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Falta de resposta
Exmos. senhores, Via e-mail solicitei informações sobre subsidio T$ - Bicicleta elétrica comprada em 2025 - e não se consegue nem vossa resposta de existência ou não de potenciais candidaturas, e no site, já registado, não se consegue avançar para colocar os documentos. Isto é, perfeita nuvem de fumaça que não mostra se o programa está a funcionar e se se pode candidatar. Além disso o site é complicado, isto desde muitos anos que não existem melhorias básicas para esclarecimento e introdução de dados e registros... Aguardo vossa resposta. Duarte Fonseca NIF 183354419
Erro de informação de colaboradores ao cliente
Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar o vosso apoio na resolução de uma situação com o Banco BPI, relacionada com o meu cartão de crédito. No dia 31/03/2025 efetuei o pagamento de 1.004,96 €, com o objetivo de liquidar a totalidade da dívida do cartão. Antes de o fazer, contactei a linha de apoio do BPI e fui informado que esse pagamento bastaria para saldar toda a dívida. Mais tarde, fui informado de que uma compra em cotas (movimento fracionado) não tinha sido liquidada. O BPI reconheceu a falha de informação e devolveu os juros cobrados. No entanto, insiste que a dívida se mantém e deve continuar a ser paga mensalmente, mesmo tendo sido gerada por má informação da própria instituição. Alega ainda que utilizei parte do saldo disponível num cash advance posterior, o que só ocorreu porque me foi garantido que a dívida estava completamente saldada — logo, esse movimento foi consequência direta da falha de informação. O BPI recusa-se a cancelar ou saldar o valor fracionado, mesmo tendo assumido a responsabilidade pelo erro. Considero esta conduta abusiva e contrária aos princípios de boa-fé bancária. Agradeço o vosso apoio na tentativa de resolução deste problema, ou orientação sobre os passos mais eficazes a seguir. Com os melhores cumprimentos, Luis Carlos Gonçalves Crisóstomo Email: luisovskycrisostomo@gmail.com Telefone: 933131399 Cliente BPI: 5-5206683.000.001
Incumprimento Pagamento Prémio Salarial
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma queixa formal relativamente ao incumprimento do pagamento do prémio salarial de qualificações referente ao ano de 2025, conforme previsto no Decreto-Lei nº 134/2023, de 28 de dezembro, que estabelece a atribuição de um prémio pela valorização profissional obtida, a pagar durante o número de anos correspondente ao número de anos equivalentes ao ciclo de estudos conducente à atribuição do grau académico subjacente. De acordo com informações prévias, o prémio salarial de qualificações deve ser pago anualmente até ao dia 30 de julho de cada ano. No entanto, até à presente data, o pagamento relativo ao ano de 2025 não foi efetuado. O incumprimento deste prazo prejudica diretamente os jovens trabalhadores que, como eu, têm direito ao pagamento do referido prémio, o qual visa a valorizar a qualificação como um incentivo financeiro ao exercício da profissão em território nacional. A minha qualificação cumpre todos os requisitos exigidos para a atribuição do prémio salarial e o pagamento deveria ter sido efetuado de acordo com os prazos estabelecidos, ou, pelo menos, deveria ter sido dada uma justificação formal para a não execução do pagamento. Dessa forma, venho solicitar a devida intervenção para que possam ser realizadas as intervenções necessárias com a finalidade de impulsionar a resolução do pagamento do prémio salarial de qualificações referente ao ano de 2025, e para que o mesmo seja realizado com a maior brevidade possível, em conformidade com o Decreto-Lei nº 134/2023. Na expectativa de uma resolução célere e do vosso apoio nesta matéria, apresento os meus melhores cumprimentos.
