Reclamações públicas
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Mau funcionamento
A 06/07/2026 adquiri um exaustor em pirâmide Cecotec Olero Flux PM 603500 Inox B, na Habitium via Net Logo apos a montagem verifiquei que algo não estava bem a cozinha ficava cheia de fumo e quando se fritava o chão ficava escorregadio. No final do mês (29/7) fiz a respetiva reclamação (em anexo) a resposta foi pedir fotos que enviei a 29/7 Apesar de muita existência da minha parte e ter pedido o reembolso a 25/8 só a 4/9 veio um técnico da parte do fabricante atestando o mau funcionamento do exaustor (relatório em anexo) Como até agora não obtive qualquer resposta peço a vossa colaboração para se resolver este problema a bem Um vosso associado 7337133-53 Luis Rodolfo Em anexo alguns Email trocados
Defeito pós compra
Venho solicitar o apoio relativamente a uma situação que considero lesiva dos meus direitos enquanto consumidora, relacionada com umas sandálias adquiridas por valor superior a 100 €. Após a aquisição, utilizei as sandálias apenas cerca de cinco vezes, tendo posteriormente constatado uma anomalia na zona da sola/gáspea, com um aspeto de descolamento que se tornou visível mas apenas num do lados. A situação foi comunicada à empresa no dia 13/08/2026, através da respetiva linha de apoio, tendo o artigo sido posteriormente encaminhado para análise pelo Departamento de Qualidade. Durante o período em que aguardei uma resposta, que demorou 25 dias, não voltei a utilizar o artigo, precisamente porque tinha adquirido as sandálias com o objetivo de as utilizar numa viagem que realizei no dia 05/09/2026 e pretendia resolver a situação antes dessa data. Durante os vários contactos telefónicos que mantive com a assistência ao cliente, foi-me transmitido que poderia existir a possibilidade de troca por outro artigo ou devolução do valor pago. No contacto realizado no dia 04/09/2026, manifestei expressamente a minha intenção de proceder à devolução do artigo. Contudo, a resposta posteriormente recebida do Departamento de Qualidade concluiu que não existiria defeito de fabrico e que “não é notório que tem sola a soltar-se”, considerando ainda que o aspeto apresentado corresponderia às características próprias do modelo, por se tratar de um modelo forrado. Não concordo com esta conclusão, por várias razões. Em primeiro lugar, o problema não existia no momento da aquisição e surgiu apenas depois de algumas utilizações, num artigo que teve apenas cerca de cinco utilizações. Em segundo lugar, a situação reclamada apenas se verifica numa das sandálias, não apresentando o outro pé o mesmo aspeto. Considero, por isso, que a explicação de que se trata simplesmente de uma característica própria do modelo não esclarece a situação concreta. Se o acabamento em causa fosse efetivamente uma característica normal e inerente ao modelo e ao seu processo de fabrico, não se compreende por que razão a situação se manifesta apenas numa das sandálias e por que motivo não era percetível quando o artigo foi adquirido. Acresce que considero pouco razoável que um artigo com um preço superior a 100 €, de uma marca reconhecida, apresente este tipo de alteração após apenas cinco utilizações, sobretudo quando o artigo foi adquirido precisamente com a expectativa de uma utilização normal e de uma durabilidade compatível com o seu preço. Também considero relevante o facto de, nos contactos anteriores com a assistência, me ter sido indicada a possibilidade de troca ou devolução, tendo posteriormente sido apresentada uma resposta que não corresponde à solução que me havia sido transmitida durante esses contactos. Após receber a resposta do Departamento de Qualidade, manifestei novamente a minha discordância junto da empresa, solicitando que a situação fosse reapreciada. No entanto, a empresa manteve a sua posição, remetendo novamente para a alegada característica do modelo. Não aceito esta conclusão e pretendo exercer os meus direitos enquanto consumidora. Assim, venho solicitar à DECO PROteste que me esclareça sobre os meus direitos nesta situação e, se possível, me auxilie na resolução do conflito com a empresa. A solução que pretendo é, preferencialmente, a devolução do valor