Reclamações públicas
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Instituições Empedernidas
Faz hoje precisamente 3 meses que apresentei Reclamação no Livro destinado às mesmas, na empresa Nossa Gente - Gestão de Condomínios, sediada no C. C. Via Europa, Rua Bocage, nº 10A - Loja 49 - 2830-002 Barreiro - NIF: 510785824. Isto sem que antes me fosse perguntado o porquê, quem era e me obrigarem a identificar com o C. C., o que colide com a Lei... mesmo assim, o Livro não me foi cedido e expulso com arrogância da loja, após um triste episódio que a criatura de má fé criou, quando ligou à patroa e provavelmente estava a comunicar qualquer coisa relacionado com o caso. (devo realçar que sou um idoso com mais de 70 anos e as minhas condições anímicas e física, não são as de outrora). Ligo à PSP do Barreiro que convidou a gerente Andreia Braz, a mesma que anteriormente a título de me intimidar, disse-me para ligar à PSP e ir beber um café com o marido que é polícia... Um dos senhores agentes convidou a gerente a ceder-me o Livro. A Reclamação foi manuscrita no corredor do Centro Comercial., numa mesa e cadeira tipo café/tasca, senão seria de cócoras em cima dos joelhos. Confesso que depois deste inesperado imbróglio, a disposição e alteração do sistema nervoso e até mesmo a cábula que foi manuscrita numa cópia da própria folha de reclamação retirada de um site, já nada se encaixava no espaço e o estado psicofísico, levou-me a cometer lapsos, (o 2º nº do cód. postal da empresa, não é 120, mas sim 002 a data da reclamação não foi em 2022 mas sim 2023 e uma troca rasurada do nº do meu C.C.) lapsos estes que foram sempre descritos às inúmeras autoridades de quem ingloriamente tento obter resposta, quando a Lei prevê prazos e que pune monetariamente tais procedimentos, como seja a negação do Livro. Tento seguir a queixa online, mas o serviço está desativado. Reclamo resposta a que tenho direito sem ter que mendigar, envio e-mails ao IMPIC, reclamo junto do DGC (Direção Geral do Consumidor) e preencho o formulário, envio e-mail à ASAE, volto ao IMPIC e preencho formulário. Como resposta a treta é sempre A sua Queixa foi submetida com sucesso, em breve será contactado. A referência seguinte é desta entidade - IMPIC Q/225/AC/2023. Não conformado com o silêncio desmesurado, também recorro ao Sr. Provedor de Justiça. Tive resposta e aconselhado a enviar documentação, lembrando o mesmo que: Aproveita-se a oportunidade para fazer notar que, salvo casos excecionais, que não se verificam na situação relatada, o Provedor de Justiça não atua relativamente a privados. Oxalá que o Livro de Reclamações não seja privado, que não seja privado o DGC, assim como ASAE, IMPIC e Provedor de Justiça... para quem pago dos meus impostos. O IMPIC que passou a ter jurisdição sobre a Gestão de Condomínios, onde o seu regulador Fernando Batista, diz em junho de 2022 referindo-se a estas empresas que há muitas empresas à rédea livre https://expresso.pt/economia/2022-06-20-Condominios-passam-a-ser-fiscalizados-pelo-IMPIC-64f184e4. Plenamente de acordo Senhor Fernando Batista, ENTÃO ATUE!!!Mais digo que não sou politicamente correto, mais digo que esta democracia não é aquela com que aspirei, mais digo e sem medo das palavras que as elites, compadrio, cooperativismo e mais a haver, dominam e invertem a verdade. Só a título de me amedrontar, disse-me (escreveu) a patroa desta empresa Nossa Gente de nome Sollange Alves, após das barbaridades que lhe aponteie e que colidem com a Lei, me deu de resposta: você nunca vai conseguir nada! Na altura, apenas queria a Ata, que me foi entregue a muito custo e a troco de custos da minha parte - vários e-mails, carta registada, propus-me até comprar a Ata a que tenho direito e que deveria ser entregue no prazo máximo de 30 dias, foi-me entregue passados 4 meses e 2 dias, sem que antes tenha sido adulterada após assinada pelos condóminos. Tanta barbaridade desta empresa que vende banha da c* e deveria ser fiscalizada quanto às contas da sua atividade, estando em posse do relatório da sua atividade, a