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Subscrição Prime
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação relativamente a uma cobrança indevida no valor de 69,99€, referente à subscrição eDreams Prime. Efetuei a adesão ao serviço Prime em outubro de 2024, no âmbito de uma viagem para Marrocos, pelo que a subscrição anual se encontra ainda válida até outubro de 2025. No entanto, ao realizar recentemente a compra de uma viagem de Roma para Lisboa, foi-me cobrado novamente o valor de 69,99€, correspondente a uma nova subscrição Prime, sem que tenha havido qualquer autorização da minha parte para essa renovação antecipada ou duplicação de serviço. Trata-se, portanto, de uma cobrança indevida, uma vez que o serviço já se encontrava ativo e pago dentro do período anual em vigor. Solicito o reembolso imediato do valor cobrado indevidamente (69,99€). Caso a situação não seja resolvida com a maior brevidade, irei proceder à apresentação de reclamação junto das entidades competentes, nomeadamente através do Livro de Reclamações Eletrónico, bem como à contestação do débito junto da minha instituição bancária. Aguardo uma resolução célere. Com os melhores cumprimentos, Jaqueline Castanho
O Pedido nunca chegou
Exms senhores A minha reclamação prende-se com dois pontos 1. A minha comida nunca ter chegado 2. a vossa assistência fraquissima da vossa linha de apoio. 1. A minha comida nunca chegou: No dia 14-03-2026 fiz uma encomenda na ubereats o restaurante é a boa poke. Fui acompanhando o pedido como faço sempre, e achei estranho a demora quando abri o gps e durante algum tempo o estafeta( segundo a vossa app) estava parado numa rua que ficaria a um quarteirão acima da minha morada de entrega. A minha morada de entrega está correcta e é usada com frequência em serviços da UBER. Durante meia hora ( tempo que estive na rua e ao frio), o vosso estafeta Sr.MAHBUB teimava que estava na rua correcta e eu dizia lhe que nao estava, nao conseguia enviar prints, por isso varias vezes insisti para colocar a minha morada numa outra app que nao fosse a da uber, porque poderia ter um bug no gps. Insisti mais do que 5 vezes, tentei ligar, e ele a insistiu durante este tempo todo que eu é que nao estava na rua. e eu à porta da minha morada ( na minha casa). Então o impensável aconteceu, o Sr MAHBUH enviou me uma foto com a minha comida num saco, e a dizer que ia dar a entrega como concluida que estava na morada que a app indicava e assim a entrega foi dada como concluida. Eu estava na morada certa na minha morada onde quase semanalmente recebo estafetas vossos ou uso serviço de TVDE. 2. Fui pedir ajuda atraves da vossa app, exigia obviamente que nao me fosse cobrado qualuqe valor e que me devia recompensar de alguma forma por todo o transtorno. A vossa resposta não uma mas três vossa, foi que como o estafeta tinha entrado em contacto comigo, então a uber nao se responsabilizava. Esta vossa resposta acabou por ser ainda pior que a falta de entrega do artigo. Porque bugs nas apps acontecem, gente com falta de brio a trabalhar tambem ou que nao sabe encontrar soluções. Impensável é a UBER com todos os registos que tem em meu nome e com a morada em questão não conseguir validar o que vos envio em anexo! Um recibo de uma entrega numa morada onde o vosso estafeta nunca esteve. Que se descarte completamente desta situação. E insistam que não têm nada a ver com a situação No mínimo exijo a devolução total do valor que me foi cobrado por uma refeição que nunca recebi.
