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Péssimo atendimento ao cliente
No dia 24 de junho, solicitei um serviço de reparação de computador com pedido de orçamento. De acordo com as informações da Worten, este tipo de reparação deveria estar concluído até ao dia 8 de agosto. Já passaram 47 dias desde que entreguei o equipamento e a situação continua por resolver. Há três dias prometeram que iriam enviar um email a explicar a situação e até agora não recebi qualquer resposta. Quando tento contactar a Worten, sou sempre atendido por um assistente virtual e não consigo falar com uma pessoa real. Considero esta situação vergonhosa!
Reembolso
Ex.mos Senhores No dia 16 de julho, pelas 09h43min, entrei em contacto com apoio ao cliente da Dyson através do número 800180300. Comuniquei que quero proceder à devolução da encomenda N.° 1890811192. A minha intenção de devolução foi registada e fui informada que no prazo de 24/48h iria receber por email a etiqueta de devolução. Às 22h08min do mesmo dia (16 de julho) recebi o email com etiqueta de devolução, disponível para impressão ou leitura através do código de barras incluído no corpo do mesmo email. No dia 17 de julho, sem a etiqueta impressa, desloquei-me ao ponto ups onde foi feita então a leitura do código de barras para registo do artigo na rede da transportadora. Às 12h16min recebi o email gerado de forma automática com confirmação de receção do artigo pelo ponto ups, no qual constam os dados daquele ponto e o número do respetivo seguimento. Através desse número de seguimento pude constatar que no dia 24 de julho o artigo foi dado como entregue no destinatário tendo sido recolhida a assinatura da pessoa que o recebeu. Sem notícias da Dyson sobre o estado do reembolso, entrei novamente em contacto com o apoio ao cliente e fui informada para, a partir da data de receção do artigo (24 de julho), aguardar 7 dias úteis para o reembolso entrar na conta. Passados 7 dias úteis e sem qualquer entrada do reembolso, voltei a entrar em contacto com o apoio ao cliente e no decurso dessa chamada vim a descobrir que o artigo foi enviado para o armazém errado. Ao invés de ter seguido para o armazém de Espanha, seguiu para o armazém de Holanda, mas com pedido para não me preocupar com nada pois tudo iria ficar resolvido. E para que a resolução fosse mais célere pediram para que eu entrasse em contacto o quanto antes com a ups e reportasse a situação de um alegado engano por parte da transportadora no ponto de destino para o qual seguiu o artigo devolvido. No decorrer de 2 contactos que estabeleci com a transportadora, pude apurar que não houve nem podia ter havido qualquer engano por parte da ups uma vez que a etiqueta para a devolução foi gerada pela própria Dyson e que o número do código de barras (que se encontra no email que recebi e que apresentei para a leitura no ponto ups) está associado exatamente ao endereço para o qual o artigo seguiu. Claramente houve um engano/uma troca de moradas por parte da Dyson que ocorreu no ato de criação/disponibilização dos dados físicos e digitais da etiqueta de devolução. Pois à etiqueta física (anexa no email) a morada associada é do armazém de Espanha e ao código de barras (anexo no mesmo email) está associada a morada do armazém de Holanda. Contudo, a Dyson não pretende responsabilizar-se pelo engano dizendo que fui eu que imprimi e colei uma etiqueta errada na embalagem. Para eu resolver esta situação com a ups e assim que eu conseguir recuperar o artigo e enviar para a morada deles em Espanha eles fazem o reembolso. Ex.mos Senhores, Eu não faço a criação de etiquetas de devolução/envio Não vou resolver erros que não são meus E muito menos vou sair prejudicada desta situação. Pretendo que façam por resolver esta situação o quanto antes. O artigo foi enviado de acordo com os dados corretos e eu pretendo ser reembolsada dentro dos prazos legais. Caso o reembolso não seja emitido dentro dos prazos legais ou até mesmo seja recusado por motivos de alegados enganos e etc etc etc irei de imediato avançar com esta situação para as instâncias competentes em defesa dos meus direitos de consumidor.