mesma não está em consonância com o apregoado pela Patroa, que se recusa a fazer a assembleia Ordinária, obrigatória por Lei e os próprios Estatutos, pois tem muito trabalho e obviamente que não apresenta contas e certamente não as sabe fazer (eu já as fiz no que concerne a receitas), que tem proteção e me ameaça. Como também tenho direito à indignação não me inibo de levar este caso a outras instâncias, acaso esta entidade ficar vidrada, impávida e serena... tenho provas que esta empresa não devia estar a laborar baseando-me nos princípios de honestidade, que a mesma não consegue preencher um único item... as costas estão protegidas... bem sei porquê!OBS.: Onde estão os outros condóminos que são mais 10? – R: “são de boa boca!”, mais ainda quando fiz a auditoria em 2015 e faltavam cerca de 6 mil euros de quotas por quitar, cerca de 20 mil em obras impróprias para cardíacos ou não se notam por serem virtuais. Perdões porque são amigos e até aleatoriamente reduzir a quota mensal de um condómino. A ata foi por mim impugnada e até inimigo me chamaram. Os tribunais são o que são, no da Moita tudo é arquivado e…Gratos pela atenção e um obrigado a esta plataforma DECO PROTESTE, de me deixar levar e tornar pública esta Reclamação.
Fatura emitida novamente quase um ano depois de ter realizado e pago os exames.
Venho por meio desse comunicar a vossa exa.Estive no hospital da luz de Lisboa em 27/06/22 onde realizei consultas de gastroenterologia e realizei uma endoscopia com biópsia tudo isso pago por mim ao hospital quase 400€ nesse mesmo dia.Para minha surpresa a cerca um mês atrás emitiram uma nova fatura no meu com um serviço de biópsia 2x com a data da fatura como sendo referente referente ao exame do dia 27/06/22 ...Liguei ao hospital disseram que era uma atualização que houve nos serviços...É inadimissivel quase um ano depois querem cobrar uma atualização do serviço prestado, não faz sentido nenhum.Liguei para o financeiro do hospital, enviei e-mail para o financeiro e ninguém se quer responde , é uma vergonha tratarem assim às pessoas sendo um hospital privado e tão caro.
faturação luz e gás
Venho por este meio reclamar pela faturação excessiva e pela documentação incorreta das faturas emitidas.No dia 21 de Abril de 2023 recebi 3 e-mails com faturas, 2 com data de emissão de 20 de Abril 2023, uma referente à faturade gás no valor 25.66€, uma referente à luz no valor de 76.42€, e finalmente uma fatura com data de faturação de 20 deMarço no valor de 78.25€, fatura essa em que o valor real pago foi de 116.46€.Entrei em contacto com a linha de apoio da Endesa nesse mesmo dia e questionei toda a situação, ao que foi respondidoque tinha existido um erro de faturação no meu contrato e que deveria ignorar essas faturas e aguardar uns dias que iriareceber a fatura correta. 1 semana passou e nada recebi. Voltei a entrar em contacto com a linha de apoio e foi-meexplicado que tinham feito a cobrança excessiva de 38.21€ no mês de Março e que esse valor tinha sido descontado nafatura do mês de Abril, por isso as faturas foram enviadas em separado e que o valor real a pagar é de 63.87€. Expliquei quenão tinha nenhuma recebido nenhuma fatura com esse valor nem com entidade e referência para pagar ao que o Sr.automaticamente criou uma e enviou por sms para o pagamento ser efetuado. Pagamento esse que informei que não o fariaaté receber por email a fatura correta e o Sr. mencionou que o iria enviar. No dia 22 de Maio voltei a contactar a linha deapoio mais uma vez por ausência de resposta e voltaram a mencionar tudo novamente e que iriam enviar a fatura. No dia 23 de Maio de 2023 recebi a fatura referente ao mês de Abril no valor de 70.19€ onde está incluído uma taxa de juro de atrasode pagamento no valor de 3.85€ e nessa mesma fatura menciona que o valor da fatura do mês de Abril que se encontra em atraso é de 63.87€, fatura que á data de hoje não recebi. Mais informo que no dia 26 de Maio recebi 2 cartas a informar quea potência poderá ser reduzida e que se não for regularizada que irá ser feito o corte do serviço.
