Reclamações públicas
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Processo encerrado sem aceitação da indemnização e com valores por regularizar
Processo 0030459755 Generali tranquilidade Apresento reclamação relativamente à gestão do meu processo de sinistro, que foi entretanto dado como ENCERRADO pela Companhia, sem que tenha existido da minha parte qualquer aceitação expressa do valor da indemnização apresentado. Foi efetuado um pagamento de apenas 2.329,33 €, sem que me tenha sido previamente apresentada uma proposta final para análise e aceitação e sem que tivesse sido incluído o valor de 184,50 € que suportei diretamente com a pesquisa/peritagem técnica solicitada pela própria Companhia. Para cumprir essa exigência, contratei a empresa HAKA, tendo suportado o custo de 184,50 €. A respetiva fatura, recibo/comprovativo de pagamento, relatório técnico, fotografias e orçamento foram enviados à Companhia aquando da entrega da documentação solicitada. Trata-se, portanto, de uma despesa previamente comunicada, comprovada e do conhecimento da Companhia, que não foi considerada no pagamento efetuado. Permanece igualmente por resolver a situação da fração inferior, que sofreu danos decorrentes da mesma ocorrência. Os danos encontram-se devidamente descritos e fotografados no relatório técnico apresentado, e o orçamento (1858,64€) da HAKA discrimina os trabalhos necessários nas duas frações. A proprietária da fração inferior é uma senhora de idade avançada, vive sozinha, não dispõe de familiares próximos que a possam auxiliar e não possui a caderneta predial solicitada. Esta circunstância não deve impedir indefinidamente a resolução dos danos, quando estes se encontram tecnicamente documentados. Solicito a reabertura do processo, a regularização dos 184,50 € já suportados e comprovados, e a apreciação dos restantes danos, incluindo os da fração inferior. Solicito ainda que seja considerada a possibilidade de o valor correspondente à fração inferior me ser pago diretamente, permitindo-me avançar com a totalidade dos trabalhos orçamentados pela HAKA. Não aceito que o processo seja considerado encerrado sem a minha aceitação expressa da indemnização e sem a regularização integral dos valores e danos devidamente documentados. Solicito uma resposta concreta e urgente.
Fiat tipo
Boa tarde, relativamente ao para choques e ao farol já levei o carro á oficina indicada pelo seguro e stand tive que lá deixar o carro durante uma tarde e chamar um tvde para voltar para casa porque fiquei sem transporte e pagar os custos do tvde , resolução o orçamento que na oficina deram foi muito alto e dai o stand decidiu verem eles o carro e propôseram que eu fosse por o carro a flexicar de Setúbal e trazer um veículo de substituição para veres se estes problemas de encaixes e acessórios partidos se são recentes ou se já podem ter algum tempo, eu indiquei e informei que não fui eu que bati com o carro , não tive qualquer acidente com ele , o senhor na oficina que deu o orçamento mencionou que este problema já tinha talvez 1 ano ou mais , e que o carro foi atamancado para poderem vender , só quero o meu carro em condições e a 100% , esta mesma semana já fui a Setúbal á flexicar entregar o meu carro para ser visto , trouxe um de substituição. Agora vamos ver se aprovam a reparação a reparação e os custos do mesmo, visto que o carro já veio para mim assim .
