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Impossível criar uma simples cinta PPR
Iniciei o pedido de abertura de conta PPR a 25 de agosto de 2025, enviando toda a documentação solicitada. Passados mais de dois meses, ainda não recebi qualquer atualização concreta sobre o estado do meu pedido. Saliento que, na maioria dos bancos, este processo é feito online e concluído em poucos dias úteis. No vosso caso, parece depender exclusivamente de e-mails, sem qualquer plataforma digital que agilize o processo. É completamente incompreensível que a DECO PROTESTE recomende este PPR em diversos artigos, quando criar uma simples conta junto da vossa instituição se tornou uma missão praticamente impossível. A experiência que tenho tido é frustrante e inaceitável. Exijo uma resposta urgente e a indicação de uma data concreta para a abertura da conta.
Comissão "Cash Advance"
Exmos Senhores, Nos últimos tempos verifiquei que estão a cobrar-me comissão e juros quando executo uma operação de "Cash Advance". Embora possua uma Conta 100%, aceitaria essas despesas se antes de executar o pedido de adiantamento não estivesse expresso que este seria gratuito (ver anexo). Como tal, sinto-me burlada. Pretendo com esta queixa pôr fim a uma má prática bancária e ser indemnizada pela incompetência do meu Banco. Mais do que uma vez tentei obter uma resposta plausível do Novo Banco. A única que consegui foi que estavam a analisar o caso. Reportei esta situação ao Banco de Portugal.
Mapa de responciblidades
25/10/2025 25/10/2025 venho fazer reclamação ao banco de Portugal pelo facto de eu ter reclamado da Hefesto STC.SA por informações falsas de incumprimento de credito de 2003, crédito este já pago pela prescrição do novo banco conta aberta em 17 de dezembro de 2002, Na verdade, o prazo de prescrição é de 5 anos, por referencia ao pagamento em prestações e de 20 anos se a mesma resultasse de contrato resolvido por decisão judicial com base em incumprimento definitivo, já decorreram. vais em anexo as duas cartas que fiz reclamação ao banco de Portugal e o banco nunca me de nenhuma resposta, também informo que a minha ex mulher faz parte deste processo pediu a prescrição ao banco de Portugal e foi feita com resposta escrita e o mapa de responsabilidades limpo.. sem outro assunto agradeço uma resposta de vossa EX PS tentei anexar duas cartas mas o sistema não aceitou posso enviar por email se for preciso. Cumprimentos.
nao resoluçao de problema
Exmos. Senhores, venho por este meio reclamar da inaçao da ocidental segurosdevido a queda parcial do teto do meu wc,devido a infiltraçoes dp wc do piso de cima(segurado da ocidental)desde junho que veio o perito ainda estou a espera,ale de que esta na iminencia de ruir mais,com o consequente perigo para os utilizadores(nomeadamente uma criança e um adulto de mobilidade reduzida incapacitadop de saltar para o lado em caso de ruir o resto do teto,ja enviei reclamaçao por carta registada tendo sido IGNORADO COM SUCESSO.(DESCREVER SITUAÇÃO) ACRESCENTO A REF DO PROCESSO EM CAUSA20 MR804449 Cumprimentos.
Reclamação sobre atendimento e serviço – Cartão Universo
Exmos. Senhores, Venho, em representação do titular do cartão, Manuel Ventura, apresentar uma reclamação formal relativamente ao atendimento prestado por um dos vossos operadores. Durante a interação, o colaborador demonstrou-se extremamente mal-educado, desligou o telefone abruptamente e não conseguiu resolver o problema apresentado. Esta experiência foi completamente insatisfatória e contrária às expectativas de um serviço profissional. Acresce que, não existindo balcão de atendimento presencial nem livro de reclamações físico, torna-se ainda mais difícil para os clientes obter apoio adequado. Solicito que revejam a formação e conduta dos operadores de atendimento, garantindo que situações como esta não se repitam. Aguardo uma resposta formal sobre as medidas que pretendem tomar. Com os melhores cumprimentos, Cláudia Ventura, em representação de Manuel Ventura
Pagamento de uma dívida de um cartão de crédito
Olá boa tarde,venho fazer esta reclamação porque recebi uma carta da secretaria Judicial do balcão Nacional de Injunções com um valor de 734,54 Euros para pagar de uma dívida de um cartão de crédito que fiz em 06.03.2006 e que deixei para pagar 370,83 Euros?Á Hefesto,Stc, SA como assim??Fiz na carta que deixei de pagar 13.02.2013?Isto é impossível porque eu emigrei para a Alemanha a 11.09.2013 até 01.08.2022 e agora é que recebo esta carta?Aqui á um grande engano de certeza eu quero que me provem com documentos essa dívida porque eu sei que não deixei nada por pagar se assim fosse isto já teria sido prescrito passaram-se 15 anos eu vou pedir apoio judiciário na segurança Social e veremos estou desempregada não tenho bens e estou a receber o dos rendimentos mínimos 362,00 mensais e tenho como provar isso.fico aguardando resposta Meus melhores comprimentos Ana Cerejo
Dívida no Banco de Portugal
Venho por este meio apresentar reclamação á empresa Atticus S.t.C. por uma dívida que consta no Banco de Portugal, desconheço de onde vem esta dívida ,sendo ela de 2003 já está prescrita e solicito a sua retirada do Banco de Portugal.
