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Cancelamento de Contrato (venda fora do estabelecimento) -1 dia após a compra
No dia 25 de setembro de 2026, os meus pais, ambos com mais de 65 anos, foram contactados por esta empresa sob o pretexto de um rastreio de AVC, numa morada que não é um local habitual de prestação de cuidados médicos nem próximo de qualquer centro de saúde. Foram atendidos por volta das 19h00 por pessoas que se identificaram verbalmente como "técnicas", mas que não apresentaram qualquer identificação profissional. Ao aperceberem-se de que a minha mãe se deslocava com dificuldade devido a um problema na coluna, a referida "técnica" começou a apresentar-lhe um topper (colchão), alegando que o produto reduziria as suas dores e poderia até dispensá-la de tomar medicação. A minha mãe demonstrou reticência, mas foi pressionada a decidir de imediato, com o argumento de que a venda só poderia ser concretizada naquele dia. Os meus pais acabaram por aceitar, num contexto que consideramos revelar diversas práticas preocupantes: • O valor do produto foi apresentado com um "desconto", associado a um financiamento em 72 prestações, cujo valor total com juros acabou por ser muito próximo do preço inicial mencionado verbalmente, situação que os meus pais não perceberam no momento; • Foi mencionado verbalmente o nome da entidade financeira que concederia o crédito (entidade essa distinta da própria empresa vendedora), mas não foi entregue qualquer contrato ou documento com os detalhes desse crédito, apenas a promessa de que essa entidade contactaria os meus pais; • Foi tirada uma fotografia ao cartão de débito dos meus pais sem que estes compreendessem o motivo, visto já terem fornecido o comprovativo de IBAN, não têm a certeza se foi fotografada uma ou as duas faces do cartão, e no qual teve de ser cancelado; • A entrega do produto foi feita ainda no mesmo dia, de forma apressada. Quando os meus pais nos mostraram o produto e o contrato, ficámos de imediato preocupados: o preço está claramente acima do praticado para produtos semelhantes no mercado, e todo o procedimento comercial nos pareceu abusivo face à vulnerabilidade dos meus pais. O produto nunca chegou a ser utilizado e foi de imediato retirado da cama. Exercício do direito de livre resolução • 26 de setembro de 2026 foi enviado email com o formulário de livre resolução assinado pelo meu pai, solicitando ainda: 1. Confirmação do cancelamento da compra e da resolução do contrato, de forma escrita(email); 2. Identificação, por email, da entidade financeira responsável pelo crédito associado à compra, e confirmação de que a mesma foi notificada da resolução do contrato principal e do consequente cancelamento do contrato de crédito; 3. Indicação, da forma e data de recolha dos bens, sem custos para o consumidor. Até à data, nenhum destes três pontos obteve resposta. • 28 de setembro de 2026 foi enviada carta registada com aviso de receção para a morada constante do contrato, com exercício do direito de livre resolução com o respetivo comprovativo de envio dos CTT remetido também por email. Nesse mesmo dia, tentámos repetidamente contactar telefonicamente o apoio ao cliente, sem sucesso. Ao contactar diretamente a técnica responsável pela venda, foi-nos apenas informado que estaria em reunião durante a manhã, devendo tentar-se o contacto à tarde. • 29 de setembro de 2026 foi finalmente possível falar com o apoio ao cliente, que se recusou a fornecer qualquer informação sobre prazos de cancelamento ou de resposta. A única resposta obtida ao email enviado foi uma mensagem genérica de receção, sem qualquer informação concreta. No mesmo dia, a técnica voltou a contactar os meus pais, propondo um desconto de cerca de perto 800 euros no produto, chegando a insinuar que seriam os filhos a não quererem o "bem" da minha mãe, e que a escolha desta seria continuar a tomar medicação para o resto da vida. Importa referir que, no momento da venda, a minha mãe não percebeu que o colchão tinha o sistema de vibração, pois a forma de explicar foi com muitos