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resolução de contrato de Joel Antonio Mendes Constantino
A 13/07/2015 foi celebrado um contrato entre a sociedade de que reclama Segurihiene, SA (SH) e o cliente Joel Antonio Mendes Constantino, que aqui represento como mandatria, sendo que apenas no ano de 2015 realizou essa empresa SH, as consultas medicas aos trabalhadores e efectuaram os relatorios de Medicina do Trabalho para efeitos que a lei obriga. O Sr. Joel gere uma oficina e tem varios trabalhadores ao seu encargo como empresario em nome individual.Em 2016, apesar de todas as solicitações nunca mais a empresa SH foi ao local de trabalho onde labora o Sr. Joel e seus funcionários para realizar exames médicos, no entanto continuaram sempre a cobrar as facturas pelos serviços não prestados e surpreendentemente a enviar relatorios medicos de aptidao de funcionarios não examinados..., perante isto o sr. Joel enviou uma carta a reclamar e pedir a resolução antecipada do contrato com justa causa, carta essa que se anexa, coisa que a SH não aceita e continua a enviar carta com facturas pela denuncia antecipada do contrato que só teria termo a 13/07/2017.O sr. Joel viu-se forçado a contratar outra empresa para realizar os exames aos seus trabalhadores e ter a documentação legal necessária relativa á Medicina no Trabalho.
Venda de carro com múltiplas avarias
Comprei um carro usado (Renault Scénic de Março de 2006 dando à troca um outro Renault Scénic de Março de 98) neste stand acerca de 2 meses. Foi-me dito para, depois de o comprar, trocar o óleo e os filtros pois o carro estava parado há algum tempo. Quando o fiz, a oficina disse-me que o carro tem várias peças que precisam de ser trocadas e que são coisas que, por o carro ter sido adquirido à pouco tempo, seria uma coincidência fora do normal todas as avarias terem acontecido nesse curto espaço de tempo. Quando o comprei assinei um declaração em que concordava que o comprava sem ter direito a qualquer garantia. Quando contactei o dono do stand, afirmei que tinha a perfeita noção que não tinha direito a garantia, mas que esse aspecto não invalida o facto de o carro ter sido vendido já com estas avarias, avarias essas que, como não sou mecânico, não reparei! A resposta dada pelo dono do stand é que não verifica e não sabe se os carros estão a 100% e que se tivesse que o fazer não venderia carros usados mas sim carros novos. Como verifiquei que não houve qualquer tipo de abertura para me ajudar ou sequer para entender a minha situação contactei a DECO, que muito gentilmente e através duma jurista, me informou que mesmo tendo assinado uma declaração de renúncia à garantia, essa mesma renúncia não tem efeito e deixa de ter qualquer valor à luz do Artigo 15 da Lei 24/96 de 31/07 (Lei de Defesa do Consumidor) que fala dos direitos injuntivos.
Problema com ato clínico extra executado sem autorização
- Motivo: Fui a uma consulta de estomatologia no SAMS, solicitei o serviço de higienização oral, porém o dentista inclui um serviço extra “remoção de pigmento com jacto de bicarbonato”- Consequência: O serviço extra me custou 40€ a mais do que deveria- Tentei entrar em contacto com a clínica para resolver, porém os responsáveis pelo setor de reclamação insistem em dizer que não houve irregularidade, mas não conseguem explicar o fato de o dentista/clínica ter incluído um ato clínico extra não essencial sem informar previamente ou pedir aprovação.
Obtenção de facturas do andante
Penso que é uma dificuldade inerente à maioria dos utilizadores do andante: a obtenção da factura para efeitos de IRS, uma vez que a mesma só se consegue ou nas lojas andante, sempre a abarrotar de pessoas ou em payshop no acto da compra. Há ainda uma 3ª opção no site do andante, o que diga-se de passagem não é uma solução democrática. Uma faixa grande de utilizadores não sabe ou não pode aceder a mecanismos tão sofisticados. E para acrescer a tudo isto, o prazo para requerer a factura é de “apenas” cinco dias o que é manifestamente insuficiente. Há que encontrar uma solução adequada para não parecer má fé na forma como o processo decorre…
Milhas não creditadas
Perdi meu cartão de embarque no voo que realizei no dia 06/02/2017 VOO TP88, por este motivo não consegui pedir via site o crédito de milhas do respectivo voo, liguei por 2 vezes e a atendente disse que daria um retorno e nunca o fizeram. enviei por email o recibo de compra com meu E-TICKET porém nenhum retorno isso ja a 60 dias.
