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Novo Banco Olhão
Bom dia, gostaria de apresentar uma reclamação da gerente Ana Rita Barros do Novo Banco Olhão. A forma como fui tratada pela mesma, mostra uma falta de sensibilidade, compaixão e falta de educação a falar com os clientes e penso que é importante reportar este tipo de comportamento impróprio que danifica a imagem do novo banco, banco com qual trabalho há 7 anos e nunca fui tratada desta forma por nenhum gerente do banco.Sou proprietária de uma loja de roupa em Olhão e costumo pedir cheques regularmente para poder pagar as encomendas a prazo. Pedi no dia 18/05 um livro de cheques no balcão do novo banco olhão. Hoje, dia 24/05 passei no banco para ver se o livro de cheques já tinha chegado, quando o senhor que estava à caixa diz-me que o pedido foi recusado e disseram-me para falar com a gerente Ana Rita Barros. Quando fui falar com a gerente fui atendida de uma forma tão agressiva e rude, para além da senhora ter sentido a necessidade de me humilhar publicamente, pois questionei porque tinha sido recusado o pedido e a mesma disse que foi recusado porque quando pedi o livro tinha 30 euros na conta e eu expliquei que isto é a conta do meu negocio onde entra e sai dinheiro todos os dias porque é de lá que faço os pagamentos a todos os fornecedores. A senhora Ana Rita Barros continuou por dizer que eu não tinha capacidade para pedir cheques pois tenho uma moratoria, que depois expliquei à senhora que para além da moratória ser de um credito pessoal noutra conta, foi uma moratória que me foi facilitada por ter sido obrigada a fechar o meu negocio durante a pandemia e também já terminou porque no mês de Maio já paguei a prestação do mesmo crédito. No entanto a senhora continuou por dizer que a minha conta nunca tinha dinheiro, era uma conta com uma média mensal muito baixa e qua como tal eu não tinha dinheiro para pagar os cheques, o que me deixou em choque porque nunca fiquei com nenhum cheque em divida, tenho sempre dinheiro na conta quando os cheques entram nem tenho qualquer divida com o banco.Disse à senhora que já tenho esta conta hà 7 anos, nunca tive qualquer problema em pagar cheques nem tenho qualquer divida com o banco, muito menos por esse motivo. Durante 7 anos nunca me foi recusado um livro de cheques e não compreendo o porquê de agora recusarem, até porque a moratória do credito já terminou, e já me tinha dado livros de cheques durante a moratória tanto desta conta como da minha conta pessoal onde associada ao crédito em moratória. Depois disto a senhora perguntou porque precisava de cheques e eu disse para pagar a mercadoria a prazo, e ela respondeu pois então quer que o banco lhe dê dinheiro mas não põe dinheiro na conta. Referiu ainda que na semana passada eu tinha feito uma transferencia de 1500€ para outra conta do banco millenium. Eu disse que sim e ela perguntou porquê e eu disse porque precisava de por dinheiro naquela conta naquele momento e não percebo o que ela tem a ver om isso, a senhora disse: então porque não vai pedir cheques ao millenium. Depois a senhora tornou-se extremamente mal educada, dizendo que aquilo não era a santa casa da misericórdia e a perguntar se eu queria que ela tivesse pena de mim. Eu ainda perguntei se a senhora tinha algum negócio, e ela disse tenho e tambem tenho um curso superior de gestão que a senhora de certeza não tem. Para além de a senhora não me conhecer de lado nenhum, não saber o meu grau de ensino nem nada sobre mim, devo dizer que este tipo de afirmação que a senhora fez mostrou muita falta de noção e humildade da sua parte. Devo dizer que nunca fui tão mal tratada no novo banco e vou neste momento, terminar a minha relação com o novo banco. Disse isto à senhora e ela ainda fez questão de dizer não se esqueça de mudar a moratória também. Assim saí e disse que iria apontar o nome dela e fazer a reclamação devida da sua pessoa enquanto representante do novo banco, a senhora ainda fez questão de gritar no corredor do banco que se eu queria o livro ela tinha ali com ela, eu