Reclamações públicas

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R. A.
26/06/2026

Impressora HP que não Funciona/Quero o meu dinheiro

Exmos senhores Em 2026/03/16 adquiri uma impressora Smart tank 7306 hp, cheguei e procedi a sua instalação inicialmente funcionou mas passado uns dias deixou de funcionar corretamente e eu pensei fiz qualquer coisa de errado, chamei um técnico para fazer a sua instalação, a impressora funcionou corretamente mais dois ou três dias liguei o técnico e ele disse-me isso e defeito , leva para a garantia, mas entre uma e outra e outra tinha passado um dia ou dois de poder trocar a impressora, a mesma foi para reparação. Esperei um mês certinho para que me informassem de alguma coisa, no final do mês recebo uma mensagem para ir levantar o equipamento, quando o vou lentar pergunto qual era a anomalia e respondem '' é um novo'', Eu penso, ok desta vez vai funcionar.... Fim de semana venho para casa na segunda feira quando ligo ao técnico e agendo para ele vir instalar a impressora marcamos, pois ja não arrisquei...... Impressora instalada e lá vamos nós funciona mias um dia, desprograma-se , e la vou eu de novo com ela para assistência, dia 30 faz de novo um mês e eu pedi para ser reembolsada pois não quero mais aquela marca até hoje nada.. Comprei uma impressora porque precisava de imprimir e de digitalizar é inadmissível continuar assim. A worten e a HP não estao a dar qualquer resposta ao clientes.

Resolvida
L. G.
26/06/2026

Immediate Contract Termination and Refund Request due to Shop Closure

Subject: Immediate Contract Termination and Refund Request due to Shop Closure – my nif number 517199637 Dear Prosegur Support / Complaints Resolution Team, I am writing to formally lodge a complaint regarding the continuous unauthorized billing for the security camera services at my commercial establishment. I used to run a salon named "Gill Barber Unisex Salon" located at R. Cel. Andrada Mendoça 7A N/A, 2500-148 Caldas da Rainha. When the cameras were installed, your agent, Mr. Nuno, explicitly assured me that when I closed the shop, the contract would be terminated and the equipment would be removed. It has now been one full year since my salon was officially closed. Despite the shop being completely shut down and no services being utilized, Prosegur has failed to cancel my contract and has continued to auto-deduct the monthly subscription fee from my bank account for the past 12 months. I am currently facing a very difficult situation and am in a major financial crisis (problema). Charging a customer for a service that is not being provided—especially after the business has been closed for a year—is completely unfair and illegal. I urgently need all my wrongfully deducted money back. Therefore, I request the following actions to be taken immediately:

Encerrada

Empresa não cumpre as obrigacoes

Srs., Apesar de minhas reclamações por email constantes no último ano vcs além de não darem atenção para minha reclamação sobre mofo e bolor no apto 2 esq do beco João alves 4, tive que pagar 3 limpezas para tirar o mofo e bolor, além de não poder usar o armário do quarto devido a infiltração e umidade. Como se não bastassem esses problemas o contrato não foi registrado de maneira correta e após 8 meses da minha saída ainda não recebi a devolução do caução. Prejuízos e falta de respeito.

