Reclamações públicas
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Tentativa de Cobrança de dívida prescrita - Vossa referência 8129072
Dados os factos seguintes:1. No ano de 2014 cessei todas as minhas relações contratuais com a empresa MEO - Serviços de telecomunicações devido a ter deixado de residir em Portugal.2. No dia 2 de julho de 2016 recebi um email da empresa Intrum Justitia, actuando em nome da MEO, exigindo o pagamento de um montante alegadamente em dívida à meo por serviços prestados.3. No mesmo dia respondi para o email indicado por esta empresa informando que não reconheço qualquer dívida para com a MEO e que mesmo a exisitir a mesma se refiriria a consumos relativos a 2014, consumos esses que, segundo a lei dos serviços públicos, prescreve o direito de cobrança após seis meses.4. Nesse mesmo email solicitei a prescrição da dívida e confirmação do mesmo, por escrito, para o meu email no prazo de 8 dias.5. No dia útil seguinte ao recebimento do email, dia 4 de Julho de 2016, enviei uma carta registada para a empresa intrum Justitia com o mesmo conteúdo do email de resposta do dia 02 de julho.6. No dia 7 de Julho de 2016 a carta registada foi entregue na sede da empresa Intrum Justitia.7. Até ao dia de hoje (14 de julho de 2016) não recebi mais nenhum contacto da empresa de cobrança nem da MEO confirmando a prescrição da dívida e anulando a tentativa de cobrança injustificada.
Serviço de lavagem (Repsol Buraca)
No dia 14.06.2016, estive no estabelecimento (gasolineira Repsol) e solicitei o serviço de lavagem automóvel na qual comprovo com o respectivo talão em anexo. Dirigi-me para a fila aguardando a minha vez e a orientação do funcionário para a entrada da minha viatura na respectiva máquina de lavagem. No final da lavagem verifico que tinha um buraco no pneu da frente do lado esquerdo da minha viatura. Substitui logo no momento o pneu pelo sobressalente. Procurei em seguida uma loja da especialidade p/reparação do mesmo. Essa reparação não é possível, apenas e só a sua substituição é possível. Ao sentir-me lesada solicitei responsabilidade ao gerente responsável, que até à data me foi negada.Peço a intervenção de V.Exas para que o meu prejuízo seja minimizado e de que futuro este não seja um procedimento habitual deste estabelecimento.
Danos na pintura do veículo após lavagem
No dia 11/07/2016 deixei o meu carro no Centro de Lavagem Automóvel New Wash em Centro Comercial La Vie - Caldas da Rainha para lavagem completa c/ Cera.Após receber sms para levantar o carro, procedi ao pagamento em numerário sem receber a devida fatura. Sai do estabelecimento em direção a posto de combustivel, quando reparei que o verniz do tejadilho da viatura estava danificado. Dei volta ao carro e percebi que havia mais sitios do carro com verniz danificado.Situação que não se apresentava antes da lavagem.Retornei ao Centro de Lavagem automóvel New Wash em Centro Comercial La Vie - Caldas da Rainha, para questionar o que teria acontecido, no entanto a minha questão não foi bem aceite por parte do Sr Dilson, proprietário do franchising, que manteve discurso inadequado, afirmando não se responsabilizar pela situação, e negando participação ao seguro.Posto isto, apresentei reclamação escrita no Livro de Reclamações da empresa.
Alteração preço mala
Sabendo que a PG nunca faz saldos nas malas, no passado dia 6 de Julho efectuei on line a compra da Mala shopping Bon Appétit, com o valor indicado, de 128,00€.Qual o meu espanto quando hoje, 11 de Julho, a mesma mala aparece no site com a indicação de novo preço: 98,00€.Remeti um mail para a marca e entrei em contacto telefónico com a mesma, tendo me sido dito que foi uma decisão comercial baixar o preço da mala e que de facto NUNCA fazem saldos das malas.Uma política comercial que em nada abona a favor da empresa, uma vez que defrauda os seus clientes que fazem as compras sabendo que esta marca nunca faz saldos ou promoções neste tipo de artigos.