disse-lhe que não havia necessidade de estar gritar comigo no meio do banco e que faria a reclamção online.Fui lesada enquanto cliente do banco, primeiramente porque a recusa de cheques, cuja justificação não tem qualquer sentido, ira afetar o meu negocio, pois preciso dos cheques para receber mercadoria, segundo, a forma como a senhora me humilhou e gritou comigo em frente aos outros clientes deixou-me fragilizada psicologicamente. A atitude dela foi de superioridade e nada quis fazer para me ajudar. A justificação dela para nao me prestarem o serviço pedido, não tinha qualquer lógica, pois já me tinham atribuido livro de cheques este ano, enquanto tinha a moratória, e agora que já não tenho é que o pedido foi recusado. A senhora ofendeu-me a mim pessoalmente ao dizer que eu não tinha um curso de gestão, então a insinuar que não sei gerir o meu negócio, que o banco não era a santa casa da misericórdia, quando apenas pedi um livro de cheques e a perguntar se eu queria que ela tivesse pena de mim, para além de me humilhar a gritar comigo no meio do corredor do banco em frente aos outros colegas e clientes.A única coisa que posso fazer para resolver isto é pedir satisfações ao novo banco, para onde já submeti a reclamação, acho que esta pessoa não apresenta as carateristicas que um banco deve querer como sua imagem e deve haver alguma acção da parte deles para resolver isto. Quanto aos cheques, vou ter que fechar esta conta com o novo banco, que vai ter custos, pois tenho o terminal TPA da loja associado a esta conta e entregar o equipamento tem um custo de 100€ e vou ter que passar o credito pessoal que tenho para outro banco.
Incumprimento direito cópia privada
A Bertrand, à semelhança do que já acontecia com outra marca do grupo Porto Editora, deixou de vender eBooks no formato ADE, obrigando à leitura dos mesmos na sua nova plataforma Bertrand Reader. Para quem tem um eReader, torna-se assim impossível a leitura do livro adquirido nesse dispositivo, tratando-se de um incumprimento do direito à cópia privada, além de pura má fé da empresa.Exige-se assim que voltem atrás nesta decisão, passando a disponibilizar uma cópia do livro comprado, ainda que sujeito a ADE/DRM.
Falta de pagamento de danos causados por avaria de um poste de iluminação pública
Venho por este meio reclamar da EDP e atualmente E-REDES e com os seguintes fundamentos, digo:1º Em julho de 2020 houve uma avaria num poste em frente à minha habitação.2º Reclamei da avaria do poste que era visível e audível de toda a gente.3º Na Altura a EDP mandou uma empresa verificar a situação e deram-me razão.4º Acontece que apresentei as avarias das quais tive conhecimento à data.5º Pagaram tudo que apresentei/reclamei em conformidade com os documentos que juntei.6ºAcontece que havia mais uma avaria mas que não foi detetada em julho de 2020.7ºAcontece que todos os anos faço a manutenção da energia solar durante o inverno/princípios da primavera de cada ano.8º Pelo que fiz em 2020 a devida manutenção e depois em 2021.9º O técnico da empresa Senginor veio fazer mais uma e nova manutenção em abril de 2021.10º E ao fazer a devida manutenção verificou que havia uma avaria na bomba circuladora, o que lhe causou imensa surpresa, em virtude de ter havido uma avaria destas em 3 anos , quando estas bombas duram uma vida de décadas e perguntou se eu não tive qualquer tipo da avaria na corrente elétrica.11º De imediato, relembrei da grande avaria de que fui vítima, quando no verão de 2020, sofri com um curto circuito no poste junto à entrada da minha habitação.12º E como o meu sistema solar funcionava e funciona através da energia solar e ou da corrente elétrica, esta ocultou-me a avaria da bomba circuladora.13º E esta não foi reclamada na devida altura por razões mais que óbvias...14º Quando tomei conhecimento dessa nova avaria e como a EDP já me tinha ressarcido dos gastos reclamados anteriormente, não aceitaram a nova reclamação referente à bomba da energia solar.15º Mais a EDP teve sorte de todos os televisores não terem sido avariados porque uma peça existente