Reclamações públicas

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C. C.
24/12/2025

Produto vendido com vários defeitos e quilómetros a mais

No dia 11/01, adquiri na Benecar um veículo Peugeot 3008, tendo sido acordada a entrega para o dia 27/01, de forma a permitir a preparação do automóvel. No dia da entrega, ao verificar o veículo, constatei que o mesmo não dispunha de kit anti-furo ou pneu suplente, situação que apenas foi resolvida após o meu alerta, tendo-me sido entregue um kit anti-furo pelo comercial. De seguida, verifiquei que o veículo apresentava mais 549 km do que o indicado no contrato de compra. Após a minha reclamação, os responsáveis da oficina assumiram que o sistema não tinha sido atualizado, justificando assim a discrepância. Como forma de compensação, solicitei que o depósito de combustível fosse atestado, pedido que foi inicialmente recebido com relutância. Chegou a ser-me sugerido que fosse eu a abastecer o veículo e posteriormente enviar ou entregar a fatura original, o que recusei por implicar custos e deslocações adicionais da minha parte. Após mais de uma hora de espera e depois de solicitar o livro de reclamações, uma funcionária acabou por proceder ao abastecimento do veículo. Já em casa, ao trancar o automóvel, verifiquei que o espelho retrovisor do lado do condutor não recolhia, encontrando-se avariado. No dia 28/01, contactei o comercial que me vendeu o veículo, tendo-me sido informado de que o serviço pós-venda entraria em contacto no dia seguinte. No dia 29/01, fui contactada para agendamento de reparação nas instalações da Benecar. Atendendo a que resido a mais de 70 km, solicitei que fosse avaliada a possibilidade de reparação numa oficina mais próxima da minha residência, por se tratar de uma situação da responsabilidade da empresa. Apenas no dia 30/01 fui contactada nesse sentido. Entretanto, o veículo passou a indicar pressão baixa dos pneus, o que reforça a perceção de que a preparação do automóvel foi deficiente. Em suma, o veículo esteve 16 dias para preparação e foi entregue: • com quilometragem superior à contratada, • sem kit anti-furo, • com um espelho retrovisor avariado, • e com falhas evidentes na verificação geral do estado do automóvel. Posteriormente, no dia 18/08, ao iniciar as minhas férias e após cerca de 400 km de viagem, a apenas 10 km do destino, o veículo apresentou uma avaria grave com a indicação “motor com defeito”, recomendando deslocação imediata a uma oficina, seguida de um erro no sistema AdBlue. Face à gravidade da situação, encostei o carro de imediato, em estado de grande apreensão. Apesar de ter abastecido AdBlue, o erro manteve-se, sendo de salientar que o veículo não apresentava falta de AdBlue. Contactei de imediato a Benecar, uma vez que o veículo se encontrava dentro do período de garantia, tendo-me sido indicado que deveria ser eu a procurar uma oficina certificada pela Benecar na zona onde me encontrava. Considero esta resposta totalmente inaceitável, pois não é razoável que um cliente, em férias e a centenas de quilómetros da sua residência, tenha de assumir a gestão e validação de oficinas em situações de assistência em garantia. Após insistência, foi-me dito que, em alternativa, o veículo teria de ser rebocado para as instalações da Benecar, na Benedita, sem qualquer respeito pela minha situação pessoal ou mobilidade. Apenas após novo contacto e, face a todo o meu desagrado, me foi indicado um agendamento numa oficina próxima, 48 horas depois, situação que me causou sérios transtornos. Este incidente resultou em: • dois dias perdidos de férias, • receio constante de circular com o veículo, • e mais um dia inteiro perdido numa oficina, aguardando resposta da Benecar quanto à assunção dos custos de uma viatura de substituição. Foi ainda confirmado pela oficina, que o veículo podia imobilizar-se a qualquer momento, já que este erro já havia afetado o filtro de partículas. Como se não bastasse, no dia 24 de dezembro, ao deslocar-me para passar o Natal com a família, o veículo voltou a apresentar exatamente os mesmos erros: “motor com defeito” e falha no sistema anti-poluição AdBlue, repetindo a situação que já havia ocorrido em agosto. Adicionalmente, o problema dos espelhos retrovisores mantém-se até à data, funcionando de forma intermitente. O veículo tem menos de um ano, encontra-se ainda em garantia e já motivou três contactos formais com a Benecar por defeitos graves. Em mais de 20 anos de condução, e sendo este o quinto automóvel que possuo, nunca experienciei tantos problemas e transtornos com um veículo. Face ao exposto, considero que o veículo foi vendido com defeitos recorrentes, não tendo sido assegurado um acompanhamento adequado nem soluções eficazes por parte da Benecar. Solicito, assim, uma resolução definitiva da situação (resseção de contrato), bem como a devida avaliação de compensação pelos prejuízos e transtornos causados.

