Reclamações públicas
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Material do artigo não corresponde à encomenda
Exmos. Senhores Pelo presente, venho reclamar que os artigos que comprei não correspondem ao que encomendei. Venderam aço, ouro e prata por bijuterias de qualidade muito fraca. Vendem gato por lebre. Reclamo com o intuito de pararem de enganar ... Cristina Silva
Serviço não efetuado
Atualização da exposição – Situação mantém-se sem resolução e agravou-se Venho atualizar a situação anteriormente exposta, uma vez que o problema permanece sem resolução efetiva e os factos entretanto ocorridos agravaram significativamente a gravidade do processo. Na sequência da reclamação, desloquei-me novamente à loja da Leroy Merlin de Sintra, onde fui atendida por um supervisor da loja. Nessa ocasião, foi acordada uma nova data para a instalação do termoacumulador, 29 de dezembro, no período da manhã. Contudo, a empresa não conseguiu prestar esclarecimentos claros sobre todo o historial de falhas, atribuindo genericamente a situação a alegados “erros de sistema”. Em consequência da sucessão de incumprimentos, passei o período de Natal com a caldeira avariada, numa situação reconhecidamente urgente, com impacto direto nas condições normais de utilização da habitação. No dia 29 de dezembro, já após o período previsto da manhã, surgiram na minha residência dois indivíduos que afirmaram integrar a equipa de instalação. Desde logo, a situação causou-me desconforto, uma vez que não apresentaram identificação adequada e, quando questionados, não sabiam descrever o serviço contratado, limitando-se a referir que lhes tinha sido indicado apenas que era para “instalar um termoacumulador”. Quando questionei se pertenciam à empresa que havia elaborado o orçamento, responderam negativamente, ficando claro tratar-se de uma subcontratação, que nunca me tinha sido previamente comunicada. Face à ausência de informação, identificação e conhecimento do serviço contratado, não autorizei a entrada dos referidos indivíduos, por razões de segurança e confiança. De imediato, voltei à Leroy Merlin de Sintra, onde fui atendida por outra dirigente da loja. Mais uma vez, a situação foi justificada com “falhas de sistema”, sem explicação clara sobre o processo de subcontratação. Após vários contactos internos com a empresa que elaborou o orçamento, foi marcada nova data para a instalação: 9 de janeiro. Apesar disso, continuo sem qualquer solução técnica, não obstante o serviço se encontrar integralmente pago e sucessivamente remarcado. Solicitei formalmente que me fosse enviado um e-mail com a descrição e justificação do sucedido, nomeadamente esclarecendo como é que pessoas sem conhecimento do serviço contratado se deslocam à minha habitação. Até à data, não recebi qualquer resposta escrita. Entretanto, a aplicação da Leroy Merlin indica a visita para 9 de janeiro, mas recebi recentemente uma SMS a indicar a existência de um novo “orçamento”, o que é contraditório e incompreensível face ao histórico já descrito. Este conjunto de factos evidencia: incumprimento reiterado do serviço contratado; falhas graves de comunicação e de organização; falta de transparência quanto à subcontratação; ausência de acompanhamento humano eficaz; prejuízo continuado para a consumidora. Solicito, assim, orientação da DECO quanto aos passos a seguir para salvaguarda dos meus direitos enquanto consumidora, face a um processo que se prolonga no tempo sem resolução efetiva.
Corte de Apoio Extraordinário à Renda
Boa tarde. Sou elegível para o Apoio Extraordinário à Renda desde 2023, sempre recebi, o meu contrato está registado nas Finanças, recibos todos passados, tudo direitinho, entretanto, em fevereiro de 2025 deixei de receber, pediram para validar as incongruências, no meu caso, taxa de esforço superior a 100%, assim o fiz, entretanto recebi duas cartas das Finanças, onde dizia ser elegível, ima em junho, outra em agosto, mês em que, finalmente, pagaram os meses de janeiro de 2025 a julho, e em setembro, voltaram a cortar... Voltei a validar os dados que me pediram, e fiz uma reclamação, já que a renda aumentou em novembro, o meu senhorio fez uma adenda ao contrato, mas no portal da habitação, ainda constava o valor da renda desatualizada. Até hobe, nada, passei de elegível em 2025 para submetido e em revisão... Já enviei centenas de mails, fiz queixa ao Provedor da Justiça, no Portal da Queixa, ao Tribunal de Contas, e até agora, nada. A minha situação é muito frágil, e estou a ficar desesperada, será que me podem ajudar? Estou desempregada, doente, não quero ir viver na rua .. Muito obrigada pela atenção.