da Meo que se encontrava no sótão queimou, e assim, protegeu todos o aparelhos (televisores, routers e boxes que se encontram na habitação) e não no sótão.16º E como não tinha corrente elétrica, não tinha frigorífico, não tinha portão automático, não tinha televisão, não tinha net e tudo isto durante alguns dias. Esta situação é horrível para qualquer ser humano e não fui ressarcido desta horrível situação.17º Mas a Meo através do telefone conseguiu ver que eu tinha um aparelho deles queimado e mandaram-me ir a uma loja e trocar o avariado por um novo.18º E tudo isto não paguei nada, graças à Meo.19º Depois de tanto sofrimento que nem telefone fixo nem telemóvel tinha para além de todos os outros males já acima identificados.20º Só que havia mais uma avaria no sótão e que só em abril de 2021 é que foi descoberta, no sistema da energia solar.21º Mas como já me tinham pago das avarias reclamadas anteriormente, a atual E-REDES não quer assumir aquilo que tem de assumir, que é uma avaria que só foi descoberta mais tarde porque a energia solar estava e está a funcionar quer através do sol e simultaneamente através da corrente elétrica, e por causa deste sistema funcionar quer pelo sol quer pela corrente elétrica, nunca dei por ela que havia uma avaria na bomba circuladora.22º Vem agora a E-REDES dizer que já passou o tempo...23º Atitudes destas, não dignificam em nada uma empresa poderosa e que quando algum cliente seu não paga o consumo da energia, de imediato cortam a corrente elétrica...Por tudo que foi exposto e por muito mais que poderia expor e reclamar.Venho apelar à DECO a intervenção junto dessa empresa, para que se faça e haja mais justiça, para bem dos consumidores.Por tudo que foi exposto, reclamo junto da E_REDES o pagamento da fatura que já lhes foi enviada e que efetuem a devida transferência, através do IBAN que também são conhecedoresCom os melhores cumprimentosAntónio Costa
Atendimento no centro hospital Tondela Viseu
Eu Maria de Lurdes Silva Ferreira Gouveia nf. 198077521 foi de urgência do centro hospitalar de São Pedro do Sul para viseu que já é a segunda vez, última no dia 22-05-2021 com graves problemas de circulação de sangue na perna esquerda que está 4 ou 5 vezes mais inchada em relação a outra no fim de uma noite de exames e de entrada e saída de médicos no dia 23-05-2021 por volta da hora do almoço foi mandada para casa com uma médica a dizer que parecia uma coisa de outro mundo, e não sabemos o que lhe fazer, não concigo explicação para ir do mesmo modo para casa sem uma explicação concreta e para mais estive ligada a uma máquina quando lá cheguei porque eles diziam que o coração não tinha sangue suficiente para trabalhar estou indignada com o que se passou e se passa estou sem palavras. Obrigado
VODAFONE TV Número de dispositivos simultaneos alterado sem aviso
Venho, por este meio, comunicar a V. Exas. que deixamos de ter:1- acesso à Vodafone TV em 3 dispositivos ao mesmo tempo, como sempre tivemos! Removeram esta possibilidade sem que tenhamos sido informados. 2 - a possibilidade de ver a factura do mes diretamente na TV.As consequencias destas opções estão a ser complicadas gerir por parte dos meus pais que estão extremamente desagradados com a situação.1 - Tendo os meus pais se habituado desde sempre a utilizar os telemoveis para ver TV, agora não o conseguem fazer.2 - O meu pai ía sempre conferir a fatura à TV, agora só através da APP no tlmvl é que é possivel. Sendo uma pessoa já com alguma idade não consegue assimilar todos os passos necessarios para chegar até à mesma.Já fui reclamar na loja da VODAFONE:1 - Dizem-me que a filosofia interna mudou e que a aplicação VODAFONE TV sempre foi uma oferta e que podem tirar quando quiserem.. (e foi o que fizeram!)2 - Esta opção ainda não esta implementada na nova BOX e por isso deixamos de ter essa opção, poderá aparecer mas não há previsão!Os meus pais já tem alguma idade e sou eu que tento ajudar nos contratos, sendo que eles estão sempre a dizer que eu sou simplemente levado e que a VODAFONE faz o que quer e lhes apetece.
