Reclamações públicas
1. Envie a reclamação para a empresa
Siga o nosso passo a passo para fazer a sua queixa chegar à empresa.
2. Veja a resposta
Receberá uma notificação por e-mail quando a empresa responder à sua queixa. Para ler a resposta completa, basta ir à página "As Minhas Reclamações", disponível na sua área pessoal do site.
3. Não ficou satisfeito com a resposta? Ou a empresa não respondeu?
Entre em contacto connosco
Carro não apareceu e fui cobrado duas vezes – Bolt Drive
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação formal contra a empresa Bolt Drive, relativa a um grave incidente ocorrido no dia 13 de julho de 2025. Nesse dia, aluguei um veículo através da aplicação Bolt, tendo-me sido indicado um local para levantamento. No entanto, o veículo não estava lá, e após múltiplas tentativas de contacto com o apoio da Bolt, não obtive qualquer ajuda imediata nem alternativa de transporte, mesmo tendo ficado completamente impossibilitado de seguir com os meus compromissos profissionais. Fui ainda cobrado duas vezes e só dias depois, após insistência da minha parte e registo no Livro de Reclamações, é que obtive reembolso do valor cobrado e do depósito. Contudo, ninguém me contactou diretamente nem houve qualquer acompanhamento adequado por parte da empresa, o que demonstra falta de profissionalismo e total desrespeito pelo cliente. Dado o transtorno causado, as perdas de tempo, os constrangimentos profissionais e o stress envolvido, exijo uma indemnização proporcional ao prejuízo não financeiro causado. Esta situação ultrapassa uma mera falha técnica e configura uma violação dos deveres básicos de prestação de serviço e apoio ao consumidor.
Empresa recusa a fazer envios para os Açores
Exmos. Senhores A empresa "Dr Franklin", que comercializa os seus produtos em Portugal apenas faz envios para Portugal continental e não para as ilhas. De acordo com a lei portuguesa, este tipo de discriminação é ilegal, sendo que qualquer empresa que envie produtos para o país, é obrigada a fazê-lo para todo o território. Após contactar a empresa e referindo a lei em questão (Lei nº 7/2022 (11 de março)), continuam a referir que não o fazem. Anexo os e-mails trocados com o apoio ao cliente da empresa. Obrigado pela vossa atenção. Com os melhores cumprimentos Luís Abrantes
Danos em viatura causados por trabalhos na A2
Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar o apoio da DECO no seguimento de uma situação que considero injusta e de má conduta por parte da empresa BCR – Brisa Concessão Rodoviária, S.A., NIF 502790024. No dia 06 de junho de 2025, por volta das 10h da manhã, circulava na autoestrada A2, entre Almodôvar e Messines (zona da placa “Barranco da Vinha”), quando o para-brisas do meu veículo (Seat Ibiza, matrícula AZ-53-GM) foi atingido por uma pedra projetada devido a trabalhos de manutenção que estavam a decorrer na via, sem sinalização ou proteção adequadas. Após o incidente, entrei em contacto imediato com o apoio da Via Verde (com quem fui comunicando desde o início) e formalizei reclamação por email, incluindo provas fotográficas. Posteriormente, apresentei uma reclamação formal com o número ROR00000000045303805. A resposta escrita da empresa só chegou a 02 de julho de 2025, mais de 20 dias após o ocorrido, informando que "aguardam confirmação do empreiteiro", sem qualquer reconhecimento de responsabilidade, proposta de solução ou prazos concretos. Já passaram mais de 40 dias desde o incidente, sem qualquer desenvolvimento útil ou compensação pelos danos materiais e morais causados. Apesar de todos os meus esforços para resolver a situação de forma pacífica e direta, continuo sem resposta adequada por parte da Brisa, que, enquanto entidade gestora da via, não pode simplesmente transferir a responsabilidade para terceiros, como empreiteiros. Cabe à Brisa assegurar a segurança e integridade das infraestruturas sob sua gestão, tal como previsto na Lei de Defesa do Consumidor e no Código Civil. Assim, venho solicitar à DECO: Apoio jurídico e orientação sobre os passos a seguir; Intermediação junto da BCR – Brisa Concessão Rodoviária, S.A., caso aplicável; Abertura de processo de queixa por violação dos direitos do consumidor, nomeadamente no que diz respeito ao direito à qualidade dos serviços, à reparação de prejuízos e à resposta dentro de prazos legais. Agradeço desde já toda a atenção e colaboração, ficando disponível para o envio de documentação de suporte (emails, fotos do dano, resposta da empresa, etc.). Com os melhores cumprimentos, Flávia Candeias Email: flaviapachecocandeias1424@gmail.com
Pagamento fraudulento
Efetuei uma compra na TEMU, recebi os dados de pagamento e fiz o mesmo através desta empresa Safecharge. Todavia, fazendo a consulta das minha encomendas na TEMU não há qualquer existência da mesma, sendo que a TEMU também não resolve o problema e o apoio ao cliente é uma vergonha.