anulação do pagamento de anuidades
Eu, Marlene Dias dos Santos, sócia nº 112871 celebrei, em 24-06-2010, um contrato com a CIF – Clube Internacional de Férias, S.A, estando o respetivo valor totalmente liquidado, tendo pago mensalmente o valor de 49,92 durante 60 meses. Saliento também que até à data de hoje nunca usufrui de qualquer período de férias, até porque as ofertas desta empresa resumem-se apenas à época baixa, quando me encontro a trabalhar e as usas condições são piores do que em muitas agências de viagens. No que diz respeito às taxas administrativas é de salientar que estas vencem anualmente, sendo, por conseguinte prestações periodicamente renováveis. Pelo que desde já se invoca a prescrição das taxas administrativas anuais de todo o contrato, apesar de pagas atá à data, nos termos da alínea g) do artigo 310.º do Código Civil.Neste sentido, pretendo resolver o contrato nº112871, não advindo do mesmo quaisquer outras responsabilidades ou direitos para qualquer das partes, conforme está previsto no Dec. Lei 37/2011 de 10 de Março, art.º16.Relembro que as cláusulas vitalícias já há muito que são consideradas ilegais, logo, tendo liquidado o valor total do contrato (2995 euros, correspondente ao pagamento de 60 prestações de 49,92 euros), recuso-me a pagar anuidades de um serviço de férias de que nunca usufruí nem pretendo usufruir.Já enviei uma carta com aviso de receção à referida empresa no passado dia 1 de julho, cuja resposta veio por mail no dia 4 da parte de uma Alice Oliveira.Este mail alega a possibilidade de desvinculação através da Transmissão/Cedência da Titularidade a Terceiros sendo da minha responsabilidade a sua substituição.A referida carta informa ainda que a rescisão após o prazo de reflexão é possível desde que o preço do Contrato se mostre pago e que não exista qualquer mora .Ora eu não fui informada aquando da celebração do contrato de que teria que pagar custos administrativos depois de ter pago o valor do contrato e, uma vez que já paguei todas as mensalidades, considero ilegal o pagamento de uma anuidade por serviços de que nunca usufruí nem pretendo usufruir, até porque as cláusulas vitalícias já não são legais.Depois de enviar vários mails a esta senhora, sou informada de que: Não existem Contratos vitalícios, o que é colocado á disposição do Consumidor de forma vitalícia e se assim o entender são os Serviços.A rescisão é possível desde que o Contrato esteja pago e que não tenha dividas , o que não é o caso.Assim deverá regularizar as Anuidades . Respeitaremos a decisão da rescisão desde que nada deva á empresa. Estou grávida de 6 meses e meio e os mails e mensagens sms intimidantes e ameaçadores de cobrança estão a deixar-me os nervos em franja e a minha tensão nas alturas (estou com hipertensão gestacional, tomo medicação duas vezes por dia e a minha tensão está cada vez mais alta por causa da pressão exercida por estes senhores.Por favor, ajudem-me a resolver esta situação, pois estou cansada de receber mensagens e mails desta entidade a cobrar anuidades que são ilegais.Atenciosamente,Marlene Santos
Falta de Respeito do Pica de serviço
Ontem (dia 4 de Julho) eu e a minha namorada íamos apanhar o comboio que partia à 1h00 da manhã de Cascais em direcção a Lisboa. Dez minutos antes comprei o bilhete, validei. A minha namorada pensava ter comprado ida e volta por isso dirigimo-nos às portas para passar. Eu passei, o dela não. Vimos no talão dela que afinal não tinha comprado ida e volta. Eu saí pela porta dos deficientes que estava aberta para ir ajudá-la a comprar o bilhete. Quando voltámos ela passou pela porta que se abre e eu, uma vez que já tinha validado o bilhete e como não sabia se dava erro eu passar duas vezes com o mesmo bilhete no mesmo sentido em 5 minutos, decidi entrar pela porta dos deficientes aberta.É aí precisamente nesse momento que um Pica, forte com uma tatuagem no braço, diz em maus modos “JOVEM, VALIDE O BILHETE!”