Reclamações públicas

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T. N.
20/07/2026

Reserva com valor indexado a índice bolsista

Objetiva e resumidamente, o Grupo Pestana, para a reserva 26020883624, realizada a 08/02/2026 através do seu website e, uma vez finalizada, apresentou-me, paralelamente, 3 valores diferentes para o respetivo custo: 2 por via informal, quando finalizada e nas consultas posteriores à respetiva opção de Gestão, valores estranhamente díspares e mais elevados, e outro algo inferior, por via formal, numa comunicação oficial recebida como Confirmação de Reserva, assim a denominam, enviada desde a correspondente opção disponível na sua própria Área de Cliente. Não satisfeitos, e pese embora todos os esforços de esclarecimento prévios que realizei, lamentavelmente não atendidos, tentaram ainda, aquando do check-in, pasme-se, cobrar-me um quarto valor, nunca antes comunicado e, curiosamente, mais alto que todos os anteriormente referidos. Passa-se que o Grupo Pestana entende não ter que prestar qualquer esclarecimento objetivo sobre estes factos, mesmo diante de todas as evidências documentais, fazendo vista grossa quando questionado, ignorando por completo o que comunicou por via formal e não assumindo assim, consequentemente, qualquer responsabilidade pelo ocorrido. Trata-se de um incumprimento flagrante e deliberado da Lei do Consumidor, sendo manifesta a desonestidade intelectual e gritante a falta de transparência, de quem parece agir como quem tudo pode e nada deve. Exijo esclarecimentos objetivos a que tenho direito. 1.- É legítimo que uma reserva, uma vez concretizada, varie de preço? 2.- É legítimo que se apresentem ao cliente 3 valores distintos para a mesma reserva e, no final, ainda tentem cobrar um quarto valor, nunca antes comunicado? 3.- É legítimo que não se assuma uma comunicação formal de Confirmação da Reserva, enviada ao cliente uma semana antes do início da estadia e, por conseguinte, a informação objetiva que consta da mesma? 4.- Por que motivo não foram atendidos os pedidos prévios de esclarecimento efetuados, sendo conscientes, após o contacto telefónico ocorrido, que havia uma grave incoerência de valores comunicados? 5.- Houve ou não erros neste processo por parte do Grupo Pestana e que ações serão tomadas em conformidade? Esclareço finalmente que, em consonância com o que previamente havia informado, uma vez finalizada a estadia e não tendo havido qualquer novidade neste contexto, registei, até à data, 3 reclamações formais no Livro de Reclamações (ROR00000000045654168, ROR00000000045661307 e ROR00000000045662220), sendo que, dada a leviandade das respostas recebidas, vejo-me obrigado a escalar o problema com participações directas às entidades competentes, bem como a expor a situação aos meios de comunicação social e nas redes sociais, pois para além de grave, considero que esta situação poderá ser de interesse público e merecer uma auditoria, uma vez que, da mesma forma que me penalizaram, estando em causa informação objetiva e notoriamente incoerente, veiculada pelos próprios sistemas do Grupo Pestana, poderão igualmente ter penalizado muitos outros clientes na mesma condição. Destacar ainda que, da resposta recebida à primeira reclamação: ROR00000000045654168, as seguintes são apenas tentativas goradas de reforço da necessidade de esclarecimento, há um conjunto de afirmações manifestamente falaciosas e inclassificáveis, que caem pela base e se desmentem categoricamente a elas próprias, sendo que não posso deixar de relevar os seguintes aspetos: - Ponto 5: alegam que, quando solicitados os esclarecimentos sobre o valor apresentado no email de Confirmação da Reserva, enviado, atente-se, a 24/06/2026, prontamente esclareceram a situação, algo que é liminarmente falso. Para o efeito, fazem então referência a um email enviado, que consistiria na dita resposta de esclarecimento, datado de 04/05/2026, ou seja, uma data significativamente anterior, quase 2 meses, à dúvida ter sido levantada, momento este, onde, naturalmente, ainda nem sequer existia essa questão, pois o valor em causa não tinha sequer sido comunicado. Chega a ser absurda a contradição, de tão primária. - Ponto 6: alegam que a dúvida foi esclarecida antes da deslocação ao hotel, quando as evidências demonstram que, pura e simplesmente, ignoraram os meus contactos. Não responderam sequer ao email onde a situação foi questionada, nem à correspondente insistência 72h depois, nem o fizeram no contacto telefónico prévio, que precisamente deu origem a esse pedido de esclarecimento por email, na sequência, aliás, de recomendação do próprio agente do Grupo Pestana. Chamada essa que poderão facilmente auditar, porque estará gravada, mas talvez não interesse. - Ponto 7: alegam ter confirmado no check-in que estaria tudo correto e o valor informado diria, afinal, respeito apenas a um dos quartos, mesmo que no email de Confirmação seja explícito que se refere a 2. Confiando nesta narrativa, teriam, portanto, cobrado o valor indicado, que estaria certo e validado, mas, curiosamente, não o fizeram, o que é revelador. Como é fácil de constatar, o total nesse caso, que consistiria então no dobro do valor referido, por se tratarem de 2 quartos iguais, não coincide sequer com nenhum dos anteriormente informados, o que lhes gerou ainda maior estupefação. Por esse motivo, naturalmente, não foi esse o montante que acabariam por cobrar, pois nem sequer o souberam justificar, como nenhum dos anteriores e das suas divergências. É o paradoxo do surrealismo, defender tão mal o indefensável, que se desmente por si próprio. Em suma: a isto chama-se mentir descaradamente, sem honra nem glória. Sem o mínimo cuidado, responsabilidade e atenção. Sem respeito pelo cliente, mas também pela instituição que se representa, pois é o seu bom-nome que aqui, em última análise, fica em causa. É grave, muito grave, demasiado para se deixar passar em claro. Fico assim a aguardar os esclarecimentos objetivamente solicitados e devidamente enumerados nas 5 questões apresentadas, bem como confirmação das consequentes determinações. Para o efeito, faculto em anexo todo o conjunto de evidências documentais da situação que aqui relato. Muito obrigado!

