Reclamações públicas

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I. C.
05/01/2026
Évora Hotel

Mau serviço prestado

Exmos. senhores Agradeço que transmitam à gerência do Évora Hotel para os devidos efeitos o seguinte: sou (era) cliente do hotel com várias boas experiências aí vividas nomeadamente em passagens de ano, páscoa e outras. Nem eu, nem a minha família, nem as muitas famílias que aí escolheram fazer a passagem do ano mereciam o que lhes aconteceu. Muito menos que quando confrontados com as queixas apresentassem a desculpa miserabilista de "contenção de custos". Até porque do lado dos clientes não houve contenção de custos, uma vez que pagamos e bem um serviço sem qualidade e que não respeitou o espírito da época e não fez o cliente sentir que estava a viver um momento especial e diferente. No jantar dito de gala houve pouco jantar e pouca "gala". Serviço caótico, ao contrário do ano passado optaram por servir já os pratos individuais e assim assistimos aos empregados a descerem aos magotes e em correria as escadas de acesso à sala equilibrando vários pratos nos seus dois braços. Não se conseguia começar a comer ao mesmo tempo. A comida já chegava fria e mais fria ficava. O tempo de espera entre pratos quase dava para iniciar a digestão entre cada um. Quando se chegou perto do fim do serviço já era quase meia-noite. Eramos cinco quartos na mesa (11 pessoas), porém, não queriam deixar uma garrafa de vinho tinto e uma de branco na mesa, com o argumento de que eram as ordens que tinham, mesmo que essa solução até permitisse poupar pessoal e agilizar o serviço, em vez de mais uma vez dar uma imagem de pretensa poupança miserabilista. Aliás, idêntica postura aconteceu quando do champanhe para o fim do ano, aí só querendo disponibilizar uma garrafa por mesa. Quanto ao menu, o folhado de pato com o pato frio e gordurento, bacalhau que seria quanto muito um quarto de posta, carne também fria e um bolo que mais era uma pasta de açúcar seca. Já era quase meia-noite quando o serviço ficou perto do final. Meia-noite que, para cúmulo, esteve desfasada nos ecrãs três minutos da hora apresentada nos telemóveis. As animações nos ecrãs eram muito pobres e foram apagadas antes do fim da festa ficando nos seus lugares a imagem de fundo dos computadores/sistema. Quanto à Abaladiça entendo que devia haver vergonha pelo que apresentaram este ano, uma ofensa aos hóspedes e ao espírito da época e onde todos nos devíamos sentir especiais. Tudo colocado (lançado) sobre duas pequenas mesas separadas quais pequenas ilhas na sala de ligação. Nada de qualquer decoração, qualquer arranjo, qualquer cuidado no empratamento dos poucos géneros apresentados. Os camarões cozidos (secos e com a casca colada ao corpo) lançados numa travessa, podiam estar arranjados em pirâmide, uma qualquer atenção, nada. O leitão então, dado até estarmos no Alentejo seria de esperar que estivesse muito bom, estava completamente emaciado, mole mesmo, nada crocante e enjoativo. Açorda? Não vi, mesmo que estivesse uma terrina recordo que estavam bem mais de cem pessoas. Em suma, da Abaladiça não comi nada, repito e afirmo, nada. E tinha fome (depois de um jantar de gala é obra, não é?). E quanto ao almoço de ano novo? Podia ser de um outro dia qualquer de um qualquer outro buffet, servido num espaço frio de ligação entre salas, sem qualquer decoração alusiva na mesa e onde os restos do camarão e do leitão da véspera reforçavam visualmente a zona de saladas frias. O prato forte do almoço de ano novo um gordurento estufado/grelhado??? de pontas de potra em cebolada com batatas assadas aguadas e encruadas e uma carne assada escura. Para cúmulo e para a despedida cobraram-me no check- out por uma garrafa de água consumida no quarto e que não teria pago. Releva-se que a garrafa de água em causa foi reposta sem qualquer pergunta se pretendia uma nova garrafa de água em substituição da que se encontrava no quarto à chegada e muito menos me foi alertado para que caso optasse pelo seu consumo a teria de pagar. Nova gerência? Contenção de custos? Enfim.....Adeus Évora Hotel. Ele há coisas que é difícil ultrapassar.

