Reclamações públicas

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N. S.
02/09/2026

Falta de apoio ao cliente após devolução de encomenda não levantada

Apresento reclamação contra a Stylevana relativa à encomenda BWSVPTA3000123081, no valor total de 65,39 €, paga através de PayPal. Devido a ausência por férias, o pacote não foi levantado no ponto de recolha. Segundo o rastreio dos CTT Expresso (código DS212324790PT), o envio foi considerado não entregue a 27 de agosto de 2026 e iniciou formalmente o processo de devolução ao remetente a 28 de agosto de 2026. Contactei o suporte da empresa através do site, mas esta limita-se a emitir respostas automáticas e recusa-se a prestar assistência ou responder ao pedido. Estando a mercadoria comprovadamente em devolução ao vendedor e sem qualquer acompanhamento por parte do apoio ao cliente, exijo a restituição e reembolso imediato e integral do montante pago.

Em curso
C. S.
02/09/2026
Sharesub

Cancelamento impede acesso a subscrição já paga

Exmos. Senhores, Após contacto convosco, via chat, venho apresentar uma reclamação formal relativamente ao cancelamento de uma subscrição partilhada através da Sharesub. A subscrição referente ao mês de setembro já se encontrava integralmente paga. No dia 1 de setembro procedi ao cancelamento da subscrição, tendo sido posteriormente informada de que o cancelamento deveria ter sido efetuado antes do início do mês para evitar a cobrança/perda do período seguinte. No entanto, considero esta situação manifestamente injusta e solicito que seja revista. Se o valor correspondente ao mês de setembro já foi pago, não considero aceitável que, simplesmente por ter efetuado o cancelamento no dia 1, me seja imediatamente retirado o acesso ao serviço sem qualquer reembolso e sem possibilidade de usufruir do período que já foi pago. O cancelamento de uma subscrição deveria impedir a renovação/cobrança do período seguinte, mas não deveria significar a perda imediata de um período de utilização que já foi integralmente pago. Caso contrário, estou a pagar por um serviço que não posso utilizar. Compreendo que possam existir regras específicas relativamente ao prazo para cancelamento, mas essas regras não devem resultar numa situação em que o cliente fica simultaneamente sem o valor pago e sem o serviço correspondente a esse pagamento, especialmente quando o cancelamento ocorreu apenas no início do período já pago. Assim, solicito: A reposição do meu acesso à subscrição até ao final do período já pago, ou seja, até 30 de setembro; ou, caso tal não seja possível, O reembolso proporcional do período que não me é permitido utilizar. Considero que esta situação deve ser corrigida de forma a garantir que o cliente não fica a suportar o custo de um serviço que lhe foi retirado antes do final do período contratado e pago. Aguardo uma resposta e a respetiva resolução da situação. Com os melhores cumprimentos.

Em curso
P. G.
02/09/2026

Refª Worten 18609415

Exma Apoio Clientes da Worten, Na sequência da vossa comunicação, na qual me foi inicialmente confirmado que a correção dos danos seria realizada no dia 21/08/2026, entre as 09h00 e as 13h00, venho manifestar formalmente a minha profunda insatisfação com a forma como esta situação tem sido tratada. Apesar da garantia dada pela vossa equipa de que não existiriam falhas, o agendamento do dia 21/08 não foi cumprido. Posteriormente, foi indicada uma nova data, 29/08/2026, que, mais uma vez, não foi cumprida. O que considero ainda mais grave é que, relativamente ao incumprimento do segundo agendamento, nem sequer me foi prestada qualquer satisfação, explicação ou contacto por parte da vossa equipa. Considero esta situação inaceitável, principalmente porque se trata de uma intervenção que já foi agendada e confirmada por mais do que uma vez, sem que até ao momento tenha sido efetivamente realizada. Face ao sucessivo incumprimento e à ausência de qualquer esclarecimento, informo que, caso esta situação não seja resolvida de forma imediata, irei avançar com uma reclamação junto da DECO, bem como recorrer aos restantes meios de defesa dos meus direitos enquanto consumidora. Solicito, por isso, uma resposta urgente, por escrito, com uma explicação concreta para o sucedido e a indicação de uma data definitiva para a realização da intervenção, que deverá ser efetivamente cumprida. Aguardo a vossa resposta com a maior brevidade possível. Com os melhores cumprimentos, Perpétua Guimarães

