Reclamações públicas
1. Envie a reclamação para a empresa
Siga o nosso passo a passo para fazer a sua queixa chegar à empresa.
2. Veja a resposta
Receberá uma notificação por e-mail quando a empresa responder à sua queixa. Para ler a resposta completa, basta ir à página "As Minhas Reclamações", disponível na sua área pessoal do site.
3. Não ficou satisfeito com a resposta? Ou a empresa não respondeu?
Entre em contacto connosco
Sucessivas tentativas de entrar em contacto - sem sucesso
Adquiri um casaco há menos de um ano na loja online. Comprei-o no final da época de inverno, por isso, só comecei a utilizar a peça de roupa este ano. Usei o casaco menos de 10x e este já se encontra num estado lastimável, cheio de manchas, como se tivesse 10 anos de utilização diária. Não se admite que uma marca destas, que pratica os preços que todos sabemos tenha produtos com tao pouca qualidade. Tentei entrar em contacto com o serviço de apoio ao cliente, pelos diversos canais disponibilizados mas sem sucesso, não obtive respostas nem apoio. Enviei e-mail acompanhado de diversas fotos do artigo.
Enriquecimento ilícito
Exmos. Senhores da Booking.com, Apresento reclamação formal relativa a uma reserva recentemente efetuada na vossa plataforma. O alojamento estava identificado como HOTEL. Contudo, minutos após a reserva, ao analisar melhor a informação e comentários, percebi que não se tratava de um hotel, mas sim de um apartamento que alugava quartos. Sentindo-me induzido em erro pela classificação do anúncio, cancelei a reserva 2 a 3 minutos após a confirmação. Apesar do cancelamento praticamente imediato e de não ter existido qualquer utilização da reserva, o proprietário recusou o reembolso do valor pago (€1.200,00). A Booking.com informou que a decisão caberia apenas ao proprietário, sem apresentar solução. Considero esta situação totalmente desproporcional e contrária ao bom senso, sobretudo tratando-se de um cancelamento imediato motivado por informação potencialmente enganosa no próprio anúncio. Solicito: Revisão urgente do caso; Reembolso integral do valor pago; Verificação da forma como o alojamento é apresentado na plataforma. Aguardo uma resolução célere e justa, ou então os advogados entrarão.
Reembolso nao recebido
No dia 02/02/206 realizei uma compra na loja da inside-shop. E a loja me vendeu duas peças que já não tinha em estoque. Me prometeram o reembolso que até o momento não ocorreu. Ainda estou esperando o reembolso já que o certo era não terem vendido o que já não possuem em estoque.
Servico pos venda terrivel
A incompetência e a falta de atenção aos clientes são a marca registrada da Filinto Mota Guimaraes. Eles querem ter o monopólio de muitas marcas de automóveis, mas não têm capacidade logística nem conhecimento técnico para atender os clientes. Fique longe da Filinto Mota.
Serviço de Venda defeituoso sem apresentarem solução
Comprei um conjunto de 3 ecopontos nas respectivas 3 cores disponíveis e o amarelo estava danificado. Já tive de me dirigir à loja 4x na tentativa de trocar por um funcional e não me dão essa alternativa. Já tentei encomendar on-line e enviam verde mesmo especificando na encomenda que quero amarelo. Na loja dizem não ser possível terem ou consultarem stocks porque não identificam corretamente o artigo e dizem não ser possivel fazê-lo bem online nem em loja por “ser artigo sortido”. Não faz sentido nenhum uma pessoa encomendar ou tentar ter um artigo que publicitam ter no site e enviarem outro ou não ser dada qualquer alternativa ou solução para obter o conjunto correto e indicarem não terem informação de disponibilidade em outras lojas, on-line, nada. Portanto podia ter comprado noutra loja um conjunto funcional e agora estou com dois monos em casa porque não consigo ter um conjunto completo pela logística faltosa e aquém do serviço disponibilizado. Fora a altivez e arrogância com que fui abordada pelo Apoio ao Cliente ao contactar, pela colaboradora Márcia Silva. Que após esse contacto me fez claramente querer efectuar reclamação em todas as plataformas existentes.