Resolvida Pedido de intervenção à DECO PROteste
A. F.
05/01/2026

Tommy Hilfiger - Qualidade de serviço ao cliente

Fiz uma encomenda a 09/12/2025 de um casaco tamanho M, o qual foi rececionado no dia 18/12/2025. Logo após a receção da encomenda, verifiquei que o tamanho do artigo recebido não correspondia ao tamanho pretendido, sendo mais pequeno do que o esperado. De imediato iniciei contactos com o apoio ao cliente com o objetivo de proceder à troca do artigo. A encomenda terá sido entregue numa embalagem um pouco danificada, sendo que, por esse motivo, ou até mesmo por descuido meu, perdi a etiqueta de retorno para efetuar a devolução. No entanto, apesar de várias tentativas insistentes de contacto, tanto por telefone como por email, nunca obtive qualquer resposta. As chamadas não foram atendidas e os emails enviados ficaram sem qualquer resposta, demonstrando uma total falta de acompanhamento e de respeito pelo consumidor. As chamadas telefónicas ficam sempre no atendedor a dizer "Welcome to Tommy Hilfiger Costumer Service" insistentemente sem qualquer resposta do outro lado. Após horas e horas de tentativas de contacto, nunca obtive uma resposta. Mesmo no site, não é possível imprimir a etiqueta, pois não aparece a opção, sendo que o produto é legível para troca. Serviço ao cliente paupérrimo.

Resolvida
F. C.
05/01/2026
Airbliss

Não aceitação da devolução nos 14 dias aceites por lei

Comprei um secador multifunções da airbliss, após ter sido impactada por uma publicidade completamente enganosa do tiktok e mal chegou reparei que a qualidade era horrível. Comparam com a Dyson e indicam ser tão bom como esse produto, mas é uma enorme mentira. Independentemente disso e porque o produto estava dentro dos 14 dias legais para submeter à devolução, enviei um email a fazer o pedido de devolução. A resposta foi negativa indicando que por estar em promoção, o artigo não se encontrava elegível para devoluções. O que à luz do Direito de Cancelamento de Contrato, esse direito é me garantido Independentemente de qualquer justificação, plausível ou não. Após inúmeros emails com a empresa, a mesma indica que o máximo que dá é 30% do valor do produto, o que é inaceitável. Aguardo resolução deste tema.

Encerrada
R. C.
05/01/2026

Encomenda não entregue - possível burla

Exmos. Senhores, No dia 09/12/2025 realizei uma encomenda no site newfeet.pt, com pagamento efectuado no valor de 79,93€. No momento da compra, o site indicava um prazo de entrega de 1 a 3 dias úteis. Até á data de hoje, passado um mês, não recebi o artigo, nem qualquer número de tracking. Após esta situação, encontrei diversas reclamações online de outros consumidores a relatar exatamente o mesmo problema: encomendas pagas, não entregues, o que levanta fortes suspeitas de prática fraudulenta. Entretanto, já contactei o meu banco, que abriu uma reclamação forma por não prestação do serviço. Venho, assim, expor esta situação para alertar outros consumidores e exigir o reembolso total do valor pago, no prazo legal. Caso não haja resolução, irei avançar com denúncia junto das entidades competentes. Cumprimentos, Rita Colaço