Em curso
L. A.
02/09/2026

Encomenda veio com as molas partidas do colchão

Bom dia venho por este meio fazer uma reclamação da parte da Temu ! Encomendei um colchão na qual estou a precisar a muito tempo! Veio fiquei toda feliz por ter chegado mas ainda não tinha visto o problema desembalei para ele encher! Estive fora 16 horas e vejo o que ?! Que o colchão ao ir me deitar nele que ele estala as molas por baixo e na lateral as molas sentem se ! Não estão em sacadas ! Estão dobradas nota se é a minha filha de um 1 anos aleijou se !!! A raspar as costas na lateral do colchão !! Já reclamei umas 13 vezes estão me sempre a tirar bilhete dizem sempre que não reembolsam mesmo devolvendo o colchão negam me !!! O vendedor da loja e os chat ao a vivo a mesma coisa andam a dizer sempre vou deportar o acontecimento e nada quer que tire sempre fotos e dizem que é não nítido quando é bem nítido ! Mandei um vídeo a fazer os barulhos !!! Mandei do colchão inteiro ! Das laterais e da parte de trás !!! E da etiqueta como dizem que não parece o colchão ?’ É só desculpas e eu quero o meu reembolsam que estão me sempre a negar estou nisto desde o primeiro dia que veio !! O vendedor é o icho house

