Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
F. A.
19/02/2026
MRW

Encomenda não recebida

Boa tarde! Tenho uma encomenda em trânsito desde o dia 05/02 sem qualquer informação a partir dessa data! Já tentei enviar email, não respondem, já liguei, ninguém atende! É péssimo o serviço, é péssimo o não contacto com o cliente, é lamentável que uma empresa não se digne a pelo menos responder aos clientes! O número de envio é 02692H073196

Resolvida
A. B.
19/02/2026

Encomenda não entregue

Tenho uma encomenda que está atrasada dos correios Express , primeiro foi dada como entregue e não recebi , depois como devolvida porque o destinatário não se encontrava em casa , eu estive em casa e não esteve lá ninguém Tento contactar não consigo contactar um operador humano emails ninguém responde.

Resolvida
P. S.
19/02/2026

Acidente Auto

Tive um acidente com uma segurada da UNA no dia 16/12/2025 e até à data não está resolvido. Primeiro porque não queriam assumir a responsabilidade e agora não respondem aos emails, nem atendem o telefone. Estamos 45 minutos à espera e depois desligam. É inaceitável e ninguém faz nada.

Encerrada
M. S.
19/02/2026

Encomenda não recebida

Eu Carla Sousa, venho por este meio apresentar uma queixa formal contra a empresa , SMOOTH SATURDAY, LDA com o NIF: 518870995 e Morada Fiscal: Rua Augusto Rosa, N.º 79 4000-098 Porto, devido ao mau serviço prestado no âmbito de uma encomenda efetuada a 27 de Novembro de 2025.A encomenda não foi entregue dentro do prazo previsto, que seria a 13 de Dezembro 2025. Durante os meses de Dezembro, Janeiro e Fevereiro, enviei vários emails à empresa a solicitar informações sobre o estado da mesma, uma vez que não recebia qualquer notificação nem explicação relativamente ao atraso. As respostas que obtive foram vagas, limitando-se a indicar que existiam atrasos, mas que a encomenda seria enviada “em breve”. Após ter ultrapassado o tempo estipulado de entrega, solicitei o reembolso da encomenda, tendo-me sido comunicado pela empresa respostas que nada tinha haver com o que pretendia que era o reembolso dando sempre respostas muito vagas e sem fundamento para o que eu pretendia, ou seja resposta dada por IA. Considero esta situação extremamente grave, marcada por atrasos injustificados, ausência de informação ao consumidor, incumprimento de prazos e falta de resposta por parte da empresa. Nunca experienciei um serviço com um nível tão elevado de desorganização e desrespeito pelos direitos do consumidor. Com esta reclamação,pretendo também, alertar futuros clientes estarem atentos. Também critico a empresa Ginova, com o nome que têm a nível nacional,servem de engodo aos clientes, recebem os valores das encomendas e depois nada respondem. Solicito o apoio da DECO para a resolução desta situação, nomeadamente para a concretização do reembolso, bem como para a análise da conduta da empresa. Com os melhores cumprimentos. Carla Sousa

Em curso
S. P.
19/02/2026

Pedido de Reavaliação – Artigo com Defeito ao Abrigo da Garantia

Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar o vosso apoio relativamente a uma situação de incumprimento dos meus direitos enquanto consumidora. No mês passado adquiri um anel à empresa Tesouros da Júlia (loja online). Pouco tempo após a entrega, o artigo deixou de apresentar a cor preta original, verificando-se uma alteração significativa no acabamento, o que demonstra falta de conformidade com as características apresentadas no momento da compra. Contactei o fornecedor, enviei comprovativo de compra e fotografias do artigo, solicitando reparação, substituição ou acionamento da garantia. Contudo, a empresa recusou o pedido alegando que foi ultrapassado o prazo de 30 dias previsto na sua política de devoluções. Considero que esta resposta é inadequada, uma vez que não se trata de uma devolução por desistência, mas sim de um defeito do produto, situação que está abrangida pela garantia legal dos bens de consumo. Assim, venho solicitar a intervenção da DECO no sentido de me esclarecer sobre os meus direitos e, se possível, mediar esta situação junto do fornecedor. Anexo envio: • Comprovativo de compra • Fotografias do artigo • Cópia da troca de emails Com os melhores cumprimentos, Sonia Pinto

Encerrada
C. A.
18/02/2026

Burla

Venho por este meio expor, de forma detalhada, toda a situação que vivi enquanto cliente da CENTURY21 Arquitectos, sediada na Avenida da Carvalha, 564, em Gondomar, por entender que os factos ocorridos merecem ser conhecidos e devidamente ponderados por quem esteja a considerar recorrer aos serviços desta agência. Sou cliente desta empresa e a minha esposa, além de cliente, exerce funções como designer gráfica na mesma há mais de seis anos. Em 2019 vendi a minha primeira habitação com a consultora Carla Silva e todo o processo decorreu dentro da normalidade, razão pela qual mantive confiança na profissional e na agência. Em 2021 equacionei vender novamente a minha casa e voltei a contactar a consultora Carla Silva. Foi realizada uma reportagem fotográfica ao imóvel, mas acabei por não avançar com a venda nessa altura. Já em 2025 decidimos efetivamente colocar o imóvel no mercado. A consultora Carla Silva informou-nos que não seria necessária nova sessão fotográfica, uma vez que as imagens anteriores permaneciam em sistema. Esclareci que, entretanto, tinham sido feitas pequenas alterações, nomeadamente pintura de paredes e outros ajustes que, apesar de não estruturais, alteravam o aspeto do imóvel. Ainda assim, foi-nos transmitido que tal não constituía problema e avançámos com a comercialização. A divulgação online teve enorme adesão: realizámos mais de dez visitas num único dia e recebemos várias propostas, algumas acima do valor anunciado. A consultora Carla Silva aconselhou-nos a aceitar a proposta de um comprador que, segundo nos foi indicado, pretendia adquirir o imóvel para arrendamento. Foi-nos transmitida a ideia de que se tratava de alguém com capitais próprios, o que aumentaria a probabilidade de concretização célere e segura do negócio. Posteriormente verificámos que o comprador recorreu a crédito bancário. A proposta aceite resultou de partilha interna da mesma agência, sendo o comprador representado pela consultora Rosana Costa. Durante o pagamento do sinal relativo ao contrato-promessa de compra e venda, o comprador não cumpriu a data inicialmente estipulada, embora tenha regularizado posteriormente o valor. Optámos por não levantar qualquer questão quanto a esse atraso, mantendo a boa-fé no processo. Entretanto encontrámos a casa que pretendíamos adquirir, a qual incluía todo o recheio. Tendo isso em conta, a minha esposa questionou as colegas responsáveis pela transação se poderíamos deixar alguns móveis no imóvel vendido, explicando que o sofá e o colchão não se encontravam em excelente estado. Foi-nos dito que não haveria inconveniente. A consultora Rosana Costa referiu que, sendo o imóvel destinado a arrendamento, o comprador decidiria posteriormente se aproveitaria ou não o mobiliário. Desde o início, a mesma deu a entender tratar-se de alguém do seu círculo de conhecidos, circunstância que poderá ser demonstrada se necessário. A escritura realizou-se a 5 de novembro de 2025, pelas 9h00, na Caixa Geral de Depósitos, na Rua Gonçalo Cristóvão, no Porto. Às 10h49 desse mesmo dia, o comprador contactou-me diretamente — sem que eu tivesse autorizado a cedência do meu contacto — solicitando que nos deslocássemos ao imóvel, alegando que já tinha falado com o advogado e que iria pedir a revogação da escritura. Perante tal afirmação, eu e a minha esposa dirigimo-nos de imediato ao local. Encontravam-se presentes o comprador e outras pessoas da sua parte. Foi-nos dito que a casa estava suja, que não correspondia às fotografias e que o sofá e o colchão estavam em mau estado. Importa referir que o comprador não tinha visitado pessoalmente o imóvel, tendo sido representado por uma senhora na visita prévia, facto confirmável