Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais

Assistencia em Viagem

Exmos Senhores, Tive problema com meu veiculo numa viagem a Beja e o carro precisou ser carregado para uma oficina em Leiria, meu local de residência temporária. Fui informado que a entrega poderia levar até 10 dias, sendo que o prazo legal seria 5 dias uteis, isso ocorreu no domingo dia 13/09, desde terça feira 22/09 a seguradora está informando que o carro está a caminho e deve chegar nesse dia, não chegou. Na quarta e quinta feira a mesma coisa. Hoje , sexta feira 25/09 informaram que o carro chegaria a oficina até o horário de almoço, são 18:22 e o carro não chegou. Foi concedido carro extra que a apólice oferece por 3 dias, depois pela demora consegui mais 2 dias, porém, embora o carro não foi entregue na oficina para ser consertado ainda, a seguradora não me atende com carro reserva mais. Diz que já atingi o limite contratual, mas eles também estouraram o limite contratual de entrega do carro. Estou a ter prejuízos com aluguel de carro, com dissabores com a companhia de seguros e com minha viagem de retorno das férias, pois moro no Brasil e teria viagem de volta marcada para 30/09, mas como posso viajar se nem sequer sei onde está meu carro? Estou sendo tratado com muita falta de profissionalismo e de respeito por parte da seguradora. Acredito que eles tenham processos e normas a seguir e não estão agindo como se tivessem. A negligencia é gritante. Preciso de ajuda para ter meus direitos respeitados. obrigado

Encerrada

Seguimento do caso DECO n.º 15348753 e do processo Peugeot n.º 04488341

No âmbito do caso DECO n.º 15348753 e do processo Peugeot n.º 04488341, informo que entreguei, no dia 16 de setembro de 2026, a minha viatura Peugeot 308, matrícula BG-59-NE, com o VIN VR3F4DGYTPY681116, na Peugeot Stellantis & You Sacavém, para diagnóstico e resolução da anomalia já anteriormente reportada. No dia 24 de setembro de 2026, contactei a oficina, tendo informado que estaria de férias entre 3 e 11 de outubro de 2026. Questionei, nessa ocasião, se seria possível concluir o diagnóstico e resolver a anomalia durante a semana anterior às minhas férias. Foi-me transmitido que, devido ao volume de viaturas a aguardar diagnóstico, não seria possível proceder à intervenção nesse período. A própria oficina sugeriu que levantasse a viatura e efetuasse um novo agendamento para outra data. Assim, procedi a novo agendamento para o dia 21 de outubro de 2026 pelas 10:00. Espero que, nesta ocasião, a viatura seja efetivamente diagnosticada e que a anomalia seja resolvida de forma definitiva, evitando novos adiamentos e os consequentes transtornos. Saliento que esta situação se tem prolongado sem que tenha sido apresentado um diagnóstico ou uma solução concreta. Solicito, por isso, o acompanhamento do processo pela DECO e uma intervenção efetiva da Peugeot Portugal Automóveis S.A., com indicação clara dos trabalhos a realizar, dos respetivos prazos e da solução prevista para a anomalia. Com os melhores cumprimentos, Vitor Madeira Anexo pdf com os mail's referentes a este assunto

Em curso
L. B.
25/09/2026

codigo conduta e mentiras

Existem preocupações e comentários partilhados por vários colaboradores relativamente ao cumprimento do Código de Conduta na loja. São mencionados vários colaboradores das áreas de Logística e Serviços, incluindo Bruno Dias, Sandra, Cláudia, Estrela e outros, relativamente à existência de relações familiares ou afetivas entre pessoas que trabalham na mesma loja e que, em determinadas situações, trabalham frequentemente em conjunto. Existem ainda relatos de várias colaboradoras que afirmam ter recebido, por parte de Bruno Dias e Narciso, mensagens, contactos ou outras abordagens que consideram inadequadas ou indesejadas. Segundo esses relatos, as situações terão ocorrido em diferentes momentos e envolvendo mais do que uma colaboradora. É igualmente referido que, quando estas situações são questionadas, os envolvidos negam os acontecimentos. Vários colaboradores comentam também que estas situações serão conhecidas pela área de People & Culture e que algumas das pessoas envolvidas terão recebido proteção ou tratamento diferenciado. A questão é grave não pelo simples facto de existirem familiares, companheiros, maridos, mulheres ou namorados a trabalhar na mesma empresa. A preocupação surge quando essas relações podem criar conflitos de interesse, favorecimento, falta de imparcialidade ou situações em que pessoas relacionadas trabalham diretamente juntas ou estão sujeitas à influência umas das outras. Quando existem regras no Código de Conduta destinadas a prevenir conflitos de interesse e garantir um tratamento justo, estas situações devem ser avaliadas de forma transparente e com os mesmos critérios para todos. O facto de estas questões serem comentadas por vários colaboradores demonstra que existe uma preocupação sobre a forma como estas situações estão a ser geridas. Por isso, seria importante uma análise independente e imparcial dos casos, de modo a esclarecer se as regras internas estão a ser cumpridas e se todos os colaboradores estão a ser tratados de forma igual.