RECLAMAÇÃO FORMAL – Contrato n.º A00015672-031711 – Cancelamento confirmado e posterior exigência de
Exmos. Senhores, Venho dirigir esta comunicação ao Apoio ao Cliente da MultiOpticas, uma vez que a situação relativa ao meu contrato n.º A00015672-031711 permanece sem solução e a loja de Beja, através do Sr. Paulo, informou-me que a sua posição é definitiva. Exmos. Senhores, Venho solicitar a intervenção/análise desta situação relativa ao Plano de Saúde Visual da MultiOpticas, contrato n.º A00015672-031711.1, celebrado em 23/04/2026. A situação é a seguinte: Anteriormente, tive um Plano de Saúde Visual com a MultiOpticas, ao abrigo do qual exerci o direito de resolução dentro do período de 100 dias previsto contratualmente. Os óculos desse primeiro contrato foram devolvidos e o respetivo contrato foi encerrado. Posteriormente, em abril de 2026, celebrei uma nova adesão, com novo número de contrato e novos óculos, tendo assinado um novo documento contratual, com data de 23/04/2026. Algum tempo depois, por motivos financeiros e por não ter condições económicas para continuar a suportar a mensalidade de 47,30 €, solicitei o cancelamento deste segundo contrato. Os óculos foram deixados na loja MultiOpticas de Beja e, em 07/08/2026, recebi uma comunicação oficial da própria MultiOpticas confirmando expressamente: “Confirmamos que o cancelamento do seu Plano de Saúde Visual +MultiOpticas com o contrato n.º A00015672-031711 foi efetuado com sucesso.” Na sequência dessa confirmação, considerei o assunto encerrado. Contudo, posteriormente fui contactada telefonicamente pelo funcionário da loja de Beja, Sr. Paulo, que me informou que deveria deslocar-me à loja para levantar os óculos e proceder ao pagamento do respetivo valor, apesar de o cancelamento já me ter sido formalmente confirmado por escrito. Solicitei esclarecimentos e manifestei que não tenho condições financeiras para efetuar esse pagamento. A empresa passou então a fundamentar a sua posição na circunstância de eu já ter beneficiado anteriormente da política comercial de resolução no prazo de 100 dias. Após analisar o contrato que me foi entregue, reconheço que a Cláusula 6.4 estabelece que o direito de resolução alargado de 100 dias se aplica apenas aos primeiros pares de óculos abrangidos pelo Plano. Assim, não contesto simplesmente a existência dessa cláusula. O que contesto e solicito que seja esclarecido é a consequência financeira que a empresa está a atribuir à cessação do segundo contrato, bem como a exigência que me está a ser feita para levantar os óculos e pagar o seu valor total. Com efeito, a Cláusula 8.5 do contrato estabelece que, caso o cliente termine o contrato antes do prazo acordado em circunstâncias diferentes das previstas na Cláusula 6, tal implicará o vencimento dos valores mensais pendentes. No entanto, nas comunicações que me foram dirigidas, a MultiOpticas passou a afirmar que a cessação implica a liquidação integral do valor dos óculos/equipamento, sem que me tenha sido apresentada uma discriminação concreta desse valor nem indicada, de forma clara, a disposição contratual que determina essa consequência específica. Existe ainda uma contradição que considero relevante: por um lado, recebi confirmação escrita da MultiOpticas de que o contrato foi “cancelado com sucesso”; por outro, posteriormente fui informada de que deveria levantar os óculos e pagar o seu valor total para que a situação pudesse ser encerrada. Solicito, portanto, que seja analisado: 1. Se a MultiOpticas pode, após ter confirmado por escrito o cancelamento do contrato, exigir posteriormente o levantamento dos óculos e o pagamento integral do equipamento. 