Publicidade enganosa
Bom dia, No passado fim de semana do 14 a 15 de Março de 2026, tivemos a usufruir de 2 vouchers da Odisseias: 1 - Fugas a Dois: Voucher que inclui 1 noite com peq almoço psra 2 pessoas. Supostamente este voucher já se encontrava pago (60€). Efetuei uma primeira reserva onde tive de pagar um extra de 14,78€, por outras razões procedi ao cancelamento, e fiz nova reserva onde paguei novamente 14,78€. O alojamento onde ficamos não tinha serviço de pequeno almoço. Daí termos ido a uma pastelaria. 2 - 2 dias em família: Voucher que inclui 1 noite com peq almoço para 2 adultos e até 2 crianças até 12 anos. Em relação ao pequeno almoço, mesma situação do nº1 acima e em relação à criança tivemos de pagar o diferencial de quarto duplo para quarto triplo, que supostamente estava incluído no pack. Conclusão: venho solicitar a devolução dos (14,78€ x 2) + os valores dos pequenos almoços (8,65€ + 11,90€) + diferencial do quarto duplo para triplo (15€) Não consigo enviar as fotos respetivas por falta de MB. Ao dispor Muriel Gonçalves
Erro pagamento
Tentei fazer uma encomenda no dia 8 Jan e deu erro, voltei a tentar e deu erro, desisti. No dia seguinte fui ver ao banco e não saiu nada. Mais tarde recebi duas encomendas em casa, fui ver o extrato no banco e saiu duas vezes ( as vezes que deram erro). Sim recebi mail mas como não vou sempre ver o mail não vi, mas dia que recebi a encomenda verifiquei que tinha a confirmação da encomenda na mesma hora que me deu erro. Vi também que não foi pago um donativo 1€ e que o cartão foi desativado da PayPal por ter dado problemas de autenticação, mas os dois pagamentos ao fornecedor foram pagos. Reclamei e na PayPal dizem que o erro foi meu de não ter confirmado e por vezes isso acontece. Problema meu e não assumem o erro. Pretendo a devolução dos produtos e a minha devolução do dinheiro. Sinto que fui enganado
Airbnb - Fraude criminal no senegal: rede de extorsão, fotos falsas de goa e inação da airbnb
VILLA DES COCOTIERS Alojamento inteiro:casa em Saly, Senegal anfitrião Hervé https://www.airbnb.pt/rooms/30673595? guests=1&adults=1&s=67&unique_share_id=8c623982-e485-47a4-8398-4b3568f468fc Fraude de Localização (Bait and Switch), Extorsão e Risco de Segurança Grave! Tive muito medo e para preservar a minha integridade física tive de manter toda a calma possível e nunca dar a entender que tinha percebido todo o perigoso esquema. O local era muito isolado, não se via ninguém e eu não sabia onde me encontrava. Tive de fazer investigações por conta própria e procurar recolher provas. Venho denunciar uma situação de extorsão e risco de vida no Senegal (Villa des Cocotiers), facilitada pela negligência e falta de verificação da Airbnb. Fui vítima de uma rede criminosa operada por um taxista e um guarda sob a identidade falsa de um anfitrião chamado "Hervé". PROVAS DE BURLA IRREFUTÁVEIS: 1-FRAUDE VISUAL: O anúncio utiliza fotos da Praia de Goa (Índia) para vender um local inexistente no Senegal. OFERTA DE SERVIÇOS INEXISTENTES: Não há praia próxima, nem acesso privado à mesma (ausência de cheiro a maresia); Não há piscina infinita; Não há vistas deslumbrantes; Não há governanta; Não há espaço de trabalho próprio; Não há facilidades para churrascos; Não há TV ativa. IDENTIDADE FALSA:: O suposto anfitrião não existe. O taxista que me transportou para o local isolado aparece como gerente deste mesmo imóvel no site Abritel, provando o uso de perfis falsos e fraudulentos na Airbnb e utiliza a aplicação MBWAY! EXTORSÃO DOCUMENTADA: Fui levada para um local isolado e perigoso, onde sofri coação financeira. Tenho prints de WhatsApp onde o guarda admite explicitamente que "a fatura da eletricidade cobrada não é para o cliente". NEGLIGÊNCIA DA PLATAFORMA: Enviei um PDF de 14 páginas com provas detalhadas (CallApp, fotos de Goa, áudios e prints de WhatsApp) para o suporte oficial. A Airbnb ignorou a gravidade criminal