Reclamações públicas

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T. S.
16/03/2026

eclamação por falta de acessibilidade para pessoa com mobilidade reduzida

Eu, Tiago José Guedes dos Santos, portador do cartão de cidadão 13887636, nif: 234849339 e  pessoa portadora de uma deficiência fisica com 70% de incapacidade, venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente a uma situação ocorrida no dia 16 de março de 2026, no Hospital de Santo António, no Porto. Nesse dia dirigi-me ao hospital para uma consulta. Ao chegar à zona de acesso controlado, junto aos seguranças, apresentei o dístico de estacionamento para pessoa com deficiência e informei que tinha uma consulta marcada. O segurança que se encontrava no local as 11h00 limitou-se a informar que não era possível estacionar porque o jardim iria entrar em obras, não apresentando qualquer alternativa ou solução para mim. Devido a essa situação, fui obrigado a sair do hospital e procurar estacionamento na via pública, tendo encontrado lugar a mais de 500 metros de distância da entrada do hospital. Considerando a minha condição de mobilidade reduzida, esta situação foi extremamente difícil e demonstra falta de consideração pelas necessidades de acessibilidade de pessoas com deficiência, sobretudo numa entidade pública de saúde, que deveria garantir condições adequadas de acesso. Assim, solicito que: Seja analisado o comportamento e procedimento adotado pelos seguranças naquele momento. Seja esclarecido qual o procedimento previsto para pessoas com mobilidade reduzida quando existem obras ou limitações de estacionamento. Sejam tomadas medidas para garantir que pessoas com deficiência tenham acesso adequado e prioritário ao hospital, evitando situações semelhantes no futuro. Aguardo resposta a esta reclamação. Tiago José Guedes dos Santos 916458982

Encerrada

Sessão fisioterapia

Venho pelo presentr apresentar reclamação quanto ao modo como estão a tratar as faltas de fisioterapia. Vejo.me impedida de comparecer à sessão de fisioterapia infelizmente por motivo de de doença da minha filha com 7 anos. Ao contatatar o hospital para informar situação informaram que iria estar dispensada das sessões uma vez que é segunda falta ( sendo que a primeira foi igualmente por estar de baixa assistência filho). Sendo falta devidamente juntificada como é possivel anularem o tratamento? É incompreensível estas situações.

Encerrada
A. S.
15/03/2026

Solicitação de cancelamento e reembolso

Venho por meio desta apresentar uma reclamação formal e solicitar o cancelamento imediato do plano contratado junto à empresa. Recebi uma ligação do setor comercial da Medecare, durante a qual concordei verbalmente com as informações que me foram apresentadas. No entanto, durante a conversa, realizei uma pergunta específica sobre a existência de fidelização no plano, e fui informado de forma clara de que não havia fidelização e que eu poderia cancelar o plano a qualquer momento. Também fui informado de que seria necessário confirmar a adesão respondendo a um e-mail, para que o plano fosse efetivamente ativado. Contudo, não respondi ao e-mail nem aceitei os termos e condições enviados, justamente porque havia sido informado de que a ativação dependeria dessa confirmação. Por esse motivo, entendi que o plano não havia sido ativado. Diante disso, estranhei quando recebi os cartões do plano em minha residência. Após esse fato, entrei em contacto para solicitar o cancelamento, mas fui informado de que já havia ultrapassado um suposto prazo de 15 dias para cancelamento. Para minha surpresa, no dia de hoje foi efetuado um débito em minha conta bancária, referente ao plano, o qual considero indevido, uma vez que não confirmei a ativação do contrato conforme instruído. Dessa forma, solicito: O cancelamento imediato do plano; O reembolso integral do valor debitado em minha conta; O acesso à gravação da chamada comercial, na qual foram prestadas as informações mencionadas. Ressalto ainda que tentei obter a gravação da ligação, porém fui informado de que para isso seria necessário realizar login no site, sendo que, para tal, sou obrigado a aceitar os termos e condições contratuais, o que considero inadequado, uma vez que justamente questiono a validade dessa contratação. Diante do exposto, solicito a resolução desta situação com a maior brevidade possível. Atenciosamente, Alvan Lucas