termos específicos e confusos, quando a minha mãe o experimentou em casa, queixou-se de imediato, tendo a técnica respondido que seria necessário "experimentar a dormir" alguns dias. A minha mãe foi, quando foi diagnosticada com o problema de saúde foi aconselhada pelo seu médico ortopedista a não utilizar sistemas de massagem com vibração. Perante a recusa da proposta de desconto, foi dito que "alguém" entraria em contacto. No dia seguinte foi enviado novo email a solicitar detalhes, sem resposta. • 2 de outubro de 2026 após novo contacto telefónico, igualmente difícil de concretizar, foi enviado email s confirmar o que foi dito na chamada e a solicitar mais uma vez a resposta as perguntas feitas no 1º email do dia 26 de setembro. Durante a breve chamada a única informação obtida foi a de que alguém contactaria "na próxima semana", sem indicação de data nem de forma de contacto (telefónico ou presencial). O facto de colocar esta reclamação é o facto de que o dia 5 de outubro (segunda-feira) é feriado, e o prazo de 14 dias para a livre resolução termina no dia 9 de outubro (sexta-feira), o que torna a janela temporal para resolução deste assunto extremamente curta. Foi também solicitado, sem resposta até ao momento, que nos fosse indicado com um dia de antecedência quando seria feito o contacto. Face à forma como todo este processo tem decorrido, solicitamos: • Que a data do contacto para cancelamento conte com a presença de um dos filhos; • Que seja fornecida, por escrito, a confirmação do cancelamento antes do términus do prazo de 14 dias. Não podemos afirmar que se tratou de uma burla, mas todo o processo tem sido marcado por práticas comerciais agressivas e pouco transparentes, dirigidas a dois consumidores idosos e vulneráveis, causando grande preocupação e desgaste emocional, a minha mãe, desde que tomou consciência de toda a situação, tem estado num estado de nervosismo constante e com dificuldades em dormir. Com esta reclamação pretendemos garantir que a compra seja cancelada o mais rapidamente possível e dentro do prazo legal, para que esta situação seja definitivamente resolvida.
Indminização por Trantornos devido a Overbooking
No dia 30/8 tinha voo de Sao Vicente para Lisboa no voo 1558 e foi me negado o embarque no aeroporto Cesária Évora mesmo chegando á tempo e horas pelo Staff da TAP alegando "Overbooking" mesmo sabendo que era imprescindível que eu viajasse nesse dia, pois no dia seguinte tinha compromissos pessoais e profissionais e que eu tinha adquirido o meu bilhete (16/2) e organizado os meus compromissos meses antes para que retornasse nesse dia e só consegui retornar no dia 31/8. É completamente incompreensível e inconcebível o procedimento de deixar o voo em "aberto" e um passageiro que compra o bilhete meses antes ser prejudicado, e que a "justificativa" passa por realocar o passageiro noutro vôo, hospedagem e pequena compensação financeira achando que isso resolve o problema do passageiro, sendo que para efetuar a mudança do bilhete estavam a cobrar 550€. A TAP me atribuiu nesse dia transporte, vouchers de refeições e ainda um voucher de 400€ para descontar quando chegasse aqui, eu recusei alojamento já que possuia. Ao chegar submeti uma reclamação no site oficial da TAP pedindo para que responsabilizassem pelo sucedido, pediram os meus dados bancários para que depositassem o voucher, que segundo eles ja foi depositado por esses dias mas não chegou, ainda eu pedi para que eles responsabilizassem através de uma indemnização pelos transtornos causados pois faltei o trabalho noutro dia foi me descontado o dia no salario e tive despesa de uber tambem ao chegar por esse dia ja nao ter alguém para me buscar e pelo transtorno e stress que passei no aeroporto aquando do não embarque no dia anterior e eles se negaram dizendo que o procedimento é só o pagamento do voucher de 400€ ao passageiro que há meu ver nao compensa os transtornos causados e a falta respeito para com o passageiro. Se fosse possível eles serem responsabilizados pelo sucedido de forma justa para comigo como passageiro.