Incumprimento contratual
Exmos Senhores Anexo reclamação sobre a Zurich por incumprimento contratual. Pago anualmente aproximadamente 500,00 EUR pelo meu seguro automóvel que contempla variadas coberturas, uma das quais é assistência em viagem. No passado dia 1 de setembro tentei contactar telefonicamente a Seguradora para me ser prestado o serviço. Tal não foi possível, dado que não atenderam o telefone, tendo ficado por tempo indeterminado em fila de espera. Apresentei reclamação junto da Seguradora, que me respondeu de uma forma muito pouco adequada para quem está em incumprimento, conforme processo em anexo. Limitar este incumprimento a um simples pedido de desculpas considero muito pouco profissional Pretendo que me seja restituído parte do valor pago, dado que não cumpriram. Com os melhores cumprimentos.
Recusa de pagamento
Nº do Processo: 25AA136556/003 Apólice: 756381804 Venho por este meio reclamar a minha insatisfação com a seguradora FIDELIDADE. No dia 17 de Junho sofri um acidente de viação, sem culpa, com um cliente vosso. A declaração amigável foi preenchida pela esposa do senhor que me bateu que não estava no local do acidente. Desloquei-me até ao local de trabalho dela para fazer o preenchimento. Nessa altura comentei com a senhora que tinha uma cadeira e base de bebé dentro do carro e que estava a apitar, no entanto, como nunca tinha sofrido outro acidente não sabia como proceder. O conselho da senhora foi colocar a cadeira e a base noutro carro para ver se deixava de apitar, mas como se trata da segurança do meu filho, fui á loja onde comprei a cadeira e base e foi-me informado que a partir do momento em que a cadeira esteja envolvida em qualquer tipo de impacto não garantem que esteja em perfeito estado e continue a ser segura. Com esta informação entrei em contacto com a fidelidade para explicar a situação e enviar uma fatura proforma da cadeira e da respetiva base, para pagamento da mesma, no entanto foi recusado por não haver prova que a cadeira estava no carro e por não haver um relatório de um técnico especializado que prove que a cadeira ficou danificada e que não cumprirá a sua função no futuro. Imediatamente dirigi-me à oficina onde o meu carro esteve a arranjar para pedir uma declaração em como a cadeira estava dentro do carro ( por lapso na declaração da oficina diz que dispararam os airbags frontais , o que não está correto. O que disparou foram os do banco do pendura e o da lateral direito), no entanto o que importa na declaração da oficina é se a cadeira estava ou não dentro do carro na altura do acidente. Fui novamente à loja onde comprei a cadeira pedir uma declaração da marca. Essa declaração diz que as cadeiras têm que passar por inúmeros testes, antes de sair da fábrica, no entanto, a partir do momento em que a cadeira auto seja envolvida em qualquer tipo de impacto, não podem garantir que a cadeira se encontre em perfeito estado e continue a ser segura para o meu filho. Com o impacto podem causar fissuras na estrutura da cadeira que nem sempre são visíveis a olho nú. A recomendação da marca é que se deixe de utilizar qualquer cadeira Cybex que tenha estado envolvida em qualquer tipo de acidente. A garantia da cadeira expira assim que a mesma tenha estado envolvida num acidente. Enviei toda a documentação para a fidelidade, em que me foi pedido fotografias da cadeira e foi enviado. A resposta final da seguradora é ir contra as informações que me foram dadas pela marca em que dizem que a cadeira não foi afetada diretamente pelo impacto e que não foi afetada pelos componentes que deflagraram dentro da viatura, no entanto tudo se deflagrou no lado direito onde estava a cadeira.. Nessa mesma informação a fidelidade diz que os airbags deflagraram pelo cinto, o que não é verdade. Os airbags do banco do pendura e o da lateral direito deflagraram pelo impacto do acidente uma vez que não ia ninguém do lado direito que fizesse os airbags dispararem, e não foi um acidente de raspão, como foi dito pela fidelidade, senão os airbags não abriam e o carro não tinha ficado bloqueado na estrada. Como é possível a fidelidade ir contra a recomendação da marca e afirmar que é tudo por interesse comercial? Estamos a falar da segurança de uma criança e que o impacto pode ter provocado danos na cadeira e na base não visíveis a olho nú. Esta será a minha última reclamação feita á Fidelidade. ESTAMOS A FALAR DA SEGURANÇA DO MEU FILHO e não tenho que sair prejudicada de um acidente ao qual não tive culpa.
Indenização por acidente auto
Exmos. Senhores Venho por este meio reclamar da seguradora Mapfre relativa a um acidente auto do qual fui sinistrado e que fiquei com o veiculo imobilizado. Resumidamente, fui abalruado pelo cliente da Mapfre dentro de uma rotunda com transito parado no dia 15.09, conduzia uma mota e encontrava parado na rotunda e o cliente Mapfre bateu de lado na mota, ficando logo com a mota imobilizada até ao corrente dia. A Mapfre indica que só tenho direito a 150€ dias referentes a dia 17/09 a dia 01/10. No entanto por contacto telefonico, com autorização da gravaçao do audio, quando foi altura de seleccionar a oficina as que me foram facultadas não reparam motas, logo escolhi a oficina onde adquiri a moto. E questionei se seria prejudicado ao ser eu a selecionar a garagem relativamente a algum tipo de veiculo de substituiçao ao que me foi indicado que não e que deveria apresentar todas as despesas relacionadas com o transporte enquanto a mota estivesse imobilizada. Aparentemente não tenho direito a veiculo, pois como fui eu a selecionar a oficina não tenho direito a veiculo de cortesia (apesar de ter sido uma mota, logicamente tenho carta de carro), mas não foi a informação que me foi facultada via telefonica. Não tenho direito ao valor das despesas de gasolina que usei no meu carro que se não fosse o acidente não teria necessidade de as ter. Informação também oposta ao que me foi indicado telefonicamente. Envio em anexo a info que foi passada pela seguradora. Basicamente neste momento encontro-me ainda sem veiculo e a seguradora apresenta apenas o valor de 150€ como indenização. Cumprimentos e obrigado Bruno Fonseca
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