Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
P. C.
07/12/2021

problema compra online fnac portugal

venho por este e-mail reclamar , relativamente a uma compra feita na fnac no dia 13/11 , de uma cadeira da omen que estava em promoção á data. ao efectuar a comprar ficou agendada a entraga da mesma no dia 16/11. Mas dia 15/11 a cadeira chegou aos ctt, e desde esse dia ate dia 02/12, o artigo ficou retido nos ctt , por ser um artigo fora de formato , o estado estava pendente por aguardar instruções por parte do remetente . durante esse periodo entrei 2 vez em contacto com a fnac , nesses dois contratos deixei claro que queria receber o artigo , nunca expos a opção de reembolso , pelo contrario deixei isso claro, que não queria devolver, mas sim receber o artigo. relativamente aos meus 2 contactos o unico feedback que tive por parte da fnac ,foi apenas, uma simples mensagem que estavam a verificar a situação . Ao dia hoje 06/12 voltei a entrar em contacto para saber como estava a situação . Foi me dito que já procederam ao reembolso , porque já não têm o artigo em stock. A minha questão é ... o que aconteceu ao artigo que encomendei e que estava pendente nos ctt? Na altura da compra a cadeira estava em desconto . em vez de 400 estava a 249, tanto na fnac como em outros estabelecimentos . neste momento voltou a 400 euros em todas as empresas . Acabei por ficar prejudicado , porque, para alem de todo o tempo de espera ,no fim fiquei sem o artigo. Agora caso queria adequirir tenho de pagar o dobro do valor que consegui na altura da compra. podem ter na altura a oportunidade de ter comprado em varias empresas com desconto. Bastava que no primeiro ou no segundo contacto, tivesse sido dito, que iriam fazer o reembolso , e não me terem garantido e que iriam deixar claro que eu não queria a devolução.

Encerrada
F. G.
06/12/2021

Não recebi o produto

Venho por este meio comunicar, que fiz uma encomenda, seguida de pagamento, no entanto o produto nunca chegou.

Encerrada
L. A.
06/12/2021

Discriminação envio para as Ilhas

Ao tentar fazer uma compra online no site da FNAC, ao colocar o respetivo código postal, não é possível avançar com a compra, passo a citar Neste momento, o endereço inserido não é elegível para entrega.De acordo com a legislação em vigor, as empresas sediadas em Portugal, com serviço de compras online não podem discriminar e recusar o envio para as ilhas.Assim venho proceder à reclamação, para que a respetiva empresa cumpra com a obrigação de entregar para as ilhas.

