Reclamações públicas
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ruído excessivo
Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente ao ruído excessivo proveniente de um restaurante localizado nas proximidades da minha residência. Com frequência, são realizados eventos e festas de aniversário com música em volume muito elevado, prolongando-se por vezes até cerca das 02h00 da madrugada, sobretudo às sextas-feiras. Durante o verão, esta situação ocorre praticamente todas as sextas-feiras e fins de semana. Em algumas ocasiões são também utilizados fogos de artifício. Esta situação afeta diretamente o meu descanso, tendo em conta que trabalho aos sábados de manhã,e segundas feiras, impedindo-me de desempenhar o meu trabalho nas devidas condições e com a segurança necessária. Solicito, assim, a verificação desta situação e a adoção das medidas necessárias para garantir o cumprimento das normas legais relativas ao ruído. Com os melhores cumprimentos,
Longa espera
Exmos Srs Eu Carla Maria Rocha Falé Fialho, cliente n° 1263632216 e com o número de conta: 1479157415, venho apresentar queixa contra a Meo pois desde Novembro que tento comprar um equipamento a prestações, e até à data de hoje que voltei a ligar disseram que estou em lista de espera para gerar u.a referência multibanco para pagar o valor de entrada, isto é mais do que ridículo é gozar com o cliente 6 meses de espera para ganhar um voucher de 100€, fiz reclamação 2 vezes na provedoria da Meo a qual também não obtive resposta, já perdi a conta de vezes que liguei para tentar resolver mas ainda nada, espero que sendo sócia da Deco possam interceder por mim e me ajudem a resolver esta questão o mais breve possível, obrigada Cumprimentos Carla Fialho 11/05/2026 Cumprimentos.
Pagamento de portagens indevido
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente a cobranças de portagens associadas à viatura com a matrícula 8086BR, as quais não foram realizadas por mim nem com o meu veículo. Informo que não faço deslocações com a viatura e que a mesma foi submetida a inspeção em fevereiro, encontrando-se desde essa data imobilizada por avaria, não tendo circulado em qualquer via desde então. Face ao exposto, considero tratar-se de um erro de identificação ou eventual utilização indevida da matrícula. Solicito a vossa análise detalhada desta situação, bem como o cancelamento das cobranças indevidas. Solicito ainda que me sejam facultados os registos associados às passagens em questão, nomeadamente imagens, para verificação do sucedido. Estou disponível para colaborar no esclarecimento desta situação, podendo fornecer documentação comprovativa do estado de imobilização da viatura, caso necessário. Com os melhores cumprimentos, Rogério Ferreira NIF 179388908 912689603
Hotel de 5 estrelas????
Como se pode comprovar pela fatura enviada por email, estive alojada no vosso hotel no dia 10 de abril passado. Éramos um grupo de 5 pessoas a fazer um passeio pelo centro do país e eu estava encarregue da escolha dos hotéis e do percurso. O hotel Montargil, de 5 estrelas, era o último do percurso. Como organizadora, estava expectante num excelente final, após umas ótimas férias. Infelizmente, venho por este meio expressar o meu descontentamento, pois a experiência foi lamentável pelo que passo a enumerar: - Apesar de ser visível que o hotel não estava com ocupação máxima, e eu não tenha pedido quartos superiores para não sobrecarregar o resto do grupo, foram-nos atribuídos três quartos contíguos, muito provavelmente os piores da unidade hoteleira. O meu quarto era o 523 e tinha uma porta de comunicação para um dos quartos dos meus amigos, que não são meus filhos...A vista era para um poste de eletricidade! - Até à meia noite e 10 minutos fomos impedidos de descansar devido a ruído de obras mesmo coladas aos nossos quartos, homens a falar alto, um motor a trabalhar (provavelmente uma betoneira) e ruídos agudos de objetos metálicos e de madeira a ser manuseados. Contactei nessa altura a receção, que se disponibilizou para ir averiguar da situação, mas o barulho só cessou à meia noite e 35 minutos. Entre as 6 e as seis e 10 minutos da manhã regressou o barulho de um motor, mas não posso especificar do que se terá tratado. A noite de descanso foi tudo menos isso! - Na hora do pequeno almoço havia uma excelente sala, com um pianista a tocar ao vivo. E embora ainda estivessem livres 2 mesas de quatro pessoas, não houve a disponibilidade de nos acomodar e fomos encaminhados para uma sala contígua, sem ninguém na altura, mais uma vez com vista para a parede e que acabou por ficar cheia de crianças. Na hora do check out, manifestei o meu descontentamento presencialmente, depois de ter pedido para falar com um elemento responsável, mas até à data não recebi qualquer contacto, pedido de desculpas ou tentativa de mitigação dos danos causados. Fico a aguardar a vossa resposta o mais breve possível. Os meus cumprimentos,
