Serve o presente para solicitar ajuda de V. Exas. relativamente à actuação da Comp. Seguros Ageas, perante um sinistro, que passo a enquadrar..
No dia 15 de Novembro de 2025, estando a minha viatura BL30QI devidamente estacionada (e desocupada), foi embatida pela viatura BN13QA, que se despistou (batendo, também, numa outra viatura BS13QA). Não houve qualquer dano pessoal, tão só danos materiais de relevo.
A causadora do embate chamou a PSP, Divisão de Trânsito de Lisboa, que lavrou o respectivo Auto e me informou que a companhia de seguros iria buscar cópia quando necessário. Por tal, foi também indicado que não seria necessário haver lugar a Declaração Amigável.
A minha viatura foi retirada do local através dos meios despoletados pela companhia de seguros Ageas, contactada para a linha própria de assistência em viagem.
Por ser sábado, a viatura foi removida para as instalações da empresa rebocadora, a qual foi devidamente informada acerca de qual seria a oficina reparadora, para que a viatura fosse para aqui deslocada, o que foi efetivado.
A partir deste momento, apesar de ter sido (aparentemente) aberto um processo, uma vez que foi desde logo atribuído o código transcrito em epígrafe, seguiu-se a troca de mails, que se juntam em anexo, bem como inúmeros contatos telefónicos gravados (e, esperemos, que mantidos em arquivo para os efeitos pertinentes) nos termos que a legislação preconiza, acrescida de uma deslocação à Sede da AGEAS, em 15 de dezembro, onde foram dados (de novo) todos os esclarecimentos solicitados e preenchida uma Declaração Amigável (só com a minha assinatura, claro, atendendo às circunstâncias acima descritas) que, só neste momento, foi solicitada.
Note-se que tinha passado um mês da ocorrência, tendo há muito decorrido, portanto, as 48H previstas para a intervenção das seguradoras, segundo julgo saber.
As iniciativas enunciadas não tiveram resposta concreta para o esclarecimento/resolução do assunto ou outro tipo de indicações ou apoio apenas uma sucessiva indicação genérica de que o caso iria ser avaliado. A pergunta mais premente para mim - O que fazer para resolver a questão? - continuou (continua) sem resposta!
Só numa mensagem enviada para o telemóvel do marido da titular do seguro, em 23 de dezembro último, pareceu haver algum desenvolvimento, uma vez que é dito (sic) " 25AAUO681266: confirmamos participação sinistro da viatura BL30QI. vamos entrar em contacto consigo para marcação de peritagem. Ageas Seguros".
Uma vez mais, nada aconteceu e, desta feita através de outro telefonema da signatária, foi respondido que a companhia da causadora do acidente, a Generalis, não tinha dado autorização para que a AGEAS prosseguisse o assunto. Foi, por fim, sugerido que acionasse os danos próprios, mas sem que houvesse garantia de ser ressarcida dos custos inerentes. Não tive esclarecimento das razões da contradição óbvia, haveria peritagem ou um descartar de toda a responsabilidade?.
Entretanto, contactei a Generali, em desespero de causa para tentar resolver a questão, prestei as informações que me foram pedidas e aguardo resposta desta seguradora (há cerca de uma semana).
Em suma, nada foi feito pela AGEAS para ajudar a resolver o problema daqueles que todos os meses cumprem o seu dever de pagar o montante estipulado, considerando que este seguro faz parte integrante de um contrato de financiamento para aquisição de viatura.
Passou já muito tempo, sem qualquer vislumbre de quando terei o meu carro reparado, com prejuízos significativos para a minha vida pessoal e familiar e despesas acrescidas pela necessidade de alugar uma viatura.
Agradecendo a V/atenção para a questão, coloco-me ao dispor para qualquer esclarecimento, através deste mail ou do telemóvel 961510272
Subscrevo-me atenciosamente
Maria Paula Morais