Meo não entrega telemóvel pré reservado e retém pagamento á mais de dois meses
Venho por este meio apresentar reclamação contra a MEO, relativamente a uma pré-reserva de um telemóvel efetuada em dezembro de 2025, na loja MEO do Shopping de Vila Real. No ato da pré-reserva do iphone 17 pro max 512gb em laranja, foi-me solicitado o pagamento imediato do valor de 525€, o qual foi pago na totalidade nesse mesmo momento. Duas a três semanas após a pré-reserva, fui contactado telefonicamente pela loja, informando-me que o equipamento se encontrava disponível para levantamento. Desloquei-me propositadamente da Régua até Vila Real para proceder ao levantamento do telemóvel. No entanto, ao chegar à loja, fui informado de que não existia qualquer equipamento disponível, tratando-se, segundo me foi dito, de um erro do funcionário Tiago. Esta situação resultou numa viagem completamente perdida, com custos de deslocação e combustível, provocados por um erro grave da loja, o que considero inadmissível e revelador de falta de profissionalismo. Volvidos cerca de dois meses desde a pré-reserva, a situação mantém-se exatamente igual: • não recebi o telemóvel; • não fui contactado em momento algum com atualizações; • não me foi apresentada qualquer solução; • a MEO mantém 530 € na sua posse, sem prestar o serviço acordado. Para agravar a situação, no dia 08/01/2026, verifiquei no site oficial da MEO que o mesmo modelo de telemóvel se encontra disponível para compra online, com prazo de entrega anunciado de 2 a 3 dias, o que torna ainda mais incompreensível e injustificável esta demora. Cliente n. - 2154111 Documento n . 1728000820 Face ao exposto, solicito uma resolução urgente e definitiva, nomeadamente: • a entrega imediata do equipamento reservado, ou • a devolução integral dos valores pagos, incluindo qualquer valor cobrado indevidamente. Caso esta situação não seja resolvida com a maior brevidade possível, reservo-me o direito de recorrer a outras entidades competentes para defesa dos meus direitos enquanto consumidor. Com os melhores cumprimentos, Igor Guimarães
Reclamação – Envio de cartão não solicitado, cancelamento não cumprido e cobranças indevidas pela Un
Exmos. Senhores Venho por este meio apresentar uma queixa formal relativamente à situação ocorrida com o ginásio Top Fit, situado na ilha da Madeira, no concelho de Machico. No mês de março do ano passado, desloquei-me às instalações deste ginásio exclusivamente com o objetivo de obter informações sobre os serviços disponibilizados. Nesse momento, foi-me solicitada a introdução dos meus dados pessoais numa alegada pré-inscrição, tendo sido claramente transmitido por mim que não existia qualquer garantia de adesão ao ginásio. Em momento algum me foi explicado, informado ou comunicado que essa pré-inscrição corresponderia à celebração de um contrato vinculativo, muito menos com uma fidelização de dois anos. Nunca assinei qualquer contrato, não me foi entregue qualquer documento contratual, nem me foram explicadas verbalmente as condições, valores, duração do vínculo ou penalizações associadas a um eventual cancelamento. Posteriormente, ao aperceber-me da existência de um alegado contrato com fidelização de dois anos através deum contacto telefônico dos mesmo,algo que nunca foi falado nem informado , dirigi-me pessoalmente ao ginásio com o intuito de resolver a situação de forma amigável. Fui então informada de que, para cancelar, teria de pagar um valor superior a 300€, o que considero inaceitável e abusivo, tendo em conta que nunca prestei um consentimento livre, esclarecido e informado. Importa ainda salientar que nunca me foi solicitado, comunicado ou acordado qualquer método de pagamento. Não forneci IBAN, dados bancários, cartão de débito/crédito, nem qualquer outra forma de pagamento, nem nunca foi sequer falado o valor de uma mensalidade. Assim, não consigo compreender como é possível a existência de uma alegada dívida, quando nunca existiu autorização para cobrança, nem qualquer meio válido para a mesma ser efetuada. Esta situação configura, no meu entender, uma grave falha de informação ao consumidor, violando o dever de transparência, o direito à informação e o princípio do consentimento informado previstos na legislação em vigor. Solicito, assim, apoio para que esta situação seja analisada e resolvida da forma mais justa e adequada, com a anulação de qualquer alegado contrato e de qualquer valor indevidamente exigido. Com os melhores cumprimentos, Ascensão Viveiros
Queixa formal – cobrança indevida e reiterada de serviço de nutrição não solicitado e correção de fa