do caso e encerrou a reclamação com mensagens automáticas, mantendo o anúncio ativo e expondo outros hóspedes a perigo real. Exijo o reembolso total imediato de todas as despesas (conforme detalhado no processo) e uma indemnização pelo trauma e risco de vida causado pela falha da plataforma AIRBNB no dever de vigilância. O suporte privado ignorou provas criminais, enviadas por e-mail (um PDF de 14 páginas com muitas provas e também um áudio e vídeo, enviados mais recentemente, o que constitui negligência grosseira e cumplicidade por omissão perante uma rede criminosa ativa. Ao ignorar provas documentais de extorsão e fraude de identidade, a Airbnb falhou no seu dever de diligência (Duty of Care), assumindo a responsabilidade civil e criminal por quaisquer danos futuros causados a outros hóspedes, uma vez que foi formalmente alertada para o perigo real. Esta queixa será também reportada às autoridades policiais competentes por negligência e cumplicidade com crime organizado, caso não haja uma tomada de medidas imediatas de ressarcimento integral e suspensão do anúncio fraudulento. A inação da Airbnb perante provas de extorsão e cativeiro psicológico não é apenas uma falha de serviço, mas sim uma omissão de auxílio e conivência com uma rede criminosa ativa que coloca vidas em risco. Esta exposição pública serve de notificação formal de responsabilidade civil e criminal da plataforma.
Encomenda não efectuada
Fiz uma reserva no dia 07.03 onde a reserva não foi confirmada ate o fim o valor de reserva foi cobrado onde tentei varias vezes de entrar em contacto com o apoio mais sem sucesso nenhum porque so da para falar com assistência virtual onde foi comunicado que vou ter o meu reembolso de volta do valor todo que foi cobrado como a reserva não foi confirmada durante 10 dias úteis ja passou os 10 dias e não tenho o meu reembolso e a empresa não está me dar nenhuma informação agora quer dizer que fiquei sem o dinheiro e sem a viagem porque eu já não sei como contactar esta empresa para ter alguma informação porque os números de telefone que tem não funcionam e os e-mail não responde
COBRANÇA INDEVIDA
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativa a uma cobrança indevida no valor de **89,99€**, associada à alegada adesão ao serviço **eDreams Prime**. Verifiquei recentemente que foi efetuada uma cobrança na minha conta no valor de **89,99€**, referente à subscrição do serviço **Prime**. No entanto, **não autorizei nem consenti a adesão a qualquer subscrição deste serviço**, nem fui devidamente informado de que estaria a aderir a um plano pago recorrente. Considero, por isso, que esta cobrança foi realizada **sem o meu consentimento explícito**, o que viola os princípios de transparência e informação ao consumidor. Assim, solicito: 1. **O cancelamento imediato da subscrição eDreams Prime**, caso esta se encontre ativa. 2. **O reembolso integral do valor de 89,99€ cobrado indevidamente**. 3. Confirmação por escrito de que **não serão efetuadas futuras cobranças** associadas a este serviço. Caso esta situação não seja resolvida com a maior brevidade, reservarei o direito de apresentar reclamação junto das entidades competentes de defesa do consumidor, nomeadamente o **Livro de Reclamações** e o **Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo**. Agradeço a vossa atenção e aguardo uma resolução célere desta situação. Com os melhores cumprimentos,
Voo recusado para um passageiro doente