Renault Megane AG-11-ZM anómalia desde primeiro dia de compra
A reclamante adquiriu, em 29.09.2023, à entidade reclamada, uma viatura Renault Mégane (matrícula AG-11-ZM), pelo valor de € 25.440,00. A viatura foi entregue em 17.10.2023 e, no próprio dia, aquando da primeira utilização, apresentou anomalia no sistema (“mandar verificar anti-poluição”), tendo tal situação sido de imediato comunicada ao vendedor. Na sequência dessa comunicação, a viatura foi recolhida às oficinas da entidade reclamada, tendo sido efectuada intervenção (“regeneração”), sem resolução definitiva do problema. Desde então, a viatura tem evidenciado anomalias graves e persistentes, tendo sido submetida a múltiplas intervenções técnicas (pelo menos 12), sem que tenha sido alcançada uma solução definitiva. As sucessivas intervenções implicaram períodos prolongados de imobilização da viatura, sem que tenha sido disponibilizada viatura de substituição. Em março de 2026, foi apresentado orçamento no montante de € 8.508,96, cuja imputação à aqui reclamante se rejeita, por se tratar de defeito existente desde a entrega do veículo. A situação configura falta de conformidade do bem, nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021. A reclamante já exerceu o direito à resolução do contrato junto da entidade reclamada, encontrando-se a aguardar resposta. Solicita-se a apreciação da presente reclamação e a adopção das medidas que se mostrem adequadas face aos factos expostos.
Demora na decisão pós peritagem
xmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente à gestão do sinistro participado no dia 26 de fevereiro, no âmbito do meu seguro multirriscos habitação. A participação foi efetuada devido a uma infiltração de água proveniente da minha habitação, que está a afetar a fração do vizinho. Devido a esta situação, encontro-me impossibilitada de utilizar qualquer ponto de água na minha casa, incluindo torneiras e descarga do autoclismo, o que representa uma situação extremamente grave e urgente. Já dei conhecimento que estou numa situação especialmente urgente visto estar gravida de quase 8 meses e não termos qualquer previsão de uma resposta da parte da seguradora. Após insistência da minha parte, a peritagem foi finalmente realizada no dia 26 de março. Nessa ocasião, o perito concluiu ser necessária uma intervenção de procura destrutiva, nomeadamente a abertura de parede na habitação do vizinho. Na hora não foi feita a intervenção necessária visto ser necessária indicação da parte da seguradora de que se poderia avançar com a procura. Aguardei a chamada da seguradora, no entanto não fomos contactados. Desde então, tenho tentado obter esclarecimentos junto dos serviços de apoio ao cliente, abri uma reclamação na segurada e no livro de reclamações todas sem resposta até agora. Contactei telefonicamente por diversas vezes e, em todas as ocasiões, foi-me indicado um prazo de 48 horas para resposta, o qual nunca foi cumprido. Até à presente data, continuo sem qualquer contacto ou indicação concreta sobre a resolução do problema.
processo de recrutamento / entrevista 22-04-2026
No dia 22 de abril de 2026, pelas 11h, participei num processo de entrevista para a empresa Alma Lusa, na Comporta. A entrevista foi conduzida inicialmente pelo Diretor-Geral da empresa, juntando-se posteriormente o Diretor de Restauração, já com algum atraso. Durante a reunião, foi-me garantido que receberia uma resposta ainda nessa mesma semana, independentemente do resultado do processo de recrutamento. Até à presente data, não recebi qualquer contacto. Desloquei-me cerca de 40 km (ida e volta) para comparecer à entrevista e apresentei o meu percurso profissional internacional, bem como a minha experiência na área. No entanto, considerei o processo pouco profissional, uma vez que não foram colocadas perguntas estruturadas e objetivas sobre as minhas competências ou adequação à função. Durante a conversa, o Diretor-Geral da empresa referiu várias vezes que eu era um “bom contador de histórias”, comentário que considerei inadequado num contexto profissional. A participação do Diretor de Restauração foi bastante reduzida, demonstrando pouco envolvimento na avaliação do candidato, ao ponto de eu próprio ter de sugerir que me fossem colocadas perguntas, perante o silêncio mantido durante parte da entrevista. O mais lamentável foi a ausência total de resposta posterior, apesar do compromisso assumido no final da entrevista. Considero esta atitude uma falta de respeito pelo tempo, disponibilidade e deslocação do candidato, além de revelar falta de profissionalismo e ausência de acompanhamento adequado do processo de recrutamento. Partilho esta situação para alertar para a importância de práticas de recrutamento mais responsáveis, transparentes e respeitadoras dos candidatos.