pela consultora Carla Silva. Propusemos limpar integralmente a casa e contratar um contentor para recolha dos móveis, explicando que a permanência do mobiliário tinha sido validada pela consultora Rosana Costa. Quando esta chegou ao local, o comprador afirmou, na sua presença, que teríamos de entregar 5.000€, sob pena de avançar com a revogação da escritura. Foi-nos transmitido de forma expressa que, caso não pagássemos esse montante, a escritura seria alvo de revogação. Desconhecendo naquele momento o enquadramento jurídico aplicável e temendo consequências graves para o negócio já celebrado — incluindo a compra da nossa nova casa — sentimo-nos sob forte pressão. O pagamento dos 5.000€ foi efetuado exclusivamente por receio da ameaça proferida, e não por reconhecimento de qualquer dívida ou obrigação contratual. Posteriormente, após consulta jurídica, foi-nos esclarecido que não existia fundamento legal que nos obrigasse a qualquer pagamento adicional após a escritura, nem seria juridicamente viável proceder à sua revogação nos moldes invocados. A consultora Rosana Costa não nos prestou qualquer esclarecimento jurídico, referindo tratar-se de um “ato de boa-fé”. Informámos que assumiríamos a limpeza e ficou acordado que nos seria apresentado orçamento. Contudo, no dia seguinte, foi enviado e-mail à minha esposa a solicitar 250€ para limpeza e recolha, informando que os trabalhos já tinham sido iniciados pela mãe da consultora, sem orçamento prévio ou comunicação antecipada. No próprio dia da escritura, como o valor da venda ainda não se encontrava disponível na nossa conta, informámos que não dispúnhamos de saldo para transferir os 5.000€. Foi-nos dito que o pagamento teria de ser feito até às 12h. A própria consultora Rosana Costa transferiu temporariamente 5.000€ para a nossa conta para que pudéssemos transferir o valor ao comprador, montante que lhe devolvemos posteriormente. A minha esposa expôs toda a situação por e-mail à sócia-gerente Joana Resende. A resposta desvalorizou os factos, sugerindo que aproveitássemos a nova casa e não nos preocupássemos mais com o assunto. Relativamente aos 250€, e apesar de entendermos não existir obrigação de pagamento, a consultora Carla Silva referiu que o tema estava a ser comentado internamente e que a minha esposa precisava do trabalho, sugerindo que aceitássemos pagar, indicando inclusive o teor do e-mail a enviar. Sentimo-nos novamente pressionados. Solicitámos por diversas vezes comprovativo dos 5.000€ recebidos pelo comprador, inclusive por carta registada, sem qualquer resposta. A consultora Rosana Costa informou não possuir recibos nem da limpeza nem da recolha. A 11 de fevereiro de 2026 apresentámos queixa no Livro de Reclamações. A resposta da sócia-gerente afastou responsabilidade da empresa quanto a factos posteriores à escritura, alegando que a consultora já não se encontrava como prestadora de serviços. Tal posição causou-nos perplexidade. Cerca de uma hora após essa resposta, recebi mensagem do comprador informando que tinha duas cartas na minha morada antiga. Estranhei a coincidência temporal, dado que o único contacto anterior tinha ocorrido no dia da escritura. Sem retirar conclusões definitivas, considerei a situação incomum. A minha esposa ficou profundamente abalada, sentindo-se desvalorizada enquanto colaboradora e cliente, tendo recorrido a baixa médica por motivo psicológico. Todos os factos descritos encontram-se suportados por documentação: e-mails, registos bancários, mensagens e áudios. A situação está a ser analisada pelos meios legais competentes. Partilho este testemunho em portais públicos para que outras pessoas possam conhecer a nossa experiência e agir com prudência nas suas decisões.