Em curso
G. A.
24/12/2025

FATURA DE COMPRA IRREGULAR

O documento fornecido (Fatura nº 2025.12.24) pelo parceiro Wortem em seu Marketplace (BRTRIDER) não é aceitável para fins oficiais ou fiscais pelos seguintes motivos: *Validação do IVA:* O número de IVA fornecido (FR07978977510) não consta como ativo/válido no sistema VIES. *Integridade do Documento:* O documento não contém elementos essenciais de uma fatura certificada, como o logotipo da empresa, os dados de registo oficial e a assinatura/hash digital. *Número do Quadro:* Para efeitos de garantia e subsídio ambiental, preciso que o Número do Quadro de registro que está no quadro da E-Bike, esteja explicitamente mencionado na fatura. Solicito que me seja fornecida uma fatura de IVA certificada que esteja em conformidade com a legislação da UE. Isto é obrigatório para os meus registos e para o registo legal do produto em Portugal. A fatura emitida pelo vendedor NÃO É LEGAL. (Veja anexos). Muitos vendedores de marketplace emitem estes documentos simplificados (quase como um recibo de armazém). No entanto, legalmente em Portugal, para efeitos fiscais, este documento não substitui uma fatura certificada. O endereço específico em Paris é extremamente conhecido por ser a sede de milhares de empresas de fachada. Não é um armazém, fábrica ou loja de bicicletas. É um local de "domiciliação", onde empresas pagam uma mensalidade apenas para ter uma morada fiscal em França e receber correio, enquanto operam de outros países (frequentemente da China, no caso de vendedores de marketplaces). Um exportador que usa uma morada de conveniência na Europa para evitar complicações alfandegárias ou dar uma falsa sensação de proximidade ao cliente. Aguardo o recebimento do documento corrigido E LEGAL conforme normas UE em Portugal o mais brevemente possível.

Em curso
J. S.
24/12/2025

Não devolução do montante pago na compra

Exmos. Senhores, da LG Electronics Portugal Venho por este meio solicitar a devolução em dobro do montante pago (732.00€ x2 = 1464.00€) respeitante á compra de uma TV no vosso site referente ao modelo OLED55C5ELB, com o N.º 59000029994 de encomenda . Comprei a Tv no vosso site no dia 29-11-2025 e fiz o respetivo pagamento . No dia 01-12-2025 a Lg envia-me um e-mail a dizer que a encomenda ia ser cancelada e iam proceder ao reembolso. No dia 11-12-2025 fui contacto pela Lg a dizer que me tinham enviado um email confirmar o envio da TV , mas para não valorizar que era apenas um e-mail emitido pelo sistema e solicitam o meu NIB para efetuarem o pagamento do reembolso. Eu enviei o meu NIB neste mesmo dia . Até á data não recebi dinheiro nenhum e mais nenhum contacto pela LG . Entretanto faço um reclamação no livro de reclamações On line com a reclamação nºROR00000000045440102, em na resposta dizem : Informamos que durante o período no qual efetuou a sua encomenda, ocorreram diversos constrangimentos de ordem técnica com a nossa plataforma, o que impossibilitou a sua encomenda de ser concluída com sucesso. Não obstante, a situação já se encontra a ser normalizada e nesse sentido irá receber o seu reembolso nos próximos dias." Isto dia 15-12-2025. Dia 24-12-2025 e ainda não efetuaram o reembolso. Dado que o reembolso deveria no máximo demorar 15 dias, solicito segundo a legislação em vigor o pagamento em dobro do montante pago. A LG está a ter uma atitude lesiva para os consumidores, retendo o dinheiro dos consumidores para proveito próprio. Sem outro assunto de momento José João M. S. Cumprimentos.

Em curso
J. P.
23/12/2025

Violação de direitos do consumidor no sistema de caixas self-service (Loja IKEA de Loures)

