa filha queria apenas as frutas/toppings e não queria o gelado. A minha esposa explicou claramente que estava disposta a pagar o valor total do produto, exatamente o mesmo preço que pagaria se levasse o gelado. Foi perguntado se seria possível vender apenas as frutas, pagando o valor correspondente ao produto completo. A resposta foi não. Perante isso, foi sugerida uma alternativa simples: colocar o gelado num copo separado e as frutas noutro, pagando igualmente o valor total do produto e, se necessário, até o custo de um copo extra. Também essa solução foi recusada. O resultado foi termos de comprar o produto completo, pagar o valor total e acabar por deitar o gelado ao lixo para que a nossa filha pudesse comer apenas as frutas. Sinceramente, custa-me compreender esta decisão. O estabelecimento recebeu exatamente o mesmo valor, não existia qualquer pedido de desconto nem de quantidade extra, apenas uma forma diferente de servir o produto para evitar desperdício. Fiquei bastante desapontado com a falta de flexibilidade, de bom senso e de orientação para o cliente. Uma situação simples foi transformada num problema sem qualquer necessidade.
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