Em curso
J. C.
25/09/2026

Bloqueio de conta na Wallapop sem justificação nem aviso

Exmos. Senhores, Tinha uma conta de utilizador na plataforma online Wallapop, que usei muito poucas vezes. Na minha memória, só me lembro de comprar um artigo na plataforma, negócio que ocorreu sem quaisquer problemas, e nunca anunciei nada. Não me lembro de mais interacções na plataforma. Passados vários meses (ou anos?) sem ir à plataforma, decidi aceder para procurar um tipo de artigo, e percebo que tenho a minha conta suspensa. Contactei o serviço de apoio ao cliente da plataforma que me dizem que a conta está bloqueada e que o prazo de 6 meses para pedir recurso já expirou. A partir daí, pedi várias vezes para me informarem quando fui notificado da suspensão, quando é que me foi apresentado um motivo, e quando é que me foi informado que existia um prazo de 6 meses para pedir recurso. A resposta foi sempre "lamentamos o inconveniente, é a nossa decisão final", sem nunca responderem nem se responsabilizarem por estas questões que coloquei. Não só considero este tratamento inaceitável como julgo ser incumpridor da lei, pois acredito que não se possa bloquear utilizadores sem informar e justificar. O serviço de apoio ao cliente, por parte do Sr. Ronaldo, não foi apenas péssimo, foi surreal, porque ignorou sempre as minhas questões, como se estivesse a gozar comigo. Cumprimentos.

Em curso

Recusa de devolução

Assunto: Reclamação por recusa de troca/devolução de produto com defeito No dia 20-09-2026, adquiri um monitor na loja Box, em Setúbal. Desde o primeiro momento de utilização, o equipamento apresentava um defeito de funcionamento. Assim que me foi possível, quatro dias após a compra, dirigi-me à loja para solicitar a sua substituição ou devolução. No entanto, apesar de existir no balcão um cartaz informando que as devoluções poderiam ser efetuadas no prazo de 30 dias, desde que a embalagem se encontrasse em bom estado, fui informado pela funcionária e posteriormente pela supervisora de que, por a caixa do monitor já ter sido aberta, o equipamento não poderia ser trocado nem reembolsado. Foi-me comunicado que o monitor teria de ser enviado para os serviços técnicos e que apenas receberia uma resposta no prazo de cerca de 30 dias, procedimento idêntico ao aplicado no âmbito da garantia de três anos. Esta posição parece-me incompreensível, uma vez que é impossível verificar se um monitor apresenta defeitos sem abrir a embalagem e testar o produto. Seguindo esta lógica, qualquer consumidor que abra a embalagem para utilizar o artigo perderia automaticamente o direito de reclamar por falta de conformidade, o que não faz sentido. Tanto quanto é do meu conhecimento, a legislação aplicável à venda de bens de consumo prevê que, quando um produto não está conforme com o contrato, o consumidor dispõe de direitos específicos, incluindo a possibilidade de exigir a reparação, substituição, redução do preço ou resolução do contrato, sendo ainda reconhecido um direito de rejeição do bem nos primeiros 30 dias após a entrega quando exista falta de conformidade. Considero, por isso, que poderão estar em causa duas situações distintas: Publicidade potencialmente enganosa, ao anunciar uma política de devolução em 30 dias que, na prática, parece não ser aplicada a produtos cuja embalagem tenha sido aberta para verificação e utilização normal; Possível incumprimento das normas de proteção do consumidor, ao recusar a substituição ou devolução imediata de um produto que apresentava defeito logo após a compra. Solicito, assim, a reavaliação desta situação e a aplicação dos direitos legalmente previstos para os consumidores em caso de fornecimento de bens não conformes. Com os melhores cumprimentos, Fernando Ratola 913787450