2. Qual é exatamente a base contratual que permite exigir o valor total dos óculos, em vez dos valores mensais previstos na Cláusula 8.5. 3. Qual é o montante efetivamente considerado em dívida e como foi calculado. 4. Se a confirmação escrita de cancelamento emitida pela própria MultiOpticas produz algum efeito relativamente à cessação do contrato e às obrigações posteriores. 5. Se foram cumpridos os deveres de informação relativamente às condições de cessação antecipada e às consequências financeiras da mesma. 6. Se é legítimo exigir que eu levante os óculos e efetue o pagamento integral como condição para o encerramento da relação contratual. Saliento ainda que tenho recebido insistentes contactos telefónicos do funcionário da loja, pressionando-me para comparecer e levantar os óculos, apesar de já ter manifestado que não tenho capacidade financeira para proceder ao pagamento exigido. Não pretendo deixar de cumprir uma obrigação contratual que seja efetivamente devida. Pretendo, contudo, que qualquer valor reclamado seja formalmente demonstrado, discriminado e fundamentado na documentação contratual que assinei, sobretudo porque existe uma confirmação escrita de que o cancelamento foi efetuado. Solicito, assim, a análise desta situação e orientação quanto aos meus direitos enquanto consumidora, nomeadamente relativamente à validade da exigência de pagamento integral dos óculos e às consequências efetivas da cessação antecipada deste contrato. Documentos que junto: – contrato n.º A00015672-031711.1; – confirmação escrita do cancelamento de 07/08/2026; – comunicações da MultiOpticas relativas ao cancelamento; – respostas do funcionário da loja de Beja; – documentação relativa à anterior adesão e respetivo cancelamento/devolução, se necessário. Com os melhores cumprimentos, Luciana Setra
[burla] worten resolve - reparação máquina lavar
[BURLA] Fiz um pedido através da Worten Resolve para reparar a minha máquina de lavar e paguei 49,99 euros. Segundo o site da Worten, este serviço inclui a deslocação do técnico e a reparação da máquina, caso não sejam necessárias peças ou materiais extra. O técnico veio a minha casa, limitou-se a ligar e desligar a máquina e depois pediu-me 180 euros para o arranjo. Quando questionei a razão deste valor, disse-me que os 49,99 euros serviam apenas para pagar a deslocação do técnico, o que não está correto face ao que está descrito no serviço. O técnico não apresentou qualquer justificação para o orçamento apresentado e foi-se embora sem tentar perceber ou reparar o problema da máquina. Contactei a Worten e disseram-me que o técnico ia anexar detalhes do orçamento num prazo de 24 a 48 horas, e que o processo de arranjo pode demorar até 45 dias e que não podiam fazer mais nada. Disseram-me ainda que assim que o técnico anexasse o detalhe ou aceitava ou rejeitava o orçamento. Sinto-me enganada, pois paguei 49,99 euros e a máquina continua sem funcionar e não houve nenhuma tentativa de reparar ou perceber o problema da máquina. Não entendo como é que se faz um orçamento sem sequer tentar perceber qual é o problema da máquina.