Em curso
F. L.
20/07/2026

AliExpress mentirosa (III)

Precedendo garantia escrita de que, em caso de falta de peças, seriam remetidas, comprei a AliExpress o conjunto de lego similar, através da encomenda n.º 3074546769393515, em 2026.06.28, com 3455 peças (Neuschwanstein) Depois de dezenas de horas de construção, verifiquei que faltava uma peça. Reclamei junto da vendedora, que, em sede de incompetente e interminável chat, afirmou que a garantia prestada já não era válida e que a solução seria devolver todo o conjunto, suportando eu as despesas de devolução. A atitude desonesta da AliExpress configura manifesta burla. A AliExpress deve remeter, em tempo útil, a peça em falta, cuja identificação possui.

Em curso
F. L.
20/07/2026

AliExpress mentirosa (II)

Precedendo garantia escrita de que, em caso de falta de peças, seriam remetidas, comprei a AliExpress o conjunto de lego similar, através da encomenda n.º 3073406972663515, em 2026.06.03, com 3050 peças (Cross Station) Depois de dezenas de horas de construção, verifiquei que faltavam duas peças. Reclamei junto da vendedora, que, em sede de incompetente e interminável chat, afirmou que a garantia prestada já não era válida e que a solução seria devolver todo o conjunto, suportando eu as despesas de devolução. A atitude desonesta da AliExpress configura manifesta burla. A AliExpress deve remeter, em tempo útil, as peças em falta, cuja identificação possui.

Em curso
F. F.
20/07/2026

Meta/Facebook retém 297 € da minha conta de anúncios há mais de um mês

No dia 01/06, efectuei um carregamento de saldo no valor de 395 € na minha conta de anúncios da Meta/Facebook, que utilizo profissionalmente para campanhas publicitárias da minha actividade comercial. Até 09/06, gastei aproximadamente 98 €. Nesse dia, a minha conta de anúncios foi bloqueada por alegada violação das regras da plataforma. Até ao momento, não me explicaram claramente qual foi a regra supostamente infringida, nem me foi dada qualquer justificação concreta para o bloqueio. Desde essa data, ficaram 297 € retidos na minha conta de anúncios. Após mais de uma semana a tentar resolver a situação com o apoio da Meta, informaram-me que deveria aguardar 30 dias para que o valor fosse devolvido. Esse prazo já passou e o dinheiro continua sem ser devolvido. Desde então, tenho tentado várias vezes contactar o apoio ao cliente e apresentar novas reclamações, mas não obtenho qualquer solução. O único apoio disponível é através de um chat, onde por vezes me dizem que o dinheiro será devolvido, noutras alturas não me conseguem garantir nada. Hoje fui informada que a minha conta estaria supostamente activa, mas continua bloqueada, não consigo criar novas campanhas e continuo sem recuperar os 297 € que me pertencem. Esta situação está a causar-me sérios prejuízos profissionais e financeiros, pois dependo da publicidade paga no Facebook/Instagram para a minha actividade comercial. Já tentei resolver tudo directamente com a Meta, sem qualquer sucesso. Venho por este meio solicitar publicamente a imediata devolução dos 297 € retidos na minha conta de anúncios e uma explicação clara sobre o bloqueio da mesma. Caso a situação não seja resolvida, irei apresentar reclamação nas entidades competentes e avaliar recorrer aos mecanismos legais disponíveis para recuperar o valor em causa e proteger os meus direitos. Aguardo uma resolução urgente.