Resolvida

MAU SERVIÇO

Serve o presente para solicitar ajuda de V. Exas. relativamente à actuação da Comp. Seguros Ageas, perante um sinistro, que passo a enquadrar.. No dia 15 de Novembro de 2025, estando a minha viatura BL30QI devidamente estacionada (e desocupada), foi embatida pela viatura BN13QA, que se despistou (batendo, também, numa outra viatura BS13QA). Não houve qualquer dano pessoal, tão só danos materiais de relevo. A causadora do embate chamou a PSP, Divisão de Trânsito de Lisboa, que lavrou o respectivo Auto e me informou que a companhia de seguros iria buscar cópia quando necessário. Por tal, foi também indicado que não seria necessário haver lugar a Declaração Amigável. A minha viatura foi retirada do local através dos meios despoletados pela companhia de seguros Ageas, contactada para a linha própria de assistência em viagem. Por ser sábado, a viatura foi removida para as instalações da empresa rebocadora, a qual foi devidamente informada acerca de qual seria a oficina reparadora, para que a viatura fosse para aqui deslocada, o que foi efetivado. A partir deste momento, apesar de ter sido (aparentemente) aberto um processo, uma vez que foi desde logo atribuído o código transcrito em epígrafe, seguiu-se a troca de mails, que se juntam em anexo, bem como inúmeros contatos telefónicos gravados (e, esperemos, que mantidos em arquivo para os efeitos pertinentes) nos termos que a legislação preconiza, acrescida de uma deslocação à Sede da AGEAS, em 15 de dezembro, onde foram dados (de novo) todos os esclarecimentos solicitados e preenchida uma Declaração Amigável (só com a minha assinatura, claro, atendendo às circunstâncias acima descritas) que, só neste momento, foi solicitada. Note-se que tinha passado um mês da ocorrência, tendo há muito decorrido, portanto, as 48H previstas para a intervenção das seguradoras, segundo julgo saber. As iniciativas enunciadas não tiveram resposta concreta para o esclarecimento/resolução do assunto ou outro tipo de indicações ou apoio apenas uma sucessiva indicação genérica de que o caso iria ser avaliado. A pergunta mais premente para mim - O que fazer para resolver a questão? - continuou (continua) sem resposta! Só numa mensagem enviada para o telemóvel do marido da titular do seguro, em 23 de dezembro último, pareceu haver algum desenvolvimento, uma vez que é dito (sic) " 25AAUO681266: confirmamos participação sinistro da viatura BL30QI. vamos entrar em contacto consigo para marcação de peritagem. Ageas Seguros". Uma vez mais, nada aconteceu e, desta feita através de outro telefonema da signatária, foi respondido que a companhia da causadora do acidente, a Generalis, não tinha dado autorização para que a AGEAS prosseguisse o assunto. Foi, por fim, sugerido que acionasse os danos próprios, mas sem que houvesse garantia de ser ressarcida dos custos inerentes. Não tive esclarecimento das razões da contradição óbvia, haveria peritagem ou um descartar de toda a responsabilidade?. Entretanto, contactei a Generali, em desespero de causa para tentar resolver a questão, prestei as informações que me foram pedidas e aguardo resposta desta seguradora (há cerca de uma semana). Em suma, nada foi feito pela AGEAS para ajudar a resolver o problema daqueles que todos os meses cumprem o seu dever de pagar o montante estipulado, considerando que este seguro faz parte integrante de um contrato de financiamento para aquisição de viatura. Passou já muito tempo, sem qualquer vislumbre de quando terei o meu carro reparado, com prejuízos significativos para a minha vida pessoal e familiar e despesas acrescidas pela necessidade de alugar uma viatura. Agradecendo a V/atenção para a questão, coloco-me ao dispor para qualquer esclarecimento, através deste mail ou do telemóvel 961510272 Subscrevo-me atenciosamente Maria Paula Morais