Em curso
B. L.
02/09/2026

Avaria carro

Exmos. Senhores, Venho solicitar a intervenção da DECO numa situação que considero extremamente grave e prejudicial enquanto consumidora, relacionada com o meu Renault Captur, matrícula AT-20-VR, adquirido em agosto de 2023 nas instalações da Motorpor de Évora. Trata-se de uma viatura de 2022, que anteriormente tinha sido utilizada como veículo de serviço. A situação teve início em maio de 2025, quando a viatura ainda se encontrava dentro do período de garantia. Nessa altura, a 2.ª mudança ficou bloqueada e comuniquei imediatamente o sucedido por email ao vendedor da viatura, Armindo CuCo, que atualmente me indicou que não viu o meu e-mail porque não consegue dar atenção a tudo o que recebe. Penso que essa resposta é a falta de interesse em ajudar indicam como os serviços da Motorpor de Évora se encontram. Inclusive porque no ato da venda fui informada de certos serviços que poderia usufruir caso completasse os 3 anos de revisão na marca, que se prolongaria para 5 anos. Afinal, agora que necessito de ajuda todos mostraram desinteresse e até afirmaram que as coisas são ditas de boca e que não podemos seguir à regra tudo. Tenho esse email e posso comprovar que a anomalia foi comunicada dentro do período de garantia (dentro dos 3 anos). Posteriormente, próximo da revisão periódica, o problema voltou a manifestar-se, desta vez com dificuldade em retirar a marcha-atrás. Informei expressamente a oficina da Motorpor e pedi que a situação fosse analisada. No entanto, segundo me foi transmitido, limitaram-se a experimentar o veículo e, como a anomalia não se manifestou naquele momento, informaram-me que não tinham detetado qualquer problema. Considero que esta situação deveria ter sido analisada de forma mais aprofundada, uma vez que já existia uma comunicação anterior sobre uma anomalia semelhante e tratava-se de um problema intermitente. Em junho de 2026, a situação agravou-se significativamente. Enquanto conduzia, não consegui retirar a mudança engrenada e, depois de conseguir libertá-la, o veículo deixou de permitir engrenar qualquer mudança com o motor ligado. Por questões de segurança, deixei de utilizar a viatura e acionei a assistência em viagem. O veículo deu entrada na oficina da Motorpor de Évora no dia 22/06/2026. A partir desse momento iniciou-se uma situação que considero completamente inadmissível. Durante semanas, não fui contactada pela oficina para ser informada sobre o estado da viatura. Fui sempre eu quem teve de insistir, telefonar e deslocar familiares à oficina para tentar obter informações. Entre os dias 29/06 e 03/07 procurei repetidamente obter informações, tendo apenas conseguido ser atendida no final do dia 03/07. Foi-me dito que estavam a realizar testes e que ainda não tinham identificado a avaria. Chegaram inclusivamente a dizer-me que, caso necessitasse do carro, o poderia ir buscar, apesar de a avaria ainda não estar identificada ou resolvida. Mais tarde, nesse mesmo dia, fui novamente contactada e informada de que a viatura tinha, afinal, apresentado a avaria nas instalações da oficina. No dia 07/07/2026, dois familiares meus deslocaram-se à oficina para tentar obter informações, tendo-lhes sido dito que estavam a tentar compreender melhor a avaria e que eu seria contactada até ao final dessa semana. Esse contacto nunca aconteceu. No dia 20/07/2026, ligaram a informar de que poderia ir buscar o carro, sendo que nunca indicaram a avaria nem o orçamento. No dia 21/08/2026, levantei a viatura após ter pago 152,03€ por uma intervenção realizada pela Motorpor. Levantei o carro por volta das 10h30. Contudo, aproximadamente às 14h30 do mesmo dia, tive de voltar a entregá-lo na oficina porque continuava a apresentar o mesmo problema. Considero extremamente grave ter pago uma reparação que não resolveu a avaria e ter ficado novamente sem a viatura apenas algumas horas depois. No dia 31/07/2026 fui contactada pela Motorpor para dar autorização para uma intervenção na caixa de velocidades, tendo dado imediatamente a autorização solicitada. Contudo, após essa data, voltei a não receber qualquer informação sobre o veículo. No dia 24/08/2026, desloquei-me pessoalmente à oficina e fui informada de que a caixa de velocidades ainda nem sequer tinha sido desmontada. Posteriormente, no dia 01/09/2026, fui novamente informada de que continuavam sem realizar qualquer intervenção na caixa de velocidades. Neste momento, a viatura encontra-se na oficina há mais de dois meses e, segundo a informação que me foi prestada, continuam sem efetuar a intervenção na caixa de velocidades que autorizei no dia 31/07/2026. Esta situação está a causar-me enormes transtornos pessoais, profissionais e financeiros. Necessito diariamente de uma viatura para me deslocar para o trabalho, uma vez que não resido na mesma localidade onde trabalho, e para as minhas restantes deslocações pessoais. Não disponho de outro veículo. Durante este período, apenas tive direito a cinco dias de veículo de substituição através do seguro. A Motorpor nunca me apresentou uma solução alternativa, apesar de ter conhecimento da minha necessidade diária de transporte. Como consequência, fui obrigada a alugar viaturas com o meu próprio dinheiro. Inclusive, tive um período de férias que não consegui usufruir devidamente devido à falta de transporte e aos custos que fui obrigada a suportar para conseguir deslocar-me. Considero que não devo ser responsabilizada pelos custos resultantes desta situação. Comuniquei a anomalia ainda durante o período de garantia e voltei a reportá-la posteriormente à oficina. Na minha perspetiva, o facto de a avaria ter sido inicialmente intermitente não pode prejudicar-me, sobretudo quando procurei atempadamente obter uma solução. Também considero que devem ser analisados os custos que já suportei, nomeadamente: * Os 152,03€ pagos por uma intervenção que não resolveu a avaria; * Os custos suportados com o aluguer de viaturas; * Os restantes prejuízos diretamente resultantes da indisponibilidade prolongada da minha viatura. *Ser indemnizada por todo o transtorno. Já apresentei reclamação através do Livro de Reclamações Online e continuo a tentar obter uma solução diretamente junto da Motorpor e da Renault. Contudo, até ao momento, não obtive uma resolução efetiva. Assim, solicito o apoio e a intervenção da DECO para que seja analisada esta situação e para que a Motorpor e a Renault sejam chamadas a esclarecer as suas responsabilidades. Pretendo, em particular: 1. Que seja efetuada uma reparação correta, definitiva e urgente da viatura; 2. Que seja analisada a responsabilidade pela reparação, tendo em consideração que os primeiros sintomas foram comunicados durante o período de garantia; 3. Que seja revisto o valor de 152,03€ que paguei por uma intervenção que não resolveu a avaria; 4. Que sejam analisados os custos que tive de suportar com o aluguer de viaturas devido à ausência de uma solução alternativa; 5. Que seja prestada uma resposta concreta sobre o motivo pelo qual a viatura permaneceu mais de dois meses na oficina sem uma resolução efetiva e sem que a intervenção autorizada na caixa de velocidades tivesse sido realizada; 6. Que seja encontrada uma solução com a maior brevidade possível, pois continuo sem o meu único meio de transporte. 7. Ser indemnizada por todo o transtorno. Tenho na minha posse documentação e provas que podem comprovar toda a situação, incluindo o email enviado durante o período de garantia, as comunicações posteriores, os emails trocados com a Motorpor, o comprovativo do pagamento de 152,03€, bem como outros documentos relacionados com os custos que fui obrigada a suportar. Agradeço, assim, a intervenção e orientação da DECO para defesa dos meus direitos. Com os melhores cumprimentos, Beatriz Lopes Paulino Belo Janeiro