Em curso
F. L.
20/07/2026

AliExpress mentirosa (I)

Precedendo garantia escrita de que, em caso de falta de peças, seriam remetidas, comprei a AliExpress o conjunto de lego similar, através da encomenda n.º 3073137410613515, em 2026.05.21, com 2540 peças (Orient Express). Depois de dezenas de horas de construção, verifiquei que faltavam três peças. Reclamei junto da vendedora, que, em sede de incompetente e interminável chat, afirmou que a garantia prestada já não era válida e que a solução seria devolver todo o conjunto, suportando eu as despesas de devolução. A atitude desonesta da AliExpress configura manifesta burla. A AliExpress deve remeter, em tempo útil, as peças em falta, cuja identificação possui.

Em curso

Sinistro por pagar

Ex.mos S.res Sou cliente da Ok Seguros com a apólice MR86005757 e participei o sinistro da tempestade Kristin em 30 de Jan 26 com o nº 26 MR020651/001. Todo o processo tem sido gerido por essa companhia (Fidelidade) . 1 - As peritagens foram feitas em 25 Fev e 24 Abr. 2 - O auto de acordo foi feito em 24 Abr. 26. 3 - Recebi um mail a confirmar que o sinistro se enquadra no âmbito da apólice em 5 Mai 26. 4 - Foram enviados os vários documentos pedidos ,sendo o último ( caderneta ) em 1 Jul 26 5 - Foram feitos vários telefonemas para a linha de sinistros ,o último em 15 Jul 26, sendo a resposta que o processo estava em análise na gestora de sinistros ( S,rª Fátima Vinhas ). 6 - Todos os contatos foram feitos com a Fidelidade pelo que não merece a pena reclamar para a Ok Teleseguros o que aliás tenho feito sem qualquer resultado, uma vez que quem decide é a Fidelidade .

Em curso
F. F.
20/07/2026

FRUTA FORA DE VALIDADE

Reclamação: Venho apresentar reclamação formal contra o Pingo Doce, loja sita na Rua Pêro de Alenquer, 326, 2750-374 Cascais, pela venda de uma meloa Gália com o prazo de validade ultrapassado em 2 dias. A compra foi feita 20/07/26 18:10 +/- Esta situação constitui uma falha grave no controlo de stock e nos procedimentos de verificação de validades da loja, e representa uma violação directa das obrigações de segurança alimentar impostas pelo Regulamento (CE) n.º 178/2002 e pela legislação nacional de defesa do consumidor. A venda de produtos alimentares fora de validade não pode ser tratada como um lapso menor: coloca em causa a confiança do consumidor na cadeia de distribuição e a própria legalidade da atividade comercial da loja. Alerto ainda para a gravidade acrescida desta falha: melão fora de validade pode desenvolver fermentação, proliferação bacteriana ou alterações não identificáveis apenas pelo aspeto ou cheiro. Caso o produto tivesse sido consumido por uma criança, um idoso, ou qualquer pessoa não habituada a detetar alterações de sabor, as consequências para a saúde poderiam ter sido sérias, incluindo intoxicação alimentar. Exijo: Explicação clara sobre como este produto permaneceu exposto para venda depois de ultrapassado o prazo de validade; Confirmação por escrito das medidas corretivas implementadas nesta loja para evitar a repetição da situação; Reembolso integral do valor pago pelo produto; Registo formal desta reclamação, com atribuição de número de processo. Caso não obtenha resposta satisfatória em prazo razoável, apresentarei também queixa junto da ASAE (Autoridade de Segurança Alimentar e Económica). ( Uma criança que não conheça o sabor dessa meloa ,comia toda e podia morrer) Tenho foto da data que estava na caixa da meloa