Burla
Quero apresentar queixa,pois fui burlada por um site que utilisa a imagem de Amazon. Inscrevi me para fazer artesanato em casa para ganhar um dinheiro extra,pois os fins de mês são complicados. Depois de varias trocas de mensagens fui convidada a entrar numa plataforma para dar gostos em certos produtos. No inicio pagaram logo,mas depois vem a minha burrice. Começaram a pedir dinheiro por transferência com retornos com lucro.Acabei por perder muito dinheiro, porque no momento de levantar invataram mil e uma desculpas para que não consiga recuperar o meu dinheiro. Estou furiosa contra mim mesma mas também com a Amazon que com o nome da empresa não consiga bloquear estes tipos de sites
Recolha não efectuada
Exmos. Srs., bom dia No dia 12 de Julho de 2026 adquiri na Worten Montijo um frigorífico para ser entregue em Alcochete no dia 18, ficando também combinado levarem o frigorífico velho. O frigorífico novo foi entregue mas o velho, que estava parado há uma semana, não foi levado porque, segundo os carregadores, "tinha água" (abanei o frigorífico mas não vi sinais da água). Marcada nova data para recolha, dia 22 os mesmos carregadores não levaram o frigorífico, desta feita porque "estava sujo" (aparentemente os equipamentos velhos vão para exposição). Novas datas para recolha foram 24, 27 e 28. Nestas 3 últimas datas, embora tenha recebido mensagens de que "prevemos chegar nos próximos 90 minutos", nunca apareceram porque, segundo explicação da operadora telefónica da Worten, houve falha da empresa que entrega e recolhe os equipamentos. No dia 28, a Worten disse que seria de novo contactado para marcar nova data de recolha, o que nunca aconteceu. Resumindo, nunca foi intenção da Worten ou da transportadora que trabalha com a Worten, levar o equipamento velho, recorrendo a desculpas esfarrapadas para a não efectivação do serviço. O assunto foi resolvido depositando o frigorífico na zona de caixotes de lixo mais próximo de minha casa. Claro está que não tenciono comprar mais nada na Worten que implique recolha de equipamento velho.
Apresentação do preço do Sistema Volta
No dia 09/08/2026, no estabelecimento Pingo Doce do Cais Sodré por volta das 21h, ia comprar uma garrafa de água cujo preço apresentado na etiqueta é 0,39€, ao chegar para pagar na caixa é me acrescentado 0,10€ para minha surpresa, questionei e me foi falado do sistema volta, sendo acrescentada, no momento do pagamento, uma cobrança adicional de 0,10€ é referente ao depósito do Sistema Volta, perfazendo um total de 0,49€. Uma funcionária leva me de volta a onde peguei a água e mostra os referidos 0,10€ na etiqueta com letras super minúsculas praticamente imperceptíveis se não olhar muito perto. A minha questão é do porque a etiqueta apresenta o valor 0,39€ E em tamanho bastante destacado, enquanto a indicação "+ 0,10€ e depósito" surge em caracteres significativamente mais pequenos, arrisco a dizer minúsculo. Considero que esta forma de apresentação pode não proporcionar uma informação suficientemente clara e facilmente percetível sobre o valor efetivamente pago pelo consumidor, particularmente para pessoas com dificuldades de visão ou baixa acuidade visual. Tenho conhecimento de que o depósito do Sistema Volta deve ser cobrado e identificados. A minha reclamação não é contra a existência do depósito, mas contra a forma como o preço final é apresentado ao consumidor nas lojas Pingo Doce. Visto que outras lojas o preço já está incluído no final. Abaixo deixo duas fotos tiradas hoje no dia do acontecimento. No momento em que questionei esta situação no estabelecimento, falei com o gerente responsável Rui Simão, precisamente porque considerei que a forma como o preço está apresentado pode ser misleading (indutora em erro), sobretudo para consumidores com dificuldades de visão ou baixa acuidade visual. Expliquei-lhe que o valor de 0,39 € aparece em destaque, enquanto o acréscimo de 0,10 € surge em caracteres significativamente mais pequenos, podendo dificultar a perceção do valor efetivamente a pagar. Durante a conversa, o gerente Rui Simão apresentou uma postura que considerei dismissiva, limitando-se repetidamente a responder “mas está lá”/“mas está lá escrito”, referindo-se aos 0,10 € do depósito, sem abordar verdadeiramente a questão que eu estava a colocar: o facto de a informação estar apresentada de forma significativamente menos visível e poder ser difícil de perceber para pessoas com falta de visão ou entendimento. Porque estando escrito +0,10 o consumidor não percebe se está ou não incluido nos 0,39€ assim como é feito com o IVA que já está incluído. A minha questão é precisamente se a forma como essa informação é apresentada, em caracteres muito mais pequenos do que o preço principal, é suficientemente clara e acessível para todos os consumidores? Senti que esta preocupação não foi devidamente considerada nem respondida pelo responsável do estabelecimento. Solicito, por isso, que seja verificado se esta forma de apresentação cumpre integralmente as regras relativas à informação sobre preços e à proteção dos consumidores, nomeadamente quanto à clareza, legibilidade e possibilidade de indução em erro. Saliento ainda que existem outros estabelecimentos onde o preço apresentado junto ao produto permite perceber de forma mais imediata o valor a pagar, tornando a informação mais acessível ao consumidor. Solicito esclarecimento sobre a conformidade desta prática e, caso seja considerada inadequada, a sua correção. Com os melhores cumprimentos.