Alfa Pendular - transbordo Pampilhosa-Coimbra B
No Domingo, dia 2 de Abril, apanhei o Alfa Pendular 126 na estação de Aveiro pela hora marcada, 17h21. Não havia na estação de Aveiro qualquer indicação relativa a problemas de circulação naquela linha, pelo que, mesmo quem tivesse seguido as notícias do descarrilamento, facilmente seria levado a pensar que a situação estaria regularizada e a viagem decorreria sem problemas. Pouco antes de chegarmos à estação da Pampilhosa, fomos informados de que, devido ao descarrilamento do dia anterior, seria necessário efectuarmos um transbordo rodoviário entre aquela estação e a estação de Coimbra B. Chegados à estação da Pampilhosa, foi-nos pedido que aguardássemos dentro da carruagem à espera dos autocarros, sem nos ter sido dada qualquer indicação sobre o tempo previsto para tal demora. Aguardámos cerca de 10/15 minutos até que nos foi indicado que os autocarros estariam já à nossa espera na parte de fora da estação. Primeiro sinal da desorganização com que a CP geriu todo este processo. Rapidamente se concluiu que os autocarros ali presentes não seriam suficientes para transportar a totalidade dos passageiros do Alfa Pendular 126. A entrada nos autocarros foi um desenrasca autêntico, sem qualquer tipo de organização ou indicação por parte da CP. Para além de poucos, parte desses autocarros não reuniam as condições que se espera sejam dadas a quem paga um bilhete nada barato para circular no Alfa Pendular, nomeadamente no que respeita a falta de espaço para bagagens, o que levou grande parte dos passageiros a circular com as malas ao colo. O transbordo do Alfa para os autocarros foi, assim, gerido de forma muito pouco profissional pela CP. Para agravar a situação, o autocarro em que seguia teve um furo já à entrada de Coimbra. Ali esperámos por um outro autocarro mais 10/15 minutos. É certo que este acidente era imprevisível, mas realço que em toda a viagem e consequente espera não foi prestado qualquer acompanhamento por parte da CP, não se ficando a perceber bem qual era o papel da funcionária com farda da CP que ali seguia, uma vez que nem sequer se dirigiu aos passageiros. Com este atraso, o autocarro em que seguia chegou à estação de Coimbra pelas 18h55, uma hora depois de termos parado na Pampilhosa. Repito: todo este transbordo demorou uma hora. Mesmo descontando o tempo do furo do autocarro, não se justifica tamanha demora, que se deveu em grande parte aos atrasos para chegarem quer os primeiros quer o segundo autocarro. Novamente, destaca-se a falta de organização e profissionalismo da CP. Já na estação Coimbra B, perguntámos onde estaria então o Alfa Pendular que nos levaria até Lisboa. O desconhecimento e a desorientação dos funcionários da CP presentes naquela estação foi surpreendente. Mas a justificação que nos deram foi perturbadora: o Alfa partiu porque várias pessoas que estavam ali na estação começaram a entrar e, portanto, o Alfa Pendular encheu. Ou seja, a CP não só não garantiu que o Alfa Pendular 126 estaria ali pronto a partir quando chegassem os passageiros com bilhete vindos da Pampilhosa (não esperando pelos que se haviam atrasado - mais uma vez sinal da falta de acompanhamento) como não efectuou qualquer controlo para garantir que as pessoas que circulavam no Alfa Pendular 126 eram, de facto, as pessoas que haviam pago bilhete para nele circularem. Tudo isto é sintomático de falta de organização, falta de profissionalismo e incompetência. Como alternativa foi-nos então tido que poderíamos entrar no Intercidades que ali se encontrava e partiria dentro de instantes: entrem nas carruagens do fim e vejam se há lugares. Mais uma vez falta de controlo sobre quem entra nos comboios da CP. O caos era total. Qualquer um entrava no comboio que quisesse. Assim, acabei por viajar até Lisboa num Intercidades que chegou à estação de Santa Apolónia às 21h20, duas horas depois do que estava previsto quando comprei o bilhete para o Alfa. Bem sei que o descarrilamento é uma circunstância alheia à CP que, gosto de acreditar, estará a fazer os possíveis para repor a linha. O transbordo rodoviário era, nesse sentido, inevitável e resultaria sempre num atraso. Mas o que motiva esta reclamação é a falta de organização, de acompanhamento, de esclarecimentos e de profissionalismo que a CP mostrou ao longo de todo o processo.