Reclamação contra a Klass Wagen — violação de dados pessoais, insuficiência da resposta apresentada
Venho apresentar uma reclamação contra a Klass Wagen relativamente ao incidente de segurança de dados pessoais comunicado pela própria empresa, no qual fui identificado como um dos titulares de dados afetados. De acordo com a comunicação recebida, a Klass Wagen identificou, em 15 de agosto de 2026, um acesso não autorizado aos seus sistemas, tendo ocorrido acesso e extração de dados pessoais de clientes. No meu caso, foram potencialmente expostos, entre outros, nome, endereço de email, número de telefone, país de residência e número de documento de identificação/passaporte. A própria empresa informou que não foram afetados dados financeiros ou de cartões bancários. No entanto, isso não elimina a gravidade da situação, uma vez que os dados efetivamente expostos incluem informação pessoal e um identificador documental particularmente sensível do ponto de vista da segurança e da possibilidade de utilização indevida por terceiros. Após tomar conhecimento da situação, entrei em contacto com a Klass Wagen e recebi uma resposta que considero insatisfatória, pouco acolhedora e inadequada à gravidade do incidente e ao impacto que uma violação desta natureza pode causar aos titulares dos dados. A resposta da empresa não apresentou, a meu entender, uma solução concreta ou uma reparação proporcional pela perda de controlo sobre os meus dados pessoais. Em particular, a abordagem adotada parece reduzir a questão à inexistência de prejuízo financeiro direto, como se a ausência de uma perda monetária significasse que não existe qualquer dano juridicamente relevante. Essa interpretação não corresponde ao regime estabelecido pelo Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (RGPD). O artigo 82.º, n.º 1, do RGPD (Regulamento UE 2016/679) estabelece expressamente que: “Qualquer pessoa que tenha sofrido danos materiais ou imateriais devido a uma violação do presente regulamento tem direito a receber uma indemnização (…) pelos danos sofridos.” Portanto, o direito à indemnização previsto no RGPD não está limitado a prejuízos financeiros. O próprio legislador europeu reconhece expressamente a existência de danos imateriais. A jurisprudência do Tribunal de Justiça da União Europeia também confirmou que o artigo 82.º do RGPD abrange danos não patrimoniais e que a indemnização tem como objetivo compensar integralmente o dano concretamente sofrido pelo titular dos dados. (Eur-Lex) É importante salientar que não estou a alegar a existência de um prejuízo financeiro que não ocorreu. A minha reclamação fundamenta-se precisamente na existência de um possível dano imaterial decorrente da violação da proteção dos meus dados pessoais e da perda de controlo sobre informação pessoal que deveria estar sob a responsabilidade e proteção da Klass Wagen. A situação é particularmente relevante porque não se trata apenas de um nome ou de um endereço de email. Segundo a própria comunicação da empresa, foram envolvidos dados que incluem número de telefone e documento de identificação/passaporte, informações que podem ser utilizadas em tentativas de fraude, engenharia social, phishing, roubo de identidade ou outras formas de utilização indevida. Naturalmente, reconheço que a simples ocorrência de uma violação do RGPD não significa automaticamente que exista direito a uma indemnização. A jurisprudência europeia exige a existência de um dano efetivamente sofrido e de um nexo entre a violação e esse dano. Contudo, também está estabelecido que o dano não precisa de ser financeiro nem atingir um determinado grau mínimo de gravidade para poder ser juridicamente relevante. (Eur-Lex) Nesse contexto, considero inadequada a postura adotada pela Klass Wagen ao responder à minha reclamação sem apresentar uma solução concreta ou uma forma adequada de reparação pelo impacto causado aos titulares afetados. Também considero especialmente insatisfatória a forma como a empresa tratou a questão na sua resposta. Diante de um incidente envolvendo dados pessoais e documentos de identificação de clientes, seria razoável esperar uma comunicação mais transparente, cuidadosa e orientada para a proteção dos titulares afetados, incluindo informação clara sobre as medidas concretas adotadas para mitigar os riscos e uma posição objetiva relativamente à eventual compensação pelos danos imateriais sofridos. Diante do exposto, solicito à DECO: 1. Que analise a atuação da Klass Wagen relativamente ao incidente de segurança e ao tratamento dado à minha reclamação; 2. Que avalie se a resposta apresentada pela empresa é compatível com as obrigações decorrentes do RGPD, nomeadamente no que diz respeito aos direitos dos titulares dos dados; 3. Que avalie o meu direito a uma compensação por danos imateriais ao abrigo do artigo 82.