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Venda de voo não disponível e ausência de suporte
Venho aqui expor o erro que foi ter escolhido a Edreams como ferramenta para adquirir passagens para as minhas férias. Sou residente da Ilha da Madeira e decidi fazer uma viagem aos Açores. Ao marcar as passagens obrigava, nas datas que pretendia, uma escala obrigatória em Lisboa algo normal para nós Madeirenses. Ao ver que a viagem para a Ilha Terceira estava a bom preço mas apenas se subscrevesse ao serviço Prime da Edreams decidi avançar tanto com a subscrição como também na compra do circuito completo da viagem através da Edreams. No entanto após a compra da viagem FNC - LX, quando procedi para a compra do voo LX - Terceira, este nunca se concretizava e o preço tinha duplicado ao que aparecia originalmente. Contactei a Edreams de forma a resolver o meu problema. Após uma longa conversa com o operador, não me foi de maneira alguma resolvido o problema afirmando que se tratava de um erro de sistema deixando-me com uma viagem de ida e volta para Lisboa que não era o meu destino final. Pelos meus próprios meios adquiri uma passagem de ida e volta LX - Terceira sem qualquer apoio da Edreams. Durante a minha estadia decidi anular a minha subscrição do Prime, tarefa algo penosa pois fizeram e disseram de tudo ao seu alcance para que não desistisse da subscrição, já para prestar apoio não havia tal esforço. Sendo residente da Ilha da Madeira tenho direito a subsídio de mobilidade e informei-me nos correios o que necessitaria para obtê-lo. O voo que comprei independentemente foi resolvido rapidamente, já o que foi comprado na Edreams não foi o caso. Não tinha acesso às minhas reservas da companhia aérea pois a reserva foi feita pela Edreams o que me impossibilitava de obter a documentação necessária. Sempre que contactava a Edreams defletiam o problema para a companhia aérea o que me obrigou a uma série de emails com a Easyjet e a Ryanair. No final de contas nunca conseguia aceder à reserva de um dos voos porque a Edreams não me facultou o email associado à reserva. Novamente contactei a Edreams para ver se me conseguiam facultar esse email a fim de aceder à minha reserva e obter os documentos. A chamada não resultou em nada acusando um problema de sistema novamente e quando pedi que me encaminhassem a alguem que me pudesse resolver o problema a operadora referiu que não tinham acesso a esse departamento da companhia. Conclusão: A viagem que me deveria custar um total de 79€ acabou por me custar 382,56€ devido à falta de profissionalismo da companhia. A preocupação com as vendas ultrapassa largamente a do apoio ao cliente o que numa só viagem se comprovou não 1 mas 2 vezes.
débito indevido
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar uma reclamação relativa a uma cobrança indevida efetuada pela vossa empresa. No dia 4-11-2025 realizei uma compra de bilhete de avião através do vossa aplicação eDreams. Após a transação, verifiquei que me foi debitado da conta um valor adicional correspondente à subscrição “eDreams Prime”, no montante de 4.99€ sem que eu tenha autorizado, aderido ou solicitado essa subscrição. Refiro que, em momento algum, consenti o débito deste serviço adicional, nem fui devidamente informada de que a compra do bilhete implicava a adesão automática ao mesmo. Considero, por isso, que se trata de uma cobrança indevida. Solicito, assim, o reembolso integral do valor cobrado indevidamente e o cancelamento imediato de qualquer subscrição Prime associada à minha conta. Aguardo resposta e resolução desta situação com a maior brevidade possível. Com os melhores cumprimentos, Sara Alexandra Lemos Gonçalves [E-mail- saraalemos9@gmail.com [Data] 6-11-2025 referência da reserva- GQKUKF
Reclamação por Cobrança Indevida e Falta de Resposta – AVIS RENT CAR