. Eu explico-lhe que já tinha pago e validado, e que só tinha voltado atrás para ajudar a minha namorada. “JÁ LHE DISSE PARA VALIDAR O BILHETE”. Pergunto-lhe se quer ver o recibo, ao que ele pega no meu bilhete, vai a uma porta electrónica e passa o bilhete. A porta abre-se, entrega-me o bilhete com maus modos. Não pede desculpa pelos modos, ou por se ter enganado.Já no comboio, o mesmo Pica pede-me o bilhete outra vez. Entrego-lhe, e ao entregar-lhe digo-lhe, de forma educada, “O Senhor tem de ser mais educado nos seus modos, e não pode assumir logo que alguém está a infringir a lei e não comprou bilhete.”Resposta do Pica completamente mal-criada e Agressiva “MAS VOCÊ ESTÁ A EMBIRRAR COMIGO PORQUÊ? LIMITE-SE A VIAJAR…”Eu digo, continuando de forma educada “O senhor tem de perceber que eu sou o cliente, e mereço um serviço agradável da CP, e o cliente não deve ser mal servido”Resposta do Pica “MAS QUAL CLIENTE QUAL QUÊ! OLHE FAÇA UMA BOA VIAGEM E NÃO ME CHATEIE”.Já a andar de costas para mim, pergunto-lhe “Como se chama o senhor?”, ao que ele me responde “CHAMA-SE COM A BOCA…”. Precisava do seu nome para relatar este episódio ao superior do Pica, mas ele não quis facultá-lo. Creio que isto é completamente a antítese da política de serviço ao cliente e de qualidade que a CP tem e quer implementar. Queria aqui ressaltar o facto de:1- Ter comprado o bilhete, e validado-o.2- Em nenhum momento eu ter sido mal educado, e ter sempre procurado explicar ao Pica a situação de forma simpática e cordial.Mesmo que 1 e 2 não tivessem acontecido, que aconteceram, nada justifica o modo AGRESSIVO, MAL EDUCADO, e o DESPREZO e FALTA DE RESPEITO total pelo cliente.Creio que um cliente respeitável da CP merece ser tratado com respeito e com educação.No dia 4 de Julho no comboio da 1h00 do sentido Cascais-Lisboa fui tratado como um criminoso e posteriormente sem respeito nenhum pelo Pica em serviço da CP.Não é isto que se espera do serviço da CP, e espero que tomem medidas para evitar que isto alguma vez se venha a repetir.Muito obrigado.Com os meus cumprimentos,Jorge
Colchão com defeito e na garantia + ausência de resposta da MOLAFLEX
Enviei um email para a vossa empresa no passado dia 29/06. Como até ao momento não obtive qualquer resposta, e o problema já se arrasta há algum tempo, apresento, novamente a minha situação:No passado dia 8 de Junho entrei em contacto telefónico com o vosso serviço de assistência técnica pós venda.O objetivo deste contacto deveu-se ao facto de ter um colchão Molaflex, na garantia, que foi alvo de uma assistência técnica pós venda no passado dia 5 de Maio. Acontece que o colchão encontra-se no mesmo estado lastimável do que se encontrava anteriormente.Expliquei a situação ao responsável com quem falei, pedi para que analisassem novamente a situação e me transmitirem se viriam buscar novamente o colchão.Explanei com pormenor as dores nas costas que o colchão provoca, o tormento que é dormir nele e o facto de já ter recorrido mais que uma vez aos serviços de fisioterapia por causa do mesmo. Pedi com isto, apenas e só, celeridade no processo, pois dormir 8h num colchão nestas condições é maltrato.A resposta chegou, dizendo-me que iria ser contactada na próxima semana, (ora entre 20 e 24 de Junho), para nova recolha do colchão. Acontece que até ao momento ainda não fui contactada por ninguém nesse sentido (lembro que estamos a 2 de Julho) e tenho de continuar a dormir num colchão que tem o selo de qualidade Molaflex, mas que, de acordo com a minha experiência, de qualidade tem muito pouco, como se não bastasse, ainda a forma extremamente morosa, para não dizer irresponsável, amadora e praticamente negligente, com que a Molaflex está a tratar a minha situação.Lembro que o colchão está na garantia.Lembro também que o meu primeiro contacto com a Molaflex, que deu lugar ao levantamento do colchão para assistência técnica, foi em finais de Março/ inicios de Abril. Entre a análise do perito ao colchão, ao seu levantamento propriamente dito, passou 1mês. Um mês a dormir nestas condições.Neste momento estou a aguardar nova resolução há quase 1 mês - novamente-...Um colchão não é um eletrodoméstico do qual possa abdicar durante uns dias caso este avarie, tenho de dormir nele todas as noites.No relatório de assistência técnica que tenho em minha posse, foi admitido defeito no feltro (feltro danificado). Agradeço uma resposta e uma resolução definitiva para o colchão e nãoremendos.