º do RGPD, independentemente da inexistência de prejuízo financeiro direto; 4. Que me informe sobre os mecanismos disponíveis em Portugal para exigir essa compensação à Klass Wagen, individualmente ou, caso exista uma iniciativa coletiva ou ação representativa aplicável, através desse mecanismo; 5. Que a DECO verifique ainda se existem outros consumidores afetados pelo mesmo incidente e se está a ser considerada alguma forma de atuação coletiva ou representativa relativamente à Klass Wagen. Por fim, solicito que a Klass Wagen seja chamada a apresentar uma resposta adequada e fundamentada, não apenas relativamente à origem e extensão do incidente, mas também relativamente à reparação dos danos imateriais causados aos titulares dos dados afetados. Considero que uma violação desta natureza não deve ser tratada exclusivamente como uma questão técnica ou como um incidente sem consequências para o consumidor simplesmente porque não houve, até ao momento, uma perda financeira direta. Os meus dados pessoais foram confiados à Klass Wagen no contexto de uma relação comercial e a empresa tinha a obrigação de assegurar um nível adequado de segurança e proteção desses dados. A ocorrência de acesso não autorizado e extração de informação pessoal representa, por si só, uma situação que merece uma resposta séria, transparente e juridicamente adequada. Anexo à presente reclamação a comunicação original da Klass Wagen relativa ao incidente, bem como a resposta que recebi da empresa na sequência da minha reclamação. Jose V
Péssima distribuição
Exmos. Senhores da Vente-Unique, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente à entrega da minha encomenda N.º PT2609150156, uma vez que o serviço prestado ficou muito aquém daquele que foi contratado e pago. No momento da compra, paguei expressamente um valor adicional para que a encomenda fosse entregue num cómodo da minha residência, e não simplesmente à porta do prédio. No entanto, no momento da entrega, fui inicialmente informado de que os distribuidores apenas fariam a entrega à porta do prédio, apesar de eu ter pago pelo serviço adicional de entrega no local indicado. Só após muita insistência da minha parte aceitaram transportar a encomenda até à minha garagem, conforme o serviço que tinha sido contratado e pago. A situação tornou-se ainda mais grave quando, ao procederem à entrega, os próprios distribuidores se aperceberam de que uma das duas caixas da minha encomenda tinha sido entregue noutra morada, completamente diferente da minha. Considero esta situação absolutamente inadmissível. Estamos a falar de uma encomenda composta por duas caixas, que deveriam ter sido entregues na mesma morada, e não de uma situação em que o cliente tenha de localizar ou aguardar pela recuperação de uma parte da sua própria encomenda que foi entregue a terceiros. Além disso, quando apenas uma das caixas se encontrava disponível, os distribuidores solicitaram-me que assinasse o comprovativo de entrega, apesar de a entrega ainda não estar completa. Recusei-me naturalmente a assinar, uma vez que não poderia declarar que tinha recebido a encomenda na sua totalidade quando, na realidade, faltava uma das duas caixas. Foi então que os distribuidores tiveram de se deslocar novamente para recuperar a caixa que tinha sido entregue noutra residência, para só depois procederem à entrega completa da encomenda. Conduta dos distribuidores Considero igualmente importante mencionar a atitude dos dois distribuidores, uma vez que foram bastante diferentes. Um dos distribuidores, de nacionalidade brasileira, foi