Vale não usufruído
Tenho a aplicação pingo doce, na qual fiz uma compra para obter vale de desconto Pingo Doce e BP O Vale pingo doce consegui usufruir Mas o da BP tivemos problemas com a aplicação e não conseguimos usufruir do desconto 20€ em gasóleo/gasolina Na qual liguei para a linha de apoio e o que me foi dito foi que esse valor poderia ser reposto mas não daria para gastar o valor como o cupão (o cupão pode-se usufruir do valor 20€ basta que se gaste mais um euro o que que se queira) ao contrário do valor que fica em saldo e só se pode gastar consoante a tabela ( teria de por 80€ de gasóleo /gasolina para usufruir os 20 euros na totalidade) Não tendo culpa que a aplicação não daria para conseguir fazer usufruto do vale que me foi atribuído Resumindo participei numa campanha na qual sai prejudicada com os 20 € em BP na qual não usufruí devido a aplicação
Encomenda não recolhida
Subject: Reclamação – Amazon.es – Pedido n.º 402-7381899-4957943 – Devolução não recolhida Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação contra a Amazon.es, relativamente ao pedido n.º 402-7381899-4957943, no valor de 128,08 €. O pedido foi efetuado em 13 de março de 2026. Em 12 de abril de 2026, iniciei o processo de devolução através do site da Amazon.es, tendo a empresa aceite a devolução. Desde essa data, nunca recebi qualquer contacto ou tentativa de recolha por parte da transportadora designada pela Amazon, pelo que o artigo permanece na minha posse. Contactei a Amazon.es em múltiplas ocasiões para resolver a situação. Em todas as interações, o processo de recolha foi simplesmente reiniciado sem que qualquer resultado efetivo tenha sido alcançado — a transportadora nunca apareceu nem estabeleceu contacto comigo. Ao aceitar formalmente a devolução, a Amazon.es assumiu a obrigação de proceder à recolha do artigo e ao consequente reembolso. O incumprimento sistemático dessa obrigação constitui uma falha contratual grave. Pretendo: 1. Que a Amazon.es efetue o reembolso integral de 128,08 € sem dependência de uma recolha que sistematicamente não acontece; ou 2. Que seja estabelecido um prazo concreto e vinculativo para a recolha do artigo, com confirmação escrita. Solicito a vossa intervenção junto da Amazon.es para resolução célere desta situação. Fico disponível para fornecer qualquer documentação adicional que considerem necessária, nomeadamente prints das comunicações com o apoio ao cliente da Amazon. Com os melhores cumprimentos, Manuel Ferreira
Inconsistências contratuais, renovação automática e informação contraditória sobre coberturas
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação formal relativamente ao meu contrato Medicare, por considerar que existiram falhas graves de informação, transparência contratual e apoio ao cliente relativamente à renovação automática do contrato e às coberturas do seguro associado ao plano. 1. Inconsistências nas datas contratuais e renovação automática No dia 28/04, às 19h57, contactei telefonicamente a Medicare com o objetivo de obter informações sobre como proceder ao cancelamento/não renovação do contrato. Durante essa chamada, foi-me informado que a data de contratação do contrato seria 26/05/2025 e que, por esse motivo, eu já não poderia impedir a renovação automática, uma vez que o contacto foi realizado após o prazo limite alegadamente aplicável. No entanto, verifiquei posteriormente diversas inconsistências nas datas constantes da documentação contratual e da própria aplicação Medicare. Nas Condições Particulares do contrato surgem duas datas diferentes no mesmo documento: - 05/06/2025; - e 26/05/2025. Além disso, os campos destinados à assinatura encontram-se em branco. Verifiquei ainda que a própria aplicação Medicare apresenta informações contraditórias relativamente às datas contratuais. Na aplicação surge indicada uma “Data de contratação” de 26/05/2025, mas simultaneamente aparece a informação de que o contrato “expira a 5/5/2027”. Estas datas não são coerentes entre si nem coincidem integralmente com as datas presentes nas Condições Particulares do contrato. Considero que estas discrepâncias comprometem gravemente a clareza da informação contratual disponibilizada ao consumidor e impossibilitam a correta compreensão: - da efetiva data de celebração