Encerrada
R. F.
26/06/2026

rescisão de contrato

Reclamação à DECO Proteste – Cobrança indevida após cessação de contrato Prosegur Alarms Venho solicitar a intervenção da DECO Proteste relativamente a um litígio que mantenho com a Prosegur Alarms, referente ao contrato de prestação de serviços n.º 1224747, celebrado em setembro de 2020. Durante quase seis anos fui cliente da Prosegur e cumpri sempre integralmente todas as minhas obrigações contratuais, pagando pontualmente todas as mensalidades, sem nunca ter existido qualquer incumprimento da minha parte. No dia 16 de abril de 2026, devido a dificuldades financeiras que me obrigaram a reduzir despesas não essenciais, comuniquei por escrito a minha intenção de cessar o contrato, através de uma carta assinada enviada por email. Após esse pedido, enviei diversos emails à Prosegur solicitando a confirmação da receção da carta e esclarecimentos sobre a data efetiva de cessação do contrato. Apesar das sucessivas tentativas de contacto, nunca obtive qualquer resposta por parte da empresa. Recebi apenas mensagens automáticas de confirmação de receção, sem qualquer resposta de um colaborador ou qualquer esclarecimento relativamente ao processo de rescisão. No dia 5 de maio de 2026, efetuei o pagamento da última mensalidade que considerava devida, correspondente ao período de aviso prévio, e procedi ao cancelamento da autorização de débito direto bancário. Entretanto, a Prosegur interrompeu unilateralmente a prestação do serviço de alarme, sem me enviar qualquer comunicação escrita a confirmar a cessação do contrato, sem indicar a data em que a mesma produzia efeitos e, sobretudo, sem informar que pretendia exigir qualquer indemnização ou o pagamento de mensalidades até setembro de 2026. Apenas no dia 11 de junho de 2026, mais de um mês após o meu pedido de cancelamento e várias semanas depois de o serviço já ter sido desligado, recebi um contacto telefónico de um colaborador da Prosegur informando-me, pela primeira vez, de que a empresa não aceitava o cancelamento nos termos por mim solicitados e que pretendia cobrar as mensalidades até setembro de 2026, apesar de já não prestar qualquer serviço. Considero esta atuação manifestamente contrária aos princípios da boa-fé, da transparência e da informação que devem reger as relações de consumo. Se a empresa entendia que existia qualquer obrigação de pagamento após a cessação do serviço, deveria tê-lo comunicado por escrito logo após a receção do meu pedido de cancelamento, permitindo-me conhecer a sua posição e exercer os meus direitos. Em vez disso, limitou-se a ignorar todos os meus pedidos de esclarecimento, interrompeu o serviço e apenas muito mais tarde comunicou verbalmente a intenção de continuar a cobrar por um serviço que já não era prestado. Na sequência desta situação apresentei reclamação através do Livro de Reclamações. Na resposta recebida, a Prosegur alegou que o contrato se teria renovado automaticamente por mais um ano por não ter sido denunciado com a antecedência prevista nas condições gerais, sustentando que, apesar de ter aceite a cessação do contrato em 24 de maio de 2026, eu continuaria obrigada a pagar uma indemnização correspondente às mensalidades até 3 de setembro de 2026, invocando para esse efeito o artigo 1172.º do Código Civil relativo aos lucros cessantes. Discordo desta posição pelos seguintes motivos: Sou cliente da Prosegur desde setembro de 2020 e cumpri integralmente o contrato durante quase seis anos, encontrando-se há muito ultrapassado o período inicial de fidelização. No momento da contratação, foi-me expressamente garantido pelo agente comercial da Prosegur que, após o primeiro ano, o contrato poderia ser cancelado a qualquer momento. Esta informação foi determinante para a minha decisão de contratar. Caso as condições atualmente invocadas pela empresa sejam diferentes, considero que fui induzida em erro através da informação prestada pelo seu representante comercial. A própria Prosegur decidiu cessar a prestação do serviço em maio de 2026. Não considero admissível exigir o pagamento de mensalidades relativas a um período durante o qual nenhum serviço é prestado ao consumidor. A empresa nunca respondeu aos meus pedidos escritos de esclarecimento, nunca me notificou por escrito da alegada obrigação de indemnização e apenas comunicou essa posição através de um contacto telefónico realizado após a interrupção do serviço. A indemnização exigida corresponde, na prática, ao pagamento integral das mensalidades até ao final do período de renovação, sem que tenha sido demonstrada qualquer perda efetiva sofrida pela empresa. Entendo que esta exigência é desproporcionada e poderá configurar uma cláusula contratual geral abusiva, nos termos do Decreto-Lei n.º 446/85. Face ao exposto, solicito o apoio da DECO Proteste para analisar a legalidade da posição assumida pela Prosegur e intervir junto da empresa com vista à resolução deste litígio. Pretendo obter: o cancelamento definitivo de todas as faturas e cobranças emitidas após a cessação do serviço; a anulação da indemnização reclamada pela Prosegur; a emissão de uma declaração escrita confirmando o encerramento definitivo do contrato e a inexistência de qualquer saldo devedor. Junto a esta reclamação os documentos comprovativos, incluindo a carta de cancelamento, os emails enviados à Prosegur, os comprovativos de pagamento, a resposta da empresa ao Livro de Reclamações e a minha contestação. Agradeço, desde já, a apreciação desta situação e todo o apoio que a DECO Proteste possa prestar na defesa dos meus direitos enquanto consumidora. Renata Santos de Figueiredo