extremamente simpático, educado e atencioso durante todo o processo. Demonstrou preocupação em resolver a situação e chegou inclusivamente a corrigir o colega em diversas ocasiões quando este adotava uma postura inadequada. Quero deixar expressamente registado este aspeto positivo, porque considero justo distinguir a atitude profissional deste distribuidor da situação que estou a reclamar. Por outro lado, o outro distribuidor, de nacionalidade portuguesa, apresentou uma atitude que considerei desadequada, pouco profissional e desrespeitosa para com o cliente. A forma como se dirigiu a mim transmitia a sensação de que estava a fazer-me um favor ao realizar a entrega dentro do local contratado, quando, na realidade, estava simplesmente a prestar o serviço que eu tinha previamente contratado e pago. Considero particularmente inadequado que um cliente tenha de insistir para receber um serviço pelo qual pagou e, simultaneamente, tenha de lidar com uma atitude pouco cordial por parte de quem está a prestar esse serviço. Importa ainda salientar que o problema não se limitou à questão da atitude. Houve efetivamente uma falha na própria entrega da encomenda, uma vez que uma das caixas foi entregue numa residência completamente diferente, tendo sido necessário localizar e recuperar essa caixa para concluir a entrega. Solicitação de esclarecimento e compensação Perante o exposto, solicito uma explicação formal da Vente-Unique relativamente aos seguintes pontos: Porque motivo os distribuidores tentaram inicialmente não cumprir o serviço adicional de entrega num cómodo, apesar de este ter sido devidamente pago; Como foi possível uma das caixas da minha encomenda ser entregue numa morada completamente diferente; Que procedimentos são utilizados pela empresa para garantir que todas as caixas de uma encomenda são entregues na morada correta; Porque motivo me foi solicitado que assinasse o comprovativo de entrega quando a encomenda ainda não tinha sido integralmente entregue; Que medidas serão tomadas relativamente à conduta inadequada de um dos distribuidores; Considero que esta situação ultrapassa claramente um simples atraso ou inconveniente numa entrega. Existiram várias falhas distintas: inicialmente, a tentativa de não prestar o serviço adicional contratado; posteriormente, a entrega de uma das caixas numa morada errada; e, por fim, a tentativa de obter a minha assinatura quando a encomenda ainda não estava completa. Espero, por isso, que esta reclamação seja analisada com a devida seriedade e que me seja apresentada uma resposta formal por escrito, incluindo uma explicação para estas falhas e uma solução adequada para o sucedido. Aguardo a vossa resposta. Com os melhores cumprimentos MB entrega no dia 24/09
Cozinha da conforama com diversas desconformidades e recusa da conforama e resolver o contrato
Encomendei uma cozinha completa com eletrodomesticos de encastre na conforama da Amadora com o serviço incluido de entrega e montagem tendo a entrega sido agendada para o dia 9 de Setembro de 2026 e a montagem para o dia seguinte, 10 de Setembro de 2026. No dia 9 de Setembro foi feita a entrega da cozinha, naturalmente ainda com tudo embalado, e no dia 10 de Setembro aquando da instalação deparei-me com diversas desconformidades, nomeadamente tampos riscados, falta da maquina de lavar roupa e da maquina de lavar loiça, móvel do exaustor com furações erradas e o próprio exaustor danificado, móveis mal montados, e o pior de tudo móveis com diferentes tonalidades de cor. Foi tudo fotografado e no próprio dia dirigi-me à loja da conforama Amadora onde relatei o sucedido e enviei as fotos para o Sr. Rui Castro que se identificou como coordenador da loja. Foi-me informado que iriam proceder à averiguação da situação e que entrariam em contacto para apresentar uma solução. Dia 21 de Setembro, após várias insistências da minha parte ao longo dos dias para saber como a conforama pretendia resolver a situação a conforama quis instalar as maquinas em falta para e passo a citar "a cozinha ficar funcional". Deixei claro desde o primeiro momento que isso para mim não era uma solução e que não queria uma cozinha "funcional" cheia de desconformidades e pretendia que a