Encerrada
C. S.
05/01/2026

Encomenda não recebida

Efetuei uma compra no Continente, n° de encomenda: 427696214_002 ,cuja entrega ficou a cargo da Correos Express,com o número de envio: 9930002561781614. A data prevista de entrega da encomenda era 22 de dezembro, no entanto, a data de hoje (dia 5) continuo sem receber a mesma. A encomenda esteve varias vezes em “rota de entrega” e regressou sempre com “incidente”. No tracking surgiram informacoes como “area inacessivel/restrita”, o que nao corresponde a verdade, uma vez que ja recebi outras encomendas desta transportadora na mesma morada. A Correos Express afirma que tentou contactar-me telefonicamente, o que nego, pois nao existe qualquer chamada recebida, SMS ou aviso de tentativa de entrega. Apenas apos insistencia foi possivel falar com um responsavel, que indicou nova promessa de entrega, a qual ate ao momento nao foi cumprida. Considero que houve falha grave na distribuicao, informacao incorreta no tracking e ausencia de contacto real com o destinatario. Solicito a entrega imediata da minha encomenda, bem como uma explicacao formal para os sucessivos incidentes registados.

Encerrada
A. S.
05/01/2026

Incumprimento de normas legais relativas a trocas e devoluções

[18:34, 05/01/2026] Alexandra Sousa : No dia 09/11/2025 adquiri dois sofás associados à marca Conforama. A entrega ocorreu apenas em 09/12/2025, excedendo o prazo inicialmente previsto. Desde o momento da entrega, ambos os sofás apresentaram defeitos, situação que foi comunicada de imediato à empresa. ⸻ Exigências excessivas e obstrução à troca Desde o dia 09/12/2025 até à presente data (05/01/2026), a empresa não procedeu à troca nem apresentou uma solução definitiva, limitando-se a exigir sucessivamente novos elementos, nomeadamente: • Fotografias repetidas dos defeitos • Preenchimento de esquemas/desenhos constantes no livro de montagem • Envio de fotografias do sofá totalmente desmontado • Exigência de que o produto estivesse embalado na embalagem original Estas exigências foram sendo feitas de forma sucessiva, sem nunca avançar com a troca, o que considero uma tentativa clara de adiar e dificultar o exercício dos meus direitos enquanto consumidora. Importa referir que a legislação não obriga à conservação da embalagem original, nem permite condicionar a troca de um produto defeituoso ao cumprimento de exigências não previstas na lei. ⸻ Defeitos e incumprimentos contratuais • Sofá 1: Apresenta defeitos e não se encontra em condições de utilização, tendo sido solicitado que fosse trocado por outro modelo. A empresa exige que eu pague a recolha, o que considero ilegal. • Sofá 2: Também apresenta defeitos, tendo sido igualmente reportado. ⸻ Incumprimento de acordos assumidos Devido ao atraso na entrega, a empresa comunicou-me por escrito (WhatsApp) que seria devolvido metade do valor da entrega de ambos os sofás. Posteriormente, alterou unilateralmente essa decisão, afirmando que apenas devolveria o valor relativo a um dos sofás, incumprindo o que tinha sido previamente acordado. ⸻ Falta de resposta do vendedor principal Apesar de: • Vários emails enviados à Conforama • Duas reclamações no Livro de Reclamações (04/12/2025 e 09/12/2025) A Conforama não responde diretamente, remetendo a resolução do problema para a empresa intermediária (Allmobel), o que considero uma forma de transferência indevida de responsabilidades, sendo a Conforama a vendedora final legalmente responsável. ⸻ Enquadramento legal Nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021, relativo à venda de bens de consumo: • O consumidor tem direito à reparação, substituição, redução do preço ou resolução do contrato • Todos os custos associados à recolha e substituição são da responsabilidade do vendedor • A resolução deve ocorrer num prazo razoável, o que manifestamente não aconteceu • Não pode ser exigida embalagem original para efeitos de troca [18:35, 05/01/2026] Alexandra Sousa : Determinar a recolha dos sofás sem qualquer custo 2. Garantir a troca do sofá defeituoso por outro modelo ou, em alternativa, a resolução do contrato 3. Obrigar ao cumprimento do acordo assumido relativamente à devolução de metade do valor da entrega de ambos os sofás 4. Responsabilizar a Conforama enquanto vendedora principal, impedindo a transferência de responsabilidades para terceiros