Mau desempenho dos serviços de instalação de equipamentos de ventilação
Good day. We ordered the installation of ventilation equipment in this company in Setubal . Before installation, the technician came to the object, verbally indicated the height and all the parameters of the air exhauster for the kitchen and pipes for air outlet outside the building. An estimate was drawn up, including all installation work (attached). After full payment of the estimate, the technician did not install the chimney of the required height, as required by Portuguese law, did not connect the exhauster to electricity, in addition, the whole system is not airtight and of poor quality (photo attached). These works were not transferred to me as a customer, he just left the object. And I don't even know if the hood works. We have repeatedly contacted the company with an attempt to perform all the work in the proper quality, but they ignore us, referring to the fact that they did everything that was needed. The owner of the building in which we rent this place and its architect refuse to operate this hood, due to inconsistencies Artigo 113º from RGEU (regulamento geral das edificações urbanas).Unfortunately I do not speak Portuguese, but I am a resident of Portugal. Please tell us how you can help us in this matter.Bom dia. Encomendámos a instalação de equipamentos de ventilação nesta empresa em Setúbal. Antes da instalação, o técnico aproximou-se do objeto, indicou verbalmente a altura e todos os parâmetros do exaustor de ar para cozinha e tubulações para saída de ar fora do prédio. Foi elaborado um orçamento incluindo todos os trabalhos de instalação (em anexo). Após o pagamento integral do orçamento, o técnico não instalou a chaminé com a altura necessária, conforme exigido pela lei portuguesa, não ligou o exaustor à eletricidade, além disso, todo o sistema não é estanque e de má qualidade (foto em anexo) . Essas obras não foram transferidas para mim como cliente, ele apenas deixou o objeto. E nem sei se o capô funciona. Temos repetidamente contactado a empresa na tentativa de realizar todo o trabalho com a devida qualidade, mas eles ignoram-nos, referindo-se ao facto de terem feito tudo o que era necessário. O proprietário do prédio em que arrendamos este local e o seu arquitecto recusam a exploração deste capô, por incoerências do Artigo 113º do RGEU (regulamento geral das edificações urbanas).Infelizmente não falo português, mas sou residente em Portugal. Por favor, diga-nos como você pode nos ajudar nesta questão.