Apresento reclamação por cobrança indevida, reiterada e automática do denominado “serviço de nutrição”, no valor de 5,80€, que tem vindo a ser incluído de forma sistemática nas faturas ao longo da vigência do meu contrato, sem que tal serviço tenha sido por mim solicitado, pedido, aceite, marcado ou efetivamente usufruído. A título exemplificativo, na Fatura/Recibo n.º 29/VD/230282577, datada de 26/01/2026, referente ao período de 23 de janeiro a 05 de fevereiro de 2026, surge faturado “Serviço de nutrição” no valor de 5,80€, isento de IVA ao abrigo do artigo 9.º do CIVA, a par do “UP Total (Plano anual)” no valor de 11,80€, totalizando 17,60€. Esta cobrança não é um caso isolado, ocorre de forma continuada nas faturas. No contrato de adesão está definido o plano UP Total (Plano anual) e o valor do serviço principal de ginásio, não constando de forma clara, expressa, autónoma e transparente qualquer preço adicional obrigatório relativo a serviços de nutrição, nem qualquer cláusula que permita a cobrança automática, periódica e separada desse serviço como suplemento regular. A referência genérica à possibilidade de consulta de nutrição enquanto serviço disponível não equivale, do ponto de vista jurídico, à aceitação de um custo adicional permanente, sobretudo quando esse custo não se encontra previamente quantificado, discriminado nem objeto de consentimento livre, específico e informado por parte do consumidor. Nunca solicitei qualquer serviço de nutrição, nunca marquei consultas, nunca usufruí desse serviço e nunca autorizei a cobrança autónoma do mesmo. Ainda assim, a cobrança tem ocorrido de forma automática e reiterada ao longo de todo o contrato, o que configura exigência de pagamento por serviço não solicitado e não prestado. Nos termos da Lei de Defesa do Consumidor, Lei n.º 24/96, de 31 de julho, artigo 9.º, n.º 4, o consumidor não fica obrigado a pagar bens ou serviços que não tenha solicitado previamente, sendo ilícita a exigência de pagamento por serviços não pedidos. Acresce ainda o regime das práticas comerciais desleais previsto no Decreto-Lei n.º 57/2008, que proíbe a cobrança de serviços não solicitados e práticas assentes em falta de transparência quanto ao preço e natureza dos serviços contratados. A legislação portuguesa exige igualmente transparência e boa fé na contratação e faturação, o que não se verifica quando são cobrados, de forma sistemática, valores por serviços não contratados nem utilizados. Face ao exposto, solicito a cessação imediata da cobrança do “serviço de nutrição”, a sua eliminação definitiva enquanto item faturado, a devolução integral de todos os montantes indevidamente cobrados a esse título desde o início da relação contratual e a correção da faturação futura, de modo a que seja cobrado exclusivamente o valor correspondente ao serviço de ginásio contratado, ou seja, 11,80€ por quinzena, conforme resulta do plano UP Total e das próprias faturas emitidas. Solicito ainda confirmação escrita da regularização e discriminação dos valores a devolver ou creditar.
Reclamação Avis Portugal: práticas comerciais abusivas e falta de transparência
Exmos. Senhores, Venho apresentar reclamação contra a Avis Portugal relativamente a um aluguer efetuado no Aeroporto de Lisboa, de 15/01/2026 a 18/01/2026, contrato E545351321, viatura Hyundai Kauai, matrícula CA‑37‑TB, reservado através do Booking.com. Em síntese, os problemas principais são: 1) Venda agressiva de seguros locais desnecessários Informei o colaborador da Avis que já tinha um seguro “Full Protection” via Booking/Zurich (apólice 7812609872), que cobre danos e franquias até 20.000 euros, reembolsando os montantes que a Avis me viesse a cobrar por danos ao abrigo do contrato. Na própria documentação da reserva do Booking.com consta expressamente que: • a caução a bloquear no cartão ao levantar o carro seria de 200,00 euros; • as franquias de danos e roubo (3.151,26 euros com IVA) podem ser reduzidas através de uma “Franquia reduzida” ou outras coberturas adicionais, apresentadas como produtos facultativos. No balcão da Avis, contudo, a informação foi-me apresentada de forma muito mais alarmista: foi-me referida verbalmente uma alegada franquia de cerca de 2.000 euros em caso de danos, sem enquadrar devidamente a existência e o alcance do seguro Full Protection já contratado via Booking/Zurich, nem o facto de a caução prevista na reserva ser de 200 euros. Perante esta explicação e sob o impacto da referência a um valor de franquia muito elevado, bem como medo instigado pelo colaborador acabei por ser levado a contratar seguros locais adicionais (“Super Cobertura de Danos + CDW”, no valor de 32,48 euros, e “Cobertura de Vidros”, no valor de 22,28 euros), que se revelaram redundantes face à cobertura externa que já possuía. Considero que esta atuação constitui uma prática comercial agressiva e desleal, que explora o medo do consumidor no momento do check‑in e o leva a contratar produtos adicionais que, em condições de informação completa e equilibrada, não contrataria. 