Em curso
C. B.
24/09/2026

montagem de cozinha IKEA

-No dia 9/7/2026 encomendei e paguei uma cozinha IKEA, bem como a repectiva montagem. - A cozinha foi entregue dia 7 de Agosto. _ A montagem foi agendada para dia 21 de Agosto. - Dia 21 de Agosto compareceram dois indivíduos para fazer a montagem. - Quando começaram a furar a parede, para montagem das calhas superiores, por incompetência abriram demasiado os buracos; usaram a broca demasiado inclinada e com demasiada velocidade: Informaram que não iriam prosseguir, que eu teria que mandar colocar buchas químicas uma vez que a Ikea não colocava buchas químicas; informaram ainda que a ikea me iria contactar para fazer o agendamento. - Apesar de discordar, no dia seguinte, paguei a um particular, a colocação das calhas com as tais buchas. - Como não havia qq contacto da IKEA,no dia 28 de agosto,dirigi-me ao apoio ao cliente, anexei uma fotografia do trabalho já feito e solicitei o reagendamento da montagem. Não recebi qq feed-back. _ Dia 10 de Setembro fui novamente ao apoio ao cliente e nada... -Dia 16 de Setembro volto ao apoio ao cliente, no balcão IKEA e depois de vários telefonemas da empregada que me atendeu , consegui falar com alguém da secção de montagem, que me informou que iriam montar acozinha dia 3 de Novembro!!! - Este prazo, demasiado dilatado, não deveria ser encurtado, uma vez que a montagem está integramente paga desde o dia 7 de Julho? _A IKEA assume o pagamento do prejuízo de não utilização da cozinha neste período? _ No mínimo , deveriam antecipar a a montagem da cozinha, para o inicio de outubro!

Em curso
J. C.
24/09/2026

Fiat tipo

Boa tarde, relativamente ao para choques e ao farol já levei o carro á oficina indicada pelo seguro e stand tive que lá deixar o carro durante uma tarde e chamar um tvde para voltar para casa porque fiquei sem transporte e pagar os custos do tvde , resolução o orçamento que na oficina deram foi muito alto e dai o stand decidiu verem eles o carro e propôseram que eu fosse por o carro a flexicar de Setúbal e trazer um veículo de substituição para veres se estes problemas de encaixes e acessórios partidos se são recentes ou se já podem ter algum tempo, eu indiquei e informei que não fui eu que bati com o carro , não tive qualquer acidente com ele , o senhor na oficina que deu o orçamento mencionou que este problema já tinha talvez 1 ano ou mais , e que o carro foi atamancado para poderem vender , só quero o meu carro em condições e a 100% , esta mesma semana já fui a Setúbal á flexicar entregar o meu carro para ser visto , trouxe um de substituição. Agora vamos ver se aprovam a reparação a reparação e os custos do mesmo, visto que o carro já veio para mim assim .

Em curso
F. P.
24/09/2026

Cozinha da conforama com diversas desconformidades e recusa da conforama e resolver o contrato