Em curso
R. F.
02/09/2026

Fraud and Breach of Contract

Exmos. Senhores, Sou titular da reserva com o ID 6139544914, efetuada na plataforma Booking para o Hôtel du Jardin des Plantes, em Paris (França), com estadia prevista de 19 a 22 de novembro de 2026, no valor contratado de € 262,62, em regime pré-pago com pagamento direto no alojamento. Após realizar a reserva, fui confrontado com mensagens fraudulentas através do chat oficial da Booking.com. Ao contactar o apoio ao cliente, foi-me confirmado verbalmente que a página do referido hotel tinha sido pirateada e que a Booking.com iria tratar da realocação manual do meu processo, garantindo a tarifa contratada. No entanto, no dia de hoje, 2 de setembro de 2026, recebi um comunicado oficial emitido pela gerência do próprio hotel real no chat da aplicação, informando que a página continua comprometida, que as reservas efetuadas não são válidas e que a propriedade não garante o alojamento. Para agravar a situação, o assistente (Emanuel L.) informou-me ontem, de forma totalmente leviana e inadmissível, que eu não me deveria preocupar e que, "no pior dos cenários, se ao chegar a Paris no dia 19 de novembro a reserva não constar no hotel, a Booking.com fará a realocação na hora". Não bastando a extrema incompetência desta resposta, o mesmo assistente tentou ainda descartar a responsabilidade da plataforma sugerindo que "a reserva é perfeitamente cancelável e que eu poderia simplesmente cancelá-la se quisesse". Recusei firmemente essa tentativa de coerção. Como profissional com vasta experiência na gestão de alojamento turístico, conheço perfeitamente os meus direitos. Efetuei a compra de total boa-fé, a reserva consta como "CONFIRMADA" no vosso sistema e exijo o cumprimento completo do contrato celebrado. Considero a postura do suporte uma quebra grave dos deveres de assistência e uma profunda falta de respeito pelo consumidor. É absolutamente inaceitável que a Booking.com sugira que um cliente realize uma viagem internacional com a incerteza de ter um teto onde dormir, ou que tente empurrar o cliente para um cancelamento voluntário apenas para camuflar as falhas de segurança e os erros operacionais da própria plataforma. A Booking.com tem a obrigação legal e solidária de mitigar o risco e garantir a minha estadia antes do início da viagem. Exijo, por isso, a intervenção imediata para que me seja fornecida: A confirmação definitiva, formal e por escrito (emitida diretamente pelo sistema central da Booking.com e validada pelo hotel real) de que o meu quarto está garantido no Hôtel du Jardin des Plantes ou, caso não haja vaga por via do ataque informático, a minha realocação antecipada e imediata num hotel de igual ou superior categoria estritamente dentro do 5º Arrondissement de Paris, mantendo escrupulosamente a tarifa contratada de € 262,62. A inclusão imediata do nome da segunda hóspede na respetiva reserva.. Recuso-me a aceitar mais respostas automáticas, telefonemas que caem a meio do atendimento ou sugestões abusivas para "cancelar" ou "esperar pelo dia da viagem". Exijo uma resolução clara, formal e por escrito. No aguardo de uma resposta célere. Rogério Filho

Em curso
K. S.
02/09/2026
LOUBR EUROPA, UNIPESSOAL LDA

Encomenda não enviada e ausência de resposta – pedido de cancelamento e reembolso

Prezados , No dia 13/08/2026 efetuei a encomenda n.º #2170PT, no valor de 77,66 €, através da empresa Meu Brasil Online (LOUBR EUROPA, UNIPESSOAL LDA), tendo o pagamento sido realizado. Após contactos anteriores, fui informada pela empresa de que a encomenda seria enviada no início da semana passada e que receberia o respetivo código de rastreio assim que fosse expedida. No entanto, a encomenda continua sem ser enviada e não recebi qualquer código de rastreio nem uma nova previsão concreta para a expedição. Na segunda-feira voltei a contactar a empresa por e-mail, solicitando informações sobre o estado da encomenda, o motivo do atraso e uma previsão concreta para o envio. Até ao momento, não recebi qualquer resposta efetiva, apenas uma resposta automática. Acresce que, atualmente, o próprio website da empresa informa que está temporariamente indisponível e que não está a aceitar novos pedidos. Perante o atraso, a ausência de expedição e a falta de uma resposta concreta por parte da empresa, já não tenho interesse em aguardar pelo envio da encomenda. Solicito, por isso, o cancelamento da encomenda n.º #2170PT e o reembolso integral dos 77,66 € pagos. Tenho disponíveis a confirmação da encomenda, o comprovativo de pagamento e o histórico das comunicações realizadas com a empresa, caso sejam necessários para comprovar a situação.