Encerrada
C. L.
14/03/2026

Contratação não autorizada

Venho apresentar reclamação relativamente ao contrato nº 51100062227 associado ao Plano Platinium Mais Vida da MED&CR - Unipessoal, Lda.. Segundo me foi comunicado, este contrato teria entrado em vigor no dia 05/02/2026. No entanto, nunca assinei qualquer documento, nem validei qualquer link eletrónico, nem dei consentimento claro para a adesão ao referido plano. A chamada inicial teve apenas como objetivo solicitar informações sobre os serviços. Assim que tive conhecimento da existência do contrato, contactei o serviço de apoio ao cliente para solicitar o cancelamento: No dia 13/02/2026, solicitei a anulação do contrato; No dia 17/02/2026, voltei a contactar o serviço para reiterar o pedido de cancelamento. Apesar destes contactos, o cancelamento não foi efetuado e fui posteriormente informada de que teria contactado fora do prazo. Adicionalmente, no início deste mês solicitei o envio das gravações das chamadas realizadas nos dias 05/02/2026, 13/02/2026 e 17/02/2026, nos termos do RGPD, mas até ao momento não recebi qualquer resposta nem as referidas gravações. Perante esta situação, solicito: A anulação imediata do contrato por ausência de consentimento válido; A cessação de qualquer cobrança associada; O envio das gravações das chamadas mencionadas.

Encerrada
V. D.
12/03/2026
VIP CLINIC

Troca de marca de produto.

No dia 10/02 estive na VIP Clinic Braga (Arcada) para realizar aplicação de toxina botulínica. Contratei e paguei por uma marca específica de Botox Alluzience, justamente por possuir maior durabilidade e qualidade. No entanto, o produto que foi administrado aparenta ser de outra marca, sem qualquer tipo de consentimento ou informação prévia para mim ou para o meu esposo. Já no dia da aplicação observei algumas inconsistências, como a presença de soro fisiológico na bancada. Isso me chamou atenção porque algumas marcas como Dysport e Azzalure vêm em pó e precisam ser diluídas, enquanto a marca Alluzience é apresentada em solução líquida pronta para aplicação e não necessita de diluição. No retorno para retoque realizado no dia 28/02, ao analisar fotografias tiradas no local, tive ainda mais certeza de que o produto utilizado não correspondia ao que foi contratado. Ou seja, paguei por um procedimento com determinada marca e durabilidade e aparentemente foi administrado outro produto, sem qualquer transparência. Ressalto que sou da área da saúde e tenho conhecimento básico sobre os diferentes tipos de toxina botulínica e suas formas de apresentação. A situação levanta dúvidas sérias sobre a veracidade das informações fornecidas pela clínica aos pacientes. Outro ponto preocupante é que o agendamento é feito online e em nenhum momento é informado que existe cobrança de 50€ apenas por avaliação caso o procedimento não seja realizado. Essa informação aparece apenas dentro da clínica. Diante disso, solicito esclarecimentos formais sobre: Qual marca de toxina botulínica foi realmente utilizada em meu procedimento; •Justificativa para a possível troca do produto sem meu consentimento; •Cópia do registro/lote do produto aplicado. Acredito que outras pessoas possam estar passando pela mesma situação e considero que o caso merece esclarecimento e eventual investigação.

Em curso
M. L.
12/03/2026
Cliduca

Práticas Comerciais Desleais / Abusivas

Em Janeiro 2025, questionei pela E-clic a SS se era legal a Clínica Cliduca apresentar para assinar 34 sessões, em Janeiro de 2025 (Out 2 sessões e 4 cada mês até Junho 2024/2025) de Terapia da Fala quando a menor só estava a ter 1 ou 2 sessões por mês até aquela data. Fui ameaçada de suspensão e de ter de pagar do meu bolso, caso não assinasse as sessões apresentadas. Como não obtive resposta da SS atempadamente e para não prejudicar a menor assinei e informei a SS do que tive que fazer. • Em janeiro de 2026, a clínica suspendeu as terapias alegando falta de pagamento da Segurança Social. Só passado um ano do meu pedido de esclarecimentos é que a Segurança Social me pediu as confirmações das sessões. Confirmei as sessões realizadas de facto, e a SS confirmou que todas as sessões realmente realizadas foram pagas na totalidade (60€ cada). Outubro 2024 — 1 sessão — 60 € Novembro 2024 — 2 sessões — 120 € Dezembro 2024 — 1 sessão — 60 € Janeiro 2025 — 2 sessões — 120 € Fevereiro 2025 — 2 sessões — 120 € Março 2025 — 2 sessões — 120 € Abril 2025 — 1 sessão — 60 € Maio 2025 — 3 sessões — 180 € Junho 2025 — 1 sessão — 60 € A Cliduca estava a cobrar à SS - 1.920,00€ • A 26-02-2026, a clínica informou que não retomará as sessões, apesar de não existir dívida, porque “não trabalham assim” isto por eu não ter confirmado sessões fictícias, motivo dado oralmente por chamada telefónica, por email dizem que não há disponibilidade. • A menor foi expulsa por eu recusar ilegalidades. Isto prejudica gravemente o bem estar da criança. Solicito investigação urgente.