Rescisão de Contrato
Eu, André Filipe Silva Parreira, portador do NIF 265963036, venho por este meio relatar uma situação de rescisão de contrato. No dia 07.10.2016 foi rescindido o meu contrato de trabalho no qual parei de frequentar o ginásio. Tentei não cancelar o contrato de ginásio de imediato com expetativa de poder continuar a frequentar o espaço para atividade de lazer. No entanto, a minha vida pessoal não me permitiu continuar com o mesmo e no dia 27 de Janeiro de 2017 enviei um e-mail para o geral@timetofitness24.com a relatar a minha situação e pedir a rescisão do contrato (Fidelizado até 07.06.2017) conforme o regulamento interno do contrato, na alínea 7.b), que cita o cancelamento do contrato na situação de despedimento. Até ao dia de hoje, 03.04.2017, não me foi indicado qualquer ponto de situação do meu requerimento. Ainda hoje, por minha surpresa, recebo uma mensagem da Workit 24 Hours a exigir o pagamento no montante de 170,08 €, no qual contactei a empresa e referiram-me 5 mensalidades em atraso, cancelamento de débito direto, posse do cartão de sócio e juros, até 28 de Novembro de 2016. Portanto, a este valor ainda iria ser acrescido os montantes até ao mês de março porque não tiveram indicação de recepção do meu e-mail ! Pergunto eu, o motivo destes valores e exigo que revejam a caixa de correio, pois certamente estará lá a minha denuncia de contrato!!
Avaria não reparada
Em Julho de 2016 o meu Peugeot 208 (ainda em garantia) acendeu uma luz alertando para um defeito do motor que necessitava de reparação. Levei à oficina citada em cima (A.Moura) a qual reparou e me disseram que seria uma válvula. Ficaram de me dar um documento com a garantia dessa mesma peça que nunca me chegaram a entregar. No entanto, também não me preocupei muito, sinceramente.Entretanto, no dia 21/03/2017, a mesma luz voltou a acender dizendo exactamente o mesmo defeito no motor. solicite reparação do veículo. Como coincidiu com a altura da revisão e já tinha marcado para o dia 28/03/2017, esperei essa semana. No entanto, como tenho um familiar que é electricista de automóveis e trabalha numa oficina de automóveis, pedi lhe para meter o carro à máquina só para ver qual o problema o qual deu o seguinte resultado Relé de incandescência - componente empurra aberto (conforme podem verificar no ficheiro anexado).No dia 27/03/2017 levei o carro para a revisão e alertei para o facto de ter acendido novamente a luz do motor. A menina Carla, recepcionista, (que não tenho queixa alguma do seu atendimento) disse que pode ter coincidido com a altura da revisão mas que iriam verificar. Eu nunca referi que seria isto ou aquilo.Ao final do dia quando fui buscar o carro perguntei qual o problema e a menina Carla disse me que não era nada de grave, que tinha sido apenas um filtro. Sabendo eu, perfeitamente, que não era. Paguei 187€ da revisão anual (em anexo) e fui embora.E fui embora a suspeitar que o problema pudesse não estar resolvido. A verdade é que eu tinha razão porque hoje, 31/03/2017, a luz do motor voltou a acender. O problema não foi resolvido e na oficina APENAS apagaram as luzes.Voltei a levar o carro à oficina do meu familiar para ver qual o problema e a máquina diz exatamente a mesma coisa (conforme podem verificar no ficheiro anexado).Ou seja, a oficina A.Moura reparadora autorizada Peugeot nem sequer mexeu na vela. Eu percebo que a garantia esteja a acabar (Maio 2017) e depois é tudo à minha custa. Mas isto são pessoas falsas e vigaristas. Sinto-me completamente enganada e por isso decidi comunicar-lhes esta situação.Acredito que em Julho de 2016, aquando da primeira avaria do motor, provavelmente também não mudaram nada e só apagaram as luzes visto não me quererem entregar nenhum papel com a garantia da peça colocada.