Em curso
P. G.
02/09/2026

Cobrança sem apresentação de provas

No ambito do PROCESSO 21874580/19 A Intrum Portugal vem atraves do cliente MEO S.A., informar me e cobrar me um suposto pagamento que está em falta o pagamento do valor de 1162,26 €, no âmbito do contrato celebrado com a referida entidade. Tendo feitas várias chamadas telefónicas ameaçadoras e emails com ameaças de processos movidos uma Injunção, à qual será atribuída força executiva. A qual a minha resposta foi enviada por email e foi a seguinte: "Acuso a receção da vossa comunicação referente ao Processo n.º 21874580/19. Informo que desconheço a alegada dívida mencionada, uma vez que nunca celebrei qualquer contrato com a MEO S.A. nos termos referidos. Assim, contesto integralmente o teor da vossa comunicação e solicito que me sejam remetidos, por escrito, os seguintes elementos: Cópia do alegado contrato, contendo a minha assinatura ou outra prova válida da sua celebração; Identificação completa do contrato (número, data de celebração e morada de instalação, caso exista); Discriminação detalhada dos valores reclamados; Comprovativo de que a dívida é efetivamente imputável à minha pessoa. Até à receção da documentação solicitada, não reconheço qualquer dívida nem qualquer obrigação de pagamento. Solicito ainda que qualquer procedimento de cobrança seja suspenso até ao esclarecimento da situação." Ate a data de hoje, não recebi absolutamente nada que comprove que a divida esta imputada a minha pessoa só ameaças e telefonemas, Solicito a vossa ajuda.

Em curso

Emissão de Residência Temporária em vez de Permanente Artigo 80

Venho por este meio apresentar uma reclamação contra a AIMA devido a um erro na emissão do meu título de residência e à total ausência de resolução por parte desta entidade, situação que exponho de seguida. No ano passado, submeti através do portal da AIMA um pedido de Concessão de Autorização de Residência Permanente, tendo efetuado o pagamento da taxa correspondente no valor de 355,30 €. No atendimento presencial, que decorreu no Centro de Atendimento de Sines, informei expressamente a funcionária de que o procedimento se tratava de um pedido de residência permanente e entreguei em mãos o comprovativo de conhecimento da língua portuguesa para digitalização.Posteriormente, recebi uma notificação de audiência prévia onde os documentos solicitados correspondiam ao regime permanente, procedi ao reenvio de todos os elementos através da minha mandatária. O pedido mereceu uma decisão favorável por parte da AIMA, tendo-me sido emitida a declaração que certificava o deferimento do processo enquanto aguardava o documento físico.O problema reside no facto de que, ao receber o cartão de residência, verifiquei que a AIMA emitiu por erro um Título de Residência Temporário em vez do título Permanente que foi solicitado, pago e aprovado.Desde que detetei este erro, esgotei todos os meios ao meu alcance para resolver o problema. Dirigi-me à Loja AIMA de Portimão, onde recusaram prestar-me assistência. Enviei sucessivas reclamações e comunicações por via eletrónica, às quais nunca obtive resposta. Procurei também o apoio presencial do CLAIM de Lagos, que encaminhou o caso para a Estrutura de Missão da AIMA. Nessa data, fui informada de que a situação tinha sido sinalizada e que a emissão do título correto demoraria cerca de dois a três meses, instruindo-me mais tarde a aguardar o envio pelos CTT.Até ao momento, e apesar de o prazo indicado já ter ultrapassado largamente o previsto, continuo sem receber o documento correto.

Em curso
M. M.
02/09/2026
Fileword

Faturação indevida

Bom dia. Em Junho subscrevi um serviço de compactação de documentos em pdf por 48h pelo valor de 60 cêntimos. No momento da subscrição não fui informado que posteriormente seria iniciada uma subscrição mensal no valor de 29,95 euros por mês. Para além de ter sido iniciada uma subscrição sem consentimento explícito, foram-me ainda cobradas 5 faturas quando apenas usufruí do serviço durante 3 meses, tendo já realizado o cancelamento do mesmo, agora que dei conta da situação, e atempadamente antes so término do 3º mês de subscrição.

Em curso

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