Reembolso- situação de overbooking
No dia 15 de outubro de 2025, foi efetuada uma reserva de alojamento para os dias entre 30 de dezembro e 1 de janeiro. Minutos após a reserva, foi-me enviada a confirmação do alojamento. Para minha surpresa, no dia 23/10/2025 foi-me enviado um email a cancelar a minha estadia. Após contactar a booking telefonicamente, alegaram ter sido uma situação de overbooking, e não conseguiram mencionar os critérios que foram aplicados na seriação das reservas. Ao perguntar as alternativas existentes, foi-me dada a possibilidade de realizar uma reserva, num hotel com as mesmas condições mas com uma diferença de valor acima dos 400 euros que seria assegurado pela booking e devidamente reembolsado após o check-out. Infelizmente, passado praticamente 1 ano após o check-out, não obtive nenhuma resposta da plataforma ou qualquer tipo resolução. É lamentável que após dezenas de tentativas de contacto realizadas ao apoio ao cliente, não exista resolução à vista. Aguardo resolução com a maior brevidade possível. Atenciosamente, Inês Pacheco
Pedido não foi entregue
Boa tarde, O meu nome é Cristiano Carrasco, e venho desta forma apresentar reclamação a Uber Eats. Ontem após chegar do trabalho decidi pedir comida para o Jantar para mim e para a minha família através da aplicação. Escolhi, paguei e fiquei a aguardar o pedido, isto por volta das 20h. Primeira previsão de entrega 20:40h. Fiquei a aguardar e quando chegou as 20:40 o pedido aumentou o tempo de entrega. Fui aguardar pois não sabia o nível de pedidos, quando perto das 21:30 contactei o estafeta para saber o estado do meu pedido. Respondeu que estava a aguardar o pedido. Voltei a mandar mensagem sobre o tempo elevado e então o estafeta tinha acabado de abandonar o serviço e tinha outro estafeta com o meu pedido. Envie novamente mensagem indicou ainda não ter chegado ao restaurante que não sabia do estado do pedido e cancelou a recolha. Surge um terceiro estafeta que quando chegou ao restaurante entregou em contacto comigo a informar que o meu pedido já tinha sido recolhido por outro estafeta. Perguntei o que poderia fazer e informou-me que fizesse reclamação na plataforma pois o pedido tinha sido recolhido mas não me tinha sido entregue. Entretanto entro em contacto com o restaurante que me confirmou que o pedido já tinha sido recolhido. O certo é que o pedido foi recolhido nunca entrou em trânsito para a minha morada e simplesmente desapareceu. Supostamente temos de facultar um PIN a comprovar a recolha do pedido ao qual isso nunca aconteceu. Contactei a Uber Eats e a informação que recebo e que não me podem devolver o valor porque o pedido já tinha sido preparado pelo restaurante. Fui roubado pelo estafeta da Uber. Paguei 37.08€ pelo jantar que nunca recebi e a plataforma e empresa que gere este serviço simplesmente não faz nada. Isto e roubar os clientes, e denegrir o trabalho dos nossos parceiros. Exigo a devolução total do valor que paguei.