Em curso
A. C.
20/07/2026

serviço/ apos venda

Exmos. Senhores, Venho, por este meio, reforçar a reclamação já apresentada relativamente ao robô de limpeza de piscina adquirido na vossa loja. O equipamento avariou apenas 10 dias após a sua entrega, situação que considero totalmente inaceitável para um produto novo. Após comunicar a avaria, entreguei o robô nas vossas instalações, tendo o mesmo sido encaminhado para reparação. No entanto, até ao momento não me foi apresentada qualquer solução que salvaguarde os meus direitos enquanto consumidora. Esta situação tem-me causado transtornos significativos, uma vez que adquiri o equipamento para manter a piscina em funcionamento durante o verão e me encontro privada da sua utilização, sem qualquer alternativa disponibilizada pela loja. Ao abrigo do Decreto-Lei n.º 84/2021, tratando-se de uma falta de conformidade manifestada nos primeiros30 dias, solicito a resolução do contrato e o reembolso integral do valor pago, por entender que este é o meio adequado para resolver a situação. Caso este pedido não seja satisfeito num prazo razoável, verei a necessidade de recorrer aos meios legais ao meu dispor, nomeadamente a apresentação de reclamação no Livro de Reclamações Eletrónico, recurso ao Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo competente e participação da situação à ASAE, para apreciação do cumprimento da legislação aplicável. Aguardo a vossa resposta por escrito com a maior brevidade. Com os melhores cumprimentos, Andreia Cruz.

Em curso
J. A.
20/07/2026

Seguro

Boa tarde, No dia 21 de maio de 2026, acionei o seguro por estar de baixa médica entre 6 de abril e 13 de junho. Fui constantemente solicitado a enviar documentos e exames médicos para justificar a baixa. Inicialmente, pediram apenas o certificado de incapacidade temporária, relatório médico e o último recibo de vencimento, mas, posteriormente, solicitaram também exames referentes a datas anteriores à assinatura do seguro. Estes pedidos prolongaram o processo por mais de dois meses. No fim, recebi a informação de que o sinistro não estava coberto, alegando que a situação de saúde já existia antes da subscrição, o que considero injusto, visto que o problema se agravou apenas depois do contrato. Quando solicitei uma cópia da apólice, recusaram entregar-ma e orientaram-me para a entidade onde celebrei o contrato de crédito e as condições do seguro. Tenho cumprido o pagamento das prestações porque pedi dinheiro emprestado. Guardo ainda exames que comprovam alterações clínicas relevantes antes e depois da assinatura do contrato. Fui obrigado a regressar ao trabalho, apesar das dificuldades sentidas como motorista profissional, por insistência da medicina do trabalho. Contactei a Cetelem devido à falta de esclarecimentos da seguradora, tendo-me sido dito que só teria contratado as coberturas para morte e invalidez definitiva, informação que contradiz as condições do meu contrato. Comprovei através da documentação que o seguro inclui ainda cobertura para incapacidade temporária para o trabalho e hospitalização por acidente. O telefonema onde dei autorização está gravado, conforme recomendado pela operadora. Destaco que tenho 55 anos e reuno os requisitos de idade para as garantias previstas. Além disso, cumpri devidamente todas as cláusulas e declarações necessárias à subscrição e entrada em vigor do seguro. Gostaria de ver a minha situação revista e obter respostas claras sobre os meus direitos enquanto segurado.

Em curso
W. C.
20/07/2026

Cobrança abusiva, retenção indevida de caução, falta de provas e ausência de apoio ao cliente