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação relativamente ao funcionamento do sistema de pagamento na loja IKEA de Loures, nomeadamente pela inexistência de caixas assistidas e pela imposição prática do recurso exclusivo a caixas self-service, sem alternativa efetiva para o consumidor. Embora exista apoio humano junto às caixas automáticas, o mesmo é manifestamente insuficiente, não permanente e incapaz de garantir um acompanhamento adequado, o que resulta na transferência indevida de responsabilidades operacionais para o cliente. Esta prática levanta sérias preocupações do ponto de vista legal e dos direitos do consumidor, uma vez que: -elimina a liberdade de escolha na forma de pagamento; -prejudica consumidores idosos, pessoas com deficiência, limitações motoras ou dificuldades tecnológicas, podendo configurar uma falta de acessibilidade e tratamento desigual; -impõe ao consumidor tarefas que fazem parte do processo interno da empresa, sem formação, sem meios adequados e sem apoio contínuo. Mais grave ainda, tem-se verificado a prática de acusação explícita de furto a clientes quando ocorre algum erro involuntário no registo dos artigos nas caixas automáticas. Estes erros são previsíveis e inerentes a um sistema em que o próprio comerciante opta por substituir trabalhadores por autoatendimento. Tal conduta é inaceitável e juridicamente reprovável, porquanto: -viola o princípio da boa-fé nas relações de consumo; -presume indevidamente a má-fé do consumidor; -cria um ambiente de intimidação, constrangimento e desconfiança; -pode configurar uma prática comercial desleal, nos termos da legislação de defesa do consumidor. A responsabilidade pelo correto funcionamento do sistema de venda é do comerciante, não podendo ser transferida para o consumidor nem justificar abordagens que equiparem erros involuntários a tentativas de furto. Nos termos da legislação aplicável à defesa do consumidor, o cliente tem direito a: -um atendimento adequado, digno e respeitador; -informação clara e apoio suficiente durante o processo de compra; -não ser sujeito a suspeitas ou acusações injustificadas decorrentes de falhas de um sistema imposto pelo comerciante. Face ao exposto, solicito a intervenção das entidades competentes para que a IKEA: -disponibilize caixas assistidas ou uma alternativa real e funcional; -assegure apoio humano permanente, suficiente e eficaz nas caixas; -cesse qualquer prática que trate erros de registo como comportamentos ilícitos. Esta reclamação visa a reposição do equilíbrio na relação de consumo e o respeito pelos direitos legalmente consagrados dos consumidores. Com os melhores cumprimentos,

Em curso
B. S.
23/12/2025
Rodrigues e Queirós

Veículo entregue

Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar o apoio da DECO PROteste relativamente a uma situação ocorrida na aquisição de um veículo automóvel em Portugal. Celebrei um contrato de compra e venda de um veículo automóvel junto de um stand, tendo o financiamento sido tratado no próprio estabelecimento. O crédito foi apresentado pelo vendedor como aprovado, tendo eu procedido ao pagamento de entrada em dinheiro, após o que o veículo me foi entregue. Decorridos cerca de 3 a 4 dias após a entrega do veículo, fui contactado pelo stand com a informação de que, afinal, o crédito teria sido recusado, situação essa que me causou surpresa e grave constrangimento, uma vez que a entrega do veículo ocorreu com a indicação expressa de que o financiamento se encontrava aprovado. Esta atuação gerou insegurança jurídica, perturbação pessoal e prejuízo na minha vida quotidiana, configurando, no meu entendimento, uma prática comercial suscetível de enquadramento como informação enganosa, nos termos da legislação de defesa do consumidor, bem como fundamento para responsabilidade civil por danos não patrimoniais, nomeadamente pelo constrangimento, ansiedade e instabilidade causados. Solicito, assim, o apoio da DECO PROteste para: • Análise jurídica do contrato de compra e venda e da documentação associada ao financiamento; • Avaliação da legalidade da atuação do stand após a entrega do veículo; • Enquadramento dos factos em matéria de práticas comerciais desleais; • Apreciação da existência de fundamento para pedido de indemnização por danos morais/constrangimento; • Eventual mediação com o stand para resolução do conflito nos termos legais. Encontro-me disponível para facultar toda a documentação relevante, incluindo contratos, comprovativos de pagamento e comunicações trocadas com o vendedor.

Em curso
D. M.
23/12/2025

O Artigo Veio com Defeito

Olá, Venho por este meio reclamar o facto de ter comprado umas Sapatilhas Ralph Lauren Heritage Court branco preto que vieram com defeito. No couro a frente na sapatilha vem com relevo o couro não vem liso trás um defeito de fabrica. Já contactei a empresa e até hoje não me resolveram o assunto não me deixam fazer devolução quando eu não tenho culpa de ter comprado um artigo com defeito.

Em curso
C. C.
23/12/2025

Opção de pão sem glúten não "permitida" para Whopper Veggie

O restaurante oferece opção de pão sem glúten mas não permite a venda de Whopper Vegetariano com pão sem glúten. Qual a razão de tamanha estupidez? O pão está lá, disponível, mas só posso comprar com um Whopper de carne? Perguntei à atendente de caixa e à supervisora e ambos afirmaram que estão impedidos de vender Whopper Vegetariano no pão sem glúten? Como assim, Burger King?? Que coisa ridícula é essa? Em pleno 2025, uma pessoa com restrições de dieta que poderia ter seu pedido atendido, simplesmente não pode porque "não é permitido"??? Solicito que essa "regra" obtusa seja removida, em consideração aos clientes. É vergonhoso eu precisar solicitar tamanha obviedade.