Sobre o contrato
Reclamações Sobre Notícias Parabéns! A sua reclamação foi aprovada e enviada para a marca. × Esta reclamação é sua, poderá alterar o estado, editá-la ou enviar uma resposta. Medicare - Recusa de cancelamento de contrato de plano de saúde Em tratamento Soraia Valente Soraia Valente apresentou a reclamação 2 de outubro 2026 Venho por este meio apresentar uma reclamação relacionada com o meu contrato Medicare, referente ao Plano de Saúde Platinum Mais Vida. Comuniquei claramente, por escrito, à Medicare a minha intenção de cancelar o contrato. No entanto, a carta acabou por ser devolvida devido a uma alteração de morada. Ao receber a carta devolvida, percebi que havia algo errado e entrei em contacto telefónico com a Medicare para expor a situação. Indicaram-me que deveria enviar um email com fotos da carta devolvida para comprovar que tudo tinha sido feito dentro dos prazos. Garantiram-me que não haveria qualquer problema com o cancelamento, pois tinha prova do envio da carta. Apesar disso, mais tarde recebi um telefonema a informar que o cancelamento não seria aceite, alegando que a carta já não era válida como prova e que agora só contaria o telefonema, que tinha sido feito fora do prazo de cancelamento. Disseram-me que, por isso, já não seria possível cancelar o contrato e que teria de permanecer mais um ano fidelizada. Sempre paguei todas as mensalidades atempadamente e, apesar disso, nunca utilizei o serviço. Acho injusto que me obriguem a continuar com um serviço que já não quero e sinto que estão a ignorar totalmente os interesses dos clientes. Já confirmei várias vezes, inclusive por telefone, que não pretendo continuar, mas continuo a receber chamadas a exigir o pagamento de mensalidades ou a tentar renegociar o valor, mas recusam-se a cancelar o contrato. Peço esclarecimento por escrito, concreto e fundamentado, sobre o motivo pelo qual o meu pedido de cessação não foi aceite, indicando a base legal e a data exata em que posso pôr termo ao contrato. Solicito ainda que suspendam quaisquer cobranças após o pedido de cessação, caso seja aplicável. Reitero a minha vontade de não manter este contrato e aguardo uma resposta escrita e clara a esta reclamação.
Não aceitam devolução do artigo que veio defeituoso
Exmos. Senhores, Comprei na plataforma da internet Rosa D'Ouro um fato de tamanho Xl. Chegou-me um fato que deve ter metade do tamanho pedido. Já trocamos emails, enviei fotos a comprovar a reclamação e fizeram uma proposta de me devolverem 20% da despesa, que foi de quase 55€ e que não aceitei. Nunca enviaram morada para efectuar a devolução. Continuei a pedir morada de devolução e reembolso da totalidade, como todas as empresas sérias fazem. Deixaram de responder. MUITO CUIDADO COM O EMBUSTE DA ROSA D'OURO fotos muito bonitas e o que enviam é um logro Cumprimentos.
Seguro Worten: iPhone devolvido inutilizável após reparação e sem solução há um mês
Em fevereiro de 2023 comprei na Worten um iPhone 14 Pro Max (1599€) e, por recomendação da loja, contratei o seguro Domestic & General (apólice AB60102669). A 8 de setembro acionei o seguro na Worten e paguei 100€ de franquia. No levantamento, liguei o telemóvel na presença do vosso técnico e vimos logo que a reparação foi mal feita: reinicia constantemente, o ecrã fica com várias cores, aparecem notificações constantes de que o ecrã e a bateria não são originais, os botões chocalham lá dentro e deixou de ser resistente à água. Desde então não consigo usá-lo. Reclamei junto da Domestic & General e responderam apenas que a apólice permite peças não originais. Na reclamação formal, responderam só que têm até 20 dias úteis para dar resposta. Já paguei cerca de 945€ de seguro mais 100€ de franquia, continuo a pagar todos os meses por um telemóvel que não funciona e estou há quase um mês sem ele, apesar de precisar dele para trabalhar. Contratei este seguro porque me foi apresentado na Worten e confiei na vossa recomendação. Por isso peço que intervenham junto da Domestic & General, enquanto tomadores do seguro, para que o caso seja resolvido com urgência, com a substituição do telemóvel por um recondicionado nas mesmas condições ou a cobertura dos custos de substituição, como a apólice prevê. Também sugiro que reconsiderem esta parceria. Por hábito, faço seguro a todos os equipamentos acima dos mil euros. Já tinha também uma apólice para o meu MacBook, que nunca acionei. Se esta situação não for resolvida, vou deixar de fazer estas compras na Worten e não vou recomendar a Worten às pessoas que me pedirem opinião. Gostava de não ter de o fazer, e ainda vão a tempo de resolver isto.