Encerrada
V. S.
11/03/2026

Cancelamento de contrato Medicare e tentativa de cobrança indevida

Venho por este meio expor uma situação que considero irregular relativamente ao cancelamento de um contrato com a empresa MED&CR – Sistemas de Gestão de Cartões de Saúde, Unipessoal, Lda. (Medicare). No dia 05/03/26 enviei um email à empresa a solicitar a cessação do contrato, expondo também problemas que ocorreram durante a utilização do serviço. Posteriormente fui contactada telefonicamente por uma representante da Medicare, que me informou que, apesar de o contrato não ter fidelização, eu teria obrigatoriamente de continuar a pagar as mensalidades até novembro, mês em que o contrato teve início. No entanto, após análise das Condições Gerais e Condições Particulares do contrato, verifiquei que a cláusula 14.1 (Cessação do contrato) estabelece que qualquer das partes pode denunciar o contrato mediante comunicação escrita com 30 dias de antecedência, não existindo qualquer referência à obrigação de pagamento até ao final de um período anual. Também nas Condições Particulares não existe qualquer cláusula que estabeleça fidelização ou permanência mínima obrigatória. Apesar disso, a empresa insiste na obrigação de pagamento das mensalidades até novembro, o que considero não estar previsto nas condições contratuais. Da minha parte manifestei total disponibilidade para cumprir o prazo contratual de aviso prévio de 30 dias, assumindo o pagamento correspondente a esse período, mas não considero legítima a exigência de pagamento até ao final do período anual. Assim, venho solicitar o apoio da DECO Proteste para esclarecer esta situação e verificar a legalidade da exigência apresentada pela Medicare, uma vez que entendo que poderá tratar-se de uma tentativa de cobrança sem fundamento contratual.

Encerrada
E. G.
11/03/2026

Avaliação que era necessária e não fizeram tratamento até ao fim porque já não dava supostamente

Venho por este meio , fazer reclamação da smile up. Estão sempre a mudar de médicos. O meu companheiro fizeram um plano de 7mil euros, chegaram a por um parafuso que supostamente dava pra pôr implante..depois outro medico já o viu e nada fez por afinal já não dava, iam fazendo só limpezas e pouco. Mais..o dente da frente nem implante é.. é placa.. Ele chegou me a passar 2mil euros pro meu nome , e nem cheguei a gastar ló todo e então voltei a passar pra ele . Porque tenho um crédito meu com eles de um implante e mais alguma coisa,ao qual pago 62 wur por mês durante 4 anos. O meu marido pediu e o reembolso já que não fizeram nada.. e disseram tudo bem passado 3 semanas e porque ele foi lá.. agora querem um raio x meu porque dizem que fizeram coisas cm p dinheiro dele.. então se foi transferido para ele. E iam lhe dar o dinheiro em questão seriam 2 mil e tal euros. Então e o crédito que fiz lá? Estou a pagar o que? Eles gozam mesmo e depois o pessoal tá sempre a rodar nunca sabem nada..agora querem fazer um raio x a mim.. sendo que já me puseram o implante e agora já que lhe querem descontar ,está horrível