Anomalia do serviço
Exmos. Senhores, Venho por este meio reclamar os serviços prestados pela Nos. Desde o inicio do ano de 2025 que ligo para o apoio ao cliente sempre com a mesma reclamação, problemas na internet. Fazem testes e mais testes e nada resolvido. Á 3 semanas fiz o pedido de justa causa para cancelar do contrato e até hoje só enrolam, primeiro vão averiguar, depois o problema é da rua, depois o problema já é de casa, mas depois já não é de casa, é do rowtter, hoje vieram trocar o rowter e continuo com falhas na internet. Ligo de novo para o apoio ao cliente onde me dizem que afinal não tenho fibra em casa, que me enganaram. Mas afinal, vão dar uma justa causa ou vamos continuar nisto?
Encomenda trocada
site: www.maria-lisboa.pt Exmos senhores, Encomendei um artigo no site www.maria-lisboa.pt, e o artigo recebido não corresponde ao encomendado: Encomenda: calças de linho tamanho 36, recebi calças de algodão tamanho 3xl. Data da encomenda: 13/06/2025 Data da entrega: 29/06/2025 -Dia 02/07/2025 enviei e.mail à empresa a relatar o sucedido e a pedir instruções de devolução para o e.mail de suporte indicado no site do qual não obtive resposta; -Enviei mais dois e.mails: a 05/07 e a 07/07 a solicitar urgência na resposta, que chegou dia 10/07/2025; - Resposta do site: informação de que deveria preencher formulário de devolução (não enviado nem disponível no site), e que os custos de devolução deveriam ser suportados por mim (segundo política de devoulção da empresa); - Dia 14 respondi: não me compete a mim suportar os custos de devolução, uma vez que o erro é do comerciante; -Dia 17/07resposta do site com formulário de devolução em anexo a indicar que me será devolvido o valor integral, mas que os custos da devolução devem ser suportados por mim ou reembolso de 20%, caso queira ficar com o artigo; - Respondi no próprio dia, a reafirmar que não me devem imputar os custos de devolução, por ter sido um erro do comerciante, ao abrigo da lei portuguesa e europeia. A devolução deverá ser feita para a China, os custos de devolução são superiores ao custo das calças. Entretanto constatei o seguinte: o site não possui indicação do livro de reclamações, indicação de contacto para além do e.mail, indicação de NIF da empresa. Até hoje não recebi fatura da minha encomenda. Após pesquisa online, li relatos de burla do site, encomendas que não chegam, má qualidade dos produtos. Creio ter sido vítima de burla, e tenho dúvidas em receber o valor pago pelo artigo. Apresentei queixa no Portal da Queixa, Direção Geral do Consumidor, ASAE e autoridade tributária. Atentamente, Patrícia Santos
Encomenda não recebida
Boa tarde! Comprei uns sapatos de segurança no site catbootsinportugal.com. Registei-me no site, fiz o pedido e paguei. Recebi a notificação de compra e 3 dias depois a notificação da transportadora com o numero de tracking.Passaram uns dias e fui verificando onde se encontrava a encomenda, passaram mais uns dias e verifiquei que já estava entregue a encomenda, mas numa morada que não a minha. Tentei entrar em contacto no site, nunca obtive nenhuma resposta, contactei a distribuidora e responderem_me que na verdade o vendedor tinha enviado a morada destino errada e perguntou-me se eu queria que o vendedor reenvie a encomenda, ao qual eu respondi que sim. passaram 30 dias e até hoje não tenho resposta de ninguém nem a minha encomenda
Reembolso
Assunto: Falta de reembolso – Encomenda nº 13_368198 > Exmos. Senhores, No dia 14/04/2025 efetuei uma encomenda online no site da Leroy Merlin Portugal, com o número de encomenda 13_368198. O material entregue estava incorreto. Entrei em contacto com a loja presencialmente, por telefone e através dos canais online. A Leroy Merlin reconheceu o erro e informou que procederia ao reembolso, mediante envio de comprovativo de IBAN. Enviei todos os dados solicitados, incluindo o IBAN de uma conta bancária estrangeira (LI680880000002274488), de minha titularidade, da qual foi feito o pagamento. Contudo, até à presente data, o reembolso não foi efetuado. A empresa responde com mensagens automáticas e remete sempre para o mesmo formulário, ignorando as informações já enviadas. Recordo que, nos termos da legislação europeia sobre comércio à distância e compras online, não há impedimento legal para reembolso em conta estrangeira, sobretudo quando foi essa a conta utilizada no pagamento. Considero esta atitude uma violação dos meus direitos de consumidor, e solicito o reembolso imediato, sob pena de recorrer à ASAE e ao Centro Europeu do Consumidor. Agradeço resolução urgente. Nome completo: Carlos Henrique Ramos Mendes Telefone: +41 77 480 6750 Email: polmeiamendes@gmail.com IBAN Li 0880 0000 0227 4488 9