pago. Caso tal não seja possível, aceito como alternativa a substituição do artigo por outro de valor equivalente ou a disponibilização de um vale no valor correspondente à compra, sem prejuízo dos direitos que legalmente me assistam. Disponho de documentação que comprova a compra, bem como dos contactos efetuados, da reclamação apresentada, da resposta do Departamento de Qualidade e das fotografias que evidenciam a situação apresentada. Agradeço, assim, a análise da DECO PROteste e a indicação sobre os procedimentos que devo adotar para fazer valer os meus direitos perante a empresa. Com os melhores cumprimentos, Ivone Costa
Produto danificado
Exmos. Senhores, (DESCREVER SITUAÇÃO) Boa tarde, Dia 12 de setembro fiz um levantamento de um pedido na loja do Montijo, levantamento número 4103787517, e quando cheguei para fazer a montagem o tampo da mesa estava danificado. Agradecida a sua substituição ou o reembolso.enviei fotos e vídeos a provar o dano.contactei a loja via email e disseram me que iriam contactar a loja do Montijo e eles iriam entrar em contacto comigo para resolver a situação.mas até ao dia de hoje e após vários emails enviados não obtive resposta nem o telefone atendem. Gostaria de uma solução. Alcino canas
RECLAMAÇÃO FORMAL - Peugeot Partner 1.5 BlueHDi
Reclamação Formal Falha da corrente da árvore de cames e falha interna da bomba de alta pressão — pedido de cobertura, análise técnica e solução integral Peugeot Partner 1.5 BlueHDi que apresentou duas avarias graves. Viatura imobilizada. Destinatário Stellantis Portugal - Rodda Figueira da Foz Veículo Peugeot Partner Premium Standard 1.5 BlueHDi 100 cv CVM6 VIN VR3EFYHT2NN529587 Data de fabrico 03/06/2022 Primeira matrícula 21/06/2022 Quilometragem no diagnóstico 99.597 km Identificação do veículo Ocorrência e gravidade da situação Primeira ocorrência: corrente da árvore de cames Segunda ocorrência: falha interna da bomba de alta pressão Necessidade de esclarecimento técnico independente e documentado Histórico de manutenção — manutenção realizada na rede oficial Peugeot Confiança continuada na rede oficial Peugeot e realização de trabalhos adicionais Idade e quilometragem do veículo Pedido de cobertura da bomba de alta pressão Preservação das peças e componentes substituídos Pedido formal de solução Documentação disponível Pedido de resposta ANEXOS — DOCUMENTAÇÃO E FOTOGRAFIAS
Roupeiro com falta de conformidade e recusa de garantia
Adquiri um roupeiro à HOMYCASA que, após a montagem, apresentou diversos problemas: folga visível entre as portas fechadas, gaveta com funcionamento deficiente e desalinhamento, folgas na estrutura e vários problemas de acabamento/revestimento das peças. Reclamei junto da HOMYCASA e solicitei a devolução do artigo e o respetivo reembolso. A empresa recusou a reclamação, alegando que os problemas são compatíveis com “montagem incorreta”, sem, contudo, identificar qual o erro de montagem concretamente praticado, qual a instrução que teria sido incorretamente seguida ou apresentar fundamentação que explique os problemas de acabamento e funcionamento identificados. A HOMYCASA limitou-se a propor o orçamento de novas peças, a suportar pelo cliente. Considero que está em causa uma falta de conformidade do bem, nos termos dos artigos 5.º, 6.º e 7.º do Decreto-Lei n.º 84/2021, nomeadamente quanto à qualidade, funcionalidade, durabilidade e características razoavelmente expectáveis de um bem novo. O artigo 9.º do mesmo diploma estabelece ainda regras específicas para situações de instalação incorreta, não bastando, no meu entendimento, a mera alegação genérica de que os danos são “compatíveis” com uma montagem incorreta. Nos termos do artigo 13.º, a falta de conformidade manifestada nos primeiros dois anos presume-se existente à data da entrega, salvo as exceções legalmente previstas. Face à recusa da HOMYCASA em reconhecer a falta de conformidade, pretendo exercer o direito à resolução do contrato, com devolução do roupeiro e reembolso do valor pago, nos termos dos artigos 15.º e 20.º do Decreto-Lei n.º 84/2021. Solicito à DECO PROteste a análise da situação e orientação sobre os meus direitos e sobre a legitimidade da recusa apresentada pela HOMYCASA.