conforama assumisse uma posição formal e por escrito de uma solução integral. O Sr. Rui disse me então via telefone que tinha existido um erro de fábrica e que teriam de ser fabricados novos tampos e novas portas e ilhargas laterais para regularizar a questão da diferença de cores. Eu perguntei qual era o prazo estimado disso ao que a resposta foi que "não havia prazo" que ainda estavam em troca de email's com a fábrica mas que nunca seria inferior a 60/70 dias. Eu disse que isso era inaceitável e repeti que queria essa informação por escrito. A partir daqui o Sr. Rui foi super mal educado e recusou mais uma vez apesar de desde dia 10 ter por mim sido solicitado por diversas vezes que me fosse informado por escrito o estado do processo bem como a solução integral e prazos da mesma. Face a esta atitude decidi enviar o seguinte email: "Exmos. Senhores, Venho, pela presente, comunicar formalmente a resolução do contrato relativo à cozinha objeto do Orçamento/Encomenda n.º 623_51010/1/1, ao abrigo do direito de rejeição previsto no artigo 16.º do Decreto-Lei n.º 84/2021, de 18 de outubro. A cozinha foi entregue e instalada apresentando, desde o primeiro momento, diversas faltas de conformidade, todas elas manifestadas dentro dos primeiros 30 dias após a entrega. Entre as desconformidades verificadas encontram-se, designadamente: – tampo entregue com riscos/danos visíveis, apesar de se tratar de um produto novo; – deficiências nos acabamentos/orlas do tampo, com zonas que apresentam já sinais de descolamento; – duas portas do móvel do exaustor que foram incorretamente furadas durante a montagem, tendo sido posteriormente realizadas novas furações e permanecido visíveis os furos anteriores; – diferenças de cor entre diversos elementos da cozinha; – outras deficiências de acabamento e montagem já comunicadas à Conforama. Relativamente às diferenças de cor, foi-me inclusivamente comunicado telefonicamente pelo responsável da loja que ocorreu um erro de fábrica e que, para solucionar a situação e assegurar a uniformidade da cor, será necessário proceder novamente ao fabrico/substituição de portas e alargadores. Não estamos, portanto, perante uma imperfeição estética isolada, mas perante múltiplas faltas de conformidade existentes e manifestadas desde a entrega e instalação, algumas das quais implicam, segundo informação transmitida pela própria Conforama, a refabricação e substituição de diversos componentes da cozinha. Nos termos do artigo 16.º do Decreto-Lei n.º 84/2021, quando a falta de conformidade se manifesta no prazo de 30 dias após a entrega do bem, o consumidor pode solicitar a imediata substituição do bem ou a resolução do contrato. Assim, entre as soluções legalmente previstas, opto expressamente pela RESOLUÇÃO DO CONTRATO. Esta decisão não depende da possibilidade de a Conforama vir agora a proceder à reparação ou substituição dos elementos desconformes num prazo de 30, 60, 70 ou mais dias. Estou a exercer o direito de rejeição decorrente das faltas de conformidade manifestadas nos primeiros 30 dias após a entrega. Acresce que, após os vários contactos já efetuados, o primeiro dos quais logo no dia 10 de Setembro, não me foi apresentado qualquer prazo concreto para a reposição integral da conformidade da cozinha, tendo-me sido transmitido que não era possível garantir um prazo para a respetiva resolução. Foi entretanto proposta a instalação dos eletrodomésticos em falta com o objetivo de deixar a cozinha "funcional". Esclareço que a minha recusa dessa intervenção não representa qualquer impedimento ilegítimo à conclusão dos trabalhos. Não pretendo uma solução provisoriamente "funcional", mas sim a cozinha nova e conforme com o projeto que contratei e paguei. Tendo-me sido comunicado que diversos componentes terão de ser novamente fabricados e substituídos, não considero razoável proceder à instalação definitiva dos restantes equipamentos numa cozinha que terá necessariamente de ser novamente intervencionada. A resolução é exercida relativamente à totalidade da encomenda/projeto, incluindo móveis, tampos, eletrodomésticos de encastre, sanitário, acessórios e serviços associados. Os eletrodomésticos foram adquiridos conjuntamente com a cozinha e especificamente para integração no respetivo projeto, existindo inclusivamente mobiliário destinado e/ou adaptado ao seu encastre. Não tenho interesse razoável em manter autonomamente esses equipamentos depois de resolvido o contrato relativo à cozinha em que se destinavam a ser integrados. Esta extensão da resolução aos bens adquiridos conjuntamente encontra-se igualmente prevista no artigo 20.