Lisboa, 06 de novembro de 2025 Assunto: Reclamação por Cobrança Indevida e Falta de Resposta – AVIS RENT CAR Venho, por este meio, tornar pública uma reclamação contra a AVIS RENT CAR, devido a cobranças indevidas e ausência total de resposta a um processo devidamente registado pela própria empresa. Sou cliente da AVIS e fiz aluguer de uma viatura em Lisboa, no dia 30/08/2025, devolvida no dia 31/08/2025 nas mesmas condições. Constatei débitos não autorizados no meu cartão bancário, acima de 300 €, do valor acordado no contrato. A reclamação formal foi apresentada à AVIS em 29 de setembro de 2025, tendo sido confirmada a sua receção e registada sob a referência por ela fornecida. Após reenvio da documentação solicitada, não obtive qualquer resposta adicional nem resolução até à presente data. Antes disso, contactei diretamente o ponto de aluguer, que informou não ter acesso aos meus dados e encaminhou-me para o atendimento central. Desde então, a empresa mantém-se em silêncio, sem apresentar esclarecimentos ou devolver os valores indevidamente cobrados. Esta situação configura violação dos direitos do consumidor, em particular do dever de resposta e transparência contratual, nos termos da Lei n.º 24/96 (Lei de Defesa do Consumidor) e da Diretiva Europeia PSD2 (2015/2366/UE) relativa a pagamentos não autorizados. Face à falta de resolução por parte da empresa, solicitei a intervenção da DECO e notificação da AVIS para que regularizem a situação e devolvam os valores indevidamente cobrados. EB
Encomenda não recebida
No dia 31/10/2025 realizei a compra de alguns produtos através da loja online zemirasports.com, no mesmo dia fiz a transferência bancária para pagamento do pedido (#14984), porém ainda não recebi nem a confirmação do pagamento, muito menos os produtos que comprei.
atraso de 4 meses e ausência total de resposta
Exmos. Senhores, No dia 3 de julho de 2025, efetuei a encomenda #1754 na loja online da Mercador Editorial, referente ao artigo "Teoria do Caos", no valor total de € 18,00, que foi devidamente pago via PayPal. O prazo de entrega indicado no momento da compra era de 45 a 60 dias. Este prazo expirou, no máximo, no início de setembro. Estamos em novembro. Já passaram mais de 4 meses desde a compra (o dobro do prazo máximo) e continuo sem receber o meu artigo. O mais grave é a total falta de comunicação por parte da empresa. Após o prazo ter sido ultrapassado, contactei a empresa. Recebi uma única resposta vaga do Sr. Leonardo Costaneto (no dia 28 de outubro), a indicar "Vamos conferir e retornaremos breve a você." Desde essa data, e apesar da minha insistência, a Mercador Editorial ignorou por completo os meus emails de seguimento, enviados nos dias 31 de outubro e 5 de novembro. Até hoje, não tenho qualquer informação sobre o estado da encomenda, não sei se foi expedida, nem tenho uma data de entrega. A encomenda está paga, o prazo não foi cumprido e a empresa recusa-se a comunicar. O que pretendo: Dado o incumprimento contratual e a total falta de comunicação, exijo uma solução final e concreta. Solicito que a empresa me faculte imediatamente uma estimativa de entrega real e definitiva do artigo. Caso a Mercador Editorial não consiga (ou não queira) fornecer esta informação concreta, ou se a nova data for excessivamente longa, exijo então o cancelamento imediato da encomenda #1754 e o reembolso total do valor pago (€ 18,00). Aguardo uma resolução urgente por esta via. Com os melhores cumprimentos, Sara Oliveira
Omissão de informação
Na passada quinta-feira, a convite de um membro Interpass, eu e o meu marido fomos convidados a ir levantar um voucher para uma estada grátis em Portugal ou na Europa (algumas cidades selecionadas). Foi-nos entregue um voucher, onde indicava as opções, sendo que para usufruir das noites grátis, teríamos de adquiri vários outros serviços como transferes, excursões, refeições - logo aí passa a não ser "só a oferta das noites de hotel", à excepção da oferta de 2 noites do Hotel Interpass no Vau, para usufruir no mês de Março. Até aqui, tudo bem, é uma forma de oferecer algo em troca de outro algo. Foi-nos posteriormente apresentado o "Grupo Interpass" numa tentativa de angariar sócios. Após extensos minutos de explicação dos benefícios, e de todas as coisas boas que a interpass dava que eram superiores a qualquer outra agência de viagens ou plataforma de reserva, lá nos informaram do que era necessário para ser sócio: - Uma anuidade