Pedido de ajuda urgente
Bom dia O meu nome é Andrea Neves . No domingo a 3 de janeiro,sábado por volta das 11:38 fiz uma compra através da plataforma Glovo, no Pingo Doce, no valor total de 122 euros, acrescido de taxa de entrega (0,49 €) e taxa de serviço (3,99 €). O pedido foi efetuado às 12:13. Desde o início, todo o processo foi marcado por falhas graves de comunicação, ausência de iniciativa por parte do serviço de entrega e um tempo de espera excessivo por uma solução rápida e eficaz, situação que considero inaceitável, sobretudo tratando-se de bens alimentares essenciais. Foram atribuídos dois estafetas à minha morada para a entrega da encomenda. No entanto, apenas um estafeta compareceu, ficando parte significativa dos produtos por entregar. Ainda assim, a aplicação passou a indicar que o pedido se encontrava como “entregue”, o que não correspondia à realidade. A partir desse momento, deixei de conseguir acompanhar o pedido ou obter qualquer esclarecimento adicional. Importa salientar que não houve qualquer iniciativa da parte da Glovo ou da loja em contactar-me para informar do ocorrido. Ninguém ligou, ninguém enviou mensagem, deixando-me simplesmente à espera de uma encomenda que nunca chegou. Perante esta situação, fui eu própria quem entrou em contacto com o apoio ao cliente da Glovo. Fui atendida por uma agente que, importa referir, foi educada, atenciosa e profissional. No entanto, foi apenas após eu questionar diretamente o que tinha acontecido à encomenda que me foi explicado que o estafeta não teria conseguido chegar à morada e que os produtos teriam sido devolvidos à loja. Esta informação não me foi comunicada de forma espontânea, mas sim porque insisti em obter esclarecimentos. Após o envio da lista dos produtos em falta, a agente informou-me de que o processo seria encaminhado para o departamento financeiro para efeitos de reembolso, tendo optado pelo reembolso via MB Way. Solicitei ainda que o caso fosse tratado como prioritário, uma vez que tenho uma criança em casa e dependia desse valor para realizar uma nova compra de bens alimentares essenciais. Contudo, após o encerramento do chat, não fui novamente contactada por ninguém, nem pela Glovo nem pela loja. Até ainda momento em que redijo esta reclamação, continuo sem qualquer resposta concreta, sem reembolso e sem solução, após várias horas de espera, situação que considero profundamente desrespeitosa para com o cliente. Caso os produtos tenham efetivamente regressado à loja, entendo que deveriam ter sido adotadas medidas imediatas, tais como: Contactar o cliente no momento em que a entrega falhou; Informar claramente sobre a devolução dos produtos; Oferecer alternativas viáveis, como nova tentativa de entrega ou reembolso imediato. Nada disto aconteceu. Em vez disso, fui deixada sem produtos, sem informação e sem qualquer acompanhamento posterior, apesar de ter pago integralmente a encomenda e as respetivas taxas por um serviço que não foi prestado. Face ao exposto, considero que existiu uma falha grave no serviço, na comunicação e no respeito pelo cliente. Solicito, assim, a vossa intervenção urgente no sentido de: Resolver esta situação com a máxima brevidade; Proceder ao reembolso imediato dos valores devidos; Rever os procedimentos de entrega e comunicação com plataformas parceiras. Aguardo uma resposta célere, clara e responsável. Com os melhores cumprimentos, Andrea Neves Contacto 965325871 Nota : alen de ficar sem os produtos não tive qualquer reembolso
Encomenda não recebida
Exmos. Senhores, Fiz uma encomenda a empresa Razu de uma poltrona nuvem 2 em 1 premium e de um estendal Elétrico de aço inoxidável no dia 9/12/2025 onde nunca tinha encomendado nada, mas como na página deles indicava a Deco proteste confiei e paguei um valor de 118.90€ pela qual eu não obtive resposta de mais nada tive averiguar e vi que havia muitas reclamações. Ainda enviei um e-mail a pedir informações para este e-mail onde não obtive resposta apoio@razuhome.pt e estive a ver a morada que é esta que aparece e não existe nenhuma loja lá Rua Aresta Branco, 2775-235 Parede, Lisboa • Portugal .