Danos provocados no veículo durante reparação - Feu Vert Gaia
No passado dia 05/08/2026 entreguei o meu veículo (Mercedes CLK) no centro Feu Vert de GaiaShopping para o serviço de substituição do alternador. Aquando da recolha da viatura, verifiquei que a junta de vedação do farol dianteiro ficou totalmente esmagada e deformada devido ao manuseamento incorreto durante a intervenção mecânica. Ao confrontar o responsável do centro com os danos visíveis, este recusou qualquer assunção de responsabilidade de forma totalmente inapropriada. Já apresentei a reclamação formal no Livro de Reclamações Eletrónico. Solicito através da DECO a resolução célere deste litígio mediante a reparação/substituição do componente danificado a expensas da Feu Vert.
Perda de saldo de € 800 por “Account breakage” sem aviso claro – Cartão Dá (Sonae)
Em 21/10/2024 carreguei o meu Cartão Dá com € 800,00. Perdi o cartão físico pouco depois, mas ele estava registado na minha conta em cartoesda.com. Hoje encontrei o cartão e vejo que em 25/10/2025, ao consultar o extrato online, verifiquei que o saldo tinha sido anulado por uma “Comissão/Taxa Account breakage” de –€ 800,00, ficando o cartão a zero. Não recebi qualquer aviso prévio claro (email, SMS, chamada) de que o saldo iria expirar e ser perdido integralmente. O montante é elevado e considero esta prática abusiva, sobretudo porque o cartão estava registado e a Sonae tinha os meus contactos. Peço a reposição do saldo de € 800 no meu Cartão Dá, ou reembolso desse valor por transferência bancária.
Recusa de resolução de contrato pela Worten após 4 reparações falhadas (DL 84/2021)
Solicito o vosso apoio e mediação jurídica para um litígio de consumo com a empresa Worten – Equipamentos para o Lar, S.A. Em 15/12/2024 adquiri um Microsoft Surface Pro 11 pelo valor de 949,99 € na Worten do CascaiShopping. O bem apresenta um defeito grave na placa gráfica/ecrã. O equipamento já esteve na assistência técnica da Worten por 4 vezes consecutivas para a mesma anomalia, regressando sempre sem a avaria resolvida. Perante a persistência do defeito, solicitei a resolução do contrato de compra e venda e o reembolso integral do valor pago, nos termos do artigo 15.º e seguintes do Decreto-Lei n.º 84/2021. A Worten recusa sistematicamente o reembolso, alegando em respostas genéricas que a decisão de devolução pertence à Microsoft. Contudo, obtive confirmação por escrito da própria Microsoft Support declarando formalmente que a decisão de reembolso é da exclusiva responsabilidade do retalhista (Worten). A Worten mantém uma atitude de recusa injustificada, ignorando os direitos do consumidor e forçando-me a avançar para o Julgado de Paz de Sintra Tenho: Fatura de compra (949,99 €); As 4 guias de reparação; Troca de e-mails com o suporte da Worten; Prova enviada pela Microsoft a desmentir a Worten. Agradeço a vossa intervenção junto da Worten para exigir o cumprimento da legislação em vigor e a consequente devolução do meu dinheiro. Com os melhores cumprimentos, Beatriz.
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