Bloqueio abusivo e injustificado de conta e risco de retenção de saldo - Vinted
Tive a minha conta de utilizador (username: nicestufy, e-mail: nicethingsforvinted@gmail.com) bloqueada permanentemente pela Vinted, sob a falsa alegação de venda de artigos contrafeitos. Todos os artigos que vendi eram originais, neste caso roupa usada, e as fotografias publicadas incluíam sempre as etiquetas e outros elementos de autenticidade dos produtos. A minha conta foi bloqueada de forma automática, sem qualquer revisão humana, tal como tem sido relatado por muitas outras pessoas que passam pela mesma situação com a Vinted. Neste momento tenho um saldo pendente de aproximadamente 300,00 € resultante de vendas legítimas já concluídas, com artigos ainda em fase de entrega pelas transportadoras. Devido ao bloqueio, arrisco-me a perder este valor na totalidade, uma vez que compradores podem reclamar o reembolso dos artigos já enviados, ficando com o dinheiro e com o produto, e eu sem nenhum dos dois. Já contactei a empresa por e-mail a contestar formalmente o bloqueio, mas até agora só recebi respostas automáticas, sem qualquer resolução do problema. Caso a conta não seja desbloqueada ou o valor não me seja restituído na totalidade, informo que avançarei com uma ação em tribunal de pequenas causas (Julgados de Paz), exigindo não só o valor perdido, como também o pagamento das custas judiciais associadas ao processo.
Reembolso não realizado
Exmos. Senhores, Após inúmeros contactos com a About You acerca do reembolso das sapatilhas Handball Spezial (pedido aypt-685-375869610) feito no dia 16 de julho, este ainda não foi reembolsado. Já contactei diversos colegas, onde me disseram sempre que o reembolso teria sido iniciado mas não concluído, tendo cada um dado seguimento ao mesmo e que eu deveria receber o montante nos dias seguintes. Até à data, ainda não recebi nada. Considero esta uma situação deplorável, uma vez que cumpri todos os prazos e regras de reembolso das sapatilhas, e estou há quase dois meses à espera do reembolso de um montante que me pertence. O período de tempo que passou já é tão alargado que já nem é possível procederem ao reembolso da mesma forma como procedi ao pagamento inicial das sapatilhas - por MBway. Já tive de introduzir o meu IBAN na minha área pessoal da App, o que, mesmo assim, não deu em nada no processo da devolução do dinheiro. Está a tornar-se uma situação desagradável e incomodativa, uma vez que não há reembolso à vista, nem qualquer outro tipo de atenção ao cliente. Com os melhores cumprimentos, Inês Figueiredo
Bilhetes não recebidos - Falta de assistência
Comprei dois bilhetes para uma peça de teatro no dia 18/09, às 21h, através do site TicketSwap, já que estavam esgotados na bilheteira física. Quando abri o PDF enviado pelo vendedor, percebi que, em vez dos bilhetes, estavam apenas os recibos da compra dos bilhetes e dos custos de operação. Assim que me apercebi, por volta do meio-dia do próprio dia do evento, entrei em contacto com a TicketSwap. Fui inicialmente atendida por um assistente virtual, ao qual anexei o ficheiro com os recibos, recebendo a indicação de que um assistente humano me responderia. Aguardei mais de uma hora e não obtive qualquer resposta. Tentei ainda ligar, mas fui informada de que não existe contacto telefónico disponível. Também enviei mensagem pelo Facebook, sem sucesso. No site e na aplicação, não existe forma de contactar o vendedor diretamente. Até à hora do evento, não recebi qualquer assistência por parte da TicketSwap. Senti-me completamente desiludida com um site que já utilizei antes e no qual confiava. Faço esta reclamação pois perdi a oportunidade de assistir a uma peça de teatro única e exijo o reembolso do valor pago pelos bilhetes. Contudo, o desgaste e a frustração que senti não têm preço.