do contrato; - da data de renovação; - e do prazo correto para oposição à renovação automática. Durante a chamada de 28/04 manifestei ainda que não concordava com a informação que me estava a ser transmitida, tendo inclusivamente referido que a colaboradora estava a transmitir a informação de forma extremamente rápida e pouco clara, dificultando a correta compreensão das condições apresentadas. Posteriormente, no dia 06/05, às 16h04, fui contactada telefonicamente pela Medicare para questionarem os motivos pelos quais não pretendia renovar o contrato. Durante essa chamada expliquei que o meu marido se encontrava sem trabalhar. Nessa mesma conversa foi-me referido pela colaboradora que os pontos Medicare poderiam ajudar nas despesas de alimentação, afirmação com a qual não concordei, por considerar que os referidos pontos não permitem efetivamente suportar esse tipo de despesas da forma como me foi sugerido. Após essa chamada, recebi no dia 06/05, às 16h08, um email da Medicare a indicar que a não renovação do meu contrato se encontrava “agendada”. Esta informação contradiz aquilo que me tinha sido anteriormente transmitido telefonicamente, nomeadamente que já não seria possível impedir a renovação do contrato. 2. Cobertura de Incapacidade Temporária Absoluta para o Trabalho (ITA) Posteriormente, no dia 08/05, às 19h28, contactei novamente a Medicare para obter esclarecimentos relativamente à cobertura de “Incapacidade Temporária Absoluta para o Trabalho por Acidente ou Doença (ITA)”, uma vez que o meu marido, incluído no plano Medicare, se encontrava de baixa médica. Durante essa chamada foi-me informado que o meu marido não teria direito ao capital associado a esta cobertura por não ser o “titular” do plano. No entanto, nas condições contratuais disponibilizadas pela Medicare, a cobertura ITA refere-se à “Pessoa Segura”. A definição apresentada na nota informativa refere: “Pessoa Segura: Pessoa singular no interesse da qual o Contrato é celebrado ou a pessoa sujeita aos riscos, que, nos termos acordados, são objeto deste Contrato.” A Medicare informou-me telefonicamente que esta definição corresponde exclusivamente ao titular do plano. Contudo, eu não concordo com essa interpretação, uma vez que considero que a expressão “Pessoa Segura” também pode incluir os restantes beneficiários abrangidos pelo plano, nomeadamente quando estes estão efetivamente incluídos no agregado e cobertos pelo contrato. A própria aplicação Medicare faz referência simultânea a “Titular | Beneficiário” e indica que o contrato possui 2 beneficiários, o que reforça ainda mais a interpretação de que existem outras pessoas abrangidas pelo plano para além do titular principal. Considero que a redação apresentada é ambígua e suscetível de induzir o consumidor em erro quanto ao verdadeiro alcance das coberturas disponibilizadas aos restantes elementos do agregado familiar. Além disso, quando solicitei esclarecimentos adicionais, foi-me indicado pela Medicare que deveria tratar diretamente dessa questão com a APRIL. No entanto, na própria nota informativa consta expressamente que a Medicare é a “Tomadora do Seguro”, sendo a entidade que celebrou o contrato de seguro com a APRIL em representação das seguradoras. Assim, não considero aceitável que a Medicare se demita de prestar esclarecimentos relativamente a um produto que comercializa e relativamente ao qual figura contratualmente como Tomadora do Seguro. Face ao exposto, solicito: - Esclarecimento formal e detalhado relativamente às datas efetivas do contrato; - Esclarecimento relativamente à discrepância entre as várias datas apresentadas; - Fundamentação legal e contratual relativamente à renovação automática aplicada; - Indicação expressa da cláusula contratual que exclui os restantes beneficiários da cobertura ITA; - Fundamentação formal para a interpretação da expressão “Pessoa Segura” como sendo exclusivamente o titular do plano; - Reavaliação da situação apresentada; - E resposta formal à presente reclamação. Informo que a presente reclamação será igualmente remetida para as entidades competentes, nomeadamente ASF, Livro de Reclamações e demais entidades de defesa do consumidor, para apreciação da situação descrita.
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