º, n.º 3, do Decreto-Lei n.º 84/2021, quando não seja razoavelmente expectável que o consumidor aceite manter o contrato apenas relativamente aos bens conformes. Em consequência da resolução, solicito: 1. Confirmação escrita da receção da presente comunicação; 2. No prazo máximo de 5 dias, indicação da data proposta pela Conforama para a desmontagem e recolha integral da cozinha, eletrodomésticos e restantes elementos fornecidos no âmbito da encomenda; 3. Que a desmontagem e remoção sejam integralmente realizadas pela Conforama e a expensas desta, conforme previsto no artigo 20.º do Decreto-Lei n.º 84/2021; 4. A restituição dos montantes pagos no âmbito da encomenda, nos termos e prazos legalmente aplicáveis; Esclareço que o prazo de 5 dias acima indicado se destina à comunicação e agendamento da recolha, não constituindo qualquer concessão de prazo adicional para reparação ou substituição dos bens, solução pela qual não optei. A presente comunicação constitui uma declaração expressa e inequívoca de resolução do contrato e não um pedido de reparação, assistência ou substituição. Caso a Conforama entenda não reconhecer a resolução ora comunicada, solicito que essa posição e respetiva fundamentação me sejam comunicadas por escrito. Ficam expressamente reservados todos os meus direitos, incluindo o recurso aos mecanismos de resolução de conflitos de consumo e/ou aos meios judiciais competentes, bem como o direito de reclamar os prejuízos que eventualmente resultem do incumprimento das obrigações da Conforama. Solicito que todas as comunicações relativas a este processo sejam, a partir desta data, efetuadas por escrito. Com os melhores cumprimentos, Fernão Pacheco" De referir que ainda não obtive qualquer resposta ao email. Considero escandalosa a postura da conforama neste assunto e em específico a postura do Sr Rui Castro. Face a tudo isto vejo-me obrigado a proceder judicialmente contra a Conforama.
Incumprimento e Falta de Resolução no Reembolso de Encomenda Não Levantada
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente ao Continente Online, devido ao incumprimento no processo de reembolso de uma compra não levantada, bem como à falta de resolução por parte do apoio ao cliente. No passado dia 4 de setembro de 2026, realizei uma compra no Continente Online com opção de levantamento em loja. Por motivos de força maior, não tive possibilidade de proceder ao levantamento da referida encomenda. O meu primeiro contacto com a empresa ocorreu no dia 9 de setembro, através do formulário de contacto online, para reportar a situação e solicitar o respetivo reembolso. Até à presente data (24 de setembro), não recebi qualquer resposta a essa mensagem. Perante o silêncio, vi-me forçada a realizar sucessivas chamadas telefónicas para a linha de apoio ao cliente nos dias 10, 22 e 23 de setembro. Em todas elas, garantiram-me que o processo estaria a ser tratado "com caráter de urgência" e que o reembolso seria efetuado em breve. Contudo, em nenhum momento foram capazes de me dar uma previsão ou indicar quando seria expectável receber o dinheiro, o que demonstra uma total incompetência e falta de respeito pelo cliente. A verdade é que, decorridas quase três semanas desde o primeiro contacto e após quatro tentativas de resolução, continuo sem qualquer resposta efetiva, remediação do caso ou devolução do montante que me é devido. Acho inadmissível e vergonhoso este tipo de conduta e a total falta de eficiência na resolução de um problema tão simples, tratando-se de uma empresa com a dimensão e responsabilidade do Continente. Exijo a regularização imediata da situação e a devolução integral do valor pago. Com os melhores cumprimentos, Leonor
Motor averiado do Dacia Jogger 2024