Reclamação e pedido de pagamento – Raspadinha “Puzzle de Prémios”
Exmos. Senhores, Venho apresentar uma reclamação relativamente à raspadinha “Puzzle de Prémios”, cujas instruções indicam: “Raspe a área de cada jogo. Se encontrar dois símbolos iguais ganha a quantia, ou a soma das quantias, indicadas debaixo desses mesmos símbolos. Se a quantia aparecer em azul, ganha DUAS VEZES essa mesma quantia.” No bilhete que adquiri surgiram quantias apresentadas a azul. Pela leitura objetiva das instruções impressas no próprio bilhete, a frase “Se a quantia aparecer em azul, ganha DUAS VEZES essa mesma quantia” surge como uma condição autónoma, separada da regra anterior por um ponto final. Em nenhuma parte das instruções é indicado que a atribuição do prémio relativo às quantias a azul esteja condicionada à existência prévia de dois símbolos iguais. Caso a intenção dos Jogos Santa Casa fosse que a regra da quantia azul apenas se aplicasse quando existissem dois símbolos iguais, essa condição deveria estar expressamente indicada, por exemplo: “Se encontrar dois símbolos iguais, ganha a quantia indicada e, caso essa quantia esteja a azul, ganha duas vezes esse valor.” Não é essa, contudo, a redação utilizada no bilhete que me foi vendido. Acresce que existem outras reclamações de consumidores relativamente exatamente à mesma interpretação desta raspadinha, o que demonstra que a redação utilizada não é suficientemente clara e pode induzir os jogadores em erro. Assim, e tendo adquirido o bilhete com base nas condições nele impressas, solicito o pagamento do valor correspondente às quantias apresentadas a azul, contabilizadas em dobro, exatamente nos termos em que a regra se encontra escrita no bilhete. Não considero suficiente uma explicação posterior de que a intenção da regra seria diferente daquilo que está efetivamente impresso. Enquanto consumidor, não tenho acesso a uma intenção interna ou a regras não expressas no bilhete; tenho apenas acesso às condições que me são apresentadas no momento da compra. Solicito, por isso: 1. O pagamento do valor que resulta da aplicação literal da regra relativa às quantias a azul, isto é, duas vezes as respetivas quantias; 2. A indicação concreta de onde consta, nas instruções impressas no bilhete, que a regra das quantias a azul depende obrigatoriamente da existência de dois símbolos iguais; 3. A fundamentação formal, caso entendam recusar o pagamento solicitado; 4. A revisão da redação das instruções desta raspadinha, de forma a eliminar esta ambiguidade para futuros jogadores. Junto fotografia do bilhete para comprovação e solicito que o mesmo seja analisado. Aguardo o pagamento do valor devido ou, em alternativa, uma resposta formal e devidamente fundamentada que explique a recusa à luz da redação efetivamente impressa no bilhete.
Cancelamento da adesão sem a multa proposta pela empresa !
Quero deixar expressamente registado que não autorizei essas alterações contratuais e não dei autorização para a renovação ou prolongamento da minha fidelização. Não considero aceitável que uma terceira pessoa tenha efetuado alterações às condições do meu contrato e que, como consequência, eu tenha ficado sujeita a uma mensalidade significativamente mais elevada e a um novo período de fidelização. Desta forma, não reconheço a nova fidelização que me está a ser imputada e solicito que a NOS apresente a prova da minha autorização expressa para a alteração das condições contratuais e para o prolongamento/renovação da fidelização. Face ao conjunto de situações acima descritas — nomeadamente a oferta da televisão que não foi cumprida, os problemas persistentes com o serviço de internet, a box que não funciona e, principalmente, as alterações contratuais que não autorizei — solicito o cancelamento dos meus serviços NOS sem qualquer penalização, indemnização ou cobrança de encargos relativos ao período de fidelização.
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