Em 13/03/2026, o meu sogro, que é um doente crónico, passageiro com mobilidade reduzida, que precisou ser transportado de ambulância do hospital até ao avião, foi tratado de forma terrível e desumana pela equipa da TAAG no aeroporto de Lisboa. Depois de 3 horas à espera deitado numa maca, com dores, com fome, com fralda suja, sem a medicação, a viagem lhe foi recusada e teve que voltar ao hospital, onde já tinha sido dada alta para viajar para Angola. Tudo acabou por falhar devido à falta de comunicação interna eficiente— tanto no próprio aeroporto, como entre o call center em Portugal, o call center em Angola, a supervisora do check-in, a supervisora da PORTWAY e, por fim, o chefe de escala. Uma completa falta de coordenação entre os departamentos, falta de consideração pelo passageiro. Tivemos o cuidado de fornecer várias vezes toda a informação necessária a uma enorme quantidade de pessoas envolvidas, e, no fim, a informação não estava no sistema e, quando foi colocada, não estava correcta. Ninguém teve o profissionalismo de se lembrar que ( já que se estava a causar dificuldades com a ambulância para entrar no aeroporto) o passageiro poderia ter sido assistido como PMR com a assistência da MYWAY, ou alguma outra solução. Se tratam assim um passageiro doente, com assistência especial, na classe executiva, nem imagino como tratam os outros. Foi um transtorno físico, mental e financeiro terrível para o doente e a família ! Chegando ao aeroporto às 4h30 da manhã do dia 14/03 para resolver a situação, a supervisora em serviço no balcão da TAAG nem se deu ao trabalho de falar conosco para, no mínimo, lamentar a situação; limitou-se a pedir a uma funcionária, Sonia, que nos atribuísse outro voo, e que fez o que podia para ajudar. Ficámos quase duas horas no balcão à espera de informações sobre o paradeiro das malas — sendo que uma delas continha a medicação do doente. No final, fomos informados de que as malas não conseguiam ser localizadas e que teríamos de viajar sem elas, sendo enviadas posteriormente noutro voo.Neste mesmo novo voo, a tripulação de cabine informou que a refeição diabética solicitada para o passageiro doente não foi incluída nesta segunda reserva, e o doente teve que comer refeição normal, que não era saudável para a sua condição de saúde. NUNCA mais viajo ou recomendo esta companhia aerea, É inaceitável que o Aeroporto de Lisboa permita que um tratamento deste tipo ocorra num aeroporto com tamanha reputação.
Falha grave na segurança de veiculo alugado
RECLAMAÇÃO FORMAL – FALHA GRAVE NA SEGURANÇA DE VEÍCULO ALUGADO Reclamante: Ricardo Rubira Morada: Rua Rogério Pedro, nº 49 – 2º Dto Alcochete – Lisboa – Portugal Empresa reclamada: Sixt – Rent a Car Data do aluguer da viatura: 10/03/2026 Data da devolução da viatura 11/03/2026 EXPOSIÇÃO DOS FACTOS No dia 10 de março de 2026 aluguei uma viatura da empresa Sixt na região do Porto com o objetivo de me deslocar até a minha residência localizada na cidade de Alcochete, distrito de Lisboa. No momento da retirada da viatura foi realizado o contrato de aluguer e a contratação do seguro oferecido pela empresa. No entanto, não foi realizado qualquer procedimento de vistoria do veículo na minha presença, tampouco me foi apresentado qualquer relatório de danos existentes na viatura. Ressalto que apenas me foram entregues as chaves do veículo, sem que qualquer funcionário da empresa me acompanhasse para verificar o estado da viatura, procedimento que normalmente é obrigatório em contratos de aluguer de veículos. Após utilizar a viatura para realizar o trajeto entre Porto e Lisboa, dirigi-me inicialmente à unidade da Sixt localizada na Gare do Oriente para proceder à devolução da mesma. Como não localizei o ponto de entrega adequado, dirigi-me posteriormente à unidade da empresa localizada em Prior Velho. No momento da devolução, o funcionário da empresa realizou a inspeção do veículo e foi identificado um corte significativo na lateral do pneu dianteiro direito da viatura. Fui então questionado sobre a contratação de seguro e sobre a vistoria inicial do veículo. Informei ao funcionário que nenhuma vistoria havia sido realizada no momento da retirada da viatura, pois apenas recebi as chaves do automóvel sem qualquer verificação do estado do mesmo. O funcionário informou ainda que tal procedimento seria “normal” quando o cliente contrata