Reclamação 2 Colchões Molaflex Deluxe Pocket
No dia 28 de Novembro de 2015 adquirimos um colchão Molaflex MULTI BAL 180 180x200 na loja Conforama de Sintra. Passados cerca de 8 meses decidimos reclamar junto da Conforama devido a deformações e buracos que o colchão apresentava. A Conforama procedeu adequadamente, contactando a Molaflex para que procedesse à sua verificação e respectiva troca. A verificação no local foi feita e confirmada a respectiva deformação e necesidade de troca. Uma vez que ficámos com dúvidas sobre a qualidade do referido colchão, questionámos a Molaflex sobre as possiveis causas da deformação no sentido de recolhermos toda a informação para tomarmos uma decisão sobre o novo colchão para troca. Foi-nos comunicado que não se tratava de um defeito de produção generalizado, que nunca tinha acontecido e que a causa mais provável teria sido, devido às grandes dimensões do colchão (180x200), o seu transporte pelas escadas apertadas poderia ter causado uma torção na sua estrutura e levado às deformações (buracos) verificados. No sentido de acautelar todas as hipoteses, decidimos no processo de troca, escolher 2 colchões de gama superior e com as dimensões 90x200 para eliminar a possibilidade de danos no transporte pelas escadas. Assim, tendo sido informados que o topo de gama seria o modelo Molaflex Deluxe Pocket, decidimos pagar a diferença no processo de troca. A troca foi acordada, pagámos a diferença adicional no dia 17 de Setembro de 2016 e recebemos os 2 Colchões Molaflex Deluxe Pocket.(90x200). Passaram 5 meses e os 2 colchões topo de gama (Deluxe Pocket) com as dimensões 90x200 apresentam o mesmo tipo de deformações, sendo um autentico pesadelo a sua utilização durante a noite.Fizemos nova reclamação junto da Conforama, a Conforama actuou junto da Molaflex, a Molaflex enviou o mesmo funcionario para verificação no local, foram confirmadas as deformações e decidido pelo respectivo funcionário a necessidade de troca.A partir daqui todo o processo se começou a complicar. Perante a urgencia da situação, pois continuamos a usar os colchoes deformados porque não temos outra alternativa, e a nossa insistência directamente com a Molaflex para saber a data para troca, não conseguimos obter nenhuma resposta concreta. O contacto que temos é do Comercial, o mesmo que verificou já por duas vezes a necessidade de troca. É importante dizer que eu tenho cerca de 85Kg e minha mulher certa de 60Kg de peso, o que torna esta situação ainda mais incompreensivel. Temos a legitimidade de pensar que existe de facto um problema de qualidade de fabrico ou materiais nestes colchoes Molaflex porque se verificam em várias unidades. Desta forma, a nossa confiança na marca Molaflex e no seu serviço de pós venda para resolução de problemas com o Cliente, é neste momento completamente inexistente. Encontramo-nos há vários meses a dormir de forma completamente indescritivel,com toalhas dobradas para preencher os buracos dos colchões, ambos com problemas de saude já visiveis, como dores e contusões lombares. A primeira data para troca dos colchões que nos foi informada pela Molaflex (24-3-2017) não foi cumprida.A segunda data para troca dos colchões que nos foi informada (31-3-2017) não foi ainda confirmada até à data de hoje (dia 30-3-2017 19:30h).É de referir que não recebemos nenhum contacto da Molaflex durante o processo. Temos sido sempre nós a entrar em contacto e a insistir, ficando demonstrado assim a completa ausencia de preocupação com o Cliente por parte da Molaflex.Este comportamento da Molaflex leva-nos a questionar todo o seu serviço, qualidade dos produtos por nós adquiridos e a defender os nossos direitos enquanto consumidores.
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