Encomendei uma cozinha completa com eletrodomesticos de encastre na conforama da Amadora com o serviço incluido de entrega e montagem tendo a entrega sido agendada para o dia 9 de Setembro de 2026 e a montagem para o dia seguinte, 10 de Setembro de 2026. No dia 9 de Setembro foi feita a entrega da cozinha, naturalmente ainda com tudo embalado, e no dia 10 de Setembro aquando da instalação deparei-me com diversas desconformidades, nomeadamente tampos riscados, falta da maquina de lavar roupa e da maquina de lavar loiça, móvel do exaustor com furações erradas e o próprio exaustor danificado, móveis mal montados, e o pior de tudo móveis com diferentes tonalidades de cor. Foi tudo fotografado e no próprio dia dirigi-me à loja da conforama Amadora onde relatei o sucedido e enviei as fotos para o Sr. Rui Castro que se identificou como coordenador da loja. Foi-me informado que iriam proceder à averiguação da situação e que entrariam em contacto para apresentar uma solução. Dia 21 de Setembro, após várias insistências da minha parte ao longo dos dias para saber como a conforama pretendia resolver a situação a conforama quis instalar as maquinas em falta para e passo a citar "a cozinha ficar funcional". Deixei claro desde o primeiro momento que isso para mim não era uma solução e que não queria uma cozinha "funcional" cheia de desconformidades e pretendia que a conforama assumisse uma posição formal e por escrito de uma solução integral. O Sr. Rui disse me então via telefone que tinha existido um erro de fábrica e que teriam de ser fabricados novos tampos e novas portas e ilhargas laterais para regularizar a questão da diferença de cores. Eu perguntei qual era o prazo estimado disso ao que a resposta foi que "não havia prazo" que ainda estavam em troca de email's com a fábrica mas que nunca seria inferior a 60/70 dias. Eu disse que isso era inaceitável e repeti que queria essa informação por escrito. A partir daqui o Sr. Rui foi super mal educado e recusou mais uma vez apesar de desde dia 10 ter por mim sido solicitado por diversas vezes que me fosse informado por escrito o estado do processo bem como a solução integral e prazos da mesma. Face a esta atitude decidi enviar o seguinte email: "Exmos. Senhores, Venho, pela presente, comunicar formalmente a resolução do contrato relativo à cozinha objeto do Orçamento/Encomenda n.º 623_51010/1/1, ao abrigo do direito de rejeição previsto no artigo 16.º do Decreto-Lei n.º 84/2021, de 18 de outubro. A cozinha foi entregue e instalada apresentando, desde o primeiro momento, diversas faltas de conformidade, todas elas manifestadas dentro dos primeiros 30 dias após a entrega. Entre as desconformidades verificadas encontram-se, designadamente: – tampo entregue com riscos/danos visíveis, apesar de se tratar de um produto novo; – deficiências nos acabamentos/orlas do tampo, com zonas que apresentam já sinais de descolamento; – duas portas do móvel do exaustor que foram incorretamente furadas durante a montagem, tendo sido posteriormente realizadas novas furações e permanecido visíveis os furos anteriores; – diferenças de cor entre diversos elementos da cozinha; – outras deficiências de acabamento e montagem já comunicadas à Conforama. Relativamente às diferenças de cor, foi-me inclusivamente comunicado telefonicamente pelo responsável da loja que ocorreu um erro de fábrica e que, para solucionar a situação e assegurar a uniformidade da cor, será necessário proceder novamente ao fabrico/substituição de portas e alargadores. Não estamos, portanto, perante uma imperfeição estética isolada, mas perante múltiplas faltas de conformidade existentes e manifestadas desde a entrega e instalação, algumas das quais implicam, segundo informação transmitida pela própria Conforama, a refabricação e substituição de diversos componentes da cozinha. Nos termos do artigo 16.º do Decreto-Lei n.º 84/2021, quando a falta de conformidade se manifesta no prazo de 30 dias após a entrega do bem, o consumidor pode solicitar a imediata substituição do bem ou a resolução do contrato. Assim, entre as soluções legalmente previstas, opto expressamente pela RESOLUÇÃO DO CONTRATO. Esta decisão não depende da possibilidade de a Conforama vir agora a proceder à reparação ou substituição dos elementos desconformes num prazo de 30, 60, 70 ou mais dias. Estou a exercer o direito de rejeição decorrente das faltas de conformidade manifestadas nos primeiros 30 dias após a entrega. Acresce que, após os vários contactos já efetuados, o primeiro dos quais logo no dia 10 de Setembro, não me foi apresentado qualquer prazo concreto para a reposição integral da conformidade da cozinha, tendo-me sido transmitido que não era possível garantir um prazo para a respetiva resolução. Foi entretanto proposta a instalação dos eletrodomésticos em falta com o objetivo de deixar a cozinha "funcional". Esclareço que a minha recusa dessa intervenção não representa qualquer impedimento ilegítimo à conclusão dos trabalhos. Não pretendo uma solução provisoriamente "funcional", mas sim a cozinha nova e conforme com o projeto que contratei e paguei. Tendo-me sido comunicado que diversos componentes terão de ser novamente fabricados e substituídos, não considero razoável proceder à instalação definitiva dos restantes equipamentos numa cozinha que terá necessariamente de ser novamente intervencionada. A resolução é exercida relativamente à totalidade da encomenda/projeto, incluindo móveis, tampos, eletrodomésticos de encastre, sanitário, acessórios e serviços associados. Os eletrodomésticos foram adquiridos conjuntamente com a cozinha e especificamente para integração no respetivo projeto, existindo inclusivamente mobiliário destinado e/ou adaptado ao seu encastre. Não tenho interesse razoável em manter autonomamente esses equipamentos depois de resolvido o contrato relativo à cozinha em que se destinavam a ser integrados. Esta extensão da resolução aos bens adquiridos conjuntamente encontra-se igualmente prevista no artigo 20.º, n.º 3, do Decreto-Lei n.º 84/2021, quando não seja razoavelmente expectável que o consumidor aceite manter o contrato apenas relativamente aos bens conformes. Em consequência da resolução, solicito: 1. Confirmação escrita da receção da presente comunicação; 2. No prazo máximo de 5 dias, indicação da data proposta pela Conforama para a desmontagem e recolha integral da cozinha, eletrodomésticos e restantes elementos fornecidos no âmbito da encomenda; 3. Que a desmontagem e remoção sejam integralmente realizadas pela Conforama e a expensas desta, conforme previsto no artigo 20.º do Decreto-Lei n.º 84/2021; 4. A restituição dos montantes pagos no âmbito da encomenda, nos termos e prazos legalmente aplicáveis; Esclareço que o prazo de 5 dias acima indicado se destina à comunicação e agendamento da recolha, não constituindo qualquer concessão de prazo adicional para reparação ou substituição dos bens, solução pela qual não optei. A presente comunicação constitui uma declaração expressa e inequívoca de resolução do contrato e não um pedido de reparação, assistência ou substituição. Caso a Conforama entenda não reconhecer a resolução ora comunicada, solicito que essa posição e respetiva fundamentação me sejam comunicadas por escrito. Ficam expressamente reservados todos os meus direitos, incluindo o recurso aos mecanismos de resolução de conflitos de consumo e/ou aos meios judiciais competentes, bem como o direito de reclamar os prejuízos que eventualmente resultem do incumprimento das obrigações da Conforama. Solicito que todas as comunicações relativas a este processo sejam, a partir desta data, efetuadas por escrito. Com os melhores cumprimentos, Fernão Pacheco" De referir que ainda não obtive qualquer resposta ao email. Considero escandalosa a postura da conforama neste assunto e em específico a postura do Sr Rui Castro. Face a tudo isto vejo-me obrigado a proceder judicialmente contra a Conforama.