– cobrança de taxa de rescisão em caso de mudança de residência
Venho, por este meio, apresentar uma reclamação formal contra o ginásio Holmes Place, unidade de Oeiras, na sequência do tratamento recebido no âmbito do meu pedido de cancelamento de contrato por motivo de mudança de residência. Sou sócia do Holmes Place (0021230) desde fevereiro de 2025 e, por razões profissionais e pessoais alheias à minha vontade, irei mudar-me no mês de agosto para Setúbal, localidade onde o Holmes Place não possui qualquer clube. Assim, e de forma clara e transparente, comuniquei por escrito a minha intenção de cancelar a adesão, solicitando a isenção da penalização contratual, conforme carta enviada a 4 de julho de 2025. Apesar do meu esforço de diálogo e da fundamentação apresentada — nomeadamente o facto de a mudança de residência tornar impossível a continuação da utilização dos serviços —, foi-me comunicado pelo responsável de clube que a única possibilidade de isenção da penalização seria a transferência da minha adesão para um terceiro (amigo ou familiar), ou a suspensão do contrato, o que não resolve a minha situação. Considero esta postura inflexível e desproporcional, especialmente tendo em conta que: - A impossibilidade de usufruir do serviço não resulta de vontade própria, mas sim de mudança de residência; - O Holmes Place não oferece alternativa de utilização dos serviços no novo local de residência; - A insistência no pagamento de penalização ignora o princípio da boa-fé e da equidade contratual. Neste momento, estão a ser-me exigidos os seguintes montantes para rescisão: - Uma mensalidade correspondente ao período de pré-aviso (30 dias); - Duas mensalidades adicionais a título de taxa de rescisão antecipada; - Um valor fixo adicional de 29€. Face ao exposto, solicito o apoio da DECO para: 1. Verificar a legalidade da cláusula contratual invocada pelo Holmes Place, à luz dos direitos do consumidor e das normas de proteção contratual; 2. Interceder junto da empresa para que esta reveja a sua posição e aceite o cancelamento sem penalização, dadas as circunstâncias apresentadas; 3. Promover a adoção de práticas mais equilibradas e justas para com os consumidores em situações semelhantes. Junto à presente reclamação envio cópias dos e-mails trocados com o clube, comprovativo da adesão e demais documentos relevantes. Agradecendo desde já a atenção dispensada, subscrevo-me com os melhores cumprimentos, Margarida Vasconcelos
Publicidade enganosa – “Período de teste de 100 noites” pela Momo Cotton sem possibilidade de devolu
Exmos. Senhores da DECO, Venho por este meio apresentar uma reclamação contra a empresa Momo Cotton, que opera através do website https://momo-cotton.pt, por práticas de publicidade enganosa e condições de devolução contraditórias com a sua campanha publicitária. A empresa anuncia um “período de teste de até 100 noites” ou “devoluções gratuitas durante 100 dias” em várias páginas dos seus produtos. Esta comunicação leva o consumidor a acreditar que pode experimentar o produto (ex. dormir com a roupa de cama) e, se não estiver satisfeito, proceder à devolução dentro deste prazo. Contudo, após uma tentativa de devolução, fui informado pelo apoio ao cliente da empresa de que só aceitam devoluções de produtos completamente selados, não utilizados e nas embalagens originais — incluindo um laço de tecido. Este é um excerto da conversa com o apoio ao cliente: “Our 100-day return policy is valid as long as the products are unused, unwashed, and returned in their original sealed packaging — including the ribbon.” Ou seja, não se trata de um “período de teste” verdadeiro, mas sim de uma política de devoluções tradicional, apenas para artigos intactos e não utilizados — o que contradiz totalmente a promessa comercial inicial. ❗Pedido: Solicito à DECO que avalie esta situação, pois poderá tratar-se de: Publicidade enganosa ao induzir o consumidor a erro sobre os seus direitos de devolução, Cláusulas abusivas ou confusas, que invalidam na prática a oferta do “teste” prometido. Solicito ainda que a empresa seja instada a: Ajustar a sua comunicação comercial para refletir claramente as condições reais da política de devoluções, ou Honrar a promessa do “período de teste de 100 noites”, aceitando devoluções de produtos testados, desde que dentro do prazo indicado. Estou disponível para fornecer provas adicionais, incluindo fatura (n.º FR 01P2025/717) e a transcrição da conversa com o apoio ao cliente. Com os melhores cumprimentos, Leo
Precisa de ajuda?
Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação
