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Falta de manutenção e acidente restante
Exmo(s) Sr(s), após quase 15 anos de péssimas manutenções o que resultou que um acesso que já por si é péssimo se tornasse um pesadelo em termos de segurança. Em Dezembro de 2025 enviei um email para a ADIN, para a Câmara Municipal de Peso da Régua e ainda para a Junta de Freguesia de Loureiro a pedir que fizessem manutenção neste acesso com o material adequado visto que depois de centenas de vezes que rebentaram apenas fazem remendos não compondo este acesso com alcatrão, acabando por remendar com pedras, terra ou cimento. Em resultado disso sofri um acidente grave , no qual tive que ser operada e não conseguindo fazer a minha vida normal por causa de uma fratura no dia 20/01/2026.
Dificuldade na adesão do gás ao contrato
Desde o início do meu contrato convosco, de gás e energia em pack, nunca paguei o gás por erro da EDP, conforme já expliquei no pedido de apoio com final 8151. Venho, mais uma vez, registar a minha frustração pela incapacidade da empresa em resolver esta situação. Recebi duas cartas assinadas pelo Diretor Comercial, datadas de 05/01/2026 e 21/01/2026, ambas com exatamente o mesmo conteúdo, informando que o meu pedido estava em análise e que seria dada uma resposta no prazo máximo de 15 dias úteis. O envio da mesma carta com datas diferentes demonstra desorganização, falta de clareza e de vontade em resolver o problema. Continuo a receber, semanalmente, contratos para assinatura, informando que o meu contrato “está quase ativo”. No início desta confusão assinei documentos enviados, sem ter consciência de que isso poderia agravar a situação. Informo que não assinarei mais nenhum documento sem uma explicação escrita clara sobre o que ocorreu e como será resolvido. Solicito uma resposta por escrito (email ou carta) com instruções objetivas sobre como proceder. Não tenho disponibilidade para continuar a ligar todas as semanas, como aconteceu anteriormente. Reforço a urgência da resolução, uma vez que as faturas de gás em falta acabarão por ser emitidas de forma acumulada, situação que não foi causada por mim.
Oferta contratual não cumprida / incumprimento definitivo por parte da
Exmos. Senhores, No início do mês de Outubro de 2025, contratei o produto Soluções de Energia Solar à EDP Comercial, que inclui o fornecimento de eletricidade (com uma campanha de 15% de desconto durante 1 ano a partir do momento de ativação de débito direto) + a instalação de cinco painéis solares ( 5 unidades de produção de auto-consumo) com um plano de pagamento de 160,50€ durante 24 meses cobrado na fatura da eletricidade com a produção de autoconsumo incluída + 15% de desconto sobre a eletricidade consumida. A data de início do fornecimento de eletricidade foi no dia 14/10/2025 com uma potência contratada de 10,35 KvA - Bihorário - diário e os paineis solares foram instalados no dia 27/10/2025. O contrato do produto Soluções de Energia Solar à EDP Comercial foi assinado no dia 29/10/2025 com instalação de 5 paineis solares. No entanto, a partir dessa data recebemos cartas da e-redes no dia 04/11 e 07/11/25 a informar da análise e correta compatibilidade do contador de eletricidade com o regime de autoconsumo, juntamente com os intervenientes e responsabilidades no processo de ligação de uma Unidade Produção Autoconsumo (UPAC), na qual a EDP registaria na DGEG a instalação dos painéis. No dia 18/11/25 recebi um email da EDP com a informação técnica da instalação solar registada na DGEG, de 3 painéis solares registados. Nesse mesmo dia, solicitei o contacto através do site e apresentei a reclamação com o ID 8178713282. No dia 26/11/25 recebi um novo email com a mesma informação técnica da instalação solar registada na DGEG, de 3 painéis solares. Uma vez, que foram instalados 5 painéis e só foram registados 3, efetuamos vários telefonemas a partir dessa data para o nº EDP 213 535353 a informar dessa irregularidade e a solicitar a mesma correção, tendo efetuado diversas reclamações via telefónica. Uma vez que tinha sido combinado com o comercial que veio no início de outubro apresentar a campanha da EDP que na primeira fatura pagaríamos por multibanco e só a partir da segunda fatura ativaríamos o débito direto, ficamos a aguardar a correção do registo dos painéis solares na DGEG. Nesse sentido, a EDP enviou a primeira e a segunda fatura de eletricidade sem os 15% de desconto da campanha e sem qualquer produção de autoconsumo gerada. Só no dia 23/12/25 foi corrigido o registo do número de paineis solares para cinco na DGEG e portanto, ativamos no dia 24/12/25 o débito direto por telefone. Na ativação, perguntei ao funcionário se era possível aplicar os 15% de desconto a partir da primeira fatura, o que foi respondido que não. Nessa mesma chamada telefónica, a funcionária abriu 2 pedidos com os nºs 818 016 4172 e 818 016 4241 a solicitar a correção das leituras das 2 faturas geradas até então com a produção de autoconsumo incluídas. Desde 14/10 a 24/12 foram geradas 2 faturas de eletricidade sem qualquer produção de autoconsumo dos painéis e com pagamento por multibanco. Informamos a funcionária que a primeira fatura tinha a validade para pagamento de 26/12/25 e que ficaríamos a aguardar por uma resposta aos pedidos efetuados para então posteriormente podermos pagar a dita fatura. No dia 26/12/25 recebemos um email da EDP a informar que iriam proceder á cobrança isolada da primeira prestação dos paineis solares de 160,50 €, pelo que informamos a EDP que uma vez que fomos informados que o débito direto não iria ser ativado para a primeira fatura (com os 15% de desc.), de acordo com o contrato, a prestação dos painéis solares não pode ser cobrada isoladamente. No dia 30/12/25, a EDP cobrou isoladamente por débito direto a primeira prestação dos painéis solares, pelo que apresentei uma reclamação por telefone de cobrança abusiva e que iria proceder à revogação da cobrança respetiva no banco. Nesse dia, voltamos a solicitar à EDP um envio das novas faturas corrigidas para poder pagar a primeira, uma vez que já tinha ultrapassado o prazo, o que nos foi informado que iriam enviar por email uma 2ª via das faturas anteriores, pelo que questionamos pelos pedidos anteriormente efetuados de correção das faturas e se os painéis não iriam apresentar qualquer produção de autoconsumo, pelo que foi nos informado que o sistema deixou de registar dados a partir desse dia. O que anteriormente, tinhamos informação da produção instantanea dos painéis através da app EDP Solar. Nesse mesmo dia 30/12/25, recebemos um email com a 2ª via das primeiras faturas sem terem sido corrigidas e recebemos um email a informar que o sistema deixou de registar dados de produção, o que confirmamos pela app da EDP solar que a partir desse dia deixou de informar qualquer produção. A empresa não enviou qualquer técnico para resolver a situação nem prestou qualquer informação adicional e a app nunca mais funcionou. No dia 31/12/25 efetuei a revogação da cobrança da prestação dos painéis solares de 160,50€. No dia 02/01/26 enviei uma carta registada para a EDP Comercial a solicitar a resolução do contrato de acordo com a cláusula 16 (Resolução do Contrato) por motivo de incumprimento definitivo por parte da EDP, a produzir efeitos nos dez dias úteis seguintes, referente a várias falhas e irregularidades por parte da empresa nomeadamente no registo do número de painéis solares na DGEG, irregularidade nos cálculos das leituras de produção de autoconsumo dos referidos painéis e sem correção até á data da resolução, irregularidade no cálculo e fornecimento das faturas da eletricidade com montantes a pagar errados sem o crédito das leituras de autoconsumo geradas pelos painéis, irregularidade da cobrança da primeira prestação dos painéis solares sem qualquer fatura disponibilizada e cobrada isoladamente sem, como referido anteriormente, o serviço de fornecimento da eletricidade e da compra da energia produzida pelos painíes fotovoltaicos razão pela qual foi efetuado a revogação da cobrança por débito direto, sem a aplicação dos 15% de desconto na eletricidade consumida, da qualidade do serviço prestado com inúmeras falhas durante 3 meses, com reclamações diarias por telefone, sem correção na faturação e nas leituras sem ter sido resolvido durante 3 meses e até á data da resolução. Neste momento, encontra-se a primeira prestação dos painéis solares de 160,50€ em dívida e não pretendo mais adquirir os painéis nem pagar qualquer prestação. Foi solicitada também na carta enviada de resolução do contrato a recolha dos respetivos paineis e do sistema de energia solar EDP com a maior brevidade possível. Entretanto, foi transferido o fornecimento de eletricidade para outra empresa no dia 12/01/26, pelo que ficou pendente o pagamento da fatura da eletricidade com os ajustes por parte da EDP. Foi-nos disponibilizados os dados para pagamento por multibanco da última fatura no montante de 244,88€ (cuja prestação dos painéis solares é de 160,50€ está incluída). No entanto, pretendo efetuar apenas o pagamento referente á eletricidade de 84,38€ e não é possível efetuar o pagamento do montante parcial, apenas do montante total, pelo que a última fatura de eletricidade encontra-se em dívida e não sei como poderei paga-la. A EDP não disponibilizou os dados para pagamento apenas relativa á parte da eletricidade no montante de 84,38€. Venho solicitar o vosso parecer e apoio jurídico na resolução deste processo. Cumprimentos. Maria Albertina Rebelo
Cancelar contrato
Estou em outra morada e assim que sair da morada antiga cancelei com contrato com a companhia de energia que eu tinha e fiz um contrato com a plenitude mais assim que assinei meu dados no contrato o CPE que coloquei foi da morada antiga em vez da nova e assim imediatamente liguei para cancelar o contrato , disseram que cancelariam e depois de 1 dia me ligaram pra dizer que não podem fazer o cancelamento só que eu preciso que esse cancelamento seja feito eu não moro mais na morada onde o contrato de energia está ativo e alegam que a minha outra companhia de energia não deixa eu cancelar o contrato sendo que eu já não tenho contrato de energia em meu nome so o da plenitude e não querem cancelar o meu contrato eu não estou mais nessa morada eu exijo o cancelamento.
Abordagem(malcriada)na angariação de novos clientes novos cliente
Ex .mo Sr.DIRECTOR DE RECRUTAMENTO de PESSOAS para a angariação de novos clientes No dia 6 do corrente mês (fevereiro) fui abordada, pelas 18.00, por um senhor(com o nº de TM -930 565 907) que se identificou como operador da Endesa e explicitou os valores praticados pela vossa empresa quer a nível de luz quer a nível de gás. Insistindo de forma agressiva que eu procurasse a factura a fim de compararmos valores e eu negando-me a fazê-lo pois não era a altura certa, afirmou categoricamente: « A sr.ª é mesmo BURRA, pois estou a apresentar as melhores condições e não quer.» Ripostei que ia pôr-lhe um processo por ser tão malcriado e insultuoso. Gostaria de processar a empresa Endesa por ter colaboradores com tão baixo nível de educação na abordagem de novos clientes. Com os meus cumprimentos Paula C.
SITUAÇÃO DE PROBLEMA NA ENERGIA URGENTE ATÉ À DATA DE HOJE SEM ASSISTÊNCIA. Localizado no Algarve
Exmos. Senhores, Gravíssimo. Temos uma ourivesaria com serviço que é da única distribuidora de energia a e-redes. Através da EDP. No momento que cheguei para abrir o nosso portão desconhecia que era problema de eletricidade. Friso que é um estabelecimento ourivesaria. De importância a nível de segurança. Sem saber o problema e mesmo chamando logo o técnico do portão para tentar abrir manualmente, liguei ao servidor de energia para questionar se existia algum problem. Fui informada ás 12:00 que não era falha elétrica. Chamei o tecnico do portão, que somente às 15:00 conseguimos abrir o portão manualmente e entrar no estabelecimento. A abertura do portão manual é quase impossível. Ao conseguirmos aceder ao interior da loja. Tal foi a surpresa que nos deparamos com o contador da energia totalmente desligado. O técnico do portão conseguiu identificar que o problema era falha elétrica da distribuidora. Os fios dos botões do portão passavam energia; energia descontrolada. Assim que abrimos o quadro o contador não funcionava e mesmo desligando todos os botões do quadro, e medindo com a pinça que da sinal de energia, a contente continuava a passar desrregulada. Logo as 15:00 liguei com urgência para a e-redes. Pois o técnico identificou que os fusíveis que se encontram no interior estavam a deixar passar energia mesmo o quadro todo desligado. Porque o contador não estava a fazer a sua função. Logo às 15:00 e porque fiquei preocupada informei que seria algo de alta urgência não só pelo facto da energia estar a passar sem ser regulada mas também porque o meu estabelecimento é de importância a nível de segurança. Ora informo que eram 22:30 da noite, não tive ainda visita do técnico. Não me foi clarificado qualquer informação, desde as 16:00 eu liguei de hora a hora e foi me desligado consecutivamente o telefone na cara. E não foram feitas as diligências e obrigações a nível de segurança na mitigação do problema que não é nosso mas sim do distribuidor. Ninguém me clarificava uma hora específica. Eu fiquei a aguardar horas a fio porque seria resolvido até às 18:00 depois até às 19:00 depois até às 20:00 e assim consecutivamente: Foi uma total incompetência. Perdemos um dia de trabalho. Tivemos custos com o técnico do portão. Não sabemos o estado dos nossos equipamentos elétricos. Mas este problema não está a ser tratado com seriedade como também está a causar grandes problemas GRAVES a nível de segurança. O limite da incompetência foi que Liguei novamente à e-redes às 22:30. E foi com audácia me informado que “passou aí um técnico” “ligaram ninguém atendeu”. Ora informo que são já fazia 8h30 de espera. estamos duas pessoas na ourivesaria. Com o portão aberto. Um pé de suporte para prevenir a queda do portão, com a caixa do mecanismo do portão aberta. Uma pessoa sempre à porta a aguardar o técnico. A loja claramente só com um foco de bateria de luz por segurança porque estamos totalmente às escuras. ISTO É RIDÍCULO, gravíssimo. Ninguém apareceu, ninguém ligou. Ninguém ajudou. Ás 22:30 foi realizado pedido novo de técnico e pedido de piquete de urgência. E foi informado que seria no máximo 4 horas até a resolução. Apanhei uma carga de nervos, sinto me doente. Eram 00:40 e estávamos ainda no centro da cidade a aguardar o técnico. Perdemos o dia todo de trabalho. Até às 00:40 da noite sem assistência. Completa mais de 11 horas no momento que nos ausentamos do local com muito esforço conseguindo fechar o portão. Sem apoio completamente abandonados numa resolução que só pode ser da e-redes. ISTO É GRAVÍSSIMO. Gravíssimo por termos ficado sem assistência durante as horas estipuladas. Gravíssimo por eles não nos providenciarem contacto dos profissionais no terreno. Pelo menos para clarificação do horário de deslocamento ao local. Um caso totalmente insólito de uma falta de profissionalismo brutal. Perdemos e em muito a nossa faturação do dia. Clientes que foram para o estrangeiro e tinham recolhas de peças que estavam no interior. Tudo uma desgraça. Não dormi esta noite. E hoje voltei às 8 da manhã para fazer um novo pedido à e-redes. E diz que até às 8:30 será resolvido. O que quer dizer que o pedido da urgência da noite não teve qualquer deslocação de profissional ao local. Como é? Quem resolve um problema que só pode ser do fornecedor? Como é que ficamos? As nossas baterias ficaram desligadas. Sem proteção o sem nada a funcionar sem segurança. Isto é problema da e redes não nosso e ficamos totalmente à mercê da incompetência. GRAVÍSSIMO! Cumprimentos.
Fraude/Burla
Exmos. Senhores, Contratei um serviço de eletricidade com a EDP Comercial em Setembro de 2025. No final do mês de Janeiro do corrente ano comuniquei à EDP a venda do imóvel e o consequente cancelamento do contrato. Em Setembro aquando do contacto inicial foi-me sugerido pela funcionária, via telefone, a adesão ao Pack EDP Smart, com a acesso a descontos, assistência técnica e um voucheur MENSAL de 50 euros para descontar em vários parceiros. Aceitei a proposta e aderi a este mesmo pack, mediante o pagamento de uma mensalidade extra. Qual o meu espanto quando cancelei o serviço no final de Janeiro me informam que perdi o valor acumulado dos voucheurs dos meses anteriores até à data do cancelamento. Paguei um valor extra para ter acesso a estes voucheurs de Setembro a Janeiro e literalmente roubam-me os direitos/vantagens pelos quais paguei. Em momento nenhum, nem na contratação do serviço, nem no cancelamento, nem em toda a documentação enviada, foi referido ou está escrito que aquando de um cancelamento se perde os voucheurs pagos até à data do mesmo cancelamento. A EDP no seu melhor com falsas promessas e a roubar literalmente mensalmente os clientes com mensalidades extra para nos roubarem os benefícios que supostamente teríamos direito. É grave a falta de clareza, transparência, honestidade e seriedade. É igualmente grave um cliente que não paga por um serviço prestado, como é a entidade EDP comercial não cumprir com as condições contratuais. Cumprimentos.
Cobrança de serviços não realizados
Exmos. Senhores Há algum tempo que sou contactada por uma sociedade de advogados intitulada Gandarez, Moreira & Associados, que diz que devo 20,63 euros à EDP. Achei desde logo estranho, uma vez que as minhas faturas estão todas regularizadas, não se encontrando nenhum valor em dívida. Neste âmbito, pensei estar perante uma tentativa de fraude. Ignorei. Todavia, em novo email, com data de 30 de janeiro de 2026, esta mesma sociedade ameaçou-me que se não pagasse este valor ia adotar os procedimentos necessários à cobrança coerciva desta dívida. Liguei à EDP a pedir esclarecimentos sobre a veracidade desta dívida e sociedade de advogados. Aquilo que me disseram é que, efetivamente, este valor era devido à EDP, desde 2024. Quando interrogado o funcionário da empresa sobre qual a justificação para essa cobrança, que, repito, não consta das faturas, que estão todas regularizadas, respondeu-me com um vago "Cobrança de serviços"...Gostaria que me fosse explicado, claramente, que serviços foram esses, já que nunca foi necessário chamar um técnico da EDP a casa para reparar seja o que for. Todas as cobranças, sejam de pouco ou muito valor, devem vir claramente discriminadas nas faturas. Que serviços foram esses, em que data, porque só está a ser cobrado agora, porque razão no acerto de contas esses supostos valores em dívida não foram reclamados, etc. Caso contrário, o consumidor fica com a suspeição de que lhe estão a ser cobrados valores indevidamente por alegados "serviços" não especificados. Por fim, tentamos aceder às faturas de 2024, e tal não foi possível por já não se encontrarem na página do cliente da EDP. Neste sentido, gostaríamos do apoio jurídico da DECO na resolução do presente caso. Atenciosamente, Tânia Ferreira
Assédio telefónico