seguro, afirmação que considero extremamente preocupante e inaceitável. Cabe salientar que possuo fotografias da viatura e do pneu dianteiro direito onde o corte foi identificado e sinalizado com caneta, o que demonstra claramente o dano existente no referido pneu. RISCO GRAVE À SEGURANÇA Considero este facto extremamente grave, pois caso a viatura tenha sido entregue com o pneu já danificado, a empresa colocou deliberadamente em risco a minha segurança e a segurança da minha família durante todo o trajeto realizado entre Porto e Lisboa. Um pneu com corte lateral apresenta elevado risco de ruptura ou explosão durante a condução, especialmente em autoestradas e em velocidades mais elevadas, podendo resultar em perda de controlo do veículo, acidentes graves e até mesmo morte dos ocupantes. Portanto, trata-se de uma situação que ultrapassa um simples problema contratual, configurando uma possível falha grave de segurança na prestação do serviço por parte da empresa locadora. CONTACTO PRÉVIO COM A EMPRESA Após o ocorrido, enviei um e-mail à empresa Sixt relatando formalmente toda a situação. A resposta recebida por parte da empresa foi de que lamentavam o ocorrido e apresentavam desculpas pelo sucedido. Apesar do pedido de desculpas, entendo que tal situação é extremamente grave e não pode ser tratada apenas como um simples inconveniente, uma vez que envolveu risco potencial à segurança rodoviária e à integridade física dos ocupantes da viatura. FALHA NA PRESTAÇÃO DE SERVIÇO A empresa, enquanto fornecedora de serviço de aluguer de veículos, possui o dever legal de: - garantir que o veículo entregue esteja em perfeitas condições de segurança e circulação - realizar vistoria prévia do estado do veículo com o cliente - registrar eventuais danos existentes antes da entrega Nada disso foi realizado no momento da retirada da viatura. PEDIDOS Diante dos factos expostos, venho por meio desta apresentar reclamação formal e solicitar: 1. Reembolso integral do valor pago pelo aluguer da viatura. 2. Reembolso das despesas relacionadas ao uso da viatura, incluindo combustível e eventuais custos associados ao deslocamento. 3. Apuração da responsabilidade da empresa quanto à entrega de um veículo potencialmente inseguro. 4. Indenização pelos transtornos causados e pelo risco real à integridade física minha e da minha família. 5. Esclarecimento formal da empresa sobre os procedimentos adotados na entrega da viatura sem vistoria. Informo ainda que esta reclamação está sendo encaminhada simultaneamente aos órgãos competentes de defesa do consumidor e fiscalização, incluindo DECO, ASAE e Livro de Reclamações. Anexo a esta reclamação as fotografias da viatura e do pneu onde se encontra o corte identificado, bem como o registo da comunicação realizada por e-mail com a empresa. Solicito que esta situação seja devidamente analisada e que as medidas cabíveis sejam tomadas. Ricardo Rubira Rua Rogério Pedro, nº 49 – 2º Dto Alcochete – Lisboa – Portugal Data: 16/03/2026
Cancelamento de dois espetáculos
Venho por este meio apresentar reclamação relativamente ao cancelamento de dois espetáculos promovidos pela empresa Destinos e Profecias / LS Entertainment. Adquiri 4 bilhetes (2 para cada espetáculo), no valor total de 230 €: Concerto de Ivan Lins – previsto para 17 de janeiro (cancelado a 6 de janeiro) Concerto de Oswaldo Montenegro – previsto para 5 de junho (cancelado a 30 de janeiro) Até à presente data não foi efetuado o reembolso do valor pago, apesar de já terem decorrido vários meses desde o cancelamento. Solicito a vossa intervenção no sentido de apurar a situação e garantir o reembolso do valor pago. Junto anexo os bilhetes adquiridos, as informações de cancelamento, bem como mails trocados com a promotora dos espetáculos. Desde já agradeço a vossa intervenção e aguardo uma resposta. Com os melhores cumprimentos
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