Encerrada
C. F.
06/12/2021

Recusa de devolução de um sofá

No passado dia 30 de Outubro de 2021, por volta das 21h15, dirigi-me à loja Area Store no Centro Comercial Colombo, em Lisboa. Fui com o objetivo de adquirir um sofá exposto em loja com a seguinte REF. 82331 (Cheviot). Acabei por efetivar a compra. No dia 13 de Novembro de 2021, foi feita a entrega do sofá na morada acordada. Dada a dimensão do artigo, confirmei à priori que o sofá cabia dentro da minha sala, mas não acautelei se passaria no acesso até à divisão. Infelizmente, dado o ângulo de entrada na minha sala e a largura reduzida do corredor até lá, o sofá não entrou na sala, apesar dos vários esforços meus e dos funcionários da transportadora. A planta e fotografias foram anexadas durante a conversa com o suporte pós-venda. Juntamente com os 2 trabalhadores da empresa transportadora tentámos várias opções, mas não conseguimos fazer passar de forma alguma. Tentámos retirar as almofadas e os acentos pois eram removíveis, mas ainda assim não passou porque a estrutura não é desmontável. Equacionámos fazer entrar pela janela mas, não só é um 3.º andar, como a única janela da divisão dá para uns terrenos baldios sem acesso. Assim sendo, os colaboradores encarregues pelo transporte e montagem voltaram a levar o sofá, deram-me uma guia e explicaram que seria contactada pela Area Store para avançar com a devolução. Nesse mesmo dia, dirigi-me à loja Area Store do Centro Comercial Colombo para discutir a situação e avançar com o pedido de devolução. Foi-me dito que o serviço pós-venda era exclusivo por email e que na loja não me poderiam ajudar. O colaborador pediu que enviasse um email para este endereço - sva@areastore.com - a explicar a situação. Sugeriu que enviasse em anexo o meu NIB, fatura e fotografia da guia que me foi dada pelos colegas da transportadora. Fi-lo imediatamente e facultei todos estes documentos. No dia 15 de Novembro de 2021, não tendo obtido qualquer resposta à minha solicitação de devolução, enviei novo email a reforçar o pedido. Apenas no dia 16 de Novembro de 2021 obtive resposta em que me informavam que: A Area não aceita devoluções de artigos encomendados, no entanto a título excepcional permitimos a troca por outros artigos de valor igual ou superior. Aguardamos que nos indique se aceita a nossa proposta.. Importa aqui esclarecer que:Sendo que a Area não dispõe deste tipo de artigos em loja, o cliente é obrigado a efetuar uma encomenda, facto que só me foi explicado pelo suporte pós-venda após o problema que descrevi.Nunca no processo de compra me alertaram para a diferença dos termos e condições para uma compra feita por encomenda (este termo apenas surgiu após conversa com o suporte pós-venda e que eu desconhecia o que isso implicava). Aliás, o documento que especifica tais condições foi agrafado à fatura e entregue pela colaboradora apenas após o pagamento total do artigo, impossibilitando qualquer hipótese de devolução. De salientar que a hora de impressão dos documentos (fatura e nota de encomenda com os termos e condições) são exatamente iguais, tornando impossível o meu conhecimento prévio: 21:31H.Adicionalmente, não assinei nenhum documento consentindo estes termos e condições que referenciam a impossibilidade de devolução de encomendas e que diferem dos termos e condições apresentados no site oficial da loja (8.2, 8.3 e 8.4): https://areastore.com/pages/condicoes-de-vendaVoltando à proposta feita pelo suporte no dia 16 de Novembro, respondi, de imediato, que não aceitava a troca por outro(s) artigo(s) e solicitei que escalassem internamente. De realçar que nenhum sofá comercializado pela Area cabe no acesso à minha sala, sendo este o bem que necessito e que me levou à V. loja. Tenho um corredor muito estreito de 86cms de largura e um ângulo de entrada muito difícil. Mesmo que coubesse não acho razoável obrigarem o cliente a trocar por algo indesejado ou que não seja do seu agrado. Nesse mesmo dia, 16 de Novembro, dirigi-me à loja novamente para falar com um gerente da loja visto que por e-mail não consigo obter respostas em tempo real e útil. Na loja, falei com o gerente que me aconselhou a esperar pela resposta pós-venda antes de formalizar uma reclamação. Deixou também uma nota no processo para análise do suporte e eu enviei novo email com a planta da casa e fotografias para evidenciar a falta de acesso à sala. Desde o dia 13 de Novembro que ligo todos os dias para o contacto de suporte (219 112 606), mas nunca obtive resposta. A linha está sempre indisponível, o que dificulta a comunicação com o suporte pós-venda e evidencia uma má experiência de suporte para os clientes.No dia 17 de Novembro de 2021, não tendo voltado a obter resposta por parte do suporte, voltei a reforçar a razão pela qual solicitava devolução. A 18 de Novembro de 2021, volto a receber a mesma resposta sem nenhum fundamento ou justificação. Não aceito o argumento da não devolução de encomenda porque um artigo em exposição não pode ser considerado encomenda e acho péssima conduta não explicarem condições no momento da compra.

Encerrada
F. R.
06/12/2021

Burla em compra na Gtech.pt

No dia 9 de Novembro procedi à compra no site www.gtech.pt de uma televisão no valor de 349€, valor que transferi nesse dia via mb-way.No dia 12 de Novembro contactei o call-center dessa empresa e verifiquei que não havia stock nem previsão de entrega (burla #1: no site aparece em stock).Pedi nesse dia o reembolso e após vários emails enviados foi-me respondido que iriam devolver o valor no espaço de 14 dias úteis conforme os seus Termos e Condições.Já decorreram mais de 14 dias (o prazo terminou a 3 de Dezembro) e o valor não me foi devolvido nem me responderam aos emails a informar quando o pretendem fazer.Verifiquei na internet que existem dezenas (ou centenas) de pessoas burladas e extremamente desagradas com esta empresa.Pretendo o reembolso do meu dinheiro para o IBAN já fornecido.