Reclamação contra Viaggiare Rent e Auto Europe – Cobrança abusiva, retenção indevida de caução, falta de provas e ausência de apoio ao cliente Venho apresentar uma reclamação formal contra a Auto Europe e também contra a Viaggiare Rent , devido à forma completamente inaceitável como foi gerido o aluguer da viatura e a posterior reclamação por alegados danos. No levantamento da viatura, recebi um automóvel com inúmeros riscos e marcas já existentes. Felizmente, por precaução, filmei toda a viatura antes de sair das instalações, precisamente para evitar futuras acusações por danos que já existissem. No momento da devolução da viatura, fui inicialmente acusado de ter provocado um risco na carroçaria. No entanto, apresentei imediatamente o vídeo gravado no levantamento da viatura, onde era claramente visível que esse mesmo risco já existia antes do início do aluguer. Perante esta prova, os funcionários da Viaggiare retiraram essa acusação e deixaram de insistir que eu era responsável por esse dano. Em seguida, alteraram completamente o motivo da cobrança e passaram a exigir o pagamento de 250€, alegando que eu tinha solicitado assistência em viagem. Na manhã da devolução, o veículo simplesmente não arrancava porque a bateria estava descarregada ou avariada, situação totalmente alheia à minha responsabilidade. Contactei a assistência disponibilizada pela própria rent-a-car e aguardei cerca de duas horas pela chegada do reboque, apesar de este ter percorrido apenas cerca de 3,9 km até ao local onde o veículo se encontrava. Quando o motorista chegou, limitou-se a ligar cabos à bateria ("booster") e o carro arrancou imediatamente, demonstrando que o problema era exclusivamente da bateria e não provocado por qualquer utilização indevida da viatura. Recusei pagar os 250€, uma vez que não tinha causado qualquer dano e tinha contratado cobertura completa através da Auto Europe. Perante a minha recusa, reduziram imediatamente o valor para 150€, sem qualquer explicação para essa alteração. Também recusei esse pagamento. Foi então elaborado o relatório de devolução da viatura, documento esse que foi assinado por mim e pelo representante da Viaggiare. Nesse documento escrevi expressamente que: Não causei qualquer dano na viatura; Recusava pagar os 150€; Possuía cobertura completa contratada através da Auto Europe. O próprio relatório apenas faz referência ao problema da bateria e não menciona qualquer dano na viatura. Dias depois recebi um email a exigir 375,05€, sem qualquer explicação sobre a origem desse valor. Até hoje nunca me foi enviado: Fotografias dos alegados danos; Relatório de inspeção da viatura; Relatório de danos; Orçamento da reparação; Fatura da reparação; Fatura detalhada; Qualquer prova de que os danos existam; Qualquer explicação sobre como foi calculado o valor de 375,05€. Apesar da inexistência de qualquer prova, fui surpreendido com uma autorização de pagamento de 375,05€ efetuada pela Viaggiare. Ao mesmo tempo, continuam igualmente a reter a minha caução de 700€. Neste momento tenho 1.075,05€ indisponíveis, sem qualquer documento que justifique esta retenção ou cobrança. Esta situação obrigou-me inclusivamente a bloquear os meus cartões bancários para impedir novas cobranças não autorizadas. A situação torna-se ainda mais grave devido ao comportamento da Auto Europe, empresa através da qual efetuei a reserva e adquiri a cobertura adicional. Apesar de ter solicitado apoio várias vezes: Os números de telefone disponibilizados não funcionam; Os emails enviados não obtêm qualquer resposta; É praticamente impossível contactar qualquer colaborador. A única solução disponível foi apresentar uma reclamação através do portal da própria Auto Europe, encontrando-se igualmente sem resposta. Considero totalmente inaceitável que uma empresa comercialize um serviço de proteção adicional e depois seja impossível obter qualquer assistência quando essa proteção é necessária. Perante todos estes factos, já iniciei o processo de contestação da cobrança junto do meu banco e se nao evoluir irei apresentar participação às autoridades policiais por considerar que foram efetuadas cobranças sem que me tenha sido apresentada qualquer prova que as justifique. Irei igualmente apresentar reclamação junto do Centro Europeu do Consumidor (ECC-Net), das autoridades italianas competentes em matéria de defesa do consumidor e de todas as entidades competentes, tanto em Portugal como em Itália. Alerto todos os consumidores para fotografarem e filmarem cuidadosamente qualquer viatura antes e depois do aluguer, bem como para guardarem toda a documentação assinada, pois, se eu não tivesse gravado um vídeo no momento do levantamento, teria sido responsabilizado por danos que já existiam antes do aluguer. Solicito: A devolução imediata da caução de 700€; O cancelamento da cobrança de 375,05€; O envio de toda a documentação que alegadamente suporta esta reclamação; Uma explicação detalhada sobre a alteração sucessiva dos valores reclamados (250€, 150€ e posteriormente 375,05€). Até à presente data, não foi apresentada qualquer prova que demonstre que causei qualquer dano na viatura. Considero esta atuação profundamente lesiva dos direitos do consumidor, desprovida da transparência exigível e incompatível com as boas práticas comerciais que devem ser observadas por empresas que operam no mercado europeu.

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