Encerrada
R. P.
26/06/2026
Evora Studio

Encomenda recebida nao foi o que encomendei

Boa tarde, Venho por este meio pedir a devolução dos sapatos que comprei, o que encomendei foi "Sandalias de Cunha com Plataforma. file-2026-06-26 11_45_26-Settings E o que me foi enviado foi isto neste estado: *fotos em anexo Agradecia informação de como proceder a devolução o mais rápido possível e de como me ser enviado a encomenda correcta. Com os melhores cumprimentos Raquel Pereira - 9696933222 evorastudiocustomers@gmail.com

Encerrada
P. D.
26/06/2026

ENCOMENDA ALEGADAMENTE NA CAIXA DO CORREIO MAS NÃO ESTAVA LÁ NADA

No dia 20 de junho recebi uma notificação dos CTT Expresso a informar que a minha encomenda tinha sido entregue na minha caixa de correio, acompanhada da respetiva prova de entrega. No entanto, ao verificar a caixa de correio, constatei que a encomenda não se encontrava no local. No dia 22 de junho entrei em contacto com o serviço de apoio ao cliente para reportar a situação e solicitar esclarecimentos sobre o paradeiro da encomenda. Apenas dois dias depois, a 24 de junho, fui informado de que o distribuidor iria deslocar-se à minha morada para "regularizar a situação". No dia 25 de junho efetuei duas chamadas para os CTT Expresso. A primeira, pelas 08h30, teve como objetivo confirmar em que dia e a que horas o distribuidor iria passar na minha morada, tendo-me sido garantido que a visita ocorreria nesse mesmo dia. Como ninguém compareceu, voltei a contactar o apoio ao cliente pelas 18h00, tendo sido informado de que o distribuidor poderia passar no dia seguinte. Hoje, dia 26 de junho, voltei a contactar o apoio ao cliente para perceber se seria finalmente efetuada a entrega da minha encomenda. Para meu espanto, fui informado de que a situação já se encontrava "regularizada". No entanto, continuo sem ter recebido a encomenda, continuo sem saber o que aconteceu, onde se encontra o distribuidor ou quando será efetuada a entrega. O mais preocupante é que, durante o contacto telefónico, a única justificação apresentada foi a de que a situação se encontra regularizada porque "já está fora do prazo", o que é manifestamente inaceitável. O facto de ter sido ultrapassado o prazo de resposta não resolve o problema nem substitui a entrega da encomenda ou uma explicação sobre o sucedido. Solicito, por isso, um esclarecimento imediato sobre o paradeiro da minha encomenda, bem como uma solução célere para esta situação, que se arrasta há vários dias sem qualquer resolução efetiva.

Encerrada
D. S.
25/06/2026

Pedido nao chegou

Pedi 2 pedidos parachoques tras e uma porta da mala, no tracking online diz que foi entregue no armazem da B-Part no dia 2-06-26 elos enviaram um email que a companhia Alcotrans ira entregar na minha morada para nao fazer caso do tracking, chegou no dia 22-06-2026 fiz reclamaçao que nao veio o parachoques tras e que a tampa da mala veio o parabrisas partido fiz a reclamaçao no dia 23 elos estao dizer q ja pasou o prazo eu tendo probas do papel da tranportadora q foi entregue no dia 22 elos ja nao respondem nao sei q Fazer o parabrisas é o de menos o importante é o parachoques