Recusa de aceitar a garantia
No passado dia 5 de dezembro de 2015, fiz uma encomenda duma bateria para uma camara de filmar no site da amazon.es.no site da amazon.es, é dito que a bateria tem 2 anos de garantia. Agora a bateria avariou e não querem aceitar a garantia. Nem me devolvem o dinheiro nem me substituem a bateria. AAmazon diz que não pode fazer nada porque a bateria foi comprada numa loja externa à amazon, mas que utiliza o site da amazon para vender os seus produtos. Já contactei com a loja que me diz que tenho de comprar uma bateria nova...Grande vigarice.Sinto-me enganado.
transferencia de saldo de cartão
Descontente com a MEO/TMN, comprei um Cartão UZO como nº 960270454, que vinha acompanhado com uma brochura, onde é dito que se é Cliente MEO pretende manter o mesmo número de telefone 80800960000, porque eu pretendia manter o nº de telemóvel que tenho há mais de 20 anos.Liguei para este número e disseram-me que devia pedir a portabilidade à Meo para a UZO. com o contacto com a MEO é difícil e feita através de Callcenter, não consegui fazer o pedido de portabilidade. Entretanto carreguei carregando o cartão da UZO porque já não tinha saldo suficiente na MEO.Ontem na página pessoal da MEO, resolvi pedir a portabilidade que não conseguia fazer através do contacto telefónico.Contactei com a UZO a dar conhecimento do meu pedido solicitando que, quando fosse feito a portabilidade fosse transferido do cartão que comprei para o cartão novo que me iris ser atribuído pela UZO.Agora sim a UZO esclareceu-me que não existia portabilidade entre a MEO e a UZO mas sim uma migração, e que não poderiam transferir o saldo do cartão que comprei para o cartão que me haveria de ser atribuído, além do que a migração deveria ser pedida à UZO0, contrariando a primeira informação dada. Se tal me tivesse sido dito, não teria carregado o cartão UZO comprado, e teria esperado pela migração para carregar. Sinto-me enganado pela brochura e pelo primeiro atendimento, reclamando em caso de migração seja transferido o saldo do cartão comprado para o cartão que me venha a ser atribuído.Apenas fazer o pedido de migração no caso de ser atendido a minha reclamação.
Problemas com faturação
Motivos queixa:Fiz-me sócio da Solinca Braga em Fevereiro de 2016. A nível de mensalidades, o acordado foi ser levantado da minha conta (por débito direto), a quantia de 19,60€, de 15 em 15 dias.Acontece que os últimos três pagamentos efetuados, ocorreram num período inferior a 30 dias. Foram buscar o valor contratado de 19,60€, à minha conta em 27 de Maio (Fatura 40/VD/126663), 9 de Junho (Fatura 40/VD/129812) e 23 de Junho (Fatura 40/VD/131001). Em nenhum dos casos, foi respeitado o período de 15 dias, entre faturas. Além disso, entre as três faturas passaram 27 dias apenas.Entendo que o Solinca não pode gerir o dia em que o banco efetua a cobrança, dai esta solução de ter pagamentos bi-mensais não ser a mais adequada.Consequências:Tendo o ano 52 semanas, em números redondos, deveria ter que efetuar 26 pagamentos de 19,60€. Com esta situação arrisco-me a fazer 28 a 30 pagamentos por ano, o que não é correto. Ser-me-á cobrado dinheiro a mais..O que fez para resolver o problema:Procurei esclarecer a questão no balcão do ginásio. Devido ao número de dias de 2017, aliado ao tipo de contrato efetuado, a Solinca confirmou que em 2016 haverá duas situações, em que no mesmo mês o cliente, pagará três vezes.Sugeri que se passasse a cobrança das faturas, para um regime mensal, sugestão que não foi aceite.Considero-me lesado desta situação, e gostaria que fossem tomadas as medidas necessárias para a retificar. Não consigo compreender porque não passam os pagamentos de uma situação bi-mensal, para uma situação mensal. Deixa de haver este problema, e não correm o risco de perder clientes. Frequento ginásio há muitos anos, e nunca tive qualquer problema desta natureza.CmptsMauro Fernandes
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