Reclamações públicas

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E. A.
12/01/2026

ALLZONE FRAUDE NA DEVOLUÇÂO

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação formal relativamente à atuação da empresa AllZone, no âmbito da encomenda n.º 488523, por considerar que a vossa conduta configura má-fé comercial, prática abusiva e fortes indícios de fraude, violando os deveres legais aplicáveis ao comércio eletrónico e à proteção do consumidor. 1. Exposição objetiva dos factos Efetuei uma compra no site AllZone, a qual cancelei de imediato por suspeitas fundadas de fraude. Posteriormente, confirmei que existem inúmeros relatos públicos, documentados e reiterados, de consumidores que descrevem práticas comerciais defeituosas, enganosas e maliciosas por parte da empresa. Desde 29 de dezembro, fui informado de que o reembolso se encontrava “em processamento”. Até ao dia 12 de janeiro, o valor não foi devolvido. Nessa data, fui informado pela AllZone de que não é possível proceder ao reembolso pelo mesmo meio de pagamento, sendo-me exigido que contacte o meu banco para iniciar um processo de estorno junto do banco da vossa empresa. 2. Caráter abusivo e ilegal da posição assumida A posição agora comunicada é juridicamente inadmissível e revela um padrão organizado de evasão de responsabilidade, pelos seguintes motivos: a) O dever de reembolso é exclusivo do comerciante O reembolso deve ser efetuado pelo mesmo meio de pagamento utilizado, salvo acordo expresso em contrário — o que não existe neste caso. Transferir para o consumidor a obrigação de acionar mecanismos bancários não é legal, nem aceitável. b) Alegada “limitação técnica” não exonera responsabilidade Problemas internos com plataformas de pagamento, portais técnicos ou instituições financeiras não podem, em caso algum, prejudicar o consumidor. Tal argumento é irrelevante do ponto de vista jurídico e não suspende o dever de restituição do valor pago. c) Conduta dilatória e padrão de atuação O email enviado pela AllZone demonstra um modus operandi estruturado, no qual: O reembolso é prometido, O prazo é sucessivamente ultrapassado, Surgem obstáculos artificiais, O consumidor é encaminhado para terceiros (bancos), O valor é “creditado” numa carteira virtual interna, tentativa clara de reter o dinheiro e incentivar novas compras, o que não substitui nem suspende o direito ao reembolso monetário. Este comportamento é típico de práticas fraudulentas ou gravemente abusivas, destinadas a reter indevidamente fundos pelo maior tempo possível. 3. Irrelevância jurídica da “aceitação prévia” de estorno A alegação de que o consumidor deve iniciar um estorno bancário, com a promessa de aceitação posterior, não ilide a infração já cometida, nem substitui o dever legal de: Proceder ao reembolso direto, De forma célere, Sem impor ónus adicionais ao consumidor. O facto de a empresa disponibilizar instruções detalhadas para estorno não legitima a recusa em reembolsar, antes reforça a perceção de que esta prática é recorrente e sistematizada. 4. Violação de princípios fundamentais A atuação da AllZone viola, entre outros: O princípio da boa-fé contratual O dever de reembolso célere e eficaz As normas de proteção do consumidor As regras do comércio eletrónico e pagamentos à distância 5. Exigência formal Face ao exposto, exijo: Reembolso imediato e integral do montante pago, pelo mesmo meio de pagamento utilizado na compra Confirmação escrita do reembolso, com comprovativo financeiro Cessação imediata de práticas dilatórias e abusivas 6. Próximos passos Na ausência de regularização imediata, informo que irei: Avançar com chargeback junto do meu banco Submeter reclamação às entidades de defesa do consumidor Comunicar o caso às autoridades competentes Tornar pública a conduta da empresa em plataformas de avaliação e proteção do consumidor Esta reclamação visa defender os meus direitos enquanto consumidor e evitar que práticas idênticas continuem a lesar terceiros. Aguardo resolução urgente. Com os melhores cumprimentos, Edvalson Aguiar

Encerrada
J. M.
11/01/2026

Qualidade de serviço e atendimento

Venha desta forma reclamar o mau serviço prestado e a má qualidade de atendimento da empresa de serviços de carpintaria "Linhas Direitas". Cumprimentos, José Pereira