ABUSO ROUBO EFETUADO PELA TEMU
Exmos. Senhores : Venho por este meio denunciar um roubo efectuado pela Temu no dia 05 de Janeiro de 2026 , retirado um valor através dos meus dados pessoais de ex cliente, caso que verifico que não é a primeira vez . Comuniquei no site ao apoio de clientes e obtive a resposta inadequada: “eu ter paciência…” Ora isto trata-se de uma situação de roubo e abuso como ex cliente sem eu reconhecer tal movimento. Estamos na “ República das Bananas?” quem não cumpre a lei não tem punição? Roubam e ainda dizem com toda a lata tenha paciência caro cliente. Retiram 25,63€ e não assumem ?! Colocam vales fictícios com valores altos para enganar o consumidor, encomendas que ficam pelo caminho e ninguém actua ?! Agradeço que vossas excelências, em bom nome da DECO tomem as devidas providências legais para a restituição do valor em causa e alertem futuros clientes, a falta de respeito/confiança da respetiva empresa de artigos TEMU . Pois não e nunca existiu pagamentos seguros da dita empresa. Com os meus cumprimentos, C.F.
Reembolso
Prezados Senhores, Venho por este meio expor e solicitar a resolução imediata de uma situação que se encontra pendente há quase dois meses. No dia 22/11/2023, efetuei a compra de um aparador Philips, no valor de 44,90€, junto da PCDIGA. O produto apresentou defeito, tendo sido aberta uma RMA, no âmbito da qual foi aprovado o reembolso do valor pago. Contudo, até à presente data, o reembolso não foi recebido. Desde o início do processo, deixei devidamente esclarecido que: A conta do Novo Banco utilizada inicialmente via Klarna foi encerrada; A minha conta Klarna esteve encerrada, tendo sido posteriormente reativada; Foi fornecido um novo IBAN válido, expressamente indicado para efeitos de reembolso. Não é aceitável a alegação de que sou terceiro, uma vez que sou o titular da compra. O email associado à encomenda é o mesmo utilizado em todas as comunicações, e os meus dados pessoais email, contacto telefónico e NIF estão corretamente registados e na vossa posse. Adicionalmente, a Klarna confirmou formalmente que não foi efetuado qualquer reembolso associado ao meu NIF ou endereço de e-mail, o que demonstra inequivocamente que o valor não foi devolvido até ao momento. O que pretendo é apenas a resolução definitiva desta situação. Os 44,90€ em causa não são um valor irrelevante, tratando-se de dinheiro legitimamente pago e que me é devido. Caso não pretendam efetuar o reembolso por transferência bancária, solicito então, como alternativa imediata, a emissão de uma nota de crédito na PCDIGA. Informo ainda que esta reclamação será igualmente enviada à Klarna, uma vez que uma das partes terá de assumir a responsabilidade. Após diversos contactos, continuo a receber respostas genéricas e repetidas, sem qualquer solução concreta. Assim, coloco a questão de forma clara e objetiva Onde se encontra o meu reembolso? Aguardo uma resposta concreta, com explicação objetiva e prazo definido para a resolução. Com os melhores cumprimentos, Ronaldo Santos
LS - Péssimo serviço de entregue
Esta empresa tem prestado um péssimo serviço ultimamente, pelo menos na minha zona (concelho de Alijó, distrito de Vila Real). Os colaboradores do transporte não ligam para efetuar a entrega e limitam-se a 'despejar' as encomendas na parcel shop da vila, sem autorização do destinatário nem aviso. Estou farta desta situação!