Em curso
L. P.
24/09/2026

Incumprimento e Falta de Resolução no Reembolso de Encomenda Não Levantada

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente ao Continente Online, devido ao incumprimento no processo de reembolso de uma compra não levantada, bem como à falta de resolução por parte do apoio ao cliente. No passado dia 4 de setembro de 2026, realizei uma compra no Continente Online com opção de levantamento em loja. Por motivos de força maior, não tive possibilidade de proceder ao levantamento da referida encomenda. O meu primeiro contacto com a empresa ocorreu no dia 9 de setembro, através do formulário de contacto online, para reportar a situação e solicitar o respetivo reembolso. Até à presente data (24 de setembro), não recebi qualquer resposta a essa mensagem. Perante o silêncio, vi-me forçada a realizar sucessivas chamadas telefónicas para a linha de apoio ao cliente nos dias 10, 22 e 23 de setembro. Em todas elas, garantiram-me que o processo estaria a ser tratado "com caráter de urgência" e que o reembolso seria efetuado em breve. Contudo, em nenhum momento foram capazes de me dar uma previsão ou indicar quando seria expectável receber o dinheiro, o que demonstra uma total incompetência e falta de respeito pelo cliente. A verdade é que, decorridas quase três semanas desde o primeiro contacto e após quatro tentativas de resolução, continuo sem qualquer resposta efetiva, remediação do caso ou devolução do montante que me é devido. Acho inadmissível e vergonhoso este tipo de conduta e a total falta de eficiência na resolução de um problema tão simples, tratando-se de uma empresa com a dimensão e responsabilidade do Continente. Exijo a regularização imediata da situação e a devolução integral do valor pago. Com os melhores cumprimentos, Leonor

Em curso
J. R.
24/09/2026

Motor averiado do Dacia Jogger 2024

Boa tarde, Comprei um Dacia Jogger GPL/Gasolina no 2024. Há um mês entrou na oficia de Carby por falta de potência do motor, hoje (24/09) tenho recebido o orçamento: 5221 + IVA = 6422 euros Como posso pagar 6422 euros do arranjo do carro, se ainda devo 14000 euros ao Banco do mesmo carro?? A algum aforma em que me possam ajudar? Desde já muito muito obrigado mesmo. Cumprimentos, José Leonardo Riera

Em curso

Precisa de ajuda?

Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação

Contacte-nos

Os nossos juristas estão disponíveis nos dias úteis, das 9h às 18h.