Problema com serviço de corte papel
Ex.mos SenhoresServe a presente para reclamar da forma abusiva e insultuosa como fui atendido nesta loja de artes gráficas que passo a descrever Ontem, 31 maio 2023, desloquei-me a esta loja e perguntei se faziam o corte de uma resma de papel A4 em 6 partes iguais. Disseram-me que sim. Perguntei o preço e disseram-me que custava 0,50 € cada corte. Ora para fazer este trabalho apenas precisava de fazer 3 cortes o que daria 1,50 €.Quando me o funcionário, Sr. Luís Macedo, me entregou o trabalho feito disse-me que custava 5,00€ respeitante a 10 cortes. Achando estranho o exagero do número de cortes que o mesmo diz ter efetuado perguntei respeitosamente o porquê de tantos cortes em vez dos 3 necessários ao que este funcionário me respondeu aos gritos, perante todos os outros clientes, que deste trabalho ele é que sabia e portanto devia pagar os 5,00€. Assustado perante a violência verbal do funcionário, paguei e saí...Venho agora reclamar deste ato abusivo e exigir a devolução dos 3,50€ que me foram cobrados a mais e pedir à direção dessa empresa a admoestação ao funcionário em causa já que o mesmo não tem perfil para atendimento ao público.Melhores cumprimentosJoão Costa
Repartição de rendimentos
Em 24/01/2023 recebi uma carta com os rendimentos de 2022 mas não estão corretos pois vêm com retroativos eu necessito que me solicitassem a declaração de rendimentos repartida para efeitos de IRS, rendimentos de 2020,2021 e 2022.Já entrei em contato com o centro Nacional de Pensões no dia 23/05/2023 e nadaJá entrei em contato com a provedoria da justiça e aguardo retorno.Tenho urgência em resolver o assunto pois tenho de entregar o IRSGrato pela atenção dispensada,
Taxa moderadora
O meu nome é Carlos Silva, utente de saúde nº 357800185.Fui atendido na urgência do Hospital de Évora, tendo me sido cobrado 18,00€, que paguei em dinheiro no local. Verifiquei posteriormente que o valor referia-se a taxa moderadora do qual sou isento uma vez que tenho incapacidade 60% declarada em atestado médico.Contactado o hospital sobre o assunto, recebo como resposta que não tenho direito à isenção.Após reclamação efetuada em várias plataformas, o Hospital assume o erro e assume o reembolso dos 18,00€ à minha pessoa. No entanto, passado 4 dias do ocorrido, não recebo o valor nem mereço resposta por parte da entidade em causa.Agradeço ajuda. Obrigado
Cancelaram voo e não deram nenhuma assistenci
Prezada equipe de atendimento ao cliente da EasyJet,É com profunda indignação que venho relatar a minha experiência extremamente frustrante e humilhante durante um voo recente com a sua companhia aérea. Lamento informar que, devido ao cancelamento inesperado do voo, com número de voo 6714, que estava programado para partir às 22h, fui submetido a condições extremamente adversas e a um completo abandono por parte da EasyJet.O cancelamento repentino do voo, ocorrido meramente uma hora antes do horário previsto, foi apenas o início de uma sequência de eventos desastrosos. Ao chegar ao aeroporto, deparei-me com a ausência total de funcionários da EasyJet, incapazes de fornecer qualquer tipo de informação ou assistência. A falta de comunicação adequada durante essa situação crítica deixou todos os passageiros completamente desorientados e abandonados à própria sorte.Ademais, é importante ressaltar que o aeroporto onde ocorreu o cancelamento está situado a uma distância de aproximadamente 90 km de Paris. Infelizmente, a cidade não dispõe de uma infraestrutura adequada de hotéis e transporte, tornando-se uma verdadeira provação para os passageiros que se viram desamparados. Em um cenário onde a EasyJet deveria ter fornecido alternativas razoáveis de transporte e acomodação, fomos simplesmente abandonados à nossa própria sorte, sem qualquer tipo de solução proposta pela companhia aérea.A situação atingiu um ponto crítico a tal ponto que o aeroporto teve que recorrer à proteção civil em busca de ajuda para que pudéssemos ter o mínimo de suporte durante essa crise. Como resultado dessa negligência e descaso da EasyJet, fomos obrigados a dormir no chão frio e desconfortável do aeroporto, como verdadeiros indigentes. A falta de qualquer consideração básica pelo nosso bem-estar e dignidade é inaceitável e ultrajante.Além disso, foi-nos imposto um período de espera tortuoso e desumano, com mais de 14 horas de angústia e incerteza. Durante todo esse tempo, fomos tratados como meros objetos descartáveis, sem qualquer atualização ou informação sobre o status do voo e sem qualquer perspectiva de uma solução imediata. A EasyJet mostrou-se negligente em cumprir suas obrigações básicas para com os passageiros, demonstrando uma total falta de respeito e consideração pelos nossos direitos.