Cobrança indevida de IVA de uma encomenda
Venho por este meio pedir a devolução de 310,03€ que a UPS me cobrou indevidamente devido à sua falta de competência no tratamento da minha encomenda [EXTERNAL] UPS - 1Z0370AW6799235589.Em Janeiro do ano 2021 realizei uma compra a um vendedor dos Estados Unidos da América. A mesma foi transportada pela UPS, a escolha do vendedor. Em Janeiro, quando a encomenda chegou a Portugal, ligaram-me por telemóvel para confirmar o valor da encomenda sendo que eu desmenti o valor incorreto que inicialmente estava indicado pelo vendedor (o mesmo tinha indicado um valor muito abaixo do real), pelo que a conversa seguiu por e-mail. Após eu ter confirmado à UPS o valor real da encomenda (1579,69€) eles pediram-me que pagasse um valor de taxas de importação com a palavra “aproximadamente”, forma que achei inadequada.Depois questionei de onde vinha o valor das taxas que indicavam e responderam-me que teria de pagar 403€ correspondente a 23% de IVA, acrescido de 30,75€ da intervenção do despachante. Ora, fazendo as contas: (1579,69 x 0,23) + 30,75 = 394,1€, valor que não é igual a 403€. No dia seguinte, dia 16 de Janeiro 2021, o vendedor reembolsou-me 246,29€ do total da compra em questão sendo que o valor final passou a ser 1333,4€ (1579,69 - 246,29). Assunto para o qual chamei a atenção e comprovei com recibos do vendedor a pedido da própria UPS.Tentei sucessivos email e contacto telefónico, mas sem resposta. Aliás, a demora na resposta aos e-mails foi um problema constante em toda a situação. Até que finalmente enviaram a seguinte resposta:“Lamento não ter obtido resposta, mas estive ausente do escritório sem acesso aos meus emails. Para efetuar o despacho necessitamos que nos envie uma nova fatura com o valor correto pago”.Resumindo, enviei dois comprovativos do site onde realizei a compra para retificarem o valor pedido. Durante semanas disseram que para me fornecerem um novo valor eu teria que assinar um documento digital, documento esse que dizia que ao assinar o mesmo estaria a concordar em pagar o valor previamente estabelecido, valor esse que estava incorreto. Isto nem faz sentido porque para me forneceram um novo valor tinham apenas que confirmar o valor da encomenda através dos documentos que eu enviei e aplicar as taxas que a própria UPS me indicou (23% segundo a lei nacional + 30,75€ de “intervenção do despachante”). Devo mencionar que durante os 2 meses de “estadia” da encomenda em alfândega portuguesa, e entre a demora na resposta aos e-mails, liguei para a UPS entre 9 a 10 vezes sendo que apenas conseguia chegar a um “atendimento geral”. Quem me atendia dizia que eles próprios, funcionários da UPS, não tinham forma de contactar a UPS na alfândega. Disseram-me, em todas as chamadas, que um supervisor, um superior, alguém me iria ligar de volta: tal nunca aconteceu. É muito estranho não existir forma de comunicação do cliente com certos ramos da empresa, quanto mais dentro da própria empresa. E como é que a pessoa que falou comigo por e-mail não me foi capaz de dizer simplesmente: “O novo valor é este: (…)”?Demoraram quase 1 mês entre os últimos dois e-mails que me enviaram sendo que no penúltimo pediram mais uma vez para assinar o dito documento e no último e-mail disseram que já tinham enviado a mercadoria de volta para os EUA. Com isto o vendedor teve que pagar os custos de envio + taxas de importação de Portugal para os EUA. Desde então fiz 3 queixas à Anacom pelo que a UPS respondeu sempre “pedindo desculpa”, mas dando a justificação de que o assunto não é com eles mas sim com a UPS dos Estados Unidos uma vez que os 310,03€ foram pagos à UPS nos Estados Unidos. E de facto foram já que o vendedor, ao receber de volta a encomenda que eu tinha comprado teve que pagar de novo o envio de Portugal para os Estados Unidos da América e as taxas sobre o valor da encomenda, mas porquê? Porque a UPS em Portugal é que errou, não a UPS dos EUA, não o vendedor da minha encomenda, não eu, mas a UPS em Portugal.