Voucher Enganoso
Recebi de prenda um vale da Odisseias, porém quando fui ativar pediram me uma fatura por algum "erro" com a loja. Como é óbvio, quem me deu a prenda não deu a fatura. Tentei entrar em contacto mas só disponibilizam um número de telefone em que ninguém atende, já me fartei de ligar. Isto não passa de vales enganosos em que na realidade as pessoas não conseguem usufruir dos mesmos
ikea muitos problemas
Sou colaborador da IKEA da loja de Loulé e deixo este testemunho de forma anónima, por receio de possíveis represálias. O que relato corresponde à minha experiência e àquilo que tenho observado e ouvido de outros colaboradores. Ao longo do meu percurso na IKEA, tenho sentido e observado situações que considero de pressão, intimidação, assédio moral e sexual, diferenciação no tratamento dos colaboradores. Na minha perceção, existem situações de favoritismo no acesso a oportunidades, horários, funções e desenvolvimento profissional, sendo que determinados colaboradores parecem beneficiar de uma maior proximidade com algumas chefias, enquanto outros são colocados sob maior pressão ou acabam por ser prejudicados. Considero particularmente preocupante a forma como algumas avaliações são realizadas. Existem situações em que as avaliações parecem ser discriminatórias ou condicionadas pela opinião pessoal das chefias e pela posição que o colaborador assume perante determinadas situações. Quem questiona decisões, apresenta críticas ou procura ajuda pode sentir que posteriormente passa a ser tratado de forma diferente, ficando sujeito a maior pressão, avaliações negativas ou afastamento de oportunidades. Existe também um sentimento de medo entre alguns colaboradores. A perceção é de que quem fala, apresenta uma reclamação ou procura apoio junto do People & Culture pode ficar exposto e sofrer consequências profissionais. Isto acaba por criar um ambiente em que muitos preferem ficar calados, mesmo quando sentem que alguma coisa não está correta. Também considero preocupante a perceção de monitorização e falta de privacidade. Existem colaboradores que sentem que determinadas chefias ou outras entidades têm acesso a informações ou acompanham de perto determinadas situações, criando um sentimento de vigilância. Existe ainda a perceção de que há uma rede de pessoas que tende a defender a imagem da IKEA e, simultaneamente, a colocar em causa ou a denegrir a imagem dos colaboradores que apresentam críticas ou denúncias. Relativamente ao MyView, considero fundamental discutir a verdadeira fiabilidade dos resultados. Muitos colaboradores sentem que o anonimato não é totalmente garantido, o que pode criar uma pressão invisível para responder de forma positiva. Se o objetivo é a melhoria contínua, a gestão não se pode basear em indicadores que possam estar influenciados pelo receio de exposição. Seria importante existirem auditorias externas ao inquérito ou canais de feedback verdadeiramente neutros e independentes. Na minha experiência, também existe a perceção de que determinados problemas são sistematicamente negados ou desvalorizados. Quando os relatos dos colaboradores são constantemente contestados ou apresentados como inexistentes, aumenta a sensação de que não existe um espaço verdadeiramente seguro para falar. Os colaboradores devem poder trabalhar num ambiente seguro e respeitador, onde possam dar a sua opinião, contestar decisões, participar em inquéritos e apresentar denúncias sem receio de represálias, perseguições ou avaliações discriminatórias. Uma empresa que pretende promover uma imagem de respeito, igualdade, confiança e bem-estar deve também garantir que esses princípios são sentidos na realidade pelos seus colaboradores, e não apenas apresentados externamente.
Encomenda não recebida
Exmos. senhores, No dia 30 de setembro de 2026 efetuei um pagamento por Mbway para adquirir dois artigos online. O pagamento foi processado através da vossa empresa. Até ao momento, a Loja Fashion Outlet não enviou o artigo e não atende as chamadas, nem o e-mail está a funcionar. Sinto-me extremamente frustrada, pois parece-me que o sistema de pagamentos está a ser utilizado de forma injusta para os consumidores e não há qualquer apoio ou controlo por parte do intermediário financeiro a vossa empresa. Solicito o reembolso do valor pago.
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