Resolvida
M. P.
05/01/2026

Imcumprimento de Apólice

Exmos. Senhores, Venho por este meio reclamar sobre os serviços de seguradora da Domestic & General. Após 3 anos a pagar por um seguro premium, ativei o seguro por ecra danificado ao qual me fizeram uma troca por outro equipamento do mesmo modelo mas recondicionado. Esse mesmo ao final de 1 mês apresentou varios defeitos e anomalias ao qual nao me deram uma solução breve quando pedi. Cumprimentos, Miguel Pacheco

Encerrada

Mau atendimento/funcionamento da loja

Exmos. Senhores, Ontem dia 04-01-2026,desloquei a loja de penafiel para efectuar uma compra e descontar um vale de descunto que tinha ganho numa compra de uma máquina de lavar roupa. No qual me deparo com um fila grande para pagar , eu ja estando na fila a cerca de 1:15h sem nenhuma justificação do porque da fila não andar ouvi o povo dizer que a loja estava sem sistema . É uma coisa que pode acontecer em qualquer lado tudo certo . O que não e certo e que eu so fui atendida ao fim de 2h com uma factura feita a mão ,sem justificação nenhuma por parte da loja. Ainda por cima estar lá um coordenador de equipa aos risos com a sua equipa e não dar a conhecer nem dar nenhuma explicação aos clientes . Cumprimentos.

Encerrada

Incompetencia subscrição seguro telemóvel

Exmos. Senhores, No dia 23 de Dezembro 2025 comprei um telemóvel Samsung para a empresa da qual sou sócio gerente, na loja de Loures da Rádio Popular, e na altura disseram que não podiam realizar o seguro visto o equipamento ser vendido em pack com um tablet, teria de ligar para a Domestic&Gen, para o fazer. No entanto, após ligar para a linha de apoio da Domestic&Gen disseram que não podiam fazer nada e para ligar para a linha de apoio da Rádio Popular. Após ligar para a linha de apoio da Rádio Popular disseram-me para dirigir à loja onde comprei o equipamento.  Hoje, dia 5 de Janeiro de 2026 ao dirigir-me à loja da Rádio Popular, fizeram-me o seguro, mas verifiquei ao receber a apólice por email que o nome do segurado em vez de ser a empresa, vem no nome do sócio gerente da empresa, o que em questões contabilísticos, o segurado e tomador é a empresa e não o sócio-gerente. O funcionário que me atendeu, após falar com o responsável da loja, Sr. José Araújo da loja de Loures, disse-me para ligar para a linha de apoio da Domestic&Gen que com facilidade fariam as alterações necessárias. Também a data de início da apólice menciona que só inicia a 02 de Fevereiro 2026, apesar de ter subscrito a apólice hoje (05/01/2026), o que me deixa o equipamento sem qualquer proteção durante praticamente 1 mês. Liguei para a linha de apoio da Domestic&Gen que para meu espanto e indignação informaram-me que não podem alterar nenhuma das situações, o que devo fazer é voltar à loja (pela 3ªvez) e falar novamente com eles... sinto uma falta de profissionalismo de ambas as partes, pois queria apenas comprar um telemóvel e ter um seguro para o proteger de alguma eventualidade, e no entanto ando para trás e para a frente a tratar de erros provocados pela seguradora ou pela loja, que em vez de tratarem entre eles um problema apresentado pelo cliente, é o cliente que anda com todo este trabalho a tentar resolver a incompetência destas pessoas, com deslocações, telefonemas, emails e muito tempo perdido. Anexo a apólice em questão para que possam averiguar esta situação e resolvam com a maior brevidade esta questão. Agradeço desde já a vossa melhor atenção, Luis Sousa KZero-Imóveis, Lda NIPC: 515809420 Tel: 926946693

Encerrada

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