Penhora de IRS de herança de Maria da Soledade Martins Seabra
Exmos Srs. Tenho estado sempre em contacto com a vossa empresa de advogados por causa de um processo executivo da minha mãe, Maria da Soledade Martins Seabra, falecida a 28 de Fevereiro de 2025. A minha mãe, Única e legítima devedora foi citada em Outubro de 2024 em virtude do incumprimento do valor com a vossa entidade. Acontece que desde junho de 2024 quando se descobriu o cancro a minha mãe fou sujeita a internamentos de vária ordem o que a impossibilitou de diligênciar no sentido de cumprir com as obrigações perante V/exas. A situação da minha mãe detetada foi de cancro terminal em fase extremamente avançada o que posso comprovar com inúmeros relatórios médicos e relatórios de internamento. Em outubro, quando foi citada da execução feita por vocês a minha mãe estava em tratamentos bastante agressivos e internamentos frequentes...passei a ser eu a comunicar com os vossos advogados no sentido de conseguir um acordo que fosse viável para a minha mãe cumprir, entretanto houve penhora do vencimento de Dezembro de 2024 pois que quando me apercebi do sucedido a Dra lara vossa advogada já não conseguiu reverter a situação. Nessa altura começou a diligênciar se no sentido de obter entre vocês e a minha mãe um acordo de pagamento...esse acordo numa primeira versão foi enviado em Janeiro, por acaso a minha mãe estava internada, pedi à Dra Lara para junto de vocês fazer uns pequenos ajustes para que a prestação ficasse mais suave. O acordo seria para ser pago, mediante assinatura da minha mãe, em meados de Fevereiro, acontece que a minha mãe esteve internada janeiro e Fevereiro. Entretanto a penhora foi suspensa e o vencimento de Janeiro Fevereiro e Março não vieram penhorados. Informei a Dra. Lara de que a minha mãe estava internada e por isso pedi que os prazos fossem prorrogados para que ela pudesse assinar e pagar. Conforme email que enviei à Dra Lara a minha mãe piorou e o prazo limite era dia 24 de Fevereiro...nessa altura conforme informei a minha mãe estava em estado vegetativo e com respiração mecânica vindo a falecer 4 dias depois. Mal aconteceu o sucedido enviei para a Dra Lara a certidão de óbito e uma declaração das finanças a comprovar a inexistência de bens, tanto é que não tive que pagar qualquer valor de imposto de selo. Os vencimentos da minha mãe de Janeiro Fevereiro e Março não estavam penhorados e qual não é o meu espanto que só agr soube que a penhora deixou de estar suspensa dia 24 de Fevereiro não tendo sido informada disso. Eu não sou a responsável legal da dívida, não podia assinar qualquer acordo de pagamento, por tal o acordo nem chegou a ser celebrado. Pior ainda foi dia 27 de julho ter sido informada que o IRS da minha mãe tinha sido penhorado. Como é isto possível??? Eu venho, por este meio dizer que tenho como comprovar tudo o que mencionei...sempre me preocupei com esta situação e por isso mantive sempre o contacto com a Dra Lara que desconhecia a penhora do IRS. Não há bens na herança...a única coisa que a minha mãe me deixou foi o reembolso de IRS...neste momento estou desempregada à procura de emprego incessantemente porque tive que me desempregar para tratar da minha mãe...fui despejada de casa arrendada conforme comprovativos que enviei para os vossos advogados...não tenho dinheiro para alugar nem sequer um quarto, não tenho dinheiro para comprar comida, não tenho dinheiro para ir à farmácia...posso comprovar tudo isto.. Esse dinheiro era para eu poder reorganizar a minha vida até ter emprego. Continuação... Esse dinheiro de IRS era para eu poder reorganizar me, alugar um quarto e ir comprando comida e medicação até arranjar emprego. Eu estou numa situação de limiar de pobreza...peço mui humildemente e respeitosamente que tenho em consideração o estado em que me encontro e as inúmeras tentativas que fiz para resolver a situação desde o início mas a minha mãe esteva muito mal...não conseguia assinar absolutamente nada nem cumprir com nada...a sorte é que tenho acesso ao email dela e pude ter noção do que se estava a passar e começar a tratar com a Dra. Lara. Eu estou na pobreza...sem dinheiro...haja solidariedade e humildade para com a minha situação. Tudo fiz para cumprir com as obrigações da minha mãe mas não me podia substituir a ela em nada pois que não tinha procuração nem ela tinha condições para ter noção de absolutamente nada. Peço por tudo que me devolvam IRS foi a única coisa que me restou e neste momento estou no limiar da pobreza não sabendo se amanhã tenho onde dormir ou se tenho que dormir na rua. Da informação que tenho a minha mãe tinha um seguro que cobria em caso de morte. Mais insisto que não me podem tirar a única coisa que pode manter alguma da minha dignidade... Estou sem nada ..absolutamente... Tenho como comprovar tudo Peço clemência. Peço que não seja necessário ir psra tribunal aumentar os gastos com o processo. Peço humildemente que olhem ao caso concreto e à atipicidade do mesmo Olhem para a situação da herdeira que neste momento nem onde dormir tem. Atentamente, Mariana Seabra.
Air Europa - Mau atendimento, negligencia e discriminação em voo
No voo da Air Europa, o embarque demorou muito por causa do overbooking e os funcionários foram extremamente rudes desde o início. Antes de saber que o voo estava lotado, tentei sentar numa poltrona aparentemente vaga porque tenho fobia de aviões e lugares cheios, e mesmo medicada, estava ficando sem ar. Quando me sentei, fui repreendida de forma grosseira por um comissário que falava só em espanhol, mesmo o voo saindo do Brasil, e me tratou em tom alto, como se eu fosse uma criança malcriada, me deixando muito constrangida. Ele ignorou totalmente meu pedido para que falasse um idioma que eu entendesse e manteve uma postura ríspida, quase agressiva, o que aumentou minha ansiedade e desconforto. Voltei ao meu lugar marcado e uma passageira ao lado, percebendo meu desconforto, explicou em português que o voo estava lotado por causa do overbooking e que a tripulação estava sendo ríspida com vários passageiros. Durante o voo, após a refeição, aguardei quase 30 minutos para que recolhessem o prato, pois por causa dos remédios que tomo para regular emoções, preciso ir ao banheiro logo depois de comer. Como o espaço era muito apertado e não estava no corredor, não podia me levantar com a bandeja à frente. Cansei de esperar, levantei-me com o prato e pedi ao mesmo comissário que o recolhesse ou que me deixasse jogá-lo fora, explicando minha urgência, mas ele foi rude e recusou-se. Ele me ignorou e virou as costas, demonstrando clara falta de empatia e descaso total pela minha situação, como se minha necessidade fosse um incômodo. Procurei outra comissária da classe executiva, que aceitou pegar o prato, mas acredito que ela o colocou no chão, pois ao sair do banheiro, o mesmo comissário veio até mim, em espanhol e tom elevado, acusando-me de ter deixado o prato no chão, ignorando minha explicação. A passageira ao lado comentou, rindo, Ele realmente não gosta de você. Depois disso, ele me ignorou totalmente; pedi água e café e fui ignorada o voo inteiro. A passageira pediu a água para mim e ele a entregou, mas virou as costas, fingindo que eu não existia. Durante toda a viagem, ele se recusou a falar qualquer idioma que eu entendesse, me fazendo sentir invisível, humilhada e discriminada. Sua postura era hostil, parecia deliberadamente maltratar-me, como se eu fosse um problema. Quando o avião aterrissou, apesar de no horário, tivemos quase uma hora de atraso para desembarcar, porque liberaram a classe executiva primeiro. Ficamos amontoados, em pé, num corredor estreito, com empurra-empurra, calor e relatos de assédio. Parecia um transporte público no horário de pico. Quando finalmente desembarcamos, tivemos que correr para não perder a conexão para Porto, que só consegui pegar porque a fila estava quase no fim. Foi a pior experiência de voo da minha vida, pior até que viagens de ônibus no interior do Brasil, com muito menos conforto e respeito. Não volto a voar com a Air Europa e não recomendo a ninguém que precise viajar entre Brasil e Europa. Estou abrindo novamente a reclamação por total ausência de interesse por parte da empresa na resolução durante as tentativas anteriores. Após tentar solicitar uma retratação diretamente com empresa (protocolos RCC-AXTMB24 , RCC-AENNQY2), recebi somente um pedido de desculpas. Depois da abertura de duas reclamações no consumidor.gov ( protocolos 2025.06/00011351239 e 2025.08/00011629825) a empresa voltou a me contactar pelo meu email pessoal, disse que resolveríamos o problema através do canal "fale conosco" e depois encerrou o assunto com mais um pedido de desculpas (dessa vez o terceiro) Diante dos fatos relatados, venho requerer a devida reparação por danos morais sofridos durante o voo operado pela companhia Air Europa, em razão dos constrangimentos, maus-tratos e condutas discriminatórias praticadas por um membro da tripulação. Fui reiteradamente tratada com desrespeito, ignorada em minhas necessidades básicas, exposta a humilhações públicas e privada de um atendimento digno, mesmo tendo deixado claro meu estado de saúde e minhas limitações. Tais atitudes configuram não apenas falha na prestação de serviço, mas evidente violação aos direitos da personalidade, à dignidade da pessoa humana e à integridade psíquica da passageira, ensejando o dever de indenizar nos termos do ordenamento jurídico vigente.
Baixa médica indeferido
Estou com incapacidade temporária para o trabalho, fui nas urgências e recebi uma baixa médica do dia 06/07/2025 ao dia 11/07/2025, no dia 11/07/2025 fui no médico de família ele passou uma baixa médica de 30 dias, 12/07/2025 a 10/08/2025 pois a medicação que estou tomando tem reacções que não consigo sair de casa, tomo Alprazolam 1mg,Sertralina 50mg e mexazolan, tomo todos diariamente. E a segurança Social deu indeferida, quero saber como resolver isso, tenho despesas para paga e não sei o que fazer
BURLA
Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar a devolução do meu dinheiro, pois no dia 27/06/2025, efetuei uma compra, no valor de 42,90€, através do site shopportugues, pelo que descobri que o site é uma fraude e que a entidade e referência são vossas! Será possível me ajudarem a reaver o meu dinheiro? Atentamente
Troca de telemóvel
Prezados, Venho por meio deste manifestar minha insatisfação com o atendimento prestado pelo seguro referente ao meu aparelho iPhone 15 na cor rosa. Recentemente, acionei o seguro após o vidro traseiro do meu aparelho quebrar. Fui informado de que o procedimento padrão seria a substituição do vidro. No entanto, caso isso não fosse possível, seria feita a troca por um aparelho igual ou superior. Para minha surpresa, recebi um iPhone 15 preto, sem caixa, sem os acessórios e aparentemente em condições inferiores ao meu aparelho original, que estava em excelente estado fora o dano pontual no vidro traseiro. Gostaria de reforçar que: Meu aparelho original era um iPhone 15 rosa, cor que influenciou minha escolha de compra; O modelo enviado não corresponde às características do meu dispositivo original; Não recebi nenhum acessório ou item adicional que compensasse a troca inadequada; Em nenhum momento fui consultado ou autorizado essa substituição por um modelo que não atende às minhas expectativas e condições originais. Solicito, com urgência, uma reavaliação do caso e a substituição adequada do meu aparelho por um modelo equivalente ao meu original — inclusive na cor e com os devidos itens que o acompanham, conforme as condições do seguro contratado. Fico no aguardo de uma resposta rápida e resolutiva, e me coloco à disposição para fornecer quaisquer informações adicionais necessárias. Atenciosamente, Millena Silva Nif: 305874438 Tlmv: 963 548 927
Generali Tranquilidade - Sinistro não resolvido – má-fé, falta de resposta e recusa de mediação
Em março de 2025, a minha propriedade foi severamente afetada por uma tempestade, resultando em danos diretos em várias estruturas fixas (vedações metálicas, candeeiros, contaminação da piscina, entre outros), conforme documentado e fotografado. A apólice de seguro multirriscos, com cobertura Premium, está ativa na Tranquilidade / Generali. Desde então, e apesar dos contactos via mediador, da apresentação de orçamentos e da realização de peritagem no local, a seguradora recusou-se a assumir responsabilidade, invocando justificações frágeis e infundadas, ignorando por completo os elementos apresentados. Por iniciativa própria, recorri ao CIMPAS para mediação do conflito. No entanto, a Generali recusou participar no processo de arbitragem, revelando total desinteresse em resolver o conflito ou proteger os interesses do cliente. A ausência de resposta efetiva, o desrespeito pelas coberturas contratadas e a recusa sistemática de diálogo demonstram uma grave violação do dever de boa-fé. Esta experiência revelou uma conduta inadmissível para uma entidade seguradora que se apresenta como “confiável”. Estou profundamente desiludida e sinto-me completamente desprotegida como consumidora, não havendo qualquer tipo de prazos legais que as seguradoras tenham de cumprir, um verdadeiro "Faroeste", posto isto e neste contexto, não aconselho qualquer consumidor a recorrer a esta seguradora pois no momento mais crítico é isto que estará á espera "no fim da linha".
Burla
Quando acedi a minha conta vi que me tinham levantado por duas vezes o valor todo na conta. Dois movimentos por parte da Sfp online Figueira da Foz um de 500€ e outro de 34€ até ficar sem valor na conta que não fui eu que realizei quando contactei o banco o mesmo informou me que o cartão deve ter sido clonado e usado online. Ao me dirigir ao banco foi me informado que o cartão deve ter sido clonado e que foi a partir de pagamentos autorizados de mbway ao qual não recebi nenhuma notificação nem sms nem nada por parte do mbway. Quem é responsável por tal acontecimento é o que me vai acontecer ao valor retirado será que o banco assume?
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