Assistencia em viagem
Venho por este meio comunicar a vossas Exa que ontem,dia 21 de Maio de 2021 solicitei atraves de telefone a assistencia em viagem da seguradora Tranquilidade.o telefonema foi feito por cerca das 16e30horas e passado 5minutos o reboque ligou para a minha pessoa e passado 20 minitos estava no local.Passado 1hora voltei para a assistencia em viagem da tranquilidade o motivo do atraso do taxi ao qual informaram que o mesmo ja tinha sido pedido e tinha que aguardar,recordo que áquela hora estava um calor insuportável derivado á zona do país que era Algarve,na autoestrada e com o acrescimo de estar comigo meus 2filhos com 10 e 12anos.Liguei varias vezes tanto para a Tranquilidade como para a companhia de taxis ao qual nenhum sabia o motivo do atraso.Com tudo acabei p esperar 2horas ao sol e na autoestrada com 2criancas.Ao chegar o taxi liguei de novo para saber se iria buscar a viatura de substituicao mas nao souberam informar qual a rentacar me dirigia,resolvi ir para o hotel.Enviaram uma mensagem naquela dia as 19s20 que podia ir buscar a viatura quando ainda tinha que chamar o taxi para Portimao onde eu estava e a rentacar era em Faro e fechava as 20h,ou seja,era impossivel.No dia seguinte pada solicitar um taxi foi tudo igual ao dia anterior,ou seja,mais uma grande trapalhada e confusao.Fui imformado pela seguradora que a rentacar teria uma viatura a diesel citadino da gama tipo polo 1.4,quando é meu espanto que me dizem na rentacar que so têm uma carrinha 2lugares sendo que sabiam que estava c mais 3pessoas...mais uma trapalhada e confusao.Todo o processo foi uma completa baralhada e nada correu como deveria e só nao mencionei mais erros porque é tanto erro junto que parece gozo. É inadmissivel pois com o valor que se paga pelo seguro e nao haver responsabilidade de nada em relacao a nada.
resposta insatisfatória
Boa tarde, agradeço a vossa resposta, visto deste modo, a Candy provar que como marca é mercantilista, não se interessando pelo cliente.De facto, analisei as páginas em questão, e tal como refere não é recomendado, se fosse proibido nunca secaria.Não sendo recomendado, o cliente pode secar e assegura o risco de os ténis serem danificados durante a secagem.O que aconteceu não vem escrito no manual, o qual foi lido antes de começar a operação de secagem dos ténis.Realmente a porta não tem um fecho de segurança por isso a porta abriu-se e o deposito caiu no chão e partiu-se.A porta de uma máquina ser considerado um acessório não faz sentido. Numa máquina de secar roupa ou lavar, a porta é um acessório?Sem uma porta a máquina simplesmente não funciona.Não querem fazer a compensação do valor do mesmo, era de esperar devido a ausência de resposta, agora passado este tempo nem assumirem que o manual não é claro e que a porta não tem uma tranca de segurança simplesmente acho absurdo.Como posso aceitar a questão como resolvida se responderam como se eu fosse uma pessoa com alguma incapacidade, preciso que me respondam de forma a provarem, sem margem para duvidas que eu errei, ou então não conseguem visto não ter errado, a não ser por ter optado por esta marca.ObrigadoCumprimentos
Recusa da garantia a bens de consumo
Ex.mos Sr.sVenho por este meio apresentar a devida reclamação relativa à recusa de prestação da garantia de um automóvel adquirido no concecionário Carfoz, Lda. Após a notificação, através de carta registada com aviso de receção (expedida a 22 de março 2021 e por este recebida a 23 de março de 2021), de desconformidade do bem adquirido no referido estabelecimento (automóvel LAND ROVER FREELANDER TD4) a 9 de dezembro 2020 (cumprindo, assim, o prazo estabelecido no n.º 2 do artigo 5.º-A do Decreto-Lei n.º67/2003, 8 de abril), no valor de 4010€, à qual responderam, através de carta registada com aviso de receção de 30 de março de 2021, recusando a operacionalidade da garantia do referido bem, venho apresentar a devida reclamação. Após notificar a desconformidade de um baque seguido de intenso fumo branco do escape, com faúlhas/faiscas a serem expelidas do tupo de escape, óleo no interior da panela do escape, temperatura a marcar sempre 0 ou - raramente 1/4 do valor disponível no indicador da temperatura do motor, som trémulo no lado frontal esquerdo do carro, quando virando o volante em andamento, ligeira tensão e prisão das rodas quando virando o volante a 100% para qualquer dos lados, buzina em mau funcionamento, jantes em desconformidade com o modelo - colocando em causa a segurança do mecanismo dos travões -, comprovado por laudo mecânico incluso na referida carta (laudo, aliás, solicitado pelo gerente do estabelecimento, no primeiro contacto telefónico estabelecido com este após a avaria - tendo de utilizar o transporte de reboque do seguro automóvel para a oficina - para que aceitasse qualquer consideração relativamente ao bem para que seja arranjado - aí recusando, sem saber ainda o problema - que se fosse problemas de turbo não o cobririam), este concessionário recusou, na sua resposta por carta, o meu direito de solicitação de reparação por mim feita na notificação de desconformidade, argumentando que o vendedor não é responsável pelos defeitos que surjam posteriormente à entrega do veículo, nem por aqueles que, a essa data, o comprador tenha conhecimento ou não possa razoavelmente ignorar, dizendo, ainda, que quanto ao turbo, porque se tratava de uma peça nova, por norma o seu fornecedor aceita sempre a sua substituição sem custos (...) solicitando que a viatura se deslocasse às instalações da sede da Carfoz para a substituição do turbo. A garantia seria quase nula. Sucede que, aquando do procedimento contratual, um empregado da Carfoz realizou-me uma tentativa de burla, pela própria Carfoz posteriormente assumida (face à minha comprovação documental dessa mesma tentativa, não sendo eu o único lesado), a qual não me inspirou confiança para a realização da substituição da peça, principalmente porque a própria Carfoz apenas alteraria o turbo, deixando-me com problemas de transmissão, termostato, bomba de água e jantes no referido veículo, sem conseguir realizar uma deslocação de regresso à minha morada fiscal (em Lisboa) por não reunir o referido veículo condições de segurança. O veículo foi adquirido no mês de dezembro, mês de matrícula, onde a inspeção foi realizada pelo concessionário (vindo sem qualquer anotação). Uma vez que estas alterações por mim não poderiam ser realizadas (basta referir as jantes, comprovadas pela sua não alteração posterior à compra, pelo contraste pelas fotografias disponibilizadas no anúncio e na fotografia por mim colhida no momento da colocação da viatura na oficina para obter o relatório do mecânico especializado - e, refira-se, especializado neste especifico modelo de viatura, Land Rover Freelander). Por mais que o referido stand alegue que eu deveria ter conhecimento ou que tinha conhecimento das falhas apontadas, a viatura saiu a andar perfeitamente bem do concessionário. Não sendo eu mecânico, o padrão de exigência para o conhecimento de falhas devem ser tidas na ótica do consumidor, não de um mecânico. Como tal, a recusa de reparar as referidas desconformidades não se sustenta por si só (aliás, baseada em jurisprudência de tribunais de primeira instância, igualmente em problemas relativos a turbocompressores mas, ao mesmo tempo, passível de ser aplicada a transmissões, a bombas de água, a travões, a jantes, etc., em especial porque as jantes são do mesmo veículo, mas de um modelo anterior, portanto, sendo jantes da mesma marca e do mesmo modelo, no consumidor não alertavam para uma desconformidade, algo que é exigido ser conhecido a quem comercialize em especial e específico automóveis: a falha de conhecimento está no concessionário, não no consumidor).Após contactar o mecânico onde o automóvel se encontrava depositado, esperando transporte para que o concessionário realizasse a reparação, este colheu ainda a noção de que as molas da viatura estavam cortadas e soldadas (sem qualquer averbamento no livrete - portanto, ilegal), que o mecanismo de travagem das rodas dianteiras estavam raspados, face ao uso da jante inadequada, necessidade de reparação de apoios de motor, apoios de caixa e biela (totalmente partidos). Atente-se, ainda, que no que toca à transmissão, o carro encontrava-se ligado apenas às duas rodas frontais (sendo este um carro 4x4 a todo o tempo), e a compra só se realizou com a garantia (ou seja, fora do canal de revenda) porque a ligação das 4 rodas seria garantida. Como pode o consumidor esperar que a falha foi sua quando esta falha (ligação Viscoso) é devida a quilometragem (a cada 70000km deve-se a sua substituição), injustificada pela baixa quilometragem entre a compra e a avaria e sua deteção no laudo mecânico?A recusa é infundada. A existir a venda, parece-me que, claramente, a boa fé contratual foi violada (já que a boa fé pré-contratual já havia sido quebrada e que se tentou reconstruir uma vez que os 500€ de sinal dados ao empregado da empresa e por esta assumido como sinal apesar da tentativa de burla tinham sido dados).Solicitamos, por isso, redução do preço e compensação económica.
Defeito no produto entregue
Comprei na radio popular online um fogão princess limos-5w no dia 03-05-2021 acontece que vinha com defeito de fabrico no dia 05-05-2021 fiz a reclamação através de um formulário da radio popular para o efeito marcarão para dia 18-05-2021 a presença de 2 técnicos que depois de verificarem o que se passava escreverão no relatório que nececitava de reparação um fogão com defeito de fabrico. eu não aceitei e estava no meu direito pois existe 15 para devolução do mesmo visto a compra ser online(existe conversas telefónicas gravadas com a radio popular em que podia continuar a usar o mesmo visto que a resolução de qualquer problema com a radio popular é devagar devagarinho, já de má fé) dia 20-05-2021 recebi um e-mail para eu enviar fotos do fogão, enviei as fotos no mesmo dia. dia21-05-2021 veio a resposta que não faziam a troca visto o fogão apresentar marcas de uso. poi tinha que ter mas com autorização deles este tempo todo se passou porque eles para resolverem a questão demoraram estes dias todos se calhar depropositadamente. agora o que eu pretendo é a troca do fogão por um novo porque como disse este tinha defeito de fabrico como disseram os técnicos e não um arranjo num fogão novo ou em ultimo dos casos a devolução do dinheiro.os melhores cumprimentos, obrigado.
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