Em curso
F. G.
11/01/2026

Mal atendimento em loja

Exmos. Senhores, Senti-me ultrajado pela atitude de uma das colaboradoras da loja Primor, situada no MAR Shopping, na noite de 03/01/2026. Eu estava acompanhando minha companheira, que estava agachada junto ao chão, tentando pegar um batom do stand da Maybelline, quando a colaboradora pediu-me para que eu me dirigisse ao caixa em virtude do horário, varrendo-me com a mopa para fora do corredor. Então, me pus de pé e movi-me para que ela passasse com a mopa, cujo diâmetro é grande e equivale a toda a largura do corredor, impedindo a permanência de qualquer coisa e/ou pessoa a sua frente. Como ainda faltavam 14 minutos para o encerramento da loja, ela voltou a tentar pegar o batom e a mesma colaboradora, pela segunda vez, passou com a mopa varrendo-me outra vez, me impelindo a sair do local. Depois desse desrespeito, retirei-me da loja (sem o batom), no entanto, observei que a mesma ainda estava cheia de consumidores pelos corredores e caixas, uma vez que, como mencionei, ainda faltavam 14 minutos para o encerramento das atividades. Resido em Portugal há alguns anos e nunca fui destratado assim em nenhuma das lojas Primor. Minha companheira é cliente da Maybelline desde que ainda residia no Brasil e jamais foi maltratada desta forma por nenhuma vendedora da marca. Dito isto, acredito que esta (des)colaboradora, com a sua total falta de profissionalismo, não representa nem a Maybelline tampouco a Primor, destoando da excelência associada a estas marcas e não possuindo o indispensável ao fino trato para com os clientes. Esta situação foi bastante vexatória e constrangedora, ou seja: inadmissível. Por fim, para que nenhum outro cliente seja varrido e enxotado da vossa loja, registo esta denúncia na certeza de que as devidas providências sejam tomadas. Cumprimentos.

Encerrada
E. B.
11/01/2026

Devolução fraudulenta – plataforma libertou pagamento apesar de não devolução do artigo

Exmos. Senhores, Apresento reclamação contra a plataforma Vinted devido à forma como tratou uma devolução fraudulenta numa transação realizada através do seu marketplace. Vendi uma mala pelo valor de 350 €. Após a entrega, o comprador solicitou devolução alegando problemas com o estado do artigo. Aceitei a devolução de boa-fé. O pacote de devolução recebido não continha o artigo vendido. Em vez disso, continha um objeto metálico com cerca de 1,25 kg, colocado para simular o peso do artigo original. O comprador declarou falsamente que devolveu o bem correto. Carreguei provas fotográficas na plataforma (caixa fechada, conteúdo da devolução e etiqueta de envio). As provas foram aceites pelo sistema. Apesar disso, a plataforma libertou o pagamento ao comprador e recusou corrigir a decisão, alegando genericamente incumprimento de prazo, sem identificar o prazo nem proceder à verificação dos registos temporais. Trata-se de uma devolução fraudulenta por substituição do bem, situação em que a proteção do comprador não deve ser aplicada, uma vez que o artigo vendido não foi devolvido. Existe participação criminal por burla apresentada em Portugal, bem como processo de resolução alternativa de litígios em curso no CNIACC. Solicito a intervenção da DECO PROTeste para mediação do conflito e apoio na correção da decisão da plataforma, com restituição do valor de 350 €.

Encerrada
H. C.
11/01/2026
Nanochip - Informática, Lda.

Reembolso não recebido

Exmos Senhores: No dia 8/10/2025 fiz uma encomenda, via Internet, da caixa de computador NOX HUMMER ZX. A ref. da encomenda é MM 63143. No mesmo dia, fiz o pagamento por referência multibanco, no valor de 55,90 EUR (vd prova do débito na minha conta, em anexo). Perante a ausência de notícias, no dia 23/10/2025 telefonei para a vossa loja em Mem Martins para pedir explicações. O funcionário que me atendeu informou-me de que tinham recebido uma caixa, mas esta vinha danificada. Devolvida ao fornecedor para nova remessa, este teria declarado não ter mais em estoque nem receberia mais, por ter sido descontinuada, sendo impossível satisfazer a minha encomenda. Perante o sucedido, o funcionário perguntou se haveria outra caixa que eu pudesse adquirir em substituição da que estava descontinuada. Eu respondi que não, porque de todas as caixas que constavam do catálogo da loja aquela que encomendei era a única que reunia todas as características de que eu precisava. Então o funcionário pediu que eu lhe enviasse o IBAN da minha conta, para que me fosse feito o reembolso por transferência. Assim, no mesmo dia, às 17:24, enviei o meu IBAN por email (vd captura de tela do email, em anexo), tendo recebido, às 17:53, resposta da Nanochip dizendo que já tinha sido "requisitado ao nosso departamento de contabilidade a devolução do valor pago de 55,90€" (vd captura de tela do email, em anexo). O tempo foi passando e, verificando que nunca mais recebia o reembolso, no dia 27/11/2025 enviei novo email informando de que ainda não tinha recebido o reembolso e dando um prazo de 5 dias úteis para que este fosse efetuado (vd captura de tela do email, em anexo). Este prazo caducou no dia 5/12/2025, sem que eu tivesse sido reembolsado nem recebido qualquer resposta, até hoje.

Resolvida
A. N.
10/01/2026

Encomenda mal processada

Exmos. Senhores, No mês de dezembro efetuei uma encomenda de 4 telas com a impressão de fotos, tendo realizado o pagamento no ato da encomenda no site Minha-Tela. Passados alguns dias recebi um email a dizer que as fotos não tinham qualidade suficiente e teria a opção de imprimir assim mesmo ou de enviar fotos com mais qualidade. Optei por enviar fotos com mais qualidade e quando estava a carregar as fotos na plataforma, as fotos apareciam-me cortadas. Tentei contactar com eles de várias formas, email, whatsapp, para saber se as fotos iriam aparecer mesmo cortadas ou iriam aparecer na totalidade. Demoraram imenso tempo a responder e apenas depois de avisar que iria reclamar, responderam ao email dizendo que as fotos não seriam cortadas e que apareceriam na totalidade, que a plataforma apenas servia para mostrar a qualidade final. A resposta ao email foi: "Olá! A impressão será completa, sem cortes. Esta imagem é apenas para mostrar a qualidade final. Pode reduzir o tamanho ou alterar as imagens. Atenciosamente. Cumprimentos. Como previa, as telas chegaram todas com as fotos cortadas. Já fiz reclamação. Continuo a tentar contactar via email e whatsapp e nada...

Encerrada
P. V.
10/01/2026
Atelier do Douro

Encomendas fraudulentas

Exmos Senhores, Sou o Paulo Abreu Vieira e venho por este meio reclamar da empresa Atelier do Douro, que se faz passar por produtores e vendedores de artesanato Português, mas são importadores de produtos baratos feitos na china. Os produtos são enviados da china e não são artesanato Portugues, tenho a certeza que estão a burlar milhares de pessoas com este esquema fraudulento e enganador. Como poderão confirmas nas imagens, os produtos são de plástico barato e em nenhum lugar diz que é feito em Portugal. É necessário fechar esse negócio fraudulento, pois eles compram os produtos chineses muito baratos e vendem-nos como se fosse artesanato portugues. Obrigado

Encerrada
S. G.
10/01/2026

Pendente de "peça"

Há cerca de dois meses, o meu veículo Citroën C3 apresentou uma avaria grave. Após diagnóstico efetuado, fui informado de que se trata de um defeito de fabrico, facto que foi assumido pela própria Citroën. Apesar desse reconhecimento, o veículo encontra-se imobilizado há aproximadamente dois meses, sendo-me comunicado que as peças necessárias à reparação se encontram indisponíveis, sem que tenha sido apresentada qualquer previsão concreta para a sua entrega ou conclusão da reparação. Durante todo este período, não me foi disponibilizada viatura de substituição, apesar de depender diariamente do automóvel para trabalhar, percorrendo cerca de 50 km por dia. Face a esta situação, fui obrigado a alugar uma viatura por minha conta, suportando custos financeiros significativos que resultam exclusivamente de um defeito reconhecido como sendo de fabrico. Considero inaceitável que, perante uma falha assumida pela marca, o consumidor fique sem viatura por tempo indeterminado, sem qualquer solução de mobilidade e a suportar sozinho os prejuízos causados pela demora e pela falta de peças. Desta forma, solicito: esclarecimento formal sobre quem se irá responsabilizar pelos custos suportados com o aluguer da viatura; indicação de uma data concreta para a resolução da reparação; ou, em alternativa, a disponibilização de uma solução de mobilidade adequada até à entrega do meu veículo em condições normais de utilização. Aguardo uma resposta.

Resolvida
A. D.
09/01/2026

Viatura nova com avaria eléctrica

Exmos. Srs., Venho por este meio denunciar uma situação da maior gravidade. Adquiri um carro novo, um Tiguan de 2025, em Maio de 2025. Passado uns meses o carro começou com alarmes intempestivos, que apareciam e desapareciam. Esta situação verificava-se cada vez com maior frequência, mas uma vez ocorreu um aviso de perda de propulsão e efectivamente fiquei sem propulsão. Continuei a conduzir até casa e estacionei o carro. No dia seguinte já estava tudo bem. No entanto, achei melhor dirigir-me à oficina para que verificassem esta situação. Assim, no dia 10 de dezembro dirigi-me à SOAUTO de Carnaxide para o efeito, transmitiram-me que não tinham qualquer disponibilidade para me verificar o carro e só se quisesse fazer marcação. Marquei a entrega do carro para dia 6 de janeiro às 9 h. Hoje dia 9 de janeiro, passados 4 dias de terem o carro, após várias tentativas de contacto para saber informações, transmitiram-me que ainda não me podiam dizer quando é que me podiam entregar o carro, nem quando é que iam ter disponibilidade para o ver, pois tinha de ser uma determinada pessoa que tinha de fazer uns testes, mas não faziam ideia de quando isso iria ser possível e assim, não me podia dar qualquer informação. Acho absolutamente inqualificável que alguém ache normal prestar este tipo de serviço. O serviço foi marcado previamente, deviam ter em consideração a disponibilidade do pessoal da oficina, não é deixarem o carro 4 dias parado na oficina à espera que um determinado indivíduo tenha disponibilidade para a intervenção! Estamos a falar de um carro novo! Comprei o carro e os defeitos que ele apresenta são de fábrica, por isso deviam assumir a responsabilidade e, pelo menos, já que são completamente alheios a qualquer tipo de planeamento, que lhes permite dar as respostas aos clientes que eles merecem, pelo menos darem um carro para que o cliente se pudesse deslocar enquanto verificam a situação. Este tipo de empresa não pode ter uma certificação ISO 9001, pois isso é incompatível com este tipo de actuação. O que têm é um sistema de qualidade que só funciona e só existe no papel! Há vários anos que sou cliente da Volkswagen, mas o serviço tem-se vindo a deteriorar e se as coisas correm bem, está tudo bem, mas se correm mal é é preciso haver intervenção da oficina, é um filme de terror. Esta empresa não tem a mínima consideração pelos clientes. Desde 2018 já adquiri 3 carros novos, mas não tenho dúvidas que para mim a Volkswagen está acabada. Transformou-se numa chafarica! A mensagem que hoje me transmitiram ao telefone foi que eu não tinha qualquer importância como cliente, e que tinham a sua maneira de funcionar e era assim com todos, portanto pode passar uma semana, um mês ou um ano que o que temos é que esperar que haja disponibilidade. Neste momento estou sem carro, sem poder planear a minha vida, que ao contrário da empresa visada, eu planeio, e sem fazer a mínima ideia do que poderei contar quanto à entrega da viatura. Em toda a vossa actuação percebi que não têm o mínimo interesse nos vossos clientes, e agradeço a frontalidade, pois vou com certeza ter isso em consideração numa próxima vez.

Em curso
J. P.
09/01/2026

Recusa de troca

Exmos. Senhores, No âmbito do meu aniversário, celebrado a 27/12/2025, fui presenteado, entre outros artigos, com um blusão encerado da Mr. Blue. Tratando-se de um número acima do adequado — situação relativamente comum em prendas — procedi, como é habitual e expectável, à troca dos diversos artigos recebidos logo após o período festivo, já no início de janeiro. Todas as trocas decorreram sem qualquer problema, à exceção do referido blusão da Mr. Blue. O motivo apresentado foi o facto de o talão de troca apenas ser válido até ao dia 27/12/2025. Ou seja, exatamente o dia em que o artigo me foi oferecido. Um detalhe curioso, reconheço. Analisando com maior atenção o talão, constatei que a compra foi efetuada a 30/11/2025. Uma aquisição feita praticamente no início de dezembro que, imagino eu com alguma ingenuidade, dificilmente terá sido destinada a uso imediato e muito provavelmente a uma prenda de Natal. Ainda assim, o prazo de troca termina estrategicamente no próprio dia do Natal — ou, neste caso, do aniversário do destinatário — impedindo qualquer tentativa razoável de troca após a época festiva. O resultado prático é simples e eficaz: todas as prendas foram trocadas, exceto a única — e, por azar, a mais dispendiosa — da Mr. Blue. Uma solução engenhosa do ponto de vista operacional, embora pouco alinhada com o que normalmente se entende por serviço orientado para o cliente. Espero que a Mr. Blue prefira ficar associada a uma resolução sensata do problema e não a uma política que penaliza precisamente quem recebe prendas nesta época. Cumprimentos.

Resolvida

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