É importante destacar que, mesmo após esse episódio terrível, busquei a devida indenização junto à EasyJet pelo cancelamento do voo. No entanto, para minha profunda decepção e desalento, minha solicitação foi negada pela companhia aérea. Independentemente das razões que levaram ao cancelamento do voo, é inquestionável que minha solicitação de indenização é justa e necessária, em virtude da completa falta de suporte e do sofrimento que fomos submetidos durante as intermináveis horas de espera no aeroporto.Diante dessa situação alarmante e da negação injustificada da minha solicitação de indenização, não me restam alternativas senão buscar a intervenção dos órgãos de proteção do consumidor. Faço votos sinceros para que essa medida drástica não se torne necessária e que a EasyJet reveja sua posição, reconhecendo a gravidade dos danos causados e assumindo a responsabilidade pelas suas ações ou falta delas.Espero que este relato seja tratado com a seriedade e a urgência que merece. Exijo uma resposta imediata e uma solução adequada para essa grave violação dos meus direitos como passageiro. Caso nenhuma ação seja tomada pela EasyJet, não hesitarei em tomar todas as medidas legais disponíveis para proteger meus direitos e denunciar publicamente essa conduta irresponsável e desumana.
Falta de transparência
O meu nome é Ana Maria de Oliveira Machado Venho por este meio mostrar o meu descontentamento,no dia 25/5 fiz uma encomenda com vocês e me apercebi que só ia ser entregue no dia 9/6/2023 depois de ter efectuado o pagamento na totalidade e ter recebido a mensagem vossa posteriormente.O vendedor Sr.Hugo só confirmou a data depois de eu ter efectuado o pagamento,pois caso me tivesse informado esse pormenor eu própria não faria esta transferência de 505,00€ e arranjaria forma de ir aí com alguém para me ajudar a carregar,visto eu ter uma incapacidade motora de 63/ .Esta semana já vai fazer 1 semana que efectuei o pagamento e nada de beliche ,como tenho 2 crianças menores a dormir num colchão insuflável e visto estar atrasado a minha encomenda peço a devolução monetária dos 505,00€ .Falta de informação e transparência foi o que aconteceu neste caso e penso não haver necessidade de escrever uma reclamação nos diversos meios(Deco,portal da queixa,livro electrónico de reclamação e portal do consumidor )Desde já agradeço a sua disponibilidade e um bem aja.Anexo o meu iban.
Cancelamento de contrato de renovação automática
Venho por este meio mostrar o meu descontentamento com a Medicare e com a sua renovação automática do contrato sem que seja possível o cancelamento a qualquer altura. Não me foi comunicado em qualquer circunstância que a partir da renovação automática ficava fidelizado por mais 1 ano sem que pudesse cancelar a qualquer momento.Vejo que é problema de muita gente e a insatisfação dos clientes na resolução deste problema leva a que não recomendem este plano a ninguém. Isto chama-se ficar com o dinheiro das pessoas contra a sua vontade, ter um plano que não usam e são obrigadas a pagar porque renovou automaticamente sem que o cliente tenha tido uma chamada ou uma mensagem a alertar que iria renovar a fidelização do contrato por mais 12 meses.Liguei hoje para fazer o cancelamento do meu contrato e foi-me dito que deveria tê-lo feito há cerca de 1 mês e que agora vou ter que pagar mais 12 meses contra a minha vontade e sem que tenha qualquer regalia com isso. Neste último ano, penso que não usei praticamente este plano de saúde visto ter um seguro e agora, porque a renovação é automática, assim como a fidelização, vou ter que pagar mais 12 meses.Ao menos davam a opção de o cliente pagar uma taxa de cancelamento ou assim que certamente o cliente ficava mais satisfeito.Acho ridículo como tem tratado destas situações porque é possível que possam fazer isso, basta que tenham boa vontade e não para roubar os clientes.
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