Resolvida
O. R.
25/06/2026

Ssd defeituoso

Comprei um ssd outubro 2025 na loja pcdiga benfica, em maio 2026 ele apresentou problemas no qual meu computador não iniciava mais. Levei até a loja pcdiga e eles enviaram para análise, me fizeram esperar um mês e depois dizem que o produto estava defeituoso e que fariam o reembolso do valor para que eu pudesse comprar outro, porém um novo custa quase 3 vezes o valor do que custava em outubro. Paguei 64,99 e um novo hoje 160 euros. Essa empresa tem 0 respeito com o consumidor deles. Por qual motivo não me enviaram um ssd equivalente ao meu? Eu não tenho culpa se a loja não tem estoque. Perdi arquivos de anos que estavam nesse ssd, fotos da minha avó que faleceu estavam nesse ssd, entre outros arquivos importantes para mim

Encerrada
E. M.
25/06/2026
5 àSec - Alegro Setúbal

Serviço prestado pela 5àsec Alegro Setúbal (Loja 028)

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente ao serviço prestado pela loja 5àsec Alegro Setúbal (Loja 028), referente à limpeza de várias peças de vestuário, entregues no dia 23 do corrente mês, conforme fatura em anexo. No momento da entrega das peças, procurei esclarecer junto da funcionária a natureza de cada artigo, para que fosse aplicado o tratamento adequado para que as peças fossem devidamente tratadas. (já havia tido uma má experiência nesta loja em outro momento - foram-me entregues, duas t-shirts com as mesmas nódoas). No entanto, verifiquei posteriormente que foram efetuadas classificações incorretas de algumas peças e, mais grave, que as mesmas, apesar de passadas e embaladas em mangas plásticas, foram devolvidas com as nódoas que já apresentavam antes da lavagem. Em concreto: • Uma echarpe foi faturada como cachecol, apesar de se tratar de uma peça distinta, com características e necessidades de tratamento diferentes. Tal circunstância poderia ser de menor relevância se a mesma não tivesse sido devolvida exatamente com as mesmas nódoas que apresentava antes da limpeza; • A funcionária preparava-se para registar um vestido de cerimónia, ao que esclareci de imediato que não se tratava de uma peça dessa natureza (não apresentava apliques, bordados ou quaisquer características associadas a vestuário de cerimónia), sendo apenas um vestido simples comprido. Apesar dessa indicação, a peça acabou por ser registada como “vestido de noite”, tendo sido cobrado o valor correspondente a essa categoria (tem diferença no preçário registado). Mais grave do que as incorreções na classificação das peças foi o resultado do serviço prestado: • As nódoas existentes no vestido não foram removidas; • As nódoas existentes na echarpe não foram removidas; • A gravata foi devolvida com manchas que não apresentava anteriormente; • A camisa branca foi devolvida com uma nódoa visível. Importa ainda referir que o valor total pago pelo serviço (68,60 €), não se coaduna com a qualidade do resultado obtido, uma vez que as principais nódoas permaneceram nas peças após a limpeza. Assim, além das incorreções na identificação e faturação das peças, o objetivo principal do serviço contratado — a higienização e remoção de nódoas — não foi alcançado, tendo algumas peças sido devolvidas em pior estado do que aquele em que foram entregues. Quando levantei estas questões junto da funcionária da loja, a resposta obtida foi apenas que “fizeram o possível”. Sendo esta já a segunda vez que recorro aos serviços desta loja e obtenho um resultado semelhante, considero importante deixar o meu desagrado formalmente registado através da presente reclamação.