2) Política de combustível enganadora e pouco transparente No momento do levantamento, foi-me dito verbalmente que a Avis tinha um acordo com gasolineiras e que o combustível seria cobrado a 1,31 euros/litro + taxas, com a explicação concreta de que: • se eu devolvesse o carro com mais de meio depósito, compensava encher antes de entregar; • se devolvesse com cerca de 1/4 de depósito, compensava entregar assim porque o preço interno seria mais vantajoso. Confiando nesta explicação, devolvi o carro com cerca de 1/4 de depósito. Mais tarde, verifiquei que me foi cobrada a opção de “combustível simplificado” (EZ Fuel) no valor de 82,05 euros, que, com taxas, ascendeu a cerca de 88 euros. Este valor é superior ao que teria pago se tivesse abastecido o carro num posto de combustível de supermercado (Auchan/Intermarché), pelo preço de mercado (cerca de 1,65 euros/litro). Na resposta escrita à minha reclamação no Livro de Reclamações (ref. ROR00000000045486153), a Avis já nem refere os 1,31 euros/litro que me foram ditos no balcão, passando a mencionar 1,35 euros/litro + IVA. Esta discrepância mostra inconsistência entre a informação verbal prestada ao consumidor e a informação escrita invocada posteriormente, o que torna ainda mais evidente a falta de transparência da política de combustível. Em suma, fui levado a tomar uma decisão económica (não abastecer fora) com base numa informação incompleta e enganadora sobre o preço efetivo do combustível, o que me causou prejuízo direto. 3) Valores desproporcionais por danos ligeiros nas jantes e critério pouco razoável No final do aluguer, foram identificados riscos superficiais em duas jantes dianteiras. De acordo com a estimativa de custos enviada pela própria Avis (doc. 513319701), foram imputados: • 97,67 euros + IVA (120,13 euros) pela jante dianteira esquerda; • 109,89 euros + IVA (135,16 euros) pela jante dianteira direita; • 78,70 euros + IVA (96,80 euros) a título de “tempo de inatividade do veículo”; • 38,00 euros + IVA (46,74 euros) de “taxa de gestão por danos”; perfazendo um total de 398,83 euros por meras arranhadelas/raspagens nas jantes. Considero estes valores manifestamente desproporcionais para danos superficiais. Uma reparação de jante em oficina comum ronda, tipicamente, valores bastante inferiores por unidade, e não inclui este tipo de acréscimos (perda de uso e taxas administrativas) nestes montantes. Em anexo, a Avis enviou ainda fotografias que incluem, além das jantes, imagens do para‑choques com pequenos pontos escuros (mosquitos/insetos de autoestrada), que são claramente sinais normais de utilização e não danos. Isto reforça a perceção de que o critério de avaliação de “danos” é excessivamente gravoso para o cliente, podendo configurar uma prática sistemática de sobrecarga de custos de reparação. 4) Resposta insatisfatória à reclamação no Livro de Reclamações Apresentei reclamação no Livro de Reclamações Eletrónico (ref. ROR00000000045486153). A resposta da Avis limita‑se, em essência, a afirmar que, por eu ter assinado o contrato, se presume que li, compreendi e aceitei todas as condições, e que a empresa não pode corroborar aquilo que foi dito verbalmente no balcão. Não há qualquer esforço em confrontar a divergência entre a explicação verbal e os custos efetivamente cobrados, nem em ponderar a proporcionalidade dos valores aplicados pelas jantes e pelos serviços associados. Em particular, a empresa refugia‑se na assinatura do contrato para ignorar a forma como a informação foi transmitida ao consumidor no momento do atendimento. 5) Situação atual A Avis debitou‑me o valor total de 505,47 euros. O seguro Zurich/Booking aprovou entretanto um reembolso parcial relativo à componente de danos (franquia), o que mitiga o prejuízo direto nessa parte. No entanto, este reembolso externo não resolve: • a venda de seguros locais redundantes, • a política de combustível enganosa, • e a desproporção dos valores cobrados pelas jantes e respetivos suplementos (tempo de inatividade, taxa de gestão). Pedidos • Que seja analisada a existência de práticas comerciais agressivas e enganadoras na venda de seguros adicionais no balcão, bem como na explicação da política de combustível, à luz da legislação de defesa do consumidor. • Que se avalie a razoabilidade e proporcionalidade dos valores cobrados pelas jantes e pelos serviços associados (tempo de inatividade e taxa de gestão), face ao tipo de dano e aos preços praticados no mercado. • Que se recomende à Avis a devolução dos montantes cobrados a título de seguros locais redundantes e a eventual correção/redução dos valores imputados por danos e combustível. • Que, se for caso disso, o processo seja comunicado às autoridades competentes (ASAE, Direção‑Geral do Consumidor).
Serviços não prestados
Exmos senhores Venho aqui reclamar sobre a aquisição de um salto de paraquedas em Dezembro de 2023,que nunca foi feito. Depois de inúmeras vezes ter sido marcado e desmarcado por vocês por várias razões por ex: restrições aéreas, ou por condições climáticas etc... Consegui voltar a marcar para este ano,mas agora tento contactar vos por vários meios desde telefone,e-mail, WhatsApp etc e não obtenho resposta, inclusive na vossa página da Internet diz que fecharam permanentemente, isto sem qualquer aviso ou contacto para o cliente. Venho pedir o total reembolso do valor que paguei na altura foram 139,99. Espero que está situação seja resolvida o mais brevemente possível Aguardo o vosso contacto para fornecer os dados.
Precisa de ajuda?
Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação
