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Real Seguros anula apólice para duplicar o seu custo
Cliente há vários anos da Real Seguros (Vida), possuía um seguro de acidentes pessoais, com uma anualidade de 31,00€, pagável por multibanco, através de elementos que a seguradora enviava anualmente, mas neste ano de 2021, em plena Pandemia, nada recebi. Como sempre enviavam esses elementos antes da limite de pagamento (31/03) nunca a fixei nem imaginei que a seguradora não os enviasse propositadamente para dessa forma (falta de pagamento) anular a apólice, com a intenção de mais que duplicar o seu custo, mas foi o que aconteceu.Este ano, com as preocupações dirigidas para a Pandemia que assolava Portugal e o Mundo, o prazo passou e a real Seguros nenhum aviso de pagamento me enviou, nem as respectivas refer~encia para pagamento, pelo que a apólice foi por eles anulada em 31/03/2021, por falta de pagamento.No dia 02/04/2021 recebo um SMS com um erro ortográfico e um hiperlink, alegadamente enviado pela Real Seguros, informando que o pagamento do recibo 21.10.97236 nao ocorreu na data devida. Sabendo dos SMS e emails piratas que por aí circulam, com tentativas de roubar dados pessoais e bancários, não cliquei no link e desvalorizei, pois também não imaginei uma seguradora a fazer erros de português...Algum tempo mais tarde lembrei-me do assunto e contactei o mediador a questionar qual a data de pagamento da apólice e sou informado que a mesma tinha sido cancelada (por falta de pagamento) e que para reactivar teria que fazer uma nova, que me custaria não os 31.00€ anteriores mas sim 66.00€, ou seja com um aumento não de 5% ou 10%, nem de 20% nem de 30%, ou até de 40% ou 50%, mas sim de, pasme-se, 113%...Valor que rejeitei de imediato tendo contactado directamente a Real Seguros que me assegurou nada poder fazer para manter a anterior apólice e o anterior valor, mesmo com a minha proposta de manter a data de renovação anterior, com o prejuízo de perder 3 meses de seguro, pois alegam ter enviado 1 email e 1 SMS com os dados de pagamento e eu não tinha pago...Rejeitei essas alegações pois nenhum SMS ou email recebi com as referências de pagamento mas não aceitaram as minhas explicações e reclamação, preferindo perder assim um cliente antigo e que nunca tinha dado qualquer prejuízo por sinistro a essa seguradora.Lamentável e prepotente atitude de mais uma empresa que opera no mercado português e que nenhum respeito tem pelos consumidores.
Penhora excessiva da pensão
Existe uma penhora sobre a minha pensão, que excedeu no mês de Julho o determinado por Lei 1/3 do valor líquido, conforme exposição anexa que efectuei junto da CGA.Na pratica a lei sómente permite um máximo de penhora de pensão de 33,33% do valor liquido, sendo que a CGA aplicou 44,77% do valor liquido da pensão e do subsidio de férias, tendo-me lesado em 413,44€.A CGA escuda-se com os executores e pelos vistos não cumpre a Lei vigente limitando-se a penhorar o valor que eles lhe informam.Tudo esta explicado nos mails anexos, pelo que agradeço a V/ajuda no sentido do cumprimento extrito da legislação em vigôr.
Avaliação de um imóvel
Boa tarde, Vimos por este meio apresentar a nossa reclamação no seguimento da avaliação de um imóvel, decorrente do processo de crédito de habitação, no Balcão do Novo Banco na Costa de Caparica. Assim, resumindo o processo até à data, no dia 31/05/2021 o imóvel em questão foi avaliado, tendo decorrido mais do que os cinco dias úteis até à entrega do relatório de avaliação, pelo que a mesma só ocorreu no dia 14/06/2021. No dia 17/06/2021 foi enviada uma reclamação à avaliação realizada, na qual foi apresentado um estudo de mercado que justifica o aumento do valor do metro/quadrado, de acordo com as vendas realizadas nos últimos meses, na zona na qual se localiza o imóvel. A reclamação foi enviada para o Balcão que reencaminhou para um Departamento, pelo que a resposta negativa chegou no passado dia 08/07/2021. Assim, para além do incumprimento dos prazos estabelecidos e da avaliação inferior aos valores necessários para a realização do empréstimo bancário, o relatório enviado pelo Novo Banco não apresenta os requisitos legais, determinados em Diário da República 1.ª série — N.º 179 — 14 de setembro de 201, no art. 20, no qual se prevê que o relatório da avaliação de um imóvel tenha como elementos identificativos a “Identificação dos peritos avaliadores de imóveis que elaboram o relatório de avaliação, bem como do correspondente número de registo atribuído pela CMVM. Quando aplicável, identificação da denominação social da pessoa coletiva por conta de quem os peritos avaliadores de imóveis atuam e do número de registo atribuído pela CMVM”.É ainda, obrigatória, e passo a citar, a “Fundamentação da escolha do ou dos métodos de avaliação e descrição pormenorizada da sua aplicação” (alínea c). No entanto, no relatório de avaliação recebido, apenas é mencionado que o método aplicado foi o método comparativo, não tendo sido realizada nenhuma descrição pormenorizada da sua aplicação, nem a amostra representativa, tal como regulamentado pelo CMVM, no Regulamento da CMVM n.º 97/11- Critérios de Avaliação e Peritos Avaliadores dos Imóveis dos Fundos de Investimento Imobiliário, no art. 4, no qual está descrito que o “Método comparativo - consiste na avaliação do imóvel por comparação, ou seja, em função de transacções e/ou propostas efectivas de aquisição relativamente a imóveis com idênticas características físicas e funcionais, cuja localização se insira numa mesma área do mercado imobiliário. A utilização deste método requer a existência duma amostra representativa e credível em termos de transacções e/ou propostas efectivas de aquisição que não se apresentem desfasadas relativamente ao momento de avaliação”.Para além dos aspetos referidos, é de salientar que foi realizada uma reclamação ao relatório de avaliação, que segundo a informação que nos foi veiculada via e-mail pela gestora Carla Alexandra Ferreira Ventura, do balcão da Costa de Caparica, foi enviada para um departamento e depois reencaminhada para a empresa de avaliação. No entanto, não temos, até à data, acesso a nenhum comprovativo que nos indique isso mesmo, pois segundo a gestora, essa informação é de cariz interno e o cliente/consumidor não poderá ter acesso. Quando confrontámos a gestora acima referida, relativamente ao incumprimento legal do relatório enviado, a mesma afirmou que o banco poderia ter realizado uma síntese da avaliação, apresentado apenas dados relevantes aos clientes. Mas, se existe um valor a ser cobrado por um serviço completo, não será legítima a cobrança desse mesmo valor por uma “síntese” da informação, pelo que, assim sendo, o consumidor apenas terá que pagar, no máximo, um valor proporcional a esse mesmo resumo.Por último, consideramos importante salientar que, quando numa primeira reunião no balcão, foi-nos dito que o Novo Banco realizava empréstimos com financiamento a 90%, mas que, no entanto, o imóvel teria de ser avaliada por 187.000€ ao invés dos 170.000€ de valor de aquisição, tendo sempre sido dito que claramente que este valor seria atingido. O mesmo não se verificou e o sucedido, contando com todos os atrasos nas respostas, causou vários problemas a nível de organização e gestão de dinâmica familiar, tendo sido defraudada a expectativa numa facilidade e rapidez no processo de aquisição do imóvel. Concluindo, pelos motivos apresentados, e acrescendo a falta de clareza na informação veiculada pelo Novo Banco, consideramos que não existe legitimidade para nos ser cobrado o montante pretendido pela entidade, uma vez que não foram cumpridos os tramites legais exigidos. Esta reclamação foi enviada para o Novo Banco no dia 14/072021 e até à data ainda não existiu resposta por parte da entidade bancária.
retenção indevida de dinheiro
a empresa viva wallet esta a bloquear indevidamente valores que pertence a minha empresa
Apólice automóvel - quebra isolada de vidros
Possuo uma apólice automóvel (pack família), na qual estão englobadas duas viaturas. Ambas as viaturas estão seguras, entre outras coisas, com a quebra isolada de vidros. Recentemente adquiri uma terceira viatura, e contactei a seguradora no sentido de fazer a inclusão da viatura na apólice já existente. Ficou definido quais as coberturas a aplicar (iguais às das outras duas viaturas já existentes) e foi-me comunicado o valor. Aceitei, e avançou-se com o seguro. No dia 12 levei a viatura em questão à inspeção na Glassdrive de Rio Mouro para vistoria aos vidros. Passados alguns dias, o valor referente ao pagamento da apólice de seguro foi descontado em conta através de débito directo. No mesmo dia em que o dinheiro me foi retirado da conta, mas somente após o dinheiro ser retirado da minha conta, sou contactado pela seguradora para me informarem de que não iriam aceitar a cobertura de quebra isolada de vidros por que a Glassdrive de Rio de Mouro registou que o párabrisas possui dois picos de embate de pedras. Manifestei o meu desagrado, antes de tudo, pelo facto de primeiro retirarem o dinheiro da conta e só depois informarem da recusa desta cobertura. Foi-me garantido de que iriam fazer o estorno do valor referente a esta cobertura, e até à data nada de devolverem o dinheiro ainda. Por outro lado manifestei o meu desagrado no sentido de ter contratado uma apólice com determinadas características, e se a seguradora achou que não poderia cumprir com as mesmas então tinha por obrigação informar primeiro o Cliente antes de procederem ao pagamento de qualquer tipo de importância. Manifestei ainda o desagrado pelo facto de recusarem a cobertura de quebra isolada de vidros somente por 2 picos no párabrisas que em nada compromete a segurança ou a integridade do vidro. No pior cenário podiam fazer a ressalva de recusarem qualquer reparação ao vidro, ou uma eventual substituição do mesmo caso se verificasse ter tido origem nesses dois picos. Recusarem pura e simplesmente a cobertura de 8 vidros no carro, porque um deles possui 2 picos (não está estalado, apenas picado) não me parece correcto. Celebrei os seguros com esta seguradora porque na altura foi recomendada como a escolha acertada da Deco Proteste. Quero assim dar a conhecer a decisão desta seguradora enquanto escolha acertada da Deco Proteste quanto à recusa de um serviço, no meu entender sem razões suficientes para tal, e também pelo facto de terem na mesma cobrado pelo serviço que se recusam a prestar. Por outro lado gostava de saber se posso rescindir o seguro com data imediata, com direito a ser ressarcido do montante, sem a apresentação de uma declaração de venda de viatura. Claro que com esta atitude a seguradora acaba de perder não uma viatura, mas sim as 3... Aguardo uma vossa resposta.
Reboque Recusado
No dia 7 de julho de 2021 entrei em contacto com a Logo para pedir um reboque para o meu veículo que se encontrava sem condições de circular devido a um problema no motor.Foi-me dito que o reboque não podia ser feito devido a se tratar de um contrato novo e que havia carência de 15 dias. Realmente pesquisei e havia esta carência. Tratei de mover o veículo por minha conta e leva-lo a uma oficina próxima que não é aquela que pretendia. Na semana seguinte circulei com o veículo e, inclusive realizei a vistoria dos vidros, que foi enviada para a Logo.No dia 16 de junho o carro apresentou um outro problema ainda mais grave no motor. Fui aconselhado pelo meu mecânico a parar imediatamente pois estava em risco de partir o motor e encaminhar o carro para a oficina, com auxílio de reboque. Como já havia se passado 15 dias desde o início do contrato, telefonei novamente a pedir um reboque (reitero que o carro não se encontrava mais no mesmo local, uma vez que a primeira situação havia sido resolvida por mim e já havia, inclusive, levado o carro a uma parceira da logo para fazer a vistoria dos vidros alguns dias antes)Aparentemente estava tudo certo para o reboque. Qual não foi a minha surpresa quando, já com o reboque presente no local e pronto para levar o carro, recebo uma ligação da logo a dizer que o serviço não está incluso na minha apólice e com um atendente a acusar-me de tentar usufruir de um serviço não incluso. Já reli o contrato inteiro e isso não é verdade. Possuo a cobertura LOGO TOPPING que inclui “assistência em viagem NORMAL” e que, segundo a própria Logo, inclui: “Desempanagem e reboque do veículo1.1 Em caso de acidente ou avaria do veículo seguro, que o impeçam de circular pelos seus próprios meios, o Serviço de Assistência organiza um serviço de desempanagem.Se a reparação não puder ser realizada localmente, garante o reboque desde o local da imobilização até ao local escolhido pela Pessoa Segura (em Portugal) ou até à oficina ou concessionário mais próximo (no Estrangeiro), respeitando sempre os limites fixados nas Condições Particulares.” De se ressaltar que o valor definido nas Condições Particulares é de 150 euros por sinistro, o meu veículo estava avariado mas ainda assim tive de arcar com o serviço de reboque. Desejo ser reembolsado por este serviço que estava incluso e a logo fez com que eu pagasse.
Reclamação assistência em viagem
Exmos. Srs., venho por este meio, apresentar uma reclamação e respetivos fatos:No dia catorze de julho do presente ano, pela 17h33, liguei para a assistência em viagem, no sentido de reportar que necessitava de auxílio por uma avaria imediata, do veículo de matrícula 13-NB-51, com a apólice nº 960217284, da Seguradora Ok Teleseguros/Via Directa.A avaria, foi precisamente na A33, sentido Sul/Norte, no final da saída Corroios/Vale de Milhaços.À espera da assistência em viagem estivemos 1h52, desde o primeiro contacto que salientei que na viatura em cima mencionada estava a minha esposa e as minhas duas filhas, uma de sete anos e uma recém-nascida de cinco meses, com as temperaturas a registarem 34 graus.Após o primeiro contato, às 17h33, foi-me dito que a assistência demoraria de 30 a 45 minutos. esperamos, os quatro dentro da viatura.Esperamos, os quatro dentro da viatura, que pelo não funcionamento da mesma não foi possível ligar o ar condicionado, e em virtude de estarmos numa saída do Auto Estrada não existia qualquer estabelecimento para nos resguardarmos.Às 18h17 volto a entrar em contato com a linha de assistência em viagem, na qual o seu operador informa-me que o reboque do prestador Brevauto teria avariado. Mas tomaram todas as medidas para enviar outro reboque. Pelas 18h37 recebo uma chamada do motorista do reboque a informar-me que não era da zona, e passo a citar a informação prestada pelo mesmo: -“Sr. João Gonçalves passei agora a ponte 25 de abril e estou na A2, mas não saí no Seixal, estou a caminho de Setúbal, envia-me a sua localização por WhatsApp para um contato movel que lhe vou fornecer.”E assim o fiz, espantado, como se hoje em dia qualquer pessoa tem um GPS, ou um telemóvel com o aplicativo GPS, e até já verifiquei reboques com GPS mais convencionais no vidro frontal dos mesmos. Para além que enviei a minha localização para um número de telemóvel que desconheço a origem ou o proprietário, como podem verificar imagem em anexo 1. Pelas 18h42, volto a contatar e contar o sucedido ao operador da minha de apoio a assistência em viagem, já numa agonia enorme pela situação que a minha esposa e filhas estavam a passar, o operador sempre a compreender a situação, indica-me que vai voltar a contatar o prestador. Às 18h45 recebo uma chamada do motorista do reboque a pedir desculpa pelo sucedido, mas que era alheio à situação, pois estava na base da empresa Brevauto na zona da Abóboda, e que dentro de 20 minutos chegaria ao local da avaria.E por fim, chega o tão desejado auxílio, às 19h25 com 32 graus conforme imagem em anexo 2, volto a repetir, 1h52 depois do pedido.A viatura será entregue na oficina amanhã.Todos os contatos feito com a linha de assistência em viagem foram devidamente gravados com a minha autorização.Em suma, uma chegada a casa pouco antes das 20h, tentado saciar a fome e sede de uma criança e uma bebé, tentando acalmar os estados de espíritos pois estavam alterados em virtude de uma espera de cerca de 2h dentro de uma viatura.Nós, não muito melhores, mas com um suporte maior, a aflição do tempo de espera, a agonia perante a ausência de auxílio e o psicológico pelos nossos filhos bastante agastados.Eu contratei e pago um serviço de Assistência em viagem. Eu sou cliente da seguradora, não das empresas de reboques.Esta reclamação seguirá para as respetivas empresas que regulamentam e tutelam os seguros em Portugal, bem como os direitos dos consumidores.Por fim, e perante fatos apresentados por mim e respetiva família, venho pedir uma compensação por todos os danos causados. Estarei ao vosso dispor para qualquer esclarecimento que seja necessário.Fernão Ferro, 14 de julho de 2021Com os melhores cumprimentos,João Gonçalves
Cancelamento de serviço sem ter sido autorizado
Este seguro foi ativo em Fevereiro de 2020. Fui contactada com uma notificação de não pagamento devido a uma falha bancária, contactei a seguradora, a qual informei que estava tudo operacional e que poderiam proceder ao débito direto. Nunca mais fui contactada, presumindo eu que estava tudo bem. Um ano depois exatamente no dia de hoje, contacto a seguradora para saber qual é o estado do meu processo e para apresentar um sinistro para por para o seguro, surpreendida eu quando sou informada que o meu seguro foi cancelado sem a minha autorização ou se quer ter sido informada. Disseram que depois de vários débitos cancelados, cancelaram o seguro. Pois eu mesma não fui informada nunca desta situação e ainda me retiraram o valor da conta, mesmo tendo sido cancelada. Para além de que o senhor com quem falei ao telemóvel representante da devida empresa, demonstrou-se um ignorante de primeira, um rude sem educação nenhuma, pois eu preocupada com a situação, o senhor limitou-se a dizer que e passo a citar “é um problema seu”. É de uma enorme falta de profissionalismo. Os clientes pagam para terem serviços prestáveis, não isto.
Informação não facultada
Bom dia,Gostaria de apresentar uma reclamação baseado nos seguintes factos:- nos dias 8 e 9/7, após várias tentativas de contacto com onde tenho a minha conta (Balcão InTouch), com o BPI Directo (linha de apoio ao cliente) e com o Balcão da Av. Roma (local onde levantei o pedido de distrate), ninguém se prestou a dar-me o valor do distrate APB associado ao meu empréstimo (ver ficheiro em anexo).Uma vez que irei ter a escritura de venda do imóvel associado a esse crédito no próximo dia 16/7 (conforme já será do conhecimento do BPI), necessito desta informação com a máxima urgência, pois caso contrário a mesma poderá não se realizar...
Burla, Incompetencia
Venho por este meio comunicar que em virtude de uma burla sofrida tanto pela operadora “phonix” como pela “lycamobile”, operadoras que confiscaram os meus saldos superiores a € 120,- enquanto em deslocação, fincando sem acesso a minha conta no netbanco do Santander Totta, cuja cliente só fiquei, quando este fagocitou o BANIF, meu banco desde sempre. Em tempos de pandemia, tentei resolver o problema e atualizar o meu novo número de telemóvel. Nem o atendimento telefónico, nem a SUPERLINHA souberam resolvê-lo. Porém, indicaram que teria de dirigir-me a um balcão do dito comércio e no terminal existente, proceder à dita alteração. Assim sendo, no dia 9 de Julho de 2021, dia da independência da República Argentina, empreendi o caminho até ao balcão indicado pela operadora da superlinha. O local do BANIF da minha conta, agora apresentava a insígnia do CA. Procurei outro balcão na cidade de Lagos, e a Superlinha indicou-me várias opções, uma no centro pedonal da cidade, outra em Portimão. Optei por caminhar até ao balcão mais próximo. Passando entre a multidão descontraída. dou com um prédio em remodelação, amoladoras estridentes cortando granito em meio a uma nuvem de pó, e a dependência também clausurada.Novo contacto com a superlinha, a operadora só sabe indicar a alternativa de Portimão ou Carvoeiro. Com o meu condutor, pesamos os 40 Km já percorridos e os 15 a percorrer, e a Portimão nos dirigimos. No largo 1º de Dezembro pensamos encontrar a solução para nosso problema: Um ATM Multibanco no exterior, outro no recinto interior e um outro terminal para depósitos no mesmo. Experimentei todos, naveguei por mares nunca dantes e todas as opções disponíveis, em vão. Nova ligação à Superlinha, desta feita um cavalheiro, que oferece guiar-me pelos meandros do sistema em vão. Frustradas estas tentativas indica-me a existência de outro balcão na rua Dom Carlos I da mesma cidade. Com alguma perícia ao volante pelos estreitos becos da pitoresca cidade algarvia, encontramos a agência ao pé da Av. Dom Carlos I. Estacionamos e caminhamos até ao local. Estupefactos constatamos a inexistência de um recinto interno, e a única existência de um terminal ATM Multibanco, com as mesmas limitações dos precedentes. Nova ligação à Superlinha Nova exposição e o cavalheiro de indicar-nos que na Av. D. Afonso Henriques finalmente encontrariamos os terminais adequados.Programamos o gps para a rua indicada. Em virtude das vias de sentido único, ao cabo de um percurso de uns dois quilómetros urbanos, chegamos, já descrentes da incompetência e do desrespeito descarado pelo nosso tempo e recursos, à rua paralela da Dom Carlos 1º, ao mesmo balcão. Pensamos ainda poder existir uma segunda porta e contornamos o prédio. Em vão.Novo contacto com a superlinha, agora sugerindo-nos a deslocação a FARO. Já levávamos 80 Km percorridos e três horas passadas sem resultados. Acabamos perdidos nos becos da cidade, onde a faixa de rodagem estreita demais para passar ao lado dos veículos estacionados, ficamos obrigados a circular, com a devida precaução, em sentido inverso. Chegamos ao pé do quartel de bombeiros e aí perto, vemos a insígnia luminosa do dragão encarnado, pensando que fosse a nossa salvação. Após estacionados, andamos e chegados à porta da loja, e a porta nada de abrir. Por informação de moradores na rua, fomos alertados, que o Santander já tinha fechado as portas definitivamente.Assim, arredamos caminho, humilhados, cansados e famintos após a odisseia do Santander que nos tinha incorporado, enquanto clientes do BANIF, onde tudo sempre funcionara sem problemas, com 170 Km percorridos e mais de cinco horas em tempo. Um embuste sem comparação, num pais na Europa.Na próxima Segunda-Feira 12 de Julho, teremos de voltar a percorrer mais de 140 Km, só para expor-nos ao contacto de potenciais transmissores da estirpe omega, com o único objetivo de ver atualizado o nosso número de telemóvel, para poder gerir o nosso património, antes da morte anunciada do único cartão do Santander Totta de que dispomos. Em termos ecológicos, constitui um ato delinquente.Quanto às nossas pessoas, é desrespeito descarado, tanto em tempo, como em dinheiro, ao preço do combustível e o desgaste do veículo, para não entrar em termos sanitários, onde se trata de um atentado à nossa integridade física e moral.Certamente saberão os comerciais da empresa sublinhar o carácter extraordinário e único na história, e saberão também vanglorar os aspetos alegadamente melhorativos das circunstâncias. Mas nunca saberão compensar na íntegra o dano ocasionado. E é por isso justamente, que já temos vindo a reduzir progressivamente nossa posição junto do comércio de venda de serviços pecuniarios Santander.
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