Encerrada
L. F.
25/06/2026

Cronologia completa do litígio com a Leroy Merlin

Em setembro de 2025 adquiri um sistema de ar condicionado reversível na Leroy Merlin. A compra incluía igualmente o serviço de instalação, realizado por prestadores de serviços mandatados pela própria Leroy Merlin. Antes da instalação, estava prevista uma visita técnica para verificar a viabilidade da instalação e avaliar as necessidades técnicas do local. No entanto, essa visita nunca aconteceu. Em vez disso, os instaladores chegaram diretamente com o equipamento e procederam imediatamente à instalação, sem qualquer estudo prévio. Não sendo profissional da área, confiei totalmente nas recomendações dos técnicos. Alguns meses depois surgiram danos significativos na divisão situada por baixo da instalação do ar condicionado: infiltrações de água, teto gravemente danificado, humidade, bolor e danos na parede. Os técnicos da Leroy Merlin deslocaram-se ao local para verificar os danos e indicaram que faltava uma ligação que permitisse a correta drenagem dos condensados para um ponto de escoamento. Contactaram imediatamente o respetivo responsável por videochamada para lhe mostrarem os danos e informaram-me de que tanto o teto como a parede seriam reparados. Alguns dias mais tarde, a Leroy Merlin alterou completamente a sua posição e informou-me de que apenas repararia o teto, alegando que a drenagem dos condensados era da minha responsabilidade. Não concordo com esta posição, uma vez que competia aos profissionais da Leroy Merlin aconselhar-me corretamente antes da instalação e informar-me de todas as necessidades técnicas. Para resolver esta situação, solicitei a deslocação da unidade exterior. Inicialmente foi-me apresentado um orçamento de 150 €, incluindo mão de obra, deslocação e material. Após contestação da minha parte, esse valor foi reduzido para 70 €, correspondente apenas ao material. Durante essa intervenção, as reparações prometidas nunca foram corretamente concluídas. Apenas foi substituída uma placa do teto, sem qualquer acabamento, e a parede nunca foi reparada. Os próprios técnicos informaram-me de que não tinham formação para realizar esses trabalhos e que tinham recebido instruções para não os executar. Antes desta intervenção, o ar condicionado funcionava perfeitamente. Após a deslocação da unidade exterior, deixou completamente de produzir frio. Contactei imediatamente a Leroy Merlin. Foram-me marcadas várias intervenções que acabaram sucessivamente por ser adiadas ou canceladas. Depois de confirmar uma intervenção prevista para uma segunda-feira de manhã, ninguém compareceu. Posteriormente foi-me dito que alguém iria durante a tarde e, mais tarde, antes das 16 horas. Mais uma vez, ninguém apareceu. Apesar das várias chamadas e mensagens efetuadas, nenhuma intervenção foi realizada. Perante esta situação, e tendo em conta que o equipamento continuava dentro do período de garantia, fui obrigada a recorrer a um profissional independente. Esse profissional constatou uma fuga no circuito frigorífico, que teve de ser reparada, bem como várias anomalias na instalação, nomeadamente o posicionamento incorreto da unidade exterior. Desta intervenção resultou uma fatura que a Leroy Merlin continua a recusar reembolsar. Posteriormente surgiu ainda um novo problema: a unidade interior passou a verter água para o interior da minha habitação. Esta fuga nunca existiu antes da intervenção realizada pela Leroy Merlin. Quando comuniquei esta situação, foi-me respondido que a Leroy Merlin já não interviria por ter recorrido a um profissional independente, quando esse profissional apenas reparou a fuga do circuito frigorífico e nunca efetuou qualquer intervenção na unidade interior. Há várias semanas que a Leroy Merlin deixou de responder aos meus e-mails, apesar das inúmeras tentativas de contacto. Atualmente: * as reparações do teto e da parede continuam por concluir; * o ar condicionado continua sem funcionar corretamente; * mantém-se uma fuga de água na unidade interior; * a fatura do profissional independente nunca foi reembolsada; * o meu pedido de indemnização no valor de 300 € permanece sem qualquer resposta. Junto à presente reclamação toda a documentação comprovativa, incluindo faturas, fotografias, vídeos, e-mails e mensagens trocadas. Solicito a vossa intervenção para que a Leroy Merlin seja instada a: * repor a instalação em conformidade; * reparar definitivamente o ar condicionado; * reparar integralmente os danos causados na minha habitação; * reembolsar a fatura do profissional independente; * indemnizar-me pelos prejuízos sofridos; * cumprir integralmente as suas obrigações legais e contratuais decorrentes da garantia do equipamento.

Encerrada

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