Em curso
V. P.
23/12/2025

CARTÃO PRESENTE

Comprei uma blusa com um cartão presente físico no website da MANGO. Como não gostei da blusa, troquei a blusa na loja MANGO das Amoreiras. O valor da blusa foi enviado de volta para um cartão presente, que nem sei qual é porque quando comprei a blusa, utilizei todo o plafond do cartão físico, destruí e joguei-o no lixo. Resumindo, não consigo utilizar o cartão presente enviado por mail na devolução porque enviaram um número de cartão e não enviaram o CVV. Assim sendo, fui à loja tentar resolver o meu problema e me disseram que eu deveria entrar em contacto com o website porque eles não conseguiam resolve-lo. Entrei em contacto com o chat do website mas mais uma vez não consegui resolver o meu problema. Então entrei em contacto com a MANGO por mail e expliquei o meu problema. Para a minha surpresa a resposta foi de que não havia solução, se eu não tenho o CVV do cartão, o dinheiro fica "perdido" e obviamente para a MANGO (imagino quanto dinheiro fica "perdido" por questões relacionadas com cartões presentes na MANGO). Após cerca de uma dezena de mails trocados com a MANGO sem sucesso, pedi que me enviassem um link para fazer uma reclamação formal e o mesmo me foi negado. Me disseram que a única maneira de reclamar seria através destes mails e que não poderiam fazer mais nada para resolver o problema. Assim sendo, venho por este meio fazer esta reclamação formal, de modo a ver se algum superior me resolve o problema. Obviamente poderiam resolver a questão, transferindo este valor (que me pertence e cujos comprovativos tenho todos) para um novo cartão presente com CVV, mas pelos vistos não o querem faze-lo.

Em curso

Instalação de equipamento de ar condicionado

Exmos. Senhores, No dia 20 de Novembro desloquei me à Rádio Popular de Abrantes, onde comprei um ar condicionado com instalação de oferta. O equipamento foi me entregue logo no dia 22 de Novembro. Mas a instalação faz-me pensar que andam a gozar com consumidor, neste caso comigo. Marcaram para dia 12 de Dezembro o que eu achei muito tempo, mas compreendi porque os serviços nem sempre correm como queremos. No início da semana desse dia ligaram-me a dizer que tinha de ser desmarcado por estar a chover, embora ficar triste compreendi. Achei que me marcassem logo de seguida e nada, liguei onde não tinham data prevista. Ligaram-me no dia 17 de Dezembro a dizer que só tinha vaga para 16 de Janeiro de 2026. É um absurdo, comprei o equipamento dado o frio que tem estado na minha localidade, tive de pedir aos meus sogros para uma pessoa da família lá ficar, dado não ter condições por causa da temperatura. Agora dois meses ou quase isso é abusarem. No meu pensar a empresa não quer é vir da Covilhã à sertã e passam outras pessoas a minha frente. Assim a empresa de instalação colocou férias até janeiro e a Radio popular não arranja solução.

Em curso
I. N.
23/12/2025
Cortelec

Desumidificador funciona muito mal

O aparelho desumidificador que aparece em sites supostamente fidedignos como sendo a melhor escolha e com um desempenho e classificação energética A não passa de uma grande mentira. Vivo em Sintra e estou numa casa com bastante humidade. Depois de experimentar durante 60h (com interrupções) em full power não tenho mais do que 4 dedos de altura de água. Ou seja 1/3 do depósito. Tenho as roupas frias de humidade, os móveis a criar bolor, a humidade a escorrer pela janela e porta, etc... E depois tenho respostas de um comercial, que atira com areia aos olhos a dizer para aumentar a temperatura do quarto para 28°(para que precisaria eu de um desumidificador com essa temperatura num país como Portugal?!) e ventilar o quarto. Quando além de não fazer o mínimo sentido o que diz, não é isso que vem no manual. No manual pede para ter portas e janelas fechadas, e falam numa temperatura ideal para funcionamento de 15°. Ora em termos de temperatura variou entre os 12-17. Mas a maior parte do tempo entre os 15-17. E percentagem de humidade entre 88 e 90 e pouco. Nunca foi abaixo disso. Ou melhor, apenas 1 vez por pouco tempo, esteve a 79%. Já por várias vezes pedi para devolver o aparelho e ser ressarcida do valor e esse senhor vem sempre com a mesma conversa que contradiz o que vem no manual. Uma resposta previamente feita, de quem nem sequer se dá ao trabalho de ler os mails dos clientes. E ridiculamente sugeriu primeiro uma devolução de 5% do valor de um aparelho que não vou usar mais, pois não serve, e agora 7%. Apenas serve para gastar dinheiro em eletricidade e ocupar espaço. Pretendo enquanto consumidora exercer o meu direito de devolução do aparelho e ser ressarcida do valor que paguei pelo mesmo.

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