Encerrada

Ausência de respostas

À AIMA - Agência para a Integração, Migrações e Asilo Assunto: RECLAMAÇÃO FORMAL - ATRASO GRAVE NA EMISSÃO CARTÃO RESIDÊNCIA - AUSÊNCIA DE DICISÃO REUNIFICAÇÃO FAMILIAR Processo: NIE: 303988223 | Pedido DEZEMBRO 2024 Exmos. Senhores, Na qualidade de representante legal / mandatário / interessado, venho por este meio apresentar RECLAMAÇÃO FORMAL contra a AIMA, pelos seguintes factos: 1. DOS FACTOS • Data: Dezembro 2024 • Local: Loja AIMA Porto • Pedido: Renovação ARI Imobiliário (H73 - Art. 90A) • Cliente: Syed Abbas Ali (NIE 303988223) • Pagamento: Taxa completa (€253) efetuada (aguardo emissão de DUCs para o pagamento da reunificação familiar) • Estado: Cartão NUNCA emitido (14 meses de atraso!) . Ausência de decisão sobre reunificação familiar 2. DA ILEGALIDADE Conforme Art. 88.º, n.º 3 da Lei n.º 23/2007 (regime jurídico de entrada e permanência), a AIMA tem prazo legal de 60 dias para decisão. Decorridos 14 MESES sem cumprimento!

Encerrada
V. P.
18/02/2026

Mentira da TEMU - EcoScooting

A TEMU, depois de me ter garantido, em diversas conversas no Chat e até por e-mail, que iria bloquear a EcoScooting nas minhas próximas encomendas, voltou a atribuir uma encomenda minha a esta transportadora. Considero esta situação uma enorme falta de respeito pelo cliente e de abuso da confiança do mesmo, uma vez que só realizei uma nova encomenda depois de ter recebido esta garantia.

Resolvida
J. N.
18/02/2026
MRW

Reclamação – Encomenda não recebida / Entrega com erro

Efetuei uma compra através da plataforma Temu, tendo sido atribuída como transportadora a MRW. A encomenda tinha como data prevista de entrega o dia 16 fevereiro. No entanto, apesar de o sistema de rastreio indicar que a encomenda foi “entregue” no dia 17 de fevereiro, a mesma nunca foi recebida na minha morada. Não fui contactada pela transportadora, não foi deixado qualquer aviso de tentativa de entrega e não existe qualquer informação sobre a identidade da pessoa que alegadamente recebeu a encomenda.

Resolvida
D. F.
18/02/2026

Encomenda não entregue

Exmos.(as) Senhores(as), Venho por este meio reclamar do serviço "CTT Expresso". É a terceira vez que recebo uma mensagem a dizer que a encomenda vai ser entregue entre a hora x e y, estou em casa o tempo todo à espera que chegue, só para depois abrir a página do tracking e dizer que a encomenda não foi entregue porque "Motivo: O destinatário não atendeu. Centro operacional Devesas", quando na realidade é completamente mentira! Das três vezes diferentes que isto aconteceu nem se quer realizaram qualquer tipo de entrega, em nenhum momento bateram à porta ou passaram pela minha rua. É de uma falta de profissionalismo e competência gigante! Falham com o cliente e depois ainda deitam a culpa para ele!? Isto faz algum sentido? Das três vezes que falharam, a encomenda vinha do "centro operacional de Devesas". Ao menos assumam a responsabilidade que nem sempre conseguem realizar as entregas devido ao grande volume de pacotes que transportam e enviem mensagem sim, mas a informar as pessoas que a encomenda vai ser entregue no ponto CTT x ou y, em vez de ir para a morada, dessa forma uma pessoa já está a contar que não vai receber a encomenda em casa e não precisa de estar a empatar o seu dia por causa de uma encomenda que nunca vai ser entregue. Sugiro que o serviço CTT Expresso comece a ter uma opção mais barata de entrega, em que vá para um ponto CTT em vez da morada do destinatário, porque não é justo pagar por um serviço que não acontece e ainda ter que me deslocar a outro lugar para levantar a encomenda, gastando gasóleo e tempo. Estou extremamente desiludida com este serviço expresso. Acaba por ser muito menos eficiente do que o correio normal.

Encerrada

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