de 120 € - Uma jóia de entrada de 3.999€ , que podia ser paga em suaves prestações, obrigando o titular a pagar a sua totalidade sem oportunidade de desistência/cancelamento. Ora, para um compromisso de tal valor, é normal que a pessoa queira analisar o contrato e saber todos os detalhes. Foi-nos negado qualquer acesso às informações legais, sendo que teria de aceitar a proposta no imediato. Como é que uma empresa portuguesa registada, demonstra tal falta de transparência, que nem mostra o contrato com as respetivas condições antes da pessoa se comprometer ? Como é legalmente possível haver este tipo de esquemas à descarada em Portugal? Que tenham uma agência de viagens com protocolos vantajosos tudo bem, agora os valores solicitados e a falta de transparência na informação, é simplesmente uma vergonha. Sendo que o promotor "Fábio" indicou-nos que se um dos cônjuges falecesse , apresentado a devida prova, o contrato ficaria automaticamente pago, podendo haver a rescisão do mesmo. Ora, telefonicamente, após esta apresentação, aquilo que me foi dito foi que apenas contaria se fosse a morte do titular. Mais uma vez, a informação contraditória, prestada para apenas ter uma angariação confirmada e quantias avultadas dos novos possíveis sócios. Os meus pais tiveram a infelicidade de há muitos anos atrás "caírem" nesta "campanha" e arrependeram-se arduamente sem possibilidade de cancelamento/desistência do contrato. Venho por isso contestar para que outros não se sintam enganados da mesma forma. Em 2025 já não devia haver este tipo de promoções com o intuito de convencer (e enganar) as pessoas à descarada. Acho que a APAVT, a DECO, o Portal da Queixa e todas as possíveis identidades deviam verificar e obrigar estas entidades a cumprir a legislação portuguesa - pelo menos pela apresentação de um contrato de tal compromisso.
Fui colocado na lista negra por reclamação
Exmos. Senhores, Sou membro da rede Urban Sports Club e queria frequentar o Be-Fit de Torres Novas que é um parceiro desta rede, mas ao ligar para o Be-Fit Torres Novas fui informado que tenho o meu nome na lista negra do ginásio aparentemente porque fiz uma reclamação do Be-Fit Torres Novas no passado. Acho que isto nao pode acontecer nos dias de hoje até porque se trata de um franchising e se não admitem reclamações, vão bloquear muita gente no futuro. Este tipo de retaliação não faz qualquer sentido, e a meu ver as reclamações são legítimas e servem para melhorar o serviço prestado. Peço por isso que seja emitido um pedido de desculpas por parte do ginásio e que seja removido o bloqueio do meu acesso ao ginásio. Obrigado pela atenção. Atentamente, Rui Borga
Aluguer carro
Bom dia, Envio o presente e-mail para apresentar uma RECLAMAÇÃO FORMAL serviço de aluguer de carros da BOOKING: Domingo, dia 02/11/2025, aluguei um carro no site da BOOKING. Podem confirmar os detalhes da reserva: 626780975. Desloquei-me de UBER ao ponto de recolha da viatura para a levantar e, após uma espera anormal, é me negado o levantamento do carro por não ter um cartão de crédito (??). Ainda propus cobrir a caução com o cartão de débito com que tinha realizado a reserva contudo, a liberdade na altura do pagamento não transitou para a reserva da caução. Ainda tentei apelar à razão ligando para a linha de assistência contudo o máximo que me conseguiram fazer (e a especial favor) foi a devolução parcial do dinheiro da reserva. E assim regressei para casa... outra vez de UBER, com planos desfeitos por inesperadamente ter deixado de ter carro e uma cara nova... de PALHAÇO. Muito obrigado BOOKING
Cobrança indevida e pedido de restituição do dinheiro