Encerrada
N. F.
06/12/2021

Problema com o levantamento de uma aposta desportiva

Venho, por este meio, comunicar a Vª Exms Criei uma conta na bwin.pt (antiga bet.pt) e o que sucede é que eu efetuei um depósito no valor de 100€, coloquei uma aposta com esse mesmo valor e a aposta foi dada como ganha (lucrei 30€), ficando com 130€ na conta. O problema é no ato de levantamento. Não consigo fazê-lo porque disseram-me no suporte que eu tinha uma outra conta autoexcluída (A conta deve estar autoexcluída há meses, se não anos) e que o levantamento não poderia ser processado porque eu tinha uma outra conta aberta. Mandei um e-mail para a bwin no dia 18 de Novembro e pediram-me desculpa. Informaram-me que iriam proceder ao levantamento e que o mesmo demoraria entre 3 a 5 dias úteis.Mandei um segundo e-mail no dia 29 de Novembro a questionar em que medida é que se encontrava o levantamento, à qual eu fui verificar na minha conta da bwin e o pedido ainda não tinha sido criado. A criação do levantamento só foi pedida no dia 30 de Novembro, 12 dias depois de ter perguntado o estado da situação.Hoje, dia 6 de Dezembro, continuo a aguardar pela transferência. Cumprimentos,Nuno Fernandes

Resolvida
R. L.
05/12/2021

Cartão Paysafecard

Dia 05/12/2021 fui à WORTEN do Alegro de Sintra para comprar um Paysafecard, a pessoa que me atendeu logo de imediato pediu me o dinheiro (30€) e eu dei-lhe. Quando cheguei a casa para colocar o código de ativação na aplicação deparo-me que afinal venderam-me um Playstation Card, ou seja, gastei 30€ numa coisa que não queria. Liguei para a Worten de Sintra e disseram-me que não tinham culpa e que como foi ativado pelo caixa não me podiam devolver o dinheiro, ou seja, paguei 30€ por uma coisa que não queria e perdi 30€ porque não posso fazer nada com este cartão. A WORTEN não tentou ajudar-me nem fez nada para me ajudar.

Resolvida
B. G.
05/12/2021

Empresa verdadeira?

Venho expor está empresa que vende online vários produtos.O NIF que possuem está incorrecto, uma vez possuir dez dígitos.Fazem muita publicidade na rede social Facebook e têm muitos preços apelativos.Será mesmo uma empresa verdadeira??Obrigado pela ajuda.

Resolvida

Descumprimento de contrato

Na data de 29/01/2019, celebrei com a empresa em questão um contrato de compra e venda de imóvel, situado em Aveiro, empreendimento COzy T2 fração E, Barrocas, e para isso passei o ano de 2020 pagando mensalmente o que totalizou 60.000 euros. Entretanto com demora de entrega do imóvel, a data inicialmente prevista era março de 2021, os planos mudaram e decidi mudar para Eposende e para isso coloquei a venda o referido imóvel. Entretanto passados mais de dois meses e como a venda não foi realizada entrei em contato com o construtor que prontamente se dsponibilizou a vender o imóvel. Passados 15 dias fui contactada pela construtora atraves da imóbiliaria Casaveiro, cuja proprietaria é a Lia SIlva, para informar que conseguiu vender o imóvel e para isso eu teria que assinar um contrato de revogação, no quel a construtora me devolveria o que eu ja havia pago. Entretando passados mais de um mes e diversas tentativas de falar com o referido construtor, nenhum valor foi depositado. O dito construtor a cada vez que ligo conta uma desculpa e com isso vai se safando e não me devolve meu dinheiro e ja vendeu o apto tendo por ele recebido parte que a mim pertence. Acredito que o construtor reuniu à data da “Revogação por Acordo de Contrato Promessa de Compra e Venda (cozy)” todas as condições de restituir o que foi recebido e pago por mim, caso contrário não teriam o direito de aceitar o apto de volta. Esse dinheiro faz parte da economia de uma vida. Vim aposentada morar aqui e decidi comprar um imovel para ter uma vida aqui nesse pais, entretanto não tinha ideia que estava a tratar com uma pessoa desonesta. Estou sem dormir ha dias, minha vida esta de pernas para o ar enquanto esse senhor Julio Loureiro esta de posse do que me pertence e nunca se dignou a dar um telefone para me dar satisfação, levando a crer que esse senhor esta a tratr o assunto com desdém. Trata-se de uma pessoa mentirosa e que não merece credibilidade. Já tentei de todas as formas receber o que ele me deve e acabar com esse tormento. O dinheiro é meu e quero que outras pessoas não sejam enganadas por esse senhor como eu estou a ser. O imóvel era para ser entregue em março e ja esta mais que atrasado. Fui enganada propositalmente, esse senhor que pensava ser uma pessoa de bem não passa de um mentiroso, aproveitador. Pessoas como ele não deveriam ter autorização para receber dinheiro de ninguem. Obs.Não enviei os comprovativos de pagamento mas caso precise tenho-os todos comigo.