Resolvida
P. E.
09/03/2026

Propaganda enganosa

À atenção da Multicare, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente a uma situação que considero enganosa e pouco transparente. Tomei conhecimento de uma publicidade que indicava a oferta de 1 ano de seguro gratuito para pessoas com 45 anos, motivo pelo qual procedi à minha inscrição com base nessa informação. No entanto, posteriormente recebi termos e condições que apenas referiam 6 meses, o que não corresponde ao que foi anunciado. Após essa situação, fui contactado telefonicamente por uma colaboradora da vossa empresa. Durante a chamada, em vez de esclarecer a questão da publicidade e da discrepância entre os 12 meses anunciados e os 6 meses presentes nos termos enviados, a colaboradora insistiu em apresentar-me um seguro pago no valor de 54€ por mês. Durante a conversa, a colaboradora explicou verbalmente algumas condições e benefícios do seguro. Contudo, quando solicitei que me fossem enviados os termos e condições completos por escrito para análise, a mesma recusou-se repetidamente a disponibilizá-los, afirmando que só seriam fornecidos após a celebração do contrato. Considero esta postura extremamente preocupante e pouco transparente, uma vez que qualquer cliente tem o direito de analisar previamente os termos e condições de um produto antes de tomar a decisão de contratar. Além disso, a atitude da colaboradora tornou-se progressivamente arrogante e pouco profissional, contrastando com a simpatia demonstrada no início da chamada.

Encerrada
R. L.
09/03/2026

Solicitação de esclarecimento e resolução de situação

Exmos. Senhores, Venho, por este meio, expor uma situação referente ao utente Sr. Álvares Gonçalves Pais, n.º de utente 366332375, que deu entrada na CUF Descobertas no dia 30/01/2026, tendo permanecido internado até 19/02/2026, no 5.º piso, sob cuidados intensivos, devido à gravidade do seu estado de saúde. O utente deu entrada no hospital acompanhado da sua cuidadora, Célia Rosa, em cadeira de rodas. O motivo de admissão e internamento incluiu o seguinte quadro clínico: AVC isquémico (maio de 2025), estenose carotídea, insuficiência cardíaca com FEVE de 45%, HTA, pacemaker, cardiopatia isquémica, infeções urinárias de repetição, TVP, DPOC, hiperuricemia, SAOS com recusa de CPAP e hábito tabágico, tendo o internamento ocorrido por dispneia, ortopneia, DPOC agudizada, insuficiência cardíaca descompensada e infeção do trato urinário. Durante o período de internamento, foi observado pela cuidadora, nas visitas que realizava regularmente, que o utente se encontrava frequentemente na mesma posição, o que terá contribuído para o aparecimento de uma escara significativa na região do cóccix, situação de que o próprio utente já se queixava, manifestando dor. Numa determinada noite, por volta das 20h30, foi efetuado um contacto telefónico para a cuidadora. No entanto, por se encontrar a trabalhar, não conseguiu atender a chamada no momento. Ainda assim, deslocou-se ao hospital nessa mesma noite, onde foi informada de que o utente se encontrava em estado muito grave, praticamente em coma e a respirar com auxílio de oxigénio. Dias mais tarde, a cuidadora tomou conhecimento de que o utente se teria engasgado, não sabendo se tal situação poderá ter resultado de falta de supervisão. O facto é que, na sequência desse episódio, veio a desenvolver uma pneumonia. Paralelamente, ao longo do internamento, a cuidadora questionou várias vezes sobre a cadeira de rodas do utente, sem que ninguém conseguisse prestar um esclarecimento concreto sobre o seu paradeiro. No dia da alta, o utente regressou a casa de ambulância, por indicação médica, sem a sua cadeira de rodas. Desde então, já foram feitos contactos telefónicos com a CUF, e a cuidadora também já se deslocou presencialmente ao hospital, mas, até ao momento, ninguém soube informar o que aconteceu ao referido equipamento. Deste modo, venho solicitar a resolução urgente desta situação, com a localização e devolução da cadeira de rodas do utente, ou, caso tal não seja possível, uma solução adequada por parte dessa instituição. Trata-se de um bem pessoal indispensável para a mobilidade do utente, sendo necessário para o transporte a consultas e demais deslocações. Neste momento, encontra-se a ser necessário alugar uma cadeira de rodas, o que representa um custo de 15 euros por dia. Agradeço, desde já, a vossa atenção e aguardo uma resposta célere para a resolução deste caso. Com os melhores cumprimentos, Célia Rosa

Encerrada

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