Exmos Senhores, Esta reclamação é dirigida à eDreams Portugal- Viagens de Lazer. No passado dia 24 de outubro recebi um email que me informava que a minha subscrição prime tinha sido renovada e, por conseguinte, me tinha sido debitado um valor de 89,99€. Ora, acontece que nunca, em momento algum, eu assinei a dita subscrição, de forma explícita. Liguei para a assistência ao cliente, a solicitar que me devolvessem o montante em questão, ao que me informaram que eu teria, supostamente, assinado a subscrição quando adquiri uma noite no Hotel Riviera em Cascais, no dia 11 de outubro de 2025 (referencia da reserva 24036091081) - subscrição essa, pasme-se!, que teria sido acionada quando selecionei a opção que não apresentava taxas! Ao selecionar opção não ficou explícito, em nenhum momento, que estaria a subscrever um serviço mais elevado e que iriam proceder - passado um mês - à cobrança do montante em questão, pelo que considero que estamos perante um caso de flagrante má-fé e, até, ilegalidade. Aproveito para informar os excelentíssimos senhores que estas práticas, para além de abusivas e moralmente muito duvidosas, são ilegais, ao abrigo dos art. 4.º, n.º 1 alíneas d), e), g), h), i), j), DL 24/2014; ao abrigo do art. 5.º, n.º 1, DL 24/2014 (obriga a que as informações sobre o contrato sejam prestadas de forma clara, compreensível e com respeito pelos princípios da boa-fé e da lealdade, algo que foi, flagrante e escandalosamente violado pela prática em questão); do art. 6.º, n.º 1, DL 24/2014 (exige que o prestador do serviço confirme a celebração do contrato, em suporte duradouro e no prazo de cinco dias úteis, o que não aconteceu, dado que não recebi informação nenhuma em como tinha subscrito o serviço); e do art. 9.º, n.º 1, DL 24/2014 (o contrato celebrado não prestava, de forma clara, as informações requeridas, pelo que é nulo). Adicionalmente, o art. 10.º, n.º 1, DL 24/2014, estabelece que o consumidor tem o direito a resolver o contrato, sem quaisquer custos, no prazo de 14 dias a contar da cobrança do montante em causa. Assim, fazendo uso destes factos e preceitos legais e ao abrigo do art. 12.º, n.º 1, DL 24/2014, que obriga a que o prestador do serviço reembolse o consumidor, no prazo de 14 dias a contar da data em este resolve o contrato, venho, por este meio, solicitar a devolução imediata do montante em questão (89,99€), pretendendo que o estorno seja restituído à minha conta bancária, de onde nunca deveria ter saído, e reservando-me a possibilidade de tomar medidas mais sérias, caso não seja devidamente atendido. Cordialmente, Ana Carina Batista
Valor de reservas incorreto
Em 30/10/2025 contactei telefonicamente a Booking devido à diferença de preços entre o anúncio e o valor efetivamente cobrado da reserva 603704.... Em 30/10/2025 a Booking.com respondeu: Confirmação: 603704.... Olá Pedro, Por favor, verifique a seguinte atualização na sua reserva 603704.... em Westotel Taverny - Paris Val-d'Oise(Fri, 21 Nov 2025 – Sun, 23 Nov 2025). Nota do serviço de apoio ao cliente. Esperamos que esta mensagem o encontre bem. Tentámos contactá-lo novamente por telefone, mas infelizmente não conseguimos estabelecer ligação. Após a investigação realizada pelo setor responsável, confirmamos que a cobrança está correta. A localização do hóspede pode influenciar a forma como o preço é apresentado. Alguns exemplos de taxas adicionais incluem o imposto municipal, o IVA, a taxa de destino e a taxa de limpeza. Devido a determinadas regulamentações locais, é obrigatório exibir o preço final com todas as taxas adicionais incluídas. Caso tenha mais alguma questão, estamos aqui para ajudar. Ainda em 30-10-2025, enviei a seguinte msg à Booking: Boa noite, O v/ esclarecimento não é minimamente esclarecedor. Antes pelo contrário, é confuso, contraditório e vago. Esta situação em qualquer lugar do mundo só tem um nome: PUBLICIDADE ENGANOSA !!! ("Inclui impostos e taxas"???) Em anexo, junto comprovativos de 3 reserva (anúncios e valores efetivamente cobrados). Digam-me, é correto a Booking cobrar um valor diferente daquele que é anunciado na sua plataforma? Desta vez, nesta viagem a França (Paris e arredores) são-me cobrados mais 27,05€ para além do anunciado, supostamente correspondente ao IVA. Porque razão o IVA não está incluído no preço total publicado no anúncio, se se anuncia que o preço "Inclui impostos e taxas"? Sinto-me enganado e por isso dou conhecimento à DECO, da qual sou sócio, esperando que esta situação possa ser devidamente avaliada e possa ser devidamente ressarcido do valor acima referido. Cumprimentos P.....
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