Resolvida

Rejeição pedido franquia

Exmos. SenhoresA 25/10/2021 a minha cunhada, residente no Reino Unido, tentou devolver-me por correio um porta-chaves com quarto chaves (usadas) que eu lhe tinha enviado, (também por correio) cerca de um mês antes, para que ela pudesse aceder a um apartamento que me pertence no Algarve e aí passar umas curtas férias.Sucede que as MINHAS chaves, devolvidas a partir de Inglaterra, chegaram a Portugal a 28/20/2021 (objecto postal LG961224580GB) e, a 4/11/2021 fui confrontado com um pedido de desalfandegamento das mesmas por parte dos CTT que me pedia para preencher a informação em falta no site para que pudessem ser libertadas.Assim o fiz nesse próprio dia, (dentro do prazo solicitado) escolhendo a opção troca não-comercial entre particulares e pedindo isenção de franquia (já que não se tratava de uma compra). A 9/11 (dia final para o desalfandegamento) recebi uma comunicação dos CTT a dizer que o pedido de franquia tinha sido rejeitado em virtude de o objecto poder ter carácter comercial (compra) e incitando-me a escolher o opção comercial no site e pagar as devidas imposições de forma a tramitar o desafandegamento da remessa e enviar os documentos pedidos. Mais se acrescentava que , caso fosse uma oferta entre particulares (familiares ou amigos próximos) eu deveria apresentar documentação que o comprovasse (NESTE CASO QUAL DOCUMENTAÇÃO?)Como não o fiz, porque não havia documentação a entregar, comunicaram-me nesse próprio dia 09/11 que o prazo para o desalfandegamento tinha terminado. Hoje, 04 de dezembro, recebi da minha cunhada em Inglaterra a informação de que AS MINHAS chaves lhe tinham sido devolvidas na volta do correio. Só me resta acrescentar que no site de desalfandegamento dos CTT o conteúdo da remessa era catalogado como cadeados o que me foi explicado por um funcionários dos mesmos CTT pelo facto de as alfandegas terem um número limitado de códigos de referência e terem de encaixar o objecto num dos códigos disponíveis. Em suma. Considero-me lesado, porque as Alfandegas portuguesas não se deram ao trabalho de verificar a veracidade do que estava declarado por mim no processo de desalfandegamento, nomeadamente através a abertura do pacote, que mostraria de tratar-se de um porta-chaves velho e quatro chaves usadas e riscadas (uma delas da caixa do correio) e não de uma qualquer troca comercial que só existiu na cabeça do funcionário responsável pelo tratamento do processo. Também gostaria de saber que espécie de documentação comprovativa é que as alfandegas esperam receber num caso destes, especialmente quando a notificação da rejeição é feita no próprio dia final do prazo. Não ignoro as recentes mudanças na legislação aduaneira europeia no que respeita à circulação de mercadorias extra-comunitárias, mas gostaria que se as alfandegas portuguesas se lembrassem que nem só mercadorias comerciais circulam (especialmente do Reino Unido para o continente, que há muitas trocas não-comerciais entre particulares que não têm culpa nenhuma de ter havido o Brexit . Que um objeto pode ter valor comercial ZERO, (já que o formulário de desalfandegamento me obrigava a declarar um valor superior a zero e por isso tive de declarar 0,1 cêntimo - haja noção do ridículo). Quero acrescentar que a minha longa experiência com as alfandegas portuguesas demonstra que já funcionavam com extrema demora antes da mudança da legislação europeia. Ao que parece ninguém se preocupou em fazer as necessárias adaptações nos serviços, até na formação dos funcionários, para lidar com as novas condições. Continuem assim que vão bem.Com os meus cumprimentosAntónio Carneiro

Encerrada

Precisa de ajuda?

Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação

Contacte-nos

Os nossos juristas estão disponíveis nos dias úteis, das 9h às 18h.