Boa tarde, Comprei um Dacia Jogger GPL/Gasolina no 2024. Há um mês entrou na oficia de Carby por falta de potência do motor, hoje (24/09) tenho recebido o orçamento: 5221 + IVA = 6422 euros Como posso pagar 6422 euros do arranjo do carro, se ainda devo 14000 euros ao Banco do mesmo carro?? A algum aforma em que me possam ajudar? Desde já muito muito obrigado mesmo. Cumprimentos, José Leonardo Riera
Fidelidade - Comparticipação Sinistro
Boa tarde, gostaria da v/ ajuda para o seguinte. Este NIF é do condomínio onde resido e do qual sou administrador. No passado mês de março, houve todas aquelas enxurradas, que nos inundou o poço do elevador do nosso prédio. Alguns equipamentos avariaram e chamamos a manutenção da OTIS que fez o que tinha que fazer. O custo total foi 1,500€ + IVA = 1,845€. Apresentei toda a documentação anexa à Fidelidade em Abril e responderam-nos agora com 453,30€ de comparticipação de sinistro. Na verdade, nas condições particulares anexas dizem que não tem franquias em caso de inundação e que pode ir até ao total do valor do seguro. Podem ajudar-me a esclarecer esta situação? Obrigado
Devolução produto estragado
Exmos. Senhores, Venho solicitar a vossa ajuda relativamente a um problema com uma compra efetuada na Amazon.es, cujo reembolso continua por receber. Cronologia da situação: 12/01/2025 – Comprei através da Amazon.es um torno profissional para unhas Kredioo Professional Nail Drill 35.000 RPM, pelo valor de €43,76, vendido pelo vendedor LJYML-UK. Cerca de 1 ano e 8 meses depois, o aparelho começou a apresentar uma anomalia: a caneta começou a aquecer anormalmente durante a utilização. Contactei a Amazon e reportei o defeito. Após o contacto com o apoio ao cliente, foi-me indicada a possibilidade de devolução do produto para posterior reembolso. A devolução foi efetuada através da SEUR Collection, conforme as instruções fornecidas pela Amazon. Posteriormente, contactei a Amazon relativamente ao reembolso de €43,76, uma vez que o valor não foi recebido. Enviei ainda mais dois e-mails à Amazon a solicitar esclarecimentos, sem obter resposta. Entretanto, através dos contactos mais recentes, a Amazon informou-me que da parte deles o pagamento do reembolso foi efetuado corretamente e que existiria um problema da parte do meu banco, alegando que o banco teria bloqueado a entrada do dinheiro. A Amazon informou-me ainda que bastaria contactar o meu banco e fornecer o número de seguimento/referência da transferência, para que o banco aceitasse a transferência e o dinheiro entrasse automaticamente. Contactei o meu banco e foi-me confirmado que não existe qualquer transferência pendente, bloqueada ou recusada relativa a este reembolso, nem qualquer bloqueio que impeça a entrada do valor. O banco informou-me, inclusivamente, que não existe registo de que tenha sido efetuada qualquer transferência por parte da Amazon, pelo que não me é possível fornecer ao banco um número de seguimento de uma transferência que, segundo o próprio banco, nunca foi realizada. Neste momento, encontro-me numa situação em que a Amazon afirma que já efetuou o pagamento e atribui o problema ao banco, enquanto o banco confirma que não recebeu nem tem qualquer transferência pendente ou bloqueada. O valor de €43,76 continua por receber, apesar de o produto já ter sido devolvido e de eu ter seguido todas as instruções fornecidas pela Amazon. Gostaria, por isso, de saber se a DECO ProTeste me pode ajudar a resolver esta situação e a exigir à Amazon a efetiva devolução do valor que me é devido. Tenho disponíveis os comprovativos da compra, devolução, contactos com a Amazon e comunicação com o banco, caso sejam necessários.
Mensagens de pagamento enquanto tudo pago
Exmos, senhores a coisa de um ano eu tive uma dívida a Nos na qual eu tive 6 meses a pagar até me tiraram do ordenado, e agora durante umas 3 semanas ando a receber mensagens de ameaças que vão a tribunais, que tenho que pagar um valor absurdo enquanto nunca mais tive nada da nos depois de ter pago a dívida, já lhes liguei elas dizem que realmente tá tudo pago, mas não paro de receber mails, e mensagens a mesma. E assim isto mexe com o psicológico de uma pessoa e demais, isto tem que ser resolvido. Ruben Monteiro
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