Anomalias Criadas pela Empresa de Manutenção de Elevadores TKE
Exmos. Senhores Reclamação Sobre Anomalias Criadas pela Empresa de Manutenção de Elevadores TKE Elevadores Portugal, Unipessoal, Lda. DESCRIÇÃO DAS ANOMALIAS Entre outras dissensões que levaram a Administração do Condomínio do Prédio sito na Rua Florbela Espanca, 1 e 1A, 2660-439 Santo António Cavaleiros, NIPC 900759216 (doravante Condomínio), a rescindir o contrato de manutenção firmado com a TKE Elevadores Portugal, Unipessoal, Lda., NIPC 501445226 (doravante TKE), por justa causa, a produzir efeitos em 31JAN2026 (Anexo I – Carta Rescisão TKE_29OUT2025), pesa ainda um grave problema de falta de manutenção (ou manutenção deficiente) que, não obstante as diversas comunicações/reclamações feitas à empresa, persiste por resolver e que a seguir melhor se descreve: 1 – No dia 08AGO2025, a TKE trocou o óleo das máquinas dos dois elevadores objeto do contrato, segundo registo averbado pelo técnico da empresa no livro de manutenção do elevador n.º 2, a fls. 22, nem tão pouco foi registada a troca de óleo no livro do elevador n.º 1, contudo ambas foram faturadas ao Condomínio (e pagas por este), sem prévio conhecimento ou consentimento do cliente para a realização de um procedimento que era extracontratual. 2 – Na sequência do referido ato de manutenção adveio uma fuga residual de óleo em ambas as máquinas (que não existia do antecedente), considerando-se não terem sido cumpridas na altura da intervenção as boas práticas de manutenção, por ter ficado óleo a pingar para o pavimento e, improvisadamente, dois panos no chão a apará-lo, anomalia que, salvo melhor opinião, se deve ao aperto deficiente dos bujões e à falta de aplicação do material vedante adequado, sublinhando-se, portanto, que a anomalia foi criada pela TKE aquando da intervenção técnica. 3 – Da mesma intervenção resultou também uma tampa da entrada do óleo estalada/partida (em vidro ou acrílico), da máquina do elevador n.º 2, anomalia que só pode ter sido provocada pelo técnico da TKE ao removê-la e/ou recolocá-la aquando da troca do óleo, "acidente" ou "manuseamento desadequado" a que este Condomínio se considera completamente alheio, devendo o custo da sua substituição ser suportado pela TKE. 4 – Como não é procedimento corrente os administradores do Condomínio visitarem a casa das máquinas, só em outubro, no decurso de uma avaliação do estado de pintura das paredes interiores do prédio, detetaram as supramencionadas anomalias, tendo-as reportado telefonicamente ao departamento de manutenção da TKE em 16 e 27 desse mesmo mês. 5 – Em resultado desses reportes a TKE apresentou duas cartas propostas em que orçamentava, a expensas do Condomínio, a reparação das anomalias que a própria empresa gerou, as quais este Condomínio, evidentemente, recusou assumir e considerou que deveriam decorrer por conta da TKE. 6 – Até ao presente, decorridos mais de 50 dias sobre o último email acerca do assunto (Anexo II – Email_Resposta a Carta Proposta da TKE_12NOV2025), as anomalias persistem sem qualquer ação ou comunicação da empresa. CONCLUSÃO E PROPOSTA Face ao que precede, solicita-se que, antes da cessação do contrato, que ocorrerá em 31JAN2026, a TKE Elevadores Portugal, Unipessoal, Lda. proceda à reparação das anomalias supramencionadas (fugas de óleo e substituição de tampa danificada, ambas decorrentes de atos de intervenção técnica do seu pessoal) sem qualquer encargo para este Condomínio. Com os melhores cumprimentos, A Administração do Condomínio
informações falsas - Pessimo Serviço
Contratei esta empresa para o fornecimento e montagem de janelas numa casa em obras no Montijo, após solicitar vários orçamentos a diferentes fornecedores. Esta não foi a opção mais barata, mas foi escolhida exclusivamente porque garantiu ter o material disponível num prazo significativamente mais curto do que a concorrência, indicando cerca de 3 semanas a 1 mês. Questionei de forma clara e direta sobre os prazos de fabrico e montagem no dia 5 de novembro, tendo-me sido assegurado que a 5 de dezembro a produção estaria concluída e que seria contactada para agendamento da montagem. Estamos hoje a 2 de janeiro e, de forma completamente inesperada, fui informada de que as janelas apenas poderão ser instaladas a 9 ou 10 de fevereiro. Este atraso é inaceitável e revela uma total falta de profissionalismo e planeamento. A informação inicialmente prestada revelou-se manifestamente incorreta, causando prejuízos financeiros diretos, uma vez que a obra se encontra parada, não sendo possível concluir os trabalhos, vender ou arrendar o imóvel, enquanto continuo a suportar custos associados à casa. Trata-se de uma situação surreal e de uma negligência grave na prestação do serviço. Não recomendo esta empresa em circunstância alguma. Irei dar seguimento ao caso pelas vias legais competentes, com vista à obtenção de indemnização pelos danos causados.
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