Venho por este meio deixar aqui a minha reclamação relativamente ao serviço de marketing/propaganda telefónica por parte da empresa de energia Endesa. Eram 20:30 quando recebo uma chamada de um número que não conheço (930565907), atendo, quando oiço do outro lado da linha um senhor (se é que se pode chamar de senhor, porque para se ser um senhor é preciso educação!) a informar que estava a telefonar por parte da Endesa. Logo aí, fiquei incomodada, porque já não é a primeira, segunda ou, perdi já eu a conta, vez, que me contactam, tendo eu já dado indicação de que não pretendo qualquer contacto por parte deles. O assistente começa a disparar sobre as maravilhas, promoções e descontos que a Endesa tem para oferecer, e eu educadamente interrompo informando que não estaria interessada e que sendo a hora que era estava nesse preciso momento a jantar com a minha família e que considerava uma falta de educação ligarem a essa hora. De imediato, sem qualquer tentativa de continuar a tentar vender o seu peixe, este assistente (que infelizmente não consegui captar o nome) começa a disparatar, de uma forma agressiva, que existem pessoas que jantam às 19, outras às 22 e se eu tinha noção do que estava a dizer. Quando eu respondo que na minha casa janta-se a essa hora, a sua resposta deixou-me incrédula. Ora, este suposto administrativo de call center pergunta-me se não tinha tomado a minha medicação hoje e que deveria ir de imediato tomá-la. Se nesta situação existia alguém cujas capacidades cognitivas estariam em dúvida, não seriam as minhas, de certeza. Eu questiono-me quais são os critérios de recrutamento nesta empresa para as pessoas trabalharem lá, porque educação, tacto, sensibilidade e saber atender ao público, nada destes pontos aparentam ser requisito. Referem no vosso site que têm uma equipa de atenção comercial especializada. Especializada em quê? Serem rudes? Longe vão os tempos em que os clientes tinham sempre razão, mas passar para o ponto em que são destratados gratuitamente, é inadmissível. Eu não quero com esta reclamação qualquer tipo de indemnização ou que me enviem uma mensagem já pré definida a informar que lamentam muito a situação. Quero simplesmente que parem de massacrar as pessoas com as vossas chamadas! É só fazer uma simples pesquisa nesse mundo que é a Internet e perceber que não sou a única nesta situação de verdadeiro assédio. Tenham mais cuidado nos vossos recrutamentos, optem pela qualidade e não pela quantidade! Sejam profissionais! Destaquem-se pela diferença e não pela mediocridade!
desresponsabilização de avaria equipamento por falha de eneria
Exmos Senhores, No dia 17-01-2026 houve uma falha de energia na minha zona qual me queimou um equipamento (TV). Liguei para a minha operadora de eletricidade onde a mesma me disse que teria de ligar para a E-redes e explicar o sucedido. Liguei para a E-redes onde fui atendida pela Sra Tânia Almeida e a mesma me disse que teria de preencher um formulário de prejuízos. expliquei a situação que tenho uma filha pequena atualmente com 3 anos e que era impensável estar 15 dias sem TV. A sra disse-me que se realmente eu visse que não era viável para mim a espera para eu mandar arranjar o equipamento ou comprar um novo mas que teria de ser as mesmas características, marca, modelo, etc) e para guardar a fatura que a E-redes me reembolsaria da despesa (visto a TV estar a trabalhar e após aquele pico de eletricidade deixou de dar imagem ou som) assim fiz, desloquei-me a loja da worten e comprei uma TV da mesma marca, mesmo tamanho etc e fiquei a espera da resposta da E-redes. Qual não é o meu espanto quando ontem dia 28-01 tenho um email da E-redes onde os mesmos dizem, passo a citar: " confirmam uma interrupção que afetou o meu local de consumo mas que os equipamentos devem de estar preparados para estas interrupções e como tal não se responsabilizam pelos danos" Agora eu venho perguntar a quem e que se deve realmente reclamar uma situação destas até porque a TV estava a funcionar e após este pico de eletricidade queimou. A e-redes não se responsabiliza e eu e que tenho de ficar com o prejuízo devido a um corte de eletricidade??
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